Uespi

Brasão_da_UESPI.512x512-SEMFUNDO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ

Brasao_Pi_h

Ouvidoria da UESPI apresenta encerramento de 98% das manifestações

Por Anny Santos

Entre janeiro de 2020 e julho de 2022, a Ouvidoria da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) recebeu 400 (quatrocentas) manifestações através do e-mail ouvidoria@uespi.br, totalizando 392 encerradas até o momento, equivalente a 98%.

De acordo com o Ouvidor da UESPI, Professor Dr. José Luiz Silva Sá, a comunidade acadêmica, alunos, professores e servidores, possuem o direito de manifestar-se quando necessário perante a Administração da UESPI. Essas manifestações devem ser ordenadas, avaliadas e encaminhadas aos órgãos competentes para as devidas deliberações.

“A forma correta destas ações é apresentar as manifestações à Ouvidoria, porque é o órgão responsável em fazer a ponte entre a comunidade e a Administração da Universidade. Além de promover o acompanhamento perene da Ouvidoria Geral do Estado”, ressalta.

Segundo ele, graças ao apoio e confiança das pessoas que fazem a Administração a UESPI as portas de todos os departamentos continuam abertas para responder às demandas da Ouvidoria. “Tanto a Ouvidoria trabalha na melhor maneira de encaminhar e acompanhar os processos, quanto a Administração trabalha em acelerar as respostas. Posso destacar que, uma vez que nós fomos convidados a esclarecer e orientar questões mais delicadas, fomos bem recebidos e nossas opiniões consideradas em conselhos e colegiados”, finaliza.

A Ouvidoria da UESPI é um Órgão Executivo Suplementar vinculado à Reitoria, responsável pelo tratamento das manifestações dos usuários sobre os serviços prestados pela Universidade, com a missão de aproximar a gestão da UESPI a todos os cidadãos, com ou sem vínculo com a Universidade, colaborando para seu melhor desempenho.

Como funciona a Ouvidoria?

A sede da ouvidoria da UESPI fica localizada no  Centro de Ciências da Natureza (CCN), campus Poeta Torquato Neto, em Teresina. O procedimento pode ser realizado de três formas: por e-mail da Ouvidoria da UESPI (ouvidoria@uespi.br); através do site do Sistema de Ouvidorias do poder Executivo Estadual (e-ouv, http://eouv.pi.gov.br), onde é possível registrar qualquer tipo de manifestação: reclamações, solicitações, denúncia e etc; e através do Serviço de Informação ao Cidadão (e-sic, ttps://acessoainformacao.pi.gov.br/sigep), que é dedicado a solicitação de informações.

Egressas do curso de História publicam artigo em revista internacional

Por Anny Santos

Maria Clara Lima e Letícia Vasconcelos, egressas do curso de Licenciatura Plena em História da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), campus Poeta Torquato Neto, em Teresina, publicam artigo “El origen de la extrema derecha y sus consecuencias en el contexto brasileño actual” em revista  internacional, no México, chamada Horizonte Histórico.

Maria Clara e Letícia Vasconcelos destacam o trabalho como resultado de um ensaio iniciado na disciplina de História Contemporânea II e, ao obterem nota máxima, decidiram transforma-lo em um artigo com o intuito de publicarem em revistas ou congressos.

 Letícia Vasconcelos e Maria Clara Lima

Letícia Vasconcelos e Maria Clara Lima

O artigoEl origen de la extrema derecha y sus consecuencias en el contexto brasileño actual” aborda a origem da extrema direita e suas consequências no contexto atual do Brasil, tendo em vista o momento político.

Letícia Vasconcelos relembra que ingressou na UESPI em 2017, juntamente com sua colega de pesquisa, e que tiveram professores que sempre as estimulavam para a pesquisa acadêmica. “A pesquisa científica é de extrema importância para todos os alunos da graduação, principalmente para quem almeja uma pós-graduação e quer crescer na academia. A área da História é bastante ampla e interdisciplinar, o que faz ser bem mais prazeroso, além de ser possível abordar diversos assuntos do passado e do mundo contemporâneo”, pontua Letícia.

Para Maria Clara Lima a pesquisa é importante por abordar aspectos que ligam o passado ao presente nesse cenário político. Segundo ela, o tema clareia características e particularidades da sociedade em que vivemos.

“A pesquisa, para mim, além de significar o exercício da minha profissão, também me traz o sentimento de compreensão sobre o meu país, meu Estado e cidade. Entender como éramos, porque somos e como estamos. Apesar de exaustiva, a pesquisa nos ensina a desvendar, investigar e descobrir informações, fatos ou até instigar mais perguntas e problemas. A UESPI abriu portas para a realização de pesquisas científicas através dos professores e seus incentivos, eventos e simpósios também realizados por eles”, finaliza.

Horizonte Histórico é uma revista semestral que é publicada duas vezes por ano, com início no ano de 2009, sendo um espaço no qual estudantes de diversas instituições de ensino superior podem publicar seus trabalhos acadêmicos, relacionados à história.

Confira o artigo

UESPI Parnaíba: curso de Agronomia desenvolve pesquisas relacionadas as culturas aceroleira e arrozeira

Por Anny Santos

Alunos do curso de Engenharia Agronômica da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), campus Prof. Alexandre Alves de Oliveira em Parnaíba, desenvolvem pesquisas relacionadas as culturas aceroleira (Malphiguia emarginata DC.)  e arrozeira (Oriza sativa L.).

Os estudos se iniciaram como parte da disciplina de Grandes Culturas, ministrada pela professora Dra. Aurinete Daienn Borges do Val, e por meio de pesquisas dos demais professores do curso de Agronomia, também relacionadas as temáticas. Atualmente, estão sendo apresentadas em trabalhos de conclusão de curso (TCC) dos discentes envolvidos.

Ana Carolina Nascimento Teixeira, aluna do 10° período, destaca que a pesquisa, relacionada ao estudo da cultura do arroz, utilizou uma variedade tradicional, cultivado por pequenos agricultores, sendo esse arroz denominado (por esses produtores) como arroz “Cana Roxa”, que é cultivado em ecossistema de terras altas, conhecido também como cultivo em sequeiro.

Arrozeira (Oriza sativa L.)

Arrozeira (Oriza sativa L.)

“O estudo teve como objetivo avaliar as fenofases das plantas, ou seja, o seu ciclo, em função das condições ambientais do município de Parnaíba-PI. Acompanhamos todo o desenvolvimento das plantas, que iniciou com o plantio dessas sementes e encerrou com a colheita. A variedade apresentou uma boa adaptação ao ambiente de cultivo, e ao manejo adotado no experimento. O ciclo total foi de 114 dias, caracterizando então a variedade como de ciclo médio”, pontua a formanda.

Para Ivan Ribeiro, também aluno do 10° período, a pesquisa relacionada a cultura do arroz foi muito promissora, no sentido de permitir conhecer melhor sobre esse cereal que tem grande importância mundial. “Para mim esse estudo contribuiu muito enquanto acadêmica, por todo o conhecimento obtido ao longo do experimento. E para a comunidade externa, esse estudo irá contribuir para que os pequenos agricultores tenham conhecimento do potencial que essa variedade possui quando ao seu desempenho no campo, e a intenção é divulgar os resultados da pesquisa através de artigos em revistas nacionais”.

As avaliações com a cultura arrozeira contemplam a caracterização de variedades tradicionais utilizadas por pequenos produtores rurais da região do baixo Parnaíba. Já os estudos com a frutífera (acerolira) fornecem dados nas áreas de fitossanidade, fenologia e caracterização de plantas e pós-colheita dos frutos. Os ensaios foram conduzidos na Faculdade de Ciências Agrárias ou em pomares comerciais pertencentes a produtores colaboradores instalados no DITALPI.

Aceroleira (Malphiguia emarginata DC.)

Aceroleira (Malphiguia emarginata DC.)

Em relação a avaliação de genótipos de aceroleiras, o aluno Lucas dos Santos Oliveira do 8° período e bolsista PIBIC, avalia a adaptação das plantas, as condições (clima, temperatura, etc) de Parnaíba e caracteriza cada um desses genótipos (ao todo 11). Para ele, o projeto de pesquisa é essencial para qualquer estudante, seja ele de graduação ou não, pois através da pesquisa o individuo pode ter uma experiência real de como funciona a vida profissional, com todas as suas dificuldades e seus benefícios.

“O trabalho tem sido muito satisfatório, pois tenho aprendido bastante na prática, o que também pode ser considerado um incentivo para os discentes, já que aprender somente a teoria, as vezes, pode se tornar cansativo. Sem dúvidas, o que mais motiva é saber que todo o trabalho envolvido de certa forma terá retorno para a comunidade externa, já que o objetivo da pesquisa é encontrar formas de melhorar a produção, aumentando a mesma, e eliminar problemas como doenças, patógenos, etc. O incentivo a pesquisa deve ser cada vez maior, já que a educação é uma porta que pode sanar muitos problemas sociais presente na vida dos brasileiros”, finaliza Lucas Oliveira.

As atividades de pesquisa com a aceroleira executadas pela UESPI contam com a importante parceria de pesquisadores da Embrapa das unidades de Parnaíba, Teresina, Fortaleza e Petrolina que também executam atividades com a cultura no município parnaibano. Parte dos dados obtidos com acerolas foram divulgados pelos estudantes no último Simpósio de Fruticultura da Região Sul, que aconteceu no último mês de junho.

UESPI36ANOS: homenagem especial na manhã desta quinta-feira (28)

Por Anny Santos

Em comemoração aos 36 anos da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), a Pró-Reitoria de Extensão Assuntos Estudantis e Comunitários (PREX), juntamente com a Assessoria de Comunicação, realizou na manhã desta quinta-feira (28) no mezanino do Palácio Pirajá, prédio-sede da reitoria da instituição, um evento em homenagem a data.

Pró-Reitores, professores, técnicos e demais colaboradores

Pró-Reitores, professores, técnicos e demais colaboradores

A ação contou com a presença do Reitor da universidade, Prof. Dr. Evandro Alberto, Pró-Reitores, professores, técnicos e demais colaboradores. Na oportunidade, o Coral da Uespi, com a Maestrina Claudia Tenório, apresentou o Hino Oficial da instituição e outras interpretações de clássicos nacionais.

Coral da UESPI com a Maestrina Claudia Tenório

Coral da UESPI com a Maestrina Claudia Tenório

Para o Reitor, Prof. Dr. Evandro Alberto, é importante reconhecer o trabalho de todos os funcionários que passaram pela UESPI. Segundo ele, a evolução da universidade se faz rápida e constante. Além disso, é imprescindível destacar a atuação da instituição em 10 municípios, além de estar presente na capital, em modalidade presencial, e em 183 municípios, através do ensino mediado por tecnologia, graças a UAPI.

Prof. Dr. Evandro Alberto

Prof. Dr. Evandro Alberto

“É preciso reconhecer o empenho da equipe que se encontra presente com a missão de fazer o melhor para o técnico, estudante, professor e colaborador. É um prazer poder estar aqui comemorando os 36 anos dessa instituição que tem transformado a vida dos piauienses. Nossa universidade foi constituída com a missão de formar professores e fazer a educação funcionar em nosso Estado. Através do seu trabalho, equipe que compõe o quadro de funcionários, e da sua gentileza, sempre haverá bons resultados. Lute pela UESPI, porque nossa UESPI se consolida a cada dia. Agradecemos a todos vocês e viva nossa UESPI, parabéns por esses 36 anos”, pontua o Reitor.

A Pró-Reitora de Extensão, Assuntos Estudantis e Comunitários (PREX), Ivoneide Pereira de Alencar, também se fez presente pontuando a história da universidade e reafirmando a importância da instituição em sua vida. “Hoje é aniversário da nossa UESPI e gostaria de reforçar o significado ímpar que a instituição tem em minha vida. O curso de Direito me possibilitou estar aqui. Hoje posso afirmar que tenho orgulho de ser professora de educação exclusiva, essa foi a minha melhor escolha. Sou muito feliz nessa casa e possuo o papel de mediar o conhecimento na condição de educadora e gestora. Tive a oportunidade de chegar aonde nunca imaginei, graças a educação. Obrigada pela oportunidade, UESPI”.

Pró-Reitora de Extensão, Assuntos Estudantis e Comunitários (PREX), Ivoneide Pereira de Alencar.

Pró-Reitora de Extensão, Assuntos Estudantis e Comunitários (PREX), Ivoneide Pereira de Alencar.

Ao longo da semana a Assessoria de Comunicação organizou uma série de reportagens especiais para celebrar a data, contando a história da universidade e dos personagens que a compõe. Além disso, preparamos uma série de vídeos comemorativos disponibilizados em nossas redes sociais.

