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UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ

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Residência Multiprofissional em Saúde da Família e Comunidade da UESPI promove campanha em alusão ao Setembro Amarelo

Por Vitor Gaspar

O Programa de Residência Multiprofissional em Saúde da Família e Comunidade da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), realizou durante o mês de setembro ações em comunidades em bairros da cidade de Teresina-PI em alusão a campanha do Setembro Amarelo, campanha de prevenção ao suicídio.

Idosos segurando faixa do Setembro Amarelo

A equipe desenvolveu várias ações em comunidades, por meio de rodas de conversa, vivências, discussões e reflexões acerca da temática. Os locais onde foram realizadas as ações foram no Centro Social Padre Pedro Arrupe, com a participação dos idosos, no Centro Social Cristo Rei, com pessoas da comunidade, além de atividades nos espaços comunitários das unidades básicas de saúde dos bairros Cristo Rei e Monte Castelo, onde as ações contemplaram os usuários das respectivas UBS.

A Preceptora Camila Siqueira destaca que em todos os anos a equipe desenvolve ações em comunidades, pois a Residência está vinculada a algumas Unidades Básicas de Saúde (UBS), na cidade de Teresina. Em cada UBS são desenvolvidas atividades relacionadas as temáticas desenvolvidas ao longo do ano. Ela destaca a recepção positiva das pessoas que estavam nos locais acompanhando o trabalho.

Ações sendo desenvolvidas em uma comunidade

“As pessoas nos recebem muito bem, se engajam nessas atividades e os resultados são muito positivos porque percebemos que esse acesso a informação ajuda a prevenir questões relacionadas ao suicídio. Essas pessoas podem ser consideradas como multiplicadoras, pois elas acabam levando essas informações para dentro de casa e para a vizinhança, além de realizar algumas orientações sobre que tipo de rede procurar, já que apresentamos tudo isso a elas durante as nossas rodas de conversa”.

Para o psicólogo residente Felipe Braga, as ações foram realizadas seja especificamente na categoria de psicologia, seja de forma multiprofissional. “Graças a Deus tudo correu muito bem, tivemos boa recepção por onde passamos! Cada um dos momentos criados foi importante para levar às pessoas a importância do autocuidado, dos fatores de proteção para uma boa saúde mental e também para divulgar a Rede de Atenção Psicossocial de nossa cidade e nosso estado”.

Os encontros contam com entrega de presentes para os participantes

Segundo Rose Batista, Preceptora do Programa, as pessoas são conhecedoras do trabalho e isso garante uma boa receptividade e participação nas ações desenvolvidas. Segundo ela, no Programa, a categoria de Psicologia se organiza realizando atividades em grupos, atendimento psicológico na modalidade de plantão psicológico. “Temos também visitas domiciliares, educação em saúde e saúde mental, psicoeducação e atualmente com atuação em estágio na Gerência de Saúde Mental do Estado e projeto também versando sobre saúde mental numa escola do território a ser executado em breve com alunos do 7° ano do Ensino Fundamental Maior”, finaliza a professora.

Enfermagem UESPI: Egresso desenvolve Boletim Informativo em Parceria com o Hospital Tibério Nunes

Por Vitor Gaspar

Juan Victor, egresso do curso de Enfermagem e Maria Luzinete Rodrigues da Silva, Coordenadora do Curso de Bacharelado em Enfermagem da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), campus Josefina Demes em Floriano, participaram da construção do Primeiro Boletim Informativo do Núcleo de Segurança do Paciente do Hospital Regional Tibério Nunes.

Durante o estágio supervisionado no 9º bloco, a Coordenação iniciou o projeto sugerido pelas coordenações da qualidade e núcleo de segurança, junto a criação do QR Code em virtude do hospital ter dificuldades de registrar fisicamente os indicadores da qualidade e segurança do paciente. Dessa modo, o aluno se propôs em criar uma nova estratégia para monitorar as notificações importantes, como pré-teste e avaliação dessa nova ferramenta estando supervisionados pela coordenação.

O Boletim Informativo apresenta o perfil das notificações dos eventos adversos recebidos pelo Núcleo do Hospital, neste ano de 2022 e tem como objetivo divulgar os indicadores e identificar possibilidades de melhorias para agregar maior qualidade e segurança na assistência ao paciente.

Segundo, Adriana Barros, Coordenadora do Núcleo de Qualidade do Hospital, no início deste ano foi realizado a implantação do novo formato de notificação de eventos, incidentes e queixas técnicas. O novo formulário deixou de ser via manuscrita e passou a contar com uma versão eletrônica de acesso via QR Code disponibilizado nos murais de cada setor, resultado que segundo ela, foi possível graças a parceria o com Curso de enfermagem da UESPI em Floriano.

“Parabenizamos o idealizador do QR Code, o nosso egresso do Curso de Enfermagem Juan Victor, a coordenadora do Curso de Enfermagem Maria Luzinete pela receptividade, a coordenadora do NSP Mohema Duarte e a equipe por todo esforço e dedicação. Estamos muito felizes com essa parceria”.

A criação do QR Code possibilitou a adesão dos profissionais a notificarem eventos que acontecem dentro do hospital e interferem na qualidade e segurança do paciente.

Para a coordenadora do curso de Enfermagem da UESPI, em Floriano, Maria Luzinete da Silva, o uso do QRCODE é anônimo e prático, gerando maior confiabilidade ao profissional, por não criar estigmas relacionados a notificação, além de aproximar os setores assistência do núcleo de segurança.

“O boletim informativo visou a ampla divulgação do que é notificado e os profissionais terem a noção de quais eventos mais acontecem e quais medidas são implementadas para a sua extinção ou diminuição. Aproxima a atual gestão no sentido de melhorar a comunicação e divulgação de ações e projetos”.

No começo de 2022 o NSP (Núcleo de Segurança do Paciente) do Hospital Regional Tibério Nunes realizou a implantação do novo formato de notificação de eventos, incidentes e queixas técnicas. O novo formulário deixou de ser via manuscrita e passou a contar com uma versão eletrônica de acesso via QR Code, que foi disponibilizado nos murais de cada setor.

Segundo Juan Victor, esse resultado foi fruto da parceria do Hospital com o Curso de Enfermagem da UESPI-Floriano. Ele destaca que organizou um e-formulário, conforme orientações das profissionais do hospital, que pode ser acessado por meio de um Código QR, fator facilitador para a notificação por parte dos profissionais.

“A própria plataforma do formulário eletrônico já exportava os dados estatísticos em planilhas e gráficos, que serviram para construção do boletim informativo do Núcleo, contribuindo, assim, para a melhoria da assistência aos pacientes. O Boletim Informativo apresenta o perfil das notificações dos eventos adversos recebidos pelo NSP/HRTN neste ano de 2022”.

Juan Victor, idealizador do QR Code

Bacharelado em Enfermagem

O Enfermeiro atua na rede básica de serviços de saúde; em escolas e creches; em empresas; em hospitais gerais e especializados; em clínicas e ambulatórios; em órgãos de gestão, financiamento e 39 supervisão de saúde; poderá, ainda, atuar no atendimento em domicílio; em casas de parto; em consultórios de enfermagem. Também pode atuar, de forma autônoma, em empresa própria ou prestando consultoria, conforme os Referenciais Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação/Secretaria de Educação Superior.

Conecta Enade: UESPI realiza live de Lançamento do Programa

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI), através de uma live no canal do YouTube UespiOficial efetuou o lançamento do Programa Conecta Enade e do Portal do Enade para toda a Comunidade Acadêmica.

A proposta, de autoria da Administração Superior da Instituição, representadas pelo Prof. Dr. Evandro Alberto e o Prof. Dr. Jesus Abreu respectivamente, visa atender aos ciclos do Enade e ao Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), de modo permanente. O Enade 2022 será realizado no dia 27 de novembro, e os estudantes avaliados serão dos cursos de bacharelado de Direito, Administração, Ciências Contábeis, Jornalismo, Turismo e Psicologia.

O Programa Conecta ENADE surgiu da necessidade de tornar o programa mais visto pela comunidade acadêmica.

Ele é constituído de três componentes: equipe técnica (responsável pelas informações sobre o Enade e o SINAES); equipe de Língua Portuguesa (responsável pelas informações sobre a estrutura da prova do Enade – características do item, tipos de itens, gabaritos e distratores – e desenvolvimento de estratégias de leitura, interpretação e produção textual) e equipe pedagógica (responsável pelas informações dos conteúdos específicos de cada curso).

O Reitor da UESPI, Prof. Dr. Evandro Alberto, destaca que o Programa é uma novidade criada neste ano, com o objetivo de auxiliar concluintes de cursos de Bacharelado e Licenciatura selecionados a realizarem o Exame, em relação as questões do ENADE e a tudo o que circunda o Programa. “Para tal fim, a UESPI planejou diversas ações extensionistas com o intuito de formar o concluinte para a participação do ENADE e de melhor qualificá-lo. Tudo foi montado de forma bem específica para que se possa trabalhar todas as particularidades do certame”.

Momento de fala do Prof. Dr. Evandro Alberto

O Conecta ENADE terá ainda mais ações que se realizarão no formato de oficinas, workshops, seminários, palestras, debates, rodas de conversa e outras modalidades, nas quais serão enfocados temas como: UESPI e Enade, estrutura da prova, questões de cunho geral e específico, conteúdos específicos de cada curso, Plataforma UESPI, metodologias ativas, formação docente e currículo, além da ênfase nos Indicadores da Educação Superior (SINAES) na UESPI.

O Vice-Reitor da UESPI, Prof. Dr. Jesus Abreu, ressalva que o Exame é o fator que mais contribui com a nota da instituição, percebendo que dessa forma, existe uma necessidade de se dar mais importância a esse exame. “Foi constituída uma comissão, muito preparada para seguirmos em frente, com todos muito preparados e confiantes para essa peça que será fundamental e muito importante para a nossa Instituição”.

Fala do Prof. Dr. Jesus Abreu sobre o Programa

O Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) avalia o rendimento dos concluintes dos cursos de graduação em relação aos conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares dos cursos, o desenvolvimento de competências e habilidades necessárias ao aprofundamento da formação geral e profissional, e o nível de atualização dos estudantes com relação à realidade brasileira e mundial.

Para falar sobre a questão da importância da avaliação da instituição, o Pró-Reitor de Ensino e Graduação, Prof. Paulo Henrique, falou sobre o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), programa nacional vinculado ao Ministério da Educação (MEC), que analisa as instituições, os cursos e o desempenho dos estudantes e onde o ENADE está inserido. Segundo ele, a ferramenta do Sistema é complexa e foi pensada a várias mãos, validada pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP).

“Esse é um Sistema de Avaliação que foi amplamente discutido, ouvindo várias instituições, de diversos setores montado a imagem dessa discussão, portanto sendo um sistema extremante eficaz e eficiente e que a Universidade deve utilizar essa ferramenta de avaliação para a análise de seus próprios cursos e da sua própria prática”.

Prof. Paulo Henrique, Pró-Reitor da PREG falando sobre o SINAES

EQUIPE:

TÉCNICA:

Paulo Henrique da Costa Pinheiro

Maria Rosario de Fatima Ferreira Batista

Tales Antão de Alencar Carvalho

Mônica Maria Feitosa Braga Gentil

Márcia Edlene Mauriz Lima

LÍNGUA PORTUGUESA:

Márcia Edlene Mauriz Lima

Shirlei Marly Alves

Tarcilane Fernandes da Silva

Francisco Renato Lima

Thiago de Sousa Amorim

EQUIPE PEDAGÓGICA:

Docentes dos cursos avaliados

Segundo Márcia Edilene, assessora especial da Vice-Reitoria e integrante da equipe técnica, o trabalho está sendo realizado juntamente aos coordenadores de cursos que realizarão o ENADE em novembro, além de conectar o concluinte dos cursos da UESPI ao ENADE, de forma que o graduando compreenda que o Exame se tornou obrigatório e que a sua não realização implica no impedimento da colação de grau. Além disso, ela aproveita para destacar a quantidade alunos e os campi que serão contemplados.

“O Programa atenderá 819 alunos, distribuídos nos campi de Teresina, Parnaíba, Piripiri, Picos, Floriano, Bom Jesus e Corrente, e cada um deles receberá uma visita da equipe técnica e de Língua Portuguesa com o intuito de realizar as oficinas com os alunos concluintes que farão o Enade, igualmente com os professores e coordenadores e diretores”.

O Cronograma de visitas inicia no dia 04 de outubro e encerra no dia 15.

A Pró-Reitora Adjunta de Ensino e Graduação, Profa. Dra. Mônica Gentil, aproveita para fazer um complemento sobre a visita aos campi, onde serão apresentados exemplos para prepararem os alunos. “Serão mostradas questões de diferentes tipos, com materiais prontos para mostrar o direcionamento de como elas devem ser compreendidas”.

A Procuradora Institucional da Comissão Própria de Avaliação (CPA), Maria Rosário Batista, ressalva que o trabalho da comissão é feito por 4 integrantes, trabalhando sempre da melhor maneira possível visando atender, toda a comunidade acadêmica que os procuram. “Eu penso que a Equipe Pedagógica vai fazer um bom trabalho, em relação a isso, pois sempre foi pedido em relação aos coordenadores, e agora temos um ganho significante com a implantação desse programa”.

Da esquerda para a direita: Prof. Maria Rosário, Prof. Dra. Mônica Gentil e Prof. Marcia Edilene

O Prof. Tales Antão, membro da Comissão Técnica do ENADE e diretor do Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT), apresentou o Portal do Enade, uma ferramenta de comunicação e de integração, onde pode pode ser desenvolvida uma grande base de dados, para que os alunos se sintam acolhidos. “Integrar também, todos os participantes do Programa, juntamente as equipes pedagógicas, técnicas, como os demais professores e alunos que estarão participando dos ciclos”.

Prof. Tales Antão apresentando o Portal do ENADE

Confira todas as informações no novo Portal do Enade:

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Campus Oeiras: Inscrições abertas para o Curso de Extensão História e Cultura Afro-Brasileira Oeirense

Por Vitor Gaspar

Estão abertas as inscrições para o Curso de Extensão: História e Cultura Afro-brasileira na Perspectiva Antirracista, no campus Prof. Possidônio Queiroz em Oeiras, da Universidade Estadual do Piauí (UESPI).

Para participar, os interessados devem fazer sua inscrição de forma on-line, preenchendo o formulário via Google Forms até o dia 10 de outubro. O curso está aberto a toda comunidade e garante certificação, com carga horária total de 60 horas, sendo distribuída em 4 horas semanais.

As atividades tem início marcado para o dia 11/10, e para falar sobre isso, o Prof. Dr. Leandro Sousa, um dos coordenadores gerais do projeto, comenta que essa proposta ajuda a dar visibilidade a identidade da cidade de Oeiras, destacando a sua dinamicidade, complexidade e diversidade, nos seus grupos e aspectos culturais, de forma que possa gerar uma maior compreensão, um equilíbrio e um respeito sobre as relações sociais existentes na região.

“O curso vai proporcionar essa construção de uma identidade e para uma autoafirmação desses afrodescendentes  que constituem a sociedade oeirense. Então estamos buscando que se propague, entre os alunos, professores e demais grupos sociais e indivíduos que tenham interesse para participar, seja da comunidade que a UESPI faz parte, seja de outras localidades. Acreditamos que será um momento de interesse e aprendizado que possa contribuir de forma significativa, com essa aproximação da Universidade com a própria sociedade local”.

O objetivo geral das aulas visa integrar as práticas de extensão às dimensões do ensino e da pesquisa relacionadas a história e cultura afro-brasileira e a luta histórica contra o racismo.

A proposta se soma a outras iniciativas que compreendem que a Universidade pública e gratuita deve manter uma atuação para além dos seus muros. Para, Francisco Jackson, aluno do 8° Bloco e discente colaborador, houve algumas propostas do gênero, mas ele não conseguiu participar por causa de conflitos de agenda. Ele explica como se dá a participação dos discentes colaboradores no projeto.

