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UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ

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“Roda Com Podcast: Produção e Descentralização” acontece neste sábado no canal do Youtube da UESPI

Por Anny Santos

O curso de Bacharelado em Jornalismo da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), campus Poeta Torquato Neto, realiza neste sábado (14) o “Roda Com Podcast: Produção e Descentralização” com transmissão pelo canal da UESPI no Youtube a partir das 9h.

O evento é promovido pela Profa. Samária Andrade, idealizadora do Grupo de Pesquisa Trampo vinculado ao curso, e de acordo com a docente a participação é gratuita e tem certificação. A proposta é discutir sobre produção e descentralização de Podcast e contará com a participação do Malamanhadas, uma produtora que busca incentivar a produção de podcasts nordestinos.

Formado por Ananda Omati, Aldenora Cavalcanti, Jhoária Carneiro e Jade Araújo, o Malamanhadas é um projeto independente criado no Piauí que busca refletir e debater questões diversas levando em conta a perspectiva de quem vive e/ou produz conhecimento, mudando a ótica de assuntos pautados na sociedade.

Para Ananda Omati, idealizadora e co-fundadora do Malamanhadas, é imprescindível se discutir novas formas de mídia e de produzir jornalismo para além das plataformas tradicionais. Segundo ela é importante trazer novas discussões e dar espaço também para quem já vem produzindo, justamente para ter esse diálogo entre a prática e a teoria dentro da academia. O podcast é um diferencial dentro dessas mídias, porque tem uma maior abertura nas possibilidades de criação experimental .

“Espero que os estudantes compareçam a roda de conversa. Vai ser muito massa. Nós do Malamanhadas vamos trazer muitos exemplos e discussões para ajudar e acrescentar os estudos sobre comunicação social”, finaliza Ananda Omati.

Segundo a professora Samaria Andrade, o “Roda Com” traz temas atuais que despertam interesse no campo da comunicação e leva a discussão para além da sala de aula, sendo aberto também para profissionais e comunidade em geral.

“Os podcasts têm sido um formato bastante usado por veículos de comunicação convencionais, por mídias alternativas e por grupos diversos. Isso se deve a permissão das possibilidades tecnológicas e ao sucesso do próprio formato, que tem grande e diferenciados públicos. Então nos interessa discutir esse formato e tentar compreendê-lo um pouco mais enquanto oportunidade de produção e de descentralização de temas e diversificação de falas, refletindo também sobre limites e possibilidades”.

Acompanhe através do link. 

PREX: resultado preliminar do estágio em Jornalismo

A Universidade Estadual do Piauí, por meio da Pró-Reitoria de Extensão, Assuntos Estudans e Comunitários – PREX e do Departamento de Assuntos Estudans e Comunitários – DAEC, torna público o Resultado Preliminar do Processo Selevo para Estágio Não Obrigatório do Curso de Bacharelado em Jornalismo da UESPI para lotação na Administração Superior desta Universidade, Campus Poeta Torquato Neto, Teresina – PI, conforme Edital UESPI/PREX/DAEC/SEE No 64/2022.

SEI_GOV-PI – 6220756 – Edital

PREX: resultado preliminar para o estágio de Jornalismo e Direito

A Universidade Estadual do Piauí, por meio da Pró-Reitoria de Extensão, Assuntos Estudans e Comunitários – PREX e do Departamento de Assuntos Estudans e Comunitários – DAEC, torna público o Resultado Preliminar do Processo Selevo para Estágio Não Obrigatório dos Cursos de Bacharelado em Jornalismo e Bacharelado em Direito da UESPI para lotação na Pró-Reitoria de Extensão, Assuntos Estudans e Comunitários – PREX, desta Universidade, conforme Edital UESPI/PREX/DAEC No 62/2022.

SEI_GOV-PI – 6193120 – Edital

PREX: Aditivo referente ao seletivo de estágio não-obrigatório dos cursos de Jornalismo e Direito

A Universidade Estadual do Piauí, por meio da Pró-Reitoria de Extensão, Assuntos Estudantis e Comunitários (PREX) e do Departamento de Assuntos Estudantis e Comunitários – DAEC, torna público o Aditivo I ao Edital UESPI/PREX/DAEC/SEE No 62/2022 referente ao Processo Seletivo para Estágio Não Obrigatório dos Cursos de Bacharelado em Jornalismo e Bacharelado em Direito, para lotação na Pró- Reitoria de Extensão, Assuntos Estudantis e Comunitários – PREX, Campus Poeta Torquato Neto, Teresina -PI.

ADITIVO PREX

 

PREX: edital para seleção de estagiário do curso de jornalismo

A Universidade Estadual do Piauí, por meio da Pró-Reitoria de Extensão, Assuntos Estudans e Comunitários – PREX e do Departamento de Assuntos Estudans e Comunitários – DAEC, torna pública a abertura de Processo Selevo para Estágio Não Obrigatório dos Cursos de Bacharelado em Jornalismo e Bacharelado em Direito da UESPI para lotação na Pró-Reitoria de Extensão, Assuntos Estudans e Comunitários – PREX, desta Universidade.