Confira mais

UESPI 36 ANOS: Educação de ensino superior da UESPI alcança o interior do estado através do sistema UAPI

UESPI36ANOS: NUTI e UNATI ofertam saúde e ensino na terceira idade

UESPI36ANOS: pesquisadores uespianos falam sobre o impacto social de seus estudos

 

UESPI promove apoio a 16° Semana do Orgulho de Ser

Por Anny Santos

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) promove apoio a 16° Semana do Orgulho de Ser, com temática “Vote por um Brasil de cores e a gente faz um País melhor”, idealizada e desenvolvida pelo Grupo Matizes, prevista para acontecer entre o período de 29 de agosto a 06 de setembro em diversos espaços de Teresina, de forma presencial.

A Semana do Orgulho de Ser é realizada pelo Grupo Matizes desde 2005 com o objetivo de levar o debate sobre direitos humanos e diversidades para um público variado formado por estudantes, professores, servidores públicos, militantes do movimento social e, especialmente, LGBT (Lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais). Cada um dos participantes possui liberdade de montar sua programação de acordo com afinidade dos temas e disponibilidade de horários.

Em sua programação, a semana abriga um cardápio variado de atividades gratuitas como oficinas, palestras, mostras de filmes, shows, lançamento de livros, eventos esportivos etc. Todas essas ações têm como foco a promoção de direitos de grupos discriminados, especialmente a população LGBT de Teresina.

De acordo com a Vice-Coordenadora do Grupo Matizes, Marinalva Santana, o evento é reputado como de maior importância pelo Grupo, dentre as ações realizadas ao longo do ano. “É um evento que mobiliza a cidade e possui em leque variado de atividades. A gente consegue fazer parcerias com instituições de ensino, organizações da sociedade civil, sindicatos, etc. Para nós é motivo de alegria, a realização da Semana, e esperamos que esse ano seja ainda mais pulsante e provocativa do que das edições anteriores”.

As ações serão realizadas em diversos locais, dentre eles universidades, escolas, teatros, quadras esportivas, órgãos públicos, praças e parques. Esse formato descentralizado facilita a participação das pessoas, pois a Semana do Orgulho de Ser objetiva ir aonde elas estão.

O movimento visa à desconstrução do preconceito e o enfrentamento da discriminação contra grupos excluídos se revestem de uma importância ímpar. O evento será uma ferramenta importante na luta por mais direitos e contra as opressões de que são vítimas LGBT, mulheres, negros e outros segmentos socialmente inferiorizados.

UESPI36ANOS: NUTI e UNATI ofertam saúde e ensino na terceira idade

Por Anny Santos

Em homenagem aos 36 anos da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), comemorado no dia 28 de julho, a Assessoria de Comunicação organizou uma série de reportagens especiais para celebrar a data, contando a história da universidade e dos personagens que a compõe. Para iniciar, iremos conhecer um pouco mais sobre a Universidade Aberta à Terceira Idade (UNATI) e o Núcleo de Atividade Física da Terceira Idade (NUTI).

Coordenadores, professores e alunos da UNATI e do NUTI.

Coordenadores, professores e alunos da UNATI e do NUTI.

O NUTI e a UNATI são programas de extensão do curso de Educação Física da UESPI, fundados em 2003 e 2007, respectivamente, pelas professoras Solange Maria Ribeiro Nunes Lages e Aurinice Sampaio Irene Monte que se fizeram atuantes desde a criação dos mesmos até o ano de 2019.

Buscando proporcionar uma melhor qualidade de vida, atendendo pessoas a partir de 55 anos de idade, por meio da participação em atividades físicas, acadêmicas, culturais e de lazer, sob a Coordenação dos professores do curso de Educação Física, Ivaldo Coelho Carmo e Moises Mendes da Silva, os projetos visam garantir o envelhecimento ativo e saudável.

De acordo com o professor Moises Mendes, em virtude da aposentadoria das criadoras dos projetos, ele e o professor Ivaldo Coelho receberam o convite das mesmas para estarem a frente do NUTI e da UNATI. “Aceitamos prontamente assumir a responsabilidade de dar prosseguimento ao trabalho criado por elas. Em termos de abrir as portas da universidade para trazer o idoso para dentro dos muros da instituição, oferecendo atividade física orientada e educação continuada paro o idoso, nós somos o único, em termos de estrutura, dentro de Teresina”.

Coordenadores e professores da UNATI e do NUTI, Moises Mendes da Silva e Ivaldo Coelho Carmo.

Coordenadores e professores da UNATI e do NUTI, Moises Mendes da Silva e Ivaldo Coelho Carmo.

Segundo o professor, em média, 400 idosos são atendidos por meio dos Projetos Integrados, também conhecidos como projeto “Guarda-Chuva”, aqueles que se articulam em outros (sub) projetos, sendo o caso do Canto Coral, NUTI e UNATI, propiciando o feito de ser o maior projeto extensionista da UESPI. “Os projetos trabalham com aulas de diversos conteúdos. No caso da UNATI, temos aulas de Ioga, Ginástica Corretiva, Ritmos e Danças da Cultura Popular, Teatro, Psicologia e várias outras, todas no período da manhã. Nossos professores são voluntários e a cada semestre ofertamos novas disciplinas”.

Já para o professor Ivaldo Coelho, é importante destacar que o NUTI disponibiliza as aulas no período da manhã, antes das aulas da UNATI, e no período da tarde, sendo voltadas somente para o campo da Educação Física com atividades, dinâmicas e muita interação entre os profissionais voluntários e os alunos. “Se o aluno quiser participar de um único projeto não há problemas, mas o que costumamos presenciar são alunos que participam de todos. Na UNATI exigimos apenas que o aluno possua uma boa leitura e escrita, já no NUTI é indispensável a apresentação de um exame cardiológico e um bom condicionamento físico para as práticas físicas em aula”.

Uma formação em qualidade de vida

Francisca Piauilino, de 77 anos de idade, entrou na UNATI em 2015 e mesmo formada na 8° turma continua frequentando as aulas nos últimos 7 anos. Para ela, é muito importante sair de casa e encontrar pessoas da mesma faixa etária. “O que falta, às vezes, é essa conversa com pessoas da mesma idade, com a mesma vivência, ideias e assuntos. Relembrar o que passou, o que éramos e o que somos agora é muito bom. O idoso hoje participa de tudo, frequenta todo e qualquer ambiente, se diverte, viaja, conversa, namora, então é muito saudável essa convivência que temos na UNATI”.

Francisca Piauí Lima, aluna dos projetos.

Francisca Piauilino, aluna dos projetos.

A aluna relata ainda a importância do apoio que recebe dos familiares para continuar nas práticas que lhe proporcionam uma melhor qualidade de vida, por meio da participação em atividades físicas, acadêmicas e de lazer. “É satisfatório fazer um curso desse nível para idosos e, principalmente, receber apoio dos nossos familiares. Mudamos hábitos ruins e aprendemos coisas novas, sem exageros, nos atentando para a particularidade de cada idade e das nossas limitações fisiológicas. Temos mais conhecimento sobre alimentação, exercícios físicos e saúde, de maneira geral”.

Dona Francisca afirma que a UNATI é uma família, ela acredita que as relações que manteve e ainda mantém com colegas e professores ao longo dos anos que participa, foram de fundamental importância para um envelhecimento feliz e saudável, consequência que ela atribui as inúmeras atividades que participa em grupos com pessoas da mesma idade.

“No dia anterior a aula durmo pensando em quais atividades iremos fazer e quais assuntos vou tratar com minhas colegas, tudo isso me faz acordar até mais cedo do que o de costume. Sempre que me perguntam em que curso vou me formar, repondo que em qualidade de vida. A essência do curso é você se conhecer, conhecer seus limites, ter qualidade de vida, fazer amigos e cuidar da saúde e essa é a verdadeira formação. E podem dizer que sou velha, mas sou uma velha saudável e que sempre se renova”, finaliza a aluna.

A educação na terceira idade

Joemerson Oliveira, formado em Educação Física e em Artes Marciais chinesas, recebeu o convite para ministrar a disciplina de Hatha e Yoga no segundo trimestre de 2022. Para ele, é importante que os alunos aprendem técnicas respiratórias e de concentração, pois além de beneficiar a saúde, as práticas auxiliam no convívio social e melhoram a qualidade de vida na terceira idade.

Professor Joemerson Oliveira em sala de aula com alunos.

Professor Joemerson Oliveira em sala de aula com alunos.

“Quando recebi o convite fiquei muito feliz. Contribuir para uma melhora na qualidade de vida dessas jovens, logo após um período pandêmico que acarretou serias consequências, se faz fundamental. Nesse período de incertezas algumas pessoas deixaram de fazer atividade físicas, o que também pode agravar o quadro de saúde dos mesmos. Os alunos do NUTI e da UNATI podem exercitar bons hábitos e aprender como envelhecer de forma saudável”, pontua o professor.

Professor Joemerson Oliveira e alunos, durante aula prática.

Professor Joemerson Oliveira e alunos, durante aula prática.

Professor Joemerson Oliveira e alunos, durante aula prática.

Professor Joemerson Oliveira e alunos, durante aula prática.

Nascida no Dia Internacional da Mulher, como gosta de declarar, Ducileide de Jesus Santos, aos 67 anos de idade, exibe sua felicidade ao participar de programas que visam o cuidado e a atenção que sua faixa etária merece. Segundo ela, os projetos possibilitam que os alunos aprendam a cuidar da saúde enquanto se divertem, formam laços e descobrem novas possibilidades de ver e viver a vida.

Ducileide de Jesus Santos, aluna dos projetos.

Ducileide de Jesus Santos, aluna dos projetos.

“Aprendemos a passar o que vivemos e absorvemos coisas novas com nossos colegas e professores. É muito bom estar integrada à um local que me ajuda e que me proporciona criar novos laços, aqui tudo é motivo de festa e comemoração. Tenho três filhos e todos apoiam e comemoram quando digo que aprendi algo novo”, finaliza a aluna que faz parte dos projetos desde 2011.

UNATI e NUTI como extensão da família

Maria de Fátima Pereira Barbosa, de 69 anos de idade, veterana do NUTI e da UNATI desde a criação dos projetos (em 2003 e 2007) e aluna assídua, revela que teve conhecimento sobre o primeiro através de uma reportagem. Reconhecendo que possuía alguns problemas de flexibilidade que lhe causavam incômodos frequentes resolveu se aventurar e participar. Sua experiência foi tão marcante e os resultados tão aparentes que logo após a criação do segundo projeto também realizou sua matrícula.

“Logo de imediato minha melhora foi perceptível, através do NUTI, pois é um projeto que trabalha com o corpo e a mente. Vir aqui e participar de tudo melhora a autoestima, a gente fica com os movimentos mais ágeis e passamos a ter qualidade de vida. Já a UNATI é como um sonho realizado, o de fazer uma universidade. Me sinto sempre como aluna da UESPI e eu sou. Os conhecimentos que adquiri aqui são essenciais para o estilo de vida que levo hoje, todas as aulas são importantes, desde a de dança até as palestras que os médicos parceiros realizam. As amizades que fiz nos projetos são uma extensão da minha família. Desejo felicitações a UESPI por mais um aniversário. Que esta instituição de ensino continue dando esperança e alegria a todos que a procuram”, finaliza.

Maria de Fátima Pereira Barbosa, aluna da primeira turma do NUTI e da UNATI.

Maria de Fátima Pereira Barbosa, aluna da primeira turma do NUTI e da UNATI.

A UESPI possui a missão de promover à articulação do tripé da universidade, o Ensino, a Pesquisa e a Extensão, de forma a contribuir para o desenvolvimento da nossa sociedade e melhorar a qualidade de vida das pessoas que a compõem. Adquirir novos conhecimentos, em especial na terceira idade, permite uma troca benéfica entre os alunos, além da manutenção de uma vida ativa, dinâmica e saudável.

Confira alguns momentos especiais do NUTI e da UNATI:

PROFBIO da UESPI realiza I Mostra de Práticas Pedagógicas Investigativas em Ensino de Biologia

Por Anny Santos

O Mestrado Profissional em Ensino de Biologia (PROFBIO) da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) promove, com apoio dos docentes do curso, a “I Mostra de Práticas Pedagógicas Investigativas em Ensino de Biologia do PROFBIO/UESPI”. O evento acontece de 04 a 06 de agosto, através do Youtube e da plataforma Google Meet, e disponibiliza um certificado de 16h. Os links para participação serão enviados nos e-mails informados durante o ato de inscrição.

Além da divulgação do material produzido ao longo do semestre pelos mestrandos, o evento visa permitir a troca de saberes e de experiências vivenciadas por docentes, egressos, mestrandos e graduandos na área de ensino de ciências biológicas da UESPI. Na oportunidade, serão selecionados e reunidos os melhores trabalhos desenvolvidos no âmbito do PROFBIO/UESPI para indicação à Mostra Nacional de Educação em Ciências da Vida e da Natureza que acontece em setembro.

Francielle Alline Martins, professora e Coordenadora Local do PROFBIO/UESPI, afirma que o evento gratuito proporciona aos participantes o conhecimento de metodologias de ensino ativas que tornam as aulas mais atrativas e enfatizam o protagonismo do estudante, fazendo dele o principal agente na sua aprendizagem.