“Dessa vez me sinto muito grato por fazer parte de um projeto de extensão como este. A minha participação, assim como os demais discentes colaboradores será na organização, divulgação e na administração do projeto de extensão, dando suporte para solidificá-lo e ajudando em todo esse processo, já produzimos bastante conteúdo para as mídias digitais do curso, e estamos trabalhando agora na divulgação. Pessoalmente, a idéia de trabalhar em um projeto como esse me entusiasma, pois acredito que a sociedade oeirense é muito carente em temáticas antirracista e vemos cotidianamente práticas de racismo estrutural em nossa cidade, então a importância de um projeto que ponha o dedo nessa ferida e revele a importância de se estudar e aprofundar os nossos conhecimentos nessas temáticas tão caras a nossa cidade é primordial”.

Viviane Moreira, aluna do 7° Bloco do curso de Licenciatura em História do campus, atua como discente colaboradora no projeto, segundo ela, essa está sendo uma experiência única, já que ainda não tinha participado de nenhuma organização de evento. “Esse evento é importante tanto para os docentes, como para os estudantes da região que o evento abrange”, encerra.

Também representando a turma do 7° Bloco do curso de História, Larissa Ramos, comenta que a proposta tem como finalidade buscar um interdisciplinaridade, e uma aproximação com a comunidade através do ensino de história, levando o ensino para além da instituição de ensino superior, com o propósito de levar o curso para a comunidade.

“Ao meu ver, levar pautas como essa para a comunidade se torna de grande importância e relevância, principalmente quando se trata de um curso gratuito de uma instituição de ensino superior, eu vejo como uma troca de conhecimento, porque no curso temos como intuito também além das discussões mais teóricas proporcionadas pela comunidade acadêmica, trazemos para a comunidade sujeitos históricos culturais oeirenses, dando visilibilidade a esses sujeitos históricos e culturais”.

Além disso, o Projeto acontece em parceria com o Coletivo de Negros e Negras de Oeiras, e para explicar a participação do grupo, Marileide Dantas, destaca que a cidade ainda guarda na memória sua vivência colonial, assim o racismo estrutural, que segundo ela, é algo latente na sociedade oeirense, mesmo com um número expressivo de pessoas afrodescendentes no seu seio.

“O nascimento do Coletivo Negros e Negras de Oeiras é um contraponto dessa sociedade, uma resposta ao racismo que permeia nosso meio. E foi nesse contexto que a UESPI entrou em nossa jornada como parceira, viu as ações realizadas pelo CNNO e permitiu-se em colaborar conosco. Colaboração essa que é de grande valia, visto que a universidade não só acredita em nosso trabalho, mas colabora com eles.”

A parceria está ocorrendo desde a escrita das primeiras linhas do projeto de extensão à sua execução, estando alinhado e discutido em conjunto cada ação de modo que todos os envolvidos façam parte do processo.

Se inscreva: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSelujHDr8cM1oVJno2v039Ykic9UxEQHInMNvVfg6cuTLAzng/viewform

 

Da UESPI para o mundo: Conheça a trajetória do egresso, Elenildo Oliveira

Por Vitor Gaspar

Elenildo dos Santos Oliveira, egresso do curso de Engenharia Agronômica da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), no campus de Picos,  é mais um entrevistado no quadro “Da UESPI para o mundo”.

Atualmente, ele faz doutorado na Universidade Federal de Lavras, em Minas Gerais, e, recentemente, trabalhou durante um ano como assistente técnico de uma multinacional, atualmente conhecida como Corteva Agrisciense, grande empresa americana de produtos químicos agrícolas e sementes, com sede em Indiana-EUA.

Elenildo no campo experimental RIDESA-UFPI

Ascom: O curso de Engenharia Agronômica foi algo que você almejava antes de entrar no Ensino Superior?

Confesso que, de início, por estudar em uma escola onde faltava um certo incentivo e uma visão geral dos cursos, eu terminei o Ensino Médio sem saber exatamente o que queria. Nunca gostei muito de medicina, direito e fui percebendo que o meu foco seria mesmo na parte de Engenharia, ficando entre a Civil ou a Agronômica, porque constavam algumas disciplinas que eu gostava, entre elas Química, Física e Matemática. Então eu fiz o seletivo da UESPI e passei para o segundo lugar na cidade de Picos no curso de Engenharia Agronômica.

Ascom: E os professores? Como era a relação com eles? Tem alguns que você gostaria de destacar?

No geral, o nosso curso conta com bons professores, sejam de pesquisa, de campo, docentes que te davam uma aula fenomenal, então a minha relação com a maioria deles era muito boa. Até hoje, eu tenho contato com alguns deles, como o professor Wagner Rogério, que foi o meu orientador, nós compartilhamos  ainda alguns documentos, alguns artigos, livros, algumas ideias e coisas do tipo. Então esse foi um dos grandes professores que tive e tenho uma gratidão enorme por ele, pois me inseriu no universo da pesquisa, já mesmo no terceiro período, quando quis participar do PIBIC e ele foi sempre solicito, me incentivando e dando as ideias. 

Ascom: Como surgiu a oportunidade de atuar como assistente técnico de uma multinacional? 

Assim que terminei a graduação, em 2017, passei cerca de um mês indo estagiar em uma fazenda em Uruçuí-PI, tendo naquele momento contato com um representante comercial de uma multinacional e, na época, ele me deu um cartão e disse que quando me formasse e se tivesse interesse em trabalhar no campo, eu poderia solicitar para alguma vaga dentro dessa empresa e, cerca de dois meses depois, eu recebi a ligação vinda dele me chamando para trabalhar como Assistente Técnico, onde trabalhei durante um ano dentro de uma safra que serviu para me auxiliar na parte prática da área, saindo um pouco da sala de aula, da teoria e tendo essa vivência de campo, pois ela também te dá subsídios para desenvolver tecnologias e pesquisas para serem aplicadas no campo, tendo uma visão maior e global de como funciona realmente a parte prática.

Trabalho de inoculação de fungos em plantas para dissertação no mestrado

Ascom: E o doutorado em Minas Gerais? Porque a Universidade Federal de Lavras foi atrativo para você?

Eu tinha duas opções para fazer o doutorado: na Universidade Federal de Lavras (UFLA) ou na Universidade Federal de Viçosa (UFV), que são duas referências no Brasil inteiro com relação a genética e a Agronomia como um todo. Eu vi na UFLA uma instituição com um potencial gigantesco e que poderia me ajudar a aumentar o meu currículo, pois antes de entrar eu pesquisei quantas pessoas que fizeram doutorado lá estavam empregadas para ter um panorama da empregabilidade que a Universidade tem com os doutorandos e vi que realmente os números nela eram positivos. Também vi uma chance de fazer um intercâmbio ou um doutorado sanduíche e vejo que essa possibilidade está muito grande, estou próximo de conseguir, então estou me preparando para conseguir o certificado que me permita ingressar em uma Universidade fora do país.

Ascom: Quais as metas, objetivos e sonhos que você almeja a partir de agora pensando em seu futuro

Assim, eu tenho planos… Plano A, B, C e D, porque a gente sempre tem que estar pautado em planos para quando um falhar você ter outras opções. Então no plano A quero trabalhar em uma empresa, de preferência pública e que envolva pesquisa como a Embrapa que é o meu sonho, porque eu vejo que a gente é financiado toda a carreira acadêmica por recursos públicos, então assim, digamos que você tem que trazer retorno para a população de uma forma que possa ser aproveitada. Eu tenho o objetivo de trabalhar na iniciativa pública para contribuir de alguma forma para o pequeno e médio produtor, quer seja desenvolvendo ou cultivando um produto que possa ser aplicado no campo e que ajude a agricultura no Brasil como um todo. O plano B seria trabalhar na iniciativa privada, que do ponto de vista profissional e financeiro é incomparável com o setor público, mas que não é justo sair do doutorado e já ir trabalhar na no setor privado e continuar lá para sempre. O plano C seria docente superior. Pois, dessa, forma eu vou aliar o que eu gosto, que pesquiso, além da extensão também, à docência você sempre tem que estar ali em constante aprendizado sempre lendo, aprendendo para cada vez mais para uma aula de qualidade, passando conhecimento de qualidade pra seu aluno e dessa forma, preparando futuras profissionais e pesquisadores.

Ascom: Durante o seu período enquanto estudante da UESPI houve alguma mudança na sua visão de mundo?

De forma geral, a UESPI contribuiu muito na questão profissional, ela meu deu um espírito pesquisador principalmente pelo professor Wagner Rogério que foi meu maior motivador, me moldou para ver um mundo diferente, e inclusive eu tenho um sonho, caso ingresse na docência superior que seria retornar ao campus de Picos como professor de Engenharia Agronômica e fazer parte daquele quadro fantástico.

Reunido com amigos na Universidade Federal de Lavras

Ascom: Gostaria que destacasse a importância que a Universidade Estadual do Piauí tem para a sua vida e como ela contribuiu para onde você chegou até hoje.

A UESPI foi a minha primeira casa, e fazer a graduação naquele momento foi algo para mim muito diferente, foi uma realidade e uma vivência bem forte, as amizades que você constrói, as festas que você vai, as reuniões nos fins de semanas com os amigos para discutir alguma coisa, ou apenas mesmo para se divertir, tudo isso é muito mais intenso. É uma fase na sua vida em que você sai de casa, as vezes sem saber de nada em questão de sobrevivência e posso definir a graduação como superação, pois você sai do conforto de tudo e parte para uma vida adulta, como um aventureiro, que quando você se forma bate um filme com todas as lembranças e dificuldades que passou até atingir aquele nível.

UESPI promove o II Seminário de Curricularização nesta quarta-feira, 28

Por Vitor Gaspar

Nesta quarta-feira (28), acontece o II Seminário de Curricularização da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) de 14h até 18h de forma on-line com transmissão do canal do Youtube UespiOficial.

Promovido pela Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis e Comunitários (PREX) e pela Pró-Reitoria de Ensino e Graduação (PREG), o seminário conta com discussões importantes sobre Atividades Curriculares de Extensões dentro do Ensino Superior e a sua importância. O principal objetivo do encontro virtual é fornecer informações, esclarecer dúvidas e outros fatores importantes relacionados ao tema, de forma que toda a comunidade acadêmica possa ter acesso.

Segundo a Diretora do Departamento de Programas e Projetos de Extensão (DAP), setor vinculado a PREG, Roselis Machado, a realização do Seminário tem sido muito solicitada pelos Núcleos de Docentes Estruturantes (NDE) de cada curso que estão trabalhando atualmente na reformulação dos Projetos Pedagógicos de Curso. Ela ressalva que uma das grande novidades nesse processo, é a inserção das Atividades de Curricularização da Extensão (ACE).

“Agora esse processo é obrigatório. 10% da carga horária de todos os cursos devem corresponder a Atividade Curricular de Extensão, então é necessário que possamos discutir mais sobre como implantar da forma mais conveniente e mais correta, dentro desses novos currículos. Percebemos durante o decorrer de todo o ano, os NDEs vem nos trazendo indagações a respeito, sobre qual a melhor forma de fazer, o que é permitido, e dessa forma vimos que agora esse é um momento de generalizar mais, para termos uma conversa mais ampla, com todos os cursos ao mesmo tempo”, encerra.

Estão convidados a participar do encontro como palestrantes, professores e representantes de outras instituições de Ensino Superior para falar sobre a experiência do programa aplicado em suas respectivas Universidades.

A Curricularização é o processo de inclusão de atividades de extensão no currículo dos Cursos, considerando a união do ensino e da pesquisa. Também pode ser chamada de integralização da Extensão. Segundo a Prof.Dra. Ivoneide Alencar, titular da PREX, o Seminário visa atender a necessidade de alguns professores que tenham dúvidas sobre todos os procedimentos, estando convidados representantes que possam dar essa experiência da aplicação do programa em outras instituições. A Pró-Reitora ressalta que todo o processo acontece junto a PREG, e essa parceria precisa estar afinada para que tudo se desenvolva da melhor forma.

“Essa parceria veio diante de uma necessidade de uma realidade do Brasil. A PREX é responsável pela homologação dos Projetos de Extensão, que são os professores que precisam fazer e cadastrar, para depois, partimos para o outro momento que é a questão da certificação, nós temos como premissa o recebimento desses cursos de extensão, que serão inseridos nos Projetos Pedagógicos do Curso e nas disciplinas dos professores, nos quais foram escolhidos nos campi, junto a coordenação”, finaliza.

Acompanhe através do link:

Aluno de Engenharia Elétrica desenvolve projeto de Impressora 3D

Por Vitor Gaspar

Alisson Mesquita, aluno do 8º período do curso de Engenharia Elétrica da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), recebe certificado de trabalho de destaque apresentado no III Congresso Brasileiro de Interdisciplinar em Ciência e Tecnologia.

O aparelho utiliza tecnologias de manufatura avançada, com algumas partes utilizando tecnologia eletrônica para o controle do processo de impressão.

O projeto intitulado, de “Desenvolvimento de Impressora 3D para Aplicações em Engenharia”, também será publicado na revista internacional “The Journal Engineering Exact Sciences”. Também participaram da construção do trabalho, Hizadora Silva Lima e o Prof. Juan de Aguiar Gonçalves.

O equipamento pode ser utilizado para a manufatura de peças de alta qualidade, mesmo tendo formas complexas, sendo essencial para aplicações em Engenharia. Segundo Alisson Mesquita, autor principal do projeto, essa impressora foi feita observando as características das já existentes no mercado, tentando colher características já estabelecidas para construir uma impressora única e que possua as qualidades fundamentais para suprir a demanda de um laboratório.

Para ele, a ideia de construir a impressora 3D surgiu quando se observou uma forte demanda dentro dos laboratórios do curso de Engenharia Elétrica para a confecção de peças voltadas para aplicações na área. Ele destaca que dessa forma, pesquisadores do curso buscavam fabricar peças sob medida e com características específicas, fator que inviabilizava as pesquisas, e logo depois que esse problema foi analisado, uma solução viável foi encontrada, assim dando a ideia do projeto.

“Me sinto grato pela oportunidade de apresentar o projeto no evento nacional III CoBICET, e mostrar a tecnologia desenvolvida dentro do curso de Engenharia Elétrica da nossa UESPI. E ser indicado para a publicação em uma revista internacional é uma oportunidade única de mostrar para a sociedade a importância do trabalho”, conclui.

Essa impressora é um modelo único, projetada e realizada pelos autores do projeto.

O Coordenador do Núcleo de Formação e Pesquisa em Energias Renováveis e Telecomunicações do Piauí (NUFPERPI), professor do Curso de Engenharia Elétrica, e membro do Grupo Interdisciplinar de Pesquisa e Energias Renováveis de Tecnologias Sociais, Juan De Aguiar, enfatiza que a UESPI já trabalha de forma ampla, na área de Engenharia Elétrica, e também na parte de Mecatrônica e Robótica aplicada em Engenharia, e esse é um dos desdobramentos das segregações das próprias expertises, advindas do curso, destacando que esse trabalho abre as portas que possam ser feitas impressoras de maior dimensão.

“Impressoras aplicadas a outras áreas como a Construção Civil, a construção de próteses, e também impressoras que podemos projetar tudo aquilo que for necessário para a prototipagem de novas tecnologias. Esse tipo de expertise, quando consolidada, pode ser aplicada em diversos segmentos”, conclui.

O projeto também possui um viés social, visto que essa impressora pode ser a base para construção de peças na área da Engenharia em projetos do curso, além, da aplicação em outras áreas, tais como medicina, quando se trata da fabricação de EPIs para médicos, no combate ao COVID-19, ou na manufatura de próteses para pacientes. Além disso, a máquina tem papel fundamental para a proposição de outros projetos que utilizam a impressora 3D, tais como a fabricação de casas com o uso dessa tecnologia.

Abertas as inscrições para a 1° Turma do Mestrado Nacional Profissional em Ensino de Física em Piripiri-PI

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI), por meio da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PROP), comunica a abertura de Processo Seletivo do MNPEF/2023 para o preenchimento de 09 (nove) vagas para ingresso na 1a Turma do Curso de MESTRADO NACIONAL PROFISSIONAL EM ENSINO DE FÍSICA – MNPEF, Polo 66 em Piripiri-PI, com inscrições no período de 05/09/2022 a 30/09/2022.

