UESPI

Brasao_da_UESPI.512x512-SEMFUNDO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ

Governo-do-Piauí-2023_300X129

Modernização na UESPI: novo laboratório de informática e brinquedoteca são inaugurados em São Raimundo Nonato

Por João Fernandes

Dando continuidade às ações de modernização da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), o campus prof. Ariston Dias Lima, em São Raimundo Nonato, ganhou um novo laboratório de informática com computadores modernos, além de uma nova brinquedoteca adaptada para atender as necessidades das crianças das comunidades interna e externa à Universidade.

Os laboratórios de informática são um investimento no acesso à tecnologia e na capacitação dos estudantes para o mundo e para o mercado de trabalho. Com este, a administração superior já entregou 16 laboratórios divididos nos campis do interior e da capital e outros três ainda serão inaugurados.

Equipados com tecnologia de ponta, esses espaços promovem o aprendizado prático e o desenvolvimento de habilidades essenciais para os discentes, como conta a representante discente, Evelin Pereira, estudante do 2° período de Pedagogia. “Com a instalação do laboratório aqui no nosso campus, os alunos terão maior autonomia para que eles possam continuar desenvolvendo seus trabalhos e pesquisas acadêmicas aqui mesmo, além de terem um engajamento melhor no seu interesse por terem esse ponto técnico”, comenta a aluna.

O laboratório irá servir de apoio em atividades de ensino, pesquisa e extensão para os cursos de graduação do Campus, que conta com aproximadamente 144 discentes e 25 docentes. O espaço recebeu 18 computadores, 01 projetor multimídia e 01 SmartTV adquiridos com emendas de bancadas e contrapartida do tesouro estadual.

Para a diretora do campus, profa. Janilde Melo, a inauguração do laboratório reflete um passo significativo em direção à inclusão digital e um investimento para o fortalecimento do Ensino. “A gente vai utilizar esse espaço tanto para nossas pesquisas quanto para a extensão, como também vai estar colaborando com os nossos alunos que não têm computador em casa. Então, a gente sabe o tamanho da importância que tem esse laboratório de informática para nossa instituição. Todos estamos aqui para fazer valer o investimento que está sendo feito aqui na Universidade”, ressalta.

Presente na inauguração do laboratório, o reitor da UESPI, Prof. Dr Evandro Alberto, reafirmou o compromisso da administração superior com a democratização do acesso à informação e para a promoção de um ensino de qualidade. “Melhorias significativas estão sendo feitas na UESPI. Estamos adquirindo novos equipamentos, modernos e ampliando o acesso a internet em todos os campis. Além disso, estamos realizando reformas em nossos campis tanto da capital quanto do interior com o objetivo de consolidar nossa instituição  como uma referencia em ensino, pesquisa e extensão. Esse laboratório reforça esse compromisso em direção à modernização da nossa UESPI”, ressalta.

Além de modernizações no Laboratório de informática, a Diretoria de Tecnologia da Informação e Comunicação -DTIC instalou, no campus de São Raimundo Nonato, seis novos roteadores Wi-fi fortalecendo ainda mais a rede de internet do Campus. De acordo o diretor do DTIC, Mauricio Rocha, a rede do campus foi ampliada como uma forma de atender as demandas da comunidade acadêmica.

“Instalamos seis roteadores profissionais. A segunda grande ação, investimento em infraestrutura tecnológica. Estamos entregando uma rede apropriada com internet de boa qualidade para que alunos e professores possam desenvolver suas atividades em um ambiente mais moderno e conectado. Além disso, ampliamos todos os links de internet assim como fizemos em outros campis,  especialmente os do interior”, comenta.

Nova brinquedoteca 

Ainda no Campus Ariston Dias Lima foi inaugurada a brinquedoteca “Paulo Freire”.
A nova sala é ampla e melhor adaptada para atender as necessidades da comunidade acadêmica e servirá como laboratório para o curso de pedagogia. Segundo a coordenador do espaço, professor Gênesis Naum Farias, o espaço foi organizado em contextos de aprendizagem, isto é, locais em que a criança tem a possibilidade de criar e inventar um brincar a partir dos materiais disponíveis. 