“Eventos como esse são importantes para promover a integração da graduação, pós-graduação e a comunidade. Esperamos realizar outros, ao final de cada semestre, sempre levando para a comunidade aquilo que melhor produzimos no PROFBIO. A valorização do ensino escolar passa pela inovação no modo de ensinar e o alunos pode e dever ser o protagonista nesse processo, é isso que pretendemos mostrar”, pontua.

De acordo com a Coordenadora o PROFBIO da UESPI recebe professores do Piauí, Maranhão, Pernambuco e Ceará. Ao todo 60 mestres já foram formados e outros 45 estão em processo de formação. O curso pauta-se na lógica da construção e consolidação dos conhecimentos biológicos, através da aplicação do método científico e de utilização de tecnologias da informação e comunicação (TICs), sendo esse “conhecimento construído” associado à transposição didática imediata para a sala de aula, de maneira que o mestrando possa trabalhar simultaneamente com seus alunos do ensino médio os conceitos-chave explorados em cada tópico de Biologia.

“Semestralmente os mestrandos devem aplicar o conhecimento aprendido nas disciplinas do curso na própria escola em que lecionam. Observamos que a cada semestre a qualidade do material produzido tem sido melhor, aí nos veio a pergunta: Por que não divulgar o material produzido pelos mestrandos? E assim nasceu a ideia da realização do evento”, finaliza.

Confira a programação

04/08 (Quinta-feira)

19h – Palestra de Abertura

05/08 (Sexta-feira)

08h – Palestra I: Dr. Anderson Vilasboa de Vasconcellos (UERJ)

09h – Apresentação da AASA

14h – Palestra II: Dr. Danusa Munford (UFABC)

15h – Apresentação da AASA

06/08 (Sábado)

Pré-seleção para Mostra Nacional de Educação em Ciências da Vida e da Natureza

NUFPERPI realiza pesquisa sobre rastreador Solar para otimização da Produção de Energia

Por Anny Santos

O Núcleo de Formação e Pesquisa em Energias Renováveis e Telecomunicações do Piauí (NUFPERPI) da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), desenvolve pesquisa “Desenvolvimento de rastreador Solar para Otimização da Produção de Energia Elétrica a partir de Sistemas Fotovoltaicos”, que visa melhorar a incidência de raios solares na placa solar com baixo custo.

Rastreador ligado a placa de energia solar.

Rastreador ligado a placa de energia solar.

De acordo com Prof. Juan de Aguiar, Orientador da pesquisa e Coordenador do Núcleo, o rastreador solar é um equipamento desenvolvido com o intuito de aumentar a produção de energia solar fotovoltaica, ou seja, a energia que temos através da incidência do sol através das placas solares.

“Ele é um equipamento que busca a melhor incidência de raios solares na placa solar. Sistemas fotovoltaicos conectados à rede residencial em casas, empresas e escolas são sistemas fixos, ou seja, eles ficam com a angulação da placa próxima a angulação do telhado. Em determinado momento o sol fica perpendicular a placa, mas depois ele passa. Nesse caso, a placa vai ter uma produção e uma geração de energia em função dessa condição”, destaca o professor.

Desenvolvimento de uma das peças do rastreador solar.

Desenvolvimento de uma das peças do rastreador solar.

Um rastreador é um equipamento que busca o sol, ou seja, o melhor índice de irradiação solar. A medida que o sol se desloca o rastreador faz com que a placa se movimente. Segundo o professor Juan de Aguiar, o rastreador fica em cima de uma estrutura e essa estrutura possui um eixo onde a placa se conecta a ele.

Alisson Mesquita, aluno do curso de Engenharia Elétrica que desenvolve a pesquisa, afirma que o projeto surge com o intuito de propor soluções para melhorar a geração de energia elétrica nas residências. Segundo ele, tem sido uma ótima experiência pesquisar mais sobre a Tecnologia de Rastreamento Solar, de maneira que o conhecimento gerado nas pesquisas é fundamental não somente para atingir os objetivos do projeto, mas para sua formação acadêmica e profissional.

“Nesse projeto eu tive que pesquisar sobre vários temas, voltados para robótica, eletrônica e energia solar então tive que lidar vários temas interessantes embora o foco principal fosse desenvolver o protótipo do Rastreador Solar. Assim para mim é um privilégio participar desse projeto de pesquisa”, pontua o estudante.

Rastreador ligado a placa de energia solar.

Rastreador ligado a placa de energia solar.

Segundo o Orientador da pesquisa, o Rastreador aumenta, significativamente, a produção de energia do módulo solar do sistema de energia solar fotovoltaica. “O que estamos desenvolvendo na UESPI são outras proposições de sistemas de rastreadores, porque geralmente esses rastreadores são utilizados em sistemas de grande e médio porte. Nós estamos fazemos uma proposição de rastreador de baixo custo, para que seja utilizado em sistemas de pequeno porte”.

NUFPERPI desenvolve Sistema de Controle e Monitoramento de Bombeamento Solar

Por Anny Santos

Com o intuito de levar água de nascentes ou poços para reservatórios das localidades interioranas, onde existe o déficit desse recurso, o Núcleo de Formação e Pesquisa em Energias Renováveis e Telecomunicações do Piauí (NUFPERPI) da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), realiza pesquisa “Desenvolvimento de Sistema de Controle e Monitoramento de Bombeamento Solar”.

Central de monitoramento e acionamento da bomba, considerado o cérebro do sistema.

Central de monitoramento e acionamento da bomba, considerado o cérebro do sistema.

O sistema em desenvolvimento opera por meio da tecnologia SMS (telefonia móvel) para promover a comunicação entre o equipamento de bombeamento de água e usuário através do celular. Por meio dos sistemas de sensores de monitoramento integrados ao projeto desenvolvido é possível realizar o controle do equipamento.

Segundo o Prof. Juan de Aguiar, Orientador da pesquisa e Coordenador do Núcleo, o sistema de telesupervisão e telecomando de bombeamento solar, utilizando rede móvel, é oriundo da iniciativa de suprir a necessidade das comunidades em monitorar o sistema de bombeamento. “Uma das grandes vantagens desse sistema é a capacidade de fazer o monitoramento sem estar presente no local onde o bombeamento será implementado. Com o sistema você poder ter o sinal, o comando e as informações sem precisar realizar esse deslocamento”.

Simulação de como seria o funcionamento do projeto, sendo um recipiente simulador de um reservatório de água.

Simulação de como seria o funcionamento do projeto, sendo um recipiente simulador de um reservatório de água.

Por intermédio de um sistema de geração energético solar é possível realizar a captação de água poupando gastos com energia e o deslocamento dos moradores até as regiões de captação que, muitas vezes, é distante e desgastante, assim é realizado o monitoramento dos reservatórios locais mensurando o nível de água com base nessas informações.

Glenerson Vieira, pesquisador e aluno do 7° bloco de Engenharia Elétrica, bolsista PIBIC-UESPI 2022-2023, destaca que o desenvolvimento de um projeto é um processo árduo e exige muita dedicação, principalmente quando se pretende inovar trazendo algum tipo de melhoria ou solucionando problemas da proposta envolvida no projeto.

“A minha experiência com esse projeto tem se resumido em um desafio onde é necessário solucionar uma problemática social e tornar o mais acessível possível e para alcançar esses objetivos é necessário muito empenho e, fundamentalmente, pesquisas nas diversas áreas onde esse projeto engloba seja no sistema de bombeamento, telecomunicações até mesmo a comunidade que irá se beneficiar. Dessa forma, é que se evidencia a importância de um projeto de pesquisa pois é pensado de que forma eu posso solucionar algum tipo de problemática e os meios necessários para resolução disso”, ressalta o discente.

Através do sistema é possível realizar o acionamento ou desacionamento da bomba de agua, além disso o usuário pode realizar o comando para o equipamento por meio de um simples SMS. Outra vantagem do projeto é promover a produção de culturas nessas localidades interioranas, uma vez que é suprido a necessidade de água e também pode ser realizado a automação de irrigação.

Uespi Parnaíba: projeto de extensão auxilia produtores rurais no Litoral do Piauí

Por Anny Santos

Alunos do curso de Bacharelado em Engenharia Agronômica da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), campus Prof. Alexandre Alves de Oliveira localizado em Parnaíba, desenvolvem projeto de extensão que visa análise do solo e melhoria da produtividade no Litoral do Piauí.

Alunos do 4° bloco de Agronomia em prática das atividades do projeto de extensão.

Alunos do 4° bloco de Agronomia em prática das atividades do projeto de extensão.

Originando-se através da disciplina Química e Fertilizada do Solo, ministrada pelo Prof. Dr. Valdinar Bezerra, o projeto conta com a participação dos alunos do 4° bloco de Agronomia e do Engenheiro Agrônomo, Roberto Santos, egresso da UESPI.

Para o Prof. Dr. Valdinar Bezerra, as atividades desenvolvidas propiciam aos alunos um maior desenvolvimento dos ensinos e competências adquiridos em sala de aula. Além disso, os produtores se beneficiam com as análises realizadas pelos discentes, auxiliando no desenvolvimento da produção local.

Alunos do 4° bloco de Agronomia em coleta de amostras de solo.

Alunos do 4° bloco de Agronomia em coleta de amostras de solo.

“Para os produtores rurais da planície, todas as atividades relações são extremamente importante e benéficas. É comum que eles façam adubação sem qualquer análise química ou correção do solo, o que pode dificultar o desempenho e a produção realizada no solo. Esse fato não foge da realidade brasileira, pois segundo o último Censo do IBGE, 58% dos produtores rurais não fazem qualquer coleta de amostra de solo para saber a real situação, do ponto de vista químico e biológico”, destaca o professor.

A turma da disciplina foi dividida em grupos, onde cada um ficou responsável pela coleta de amostras de solo e execuções das análises em laboratório. Além dos benefícios para a produção agrícola local, as atividades contribuem para as notas da disciplina, através da organização e apresentação dos resultados.

Alunos do 4° bloco de Agronomia em prática das atividades do projeto de extensão.

Alunos do 4° bloco de Agronomia em prática das atividades do projeto de extensão.

Os alunos poderão ainda, dependendo dos resultados das amostras, realizar a prática de calagem. A prática serve para diminuir a acidez do solo, aumentando seu pH, além de fornecer cálcio e magnésio para as plantas, etapa indispensável da preparação do solo.

Thiago de Sousa Araújo, líder de turma do 4° bloco, afirma que o contato com o campo após período de aulas online foi uma experiência incrível, pois segundo ele com as pesquisas de campo o aluno se sente motivado a estudar e ter mais curiosidade sobre o conteúdo das matérias. “O professor Valdinar nos incentiva muito. Equilíbrio é extremamente necessário e o estudo do solo é um dos princípios fundamentais para qualquer agrônomo, ou seja, acrescentou e muito na minha formação, hoje entendo e compreendo muito melhor o porquê de uma cultura ser próspera ou não. Uma frase que o professor falou marcou muito a formação de todos da turma, ele disse que nem todo solo fértil é produtivo, mas todo solo produtivo e fértil”, finaliza o aluno.

Uespi torna público o edital de Transferência Externa 2022.1 em coletiva de imprensa

Por Anny Santos

Na manhã desta quarta-feira (06),  o  Reitor da UESPI, Prof. Dr. Evandro Alberto, o  Prof. Paulo Henrique Pinheiro, Pró-Reitor de Ensino de Graduação (PREG) e a Profa. Monica Gentil, Pró-Reitoria Adjunta PREG realizaram o lançamento do edital de Transferência Externa.
O evento aconteceu através de uma coletiva de imprensa no auditório do Palácio Pirajá, campus Torquato Neto.
O edital de transferência diz respeito a 75 cursos nos 12 campi da instituição conforme quadro demonstrativo anexado no edital para ingresso no período letivo 2022.1.

Da esquerda para a direita, Prof. Dr. Evandro Alberto, Reitor da Instituição, Profa. Dr. Mônica Gentil, Pró-reitora de Ensino e Graduação Adjunta, e o Prof. Dr. Paulo Henrique Pinheiro, Pró-reitor de Ensino e Graduação., imprensa e demais convidados

Da esquerda para a direita, Prof. Dr. Evandro Alberto, Reitor da Instituição, Profa. Dr. Mônica Gentil, Pró-reitora Adjunta de Ensino e Graduação, e o Prof. Dr. Paulo Henrique Pinheiro, Pró-reitor de Ensino e Graduação, imprensa e demais convidados.

Prevista no Artigo 55 do Regimento Geral da UESPI, a Transferência Externa objetiva o preenchimento de vagas remanescentes nos cursos da universidade, na modalidade presencial. O edital contempla 3.940 vagas destinadas a estudantes matriculados em faculdades e universidades que possuam interesse em se transferir para cursos da UESPI, de acordo com o que estabelece a Resolução CONSUN 001/2008, que aprova o Regimento Geral da UESPI, e a Resolução CEPEX 034/2022.

Prof. Dr. Evandro Alberto, Reitor da Instituição, e a Profa. Dr. Mônica Gentil, Pró-reitora de Ensino e Graduação Adjunta.