O MNPEF é um programa nacional de pós-graduação de caráter profissional, voltado para professores de Ensino Médio e Fundamental com ênfase principal na Área de Física. É uma iniciativa da Sociedade Brasileira de Física (SBF) com o objetivo de coordenar diferentes capacidades apresentadas por diversas Instituições de Ensino Superior (IES) distribuídas em todas as regiões do País. Tem o objetivo de capacitar em nível de mestrado professores da Educação Básica quanto ao domínio de conteúdos de Física e de técnicas atuais de Ensino para aplicação em sala de aula como, por exemplo, estratégias que utilizam recursos de mídia eletrônica, tecnológicos e/ou computacionais para motivação, informação, experimentação e demonstrações de diferentes fenômenos relativos à Física.

A UESPI em 2022 submeteu proposta à Quarta Chamada de Credenciamento de novos Polos do Programa Nacional de Mestrado Profissional em Ensino de Física (MNPEF). Para esta chamada houve o credenciamento de quatro novos Polos, a saber: Polo 64: UFAM_Itacoatiara (ICET)/Coari (ISB) – Universidade Federal do Amazonas; Polo 65: IFPI – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauí – Picos; Polo 66: UESPI – Universidade Estadual do Piauí – Piripiri; Polo 67: UNIFAP- Universidade Federal do Amapá. O Estado do Piauí agora dispõe de três Polos do MNPEF: UFPI (Teresina), UESPI (Piripiri) e IFPI(Picos).

O Polo 66 MNPEF-UESPI (Piripiri-PI), localizado no Campus Prof. Antonio Geovanne de Sousa, em Piripiri-PI, foi uma construção histórica da Física da UESPI. Inicialmente o corpo docente do programa é composto por 19 professores das áreas de Física, Filosofia, Pedagogia, Química, Computação, Letras Português e Letras Inglês, dos campi de Teresina, Piripiri e Parnaíba; e ainda colaboradores externos da UEMA-Caxias-MA e UFC-Sobral-CE.

O coordenador do Polo 66 MNPEF-UESPI, Prof. Dr. Agmael Mendonça Silva, pontua que “Este Mestrado virá a abrir um leque de colaboração regional com as Escolas do Ensino Básico, com as I.E.S, órgãos da administração pública, professores e especialistas, e a comunidade em geral, contribuindo com a qualificação profissional no Ensino de Física e integração com outras áreas do conhecimento. A médio e/ou longo prazo teremos produções científicas que naturalmente irão impulsionar o surgimento de novos programas de Mestrado e/ou Doutorado para a região”, conclui.

ENADE 2022: Administração Superior, Coordenadores e Diretores de Centro se reúnem para discutir a importância do programa

A Administração Superior da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), juntamente aos coordenadores de 06 cursos ofertados pela Instituição, e dos diretores de Centro se reuniram no Auditório Pirajá, no campus Poeta Torquato Neto em Teresina, para o lançamento do Programa Conecta Enade 2022 e para a palestra sobre o Sistema Nacional de Avaliação de Educação Superior (SINAES), realizada pelo professor Paulo Henrique, Pró-Reitor de Ensino e Graduação (PREG).

Convidados presentes no auditório Pirajá

O Programa é de iniciativa da Reitoria e da Vice-Reitoria, representados pelo Prof. Dr. Evandro Alberto e o Prof. Dr. Jesus Abreu respectivamente, com o objetivo geral de auxiliar os concluintes de cursos de bacharelado e de licenciatura na realização das provas do Enade, propiciando-lhes suporte para as duas fases do exame (questionário do estudante e prova de conhecimentos), com orientações dirigidas e aprofundamento dos conteúdos trabalhados durante o curso, previstos nas diretrizes curriculares dos cursos de graduação, no que diz respeito à sua formação geral e profissional.

O Vice-Reitor, Prof. Jesus Abreu (á esquerda da imagem) esteve presente e foi o primeiro a discursar no evento

O Reitor da UESPI, Prof. Dr. Evandro Alberto parabenizou todos os presentes e que fazem parte de toda a construção, pelo empenho e trabalho realizado, afirmando que esse Programa irá se expandir ainda mais, destacando que são vários professores que estão se somando a essa luta. “Nós tivemos experiências através de projetos, para discutir e qualificar sobre o ENADE, como uma revisão. A partir disso, sentimos a necessidade de poder trabalhar com a Procuradoria Institucional para montarmos um programa permanente, pois esse é um Programa da Universidade que vai alinhar os índices, as determinações do MEC, do INEP, sobretudo buscando esse padrão de qualidade que a Instituição precisa ter”.

Prof. Dr. Evandro Alberto discursando para os presentes no encontro

Além disso, durante o encontro houve a palestra do Prof. Paulo Henrique sobre o Sistema Nacional de Avaliação de Educação Superior (SINAES), programa nacional vinculado ao Ministério da Educação (MEC), que analisa as instituições, os cursos e o desempenho dos estudantes. Para falar sobre isso, o Prof. Paulo Henrique, Pró-Reitor da PREG explica que a legislação existe desde 2010 para que haja bons indicadores nos cursos dentro das Universidades. “No momento vamos discutir a legislação e aplica-la no âmbito da Instituição”, afirma.

Prof. Paulo Henrique explicando os principais pontos a serem discutidos durante a palestra

Maria Rosário de Fátima Ferreira Batista, esteve presente, representando a Comissão Própria de Avaliação (CPA)

O Coordenador do Curso de Ciências Contabéis Domingos Sávio, esteve presente no encontro e comenta que o Programa é importante para os ingressantes para que eles adquiram o diploma, pois se trata de uma exigência do MEC. “Como esse exame é feito periodicamente e contempla todos os alunos, ajuda a capacita-los ainda mais e que possa medir o grau da Universidade e o seu conceito”, conclui.

Durante o encontro, foi apresentando o Portal do ENADE, que está em desenvolvimento pela Comissão Técnica do Programa Conecta ENADE e deve estar disponível em breve para toda a comunidade acadêmica, funcionando como uma ferramenta de comunicação da Universidade com o aluno, onde serão disponibilizadas informações relacionadas ao programa, como o cronograma, além do acesso as avaliações anteriores, dentre outros. Para a Prof. Márcia Edilene, assessora especial da Vice-Reitoria, essa proposta veio para ficar de forma contínua para a Universidade Estadual do Piauí.

“O Programa conecta o concluinte dos cursos da UESPI ao ENADE, de forma que o graduando compreenda se tornou obrigatório e que a sua não realização implica no impedimento da colação de grau. Desse modo objetiva que o estudante abrace o programa”.

Prof. Márcia Edilene falando para os convidados

SAIBA MAIS SOBRE O CONECTA ENADE

O Conecta ENADE terá ações que se realizarão no formato de oficinas, workshops, seminários, palestras, debates, rodas de conversa e outras modalidades, nas quais serão enfocados temas como: UESPI e Enade, estrutura da prova do Enade, questões do Enade de cunho geral e específico, conteúdos específicos de cada curso, Plataforma UESPI, metodologias ativas, formação docente e currículo, além da ênfase nos Indicadores da Educação Superior (SINAES) na UESPI.

O Programa é constituído de três componentes: equipe técnica (responsável pelas informações sobre o Enade e o SINAES); equipe de Língua Portuguesa (responsável pelas informações sobre a estrutura da prova do Enade – características do item, tipos de itens, gabaritos e distratores – e desenvolvimento de estratégias de leitura, interpretação e produção textual) e equipe pedagógica (responsável pelas informações dos conteúdos específicos de cada curso).

EQUIPES:

TÉCNICA:

Paulo Henrique da Costa Pinheiro

Maria Rosario de Fatima Ferreira Batista

Tales Antão de Alencar Carvalho

Mônica Maria Feitosa Braga Gentil

Márcia Edlene Mauriz Lima

LÍNGUA PORTUGUESA:

Márcia Edlene Mauriz Lima

Shirlei Marly Alves

Tarcilane Fernandes da Silva

Francisco Renato Lima

Thiago de Sousa Amorim

EQUIPE PEDAGÓGICA:

Docentes dos cursos avaliados

O Enade 2022 será realizado no dia 27 de novembro, e os estudantes avaliados serão dos cursos de bacharelado, a saber: Direito, Administração, Ciências Contábeis, Jornalismo, Turismo e Psicologia.

O processo de avaliação leva em consideração aspectos como ensino, pesquisa, extensão, responsabilidade social, gestão da instituição e corpo docente. Entre os principais critérios que compõe o programa está o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE), que corresponde a 70% da nota da Universidade, e nesse sentido a UESPI promove o lançamento do Programa Conecta Enade, de caráter permanente e que tem como principal objetivo fomentar a cultura do exame dentro da Instituição.

Para o Prof. Tales Antão, membro da Comissão Técnica do ENADE e diretor do Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT), o programa impacta a oferta de cursos, o número de vagas e a avaliação da instituição. “Através dessa promoção, podemos desenvolver oficinas, com professores, coordenadores e alunos que estão participando dos ciclos de avaliação”, afirmou.

Prof. Tales Antão explicando os principais pontos do Portal do ENADE

Outro encontro, está previsto para acontecer nos próximos dias de forma on-line direcionados aos coordenadores de campi do interior, além da promoção de oficinas de forma presencial em todos os campi.

Membros do NEA Cajuí participam de um trabalho de cultivo de horta comunitária no Labino

Por Vitor Gaspar

Membros do Núcleo de Estudo, Pesquisa e Extensão em Agroecologia (NEA CAJUÍ), da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), realizam um trabalho voltado ao cultivo de uma horta comunitária realizado por famílias de pescadores no Labino, na zona rural de Ilha Grande do Piauí.

Momento de cultivo na horta no Labino/Divulgação: TV Costa Norte

Há cerca de oito meses essas famílias começaram o cultivo dessa horta, no terreno de uma moradora da região, localizada no norte do Estado, onde são plantados diversos tipos de hortaliças como: alface, cheiro verde, berinjela, pimenta, tomate, dentre outros. O projeto acontece em parceria com a Cáritas Diocesana de Parnaíba, organização que apoia atividades em comunidades tradicionais na linha de dimensão social.

De acordo com Valdinar Bezerra, coordenador do NEA CAJUÍ, o núcleo foi convidado a participar do projeto, e contou com a participação de um aluno do Programa Institucional de Bolsas de Extensão Universitária (PIBEU) e de um egresso do curso de Engenharia Agronômica. 

“Estamos participando desse projeto, em parceria com a Cáritas que está à frente dessa organização, e aproveitamos esse projeto para encaminharmos para o PIBEU esse subprojeto, para termos um bolsista que acompanhe essas atividades, não somente essa no Labino, mas como também em outras regiões”, finaliza.

O trabalho é realizado de forma coletiva, mantendo os cuidados e atenção necessária para que o cultivo possa experimentar variadas formas de plantio, produzir alimentos de boa qualidade com a finalidade de levar essa produção para a comunidade.

Rhuan Silva, Diretor Executivo da Cáricas Diocesana de Parnaíba destaca que após o processo de análise e de conhecimento do terreno, foi realizado um cadastro das famílias no local que gostariam de participar do plantio e elaborando um perfil a partir disso. Ele comenta que logo após solicitou a ajuda de Adolfo Costa, egresso do curso de Engenharia Agronômica da UESPI e do professor Valdinar Bezerra para a participação de membros do NEA Cajuí na ação.

”Fechamos uma parceria disponibilizando para que alunos dessem um suporte durante os dias de sexta-feira, tanto na forma de cultivação, como na forma de plantar e conduzir a própria horta, para que ela possa crescer ainda mais e se multiplicar para a comunidade. Essa não é a primeira parceria com o Núcleo, já temos trabalhos feitos em outras hortas também”.

Segundo Adolfo Costa, egresso do curso de Engenharia Agronômica da UESPI e membro do NEA Cajuí, o projeto foi iniciado por uma iniciativa da Associação dos moradores da região, juntamente com o movimento dos pescadores. “Após essa participação com os parceiros da Cáritas, articulei uma maior presença do núcleo junto ao professor Valdinar e com a participação dos discentes”.

Adolfo Costa durante entrevista a TV Costa Norte/ Divulgação: TV Costa Norte

NEA CAJUÍ

O Nea/Cajuí leva atividades de extensão de cunho agroecológico em comunidades rurais de pequenos agricultores. A metodologia empregada busca levar conhecimentos técnicos a pequenos produtores rurais. São promovidas atividades teóricas e práticas.

Os trabalhos de extensão tiveram início no ano de 2010 através da iniciativa de discentes do curso de Agronomia da UESPI, bem como dos professores da instituição e pesquisadores da Embrapa Meio Norte, visando atender comunidades assentadas na região Norte do Piauí.

PIBEU 2022: Tire suas dúvidas com relação ao lançamento do edital

Por Vitor Gaspar

Uma boa oportunidade para a comunidade acadêmica da Universidade Estadual do Piauí! Através da Pró-Reitoria de Extensão, Assuntos Estudantis e Comunitários (PREX), a UESPI organiza uma live com a finalidade esclarecer dúvidas e destacar os principais pontos relacionados ao lançamento do edital do Programa Institucional de Bolsas em Extensão Universitária (PIBEU).

O edital lançado para a seleção de propostas de projeto de extensão, oferta 70 vagas com bolsas no valor de R$ 400,00 tendo duração de 12 meses.  A Extensão é uma das funções sociais da Universidade, realizada por meio de um conjunto de ações voltadas à sociedade, que devem estar vinculadas ao Ensino e à Pesquisa.

Para falar sobre isso, a Pró-Reitora da PREX, Prof. Dra. Ivoneide Alencar, destaca que a equipe se reuniu para ajudar professores e alunos que queiram esclarecer dúvidas estando de portas abertas para esclarecer esses questionamentos. “Nesse programa, professores e alunos estarão juntos, no sentido de dar a movimentação que a pesquisa é necessária”.

Prof. Dra. Ivoneide Alencar apresentando o programa e a sua importância para a comunidade acadêmica

De acordo com o diretor do Departamento de Programas e Projeto de Extensão, Lucídio Carvalho, esse edital conta com uma novidade que foi a retirada do relatório parcial. Segundo ele, essa mudança dará mais liberdade ao professor, na condução do PIBEU. “Com essa modificação, a gente espera que durante o relatório final podemos colher melhoras na construção desse relatório”, finaliza.

A live contou com a participação de membros do departamento ligados ao programa

A Universidade lança o edital para submissão de projetos de extensão todos os anos, sendo que o mesmo deve ser submetido por um professor orientador. Para este ano as 70 vagas são destinadas a 7 Áreas do Conhecimento, sendo:

04 vagas para o curso de Ciências Agrárias

10 vagas para Ciências da Saúde

07 vagas para Ciências Exatas e da Terra

16 vagas para Ciências Humanas

19 vagas para Ciências Sociais Aplicadas,

04 vagas para Engenharias e Tecnologias

10 vagas para Linguística, Letras e Artes

Segundo o chefe da Divisão de Programas Socioculturais, Sr. José Ramalho, o programa proporciona ao aluno o contato na prática do que ele vivenciou em sala de aula, e dessa forma faz com que a Universidade trabalhe diretamente com a comunidade. Além disso, ele destaca a importância do incentivo financeiro aplicado ao bolsista.

“O incentivo para os bolsistas é importante, pois são eles que estão diretamente ligados ao programa e que vão fazer os relatórios que serão enviados para avaliação e quem vão participar do seminário relatando tudo o que aconteceu durante a extensão”, encerra.

Os principais critérios para a participação no PIBEU sendo apresentados via slide e explicados pelo chefe da Divisão de Programas Socioculturais

Alguns dos critérios necessários para o programa são: de atendimento a área temática e linha de extensão, natureza extensionista da proposta, relação com a proposta pedagógica de curso, relação com a sociedade, contexto e justificativa das propostas, clareza de objetivos e metas, dentre outros pontos prescritos no edital.

Os interessados ainda podem enviar suas dúvidas para o endereço de e-mail dpsc@prex.uespi.br, ou entrando em contato com Ramalho Leite através do número (86) 99932-5072.