“Esse laboratório, além de ser um campo de aprendizado para o curso de pedagogia, servirá como um espaço de atendimento para a comunidade acadêmica do campus, especialmente às pessoas que têm filhos ou filhas. Dessa forma, este espaço será uma forma de aproximar o curso da comunidade, através desse ambiente mais lúdico”, pontua o professor.

De acordo com o reitor é importante que os espaços da universidade sejam compartilhados com o público interno e externo, promovendo a integração da instituição com a sociedade.

“Apesar da brinquedoteca ser um laboratório do curso da campus, ele é um espaço público que pertence a todos da universidade e àqueles que podem ser assistidos pelas atividades desenvolvidas. É importante que os espaços sejam compartilhados exatamente para atender a todas e a todos. Dessa forma, continuaremos a trabalhar para trazer melhorias para a nossa universidade”, finaliza  o professor Evandro Alberto.

SISU 2024: segunda chamada da lista de espera

A Pró-Reitoria de Ensino de Graduação da Universidade Estadual do Piauí – UESPI, considerando o disposto na portaria normativa MEC no 21, de 05 de novembro de 2012, na Lei Estadual no 5.791, de 19 de agosto de 2008, alterada pela Lei Estadual 7.455, de 14 de janeiro de 2021, no Edital SESu No 015, de 31 de OUTUBRO de 2023 e na Resolução CONSUN No 001/2024, de 19 de janeiro de 2024, torna público edital de 2a (SEGUNDA) convocação da Lista de Espera (ANEXO I), relativo ao preenchimento de vagas remanescentes para candidatos que efetivaram confirmação de interesse na vaga para ingresso na UESPI, por meio do sistema de seleção unificada – SiSU/2024, bem como os procedimentos para a realização das Matrículas Institucionais dos candidatos.

EDITAL PREG 011.2024 – SEGUNDA CHAMADA DA LISTA DE ESPERA SISU 2024

SEGUNDA CHAMADA DA LISTA DE ESPERA – SISU 2024

Evento CITER POP UESPI Promove Discussões sobre Energias Renováveis

Por Cássio Sousa

No próximo dia 22 de maio, das 14h às 17h30, o Auditório do NEAD, no campus Poeta Torquato Neto da Universidade Estadual do Piauí será palco do evento CITER POP UESPI. A iniciativa visa divulgar a Conferência Internacional de Tecnologias das Energias Renováveis (CITER) para a comunidade acadêmica, profissionais e sociedade civil organizada.

O CITER POP UESPI tem como objetivo difundir o conhecimento científico sobre energias renováveis entre o público jovem e demais interessados. O evento será um preparatório para a Conferência Internacional de Tecnologias das Energias Renováveis (CITER), que ocorrerá de 3 a 5 de junho, no Centro de Convenções de Teresina.

O Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) está envolvido na organização do evento. O núcleo tem como objetivo apoiar todas as ações que envolvem tecnologia e inovação para a instituição, levando discussões para a comunidade acadêmica e para a comunidade civil. O diretor do Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT), Prof. Tales Antão de Alencar Carvalho, destaca que o evento é de vasta importância, visto que é um momento crucial para que a instituição possa alavancar essas discussões devido ao potencial que o estado tem na transição energética atual.

“O evento foi moldado para que pudéssemos discutir as tecnologias das energias renováveis dentro de nossa instituição. Porém, ele também foi planejado para que pudéssemos divulgar a Conferência Internacional de Tecnologias das Energias Renováveis e levar esta comunidade para a discussão no Centro de Convenções, porque entendemos que o Piauí tem um potencial energético e é um dos estados pioneiros na transição energética. Como instituição, precisamos estar à frente dessas discussões”.

O professor ainda enfatiza que os debates sobre energias renováveis possuem uma visão multidisciplinar, proporcionando que diversas áreas do conhecimento coexistam dentro da discussão e contribuam entre si.