Prof. Dr. Evandro Alberto, Reitor da Instituição, e a Profa. Dr. Mônica Gentil, Pró-reitora de Ensino e Graduação Adjunta.

Segundo o professor Dr. Evandro Alberto, devido a pandemia a universidade estava há dois anos sem oportunizar a Transferência Externa. “Esse ato é muito importante, pois abrimos nossas portas para disponibilizar 3.940 vagas, inclusive para piauienses que estão em outro Estado e poderão retornar mantendo seu caminho na educação, ato que se faz tão importante. É interessante ressaltar que onde há vaga na universidade ela deve ser preenchida, pois o intuito é que nenhuma fique ociosa. Esse é o maior edital oportunizado pela UESPI desde a sua fundação. Somando as vagas do Sisu com as vagas do edital de Transferência totalizamos 5.904 vagas”.

Abertura da coletiva com a presença da Profa. Dr. Mônica Gentil, Pró-reitora de Ensino e Graduação Adjunta, Prof. Dr. Evandro Alberto, Reitor da Instituição, e o Prof. Dr. Paulo Henrique Pinheiro, Pró-reitor de Ensino e Graduação.

Abertura da coletiva com a presença da Profa. Dr. Mônica Gentil, Pró-reitora de Ensino e Graduação Adjunta, Prof. Dr. Evandro Alberto, Reitor da Instituição, e o Prof. Dr. Paulo Henrique Pinheiro, Pró-reitor de Ensino e Graduação.

Para participar os interessados devem efetuar a solicitação de vaga no período de 08 a 20 de julho, mediante preenchimento da Ficha de Inscrição online e efetuar a inserção da documentação em PDF único, com tamanho máximo de arquivo de 3Mb.

Como efetuar a inscrição?

O candidato deverá certificar-se da existência da vaga, conforme quadro demonstrativo. A solicitação de vaga dar-se mediante preenchimento da Ficha de Inscrição online e inserção da documentação. O interessado deverá reunir a documentação solicitada no edital na seguinte ordem:

a) Ficha de Inscrição Online;

b) Histórico Escolar atualizado, a partir da data de lançamento deste Edital, expedido pela Instituição de origem, que conste o Índice de Rendimento Acadêmico (IRA), ou equivalente, no mínimo dois períodos totalmente integralizados (original devidamente assinado e carimbado ou com código de verificação;

c) Comprovante de matrícula ou Declaração que comprove vínculo de matrícula ativa na instituição de origem;

d) Programas das disciplinas cursada, conforme Histórico Escolar, acompanhado do PPC vigente (originais devidamente assinados e carimbados ou com código de verificação);

e) RG (frente x verso);

f) CPF (frente x verso);

g) Certidão de quitação com as obrigações eleitorais expedida pelo Tribunal Regional Eleitoral;

h) Comprovação de quitação com as obrigações militares por meio de documento oficial (para homens)

i) Comprovação de que a Instituição de origem possui Índice Geral de Cursos – IGC/Conceito Institucional – CI igual ou superior a 3 (três);

j) Comprovação de que o curso de origem possui Conceito Preliminar de Curso – CPC/Conceito de Curso – CC igual ou superior a 3 (três).

Da esquerda para a direita, Profa. Dr. Mônica Gentil, Pró-reitora de Ensino e Graduação Adjunta, Prof. Dr. Evandro Alberto, Reitor da Instituição, e o Prof. Dr. Paulo Henrique Pinheiro, Pró-reitor de Ensino e Graduação.

Da esquerda para a direita, Profa. Dr. Mônica Gentil, Pró-reitora de Ensino e Graduação Adjunta, Prof. Dr. Evandro Alberto, Reitor da Instituição, e o Prof. Dr. Paulo Henrique Pinheiro, Pró-reitor de Ensino e Graduação.

De acordo com o Pró-reitor de Ensino e Graduação, Prof. Dr. Paulo Henrique Pinheiro, algumas modificações foram essências para que a universidade disponibilizasse e oportunizasse as vagas do edital. “Em relação aos critérios, é importante dizer que seguimos o regimento da universidade, mas propomos uma alteração. O pleito básico, que antes era ter cursado o quarto semestre na instituição de origem, passou a ser apenas dois. Entendemos que isso também contribui para a ampliação das vagas”, finaliza.

Confira o edital completo:

SEI_GOV-PI – 4767213 – FUESPI-PI – RESOLUÇÃO cepex 034 de 2022

Picos: “I Encontro das Licenciaturas: debatendo os estágios e práticas pedagógicas”

Por Anny Santos

Os cursos de licenciatura da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), campus Prof. Barros Araújo localizado, em Picos, realizam o evento “I Encontro das Licenciaturas: debatendo os estágios e práticas pedagógicas”, nos dias 01 e 02 de agosto de forma presencial, no auditório do campus.

Sob Coordenação das Professoras Daniela Correia Grangeiro e Nélida Amorim da Silva, o evento está sendo organizado pelos docentes das disciplinas de Estágio e Prática Pedagógica dos cursos de Licenciatura em Ciências Biológicas, Educação Física, Pedagogia e Letras-Português, do Campus Professor Barros Araújo. A ação é destinada aos discentes que estão cursando as disciplinas Estágio Supervisionado e Prática Pedagógica.

Segundo a professora Daniela Correia Grangeiro os discentes terão oportunidade de apresentar para a comunidade acadêmica o seu relato de experiência em forma de trabalho científico (resumos ou vídeos). “Será de suma importância para a formação e composição do currículo dos alunos. Esse evento é uma peça fundamental na formação dos nossos alunos, tendo em vista que nele são apresentadas e discutidas diversas metodologias utilizadas nas práticas e estágios que foram aplicadas pelos nossos alunos, futuros professores”, pontua.

A inciativa surgiu de duas professoras dos cursos de Educação Física e Ciências Biológicas que, em separado, já iam fazer eventos distintos nas suas disciplinas de Estágio e Prática Pedagógica, respectivamente. Conversando na sala de professores, resolveram unir as duas ideias, e, além disso, convidar os demais cursos de Licenciatura com a finalidade de engrandecer o evento.

Para a professora Nélida Amorim, também Coordenadora do evento, enquanto docente é necessário contemplar nas disciplinas o tripé que sustenta a universidade – o ensino, a pesquisa e a extensão. “Um evento de cunho científico realizado ao final de disciplinas como Estágio e Prática Pedagógica, onde os discentes podem, além do discutido em sala de aula, apresentar em forma de trabalho acadêmico, a sua experiência com a comunidade externa, e ainda ter seu relato publicado. Isto, atenderia, ao nosso ver, minimamente esse tripé”.

Confira a programação:

Segunda-Feira (01/08)

14h -17h30 – Apresentação dos trabalhos orais (Auditório)

18h – 19h – Palestra Magna com o Reitor Dr. Evandro Alberto

19h – 20h – Coffee Break

20h – 21h30– Apresentação dos trabalhos orais (Auditório)

Terça-feira (02/08)

08h – 11h30 – Apresentação dos trabalhos orais (Auditório)

14h – 15h – Palestra com o Professor Dr. Raimundo Dutra

15h – 17h30 – Apresentação dos trabalhos orais (Auditório)

17h30 – 18h – Apresentação Cultural

18h – 19h – Palestra com a Professora Dra. Mônica Gentil (Pró-Reitora Adjunta PREG)

19h – 21h30 – Apresentação dos trabalhos orais (Auditório)

Medicina UESPI: aluno ganha Prêmio Destaque na Iniciação Cientifica e Tecnológica CNPq

O aluno Rafael Everton Assunção Ribeiro da Costa, do 8° período do curso de Medicina da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), Campus Poeta Torquato Neto, conquista premiação no 19º Prêmio Destaque na Iniciação Cientifica e Tecnológica CNPq.

Rafael Everton Assunção Ribeiro da Costa, aluno do 8° período do curso de Medicina.

Rafael Everton Assunção Ribeiro da Costa, aluno do 8° período do curso de Medicina.

Anualmente, são premiados 06 (seis) projetos do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic) e do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Pibiti). O projeto do aluno, “Morbimortalidade por doenças diarreicas agudas em crianças menores de 5 anos nos municípios do estado do Piauí: 2009 a 2018”, desenvolvido pelo PIBIC-Fiocruz/CNPq, sob a orientação da Profa. Dra. Beatriz Fátima Alves de Oliveira, que é pesquisadora vinculada à Fiocruz-Piauí, está entre os premiados.

O evento da premiação acontece na 74ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), realizada em parceria com a Universidade de Brasília (UnB), entre os dias 24 e 30 de julho, de forma híbrida, com atividades presenciais e virtuais. O tema central desta edição é “Ciência, Independência e Soberania Nacional”. As categorias Bolsista de Iniciação Científica e Bolsista de Iniciação Tecnológica garantem ao premiado o valor bruto de R$ 7.000,00 (sete mil reais), uma bolsa de Mestrado ou Doutorado, no país, e uma passagem aérea e hospedagem para permitir a participação dos agraciados na 74ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em caso de entrega presencial.

Para Rafael Costa, a pesquisa científica, além de uma realização pessoal, significa a possibilidade de sua futura prática profissional como médico, dispondo de mecanismos para respaldar ações sempre nas melhores evidências e realizar um melhor trabalho junto à comunidade, uma vez que o grande objetivo da pesquisa é melhorar a qualidade de vida da humanidade.

“Sinto que a premiação no 19º Prêmio Destaque na Iniciação Científica e Tecnológica do CNPq, muito mais que a avaliação superior da qualidade e relevância do relatório de PIBIC 2020-2021 apresentado, foi o reconhecimento de uma trajetória acadêmica como estudante de Medicina diferenciada, pautada em um olhar amplo sobre a Medicina e a ciência no geral, ainda mais levando em consideração algumas dificuldades que temos no Estado para pesquisar. Sem dúvida, todo o corpo da Fiocruz-Piauí, incluindo minha orientadora Beatriz Fátima Alves de Oliveira e co-orientadora Kerla Joeline Lima Monteiro, foram essenciais para uma conquista desta magnitude à nível de graduação”, destaca.

O aluno também pontua a contribuição de sua orientadora na realização desta conquista. “Minha orientadora na Fiocruz-Piauí, Profa. Dra. Beatriz Fátima Alves de Oliveira, como pesquisadora experiente e renomada internacionalmente, foi fundamental na vigilância da condução da pesquisa no sentido de manter os resultados sempre com alto nível de qualidade, o que, com certeza, pesou bastante na avaliação do CNPq, além dos preciosos conselhos e dicas ao longo do período”, finaliza.

A bolsa de Iniciação Científica é uma modalidade concedida pelo CNPq desde 1951 com o objetivo de despertar jovens talentos para a ciência.

UESPI oferta mais de mil vagas para Sisu 2022.2

As inscrições para o SISU 2022.2 iniciam hoje (28). Neste semestre, a Universidade Estadual do Piauí (UESPI) tornou público o processo de seleção de candidatos para preenchimento de 100% (cem por cento) das vagas ofertadas nos Cursos de Graduação e Licenciatura da instituição, na modalidade presencial, para ingresso no semestre letivo 2022.2, sendo 1.965 vagas disponíveis a 56 cursos, nos 12 campi da universidade.

A seleção dos candidatos às vagas disponibilizadas por meio do SiSU será efetuada exclusivamente com base nos resultados obtidos pelos estudantes no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), referente ao ano de 2021. Os candidatos interessados em concorrer às vagas disponibilizadas deverão analisar o Termo de Adesão, disponibilizado no site da UESPI, que contém os cursos e turnos participantes, o número de vagas a serem ofertadas, as políticas de Ações Afirmativas (cotas), os pesos e as notas mínimas estabelecidos pela Instituição para cada uma das provas do ENEM, em cada curso e turno e os documentos necessários para a realização da matrícula dos estudantes aprovados.

As matrículas dos candidatos classificados ocorrerão em duas etapas, a primeira referente a Matrícula Institucional e a segunda referente a Matrícula Curricular.

Matricula Institucional

Os documentos solicitados devem ser digitalizados em formato PDF (com tamanho máximo de 2MB). Sendo de total responsabilidade do candidato assegurar que as informações dos documentos enviados estão legíveis. Caso constatada qualquer irregularidade nas declarações e na documentação submetida pelo (a) candidato (a) no ato da inscrição ao Sisu e/ou no ato da Matrícula Institucional, esta resultará no cancelamento da Matrícula Institucional na UESPI.

Para realizar a Matrícula Institucional, os candidatos aprovados deverão acessar o site da SIGPREG, preencher os formulários eletrônicos e inserir as documentações solicitadas de acordo com a forma de concorrência do candidato (Ampla Concorrência e Ações Afirmativas AF1, AF2 e AF3).

Ações afirmativas

Sendo 997 vagas, de um total de 1.965, para ações afirmativas disponíveis aos 56 cursos em todos os campi da instituição, as ações afirmativas objetivam acelerar o processo de igualdade com o alcance da igualdade substantiva por parte de grupos socialmente vulneráveis. Entre as ações afirmativas presentes no Edital, pode-se dividir em três grupos, sendo AF1, AF2 e AF3, destacando o conjunto de políticas públicas para proteger minorias e grupos que, em determinado momento, tenham sido discriminados.

