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UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ

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Alunos de escola municipal visitam UESPI e participam de atividades esportivas

Por Clara Monte

Alunos da escola municipal Professor Ofelio Leitão visitaram o Campus Poeta Torquato Neto (UESPI), na manhã de segunda-feira (28), para participarem de atividades desenvolvidas pelo curso de Licenciatura de Educação Física.

Alunos na pista de atletismo

A atividade aconteceu em conjunto das disciplinas de atletismo e basquete. Os alunos do curso de Educação Física da nossa universidade supervisionaram os estudantes das escolas durante a realização de práticas esportivas na quadras na instituição.

Professore Jefferson Fernando e professor Caio Hilbert

Segundo o professor de Ed.Física Jefferson Fernando, o intuito dessa visita é promover maior interação entre os alunos e a instituição antes mesmo da aprovação. “O foco é conhecer um pouco das instalações da Uespi, visto que muitos só conhecem quando ingressam  no ensino superior, e também familializá-los na prática do atletismo e do basquete, pois muito se fala de futebol e outras modalidades, e acabam esquecendo deles, que são muito importantes também”.

A prática iniciou com aquecimentos, e contou com uma série de atividades esportivas, incluindo ensinamentos de alongamentos. Francisco Wilson, acadêmico de ed.física comenta as vantagens dessa interação entre os alunos. “Em questão de experiência para mim e meus colegas de turma é muito bom, pois esse contato desde o primeiro período é importante para nossa área de ensino, e para eles também, pois colocamos eles em constante movimento e ensinamos a prática correta de alguns exercícios”.

Além disso, a coordenadora do curso Patrícia Uchôa, ressalta também a importância desse tipo de ação para os estudantes da escola municipal, pois segundo ela é natural que eles não tenham essa prática no dia-dia. Para quem vem passar por essa experiência de correr em uma pista de atletismo como esta, que a maioria deles só vêm na televisão, é um dia especial, podendo vivenciar aqui, o que não vivenciam na escola”.

 

 

Conheça mais sobre o Núcleo de Apoio Psicopedagógico (NAPP)

Por Clara Monte

O Núcleo de Apoio Psicopedagógico da UESPI (NAPP) é um projeto permanente que surgiu da necessidade de assistência psicopedagógica aos discentes, nele é desenvolvido acolhimento e acompanhamento dos anseios estudantis, tendo em vista seu processo acadêmico.

O núcleo possui um coordenador que é um/a professor/a psicólogo/a vinculado/a ao curso de psicologia do CCS/UESPI de Teresina, indicado pela Coordenação do Curso, endossado pela Direção do CCS e designado por portaria pela reitoria da UESPI. Os professores do curso de psicologia podem realizar atendimento. Neste caso, esses professores apresentam semestralmente seu interesse e disponibilidade, conforme suas necessidades relativas aos encargos, que podem variar semestralmente.

Os atendimentos são agendados presencialmente na Coordenação do NAPP ou através do e-mail napp@ccs.uespi.pi,  e podem ocorrer em duas modalidades: presencial, na Coordenação do NAPP, ou virtual, pelo Google Meet.

João Damasceno Neto, coordenador do núcleo, informa para quem é direcionado os atendimentos e explica a importância desse projeto na adaptação e desafios encontrados nos cursos de saúde da UESPI.

“Os atendimentos são reservados a alunos do CCS de Teresina, ou seja, estudantes dos cursos de educação física, enfermagem, fisioterapia, medicina e psicologia. Esse apoio, é significante pois inclui aprimoramento nos estudos; viabilizar a integração de calouros no meio universitário; auxiliar o nivelamentos de estudantes; proporcionar metodologia de estudo mais apropriadas ao perfil do estudante e às características da matéria; orientações para o adequado uso do tempo, técnicas psicológicas e didáticas para enfrentar seminários”.

 

 

 

 

 

Consciência Negra: estudante do curso de Direito fala sobre o sistema de cotas

Por Clara Monte

Durante o mês da Consciência Negra, são promovidas ações de combate ao racismo e reconhecimento da luta pela igualdade social. Na Universidade Estadual do Piauí (UESPI) as políticas de inclusão são trabalhadas desde a sua fundação. O sistema de cotas é uma dessas políticas.