“É uma temática bastante multidisciplinar e queremos trazer essa discussão para que possamos também visualizar a aceitação, a abertura, a disponibilidade e a possibilidade de interação com essas outras áreas de conhecimento dentro dessa perspectiva multidisciplinar.”

Por fim, o diretor do NIT compartilhou suas expectativas acerca do evento e do pós CITER POP UESPI.

“Essas discussões que serão promovidas pelo CITER POP UESPI, sem dúvida, gerarão muitos bons frutos. Serão discussões que nós também levaremos para a CITER. São discussões que, dentro deste evento, poderão gerar novas parcerias interdisciplinares com outras áreas de conhecimento, a partir das redes estabelecidas. Existe a possibilidade de novas pesquisas e projetos de extensão a partir das demandas que serão levantadas. Portanto, há muitas boas perspectivas para continuar esse trabalho depois do CITER.” finalizou Tales Antão.

O professor Juan Aguiar, coordenador do Núcleo de Formação e Pesquisa em Energias Renováveis e Telecomunicações do Piauí (NUFPERPI), conta que o papel do NUFPERPI na promoção das discussões sobre energias renováveis na conferência é socializar as tecnologias e a ciência.

“Socializar as expertises, não só as diretamente relacionadas a energias renováveis, como também as associadas de forma indireta, é essencial, até porque o estudo das energias renováveis é uma ciência interdisciplinar. Ou seja, todas as áreas podem ser envolvidas, desde as tecnológicas, como engenharia, matemática, química e física, até direito e administração. Todas essas áreas estão, com certeza, associadas direta ou indiretamente à temática da Conferência Internacional de Tecnologia e Energias Inováveis. E o NUFPERPI vem exatamente para agregar essas contribuições.”

Ainda segundo o coordenador, o NUFPERPI vem agregando à comunidade acadêmica ao possibilitar a participação de alunos, professores e demais interessados em mesas redondas, como, por exemplo, a da CITER POP.

“Consideramos aqueles alunos que querem trazer e divulgar suas pesquisas, mas também aqueles que querem entender um pouco mais sobre energias. E não só a comunidade acadêmica, mas também a comunidade externa, incluindo alunos de escolas, de ensino técnico e ensino médio, assim como a sociedade civil, que possam agregar valor a esse evento.” finalizou Juan.

Link de inscrição para o CITER POP UESPI abaixo.
INSCRIÇÕES CITER POP

Programação: 

Com o intuito de discutir temáticas relevantes e aderentes à área, o evento é aberto ao público e contará com uma programação diversificada que inclui palestras e mesa redonda com renomados especialistas.

A abertura solene, marcada para as 14h, contará com a presença da mesa de honra composta por representantes da Reitoria, Investe-Piauí, SEMARH, Centro de Tecnologia e Urbanismo (CTU) e Núcleo de Formação e Pesquisa em Energias Renováveis do Piauí (NUFPERPI).

Às 14h30, será  a palestra magna “Piauí: Energias renováveis e a nova fronteira para a transição energética“, ministrada pelo Me. Juan de Aguiar Gonçalves, proporcionando insights valiosos sobre o potencial energético renovável da região.

Em seguida, às 15h, as Dras. Lilane de Araújo Mendes Brandão e Carla Ledi Korndôrfer conduzirão a palestra “Transformando o Mundo: Explorando os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e a interdisciplinaridade“, destacando a importância da interdisciplinaridade na promoção do desenvolvimento sustentável.

Após um breve intervalo para coffee break às 15h30, a partir das 16h, teremos uma mesa redonda sobre “As tecnologias na transição energética, pesquisas, formação, oportunidades sociais e econômicas no Piauí“, com a participação das Doutoras Artemária Coêlho de Andrade e Reginaldo da Silva Santos, juntamente com o Me. Atos Apollo Silva Borges, com o objetivo de explorar as perspectivas futuras e os desafios da transição energética no estado.