A AF1 é composta por pessoas negras, quilombolas e indígenas que tenham cursado integralmente o Ensino Médio em escolas da rede pública de ensino, com renda per capita (mensal) de até um salário-mínimo e meio. A AF2 trata de pessoas com deficiências (física, auditiva, visual, intelectual, mental – psicossocial, transtorno do espectro autista – TEA – e múltipla), que tenham cursado integralmente o Ensino Médio em escolas da rede pública de ensino, com renda per capita (mensal) de até um salário-mínimo e meio e a AF3 é para pessoas que tenham cursado integralmente o Ensino Médio em escolas da rede pública de ensino, com renda per capita (mensal) de até um salário-mínimo e meio.

Matricula Curricular

Para efetuar a matrícula o aluno deve acessar o sistema Aluno Online, realizar o login com o número de matrícula enviado no e-mail ou consultar a matrícula utilizando o CPF. Ao abrir no “Menu Principal”, clicar em “Matrículas”, pois a aba irá direcionar para uma página que diz “Matrículas ativas para o período 2022.2”. Ao clicar em “Buscar Ofertas” aparecerá todas as disciplinas que o discente cursará no período. Por fim, basta selecionar a opção “Efetuar Matricula”.

Bolsas e Auxílios

Os auxílios possuem a característica de viabilizar o acesso e a permanência, dentro do ambiente acadêmico, dos alunos em vulnerabilidade social. As bolsas possuem um importante papel, o de contribuir para a formação profissional dos discentes contemplados.

Ao todo 2.681 alunos são assistidos pelos programas do Departamento de Assuntos Estudantis e Comunitários (DAEC) da Pró-Reitoria de Extensão Assuntos Estudantis e Comunitários (PREX). Soma-se ainda mais 140 bolsas disponibilizadas pelo Departamento de Programas e Projetos de Extensão (DPPE) e da Divisão de Programas Socioculturais (DPSC) também da PREX. O DAEC é responsável pelos programas de Estágio Não Obrigatório, Auxílio Alimentação Estudantil, Auxílio Moradia, Bolsa Trabalho, Apoio Pedagógico, Atendimento Psicológico e Núcleo de Acessibilidade da UESPI.

O Auxílio Alimentação, com a recente divulgação de 2.006 alunos contemplados no Programa, corresponde a uma bolsa no valor de R$ 200,00 (duzentos reais) mensal para ajudar na refeição diária dos discentes regularmente matriculados em cursos de graduação nos campi da UESPI na modalidade presencial e que se encontram em situação de vulnerabilidade socioeconômica.

A Pró-reitoria de Ensino e Graduação (PREG) oferta um tipo de bolsas referentes ao programa de Monitorias remuneradas e não remuneradas. O programa tem como objetivo possibilitar ao corpo discente o desenvolvimento de habilidade relativas à carreira docente, além de permitir o aprofundamento aos conteúdos teóricos e práticos.

Pesquisas na UESPI

Além da PREX, a Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação (PROP) também oferta bolsas para a Iniciação Científica, sendo elas referentes ao Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Pibiti) e ao Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Cientifica (Pibic), com 130 bolsas provenientes da UESPI, 79 bolsas CNPq e 25 bolsas FAPEPI, totalizando 234 bolsas.

SRN: aluno conclui curso com TCC sobre Ariston Dias Lima

Graduado no início de 2022 no curso de História da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), campus Ariston Dias Lima, localizado no município de São Raimundo Nonato, Igo dos Santos Reis concluiu o curso com pesquisa, sob orientação da Profa. Dra. Cristiane Maria Marcelo, sobre a personalidade que originou o nome do campus.

Segundo o egresso, a iniciativa da pesquisa surgiu devido a proximidade, durante a graduação, com a documentação histórica de São Raimundo Nonato, quando estagiava no laboratório de História da instituição. “Durante o trabalho que realizávamos diariamente no laboratório, me deparei com um acervo riquíssimo sobre Ariston Dias Lima, indivíduo que dá nome a instituição da UESPI de São Raimundo e figura importante do século XX na cidade. Vi um potencial imenso naquele acervo, resolvi então fazer meu projeto de TCC”.

Igo dos Santos Reis

Igo dos Santos Reis

Na pesquisa, Igo Reis, sob a perspectiva da biografia histórica, busca problematizar a trajetória de Ariston Dias Lima, dando foco principal em alguns dos múltiplos ofícios que ele exerceu durante sua vida e na sua prática dos discursos públicos, buscando assim, mostrar um indivíduo particularmente único. Além de fazer uma relação entre indivíduo e sociedade, dando margem para maior problematização, ao mesmo tempo que mostra diversos aspectos da sociedade sanraimundense do século XX.

Na perspectiva acadêmica, o egresso acredita que o trabalho possa suscitar novas reflexões sobre a atuação pública de Ariston Dias Lima no século XX, bem como dar visibilidade ao acervo documental existente sobre o mesmo no laboratório de História, que pode ser pesquisado e gerar novos trabalhos futuros. “Além da perspectiva acadêmica, acredito que a importância para a comunidade local está no fato de trazer para o debate publico uma figura particularmente importante para a sociedade sanraimundense do século XX, além disso, é possível, através do trabalho perceber diversos aspectos da sociedade que lhe foi contemporânea”, destaca.

Para Igo Reis, como parte da formação acadêmica, a pesquisa científica é indispensável, sendo um processo que vai sendo construindo ao longo do curso, e o estágio, além de sua extrema importância no desenvolvimento profissional, o possibilitou ter uma proximidade maior com as fontes primárias de seu trabalho. “Trabalhar com fontes primárias, com acervo e documentos do século dezenove e vinte, me ajudou muito, no caráter de ser pesquisador. Então, foi extremamente importante para mim, assim como foi para muitas outras pessoas, ter a oportunidade de trabalhar com a documentação ou conhecer a documentação existente”, finaliza.

Cristiane Maria Marcelo, orientadora da pesquisa, afirma que o Trabalho de Conclusão de Curso de Igo Reis articulou muito bem concepções teórico-metodológicas mais contemporâneas acerca dos cuidados com a escrita biográfica. “A proposta de debater os ofícios e discursos de Ariston Dias Lima, a partir do diálogo com a realidade política, econômica, social e cultural do Brasil e de São Raimundo Nonato, resultou em um trabalho que valorizou a humanidade e o caráter multifacetado da trajetória deste indivíduo. Nesse sentido, a pesquisa buscou evidenciar as redes de solidariedade e os esforços deste sertanejo que, dentre outras profissões, atuou como alfaiate, professor, advogado, juiz de direito e que elaborou discursos instigantes sobre as mudanças vividas pela sociedade de sua época”.

A professora destaca que o trabalho é leitura obrigatória para aqueles que desejam conhecer um pouco da trajetória pública e dos escritos de Ariston Dias Lima que hoje dá nome ao campus da UESPI em São Raimundo Nonato, local escolhido para depositar o seu acervo pessoal.

Curso de Educação Física realiza atividade de extensão com temática junina 

Na manhã desta sexta-feira (24), em alusão a comemoração do Dia de São João celebrado na data, o curso de Educação Física da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), campus Poeta Torquato Neto, em Teresina, realizou uma atividade de extensão, organizada pela Coordenação, professores e alunos dos cursos de licenciatura e bacharelado, com temática junina.

 

Alunos de licenciatura e graduação, após apresentação de quadrilha junina

Alunos de licenciatura e graduação, após apresentação de quadrilha junina

Com o intuito de valorizar a cultura regional, o evento promoveu desfiles, quadrilhas, dinâmicas e interação entre docentes e discentes e comidas típicas. As festas juninas são eventos culturais de grande importância, pois estão diretamente ligadas a cultura e religiosidade nordestina.

Para a professora Dra. Francilene Madeira, uma das organizadoras do evento, o objetivo também é comemorar a tradicionalidade do período junino. “Como nosso curso trabalha com práticas corporais, sabemos que exercer esse tipo de atividade proporciona benefícios para o alunado. As danças culturais apresentadas na ocasião, refletem a cultura nordestina, além disso, os alunos de todos os blocos puderam participar”, destaca.

Alunos de licenciatura e graduação, durante apresentação de quadrilha junina

Alunos de licenciatura e graduação, durante apresentação de quadrilha junina

Elber Dourado, aluno do 6° bloco de bacharelado em Educação Física, relata a importância de realizar atividades coletivas que proporcionam uma maior interação entre docentes e discentes. “Infelizmente, a Coordenadora do curso, professora Patrícia Uchôa, não pode estar presente por motivos de saúde, mas nos incentivou a participar. Estamos muito animados em poder participar dessa atividade”.

Alunos de licenciatura e graduação, durante apresentação de quadrilha junina

Alunos de licenciatura e graduação, durante apresentação de quadrilha junina

Abertura do evento

Abertura do evento

Polo de Simões promove atividade de extensão “Juninou no Polo”

Nesta quarta-feira, 22 de junho, aconteceu no Polo de Simões o evento “Juninou no Polo”, atividade de extensão coordenada pelas professoras Dra. Márcia Percilia Moura Parente e pela Dra. Roselis Machado da Universidade Estadual do Piauí (UESPI).

O objetivo do evento foi promover, disseminar e valorizar a cultura Junina. O “Juninou no Polo” aconteceu com palestras, desfiles, quadrilhas, exposição de fotografias, mostra de artesanatos do município comidas típicas, sarau com músicas juninas na voz de Ana Maria (artista da terra) e animação pelo sanfoneiro Deusimar.

Com o apoio e execução da Coordenadora do Polo de Simões, a equipe de colaboradores e alunos dos cursos de Biologia (PRIL), Matemática (NEAD/UESPI) e Ciências da Natureza e Letras Português (CEAD/UFPI), a atividade de extensão disseminou a valorização da cultura regional.

A professora Dra. Maria Bento, Coordenadora do Polo de Simões, em sua fala de abertura, relembrou a importância de preservar a cultura como forma de identidade de um povo. Além disso, ressaltou o marco do evento como sendo o primeiro encontro com os alunos após dois anos de período pandêmico.

Com cerca de mais de 200 pessoas prestigiando o vento, a professora Dra. Márcia Percília, Coordenadora Institucional do PRIL-UESPI, destacou que este é o primeiro evento oficial de muitos que o PRIL pretende realizar com a participação dos alunos do programa em parceria com outros cursos nos campi/polo ofertados e em rede com as associadas UFPI E UNICAP. “Foi muito importante a participação dos alunos que se empenharam em deixar o evento com a característica regional e sendo prestigiado pela comunidade Simonense”, conclui.

São Raimundo Nonato: curso de História promove projeto de ensino sobre história local

Por Anny Santos

O curso de História da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), campus Prof. Ariston Dias Lima localizado no município de São Raimundo Nonato, promove o projeto História Local em debate: produção de oficinas e materiais didáticos digitais para o ensino da História de São Raimundo Nonato-PI.

Coordenado pela Profa. Dra. Cristiane Maria Marcelo, docente do curso de Licenciatura em História, o projeto de extensão, contemplado com o edital PREX/PIBEU, é fruto do diálogo estabelecido com professores da rede pública da cidade de São Raimundo Nonato que em várias oportunidades, apesar de reconhecerem a importância de ensinar a partir da perspectiva local, destacaram a dificuldade de explorar a história do município entre os alunos, devido à não disponibilização de materiais para elaboração das aulas.

Betanha de Castro Silva, aluna do 4° bloco do curso de Licenciatura de História e bolsista do projeto, considera a história local um meio muito importante para a criação de uma identidade e um ideal de pertencimento. “Antes de entrar no projeto não tinha tido nenhum contato com algo do tipo, então no início estava sendo tudo novidade. Eu estava me adaptando e ao mesmo tempo me envolvendo muito na leitura dos trabalhos feitos sobre a região. No desenrolar do projeto umas das etapas que achei mais interessante foi produzir o Instagram @aprender.historia.srn. Nosso primeiro contato foi pelo Instagram, onde as publicações estão levando o conteúdo.

A aluna acredita que estar trabalhando com a história de um local exige uma grande responsabilidade, pois todo o conteúdo estudado e criado será repassado aos professores da rede, onde estes procurarão passar aos alunos. Para ela, o benefício que a comunidade pode ter é o mantimento das tradições e história passadas e, principalmente, a valorização das mesmas. O projeto proporciona visibilidade a região de São Raimundo. “É isso que torna tudo mais interessante, podemos contribuir para esse aprendizado e criação de uma memória cultural ou até mesmo valorizar as que já existem”.

O projeto também possui um site por onde são divulgados todos os materiais didáticos elaborados pela equipe, composta por Betanha de Castro Silva, Vitória Macedo de Souza, Rafaela de Oliveira Souza, Estefene Mendes da Silva, Darlin Milene Sousa Oliveira e pela Profa. Dra. Maria da Vitória Barbosa Lima. O primeiro material elaborado pela aluna Vitória Souza sobre a Roda de São Gonçalo já está disponível para download. O site também conta com sugestões de vídeos, documentários e músicas, disponibilizadas em plataformas abertas, e indicações de leituras bibliográficas (artigos, teses, dissertações e TCCs) sobre diversas temáticas relacionadas à história de São Raimundo Nonato.