EDITAL PREX

Conecta ENADE: chegou a vez do curso de Jornalismo conhecer mais sobre o Exame

Por Vitor Gaspar

O Programa Conecta ENADE realizou na manhã desta quinta-feira (27), no laboratório do Pirajá, campus Poeta Torquato Neto em Teresina, uma palestra voltada aos professores e coordenadores do curso de Bacharelado ao Jornalismo trazendo dicas, detalhes e todas as informações relacionadas ao Exame previsto para acontecer em novembro.

Professores e alunos de Jornalismo reunidos no auditório

O curso de Bacharelado em Jornalismo é um dos selecionados a realizaram o exame no próximo mês. A proposta, de autoria da Administração Superior da Instituição, representadas pelo Prof. Dr. Evandro Alberto e o Prof. Dr. Jesus Abreu respectivamente, visa atender aos ciclos do Enade e ao Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), de modo permanente.

Tales Antão, diretor do Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) e membro da equipe técnica conta que durante o encontro com os alunos concluintes do curso de Jornalismo foi apresentado o Programa e sobre o processo de avaliação da prova.

“Falamos da importância desse estudante concluinte em responder uma prova assertiva para que a gente possa manter a nota que hoje é 4 e quem sabe chegarmos ao 5 a partir dessa avaliação. Então falamos um pouco desse processo de avaliação e sobre o SINAES, que é Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior e posteriormente oferecemos uma oficina de Língua Portuguesa”.

Momento em que o Professor Tales Antão discursava no auditório

A professora Rosário Batista, integrante da equipe técnica destaca que o objetivo dessa oficina é fazer com que o aluno entenda a importância e o que ele pode contribuir em relação ao ENADE. “É importante que eles tenham conhecimento de toda a estrutura da prova, o tipo de questão, de asserção, e razão para que ele tenha uma noção da responsabilidade com relação ao Enade, além de tomar conhecimento que esse é um componente curricular obrigatório”.

Professor efetivo do quadro desde 2006, Américo Abreu se sente satisfeito estando na reunião que demonstra a preocupação da UESPI com o exame, pois segundo ele, é esperado que haja uma evolução, ressaltando que esse é o índice que proporciona uma série de políticas e estratégias para a instituição.

“Foi explicado aqui como é que funciona, quais são as fundamentações, para que esses alunos trabalhem bem e sejam exitosos na prova para que nos ajudem a construir mais esse curso, além de melhorarem ainda mais a nossa média para que futuramente os alunos de jornalismo ingressem em um curso nota 5.

Thiago Amorim, da equipe de Língua Portuguesa comentando sobre a estrutura da prova

O exame avalia a qualidade das instituições, com conceitos que variam entre 1 e 5, o estudante pode pesquisar e ingressar na Instiuição melhor avaliada. Dessa forma, ter uma nota alta no Enade beneficia tanto a IES quanto o aluno, pois o resultado é um qualificador da própria universidade, sendo assim estando registrado no histórico escolar do estudante.  

Atualmente o curso de Bacharelado em Jornalismo está avaliado com a nota 4 no ENADE e a meta de toda o corpo docente é evoluir ainda mais com a finalidade de que a nota máxima seja atingida. Trazendo a perspectiva dos estudantes, o discente Ricardo Claro, aluno no 7º Bloco ressalva que esse encontro foi importante para que se tenha esse preparo. “A maior parte das dicas passadas aqui foram de questões de interpretação, análise de texto, além dessa questão de gráficos, e também sobre a parte discursiva que apesar de serem poucas também são muito relevantes”, encerra o aluno.

Curso de Jornalismo promove palestra “Habilidades Comportamentais no Ambiente de Trabalho no Mercado de Comunicação e Marketing”

Por Anny Santos

O curso de Jornalismo da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), campus Poeta Torquato Neto, promove a palestra “Habilidades Comportamentais no Ambiente de Trabalho no Mercado de Comunicação e Marketing” no dia 28 de outubro, nesta sexta-feira, a partir das 08h30, de forma gratuita e presencial no auditório do Palácio Pirajá.

A iniciativa surge através da disciplina Diálogo com o Mercado de Trabalho, do 7° bloco do curso, ministrada pela professora Sammara Jericó, partindo da necessidade de discutir habilidades comportamentais no mercado de atuação dos profissionais de jornalismo. Serão abordados temas como inteligência emocional, resiliência para resolver conflitos e proatividade.

Com apresentação de Washington Moura, Gerente de Comunicação e Marketing da UNIMED Teresina, e Arabela Eulálio, Coordenadora de Comunicação e Marketing da UNIMED Teresina, a palestra propõe um momento de debate sobre carreira, destacando os atuais desafios e principais temas comportamentais no ambiente de trabalho.

A ideia é promover um diálogo entre profissionais e troca de experiências com os discentes, com diálogos voltados para a parte prática nas redações, agências e assessorias e, sobretudo, também focados em comportamento no atual cenário do mercado de trabalho. Washington Moura destaca a importância de discutir carreira, não se atendo apenas ao aspecto técnico de área.

“É o primeiro bate-papo que participo nesse momento mais tranquilo da pandemia. Estou bastante feliz poder voltar ao ambiente acadêmico e poder problematizar teoria e prática voltadas ao nosso mercado de trabalho. Quero levar um pouco de minha experiência como gestor de área de comunicação às exigências atuais de mercado”.