Confira o edital completo: SEI_GOV-PI-5337485-Edital

Professores e alunos de enfermagem da UESPI participam de Congresso em Fortaleza-CE

Por Vitor Gaspar

Na manhã do dia 12 de setembro, professores, coordenadores e alunos de Enfermagem da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) estiveram na 24º edição do Congresso Brasileiro dos Conselhos de Enfermagem (CBCEFN), realizado no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza.

Professores e alunos representando a UESPI

O CBCEFN é o maior evento científico anual da área de Enfermagem na América Latina e, em 2022, trouxe como como tema a “Valorização e Reconhecimento da Enfermagem: política, inovação e autonomia”. O encontro reuniu mais de 300 pessoas participantes do minicurso de Tecnologia em lesões de pele.

Mais de 30 representantes da UESPI estiveram no Congresso, entre eles a Prof. Dra. Sandra Marina, do Centro de Ciência da Saúde (CSS/Facime). Ela é também membro da Associação Brasileira de Estomaterapia (SOBEST) e ministrou um mini curso para mais de 300 pessoas sobre tecnologias em lesões de pele, que ocorreu na manhã do dia 12 de setembro. “Foi uma alegria ver o auditório repleto de estudantes, enfermeiros e estomaterapeutas no curso e ressalto que a principal tecnologia é avaliação e limpeza e está acessível a todos. Os produtos e coberturas dependem de conhecimento e indicação correta”.

Profa. Sandra Marina ministrou um mini curso durante o evento para mais de 300 pessoas

Também estavam presentes no evento juntamente com seus discentes a Coordenadora do curso de Enfermagem de Floriano, Profa. Maria Luzinete Rodrigues, o professor Augusto Cunha, o Coordenador do curso de Enfermagem em Parnaíba, Prof. Joelson Almeida e Prof. Allamy Danilo, do Curso de Bacharelado em Enfermagem, Campus Doutora Josefina Demes.

“O CBCENF se configura como um dos maiores eventos da enfermagem brasileira e traz pautas, debates e reflexões importantes para a categoria profissional. Neste sentido, observa-se a importância de estar presente neste evento, a fim de buscar melhorar as condições da nossa categoria profissional, bem como para a atualização do cuidado em enfermagem com o intuito de qualificar a assistência prestada à população”, afirmou o prof. Augusto Cézar, de Floriano.

 

Prof. Allamy Danilo, de Floriano esteve no Congresso coordenando trabalhos

 

Os estudantes de Enfermagem da UESPI, de variados blocos, apresentaram diversos trabalhos voltados a temas relacionados a temática da disciplina. E para falar sobre isso, Yara Oliveira, discente do 9º período do Centro de Ciências da Saúde (CCS), da FACIME de Teresina destaca que foi muito gratificante poder estar participando deste grande Congresso. “Sou relatora de um trabalho e coautora de um segundo e na Universidade sempre encontramos apoio para realizarmos atividades científicas. Participar de um evento tão importante para a Enfermagem como aluna da UESPI me enche de orgulho!”, finaliza.

Yara Oliveira, apresentou um trabalho sobre descarte de resíduos sólidos e outro sobre assistência de Enfermagem

 

Os alunos de Enfermagem do campus Prof. Alexandre Alves de Oliveira em Parnaíba também marcaram presença no evento.

O Coordenador do curso, em Parnaiba, Prof. Joelson Almeida, estava com os alunos do 5, 7 e 9 períodos do curso de Enfermagem de Parnaiba vieram apresentar seus resultados oriundos de pesquisas e extensão voltados ao campo da Enfermagem.

Entre eles, Letícia Silva, vice-presidente do Centro Acadêmico Solange Feitosa. Para ela, a participação na edição deste ano foi uma experiência enriquecedora para o seu crescimento profissional. “Me proporcionou aprendizados inovadores e surpreendentes. Senti enorme satisfação e alegria, que venha o 25° CBCEFN!”.

Letícia Silva, vice-presidente do Centro Acadêmico Solange Feitosa, em Parnaíba

 

De acordo com as discentes de Enfermagem de Parnaíba a presença no 24° CBCENF para apresentação de trabalhos na categoria de Comunicação Coordenada confere às acadêmicas  não somente a experiência de participação em um congresso nesse período pós pandêmico, mas também o enriquecimento de suas bagagens acadêmicas através do contato com profissionais e acadêmicos do Brasil e do mundo, assim como as palestras, minicursos, mesas redondas, simulações e cursos sediados pelo evento.

A ação contou com mesas redondas, palestras, lançamentos de livros, apresentação de trabalhos, contando com encontros de gestão de Conselhos de Enfermagem, dentre outras atrações. Além disso, foram premiados trabalhos em três temas: Inovação das Práticas de Cuidado, Dimensão Ético Política nas Práticas Profissionais e Tecnologias e Comunicação na Formação de Enfermagem.

 

Os projetos apresentados por discentes da UESPI:

Trabalho: Importância dos Conhecimentos de Enfermagem durante a pandemia de COVID- 19:

Período: 7º Bloco

Campus: Centro de Ciências da Saúde (CCS) – FACIME em Teresina

Autores:  Vyrna Rebeca; Ícaro Soares; Lísia Probo; Lívia Maria; Mayara Natália.

Trabalho apresentado por Vyrna Rebeca

 

Trabalho: A atuação do Profissional Enfermeiro na Atenção a pessoa Transexual:

Período: 7º Bloco

Campus: Centro de Ciências da Saúde (CCS) – FACIME em Teresina

Autor: Ícaro Soares

Ícaro Soares, durante apresentação da pesquisa

Trabalho: Avaliação da dor oncológica em pacientes durante a pandemia por Covid-19: estratégia de cuidados paliativos

Período: 4º Bloco

Campus: Centro de Ciências da Saúde (CCS) – FACIME em Teresina

Autora: Maria Inês Martins de Araújo

Maria Araújo, durante apresentação do projeto

Trabalho: MANEJO NO CONTROLE DE INFECÇÕES HOSPITALARES MULTIRESISTENRES ASSOCIADAS A PACIENTES PORTADORES DE COVID -19

Período: 4º Bloco

Campus: Centro de Ciências da Saúde (CCS) – FACIME em Teresina

Autora: Maria Inês Martins de Araújo

Mais uma pesquisa apresentada pela discente Maria Araújo

Trabalho: Intervenção Educativa em saúde sobre alimentação infantil equilibrada

Período: 5º Bloco

Campus: Centro de Ciências da Saúde (CCS) – FACIME em Teresina

Autores: Maria Victória Pereira Veloso/ Fabiana Batista; Michele Cabral; Maria Eduarda; Domicio Lima; Adriana Sousa

Maria Veloso apresentando seu projeto

Trabalho: O Manejo da tecnologias não-invasivas na desmedicalização do parto

Período:

Campus: Josefina Demes, em Floriano

Autora: Maria Eduarda Constâncio da Silva

Colaboradores: Alessandra Beltrami, Ana Oliveira, João de Sousa e Maria Rodrigues

Maria Eduarda da Silva apresentando o projeto

Trabalho: Educação em saúde para crianças: estratégia de combate à dengue

Período: 5º Bloco

Campus: Centro de Ciências da Saúde (CCS) – FACIME em Teresina

Autora: Fabiana Ribeiro, com participação de Maria Victoria, Michele Cabral, Maria Eduarda, Domicio Lima e Adriana Sousa

Fabiana Ribeiro com seu projeto apresentado

Trabalho: Relevância da extensão universitária em segurança do paciente para a formação Universitária: relato de experiência

Período: 5º Bloco

Campus: Centro de Ciências da Saúde (CCS) – FACIME em Teresina

Autoras: Maria Eduarda Frota, Fabiana Ribeiro e Adriana Carvalho

Maria Eduarda Frota apresentando sua pesquisa

Trabalho: Ações de uma Liga Acadêmica de Semiologia e Semiotécnica

Período: 10º Bloco

Campus: Josefina Demes em Floriano

Autora: Sandy Soares de Sousa

A autora da pesquisa Sandy Soares falando sobre seu projeto

 

Trabalho: A Enfermagem na Atenção à Saúde da Mulher Vítima de Violência Doméstica: Revisão Integrativa

Campus: Alexandre Alves de Oliveira, de Parnaíba

Autores: Joana Nágila Ribeiro Figueira / Antonia Vitória Elayne Carneiro Araujo /Aline Miranda de Abreu/
Isaac Gonçalves da Silva / Taynara Lais Silva / Thalis Kennedy Azevedo de Araujo /Thatiana Araújo Maranhão

 

Trabalho: Educação Sexual como Promoção de Saúde na Pré-Adolescência: Relato de Experiência

Campus: Alexandre Alves de Oliveira, de Parnaíba

Autora: Aline Miranda de Abreu / Antonia Vitória Elayne Carneiro Araujo / Joana Nágila Ribeiro Figueira
Poliana Veras de Brito / Maylana Rodrigues Linhares / Joelson dos Santos Almeida

 

Trabalho: Enfermagem na Promoção e Incentivo da Vacinação: Relato de Experiência

Campus: Alexandre Alves de Oliveira

Autora: Maylana Rodrigues linhares / Aline Miranda de Abreu / Ananda Moraes Manda / Antonia Vitória Elayne Carneiro Araujo / Joana Nágila Ribeiro Figueira / Poliana Veras de Brito / Joelson dos Santos Almeida

Título: Percepção do enfermeiro sobre o cuidado humanizado à pacientes

Campus: Centro de Ciências da Saúde (CCS) – FACIME em Teresina

Bloco: 7º período

Autores: Lísia Andrade, Maísa Almeida e Nathalia Maria

Lísia Andrade

Título: Caracterização de internações e óbitos por diabetes melitus no nordeste brasileiro entre 2010 e 2019

Bloco: 7º período

Campus: Josefina Demes, de Floriano

Autor: Luan Marques

Luan Marques

Título: Enfermagem na Prevenção e Enfrentamento do Bullying no Ambiente Escolar: Relato de Experiência

Campus: Alexandre Alves de Oliveira, de Parnaíba

Autores: Maylana Rodrigues Linhares / Aline Miranda de Abreu / Antonia Vitória Elayne Carneiro Araujo
Joana Nágila Ribeiro Figueira / Poliana Veras de Brito / Joelson dos Santos Almeida

 

Título: Saúde Sexual e Reprodutiva como Estratégia de Promoção de Saúde no Ambiente Escolar: Relato de Experiência

Campus: Alexandre Alves de Oliveira de Parnaíba

Autores: Aline Miranda de Abreu / Antonia Vitória Elayne Carneiro Araujo / Joana Nágila Ribeiro Figueira
Joelson dos Santos Almeida

 

Título: Higiene Pessoal como Educação em Saúde na Infância: Relato de Experiência

Campus: Alexandre Alves de Oliveira, de Parnaíba

Autores: Joana Nágila Ribeiro Figueira / Aline Miranda de Abreu / Antonia Vitória Elayne Araujo
Maylana Rodrigues Linhares / Poliana Veras de Brito / Joelson dos Santos Almeida

 

5 Estrelas! O Programa de Pós-Graduação em Letras tem nota 5 na CAPES

Por Vitor Gaspar

O Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Estadual do Piauí (PPGL/UESPI) alcança a nota máxima em resultado divulgado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), referente a Avaliação Quadrienal de 2021.

O PPGL/UESPI aumentou de nota 4 para 5, valor equivalente a pontuação máxima referente a mais de 90% dos indicadores analisados. Na instituição, o programa é vinculado a Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Gradução (PROP) e para falar sobre isso, o Prof. Rauirys Alencar, titular da pasta, destaca que essa conquista é o fruto da dedicação de todos que fazem parte do programa.

“É uma conquista coletiva do Programa. Todos e todas sabem, reconhecem o valor e trabalham para melhorar a cada dia. É importante esse empenho, esse engajamento dos docentes, discentes e técnicos e, claro da Administração Superior, porque juntos temos mais força para conquistar a excelência no ensino, pesquisa e extensão. O programa está de parabéns, a UESPI está orgulhosa e vamos juntos e juntas buscar mais conquistas, porque isso se reflete em uma educação mais sólida e com mais qualidade”.

A Capes avalia, a cada quatro anos, o desempenho dos programas de pós-graduação das instituições de ensino superior públicas e privadas. O órgão vinculado ao Ministério da Educação (MEC) analisa indicadores relativos à qualidade dos programas, da formação e ao nível de impacto social da produção intelectual. Para o atual Coordenador do Programa, Prof.Dr. Franklin OIiveira, esse desempenho é um reflexo de um árduo trabalho de Autoavaliação do Programa e do esforço coletivo de professores, alunos e técnicos com a liderança dos Coordenadores que executaram um plano estratégico desde a última avaliação para que esse resultado tivesse êxito.

“A trajetória do PPGL é marcada pelas parcerias nacionais e internacionais e pela dedicação dos nossos docentes, discentes e técnicos.  O nosso Mestrado conquistou projeção nacional em pouco mais de 10 anos de sua criação. A excelência do programa está relacionada ao investimento em corpo docente formado por pesquisadores de alto nível, à proposta pedagógica e por nossa Autoavaliação. Nossa meta agora é conseguir o Doutorado. Estamos confiantes e motivados para ter um resultado positivo nesta submissão”.

Prof. Franklin Oliveira, atual coordenador do Programa

O desempenho do programa se mostrou satisfatório nos três quesitos da avaliação. Em relação à qualidade do programa, o curso se destaca por seu planejamento estratégico, pela produção intelectual, pelo nível de aprendizado do discente, pelas parcerias institucionais e pela atuação efetiva dos docentes e discentes no ensino, na pesquisa e na extensão.

Para a Prof. Dra. Algemira Mendes, ex-coordenadora do PPGL (2017-2020), o excelente resultado é fruto do esforço coletivo de todos que fazem parte do processo. ”Entendo que devemos agradecer à rede de cooperação que formamos entre os discentes, docentes, técnicos e o apoio da administração superior, que nos tem dado ao longo desses 12 anos de existência do programa e prestando o suporte  necessário para chegarmos ao resultado que obtivemos nessa avaliação quadrienal/2017/2021”.

Profa. Algemira de Macedo Mendes, ex-coordenadora do PPGL-UESPI 2017-2020)

O curso obteve conceito máximo no quesito de qualidade da formação, pela produção científica gerada pelos discentes, egressos e professores, pelo elevado envolvimento do corpo docente, pela adequação das dissertações às linhas e projetos de pesquisa e pelo alto número de artigos publicados em periódicos classificados pelo Qualis Capes.

A professora Dra. Bárbara Olímpia, ex-coordenadora do PPGL (2020-2022), também destacou o compromisso do corpo docente, discente e técnico, bem como da Administração Superior. “Agora nossa responsabilidade com a formação de recursos humanos altamente qualificados aumenta ainda mais. A UESPI merece nosso compromisso”.

Profa. Barbara Olímpia Melo, foi coordenadora entre 2020 e 2022

O PPGL-UESPI também obteve destaque por seu impacto econômico, social e cultural. De acordo com a Capes, a atuação em ações de extensão e produção de conhecimento, bem como de apoio a políticas públicas, além do desenvolvimento de atividades para solução de problemas regionais proporcionou a promoção de impactos econômico, social e cultural.

UESPI alcança 1º lugar no Programa de Residência Pedagógica no Piauí

Por Vitor Manoel

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) alcançou o 1º lugar no Estado no Programa de Residência Pedagógica (PRP) em ranking divulgado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) em 2022.

O Programa de orientação nacional contempla alunos a partir de 5º período em disciplinas de Licenciatura para a atuação em sala de aula. A Residência Pedagógica proporciona aos estudantes, bolsas para intervenção docente nas escolas, sob a supervisão dos educadores das instituições. Na UESPI, o programa é vinculado a Pró-Reitoria de Ensino e Graduação (PREG).

Mônica Gentil, Pró-Reitora Adjunta da PREG destaca que esse é o terceiro ano do projeto e que tem proporcionado aos alunos, experiências para eles com a atuação direta na escola. “Podemos dizer que com esses programas a Universidade Estadual do Piauí está formando grandes profissionais pra entrar no mercado, dando ao aluno essa experiência com a docência”.