Segundo a Coordenadora do projeto de extensão, Profa. Dra. Cristiane Maria Marcelo, para além do crescimento pessoal e profissional, o projeto tem contribuído para o aprofundamento do diálogo entre a UESPI, de São Raimundo Nonato, e as redes de educação básica que a circunda, pois é o principal objetivo é estimular os professores a desenvolverem projetos de intervenção, oficinas e sequências didáticas sobre a História da cidade, a fim de ampliarem a consciência histórica dos alunos.

“Acredito que a construção do conhecimento a partir da vivência, portanto, do local e do presente, é a melhor forma de se superar a falsa dicotomia entre a produção e a transmissão, entre a pesquisa e o ensino, enfim, entre o saber e o fazer. Além do fortalecimento das identidades das pessoas com os lugares onde nasceram e/ou habitam, conhecer a história local contribui para a melhor compreensão dos processos históricos em nível regional, nacional e global. Pensar a partir da perspectiva da História local permite ganhos pedagógicos imensos, pois favorece o contato do aluno com narrativas e memórias de seu conhecimento”, destaca a Coordenadora.

O projeto possibilita, além do ressaltado, a observação dos fenômenos da vida, a partir do que é mais particular e singular, sem deixar de visualizar as articulações com outros níveis de compreensão, permite ainda a percepção da diversidade e da complexidade dos fatos históricos que não podem ser analisados a partir de um único ponto de vista.

Sisu 2022.2: Uespi oferta 997 vagas para Ações Afirmativas

Por Anny Santos

Na manhã desta terça-feira (21), a Universidade Estadual do Piauí (UESPI) tornou público o Processo de Seleção de candidatos para preenchimento de 100% (cem por cento) das vagas ofertadas nos Cursos de Graduação e Licenciatura da instituição, na modalidade presencial, para ingresso no semestre letivo 2022.2, sendo 997 vagas, de um total de 1.965, para ações afirmativas, disponíveis a 56 cursos nos 12 campi da universidade.

Segundo o Prof. Dr. Georges Thales Santana, Coordenador do curso de Direito, campus Clóvis Moura, a Constituição, de 1988, entende que a Educação é um direito de todos e que deve ser promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, então, a Universidade como braço do Estado tem o dever de realizar a inclusão social das categorias de pessoas historicamente excluídas do processo de socialização. “Assim por determinação Constitucional, a UESPI tem se pautado para garantir a inclusão social daqueles que no momento se encontram em desvantagem e carregam maiores dificuldades por conta destas desigualdades sociais”, pontua o Coordenador.

As ações afirmativas objetivam acelerar o processo de igualdade, com o alcance da igualdade substantiva por parte de grupos socialmente vulneráveis. Entre as ações afirmativas presentes no Edital, pode-se dividir em três grupos, sendo AF1, AF2 e AF3, destacando o conjunto de políticas públicas para proteger minorias e grupos que, em determinado momento, tenham sido discriminados.

A AF1 é composta por pessoas negras, quilombolas e indígenas que tenham cursado integralmente o Ensino Médio em escolas da rede pública de ensino, com renda per capita (mensal) de até um salário-mínimo e meio. A AF2 trata de pessoas com deficiências (física, auditiva, visual, intelectual, mental – psicossocial, transtorno do espectro autista – TEA – e múltipla), que tenham cursado integralmente o Ensino Médio em escolas da rede pública de ensino, com renda per capita (mensal) de até um salário-mínimo e meio e a AF3 é para pessoas que tenham cursado integralmente o Ensino Médio em escolas da rede pública de ensino, com renda per capita (mensal) de até um salário-mínimo e meio.

Izabel Cristina de Oliveira Neves, aluna do 4° período de Licenciatura em Biologia, contemplada pela AF3, destaca a importância da ação afirmativa em seu processo de ingresso no Ensino Superior. “Visto que, estudei toda a minha vida em escola pública, não tive as mesmas oportunidades educacionais específicas em certas matérias, que geralmente no ensino particular é mais amplo, mesmo com todos os meus esforços e dedicação, seria contraditório competir de igual para igual por uma vaga no ensino superior com pessoas que tiveram todo o auxílio educacional ao longo da vida. Então, o sistema de cotas rompe essas barreiras estruturais socioeconômicas para promover de igual para igual, a oportunidade de estar inserida em uma universidade pública”.

Confira o edital:

FUESPI_PI___RESOLUCAO_4615845

termo_adesao_756_UESPI (1)

Fisioterapia UESPI: Pesquisadores desenvolvem projetos para auxiliar tratamentos Pós-Covid

Por Anny Santos e Vitor Manoel

Com título “Efeito das Práticas Integrativas e Complementares na Melhoria da Capacidade Funcional e Qualidade de Vida na Síndrome Pós-Covid-19”, o projeto de pesquisa desenvolvido pela docente da UESPI, Profa. Dra. Veruska Cronemberger Nogueira Rebêlo, durante o seu pós-doutorado na Universidade Vale do Paraíba- UNIVAP, em São Paulo, contou com a colaboração do Grupo de Pesquisa Biofotônica e Termografia Clínica e Experimental, formado por professores da nossa instituição, juntamente com a contribuição de duas alunas de Graduação em Fisioterapia.

“A pesquisa parte do projeto do meu pós-doutoramento, sob orientação da Profa. Dra. Emilia Angela Lo Schiavo Arisawa, que estou fazendo na UNIVAP em São Paulo, São José dos Campos. Nós contamos com a parceria da UESPI, através da disponibilização de equipamentos, onde eles são cedidos para as pesquisas científicas. É feito um documento, solicitado a liberação, o equipamento é calibrado, utilizado no processo e depois é devidamente calibrado e devolvido para o laboratório de pesquisa. O objetivo dessa parceria é exatamente ceder esses equipamentos”, destaca a Profa. Dra. Veruska Rebêlo.

Tratamento de Laserpuntura

Tratamento de Laserpuntura

O Hospital da Polícia Militar (HPM), em Teresina, também foiuma instituição parceria, ao disponibilizar uma sala de atendimento Pós-Covid-19, a qual serviu para os atendimentos dessa mesma pesquisa de pós-doutorado. Os pacientes foram divididos aleatoriamente em dois grupos. No grupo 1 foram tratados com Laserpuntura e Terapia Manual e no grupo 2 com Acupuntura e Terapia Manual. Foram uma avaliação inicial, seguida de 12 atendimentos com frequência de três vezes na semana, durante uma hora. Após o termino dos 12 atendimentos os pacientes foram reavaliados e apresentaram melhora significativa no quadro geral de saúde.

Tratamento com Terapia Manual

Tratamento com Terapia Manual

Segundo a Profa. Dra. Veruska Rebêlo, a iniciativa surgiu a partir de uma inquietação Pós-Covid-19 que muitos pacientes com sintomas duradouros, alguns com mais de doze semanas, demonstravam aos alunos durante os estágios. O fenômeno começou a ser chamado inicialmente de síndrome Pós-Covid-19 e hoje é chamado de Covid Longa, com mais de cinquenta sintomas conhecidos. Foram atendidos no HPM-PI  30 pacientes com diagnóstico de Covid Longa com sintomas de dor musculoesquelética, insônia, alterações emocionais (stress, ansiedade e depressão) e alterações cognitivas (esquecimento, perda de concentração e confusão mental).

Para a pesquisadora, foi a partir dessa percepção, discutindo com os professores do Grupo de Pesquisa Biofotônica e Termografia Clínica e Experimental, que tem por Coordenador o Prof. Dr. Rauirys Alencar de Oliveira, que foi possível desenvolver uma pesquisa que pudesse beneficiar a população. “Tínhamos critérios de inclusão e exclusão, as pessoas não podiam estar fazendo outro tipo de tratamento e elas não poderiam estar tomando nenhuma medicação que interferisse nos resultados da pesquisa. Tivemos vários instrumentos validados cientificamente, de avaliação, de qualidade de vida, de sono. Duas alunas da Graduação em Fisioterapia foram convidadas para que pudessem ajudar durante os atendimentos dos pacientes, selecionados a partir da divulgação em redes sociais e grupos de professores e alunos. O trabalho de conclusão de curso (TCC) dessas alunas, Eva Silva e Mikaelli Lemos, fez parte da pesquisa”.

Alunas Eva Silva e Mikaelli Lemos e a Profa. Dra. Veruska Rebêlo

Alunas Eva Silva e Mikaelli Lemos e a Profa. Dra. Veruska Rebêlo

Veruska Rebêlo afirma que o objetivo é fortalecer as pesquisas científicas e contribuir para a saúde e o bem-estar da sociedade, pois a partir do momento que a mesma possui um grupo de pesquisa, onde vários profissionais se dedicam, fazem descobertas e publicam, fica mais fácil alcançar esse objetivo. “Como acupunturistas pensei em desenvolver um protocolo com alguns pontos de acupuntura, foram dez pontos, em que a gente pudesse gerar um bem-estar e melhorar a qualidade de vida dessas pessoas. Foi uma experiência extraordinária pois o impacto foi enorme na vida dos pacientes. Após os primeiros atendimentos nos surpreendemos com os resultados”.

Tratamento com acupuntura

Tratamento com acupuntura

Pesquisadores da UESPI desenvolvem projeto voltado a qualidade do sono no Pós-Covid

Os discentes de pós-graduação em Fisioterapia Hospitalar, Miguel Rocha, pesquisador responsável e Thiago Silva, pesquisador participante realizam um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), com o tema voltado sobre a qualidade do sono dos pacientes no pós-covid. Eles são orientados pela professora Daisy Ykeda, professora de Fisioterapia, professora adjunta III e Tutora da Residência Multiprofissional em UTI da UESPI.

O objetivo do projeto é avaliar a qualidade do sono de pacientes pós-Covid 19, levando em conta que o sono da população em geral piorou durante a pandemia, mas estudos já vem indicando que o grupo infectado pelo novo coronavírus foi o mais afetado. Para a professora Daisy Ykeda, a pandemia reforçou a sobreposição de insônia com as doenças psiquiátricas como ansiedade e depressão. “Os pacientes com a Covid longa apresentam dores de cabeça, fadigas, náuseas e sintomas respiratórios que podem prejudicar o sono. As mulheres também são as mais acometidas, por mudanças na rotina diária, aumento da ansiedade e a tripla jornada feminina aumentada”, afirma a docente.

 O método da pesquisa científica, feita pela escala de Pittsburgh, se baseia na aplicação de uma pesquisa realizada por meio de dois questionários virtuais, sendo que o primeiro aborda aspectos relacionados a qualidade do sono no último mês com perguntas objetivas para os participantes tais como: em que horas você deita? Quanto tempo leva para dormir? Em que horas você levanta? O segundo questionário aborda aspectos voltados aos dados pessoais e sequelas da Covid-19, com perguntas como: qual a sua altura, idade, peso? Você foi internado em casa ou no hospital?

O pesquisador responsável Miguel Rocha, comenta que a qualidade do sono é extremamente importante para o equilíbrio do corpo, para a homeostase, para o aumento e a melhora da imunidade e para a profilaxia de todo o sistema do corpo humano. Ele observou através de estudos, uma queda da qualidade do sono relatadas recentemente e decidiu seguir essa linha de pesquisa em seu TCC.

“Uma das sequelas que atingiram os pacientes infectados com a Covid-19 é a piora na qualidade do sono, então é de extrema importância saber como as pessoas vem apresentando esses sintomas, tanto as que ficaram em ambiente hospitalar como as que fizeram o tratamento em casa. Já passando pelas correlações, avaliando as sequelas e também observando as questões de depressão e ansiedade, que são fatores que levam a má-qualidade do sono pensando também como essas sequelas vão afetar essas pessoas no futuro”, encerra.

O pesquisador participante Thiago Henrique afirma que essas perguntas feitas pelo questionário possuem como finalidade absorver critérios proporcionando a pesquisa uma base de como está a qualidade do sono das pessoas pesquisadas atualmente. “Muita gente não está conseguindo dormir bem, por conta desses fatores, seja por problemas respiratórios, seja por consequência mesmo de insônia prejudicando o dia-a-dia de cada pessoa”, finaliza.

Foram coletados dados de 64 participantes e os resultados apresentados revelaram que: 19/64 (30%) dorme bem, 45/64 (70%) dormem mal ou dormem mal que chega a ser distúrbio e 13/64 (20%) se caracterizam como distúrbio do sono.

Floriano: curso de Geografia promove I Simpósio de Diálogos e Práticas de Pesquisa em Geografia

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI), através da Coordenação do curso de Geografia, campus Dra. Josefina Demes em Floriano, com apoio da Pró-Reitoria de Extensão Assuntos Estudantis e Comunitários (PREX), promove o I Simpósio de Diálogos e Práticas de Pesquisa em Geografia (SIDIGEO), entre os dias 20 e 23 de julho. As inscrições devem ser realizadas através do site do evento.