Para Arabela Eulálio, é imprescindível que um profissional de comunicação tenha uma visão sistêmica do negócio em que atua. Segundo ela, com os avanços tecnológicos é possível perceber tudo acontecendo de forma muito mais rápida, sendo assim, o profissional precisa compreender o campo em que está inserido e, de fato, a sua atuação e evolução.

“Eu estou muito feliz em poder participar desse bate-papo. É uma conversa e uma troca de experiências. Iremos levar um pouco da nossa experiência e vivência mercadológica, eu como publicitária e o Washington como jornalista. Estamos indo com o intuito de realmente poder contribuir na formação desses novos profissionais”, finaliza.

Jornalismo UESPI: aluna conquista 1° lugar no Prêmio Sebrae de Jornalismo

Por Anny Santos

Aluna do curso de Bacharelado em Jornalismo da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) conquista 1° e 3° lugar no Prêmio Sebrae de Jornalismo. O prêmio é uma iniciativa do Sebrae para valorizar os profissionais de imprensa que contribuem para fortalecer o empreendedorismo brasileiro com seu trabalho.

Vitoria Pilar, aluna do 7° bloco de Jornalismo do campus Poeta Torquato Neto, se destaca ao conquistar 1° e 3° lugar no Prêmio Sebrae de Jornalismo, que tinha como tema dessa edição “Pequenos Empreendedores que Inovam”, pessoas que estão no mercado, sendo microempreendedores, e inovando em alguma parte de suas produções. A premiação contou com as categorias de Texto, Áudio, Vídeo e Foto.

Para a vencedora do prêmio, é muito importante ter o seu trabalho reconhecido e essa é uma das principais funções desse concurso. Segundo ela, pensar em novas e boas histórias e poder contá-las foi fundamental, fazer algo em que se acredita e fazer com que as pessoas tenham um novo olhar sobre o Piauí é um papel ímpar que Vitória atribui ao jornalismo.

“Quando eu vi que o SEBRAE estava dando um prêmio e abriu o concurso, então, logo me prontifiquei para poder participar, porque uma premiação desse cunho é muito importante para termos um reconhecimento do nosso trabalho. Todas as instituições que fazem algum tipo de concurso para reportagens, elas possuem o objetivo de estar pautando a imprensa, mas, ao mesmo tempo, reconhecer os profissionais de comunicação. Então, assim que que eu vi o prêmio também vi uma oportunidade de reconhecimento do meu trabalho e incentivar essas pautas mais inovadoras”.

A reportagem que conquistou o 1° lugar foi feita exclusivamente para o concurso. Ela narra a história pessoal da família de Vitoria Pilar, considerada uma das famílias fundadoras da Feira do Livro do Piauí, que começou a ser trilhada em meados década de 90 quando ela ainda era realizada na Praça do Liceu e os livros eram vendidos no chão. A reportagem conta a história e a reinvenção desses empreendedores com a pandemia, onde tiveram que transformar um mercado de papel em um mercado digital, modificando seus serviços.

 “Atribuo muito dessa conquista aos meus colegas de trabalho. O site que estou hoje, O Estado do Piauí, é um site muito novo, ele tem menos de um ano e é um projeto em que a gente acredita num jornalismo que é possível, um jornalismo que conta histórias, um jornalismo progressista que pode se reinventar para além do Hard News. Além disso, foi na UESPI que eu fiz os meus primeiros contatos de mercado, foi o lugar em que eu aprendi o que é um texto e que é um texto jornalístico. A universidade me deu professores que são meus amigos e amigos que são como irmãos, então a UESPI tem esse papel como ser humano”.

Vitoria Pilar enxerga o prêmio como um impulso para jovens jornalistas que querem fazer uma boa pauta e conseguir reconhecimento por meio de seus trabalhos. “Pesa muito a experiência e ser novo no mercado. Ser jovem e ter conquistado esse prêmio em meio a tantos repórteres tão experientes e muito bons é também uma forma de mostrar que o novo jornalismo e o jovem jornalista têm espaço nesse mercado”.

Em 3° lugar ficou a reportagem feita em 2021, no aniversário do Piauí. Trata-se de uma reportagem sobre pessoas que, dentro dos seus pequenos negócios, tinham o Piauí como inspiração. É uma história sobre pessoas que vendem copos, blusas e outros objetos customizados, o negócio delas é o Piauí. O texto feito em homenagem ao aniversário do Estado.

Alunos de jornalismo produzem novas edições do Jornal O Gancho

Por Vitor Manoel

Os alunos do 4º Bloco do Curso de Bacharelado em Jornalismo da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), produziram as edições 40, 41 , 42 e 43 do Jornal “O Gancho”. A construção do material é referente as disciplinas de Comunicação e Design jornalístico e Redação, Produção e Edição para Mídias Impressas.

Ao todo, 72 páginas foram feitas com diversas matérias, entrevistas e reportagens abordando os mais variados temas como economia, saúde, esporte, dentre outros assuntos. Todo o trabalho produtivo como a escrita dos textos, feitura das imagens, além da inserção e diagramação dos conteúdos no Jornal foi realizado pelos estudantes, que tiveram a oportunidade de pôr em prática as faces e interfaces do jornalismo diário.