CRI UESPI: divulgação de oportunidade de doutorado pleno nos EUA

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) lança edital de oferta de bolsas para doutorado nos Estados Unidos da América. O Edital selecionará até 10 bolsistas, exclusivamente, na modalidade Doutorado Pleno, no âmbito do Programa CAPES-Fulbright de Doutorado Pleno nos Estados Unidos da América para fomentar a qualificação técnica e especializada nas áreas do conhecimento (Ciências Sociais Aplicadas, Ciências Humanas, Linguística, Letras e Artes – 4 vagas / Engenharia, Ciências Exatas e da Terra – 6 vagas) por meio da concessão de bolsas no exterior, nos termos dos Aditivos XXIV do Acordo de Cooperação assinados entre Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e Comissão Fulbright.

Principais Informações para os interessados: Dossiê Informações – DOUTORADO PLENO FULBRIGHT CAPES (1)

Link Oficial: Doutorado pleno nos EUA Fulbright Brasil & Capes

Todo amor tem um História: evento na UESPI traz celebração e homenagem as mães.

Por: Cássio Sousa 

A campanha “Todo amor tem uma história” está sendo desenvolvida pela Assessoria de Comunicação da Universidade Estadual do Piauí e, hoje (10), foi realizado o evento oficial no mezanino do Palácio Pirajá, no Campus Poeta Torquato Neto.

A celebração foi recheada de momentos marcantes e emocionantes, que encantaram todas as mães presentes no evento. O coral da Universidade Aberta à Terceira Idade (UNATI) deu início à programação especial dedicada às mães trazendo em sua apresentação um repertório de canções regidas pelo maestro Ailton Carneiro.

Apresentação do Coral da UNATI

“A gente faz questão de participar e, nesse momento, a apresentação das mães é ainda mais especial porque o nosso grupo é formado por mães e avós. Então, elas estarem participando desse momento e transmitindo essa emoção através da música para outras mães é muito prazeroso para nós”, relatou o maestro.

Em seguida, a Assessoria de Comunicação da UESPI apresentou um vídeo em homenagem às mães e discorreu sobre a campanha, que tem como objetivo central homenagear as mães de toda a comunidade Uespiana através de um E-book, que contará com as histórias enviadas por meio do formulário https://forms.gle/qk2XzivHvByToQhW6 até o dia 20 de maio.

Equipe da ASCOM UESPI

“Este ano, nós da ASCOM pensamos não só em homenagear as mães da nossa comunidade, mas também em permitir que vocês possam homenagear suas mães. É por isso que lançamos a campanha, para que as pessoas possam contar histórias de relações e momentos marcantes com suas mães. Diante disso, estamos recebendo histórias, vídeos e fotos que marcam momentos de alunos, professores e colaboradores”, enfatizou o repórter da ASCOM, João Fernandes.

A Pró-Reitora Adjunta da PROPLAN, Joseane Leão, e a diretora do DPPE, Samaira Souza

A Pró-Reitora Adjunta da PROPLAN, Joseane Leão, e a diretora do DPPE, Samaira Souza, também participaram do momento de celebração e deixaram sua mensagem em homenagem a todas as mães.

“É importante refletirmos que a criança que cuidamos nunca deixa de existir dentro de nós e com as mães também é da mesma forma. Hoje, nossas mães têm uma criança dentro de si que precisa ser cuidada e agraciada. Levá-las para sair, para se divertir, para se sentir bem é a melhor forma de demonstrarmos gratidão pelas nossas mães”, destacou a Professora Joseane Leão.

“Nos momentos mais difíceis, na angústia, na tristeza e, principalmente na felicidade, devemos ter gratidão, principalmente às nossas mães”, pontuou a Professora Samaira.

O vice-reitor destacou o amor e o acolhimento das mães

O vice-reitor, Prof. Dr. Jesus Abreu, destacou o mês de maio como sendo o mês de homenagens as mulheres e as mães. “Mãe é amor. Faço minhas homenagens às mães que estão nesse plano fisicamente e as mães que estão no plano espiritual e também nas nossas lembranças e coração. Mãe é acolhimento e com ela tudo se resolve”, afirmou.