Com o objetivo de discutir o que alunos e docentes estão produzindo de pesquisas e como as análises advindas da Universidade podem ajudar a sociedade a entender o mundo moderno, o evento terá espaço de palestras, minicursos, apresentação de trabalhos e publicação de artigos e resumos expandidos em anais de eventos. O público-alvo são alunos universitários e professores do Ensino Básico e Superior.

Segundo o organizador do evento, Prof. Dr. Daniel César Menêses de Carvalho, Coordenador do curso de Geografia em Floriano, o mundo passou por sua pior crise sanitária em 2020, a pandemia do Covid-19. Todos os setores precisaram se readequar para amortizar as perdas e com a educação não foi diferente. “Ao nos voltarmos para o meio acadêmico, os prejuízos foram evidentes. Alunos e professores com feridas, físicas e psicológicas, abandono de curso e incertezas do que o futuro nos reserva. Sendo assim, deve ser compromisso da Universidade, em específico, o de renovar as bases do Ensino, Pesquisa e Extensão. Assim, a divulgação da pesquisa é extremamente importante para o fortalecimento do saber acadêmico.

Confira a programação:

Dia 20 de julho
8h00 às 10h00: Credenciamento (em frente ao auditório)
10h00 às 12h00: Palestra de Abertura
15h00 às 17h00: Oficinas
Dia 21 de julho
8h00 às 10h00: Palestra
10h00 às 12h00: Mesa redonda
15h00 às 17h00: Oficinas
Dia 22 de julho
8h00 às 10h00: Palestra
10h00 às 12h00: Mesa redonda
15h00 às 17h00: Oficinas
Dia 23 de julho 
8h às 10h00:  Apresentação de trabalhos
10h00 às 12h00: Sorteios / Cerimônia de encerramento

Um a cada três discentes são contemplados em programas de assistência estudantil na UESPI

Por Anny Santos

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI), por meio de um conjunto de programas, busca promover a justiça social, pois sabe que o acesso à Educação é um direito de todos. Com a recente divulgação de 2.006 alunos contemplados no Programa de Auxílio Alimentação, as Pró-Reitorias reiteram a importância desses programas através da divulgação dos dados referentes aos beneficiados.

PREX – Pró-Reitoria de Extensão, Assuntos Estudantis e Comunitários

Ao todo 2.681 alunos são assistidos pelos programas do Departamento de Assuntos Estudantis e Comunitários (DAEC) da Pró-Reitoria de Extensão Assuntos Estudantis e Comunitários (PREX). Soma-se ainda mais 140 bolsas disponibilizadas pelo Departamento de Programas e Projetos de Extensão (DPPE) e da Divisão de Programas Socioculturais (DPSC) também da PREX.

Ivoneide Alencar, Profa. Dra. e Pró-Reitora da PREX, reforça que os programas atuam de forma articulada com ensino, pesquisa e extensão, possibilitando que a Politica de Assistência Estudantil e Comunitária seja estruturada por diversos programas institucionais. “Os programas contribuem com a promoção da saúde, com a qualidade de vida e desenvolvimento profissional no contexto universitário e para além dele. A PREX abrange os programas com ênfase na inclusão social”.

Segundo a Diretora do DAEC, Profa. Hilziane Brito, os programas são ferramentas que contribuem para a permanência, dentro do ambiente acadêmico, dos alunos em vulnerabilidade social. “Todos esses programas visam a permanência desses alunos na universidade. Os contemplados, que possuem a característica específica da vulnerabilidade socioeconômica, podem seguir suas trajetórias acadêmicas com a ajuda desses auxílios e bolsas”.

O Departamento de Assuntos Estudantis e Comunitários (DAEC) é responsável pelos programas de Estágio Não Obrigatório, Auxílio Alimentação Estudantil, Auxílio Moradia, Bolsa Trabalho, Apoio Pedagógico, Atendimento Psicológico e Núcleo de Acessibilidade da UESPI.

O Auxílio Alimentação corresponde a uma bolsa no valor de R$ 200,00 (duzentos reais) mensal para ajudar na refeição diária dos discentes regularmente matriculados em cursos de graduação nos campi da UESPI na modalidade presencial e que se encontram em situação de vulnerabilidade socioeconômica. Os recursos são provenientes do Fundo Estadual de Combate à Pobreza (Fecop).

A aluna Teresa Cristina de Carvalho, do 7° período de Psicologia, descreve a importância do Auxílio Moradia em sua formação e destaca como os programas de assistência e permanência estudantil são importantes direitos conquistados pelos estudantes para que se reduza cada vez mais o número de pessoas que desistem de seus cursos e sonhos por questões de vulnerabilidade socioeconômica.

“O Auxílio Moradia contempla quem precisa sair da sua cidade natal para estudar e que nem sempre conta com o apoio de familiares na cidade da sua universidade. É  uma política social que auxilia o estudante a se tranquilizar quanto a ter um lugar para se estabelecer e estudar fora do ambiente acadêmico, possibilita ter o seu cantinho de estudos  e ficar mais tranquilo quanto ao custo de todas as despesas que envolvem uma moradia, pois sabemos que são muitas e cada vez mais de alto custo”.

PROP – Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação

Além da PREX, a Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação também oferta bolsas para a iniciação científica. De acordo com as informações prestadas pelo Pró-Reitor, Prof. Dr. Rauirys Alencar, a bolsa é um incentivo para todos, mas os editais de fomento à pesquisa têm como valor principal o incentivo e uma maior qualificação acadêmica. “A FAPEPI entrou também como parceira, contribuindo com mais 25 bolsas a serem distribuídas. Com isso a gente espera incentivar mais a comunidade acadêmica, os docentes e também os discentes, a apresentarem mais projetos de Iniciação Científica e Inovação Tecnológica, aumentando a prospecção da UESPI no desenvolvimento de produtos que tenham essa característica de inovação e que tenham esse potencial de se transformar em tecnologia a ser disponibilizada a indústria”.

PREG – Pró-Reitoria de Ensino de Graduação

A Pró-reitoria de Ensino também oferta um tipo de bolsa. Essa é relativa ao programa de Monitorias Remuneradas. O programa tem como objetivo possibilitar ao corpo discente o desenvolvimento de habilidade relativas à carreira docente, além de permitir o aprofundamento aos conteúdos teóricos e práticos na disciplina que o(a) candidato(a) concorre.

Em Abril, a PREG lançou um Edital para o semestre de 2021.2. com um total de 400 vagas.

Diferença entre Auxílio e Bolsa

Os auxílios possuem a característica de viabilizar o acesso e a permanência, dentro do ambiente acadêmico, dos alunos em vulnerabilidade social. As bolsas possuem um importante papel, o de contribuir para a formação profissional dos discentes contemplados.

PET Química da UESPI promove evento “A Química no Cotidiano”

Em alusão ao Dia do Químico, comemorado em 18 de junho, o Programa Tutorial de Química (PET Química) da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), promove o evento Café com Química com temática “A Química no Cotidiano”.

O evento acontece no dia 22 de junho a partir das 08h da manhã de forma presencial no auditório GERATEC, disponibilizando certificado de 10h que podem ser utilizados para AACC’s. Direcionado a alunos de Química da UESPI e de outras instituições, caso possuam interesse, as inscrições devem ser realizadas por meio do link de inscrição.

Segundo a Profa. Dra. Valdilélia Teixeira, Tutora do PET Química, as palestras abordam a atuação do profissional de Química, as principais linhas de pesquisa que o Programa de Pós-Graduação em Química da UESPI (PPGQ) oferece e as diferenças entre ser químico licenciado ou graduado.

“Esse evento é extremamente importante para a comunidade acadêmica, porque o aluno de química, que não participa do programa, vai poder entender qual a importância da sua futura profissão. Além disso, ele vai conhecer também o mestrado de química da UESPI e suas linhas de pesquisa, para que possa se especializar melhor quando terminar a Graduação ou Licenciatura. O evento visa mostrar o futuro do estudante de química”, pontua a Tutora do PET Química.

O encontro conta com palestras para crescimento profissional, interações e sorteio de brindes.

Confira a programação:

PROFHISTÓRIA anuncia a organização da coleção “Ensino de História: teorias, práticas e novas abordagens”

Por Anny Santos

O Mestrado Profissional em Ensino de História (PROFHISTÓRIA) da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) anuncia a organização da coleção intitulada “Ensino de História: teorias, práticas e novas abordagens” e torna pública a chamada para submissão de capítulos.

Segundo o Prof. Dr. Felipe Ribeiro, Coordenador Acadêmico do PROFHISTÓRIA, a coleção é a primeira publicação organizada pelo PROFHISTÓRIA da UESPI. “Sendo um curso dedicado ao ensino de História, acreditamos que a coleção poderá agregar profissionais da Educação Básica e do Ensino Superior que discutam relações de ensino-aprendizagem nos mais variados espaços de conhecimento histórico: escolas, universidades, museus, centros de memória e literários, imprensa, mídias digitais e afins”.

O Coordenador afirma que o principal objetivo, com a coleção, é fomentar diálogos sobre o ensino de História, reunindo trabalhos da própria rede nacional do PROFHISTÓRIA, que hoje reúne 39 núcleos pelo país, unindo-os também aos trabalhos de outros profissionais que se dedicam a este campo de pesquisa.

Os interessados devem ser professores e professoras da Educação Básica e do Ensino Superior, especialmente integrantes da Rede PROFHISTÓRIA. Também podem participar professores atuantes em outros cursos de pós-graduação, desde que tenham o ensino de História como objeto de estudo em suas proposições. O requisito mínimo para autoria é que estejam cursando o mestrado. Cada capítulo poderá ter, no máximo, três autores ou autoras.

Prazo para envio dos capítulos

As submissões devem ser encaminhadas até o dia 15 de agosto para o e-mail institucional da Coordenação Acadêmica Local do PROFHISTÓRIA/UESPI: profhistoria@phb.uespi.br.

No assunto do e-mail deverá constar a temática na qual o capítulo se insere.

Retificação-Edital-Chamada-Publica-para-Publicacao-em-Livros-2022

Uespi realiza reunião com representantes da Federação de Futebol do Piauí (FFP)

Na manhã desta quinta-feira (02) a Universidade Estadual do Piauí (UESPI) recebeu, através do Vice-reitor Prof. Dr. Jesus Abreu, representantes da Federação de Futebol do Piauí (FFP), do Sindicato dos Árbitros de Futebol do Piauí (SINDAF/PI) e da Escola de Arbitragem Lineu Antonio de Lisboa Júnior Santos, para tratar sobre o novo processo seletivo do curso de Formação de Árbitros de Futebol Profissional de Campo 2022. O lançamento do edital aconteceu na nossa instituição.

Representantes discutiram sobre a importância do edital

O Prof. Dr. Jesus Abreu, Vice-reitor da UESPI, fala sobre a satisfação em poder receber a comissão de árbitros da Federação de Árbitros do Piauí e reafirmar a continuação da parceria com a FFP, para os cursos de formação dos novos árbitros. “A UESPI disponibiliza seus espaços, complexo esportivo e salas de aula, para contribuir com a aplicação das provas e, consequentemente, para o desenvolvimento do esporte no Estado do Piauí. O Edital será conduzido pela FFP e as provas serão aplicadas em nossa instituição”, ressalta.

A reunião contou com a presença do Presidente do FFP, Roberto Brown Carcará da Silva, o Presidente da SINDAF/PI, Moises Sousa dos Santos, e com o Diretor Superintendente da Escola de Arbitragem Lineu Antonio de Lisboa Júnior Santos, José Steifel de Araújo Silva.

O Edital do processo seletivo do curso de Formação de Árbitros de Futebol Profissional de Campo 2022 contempla 55 vagas, para ambos os sexos, e possibilita a participação de alunos do curso de Educação Física da UESPI.

Confira o edital:

NOVO EDITAL CURSO DE ÁRBITRO 2022-2023-1

Conheça o Departamento de Engenharia e Arquitetura da UESPI e sua importância

O Departamento de Engenharia e Arquitetura da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) é o departamento responsável por todas as visitas técnicas para avaliar a necessidade de reparos, reformas ou ampliação de campus, atendendo as demandas dos 11 campi espalhados por todas as regiões do Estado do Piauí.

A partir da solicitação dos Diretores de cada campi, os profissionais do departamento se deslocam até o local e realizam a visita técnica para avaliar e entender as necessidades de cada caso. Após a visita é possível iniciar a criação do projeto de reforma ou manutenção, incluindo a previsão orçamentária.

Tallyta Sousa Lopes, Diretora do Departamento de Engenharia e Arquitetura, e também ex-aluna da UESPI, ressalta que o trabalho exercido pelos profissionais que compõe o departamento parte do interesse e do objetivo de que a universidade tenha melhores condições de infraestrutura.