Assim como o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), o PRP da UESPI se mantém em primeiro lugar no Estado e amplia o número de bolsas para a instituição, conquistando 100% das cotas almejadas. O edital 24/2022 conquistou 34 bolsas para os Docentes Orientadores com 102 bolsas para preceptores (professores da Educação Básica) e 510 bolsas para licenciandos residentes da UESPI entre 11 das 13 licenciaturas existentes em 10 campi da UESPI.

Segundo a Coordenadora Institucional do programa na UESPI, Kátia Magali, a implantação do referido programa confirma o compromisso da Instituição em alcançar a excelência na formação dos futuros docentes que atuarão na educação básica, oportunizando aos nossos licenciandos experiências práticas e inovadoras na elaboração, investigação e aplicação das metodologias de ensino.

“Simultaneamente à formação do licenciando, contribui com a qualificação docente no ensino, pesquisa e extensão em todas as instâncias, superior e básica, por meio das ações de parceria junto à rede educacional, estadual e municipal. Nesse sentido, a rede de ensino se redimensiona articulando a formação de professores, atuando em sintonia com a IES, em um processo que beneficia os autores e as instituições envolvidas e, consequentemente, contribui para a elevação da qualidade dos serviços prestados na Educação Básica”, encerra.

Para Lylia Rachel, coordenadora do subprojeto de Letras/ Inglês no campus de Piripiri fala sobre as suas expectativas para o ingresso no programa e a preparação para o projeto neste ano. “Minhas expectativas são as melhores possíveis, visto que os programas tendem a melhorar a postura acadêmica e profissional dos futuros professores com a prática nas escolas pólos”, comenta.

EDITAL CAPES 2022:

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UESPI alcança 1º lugar no PIBID no Piauí

Por Vitor Manoel

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI), alcançou o primeiro lugar no Estado no Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) em ranking divulgado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) em 2022.

O Programa é de orientação nacional e contempla alunos de até o quarto período em disciplinas de Licenciatura para atuarem em salas de aula. O PIBID oferece bolsas de iniciação à docência aos alunos de cursos presenciais que se dediquem ao estágio nas escolas públicas e que, quando graduados, se comprometam com o exercício do magistério na rede pública. Na UESPI, o programa é vinculado a Pró-Reitoria de Ensino e Graduação (PREG).

O resultado final coloca a Universidade Estadual do Piauí no 21º lugar entre 250 instituições de todo o país, colocação que marca um acréscimo de 26 posições com relação ao ano passado. Mônica Gentil, Pró-Reitora Adjunta da PREG comenta que O PIBID vem entregando para a Universidade uma resposta muito positiva dos alunos, pois e trata de uma oportunidade dos alunos atuarem no campo adquirindo uma experiência nas escolas.

“Esse resultado é fruto dos projetos que foram apresentados e que são relevantes que vão auxiliar na educação do Estado. Eu tenho observado que os alunos que participam desses programas conseguem aprovação em concursos, são chamados para as escolas e conseguem essa experiência com a docência”.

O projeto PIBID está presente em 11 (onze) dos 13 (treze) campus da instituição, nas áreas de iniciação à docência de Pedagogia, Letras Português, Letras Inglês, Ciências Sociais, Geografia, História, Física, Química, Biologia, Educação física, Interdisciplinar (Física e Química) e Interdisciplinar (Filosofia e Ciências Sociais). Ao todo, foram articulados 37 núcleos de Iniciação à docência oriundos dos campi de Teresina, Picos, Campo Maior, Floriano, Bom Jesus, Corrente, Parnaíba, Piripiri, Picos e Oeiras.

Segundo a Coordenadora Institucional do Programa na UESPI, Prof. Dra. Kelly Santos, durante 18 meses os graduandos estarão envolvidos nas atividades desenvolvidas pelos subprojetos, aplicando nas escolas práticas educacionais como com a finalidade de melhoria do ensino da Educação básica. Ela destaca as expectativas com relação aos pontos que constam no Projeto Institucional.

“Espera-se que no período de vigência dos subprojetos, os licenciandos possam vivenciar e se apropriar da riqueza de práticas e conceitos que serão partilhadas pelos professores supervisores. Que o mesmo possa contribuir no compromisso já firmado entre a instituição formadora e as escolas conformadoras. Que possa promover melhorias na formação inicial dos licenciandos e na formação continuada dos professores supervisores”, finaliza.

Para o Coordenador do subprojeto do curso de Biologia de Campo Maior, Prof. Dr. Hermeson de Oliveira, o resultado alcançado pela UESPI no último edital PIBID foi algo extraordinário. “O programa possibilita aos alunos de licenciatura o contato com a prática docente desde o primeiro ano de graduação e a UESPI se posiciona, mais do que nunca, como uma instituição referência para a formação de professores. É um orgulho poder colaborar com o projeto”.

O projeto institucional PIBID-UESPI visa ofertar condições para uma maior integração com as escolas da Educação Básica do Estado, promovendo assim, uma articulação entre a teoria e a prática da docência, ao tempo em que contribui para a elevação da qualidade dos cursos de licenciatura desta IES

Entre alguns dos principais objetivos propostos pelo Programa está a promoção de atividades que visem o desenvolvimento de competências socioemocionais, contribuição com o processo de formação inicial dos futuros estudantes através de sua inserção no contexto escolar vivenciando a escola em suas diferentes dimensões, além do conhecimento dos processos pedagógicos e da gestão escolar e envolvendo os bolsistas no conhecimento e execução de Projetos Políticos Pedagógicos das escolas.

PIBID RESULTADO

UESPI é representada no XIV Encontro de Coordenadores de Polo UAB

Por Vitor Manoel

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) participou do XIV Encontro de Coordenadores de Polo UAB, sediado no Centro de Educação Aberta e a Distância da Universidade Federal do Piauí (CEAD/UFPI) com representantes das três instituições de ensino superior do Estado. O evento aconteceu na última semana, nos dias 1 e 2 de setembro.

Da esquerda para a direita: Waldirene Silva (Diretora Adjunta do NEAD), Márcia Percilia (Diretora do NEAD), Prof. Evandro Alberto (Reitor da UESPI) e Marly Lopes (Coordenadora pedagógica do NEAD)

O encontro, organizado pela Universidade Aberta do Brasil (UAB) reúne coordenadores de polos que ofertam o ensino à distância, diretores gerais dos núcleos, além da participação de membros da Administração Superior. A ação acontece anualmente com o objetivo de proporcionar que eles possam apontar os processos, resultados e destacando detalhes do trabalho que está sendo feito em cada área de atuação.

O reitor da UESPI, Prof. Dr. Evandro Alberto, marcou presença na abertura e destacou a importância dessa parceria. “As instituições se juntam pela melhoria do ensino no Piauí, inclusive no ensino à distância, nós temos um compromisso com a sociedade, com o programa e com a educação pública e de qualidade”, encerra.

 

Prof. Evandro Alberto discursando no encontro

A diretora do Núcleo de Ensino à Distância (NEAD/UESPI), Prof. Marcia Percilia destaca que a UESPI conta com mais de 1000 alunos na oferta do Ensino à Distância em mais de 20 polos espalhados pelo Estado, adiantando que no ano de 2023 mais cursos de graduação e pós graduação serão ofertados, dando ainda mais oportunidades para os estudantes. Ela ressalva a importância desse ensino para os alunos:

“O Ensino à distância é a forma mais democrática ofertada para os discentes, pois possibilita que o aluno evite um maior deslocamento de uma cidade para a outra, podendo permanecer em seu munícipio e mantendo o mesmo nível de qualidade de Ensino Superior”, finaliza.

Momento de fala da diretora do NEAD/UESPI Márcia Percília

NÚCLEO DE ENSINO À DISTÂNCIA DA UESPI (NEAD/UESPI)

O NEAD/UESPI tem como finalidade promover uma educação a distância de qualidade, gratuita e transformadora para todos os cidadãos, com atuação baseada na ética, no respeito e no compromisso, sendo uma instituição reconhecida por sua qualidade e compromisso com a educação e o Estado do Piauí, seguindo os valores de ética, respeito, valorização da pessoa, honestidade, compromisso e organização.

 

PARFOR prorroga as inscrições para Professor Formador

A Universidade Estadual do Piauí – UESPI, através da Pró-Reitoria de Ensino e Graduação (PREG), considerando a solicitação de prorrogação do período de inscrição para professor formador do PARFOR/UESPI, RESOLVE alterar o ANEXO I CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO do EDITAL PREG/UESPI Nº 002/2022, relativo às inscrições para para professor formador, 2022.1.

ADITIVO DE PRORROGAÇÃO DE PRAZO DE INSCRIÇÃO – 02

Atenção! As inscrições para o Programa de Pós-Graduação em Letras da UESPI acontecem entre os dias 01/09 e 28/09

Por Vitor Manoel

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI), através da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PROP) e a Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Letras (PPGL) divulgam a abertura de inscrições para a 12º turma do Curso de Mestrado em Letras.

As inscrições acontecem a partir de 9h do dia 01/09 até 23h59 do dia 28/09, disponibilizadas de forma on-line através do site: https://nucepe.uespi.br/

Para realizar o processo, o candidato deve acessar o formulário de inscrição, preenchendo todos os dados solicitados e anexando os documentos do formato prescrito pelo edital.

A seleção oferece ao total 43 vagas, distribuídas em três Linhas de Pesquisas: Literatura e Outros Sistemas Semióticos, Literatura, Historiografia e Memória Cultural, além de Estudos da Linguagem, com 21 vagas para os candidatos a Ampla Concorrência e 22 vagas destinadas aos candidatos cotistas como negros, indígenas e quilombolas, pessoas com deficiência e servidores da UESPI.

Nas duas últimas seleções, a prova específica foi retirada do edital devido aos cuidados com o Corona Vírus, e as aulas eram remotas até que um novo protocolo de segurança aprovasse o retorno presencial. Nesta edição, a prova específica de conhecimentos retorna como mais uma etapa de seleção e as aulas serão presenciais.

“Fizemos adaptações no edital para retomar as atividades presenciais na seleção. Além disso, temos uma quantidade de vagas bastante expressiva para que todos os candidatos tenham oportunidade de concorrer e conseguir a aprovação. Mas reforçamos a importância de ler todo o edital para cumprir todos os requisitos e não ter a inscrição indeferida ou o projeto desclassificado por não estar alinhado às pesquisas desenvolvidas pelo corpo docente”, aconselha o prof. Franklin Oliveira, coordenador do PPGL.

O Programa de Pós-Graduação em Letras conta com um corpo docente muito bem qualificado, a maioria dos docentes possui pós-doutorado, e realizam pesquisas em parceira com outras instituições nacionais e internacionais.

“Leia o edital, prepare seu projeto e prepare-se para fazer parte da nossa 13ª turma do PPGL”, convida o prof. Franklin Oliveira.

CONFIRA O EDITAL COMPLETO:

EDITAL_SELECAO_PPGL_edital_10_2022

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LETRAS – PPGL/UESPI

O Programa de Pós-Graduação em Letras – PPGL foi criado em 2010, depois de submissão e aprovação de projeto junto à Capes. Portanto, um programa de mestrado novo e com disposição para desenvolver-se e firmar-se dentro do universo da pesquisa acadêmica em literatura e em linguística no Brasil. O programa é vinculado ao Centro de Ciências Humanas e Letras da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), regulamentado pela Resolução n.º 024/2010, do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão CEPEX – pautado por regimento próprio e pelos dispositivos do Estatuto e do Regimento Geral da Universidade Estadual do Piauí.

Alunos de Zootecnia realizam atividade de Nutrição Animal na zona rural de Teresina

Por Vitor Manoel

Alunos do 5º Bloco do curso de Bacharelado em Zootecnia da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), realizaram um trabalho entre os meses de junho e julho para a disciplina de Nutrição Animal I na Fazenda Escola Santo Afonso, localizado no Povoado Soinho, zona rural de Teresina-PI.

Prática de mensuração biométrica, procedimento que medem a altura, comprimento e profundidade do corpo do animal

Os alunos Antônio Neto, Karol Alves, Rodolfo dos Santos, além da professora e coordenadora do curso Dinnara Silva, estiveram na propriedade de Padre Andrade, que cedeu o espaço do terreno e auxiliou os discentes, proporcionando assim uma troca de conhecimento entre ambos.

A finalidade da ação foi avaliar a nutrição animal de 40 ovinos, através de medidas biométricas, pesos, análise da alimentação, nos quais foram observados erros com gastos excessivos nos insumos.

Ovinos na Fazenda Escola Santo Afonso

Segundo a discente Karol Alves, foi proporcionado uma organização ao pequeno produtor, agregando a base nutricional dos animais em suas localidades que foram a partir disso, enviados para a análise bromatológica. Ela comenta que além de aprender na prática como ocorre cada etapa do procedimento alimentar em uma fazenda, foi possível observar todos o processo desde os gastos ao consumo de animal, além do retorno ao produtor.

“Esse trabalho além de envolver conhecimentos teóricos adquiridos na matéria, envolveu a prática do diálogo entre produtor e aluno, além de uma troca de conhecimento que gerou dois projetos de pesquisa para ajudar pequenos produtores como o abordado nessa fazenda, ajudando também na organização, alimentação, e desenvolvimento desse produtor, podendo assim contribuir com a comunidade futuramente”, encerra.

O trabalho proporcionou aos discentes a construção de dois resumos dirigidos ao CNPA (Congresso Nordestino de Produção Animal) em Fortaleza-CE.

Aluna mostrando os dados do trabalho para o produtor

Bacharelado em Zootecnia

O Zootecnista atua na administração de propriedades rurais tais como fazendas, granjas e haras, podendo ainda atuar em empresas de projetos agropecuários, em agroindústrias (indústrias 44 de rações, produtos biológicos e outros insumos para animais), órgãos públicos como agente de desenvolvimento rural, empresas e laboratórios de pesquisa científica e tecnológica. Também pode atuar, de forma autônoma, em empresa própria ou prestando consultoria.

Campus Parnaíba: V Semana de História e o I Simpósio Regional do PROFHISTÓRIA acontece entre os dias 13/10 e 16/10

Por Vitor Manoel

O Curso de Mestrado Profissional em Ensino de História (PROFHISTÓRIA) e o Curso de Licenciatura Plena em História, da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), realizam a V Semana de História e o I Simpósio Regional do PROFHISTÓRIA da UESPI – Ensino de História e Direitos Humanos.

A ação acontece no campus Prof. Alexandre Alves de Oliveira em Parnaíba, entre os dias 13 e 16 de outubro, com o prazo final para o envio das propostas do minicurso até 31 de agosto. As inscrições já estão abertas e os interessados podem realizar se inscrever de forma on-line através do site do evento.

O tema central do encontro é voltado a reflexão das interfaces entre o ensino de história e os direitos humanos, ofertando uma discussão que envolva a comunidade acadêmica, os professores da Educação Básica e a comunidade externa. A finalidade das atividades é proporcionar a reflexão sobre como o ensino de história praticado na graduação e na pós-graduação pode fortalecer uma formação crítica, atualizada e consequente a cada discente dos respectivos cursos, particularmente ao fornecer novos horizontes relativos ao debate sobre ensino de história e direitos humanos em suas múltiplas interfaces.

O evento acontece de modo presencial, com conferências, mesas-redondas, grupos de trabalho, minicursos, atividades culturais, visitas técnicas, lançamentos de livros e autoavaliação junto aos alunos e professores. Para Danilo Bezerra, coordenador do ProfHistória da UESPI, o Simpósio oferta aos participantes uma formação crítica e atualizada relativa ao ensino de história e aos direitos humanos, de modo que esse saber possa ser instrumentalizado na vida cotidiana, na atuação em sala de aula e nas pesquisas acadêmicas.

“A importância dos temas debatidos vai ao encontro das demandas do tempo presente na medida em que os Direitos Humanos são um tema candente no debate social contemporâneo. Do mesmo modo, além de fornecer uma discussão qualificação para discentes em formação buscamos atrair um público maior e que está além dos muros da universidade. Nesse sentido, as discussões têm condições de percorrer caminhos diversos na sociedade piauiense: do discente em formação à professora que está em sala de aula; do professor que busca uma ampliação dos seus horizontes de conhecimento às lideranças sociais locais que têm empreendido um trabalho de longa data na defesa dos Direitos Humanos de população vulnerabilizadas”. finaliza.

