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Café com Química: encontro traz discussão sobre o Novo Ensino Médio

Por Priscila Fernandes 

O projeto Café com Química realiza, no dia 18 de fevereiro, a palestra “Novo Ensino Médio: o que muda e o que permanece?”. Nessa edição o tema escolhido foi relacionado ao Novo Ensino Médio pelo impacto que as mudanças, na forma de ensino, trarão para o nosso país. O encontro acontece através do Google Meet e será transmitido pelo Youtube.

Realizado pelo PET Química-UESPI, neste encontro do Café com Química, a ideia é trazer informações sobre as mudanças no Ensino Médio e alertar sobre muitas informações falsas que rodeiam o tema. A convidada para discutir sobre a temática é a psicóloga e especialista em Educação Inclusiva, Vivianne Fernandes.

 

O professor Reginaldo, que faz parte da organização do evento e do projeto, afirma que a maior parte dos estudantes da UESPI fazem cursos de licenciaturas e se tornarão professores, depois de formados. Dessa forma, acredita-se que a discussão sobre as mudanças propostas para o Novo Ensino Médio deve ser melhor entendida ou apresentada para comunidade.

“O formato do Novo Ensino Médio é de interesse de todos, sobretudo de nossos futuros professores, sejam eles licenciandos dos cursos de química, física, matemática ou outros cursos. Hoje, discutindo com nossos alunos, percebemos que existem muitas dúvidas relacionadas às mudanças trazidas pelo novo formato do Ensino Médio. Acreditamos que será uma oportunidade de tentar sanar um pouco dessas dúvidas”, pontua.

O evento é aberto e gratuito, direcionado para alunos dos cursos de graduação em licenciatura, professores do ensino médio de escolas públicas ou privadas, estudantes do ensino médio e interessados pela temática.

Confira o link de inscrição. 

Projeto Café com Química

O “Café com Química” é uma atividade vinculada ao Programa de Educação Tutorial do curso de Química da UESPI (PET/QUÍMICA). Essa atividade vem ocorrendo desde 2018 e já trouxe vários palestrantes, de diferentes instituições, para discutir temas que acreditamos ser relevantes para nossos estudantes.

Conheça o perfil do programa no Instagram. 

UniverCiência: Pesquisas sobre moléculas do Jaborandi e Buriti com capacidade de inibir a Covid-19 são destaques no programa

Por Arnaldo Alves

O programa Univerciência exibe neste sábado às 14h30, na TV Antares, e na segunda-feira, às 10h, no canal da Uespioficial, as pesquisas da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) sobre as moléculas do Jaborandi e do Buriti com capacidades de inibição da Covid-19.

Responsável por identificar as moléculas presentes no Jaborandi e Buriti, o coordenador do Grupo de Química Quântica Computacional e Planejamento de Fármacos da UESPI, Dr. Francisco das Chagas Alves Lima, destaca que o Univerciência surge para valorizar e divulgar o trabalho desenvolvido nas universidades públicas do Nordeste, além de aproximar a população com a sociedade científica e acadêmica. “É importantíssimo mostrar para o povo o trabalho que dia após dias é desenvolvido por grandes pesquisadores do Nordeste. Ter dois trabalhos da minha equipe valorizados é motivo de muita honra”, agradece.

Ele conta que neste momento as moléculas do Jaborandi estão na linha de testes in vitro no Instituto Butantan. “Nós também estamos aguardando as moléculas do Buriti chegarem dos Estados Unidos para que seja iniciado os testes in vitro”, disse.

Na matéria do 12ª episódio do Univerciência participam o professores e seus orientandos: Allan Costa, Ézio Sá, Janilzon Souza.

O programa

O Univerciência é um programa brasileiro de TV aberta e internet, produzido em parceria com universidades públicas e TVs públicas nordestinas, com foco em ampliar a divulgação de descobertos científicas.

Nessa primeira temporada estão sendo exibidos 15 programas de 26 minutos, que trazem resultados do conhecimento e saberes nas universidades na relação com o cotidiano da população nordestina.

Os programas podem ser assistidos em diferentes dias e horários nas diversas emissoras, que juntas alcançam cerca de 40 milhões de pessoas em 10 estados brasileiros, sendo o conteúdo disponibilizado semanalmente nos canais na internet por cada TV e universidades participantes.

Pesquisadores da UESPI, UFPI e IFPI desenvolvem software sobre transplante de órgãos e são indicados para receber premiação internacional

Por Arnaldo Alves

Pesquisadores da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), Universidade Federal do Piauí (UFPI) e Instituto Federal do Piauí (IFPI) foram indicados pelo Comitê Editorial do periódico científico Human Imunology, a sessão de prêmios do Congresso Anual Americano de Histocompatibilidade (ASHI) de 2021 em Orlando – Estados Unidos.