O Prof. Dr. Orlando Berti, responsável por ministrar as disciplinas, destaca que as quatro edições vivenciam as novas linguagens textuais e visuais preparando o alunado não apenas para a questão impressa, mas para que o mercado e a sociedade pedem. Segundo ele, os jornais demoraram aproximadamente dois meses para serem feitos e passaram pelo processo desde a pauta, a edição até a  diagramação.

“Esse material, que está disponível, é um trabalho de 25 alunos e alunas das disciplinas. É um prazer enorme, principalmente porque nós temos o nosso dever cumprido. Claro, foi um trabalho cansativo e que muitas vezes ultrapassou os momentos das nossas aulas invadindo os fins de semana, mas que valeram a pena dando a possibilidade ao nosso alunado evoluir e poder oferecer à sociedade, principalmente para nós da UESPI, bons jornalistas que podem transformar positivamente nossa sociedade”.

Débora Amorim, aluna do 6º Bloco e monitora da disciplina de Design Jornalístico, comenta que viu o esforço feito pelos alunos do grupo e parabeniza a turma pelos jornais entregues. “Adorei ver o empenho, esforço e talento dos alunos do quarto período. Deu para perceber claramente que eles deram seu máximo para fazerem os melhores “O Gancho” possíveis. Fico muito feliz em saber que ajudei pelo menos um pouquinho no resultado desses jornais, pois apesar dos desafios e limitações as versões finais estão, na minha visão, incríveis”.

Edição 40

A edição de número 40 trouxe na capa a manchete da reportagem “Desafios na saúde em Teresina”, além de destaques especiais para matérias sobre educação, tecnologia, saúde e economia.

Capa da Edição 40

A Editora-chefe da edição, Maria Clara Guimarães conta que o processo de diagramação do jornal abriu seus olhos, pois consegue visualizar em outros jornais e revistas pontos que antes não conseguia notar, depois de todo o aprendizado adquirido durante a disciplina. Ela comenta que essa foi uma experiência muito importante para levar durante a carreira jornalística, destacando alguns perrengues.

“Confesso que tinha um certo medo do Design jornalístico, pois diziam para mim que essa era a matéria mais difícil do curso. Percebi que realmente é difícil, mas não impossível. Durante a diagramação do jornal, o processo tirou um pouco a paz do estudante, porque tudo precisou estar milimetricamente perfeito. Então, isso demanda muitas horas de trabalho e muitas revisões, mas esse é o ponto chave do trabalho e que nos fez prestar atenção nos mínimos detalhes”.

Anny Santos, Editora Adjunta, destaca o trabalho dos componentes da equipe quanto ao compromisso de entregar um trabalho coeso, original, esteticamente agradável e que refletisse os conhecimentos adquiridos ao longo do curso.

“Concluir o 4° período executando a árdua missão de produzir “O Gancho” foi, sem dúvidas, um dos trabalhos mais difíceis que fizemos até hoje. É gratificante poder contar cada história e dar voz à cada personagem. Cada decisão tomada pela equipe implica nos resultados que obtivemos, então as decisões foram, visivelmente, acertadas. O professor Orlando Berti nos ensinou, de fato, como a prática caminha junto à teoria e como o ‘fazer Jornalismo’ é uma difícil tarefa, mas que nos proporciona experiências únicas. Estou feliz por fazer parte do projeto e poder apresentar esse belíssimo resultado”.

O aluno/repórter João Fernandes ressaltou a escolha do grupo para adicionar pautas que abrangessem a perspectiva da Universidade para gerar interesse de alunos que vão consumir o jornal, por isso discentes e docentes estão presentes nas matérias. Entretanto, a edição não se limitou apenas a esse segmento, segundo ele pautas de interesse da sociedade também estão inseridas no jornal.

“Sabemos que esse jornal vai ter um alcance ainda maior, por isso trouxemos pautas que são de interesse social, como por exemplo uma matéria sobre “Economês”, que trata sobre as dificuldades de entender algumas coisas sobre Economia. Além disso fizemos uma matéria muito boa sobre as perspectivas do Mercado Central, em Teresina, enfim, buscamos despertar interesses e curiosidades dos leitores em assuntos que sim, são muito falados, entretanto muitas vezes pouco compreendidos.

EDIÇÃO COMPLETA

Edição 41

Os membros da edição 41 escolheram uma reportagem sobre as histórias envolvendo o Metrô de Teresina, além de destaques para matérias sobre educação, esporte, economia e saúde.

Capa da Edição 41

Para a Editora-chefe, Maria Clara César, participar da produção foi enriquecedor, principalmente por nunca ter tido contato com a produção de jornal e todo o processo criativo por trás dela. Segundo ela, a parte de diagramação foi diferente de tudo o que havia visto em todo o curso, tendo que criar um jornal todo do zero.

“A gente se sente muito feliz por ver todo esse projeto saindo do papel e estando completo. É uma realização muito grande, porque foram muitas horas de trabalhos envolvidas naquilo, então, foi um período inteiro voltado para aquilo e ver ele finalizado com sucesso é mais contagiante para mim, que fui editora do projeto, como para todos os repórteres que ajudaram muito na edição e realização do projeto”.