A UESPI reserva, em cada seleção para ingresso nos cursos de graduação, no mínimo 50% das vagas para estudantes que tenham cursado integralmente o Ensino Médio em escolas da rede pública de ensino, com renda per capita de até 1,5 (um e meio) salários mínimos. Destas reservas, 45% serão destinadas a pessoas negras, pardas, quilombolas e indígenas.

A Assessoria de Comunicação da UESPI realizou uma entrevista com a aluna Kamily Vitória Barbora, de 19 anos, que cursa atualmente o terceiro período do curso de Direito, do campus Clóvis Moura da Universidade Estadual (UESPI). Ela é uma das ingressantes na universidade pelo sistema de cotas para estudantes negros que estudaram em escolas públicas.

Estudante Kamilly Vitória

Ascom: Para você, qual a importância do Sistema de Cotas na sua vida?

Kamilly Vitória: Para mim, essa medida é muito importante e necessária, já que historicamente existe uma defasagem de oportunidades entre estudantes de escolas públicas versus estudantes de escolas particulares, que se agrava mais ainda quando esses estudantes são negros.

Ascom: A UESPI possui 74% dos seus professores autodeclarados pretos ou pardos. Como você se sente com essa representação?

Kamilly Vitória: Tenho um professor negro, inclusive o mesmo é coordenador do curso direito no Campus Clóvis Moura. Pra mim, é uma grande representatividade.

Ascom: O dia 20 de novembro é comemorado o Dia da Consciência Negra. O que a data representa para a luta antirracista?

Kamilly Vitória: Eu considero como uma data necessária que traz um pouco para a sociedade a importância de se conscientizar sobre as questões raciais, principalmente em relação ao antirracismo. Ainda existe muita desinformação causada pelo racismo estrutural que permeia a sociedade brasileira como um todo, então acredito que datas como essa trazem oportunidades a pessoas pretas a falarem sobre o racismo e como ele pode e deve ser combatido.

Ascom: Você acredita que existe o racismo velado na sociedade?

Kamilly Vitória: Sim, principalmente aqui no Brasil por conta do mito da ”democracia racial”, como se todos os grupos raciais do país vivessem em perfeita harmonia, o que não é o caso, e faz com que as pessoas acreditem que esse racismo não existe e por consequência, que ele seja praticado de uma forma mais velada.

Ascom: Qual a importância da Universidade promover discussões sobre esse tema?

Kamilly Vitória: É extremamente importante que universidades públicas promovam discussões sobre o racismo, principalmente em um país composto na sua maioria por pessoas negras. A universidade deve ser um espaço de inclusão que promova a conscientização sobre as questões envolvendo todas as minorias da sociedade.

Ascom: Você como estudante de direito, acredita que possa ajudar na luta contra a discriminação ainda presente na sociedade?

Kamilly Vitória: Sim, ainda que o judiciário também seja permeado por muita desigualdade racial, acredito que posso auxiliar no combate ao racismo promovendo discussões em torno desse tema que possam chegar a conselhos como a OAB, juízes, promotores e demais profissionais do direito.

Ascom: Você gostaria de deixar alguma mensagem final?

Kamilly Vitória: Fico feliz que tenha sido convidada a dar essa entrevista, pois é um sinal que a universidade está aberta a dar espaço para pessoas negras contarem sobre suas vivências, especialmente enquanto estudantes universitários.

 

 

 

PRIL: Reunião em Simões firma novos convênios com a Universidade

Por Clara Monte

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI), promoveu encontros em Simões com o intuito de garantir mais parcerias para o desenvolvimento das práticas do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas ofertados pelo programa PRIL. Essas conversas aconteceram na última sexta-feira (18).

 

 

A ação aconteceu em três escolas da região: U E José Bento de Carvalho Filho, Centro de Educação Municipal e U E Raul Sérgio, e contou com a participação dos diretores e coordenadores estudantis.