Cronograma do evento:

Até 31/08: Envio das propostas de Minicursos (MC)

Até 10/09: Divulgação do resultado das avaliações das propostas de minicurso enviadas

Até 10/09: Inscrição e Envio dos trabalhos a serem apresentados nos GTs.

Até 25/09: Divulgação dos trabalhos aprovados e programação completa dos GTs.

Até 10/10: Inscrições nos minicursos

Até 13/10: Inscrições de ouvintes

Link para inscrições: https://www.even3.com.br/isrdpu2022/

PROFHISTÓRIA

O ProfHistória é um programa de pós-graduação stricto sensu reconhecido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação (MEC), oferecimento em Rede Nacional. Liderado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o Programa tem como objetivo proporcionar formação continuada aos docentes de História da Educação Básica, com o objetivo de dar qualificação certificada para o exercício da profissão, contribuindo para a melhoria da qualidade do ensino.

Conversa sobre Inteligência Emocional e Trabalho conta com a participação de servidores da UESPI

Por Vitor Manoel

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) por meio da Pró-Reitoria de Administração (PRAD) e da Pró-Reitoria de Extensão, Assuntos Estudantis e Comunitários (PREX) promoveu uma palestra com o tema “Conversa sobre Inteligência Emocional e Trabalho” no auditório do NEAD, campus Poeta Torquato Neto em Teresina.

O objetivo da palestra foi levar aos servidores da UESPI e para as direções de centro e campi uma formação continuada por meio de temas relevantes para o bom desenvolvimento das atividades laborais. A Dra. Aline Martins, especialista em Psicopedagogia e Professora adjunta da UESPI foi a convidada para palestrar sobre o tema da inteligência emocional.

A Pró-Reitora da PRAD, Prof. Dra. Fábia Buenos Aires destaca que a ação teve um propósito de trabalhar a formação continuada do servidor com a ideia de proporcionar uma vez ao mês, esse encontro integrado entre todos os colaboradores da Universidade junto a outras atividades que devem acontecer.

“A nossa ideia é cada vez mais estar integrando esses servidores, com assuntos que sejam do interesse do trabalho desses servidores e ao mesmo tempo que desenvolva as habilidades que eles necessitam. Entendo que dentro da temática trazida hoje da inteligência emocional no trabalho como algo essencial no sentido de que nós precisamos estar sempre habilitados para desenvolver o nosso comportamento, a nossa forma de se relacionar, principalmente nesse período de pandemia”, encerra.

Segundo a Pró-Reitora da PREX, Prof. Dra. Ivoneide Alencar esse momento é importante, pois tira o servidor e o colaborador da zona de conforto, pois, segundo ela, falar de inteligência emocional principalmente nesse período de pandemia é fundamental. “A nossa ideia de fazer esse momento de formação continuada é trazer reflexões para o nosso servidor para que ele possa se doar ainda mais no seu ambiente laboral, além de gerar mesmo uma confraternização e de uma maior aproximação entre os setores da administração superior”.

O Reitor da UESPI, Prof. Dr. Evandro Alberto participou do evento através de vídeo, destacando que a Universidade trabalha em prol de contribuir com a formação dosa colaboradores, no sentido de que eles tenham condições necessárias tanto emocionais, quanto de estrutura para que o trabalho seja cada vez mais harmonioso. “Trazendo grandes profissionais como a Aline Martins, trabalhamos esses aspectos da inteligência emocional e virão outras palestras, para que todos possam se sentir bem e evoluir cada vez mais”.

A palestrante, Dra. Aline Martins aproveitou a oportunidade para agradecer o convite, lembrando que sua formação passou pela Universidade Estadual do Piauí, como aluna de Biologia e Psicologia. Além disso, dentro da temática abordada, a professora traz reflexões sobre o bem-estar, o sentimento e os impactos pessoais de uma pessoa no trabalho.

A psicóloga Aline Martins falou sobre relações de trabalho e a importância de lidar com maturidade

“Nós temos as teorias das múltiplas inteligências, um jogador de futebol, por exemplo, ele é considerado com altas habilidades, na sua inteligência sinestésico corporal. Dessa forma, na pintura, na dança e nas habilidades religiosas ser inteligente vai muito além dessa questão acadêmica, ser inteligente por exemplo, está relacionado a minha habilidade de ser sensível ao meu colega de trabalho que muitas das vezes posso fazer algo por ele, é nesse momento onde entra a questão inteligência emocional”.

O evento entrega certificação aos servidores e colaboradores ao final do semestre de10h e é gratuito. Paralelamente a este, outros cursos devem acontecer, entre cursos específicos e centralizados, direcionados para as áreas da Administração Superior com a finalidade de proporcionar uma formação continuada.

O evento foi no auditório do NEAD

 

NUFPERPI: aulas do Curso de Redes Ópticas Passivas iniciaram nesta semana

Por Vitor Manoel

O Núcleo de Formação de Pesquisa em Energias Renováveis e Telecomunicações do Piauí (NUFPERPI) da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) em parceria com o curso de Engenharia Elétrica e da Piauí Conectado deu início ao curso de Redes Ópticas Passivas. Foram ofertadas 100 vagas e 97 foram preenchidas, o curso possui 5 módulos, totalizando uma carga horária de 60h.

Durante o curso serão abordados temas associados a infraestrutura, hardware e arquitetura interligados a redes ocupativas com as tecnologias de fibra ópticas, de instrumentos com seus respectivos equipamentos que são utilizados nesses empreendimentos. Esse é o primeiro curso a ser realizado no Complexo de Telecomunicações da UESPI, alternando entre aulas teóricas remotas e aulas práticas no laboratório de forma presencial.

Segundo o coordenador do Núcleo, Prof. Juan Aguiar, os alunos vão ter acesso a essas tecnologias, principalmente na parte de infraestrutura real daquilo existe no mercado. Ele comenta que o principal objetivo ao fim desse curso é auxiliar diversos profissionais que possam ter uma formação diferenciada, atendendo as principais demandas do mercado de trabalho.

“Mais uma vez a UESPI e a Piauí Conectado estão a frente de uma empreitada tão necessária para o mercado de trabalho e contribuindo para o desenvolvimento tecnológico. O curso sem dúvidas será excelente e contamos com a presença da comunidade uespiana, junto com as instituições de ensino do nosso e de outros estados que também estão matriculados”.

Segundo Alisson da Silva, discente do curso de Engenharia Elétrica da UESPI esse curso é de extrema importância para a região piauiense, justamente por fomentar a formação de profissionais em uma área em que, segundo ele está em ascensão dentro do mercado de trabalho do estado na área de Telecomunicações.

“Eu como engenheiro ou estudante de engenharia elétrica, vejo uma nova possibilidade de inserção no mercado de trabalho. Aqui, vamos aprender a manusear equipamentos que o profissional da área das telecomunicações deve saber com as aulas práticas. É um curso engrandecedor no quesito formação, então eu acredito que é extremamente importante não só para a minha formação como engenheiro eletricista, mas para todos que ali estão nesse curso”, finaliza.

Atenção! As inscrições para Professor Formador do PARFOR/UESPI iniciam dia 28

Por Vitor Manoel

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI), através da Pró-Reitoria de Ensino e Graduação (PREG) e da Coordenação Geral do PARFOR, torna público o processo seletivo de Professor Formador para atuar no Programa de Formação de Professores da Educação Básica, como bolsista da CAPES.

As inscrições são gratuitas e 100% on-line e disponíveis no endereço eletrônico do PARFOR, a partir das 8h, no dia 28/08 (domingo), até às 23h59 do dia 30/08 (terça-feira). Toda a documentação exigida deve ser digitalizada em um único arquivo e salva no formato PDF, devendo ser anexada e compartilhada no próprio formulário on-line disponível, obedecendo ao limite máximo de 20 megabytes por candidato.

No total, 110 vagas são ofertadas destinadas aos cursos de 1º Licenciatura do programa, entre eles: Educação Física, Geografia, História, Letras Português, Matemática e Pedagogia, distribuídas entre 8 (oito) municípios piauienses: Luzilândia, Uruçuí, Cristino Castro, Anísio de Abreu, Beneditinos, Bom Jesus, União e Currais.

Os critérios de seleção do perfil dos professores são previamente definidos pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) de acordo com o Art. 51 da Portaria Capes 220/2021. Esses perfis são divididos em duas categorias: Professor Formador I, abarcando os docentes do quadro da UESPI, ministrando curso de Licenciatura, ou pertencer ao quadro da Secretaria de Educação, além de possuir título de mestre ou doutor com formação em nível de graduação ou pós, na área da disciplina desejada, com experiência mínima de três anos e ter experiência na formação de professores respeitando alguns critérios prescritos no edital.

Na categoria Professor Formador II os candidatos devem pertencer ao quadro da UESPI ou de secretarias de educação, ser professor colaborador, desde que não preenchidas as vagas pelos candidatos do item “I”, ter formação em nível de pós-graduação, lato sensu ou stricto sensu, possuir formação, em nível de graduação ou pós, na área da disciplina desejada, além de comprovar experiência de no mínimo 1 (um) ano no magistério.

Para a coordenadora do PARFOR da UESPI, Prof. Francisca Cunha, o lançamento de editais como esse marcam a contribuição que o PARFOR/UESPI entrega a sociedade como um todo, ressaltando que o programa é responsável oferta de 500 professores qualificados para diversos municípios de diferentes regiões no Piauí. A professora faz um convite para que os docentes façam sua inscrição no processo que inicia a partir do dia 28.

“Nós queremos convidar os professores da UESPI, assim como os professores da educação básica e demais pessoas da comunidade que atendam aos critérios de perfil de professor formador a estarem fazendo a inscrição, pois a contribuição destes profissionais é de extrema importância para esse professor bolsista que também é da educação básica”, encerra.

Esta Seleção se refere à oferta de disciplinas para o período 2022.1 do PARFOR, que será realizado entre 19/09 a 01/11 de forma remota. Ao total, 24 bolsas são disponibilizadas com uma quantidade pré-definida de acordo com a carga horária estabelecida.

Confira o edital completo:

EDITAL_PARFOR_02_2022

CALENDÁRIO:

Inscrições on-line dos candidatos: 28 a 30/08/2022

Análise das Inscrições: 31/08/2022 a 04/09/2022

Publicação do Resultado da Homologação das inscrições: 05/09/2022

Interposição de Recursos à Homologação das inscrições: 06/09/2022

Publicação do Resultado da Interposição dos Recursos à Homologação das inscrições: 08/09/2022

Publicação do Resultado Preliminar: 09/09/2022

Interposição de Recursos ao Resultado Preliminar: 10/09/2022

Publicação do Resultado da Interposição dos Recursos ao Resultado Preliminar: 12/09/2022

Publicação do Resultado Final: 13/09/2022

Reunião Pedagógica: 14/09/2022

O QUE É O PARFOR?

O Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (PARFOR) é um Programa que fomenta a oferta de turmas especiais em cursos voltados a Licenciatura, Segunda Licenciatura e Formação Pedagógica com o objetivo de Induzir e fomentar a oferta de educação superior, gratuita e de qualidade, para professores em exercício na rede pública de educação básica, para que estes profissionais possam obter a formação exigida pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e contribuam para a melhoria da qualidade da educação básica no país, implantado pela Universidade Estadual do Piauí no ano de 2010.

Da UESPI para o mundo: Conheça a trajetória da egressa e pesquisadora internacional, Lara Ribeiro

Por Vitor Manoel

Lara Kelly Ribeiro da Silva, egressa do curso de Licenciatura Plena em Química na Universidade Estadual do Piauí (UESPI), vai participar do “Lindau Nobel Laureate Meetings‎”, conferência científica anual realizada em Lindau, Baviera, na Alemanha, encontro que reúne jovens cientistas para promover o intercâmbio científico entre diferentes gerações, culturas e disciplinas.

Ela se formou em 2016 e fez o Mestrado em Química Inorgânica pela Universidade Federal do Piauí (UFPI) em 2019. Atualmente é aluna de doutorado na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), fazendo parte do grupo de Cerâmica do Laboratório Interdisciplinar de Eletroquímica e Cerâmica (LIEC), vinculado ao Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF) com cotutela pela Universidad de Jaume I na Espanha.

Lara Ribeiro representando o Brasil no encontro internacional na Alemanha

Durante o seu período enquanto estudante da UESPI, ela destaca histórias, curiosidades, os professores nos quais teve o maior contato, agradecendo sempre todo o processo educacional adquirido e afirmando a Universidade Estadual do Piauí como o seu berço e a base do seu conhecimento atingido até hoje. A Assessoria de Comunicação da UESPI realizou uma entrevista com a egressa para conhecer um pouco da sua trajetória. Confira abaixo:

Ascom: Como e quando você ingressou na UESPI?

Eu ingressei justamente no último ano de prova específica da UESPI em 2012, fiz a prova no ano anterior e fui aprovada para o curso de Licenciatura Plena em Química.

Ascom: O curso de Química sempre foi algo que almejou desde o Ensino Médio?

Sim. O meu interesse por Química começou por volta da 8º série, que atualmente corresponde ao 9° ano. Eu lembro de ver aquele efeito do arco-íris, das gotículas de água ficarem de colorações diferentes., lembro de ver as gotículas de água refletirem e eu achava aquilo muito incrível e queria saber o porquê que acontecia aquilo, sabendo que tinha algo muito mais atomístico por trás, então o meu interesse persistiu no Ensino Médio, também tive bons professores na minha escola que  tinha um laboratório pequeno que tive acesso na época, então tudo isso foi aguçando o meu interesse pela Química e a vontade de cursar no Ensino Superior.

Ascom: Como foi a recepção inicial na UESPI e os primeiros contatos com o curso?

A minha recepção inicial foi bem positiva. Tenho muitas lembranças boas, posso inclusive falar que a UESPI foi minha casa, pois foram quatro anos em que passei e consegui deixar a minha marca na Universidade e ela também deixou a marca em mim. Lembro que no início tive uma aula inicial com os professores já falando sobre oportunidades, isso já me abriu muito pra visualizar que ali não era brincadeira, não era mais o Ensino Médio. E então eu fui conhecendo mais pessoas na época do quarto período, que já haviam vivenciado bastante coisa e me falavam de todas as oportunidades, quem eram os melhores professores e eu como uma pessoa visionária, fui atrás desses professores que sempre foram muito solícitos quanto aos alunos que estavam chegando e para explicar mesmo esse novo mundo, então eu me sinto muito agradecida por ter sido na UESPI esse meu primeiro com o meu mundo profissional.

A egressa conversando com um amigo nos corredores da UESPI

Ascom: Quais professores você gostaria de destacar durante o curso?

Eu gostaria de destacar os meus antigos orientadores Geraldo Eduardo da Luz Júnior e Láecio Santos Calvacante. Esses dois foram a minha base na pesquisa, primeiro que o Geraldo me abriu as portas para o laboratório, tendo o meu primeiro contato com a pesquisa, além do professor Laécio que meu deu a primeira percepção das pesquisas em São Paulo me possibilitando pensar em fazer um doutorado fora. Posso destacar ainda mais outros professores que me ajudaram como a professora Maria das Graças Ciríaco, Benilde Moraes que sempre acreditaram no meu potencial e na minha carreira, e o professor Nouga Batista que é da minha cidade natal de Monsenhor Gil e químico, sendo uma referência no município e na minha área de atuação.

O seu primeiro local de pesquisa: Laboratório GERATEC da UESPI

Ascom: Como foi o seu primeiro contato com a pesquisa e o desenvolvimento de projetos? Fez PIBIC, PIBIT ou PIBEU?

Iniciei no PIBIC em 2012, já no meu primeiro semestre em uma oportunidade oferecida pelo professor Geraldo, eu lembro que ele estava a procura de um aluno que estivesse com vontade de ingressar na pesquisa e eu mesmo sem saber como que seria o processo para entrar nesses editais, mesmo sem saber se era preciso ter experiência eu fui atrás do professor e me coloquei a disposição, o meu primeiro projeto foi na área de catálise e depois passei a trabalhar com materiais semicondutores que trabalho até hoje. No total foram quatro anos de PIBIC, entrei nesse mundo sem saber de absolutamente nada, então eu falo que a UESPI foi minha mãe de pesquisa, tudo o que sei, o meu porte de pesquisadora, o meu amor por esse segmento veio da UESPI com todos os profissionais muito qualificados.