O projeto conta com matérias que envolvem temas atuais e relevantes para a sociedade em geral. Dessa forma, a aluna/repórter Giovana Andrade destaca a matéria “Suicídio: ‘se tem vida, tem jeito’, diz psicóloga”, como uma das mais importantes da edição, pois retrata a importância de se discutir sobre um tema que ainda existe muito tabu em volta  e essa matéria aborda como identificar sinais prévios de pessoas que tem tendência a se suicidar e de como ajudá-las.

“Segundo o DataSUS, no Brasil, os suicídios subiram de 7 mil para 14 mil, sem levar em conta os casos que não foram notificados, chegando a ser um número maior do que mortes por acidentes de moto no mesmo período. É muito relevante evidenciar situações como essa”.

EDIÇÃO COMPLETA

Edição 42

Na edição 42, a capa trouxe uma reportagem especial sobre a influência da cultura pop asiática em Teresina, além de destaque para matérias sobre esporte, educação, cidade e saúde.

Capa da Edição 42

A aluna/repórter Francisca Brígida comenta que o processo de diagramação do Jornal “O Gancho” foi para ela o trabalho mais estressante, dolorido, exaustivo, desafiador e angustiante que fez na vida. Um projeto que exigiu um trabalho em equipe e que todos estivessem dispostos e em sintonia.

“Foi um trabalho que precisou ser modificado e refeito uma, duas, cinco, seis, dez ou até mesmo vinte vez ou mais. O bom era que a cada modificação o jornal ganhava forma e “cara” de jornal, ficando cada vez mais perto da “perfeição” ou não. Teve um dia em que nossa equipe ficou reunida quase 12 horas em chamada pelo Meet, em uma noite de sexta-feira, virando a madrugada e finalizando na manhã de sábado. No fim das contas, ver o que foi produzido e como ficou é gratificante, pois é notório o quanto melhoramos e evoluímos. Sou grata por tudo que aprendi e espero levar tudo isso para minha vida profissional”.

Iasmin Martins, aluna/repórter da edição, ela destaca a matéria intitulada de “Autoaceitação: tenha compaixão com si mesmo”, porque ela aborda temas recorrentes na atualidade, como a autoestima, autoaceitação. Segundo ela, com o fácil acesso as redes sociais, certos conteúdos podem gerar comparações, principalmente, para os jovens e, muitas vezes, são conteúdos irreais.

“A matéria faz refletir sobre a autoaceitação, mostrando relatos de algumas meninas sobre como venceram obstáculos. Trouxemos  também profissionais para aprofundar mais o assunto. A matéria não é minha, mas tenho muito orgulho de ter diagramado, pois ela pode ajudar os leitores que procuram alcançar a autoaceitação e não sabem os caminhos. Os relatos até mesmo me fizeram refletir no momento da diagramação”.

EDIÇÃO COMPLETA

Edição 43

A edição 43 trouxe na capa uma reportagem especial sobre os desafios dos jornalistas policiais em Teresina. Ademais, a edição ficou marcada como o jornal mais imagético entre os quatro e o que reuniu mais matérias sobre economia.

Capa da Edição 43

 

Para o Editor-Chefe, Vitor Gaspar, o processo de diagramação foi trabalhoso, envolveu dias e horas de trabalho, mas que ao final deu tudo certo. “Ficava durante horas no Google Meet falando com as meninas, orientando, “apanhando” do aplicativo, pois muitas vezes uma coisa desalinhava e a gente precisava ir lá concertar, no entanto, o mais importante foi que o trabalho ficou excelente e podemos nos orgulhar do serviço.

Para Gabriela Sousa, Editora adjunta, a construção do material foi muito desafiadora, pois era tudo muito novo para os alunos e que no começo teve um certo temor e insegurança, mas havia de encarar o desafio entregue pelo professor. “Foram várias noites sem dormir, muitas vezes indo até os locais, porque a construção do jornal iniciou ainda no começo do período quando todo o material foi escrito. Na nossa reportagem de capa, sobre os desafios dos jornalistas policiais, nós vivenciamos todo o processo de um seguimento que é muito consumido pela população. Foi trabalhoso, mas valeu a pena e agradeço a UESPI pela oportunidade de produzir um material como esse.

A aluna/repórter Vanussa Soares brinca que todos os amigos e familiares precisam ler e passar o feedback da leitura, pois deu muito trabalho para produzir. “Foi desafiador fazê-lo, desde fotos e entrevistas até a diagramação, pois sim, cada letrinha precisa estar milimetricamente no lugar certo. Todos que irão ler apreciem o conteúdo e a entrevista exclusiva, pois todos foram feitos com esmero e carinho”.

EDIÇÃO COMPLETA

História do Jornal O Gancho

O jornal “O Gancho” foi o segundo jornal laboratório criado no curso de Comunicação Social, Habilitação em Jornalismo e Relações Públicas da UESPI. O curso foi criado em março de 2001, quando ingressou a primeira turma, na ocasião, a Coordenadora era a jornalista Cíntia Lages com uma turma formada por quarenta pessoas. Inicialmente, a duração era de cinco anos, pois correspondia a formação de quatro anos em jornalismo e mais um ano de relações públicas.

Durante esse primeiro momento, o jornal era nomeado como “Jornal da UESPI”. No ano de 2006, o coordenador do curso e também professor, Roberto Denis, quarto coordenador que passava pela diretoria, trouxe algumas alterações e mudanças no nome, formato e estrutura do Gancho. O jornal foi criado para somar ainda mais o curso de Comunicação Social e contou com a participação de diversos mestres da área.