 

O Reitor Prof. Dr. Evandro Alberto esteve presente na solenidade e ressaltou o momento proporcionado pela ASCOM através da campanha e proferiu palavras em homenagem às mães. “Toda honra às mães, sempre com sua dedicação e carinho em todas as situações. Valorize sua mãe, aproveite para abraçar, para conversar, faça com que ela também tenha esse prazer. Nosso desejo através dessa campanha é que vocês possam olhar para a mãe de vocês e ver toda a essência, dedicação e amor que ela transmite”.

A ASCOM ainda preparou uma dinâmica de sorteio de brindes para todas as mães presentes no Palácio Pirajá. Após isso, a equipe de residência multiprofissional em saúde da família preparou uma atividade relaxante para todas as mães, sob o comando da Professora Andréa Lima. O momento alinhou práticas integrativas complementares com um momento de descontração. O evento foi finalizado com a participação do cantor e compositor, Marcelo Ferreira, que trouxe em seu repertório um cover do cantor Reginaldo Rossi cantando os maiores sucessos do artista.

Marcelo Ferreira em sua apresentação.


MAIS REGISTROS DO EVENTO


 

 

 

 

 

 

“Todo amor tem uma história”: campanha em alusão ao dia das mães na UESPI

Em alusão à data comemorativa do “Dia das Mães”, a Assessoria de Comunicação da UESPI lança a campanha “Todo amor tem uma história” que tem como objetivo valorizar e destacar as histórias da comunidade uespiana com a figura materna em suas vidas.

Para participar da ação, o(a) interessado(a) deve enviar sua história em até uma lauda, além de fotos, e um vídeo de até dois minutos sobre a história escrita até o dia 20 de maio de 2024. A ASCOM selecionará algumas histórias para compor uma publicação em e-book através da Editora da UESPI. Esses materiais são essenciais para a produção do e-book. Podem participar discentes, docentes, técnicos e colaboradores da universidade.

A Diretora da ASCOM, Prof. Sammara Jericó, explica como a campanha pretende fazer com que as histórias da nossa comunidade interna façam parte da história da universidade.

“O objetivo desta ação é reunir histórias emocionantes que os nossos discentes, docentes e colaboradores possuem com uma figura materna em suas vidas. Esta é uma data importante no calendário sazonal e a UESPI, através da ASCOM, conta com a participação de toda comunidade uespiana para promover uma grande homenagem às mães”, enfatiza a professora.

Campanha do Dias das Mães da UESPI.

De acordo com Danilo Kelvin, repórter da ASCOM, a ideia por trás do texto da campanha surge para incentivar nossa comunidade a participar da ação contribuindo com suas histórias.

“Sabemos que o amor é um sentimento e uma ação central em nossas vidas e, ao pensarmos em ‘mãe’, associamos cuidado, dedicação, atenção, luta e afeto. Assim, tanto o amor quanto a mãe têm significado no entendimento final. Em resumo, todo amor tem uma história, assim como toda mãe tem uma história”, destaca.
O envio do texto, das fotos e do vídeo deve ser feito através de formulário específico. Ao acessar o formulário, o candidato deve aceitar o Termo de Autorização de Uso de Imagem na primeira página do documento.

Acesse formulário: https://forms.gle/qk2XzivHvByToQhW6

UESPI TECH: projeto cria Software para Estudo de Radiografia Digital

Por João Fernandes

O projeto “Odontologia Digital: desenvolvimento de Software para Estudo de Radiografia Digital” foi um dos projetos aprovados no Edital Uespi TECH, recebendo um aporte financeiro de 25 mil reais que devem ser utilizados para criação de uma ferramenta para arquivamento de imagens radiográficas de pacientes atendidos na Clínica Escola de Odontologia, do Campus de Parnaíba.