“Posso afirmar que trabalhamos com amor. Quando fui aluna no CTU vivenciei uma condição diferente da atual, as mudanças e melhorias são perceptíveis e essas melhorias começam pelos projetos da edificação, ou seja, os profissionais de engenharia e arquitetura. O nosso objetivo é ver a UESPI com uma estrutura adequada para alunos e profissionais. Também é importante destacar que o professor Evandro Alberto, nessa sua nova gestão, está incentivando e buscando recursos necessários em prol de melhorias da infraestrutura da universidade em todos os campi”, pontua a Diretora.

O processo é gradual, pois exige que os profissionais demandem cuidado e atenção, além da abrangência de locais a serem atendidos. O Departamento está recebendo mais 5 engenheiros para auxiliar nas demandas, totalizando 12 profissionais.

SISU 2022.1: saiba como realizar sua Matrícula Institucional

Nesta quarta-feira, dia 01 de maio, a Universidade Estadual do Piauí (UESPI) divulgou a 2° Chamada da Lista de Espera do Sisu 2022.1. O prazo para realizar a Matrícula Institucional se estende de 02 a 07 de junho, através do sistema da Pró-reitoria de Ensino e Graduação (SIGPREG) no campo “Solicitar Matrícula”.

Os documentos solicitados devem ser digitalizados em formato PDF (com tamanho máximo de 2MB). Sendo de total responsabilidade do candidato assegurar que as informações dos documentos enviados estão legíveis. Caso constatada qualquer irregularidade nas declarações e na documentação submetida pelo (a) candidato (a) no ato da inscrição ao Sisu e/ou no ato da Matrícula Institucional, esta resultará no cancelamento da Matrícula Institucional na UESPI.

Para realizar a Matrícula Institucional, os candidatos aprovados deverão acessar o site no período de 02 de junho de 2022 até as 23h:59 do dia 07 de junho, preencher os formulários eletrônicos e inserir as documentações solicitadas de acordo com a forma de concorrência do candidato (Ampla Concorrência e Ações Afirmativas AF1, AF2 e AF3).

Confira o Edital

Cronograma do processo de matrícula 

Período para solicitação de Matrícula Institucional: de 02 de junho até as 23h:59 do dia 07 de junho;

Período de Recurso contra o resultado da solicitação de matrícula e contra o resultado da análise da Comissão de Heteroidentificação: de 02 de junho até as 18h:00 do dia 09 de junho;

Resultado dos Recursos da solicitação de matrícula e dos Recursos contra a análise da Comissão de Heteroidentificação: até 10 junho.

Período de Matrícula Curricular, no Aluno On-line: 01 a 05 agosto

Curso de Administração promove “Ciclo de palestras sobre Gestão das Indústrias Criativas”

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI), por meio da Pró-Reitoria de Extensão, Assuntos Estudantis e Comunitários (PREX), da Coordenação do curso de Administração, campus Clóvis Moura, e da Universidade Aberta do Piauí (UAPI), com apoio da DATAMÉRICA, realiza o evento “Ciclo de palestras sobre Gestão das Indústrias Criativas” que ocorre no período de 06 de junho a 27 de julho, através das plataformas Google Meet e Youtube.

O evento, organizado pelo Prof. Dr. Fabrício Amaral, Coordenador do curso de Administração do campus Clóvis Moura, e pelo Prof. Dr. Ricardo Vernieri, possui em sua programação 6 palestras que totalizam, em certificado digital, 30h. A abertura do evento conta com a participação da Profa. Dra. Laura Melo, ministrando a palestra “Gestão da Aquisição de Conhecimento em Empresas Criativas”.

O projeto de extensão visa proporcionar aos discentes, colaboradores e comunidade em geral, conhecimentos compartilhados sobre indústrias criativas, a fim de capacitar profissionais em processos e métodos de gestão com o objetivo de suprir a demanda da área das indústrias criativas no Estado do Piauí.

Para o Prof. Dr. Ricardo Vernieri, um dos organizadores do evento, o projeto se justifica por haver uma crescente demanda no mercado de trabalho para a classe criativa, em virtude da relevância do setor criativo para a economia brasileira. “O projeto de extensão será executado por meio de palestras através de mediação tecnológica de ensino e aprendizagem e seus resultados deverão vir a ser publicados em periódicos científicos e em evento de divulgação científica”.

A programação possui palestras sobre gestão de aquisição de conhecimento, formas de inovar nas indústrias criativas, mercado, bussiness analytics e outros assuntos voltados às indústrias criativas.

Para participar os interessados devem preencher, por meio do link, o formulário de inscrição.

Confira o perfil do evento no Instagram: @gestaodasindustriascriativas

Programação do evento:

Uespi realiza reunião que visa parceria com a UFPB para promover Doutorado Interinstitucional

Na manhã desta segunda-feira (30), a Universidade Estadual do Piauí (UESPI) realizou, através do reitor Prof. Dr. Evandro Alberto, juntamente com a Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PROP), uma reunião com o representante do colegiado de Pós-Graduação da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), o Prof. Dr. Newton de Oliveira, que tinha por objetivo tratar sobre parcerias.

O Prof. Dr. Evandro Alberto, reitor da UESPI, destaca a importância da realização dessa reunião através das pautas abordadas. “Estamos discutindo as possibilidades de fazermos uma cooperação entre a Universidade Federal da Paraíba e a nossa instituição. Além disso, a viabilidade de sediarmos em nossa UESPI um Dinter em Direito e outro em Administração. Estamos buscando esse encaminhamento através dessa reunião”.

O Doutorado Interinstitucional (Dinter) é um Programa de Pós-graduação acadêmica conduzidas por uma instituição promotora nacional nas dependências de uma instituição de ensino e pesquisa receptora. A reunião abordou a possibilidade de haver essa colaboração entre as duas instituições. O encontro contou também com a presença do Vice-Reitor, Prof. Dr. Jesus Abreu, o Diretor do Centro de Ciências Sócias Aplicadas (CCSA), Prof. Allen da Costa, o Coordenador do curso de Direito do Campus Clóvis Moura, Prof. Georges Thales, e o Prof. Lirton Nogueira.

Para o Prof. Dr. Newton de Oliveira (UFPB), a colaboração poderá trazer inúmeros benéficos ao corpo docente, além de promover a qualificação profissional. “A UFPB já possui uma experiência na realização de parcerias com outras instituições. Será um prazer montarmos esse convênio para ofertarmos o Dinter”, ressalta.

A PROP, com o apoio da Reitoria, criou dois grupos de trabalho, sendo um na área de Administração e outro na área de Ciências Jurídicas, para realizar estudos de viabilização de um Termo de Cooperação Técnica entre a UESPI e a UFPB, no sentido de possibilitar a realização de Projetos de cooperação entre as instituições para qualificação de profissionais de nível superior, com turmas temporárias de doutorado.

Segundo o Pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Prof. Dr. Rauirys Alencar, o encontro reconhece a importância de se realizar reuniões que visam possibilitar a capacitação e qualificação dos docentes de ambas as instituições. “É um reconhecimento, por parte da UESPI, da importância da qualificação dos docentes nessas áreas, em destaque ao curso de Direito, várias vezes premiado, estando entre os melhores do Brasil, o que resultou em seis selos OAB Recomenda este ano”.

 

Nossas cidades estão preparadas para enfrentar essas mudanças climáticas cada vez mais perceptíveis?

Por Anny Santos

Em alusão ao Dia do Geógrafo, celebrado no dia 29 de maio, propomos uma reflexão acerca dos impactos provocados pelas mudanças climáticas, e consequentemente o aquecimento global, em decorrência da ação humana, nas cidades brasileiras.  Nossas cidades estão preparadas para enfrentar essas mudanças climáticas cada vez mais perceptíveis?

O tempo de agir em defesa das cidades e das populações já começou!

A Profa. Dra. Maria Suzete Feitosa, membro do corpo docente do curso de Geografia da nossa UESPI, destaca que as mudanças climáticas sempre existiram em nosso planeta, mas o aquecimento global se deve ao efeito estufa antropogênico, isto é, causado pela ação humana, somado ao efeito estufa natural. Ela afirma que essas mudanças são objetos de debates no meio científico devido ao fato de estarem diretamente relacionadas a falta de saneamento básico, desmatamento, queimadas e poluição, que denotam alterações atmosféricas em decorrência dos materiais lançados na atmosfera.

Profa. Dra. Maria Suzete Feitosa

Profa. Dra. Maria Suzete Feitosa chama a atenção para o debate que deve existir na sociedade

Segundo a professora, em relação as nossas cidades no enfrentamento dessas mudanças climáticas, a poluição tem sido um fator importante a ser debatido, pois tem afetado a qualidade de vida da população e contribuído para o desequilíbrio ambiental, social e econômico, em especial no espaço urbano. “A emissão de CO², proveniente da urbanização e da industrialização, o desmatamento e a poluição contribuem para o aumento das temperaturas e outros eventos climáticos que provocam consequências negativas em nossas cidades. A aceleração do crescimento das cidades, com a urbanização, impacta diretamente a atual crise ambiental”.

Outro importante fator ressaltado pela Profa. Dra. Maria Feitosa são as consequências trazidas pelo crescimento desordenado das cidades, com a redução de áreas verdes e construções em áreas indevidas, pondo em questão as enchentes e os deslizamentos em encostas devido à habitação humana em locais impróprios e à retirada da cobertura vegetal de áreas de relevo acidentado.

“Em relação a esses impactos, é de fundamental importância abordar a ausência de medidas práticas que controlem os impactos que esses aglomerados urbanos resultam. O lixo, por exemplo, é uma produção resultante do consumo e da ação humana e as políticas públicas não estão conseguindo dar conta devido a aceleração dessa produção. Outra questão importante em relação a falta de planejamento urbano é a contaminação dos mananciais, proveniente da poluição dos rios. É necessário promover políticas públicas capazes de reduzir as consequências dessas ações para amenizar os impactos dessas enchentes, inundações, deslizamentos e as outras consequências negativas. Tudo isso para melhorar a qualidade de vida da nossa população”, finaliza.

Para o Prof. Dr. Daniel César de Carvalho, docente do curso de Geografia da nossa UESPI, em Floriano, as cidades brasileiras foram planejadas a curto prazo, sem previsões acerca do crescimento exponencial da população e outras demandas importantíssimas são postas em segundo plano. Isso inclui projetos de escoamento superficial das águas pluviais, fomento a construções com eficiência térmica, maiores espaços arborizados, dentre outros. Segundo ele, a cidade só será preparada para as mudanças climáticas com gestão inteligente e educação ambiental. 

Prof. Dr. Daniel César de Carvalho

Prof. Dr. Daniel César de Carvalho chama a atenção para um planejamento permanente das cidades

“O crescimento exponencial da população aliado à falta de planejamento criam ilhas de calor, um grande problema nas zonas urbanas. Mais do que isso, com o desequilíbrio climático, todo o ecossistema é afetado e as cidades desordenadas sofrem cada vez mais com os extremos. O calor excessivo, frios que batem recordes históricos, índices pluviométricos elevados, etc. Há a necessidade de se pensar no amanhã, pois o colapso dos centros urbanos avança à medida em que esses desequilíbrios se acentuam”, destaca o professor.

Além disso, o professor pontua que o fomento à educação ambiental é o alicerce, pois, sem uma população consciente, toda ação governamental pode ruir. Ele cita a implantação de energia limpa, aumento dos espaços verdes, reciclagem de resíduos, incentivo à logística reversa de componentes eletrônicos e melhorias no transporte coletivo como possíveis medidas a serem adotadas. “A solução de imediato é a gestão eficiente da coleta de resíduos sólidos e o fomento à educação ambiental, aliado à isso, a identificação dos pontos mais vulneráveis a esses problemas e a montagem de um plano de contenção de danos, para evitar principalmente a perda de vidas humanas. O Estado não pode esperar morrer gente para tomar uma atitude, as ações devem vir antes e uma gestão inteligente de longo prazo pode evitar esses problemas”, finaliza.

A importância do Geógrafo

O profissional entende a dinâmica do espaço e auxilia o planejamento das ações do homem sobre ele. Os aspectos inseridos nos estudos da Geografia são imprescindíveis para a manutenção da vida em sociedade. Não apenas para entender as formas de relevo, os fenômenos climáticos, as composições sociais e os hábitos humanos em seus espaços, mais para manter a vida como a conhecemos ou promover adaptações e melhorias.

Para a Profa. Dra. Maria Suzete Feitosa ser geógrafa é desvendar, identificar e descrever os fenômenos que se materializam na superfície da terra e que resultantes da relação do homem com o meio onde vive. “Levamos o conhecimento da espacialidade desses fenômenos que resultam dessa relação para tornar a sociedade consciente do seu papel na produção dos mesmos. Promover esse conhecimento é de fundamental importância“.

Já para o professor Prof. Dr. Daniel César de Carvalho, o profissional de geografia é de extrema importância para “localizar” os indivíduos em um mundo globalizado, onde se faz necessário compreender como a politica é conduzida, como o meio ambiente está sendo cuidado e como todos nós podemos contribuir positivamente para uma sociedade mais justa e ambientalmente responsável.