O objetivo da criação do jornal estava ligado as questões práticas do curso. A Universidade Federal do Piauí (UFPI), fundou o jornal Calandragem, diante disso, surgiu a necessidade de existir um projeto na Universidade Estadual do Piauí. Além disso, todos os cursos de jornalismo necessitam dessa dinâmica prática de laboratórios.

Naquele período, o jornalismo impresso era muito forte e era utilizado como um objeto de estudo de todos os alunos de jornalismo. No projeto pedagógico do curso era uma obrigação existir um jornal laboratório, além disso o conteúdo era abordado de forma geral e levava informações sobre diversos assuntos, apresentava um estilo voltado ao perfil de uma revista, com a presença de matérias frias. Com o passar dos anos, sofreu algumas mudanças de acordo com o estilo de cada professor que estava no comando da disciplina.

Os professores que fizeram parte desse grupo do jornal “O Gancho” foram Orlando Berti, Mário Davi, José Américo, Daniel Solón, e mais alguns que fizeram parte desse processo.

Em relação ao formato, algumas mudanças foram feitas com decisão do grupo de professores e ele passou a ter uma característica berlinense. Berlinense, também conhecido como Berliner, Berlinês ou midi, é um formato de jornal com páginas que, normalmente, medem 470 × 315 milímetros, ou seja, ligeiramente maior do que o formato tabloide/compacto e mais estreito e mais curto do que o formato broadsheet. Esse formato foi escolhido para manter uma valorização na estrutura. Por fim, o jornal é utilizado como ferramenta pedagógica, traz uma visão aberta e atualizada, um espaço de divulgação de ideias, de comunicação de opinião e interesses e tem contorno multidisciplinar e interdisciplinar.

 

Cursos de Psicologia e Jornalismo da UESPI criam Liga Acadêmica de Psicologia e Cinema (LAPCine)

Por Anny Santos

Os cursos de Psicologia e Jornalismo da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) criaram a Liga Acadêmica de Psicologia e Cinema (LAPCine), sob orientação da Profa. Ma. Valéria Sena, do curso de Psicologia e da Profa. Ma. Sammara Jericó, do curso de Jornalismo. É a primeira da instituição a unir os respectivos cursos.

A LAPCine, voltada para estudos interdisciplinares entre Psicologia e Cinema, surgiu na disciplina de Psicologia Social I, ministrada pela Profa. Ma. Valéria Sena, a partir de discussões em sala de aula sobre a relação do conteúdo da disciplina com filmes e documentários. Com havia muita participação, a turma teve a ideia de ampliar as discussões dos filmes levando os debates para a comunidade acadêmica.

Isabela Mello, aluna do 4° bloco do curso de Psicologia e Coordenadora Discente da liga, ressalta que a LAPCine abrirá espaço para a produção acadêmica e poderá levar inúmeras pessoas a pensarem na sétima arte como objeto e/ou ferramenta de estudo. “Sempre que estudávamos diferentes abordagens ou áreas da psicologia a gente se percebia encontrando referencias em filmes, documentários, séries e surgiam debates interessantes. As diversas formas como as emoções são representadas na tela, como cada indivíduo interpreta o que é passado, como a sociedade compreende certo fenômeno e como isso impacta os sujeitos são exemplos de como o cinema pode trazer a compreensão da Psicologia como ciência da subjetividade e motivar o estudo e análise de processos do comportamento de indivíduos e grupos humanos em diferentes situações”.

Segundo a Profa. Ma. Valéria Sena, o projeto da LAPCine tem a proposta de, posteriormente, ampliar as apresentações e discussões dos filmes ou documentários para as comunidades vulneráveis com o objetivo de possibilitar consciência crítica e análise das problemáticas sociais. “Estamos lançando o edital disponibilizando 20 vagas para alunos que irão participar como ligantes na organização, discussões teóricas e produções científicas. No entanto, os eventos, apresentações e discussões dos filmes e/ou documentários serão abertos ao público acadêmico”, destaca.

A ideia é trazer também a contribuição do Jornalismo nas discussões. A liga possibilita que os discentes desenvolvam diálogos entre Psicologia e Cinema, especialmente na contextualização de obras cinematográficas, tendo por base teorias e métodos de investigação psicológica.

Para a Profa. Ma. Sammara Jericó, a LAPCine irá fomentar os estudos dos ligantes com atividades que possibilitam, além de transformação social, a prática e aprimoramento de conteúdos que são ensinados em sala de aula, ampliando o senso critico e desenvolvimento cientifico. “Dentre os inúmeros benefícios, os alunos de Jornalismo podem promover debates de temáticas sociais através de produções audiovisuais, desempenhando um importante papel em comunidades locais – o de viabilizar o acesso a cultura e conhecimento. A liga possibilita essa interdisciplinaridade que irá trazer grandes contribuições acadêmicas para nossos alunos”, finaliza.

https://linktr.ee/lapcine

Confira o Instagram da LAPCine

Campus Picos: Reitor da UESPI, docente e discentes lançam livro nesta segunda-feira

Por Leonardo Dias

Acontece nesta segunda-feira (25) de abril, às 19h, através do canal do Youtube o Lançamento do Livro o lançamento do livro “Comunicação Comunitária e Pandemia no Sertão do Piauí”, produzido por professores e 18 alunos do curso de Bacharelado em Jornalismo da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) campus professor Barros Araújo, na cidade de Picos.