Levando em consideração que a radiologia odontológica passou por uma atualização de tecnologia, onde a radiologia analógica foi substituída pela radiologia digital, com novos sistemas disponíveis, diferentes formas de obtenção da imagem, superior qualidade de imagem, diferentes modos de utilização da manipulação e armazenamento da imagem.  O projeto se propõe a desenvolver, em um período de um ano, software para arquivamento de imagens radiográficas e material para estudo de anatomia radiográfica odontológica em alta qualidade.

Segundo a professora Ângela Ferraz, coordenadora do projeto, a odontologia digital já é uma realidade e dentre esses avanços tecnológicos, proporcionando vantagens tanto para o paciente,  com menor uso de radiação ionizante, bem como para os acadêmicos.

“Com os avanços, estamos trazendo à clínica de odontologia tecnologias de ponta, possibilitando,  planejamentos e diagnósticos mais ágeis  e com menor possibilidade de erros, tão comuns quando são realizados processamentos de imagem analógica”, destaca.

Os recursos do Edital UESPI TECH devem financiar a aquisição de equipamentos como sensores e aparelhos de Raio X, além da criação de um aplicativo onde os alunos alimentarem o sistema com radiografias de pacientes atendidos na clínica escola.  Professores e alunos colaboradores também poderão ter acesso à ferramenta alimentando o sistema com as imagens selecionadas para estudo de anatomia odontológica.

Os docentes Ângela Ferraz e Carlos Falcão são coordenadores do Projeto

 

Segundo o Prof. Dr Carlos Alberto Monteiro Falcão, coordenador, o projeto deve otimizar os estudos sobre odontologia e trazer novas perspectivas sobre os processos de radiografia digital. “Trata-se de uma ferramenta interativa que irá contribuir para o processo de ensino-aprendizagem das disciplinas de imagem.  Vale ressaltar que essa tecnologia contribui para a agilidade e qualidade das radiografias odontológicas, além de contribuir com a preservação do meio ambiente, uma vez que não há necessidade de utilizar substâncias químicas para o processamento das imagens”, destaca.

Ainda de acordo com o coordenador, além de modernizar todos os procedimentos realizados, os recursos do edital UESPI TECH ajudam a fomentar as atividades da clínica. “Com  recursos do Edital foi possível adquirir um sensor digital e um aparelho de radiologia digital que permitem a aquisição de imagens radiográficas imediatas sem a necessidade de processamento químico”, pontua. 

UESPI destaca impacto dos programas PIBID e Residência Pedagógica na educação pública do Piauí

Por: Danilo Kelvin

Na manhã desta quarta-feira, 24 de abril, o auditório do NEAD foi palco do evento “Perspectiva PIBID/RP/UESPI: Ações e Impactos na Educação Pública do Piauí”. Na ocasião, a Universidade Estadual do Piauí (UESPI) reuniu educadores, coordenadores e alunos para discutir os resultados e impactos dos programas PIBID (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência) e Residência Pedagógica. Essas iniciativas, iniciadas em 2022, têm sido cruciais para a formação inicial de professores e para aprimorar a qualidade do ensino público no estado.

O objetivo principal desses programas é promover a inserção dos estudantes de licenciatura nas escolas de educação básica, permitindo que eles vivenciem o ambiente escolar desde cedo, contribuindo assim para uma formação mais completa e alinhada com as demandas reais da sala de aula.

Durante 18 meses de atividades intensas, os participantes dos programas PIBID e Residência Pedagógica desenvolveram diversas ações educacionais em nove municípios do Piauí. Metodologias ativas, projetos integradores e abordagens de temas como respeito às diferenças culturais e sociais, descoberta de talentos, cuidados com a saúde, escrita e leitura foram implementados, demonstrando o compromisso com uma educação mais inclusiva e abrangente.

“Essa experiência foi fundamental para nossa formação. Estar presente nas escolas desde a graduação nos proporcionou uma visão real do que é ser professor e como podemos contribuir para a educação de qualidade”, destacou Ana Clara, residente Pedagógica.