Ascom: Em qual ou quais as áreas de pesquisa você já gostou de atuar?

A Química é dividida em quatro grandes áreas: Analítica, Psicoquímica, Inorgânica e Orgânica. Eu atuo principalmente na área de Inorgânica que é a minha especialização até hoje e um pouco também em Psicoquímica. Essas duas são as que eu tenho mais facilidade de atuação, claro me aventuro também nas outras áreas, porém as que eu mais gosto são realmente essas.

Interação com os colegas pesquisadores no laboratório GERATEC

Ascom: Após a conclusão do curso, você seguiu para o mestrado? Onde foi?

Primeiramente eu terminei o curso em agosto de 2016 e já entrei em um concurso para professor seletivo do estado onde atuei até o fim do ano e em seguida, segui para a minha atuação no mestrado na Universidade Federal do Piauí (UPFI), pois tive a chance de seguir atuando com o professor Geraldo conseguindo atuar dentro da UESPI, o que foi algo planejado e bem pensado por mim previamente.

Ascom: Como surgiu a oportunidade de fazer o doutorado?

Eu faço meu doutorado hoje na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) com cotutela pela Universidad de Jaume I na Espanha. Eu conheci esse laboratório onde trabalho hoje por intermédio do professor Laécio Santos que também fez seu doutorado e pós neste laboratório, ele conhecia exatamente todos os professores e tudo mais, contando para nós do grande centro tecnológico que era. Em um belo dia, ele levou o chefe desse centro lá no Geratec na UESPI para nos conhecer e batermos um papo, tendo assim o meu primeiro contato com o professor que hoje é o chefe do nosso centro de departamento. Naquela época eu era apenas aluna de Iniciação Científica, não sabia muito ainda o que fazer, então ouvi vários conselhos do Professor Elson Longo e aquilo ficou no meu coração, aquela vontade de futuramente fazer uma pós graduação com ele, que é uma pessoa com uma visão muito linda da ciência, muito visionária. Depois que terminei o meu mestrado, eu enviei um e-mail para esse senhor, mas infelizmente todas as bolsas já estavam preenchidas, porém ele me encaminhou para a professora Ieda Viana, minha atual orientadora de doutorado.

Pesquisando no laboratório de ZEbrafish na UFSCar

Ascom: Como surgiu a oportunidade de estudar fora do país?

Na Universidade Federal de São Carlos comecei a atuar no CDMF (Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais) e na UFSCar como também, bem como outras universidades, existe um acordo jurídico entre partes aonde garante que o seu aluno possa estudar em outro país. Eu comecei a pesquisar as universidades, os centros de pesquisa fora do Brasil e descobri que o meu tem forte colaboração com a Universidad de Jaume I na Espanha, lá nós temos o professor Ruan Andrez que me recebeu muito bem, além de todo o departamento de química.

Seu novo ambiente de pesquisa: Laboratório da Universidad de Jaume I na Espanha

Ascom: Destaca como é esse projeto entre os melhores cientistas do mundo em que você foi indicada.

Existem algumas iniciativas de alguns governos fora do Brasil que visam enaltecer os pesquisadores mostrando que eles têm reconhecimento e uma delas é o Encontro de Lindau, um evento que acontece anualmente abarcando diferentes áreas reunindo pesquisadores, alunos e pessoas que estão interessadas naquele assunto. Terão pesquisas sobre economia, tem obra de física, química e etc, colocando você diante de grandes pensadores. No ano passado, nós recebemos um edital por parte universidade no qual falava sobre esse Lindau e suas perspectivas, destacando que seriam selecionadas no mundo 600 pessoas seguindo alguns critérios de seleções como a juventude, ou seja, um encontro voltado para os jovens pesquisadores. Eu entrei, pois ninguém da Universidade sabia como se inscrevia, então eu como sempre visionária, desde o início desde da Iniciação Científica me colocando à disposição das pessoas pra trabalhar fui lá e perguntei como que participa desse evento. Assim, me explicaram como funcionava os vários processos seletivos, e assim entrei junto com meu colega de laboratório. Fui aprovada muito porque eu trabalhei em diversas etapas com diversas parcerias, com várias pessoas, inclusive do Piauí, pois hoje eu faço pesquisa com a galera do Piauí que são meus colaboradores assim, professor Geraldo, professor Laécio e os alunos dele hoje são também meus colaboradores tornando meu currículo ainda mais interdisciplinar.

Lara (canto inferior direito da imagem) ao lado de pesquisadoras e do astrofísico estadunidense Brian P. Schmidt (ao centro)

Interação junto ao físico e químico estadunidense William Esco Moerner

Ascom: Gostaria que destacasse ao final, a importância que a Universidade Estadual do Piauí tem para a sua vida e como ela contribuiu para onde você chegou até hoje.

Eu sou muito grata a Universidade Estadual do Piauí, porque foi o meu berço e o local que me mostrou que as oportunidades aparecem, dá a oportunidade de lhe transformar em um grande pesquisador, um bom professor, já que eu também sou docente, eu aprendi a educar na UESPI. Eu digo que só consegui tudo isso que conquistei até hoje graças a Universidade Estadual do Piauí que foi um divisor de águas na minha vida.

 

Campus Parnaíba: PROFHISTÓRIA promove palestra sobre ética em pesquisas no dia 26

Por Vitor Manoel

O Mestrado Profissional em Ensino de História (PROFHISTÓRIA) da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), promove uma palestra com o tema “A Resolução 510 e os aspectos éticos para as pesquisas nas ciências humanas e sociais”. O encontro acontece no dia 26 de agosto às 14h no campus Prof. Alexandre Alves de Oliveira, em Parnaíba.

A palestra acontece durante o evento de abertura do semestre 2022.2 do curso. A turma ingressante no PROFHISTÓRIA em abril deste ano, vai cursar em 2022.2 a disciplina Seminário de Pesquisa, momento em que cada discente elabora seu projeto de dissertação em Ensino de História.

Desse modo, a coordenação do curso considera importante a participação da professora e historiadora Alessandra Senna, mestra em História pela Universidade Salgado de Oliveira (UNIVERSO) e doutoranda em Bioética pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que discute ética em pesquisa na área das Ciências Humanas.

O coordenador do programa, Felipe Ribeiro destaca que a fala da professora vai contribuir bastante para a preparação dos projetos da turma, além de ressaltar a importância da discussão sobre o tema. “Considero relevante esta discussão sobre ética em pesquisa voltada especificamente para as Ciências Sociais e Humanas, visto que muitos comitês de ética pelo país são majoritariamente compostos por profissionais das Ciência Médica e Veterinária. É fundamental que a área de Humanidades seja mais atuante nessa temática”, finaliza.

A atividade é voltada para ingressantes do programa.

ProfHistória

O ProfHistória é um programa de pós-graduação stricto sensu reconhecido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação (MEC), oferecimento em Rede Nacional. Liderado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o Programa tem como objetivo proporcionar formação continuada aos docentes de História da Educação Básica, com o objetivo de dar qualificação certificada para o exercício da profissão, contribuindo para a melhoria da qualidade do ensino.

 

NEPA promove a exibição do documentário Amor e Racismo no Memorial Esperança Garcia

Por Vitor Manoel

O Núcleo de Estudos e Pesquisas Afro (NEPA) da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), vinculado ao curso de Letras-Português do Centro de Ciências Humanas e Letras (CCHL), promoveu a exibição do documentário “Amor e Racismo Sem Medida”, da diretora Prof. Carolina de Cássia no memorial Esperança Garcia, centro sul de Teresina.

Mesa com representantes de movimentos presentes no encontro

A ação trouxe a linha de pesquisa promovida nos estudos e no ativismo do Núcleo, trazendo a exibição do filme produzido pela professora Carolina de Cássia com o depoimento de mulheres negras dos quilombos na cidade de Amarante. O documentário traz a história de duas irmãs como protagonistas (Mariquinha e Mundinha) residentes do bairro Vila Nova, ambas professoras negras do município.

O objetivo da execução desse programa foi trazer a discussão da questão racial, dentro do conteúdo visualizado ao longo da exibição do vídeo. Além disso, foram convidados vários grupos de representatividade do movimento negro no Piauí como a Profa. Ma. Haldaei Regina do YABÁS, do Prof. Me. Raimundo Rodrigues do Movimento Negro Unificado do Piauí (MNU-PI), da Dra. Carmen Lúcia Ribeiro do Grupo Matizes e da Mãe Isabel de Oxum.

Roda de conversa no Memorial Esperança Garcia

Durante o encontro se formaram mesas de discussão, rodas de conversas, entre as pessoas presentes com a participação dos familiares das protagonistas do filme. Para o mediador, Prof. Dr. Elio Ferreira eventos desse tipo precisam ampliar o seu leque, saindo das universidades e contactando com outros grupos, de uma forma no qual os temas possam chegar a pessoas populares e instigando que elas participem da discussão.

“A nossa proposta é que se pense de uma forma mais efetiva na questão do racismo e da impunidade recorrente em quem comete esse crime. Para se ter uma ideia no Estado do Piauí existem apenas 24 processos de casos de racismo, e nós sabemos que esse número é bem maior, muitas vezes as pessoas ficam frustradas sem saber a quem recorrer, além de passar por constrangimentos, a questão da burocracia e outros fatores”.

Palestrantes e representantes dos movimentos reunidos

NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISA AFRO DA UESPI

O NEPA foi criado em 2005, sendo o Núcleo de Pesquisa mais antigo do CCHL, são 17 anos realizando vários eventos internacionais e regionais na área de afrodescendência, dentro do contexto da literatura, história e cultura brasileiras, africanas e indígenas. O órgão também é responsável por realizar o maior evento do norte e do nordeste de afrodescentes que é o África Brasil, ação que acontece há mais de 10 anos sempre com palestras trazendo convidados especiais, e publicação de livros impressos e e-books.

CONFIRA MAIS REGISTROS DO ENCONTRO:

Curso de Geografia promove mais uma edição da Oficina do Solo

Por Vitor Manoel

Os alunos do 4º Bloco do curso de Licenciatura Plena em Geografia promovem mais uma edição da “Oficina do Solo” no Colégio Pro Campus, localizado no Centro Sul de Teresina.

Profa. Maria Luzineide (3º da esquerda para a direita) junta com alunos do 4º Bloco e voluntários

A ação é destinada para alunos do 6º e 7º Ano do Ensino Fundamental e que estejam com o conteúdo programático na escola voltado ao estudo dos solos na disciplina de Geografia. O objetivo do projeto é ampliar o conhecimento dos estudantes de forma lúdica e com atividades práticas facilitando o entendimento de todo o conteúdo, além disso, auxilia os alunos de Licenciatura a organizarem e conviverem com o ambiente escolar, projetando a sua futura área de trabalho.

A Profa.Dra. Maria Luzineide Gomes destaca que essa é a primeira edição da Oficina depois da pandemia e que essa prática é fundamental para os alunos de Licenciatura, pois eles passam por todo o processo de confecção dos materiais e podem aprender praticando.

“É muito importante para os alunos da UESPI vivenciar a prática da docência, pois essa é a forma no qual eu posso ver se realmente eles estão compreendendo o conteúdo passado em sala de aula. Para os alunos da escola também é muito relevante que eles possam ampliar o conhecimento, para além do livro didático, pois aqui eles tem a oportunidade de tocarem nos materiais e ver como eles são produzidos. No fim das contas ganham os dois com a promoção desse evento”.

Momento de interação com os alunos da escola

A Oficina do Solo conta com exposição de materiais que mostram todo o processo como a formação, textura, as cores, o potencial artístico, confecção de tintas ecológicas, os problemas como a erosão, o manejo do solo, a questão da compostagem, dentre outras temáticas.

Luís Santiago, discente do 4º período ressalta que o evento propõe o conhecimento da preservação e conservação do solo, com dinâmicas diferentes sendo oferecidas. “Aqui nós temos jogos, brincadeiras com a tinta, as crianças ficaram impressionadas com a minhoca. Essa atividade para a gente junto com esses meninos na escola é muito importante para termos esse contato”.

Menina pintando um desenho com tinta confeccionada na Oficina

Yasmin Paula, estudante do colégio Pro Campus, comenta que todo o conteúdo foi ensinado de forma simples, de um fácil entendimento com os alunos e trazendo ótimos exemplos, mostrando a estrutura e textura dos materiais, além de conteúdos e curiosidades, que segundo ela, muitas vezes os livros não tem. “Foi muito legal para a gente ver esse conteúdo de outra forma, vendo tudo isso na vida real, podendo pegar nos materiais. Foi muito legal de se aprender”.

João Santos, egresso do curso, atualmente está realizando um mestrado e realizou uma visita ao local, curtindo todas as faces e interfaces propostas e lembrando do seu período enquanto estava praticando essa atividade. “Dá uma nostalgia até ver a oficina sendo realizada, principalmente de volta depois da pandemia e bate até um filme, pois eu lembro de  todo esse processo e fico muito feliz que a atividade continua sendo realizada e integrando esses alunos aqui no Ensino Fundamental”.

Os alunos puderam deixar sua marca com a tinta confeccionada

A Oficina do Solo acontece desde 2015 e já fez parte de Projetos de Extensão e Projetos de pesquisa estando sempre integrados com o curso de Licenciatura Plena em Geografia.

O coordenador da escola, Karpigianne Medeiros, destaca a importância dessa integração entre a escola e a Universidade e demonstra estar satisfeito com a interação entre as crianças e os universitários. “Os alunos já vão ampliando o horizonte,  já tem meninos aqui que podem tá vislumbrando já uma possível profissão por exemplo. Então é muito importante quando a gente traz essas ferramentas, essas experiências para eles é muito enriquecedora”, encerra.

Confira mais registros:

CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM GEOGRAFIA DA UESPI

O licenciado em Geografia trabalha como professor em instituições de ensino que oferecem cursos de nível fundamental e médio; poderá ainda atuar em editoras e em órgãos públicos e privados que produzem e avaliam programas e materiais didáticos para o ensino presencial e a distância. Além disso, atua em espaços de educação não formal, como feiras de divulgação científica, museus e unidades de conservação; em empresas que demandam sua formação específica e em instituições que desenvolvem pesquisas educacionais. Também pode atuar de forma autônoma, em empresa própria ou prestando consultoria, conforme os Referenciais Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação/ Secretaria de Educação Superior.

 

 

Campus Clóvis Moura: Alunos de Pedagogia produzem e doam material didático para escola municipal

Por Vitor Manoel

Alunos do 4º Bloco do curso de Pedagogia da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), do campus Clóvis Moura em Teresina produzem material didático com temas educacionais para doação na escola CMEI José Maria Arcoverde, localizada no bairro Dirceu.

A ação contou com o uso de fantoches

A atividade faz parte do programa da disciplina Educação Infantil com o tema voltado a inclusão na Educação Infantil, contendo diversas atividades como a visita à escola, leituras de textos sobre o tema, seminários, além da produção do material.

A professora Ana Célia de Sousa Santos, ministrante da disciplina destaca principais assuntos presentes no projeto: “Os alunos e alunas produziram material didático que possibilita o trabalho dos temas: relações de gênero, relações étnicos-raciais, questões indígenas e religiosa e o crianças com necessidades educacionais especiais”.

Alunos durante a apresentação do projeto

Os estudantes de Pedagogia receberam cinco temas diferentes para podermos desenvolver o material didático, no qual o principal objetivo foi criar um material com o intuito de falar sobre a inclusão, respeito as diversidades, de uma maneira simples e divertida para as crianças.

Bernardo Oliveira, aluno do curso e um dos colaboradores no projeto ressaltou a importância essa ação porque, segundo ele, a maioria das escolas não falam sobre esses temas ou não conseguem consegue desenvolve-los em seu dia a dia.