Para a professora Roselis Machado, coordenadora pedagoga do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, os encontros foram positivos com os  diretores e secretários de cada escola. “Nossas conversas foram muito produtivas e abertas. Há possibilidades de novas parcerias para as práticas pedagógicas e atividades de extensão. Simões tem a maior turma de biologia do PRIL, são 44 alunos precisando de escolas disponíveis para parcerias”.

 

A professora Roselis  ainda destacou a importância das parcerias no campo da Educação.   “Esses encontros são muito importantes para firmar novos convênios entre a escola e universidade. Garantir o recebimento de nossos alunos nessas escolas é promover maior qualificação de ensino e oportunidades de diferentes práticas, tanto as obrigatórias, quanto as extracurriculares”.

Prof. Maria Bento, Secretária do curso e Coordenadora do polo de Simões, pontua o quanto a educação e a participação de cada ente envolvido traz impactos positivos na vida acadêmica dos docentes. “Ninguém anda sozinho, por isso a necessidade desse acolhimento dos gestores com a nossa turma de biologia. Isso vai contribuir muito para a formação de habilidades dos nossos alunos, levando o nome da UESPI para fora”.

Reitoria Itinerante: administração superior inaugura laboratório de informática em Floriano

Por Clara Monte

Na manhã desta quinta-feira (17), a Administração Superior da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) deu continuidade às atividades do projeto Reitoria Itinerante, no Campus Doutora Josefina Demes, em Floriano.

Reitor Prof.Dr. Evandro Alberto e a Diretora do Campus, Ariete Ferreira

Durante o encontro ocorreu a entrega de 25 novos computadores na inauguração do laboratório de informática do curso de Ciências da Computação. Docentes e discentes relataram a importante contribuição que o laboratório fornecerá a comunidade acadêmica da instituição.

Computadores entregues

Edna Yoshiko Senzaco, coordenadora do curso, em Floriano, comemora e comenta as vantagens acadêmicas da inauguração. “O laboratório de informática é uma grande conquista para o nosso curso.  Ele vai agregar muito em nossas atividades de ensino, pesquisa e extensão. Além disso, esse espaço será usado para grupos de estudo, melhorando a vida acadêmica e profissional dos nossos alunos”

João Gabriel, estudante do 5° período do Curso de Ciências de Computação fala sobre a importância do laboratório para sua formação. “Vai ser muito importante para nós alunos, porque vamos colocar em prática tudo aquilo que aprendemos em sala de aula, crescer na nossa área de TI, que avança constantemente, e para entrar no mercado de trabalho com confiança e responsabilidade, levando o nome da Uespi para fora”.

Participação da comunidade acadêmica

A diretora do Campus, Prof. Ariete Ferreira, também relata o importante significado desse novo laboratório exclusivo para os alunos de TI. “Isso representa bastante para gente, pois ha muito tempo nossos alunos cobram esse laboratório  específico para o curso de computação, o que vai facilitar o trabalho dos professores e melhorar a qualidade de ensino”.

Diretora do Campus, Ariete Ferreira

Ao final da inauguração, o Reitor Evandro Alberto destacou a importância do programa Reitoria Itinerante nessa ação e promete novas inaugurações em outros campi. “É um grande avanço. Isso faz parte do nosso plano de modernização e desenvolvimento e isso  representa muito para a universidade. Sobre a Reitoria Itinerante, essa é uma ação que traz a presença da administração superior na comunidade, para que possamos conhecer cada campus e os atores sociais da transformação. Floriano é o primeiro campus a receber o laboratório de computação, mas depois vamos para Piripiri, Parnaíba e Teresina. E trabalharemos para que todos os campi possam ter”.

Reitor Evandro Alberto com a comunidade acadêmica

 

O que é Reitoria Itinerante?

Projeto da Administração Superior que consiste  na visita de todos os gestores das pró-reitorias e setores da Uespi nos campi. O objetivo é  aproximar a relação entre a Administração e a comunidade e, assim, ouvir e propor ações que tragam melhorias para as unidades da universidade.