A indicação foi feita graças a importância e ao grande número de visualizações e citações de uma pesquisa sobre transplante de órgãos, publicada na revista científica Human Imunolog.

Entenda do que se trata a pesquisa:

Para que seja possível realizar um transplante de órgãos é necessário que antes seja feito uma série de exames, que demostram se determinado órgão será rejeitado ou não pela pessoa na fila de espera. O software criado por pesquisadores das três maiores instituições de Ensino Superior público do Piauí demonstra com mais precisão a compatibilidade entre doador e receptor.

O estudo consiste em um banco de dados gratuito de estruturas 3D de moléculas HLA classe I e classe II, que servem de auxílio para que a comunidade de imunologistas e imunogeneticistas tomem decisões com o intuito de diminuir o risco de rejeição no processo de transplante de órgãos.

A equipe de profissionais

A indicação é fruto da pesquisa desenvolvida por Deylane Menezes Teles, sob orientação dos professores Adalberto Socorro da Silva e Semiramis Jamil Hadad do Monte, do doutorado em Biotecnologia – RENORBIO da UFPI.

O coordenador do Grupo de Química Quântica Computacional e Planejamento de Fármacos da UESPI, Francisco das Chagas Alves Lima, é o representante da UESPI na pesquisa. Segundo ele, a equipe envolvida no trabalho conta com médicos, químicos, biólogos e cientistas da computação.

“Esse projeto é uma grande contribuição científica das três maiores instituições de Ensino Superior do Piauí. A equipe foi liderada pelo professor Adalberto e pela professora Serimaris, que nos convidaram para unir esforços e desenvolver esse importante trabalho para área de doação de órgãos, podendo dessa forma salvar várias vidas a espera de um transplante”, destacou o docente.

Professor do curso de Química da UESPI, Francisco das Chagas Alves Lima

Além do do Grupo de Química Quântica Computacional e Planejamento de Fármacos, participam da ação integrantes do Laboratório de Imunogenética e Biologia Molecular (LIB-UFPI) e do Laboratório de Pesquisa em Sistemas de Informação (LaPeSI-IFPI).

Grupo de Estudos em Energias Renováveis e Tecnologias em Catálise realiza pesquisas, minicursos e podcast nas redes sociais

Por Arnaldo Alves

O Grupo de Estudos em Energias Renováveis e Tecnologias em Catálise (GrEEnTeC), da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), campus Poeta Torquato Neto – Teresina, realiza uma série de atividades sob coordenação dos professores doutores Geraldo Luz, Laécio Cavalcante e Reginaldo Santos.

As atividades envolvem elaboração de pesquisas, minicursos e podcast, produzidos por alunos de iniciação científica, mestrado e doutorado.

De acordo com um dos coordenadores da ação, professor Geraldo Luz, o objetivo do podcast – divulgado no YouTube e Instagram do GrEEnTeC – é potencializar a divulgação das pesquisas realizadas pelo Grupo.

“O GrEEnTeC da Uespi desenvolve pesquisas com óxidos semicondutores voltadas à degradação de macromoléculas poluentes (corantes, herbicidas, antibióticos, hormônios) por processos foto e fotoeletrocatalíticos, bem como para conversão de energia solar. Além das pesquisas e do podcast, o GrEEnTeC vem realizando uma série de minicursos sobre técnicas de análise e caracterização de óxidos semicondutores, que são abertos ao público e disponibilizados no canal do YouTube do Grupo“, explica o docente.

Confira o podcast feito em parceira com o Pet Química:

Aline Brandão, egressa do curso de Química da UESPI, é uma das participantes do GrEEnTeC. A doutoranda foi a responsável por ministrar o minicurso de caracterização fotoeletroquímica de óxidos semicondutores. Segundo ela, trata-se do estudo de óxidos semicondutores suportados na forma de filme para aplicações em conversão de energia solar.

“Foi discutido um pouco das possíveis aplicações e as caracterizações fotoeletroquímicas realizadas no desenvolvimento desses dispositivos. O GrEEnTeC faz parte do meu crescimento profissional como pesquisadora. Nesse grupo de pesquisa desenvolvi minha iniciação científica, mestrado e atualmente desenvolvo o doutorado. Fico muito feliz em ver o crescimento do grupo ao longo desses anos. Além disso, essa prática de atividades abre possibilidades de fazer parcerias com outros grupos que trabalhem na mesma linha de pesquisa”, ressalta Aline.

Aline Brandão é formada no curso de Química da UESPI desde 2014

Aline Brandão é formada no curso de Química da UESPI desde 2014

Os próximos episódios de podcast serão sobre as pesquisas específicas dos discentes.

Para mais informações veja o Instagram do GrEEnTeC.