“Sendo um material fácil de entendimento e manuseio, acredito que podemos mudar essa situação. Podendo assim, desenvolver esses temas como diversidade, religião, crianças com necessidades especiais, de uma maneira em que elas vão poder compreender sem julgamentos, que muitas vezes são desenvolvidas pelas suas famílias. Eu sendo um estudante de Pedagogia, me alegro de ter tido essa possibilidade em minha vida”, enfatiza o discente.

Confira mais imagens da ação:

Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia da UESPI

O Pedagogo trabalha como professor em creches e em instituições de ensino que oferecem cursos de Educação Infantil e Fundamental; podendo atuar ainda como gestor de processos educativos de sistemas e de instituições de ensino; em editoras e 38 em órgãos públicos e privados que produzem e avaliam programas e materiais didáticos para o ensino presencial e a distância. Além disso, atua em espaços de educação não formal, como organizações não-governamentais, hospitais, asilos, movimentos sociais, associações e clubes; em empresas que demandem sua formação específica e em instituições que desenvolvem pesquisas educacionais.

UESPI é representada em Congresso Internacional sediado nos EUA

O Prof.Dr. Jesus Abreu esteve na última semana no estado da Flórida, na cidade de Orlando nos Estados Unidos da América representando a Universidade Estadual do Piauí (UESPI) no “2022 Conference & MarketPlace” da Society For Vascular Ultrasound”.

Prof. Dr. Jesus Abreu (à direita) ao lado do Dr. Salles-Cunha e Dr.Polak. Divulgação: Instagram do Prof. Jesus

Segundo a divulgação do evento, a Conferência Anual do 45º Aniversário da SVU 2022, realizada em Orlando, se concentrou na jornada do paciente. Os participantes trocam experiências com profissionais vasculares de todo o mundo.

O Congresso reuniu profissionais da medicina entre médicos e paramédicos de todo o mundo, com mais de 1000 participantes, sendo o professor Jesus Abreu o único representante brasileiro. Durante o encontro foi apresentado o projeto de doutorado, publicado em uma revista internacional com o tratamento utilizando uma técnica inovadora para pacientes com esquemia através da Termografia Fotográfica.

A tese de doutorado intitulada de “Correlação entre índice-tornozelo braço e medidas de termografia em pacientes com doença arterial periférica” correlaciona o índice tornozelo braço (ITB) e a termografia fotográfica em pacientes com doença arterial periférica.

Segundo o professor Jesus Abreu, existem mais de 100 projetos semelhantes a este. Na sua pesquisa, desenvolvida junto com uma equipe de pesquisadores, entre eles o Prof.Dr. Rauirys Alencar da UESPI, ele conseguiu trazer novidades e um novo padrão de precisão.

Credencial de Congressista Palestrante

O professor ressalta o apoio fundamental da UESPI, tanto na questão da liberação para a participação no Congresso, como também no entusiasmo dos professores, dos alunos, dos funcionários com essa representatividade obtida no exterior.

“A marca da nossa Universidade fica cada vez mais forte e abre caminhos para ter convênios com instituições de fora do país, tornando a instituição conhecida. O fato de termos sido os únicos representantes brasileiros presentes no maior congresso internacional desse segmento coloca a UESPI na frente de todas as instituições do país com um trabalho que tem vigor científico e que foi muito aplaudido pela comunidade internacional”, finaliza.

Alunos de jornalismo produzem novas edições do Jornal O Gancho

Por Vitor Manoel

Os alunos do 4º Bloco do Curso de Bacharelado em Jornalismo da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), produziram as edições 40, 41 , 42 e 43 do Jornal “O Gancho”. A construção do material é referente as disciplinas de Comunicação e Design jornalístico e Redação, Produção e Edição para Mídias Impressas.

Ao todo, 72 páginas foram feitas com diversas matérias, entrevistas e reportagens abordando os mais variados temas como economia, saúde, esporte, dentre outros assuntos. Todo o trabalho produtivo como a escrita dos textos, feitura das imagens, além da inserção e diagramação dos conteúdos no Jornal foi realizado pelos estudantes, que tiveram a oportunidade de pôr em prática as faces e interfaces do jornalismo diário.

O Prof. Dr. Orlando Berti, responsável por ministrar as disciplinas, destaca que as quatro edições vivenciam as novas linguagens textuais e visuais preparando o alunado não apenas para a questão impressa, mas para que o mercado e a sociedade pedem. Segundo ele, os jornais demoraram aproximadamente dois meses para serem feitos e passaram pelo processo desde a pauta, a edição até a  diagramação.

“Esse material, que está disponível, é um trabalho de 25 alunos e alunas das disciplinas. É um prazer enorme, principalmente porque nós temos o nosso dever cumprido. Claro, foi um trabalho cansativo e que muitas vezes ultrapassou os momentos das nossas aulas invadindo os fins de semana, mas que valeram a pena dando a possibilidade ao nosso alunado evoluir e poder oferecer à sociedade, principalmente para nós da UESPI, bons jornalistas que podem transformar positivamente nossa sociedade”.

Débora Amorim, aluna do 6º Bloco e monitora da disciplina de Design Jornalístico, comenta que viu o esforço feito pelos alunos do grupo e parabeniza a turma pelos jornais entregues. “Adorei ver o empenho, esforço e talento dos alunos do quarto período. Deu para perceber claramente que eles deram seu máximo para fazerem os melhores “O Gancho” possíveis. Fico muito feliz em saber que ajudei pelo menos um pouquinho no resultado desses jornais, pois apesar dos desafios e limitações as versões finais estão, na minha visão, incríveis”.

Edição 40

A edição de número 40 trouxe na capa a manchete da reportagem “Desafios na saúde em Teresina”, além de destaques especiais para matérias sobre educação, tecnologia, saúde e economia.

Capa da Edição 40

A Editora-chefe da edição, Maria Clara Guimarães conta que o processo de diagramação do jornal abriu seus olhos, pois consegue visualizar em outros jornais e revistas pontos que antes não conseguia notar, depois de todo o aprendizado adquirido durante a disciplina. Ela comenta que essa foi uma experiência muito importante para levar durante a carreira jornalística, destacando alguns perrengues.

“Confesso que tinha um certo medo do Design jornalístico, pois diziam para mim que essa era a matéria mais difícil do curso. Percebi que realmente é difícil, mas não impossível. Durante a diagramação do jornal, o processo tirou um pouco a paz do estudante, porque tudo precisou estar milimetricamente perfeito. Então, isso demanda muitas horas de trabalho e muitas revisões, mas esse é o ponto chave do trabalho e que nos fez prestar atenção nos mínimos detalhes”.

Anny Santos, Editora Adjunta, destaca o trabalho dos componentes da equipe quanto ao compromisso de entregar um trabalho coeso, original, esteticamente agradável e que refletisse os conhecimentos adquiridos ao longo do curso.

“Concluir o 4° período executando a árdua missão de produzir “O Gancho” foi, sem dúvidas, um dos trabalhos mais difíceis que fizemos até hoje. É gratificante poder contar cada história e dar voz à cada personagem. Cada decisão tomada pela equipe implica nos resultados que obtivemos, então as decisões foram, visivelmente, acertadas. O professor Orlando Berti nos ensinou, de fato, como a prática caminha junto à teoria e como o ‘fazer Jornalismo’ é uma difícil tarefa, mas que nos proporciona experiências únicas. Estou feliz por fazer parte do projeto e poder apresentar esse belíssimo resultado”.

O aluno/repórter João Fernandes ressaltou a escolha do grupo para adicionar pautas que abrangessem a perspectiva da Universidade para gerar interesse de alunos que vão consumir o jornal, por isso discentes e docentes estão presentes nas matérias. Entretanto, a edição não se limitou apenas a esse segmento, segundo ele pautas de interesse da sociedade também estão inseridas no jornal.

“Sabemos que esse jornal vai ter um alcance ainda maior, por isso trouxemos pautas que são de interesse social, como por exemplo uma matéria sobre “Economês”, que trata sobre as dificuldades de entender algumas coisas sobre Economia. Além disso fizemos uma matéria muito boa sobre as perspectivas do Mercado Central, em Teresina, enfim, buscamos despertar interesses e curiosidades dos leitores em assuntos que sim, são muito falados, entretanto muitas vezes pouco compreendidos.

EDIÇÃO COMPLETA

Edição 41

Os membros da edição 41 escolheram uma reportagem sobre as histórias envolvendo o Metrô de Teresina, além de destaques para matérias sobre educação, esporte, economia e saúde.

Capa da Edição 41

Para a Editora-chefe, Maria Clara César, participar da produção foi enriquecedor, principalmente por nunca ter tido contato com a produção de jornal e todo o processo criativo por trás dela. Segundo ela, a parte de diagramação foi diferente de tudo o que havia visto em todo o curso, tendo que criar um jornal todo do zero.

“A gente se sente muito feliz por ver todo esse projeto saindo do papel e estando completo. É uma realização muito grande, porque foram muitas horas de trabalhos envolvidas naquilo, então, foi um período inteiro voltado para aquilo e ver ele finalizado com sucesso é mais contagiante para mim, que fui editora do projeto, como para todos os repórteres que ajudaram muito na edição e realização do projeto”.

O projeto conta com matérias que envolvem temas atuais e relevantes para a sociedade em geral. Dessa forma, a aluna/repórter Giovana Andrade destaca a matéria “Suicídio: ‘se tem vida, tem jeito’, diz psicóloga”, como uma das mais importantes da edição, pois retrata a importância de se discutir sobre um tema que ainda existe muito tabu em volta  e essa matéria aborda como identificar sinais prévios de pessoas que tem tendência a se suicidar e de como ajudá-las.

“Segundo o DataSUS, no Brasil, os suicídios subiram de 7 mil para 14 mil, sem levar em conta os casos que não foram notificados, chegando a ser um número maior do que mortes por acidentes de moto no mesmo período. É muito relevante evidenciar situações como essa”.

EDIÇÃO COMPLETA

Edição 42

Na edição 42, a capa trouxe uma reportagem especial sobre a influência da cultura pop asiática em Teresina, além de destaque para matérias sobre esporte, educação, cidade e saúde.

Capa da Edição 42

A aluna/repórter Francisca Brígida comenta que o processo de diagramação do Jornal “O Gancho” foi para ela o trabalho mais estressante, dolorido, exaustivo, desafiador e angustiante que fez na vida. Um projeto que exigiu um trabalho em equipe e que todos estivessem dispostos e em sintonia.

“Foi um trabalho que precisou ser modificado e refeito uma, duas, cinco, seis, dez ou até mesmo vinte vez ou mais. O bom era que a cada modificação o jornal ganhava forma e “cara” de jornal, ficando cada vez mais perto da “perfeição” ou não. Teve um dia em que nossa equipe ficou reunida quase 12 horas em chamada pelo Meet, em uma noite de sexta-feira, virando a madrugada e finalizando na manhã de sábado. No fim das contas, ver o que foi produzido e como ficou é gratificante, pois é notório o quanto melhoramos e evoluímos. Sou grata por tudo que aprendi e espero levar tudo isso para minha vida profissional”.

Iasmin Martins, aluna/repórter da edição, ela destaca a matéria intitulada de “Autoaceitação: tenha compaixão com si mesmo”, porque ela aborda temas recorrentes na atualidade, como a autoestima, autoaceitação. Segundo ela, com o fácil acesso as redes sociais, certos conteúdos podem gerar comparações, principalmente, para os jovens e, muitas vezes, são conteúdos irreais.

“A matéria faz refletir sobre a autoaceitação, mostrando relatos de algumas meninas sobre como venceram obstáculos. Trouxemos  também profissionais para aprofundar mais o assunto. A matéria não é minha, mas tenho muito orgulho de ter diagramado, pois ela pode ajudar os leitores que procuram alcançar a autoaceitação e não sabem os caminhos. Os relatos até mesmo me fizeram refletir no momento da diagramação”.

EDIÇÃO COMPLETA

Edição 43

A edição 43 trouxe na capa uma reportagem especial sobre os desafios dos jornalistas policiais em Teresina. Ademais, a edição ficou marcada como o jornal mais imagético entre os quatro e o que reuniu mais matérias sobre economia.

Capa da Edição 43

 

Para o Editor-Chefe, Vitor Gaspar, o processo de diagramação foi trabalhoso, envolveu dias e horas de trabalho, mas que ao final deu tudo certo. “Ficava durante horas no Google Meet falando com as meninas, orientando, “apanhando” do aplicativo, pois muitas vezes uma coisa desalinhava e a gente precisava ir lá concertar, no entanto, o mais importante foi que o trabalho ficou excelente e podemos nos orgulhar do serviço.

Para Gabriela Sousa, Editora adjunta, a construção do material foi muito desafiadora, pois era tudo muito novo para os alunos e que no começo teve um certo temor e insegurança, mas havia de encarar o desafio entregue pelo professor. “Foram várias noites sem dormir, muitas vezes indo até os locais, porque a construção do jornal iniciou ainda no começo do período quando todo o material foi escrito. Na nossa reportagem de capa, sobre os desafios dos jornalistas policiais, nós vivenciamos todo o processo de um seguimento que é muito consumido pela população. Foi trabalhoso, mas valeu a pena e agradeço a UESPI pela oportunidade de produzir um material como esse.

A aluna/repórter Vanussa Soares brinca que todos os amigos e familiares precisam ler e passar o feedback da leitura, pois deu muito trabalho para produzir. “Foi desafiador fazê-lo, desde fotos e entrevistas até a diagramação, pois sim, cada letrinha precisa estar milimetricamente no lugar certo. Todos que irão ler apreciem o conteúdo e a entrevista exclusiva, pois todos foram feitos com esmero e carinho”.

EDIÇÃO COMPLETA

História do Jornal O Gancho

O jornal “O Gancho” foi o segundo jornal laboratório criado no curso de Comunicação Social, Habilitação em Jornalismo e Relações Públicas da UESPI. O curso foi criado em março de 2001, quando ingressou a primeira turma, na ocasião, a Coordenadora era a jornalista Cíntia Lages com uma turma formada por quarenta pessoas. Inicialmente, a duração era de cinco anos, pois correspondia a formação de quatro anos em jornalismo e mais um ano de relações públicas.

Durante esse primeiro momento, o jornal era nomeado como “Jornal da UESPI”. No ano de 2006, o coordenador do curso e também professor, Roberto Denis, quarto coordenador que passava pela diretoria, trouxe algumas alterações e mudanças no nome, formato e estrutura do Gancho. O jornal foi criado para somar ainda mais o curso de Comunicação Social e contou com a participação de diversos mestres da área.

O objetivo da criação do jornal estava ligado as questões práticas do curso. A Universidade Federal do Piauí (UFPI), fundou o jornal Calandragem, diante disso, surgiu a necessidade de existir um projeto na Universidade Estadual do Piauí. Além disso, todos os cursos de jornalismo necessitam dessa dinâmica prática de laboratórios.

Naquele período, o jornalismo impresso era muito forte e era utilizado como um objeto de estudo de todos os alunos de jornalismo. No projeto pedagógico do curso era uma obrigação existir um jornal laboratório, além disso o conteúdo era abordado de forma geral e levava informações sobre diversos assuntos, apresentava um estilo voltado ao perfil de uma revista, com a presença de matérias frias. Com o passar dos anos, sofreu algumas mudanças de acordo com o estilo de cada professor que estava no comando da disciplina.

Os professores que fizeram parte desse grupo do jornal “O Gancho” foram Orlando Berti, Mário Davi, José Américo, Daniel Solón, e mais alguns que fizeram parte desse processo.

Em relação ao formato, algumas mudanças foram feitas com decisão do grupo de professores e ele passou a ter uma característica berlinense. Berlinense, também conhecido como Berliner, Berlinês ou midi, é um formato de jornal com páginas que, normalmente, medem 470 × 315 milímetros, ou seja, ligeiramente maior do que o formato tabloide/compacto e mais estreito e mais curto do que o formato broadsheet. Esse formato foi escolhido para manter uma valorização na estrutura. Por fim, o jornal é utilizado como ferramenta pedagógica, traz uma visão aberta e atualizada, um espaço de divulgação de ideias, de comunicação de opinião e interesses e tem contorno multidisciplinar e interdisciplinar.