O livro foi organizado pelos professores da UESPI, Evandro Alberto de Sousa,  Reitor da Instituição, e Orlando Mauricio de Carvalho Berti, professor do curso de Jornalismo, Campus Torquato Neto. Os discentes participantes foram: Ana Caroline de Oliveira Morais, Ana Júlia Oliveira, Fernanda Maria Teixeiras, Gessica Lima Feitosa, Isadora Freitas do Vale Lima, João Pedro Pereira Nunes, Júnior do Vale Lucena, Lia Rachel Silva Marinho Barbosa, Luana de Sousa Rodrigues Moura, Lucas do Nascimento Ibiapino, Maria Renata Arrais de Sousa, Myvrian Hazy Braga de Araújo, Patrícia da Conceição Oliveira Soares, Rafaela de Oliveira Alves, Stefanie de Jesus Leal, Vinícius da Silva Coutinho.

As temáticas do livro  abordam  o papel da universidade na reflexão da pandemia e a comunicação comunitária nesse processo. Para o Reitor da Universidade e um dos autores e organizadores do livro, Prof. Doutor Evandro Alberto, “o e-book vai contribuir para um conhecimento maior sobre a importância da comunicação comunitária para tratar sobre temas que impactam as suas comunidades, como por exemplo a Covid. Colocamos todo nosso esforço e dedicação e quero agradecer a parceria com o  Prof. Orlando Berti, e também com os discentes envolvidos.  Parabenizo todos os discentes pelo esforço na produção científica e empenho que cada um, cada uma demonstrou desde a produção do livro até agora. Tenho certeza de que serão grandes profissionais, tanto nas suas áreas de atuação, como na literatura e na produção científica de forma geral.  A nossa UESPI está sempre empenhada nos seus mais diversos cursos e áreas a dar um retorno social para todo o Piauí”.

O professor Orlando Mauricio de Carvalho Berti explica que este e-book é o terceiro produzido pelos discentes do curso de Jornalismo do campus de Picos, onde trazem reflexões sobre questões pandêmicas.

“Sempre Temos a intenção de vivenciar questões da região, mostrando sempre as características da Universidade que é pensar os fenômenos regionais e, principalmente, as atualidades desses fenômenos. O livro demorou quase um ano para ser feito, pois envolveu as fazes da pesquisa e a interação com os grupos sociais até aparte de organização, edição, diagramação para ser lançado agora no inicio do ano”.

Autores

Vinícius da Silva Coutinho, um dos autores do livro, escreveu sobre  “O protagonismo da Igreja Católica na comunitarização da cidade de Patos do Piauí”.  “Poder tratar sobre como a comunicação acontece na minha cidade foi muito gratificante. Principalmente, por contribuir com as especificidades da cidade em relação à comunicação comunitária e o protagonismo da igreja católica”, relatou.

Já o aluno Júnior Lucena abordou  “A comunicação exercida pela associação atlética acadêmica midiática, de Picos, em suas redes sociais”. “Contar a história do movimento estudantil que foi a Atlética Midiática  junto do estudo das comunicações comunitária e contra-hegemônica foi uma ótima forma de registro histórico para o curso, além da contribuição acadêmica na área”, disse.

A discente Ana Júlia, que pesquisou sobre pandemia da covid-19,  um “Estudo de caso da comunicação comunitária religiosa da Assembleia de Deus – templo central  na cidade de Picos”, diz que “falar sobre a adaptação da Igreja, em especial a Igreja de Picos, ao mundo virtual no período de isolamento, incertezas e medos foi renovador. Compreender todos os desafios que a pandemia trouxe e como a Igreja lutou e se apegou a meios cabíveis para continuar exercendo sua fé, os cultos, tudo isso foi uma experiência gratificante”.

E-book

O e-book esta disponível na editora da UESPI na categoria livros 2022, totalmente gratuito.

Alunas da UESPI apresentam pauta sobre a fome e conquistam o 13º Prêmio Jovem Jornalista

Por Liane Cardoso

Três estudantes do curso de Jornalismo da Universidade Estadual do Piauí, campus Torquato Neto, conquistaram o 13º Prêmio Jovem Jornalista – PPJ – Fernando Pacheco Jordão, do Instituto Vladimir Herzog. O PPJ é uma oportunidade para acadêmicos de jornalismo desenvolverem um trabalho prático desde a criação da pauta até a reportagem final. Amanda Bonfim, Mara Gislianne e Isabella Monteiro, discentes do 4º período, elaboraram uma pauta sobre “O rosto da fome“.

Amanda Bonfim revela que o tema da pauta foi escolhido pela relevância e foi elaborada de forma detalhada e extensa. “Nossa intenção é “dar um rosto” para a fome, mostrando a realidade de famílias que passam por dificuldades em mater refeições diárias, gerando um quadro de insegurança alimentar grave”, explicou Isabella Monteiro sobre o conteúdo da pauta classificada.

As pautas premiadas abordavam sobre a realidade da sociedade

Processo de produção

O primeiro passo para participar do seletivo era a produção de um texto escrito. Após a avaliação das redações, os inscritos seriam selecionados para a produção de um vídeo ou gravação de um Podcast sobre a temática escolhida. Como o resultado das produções escritas foram divulgadas na última sexta-feira (20), as estudantes da UESPI se preparam agora para a pŕoxima etapa – produção do vídeo-reportagem. “Dia 04 de setembro vamos ter um encontro virtual para pactuação e apresentação dos mentores, aonde receberemos as orientações básicas para o início dos trabalhos”, disse Mara Gislianne.

O professor Orlando Berti foi convidado para orientar as jovens discentes neste trabalho. Ele destaca que o trabalho delas está entre os 04 do nordeste que foram selecionados, o que reforça a competência do alunado da UESPI. “O prêmio representa a qualidade dos estudantes da UESPI. As alunas apresentaram boas ideias e obtiveram essa conquista através das experimentações jornalísticas. Isso demonstra a dedicação delas e também que estão atentas a realidade”, disse o docente.

Como irão iniciar o processo de produção do vídeo, as alunas ainda não receberam a premiação. Contudo, foram contempladas com bolsa-auxílio para a produção audiovisual nos próximos meses.

RodaCom promove discussões de comunicação comunitária com representantes dos municípios de Oeiras e Queimada Nova no Piauí

Colaboração: Natalia Silva/ Professora Orientadora: Sammara Jericó

O Roda Com aconteceu nessa última quarta-feira, dia 28. A live foi realizada no canal da Uespi Oficial e abordou as dificuldades enfrentadas para o desenvolvimento de rádios e projetos comunitários nos municípios de Oeiras e Queimada Nova, principalmente, em virtude da falta de investimento do poder público e político.

O evento contou como a participação de representantes das comunidades, além da mediação da professora Clarissa Carvalho, uma das Coordenadoras do Projeto de Extensão.“O poder público tem que trabalhar as políticas públicas sociais voltadas para o desenvolvimento da juventude, claro que nem sempre o município dá conta disso, assim como também a instituição Cáritas não é o suficiente, é um projeto que deve ser feito por várias mãos, todos temos que tentarmos juntos”, afirmou Edvan Oliveira, Jornalista e Coordenador do Projeto Cáritas.

O RodaCom terá mais dois encontros, no mês de agosto e outro em setembro

O RodaCom terá mais dois encontros, no mês de agosto e outro em setembro

A Cáritas Diocesana de Oeiras é uma instituição não governamental, atuante há mais de 12 anos, e tem como objetivo a profissionalização e cidadania de jovens. A organização participa da construção solidária da Sociedade do Bem Viver, junto com pessoas em situação de vulnerabilidade e exclusão social. O projeto atende atualmente sete cidades da região, ofertando cursos técnicos voltados para qualificação de jovens, visando ainda a inserção no mercado de trabalho. A Cáritas desenvolve suas atividades também por meio de uma rádio comunitária em Oeiras.

A live teve também a participação do Diretor e Radialista da Associação de Rádio Comunitária de Queimada Nova, Nilson dos Santos. Para o processo de efetivação da rádio no município, ele conta que a equipe teve vários impasses. “A gente começou a enfrentar muitos desafios. A partir do momento em que se criou um grupo de comunicação no município através de uma rádio, em que começamos a divulgar sobre o município, fomos frustrados, porque não aceitavam certas opiniões, ai a gente sofreu represálias políticas”, revelou.
A rádio comunitária teve iniciou no ano de 2009. Atualmente, conta com as seguintes programações: Voz da Resistência, Raiz Cultural, abrangendo a localidade das comunidades quilombolas e indígenas.
O Roda Com se estende por mais dois em encontros nos meses de agosto e setembro. O evento disponibiliza 18 horas de certificado válidas para ACCS.

Curso de Jornalismo realiza roda de conversa sobre Comunicação Comunitária

Por Liane Cardoso

A professora Clarissa Carvalho, docente do curso de Jornalismo da Universidade Estadual do Piauí, está organizando mais uma edição do RODA COM, que traz como tema a Comunicação Comunitária, popular e participativa.

A roda de conversa acontece nesta quarta-feira (28), a partir das 18h, com transmissão ao vivo pelo canal do Youtube UESPI Oficial. O projeto de extensão também é coordenado pela professora Samária Andrade.

“O objetivo do evento é trazer a discussão sobre comunicação comunitária, popular e participativa a partir da experiência de quem trabalha nesse meio e que tem a perspectiva de comunidade para compartilhar com os alunos”, explicou a organizadora da proposta.

O bate-papo será com o jornalista Edvan Oliveira, assessor de políticas públicas para juventude e coordenador de projeto na Cáritas Diocesana de Oeiras, e com Nilson José dos Santos, diretor geral da Associação Rádio Comunitária de Queimada Nova. A transmissão será mediada pela Professora Clarissa Carvalho.

As inscrições são gratuitas

As inscrições estão abertas e disponíveis na página do google Formulários. Os participantes também receberão certificado emitido PREX (Pró-Reitoria de Extensão, Assuntos Estudantis e Comunitários) após as três rodas de conversas que estão previstas para essa edição.