A Coordenadora Institucional do PIBID na UESPI, Professora Doutora Kelly Polyana Pereira dos Santos, também enfatizou o impacto do programa, afirmando que “com mais de 1.200 alunos envolvidos entre bolsistas e voluntários, o PIBID demonstrou seu impacto significativo na formação de futuros educadores. Estamos ansiosos para continuar esse trabalho e expandir ainda mais as oportunidades para nossos estudantes”.

A Coordenadora Institucional da RP (Residência Pedagógica) na UESPI,  a Professora Doutora Kátia Magaly Pires Ricarte, destacou que “com mais de 500 alunos envolvidos ao longo desses 18 meses, a Residência Pedagógica foi uma oportunidade única para os estudantes vivenciarem a prática docente e integrarem teoria e prática de forma efetiva. Estamos orgulhosos do trabalho realizado”.

fotos: Danilo Kelvin

Ao longo desses 18 meses, foram realizado atividades muito intensas, contemplando todas as ações educacionais no “chão da escola”. “Os residentes tiveram a oportunidade de desenvolver as elaborações docentes na prática, aliando teoria e prática”, acrescentou a coordenadora de Residências Pedagógicas, Professora Kátia Magaly .

A Pró-reitora de Ensino de Graduação, Professora Mônica Gentil, expressou seu contentamento com os resultados alcançados. “É um momento de parabenizar todos os envolvidos nesse processo. Os pibidianos, os residentes, os preceptores, coordenadores e todos que contribuíram para o sucesso desses programas. Aguardamos com expectativa as próximas edições e continuaremos apoiando iniciativas que fortaleçam a formação de nossos futuros educadores.”

O Reitor da UESPI, Professor Evandro Alberto, reforçou o compromisso da instituição com a qualidade da educação no Estado: “Esses programas são essenciais para a formação de professores qualificados e para a melhoria da educação pública. Agradecemos a todos os envolvidos e reiteramos nosso compromisso em continuar investindo em iniciativas que promovam a excelência no ensino.”

Ao todo, mais de 1700 alunos estiveram envolvidos nos programas e isso demonstrou o alcance e a relevância dessas iniciativas para a comunidade acadêmica e escolar.

O evento, que contou com transmissão pelo Canal Educação, representou um momento de reflexão e celebração dos avanços alcançados até o momento. A UESPI reafirma seu compromisso com a formação de professores qualificados e com a melhoria.

 

Reitor realiza visita técnica no campus de Uruçuí

Por Giovana Andrade 

O Reitor Prof. Dr. Evandro Alberto juntamente com a equipe do Departamento de Engenharia e Arquitetura (DENG) realizaram uma visita técnica ao campus de Uruçuí, que vai receber a obra de reforma e ampliação com investimento de 2,5 milhões executado pela empresa CAP Engenharia.

De acordo com a Diretora da DENG, Tallyta Lopes, a obra inclui melhorias na infraestrutura, modernização das instalações e adequação da acessibilidade. “O projeto contempla a reforma de toda a cobertura, substituição das telhas, substituição das cerâmicas por piso granilite, ampliação de laboratórios, então, vamos reestruturar todo campus contemplando as necessidades de toda a comunidade discente e docente”.

Com a vistoria, o reitor reafirma a preocupação e o comprometimento com a qualidade e andamento das obras. “Aqui estamos dando início à realização de um grande sonho: ver uma universidade sendo orgulho de sua comunidade e do povo de Uruçuí. Além de sua excelência técnica, composta por professores, técnicos e estudantes, buscamos criar um espaço que ofereça conforto e comodidade para toda a comunidade”.

As reformas dos campi representam um marco na história da Universidade. O compromisso da comunidade uespiana, da gestão superior e do Governo é para que a UESPI mantenha sua excelência na formação de todos que fazem parte dela e seja sempre uma vitrine positiva para o Estado e para o País no que diz respeito ao ensino, pesquisa e extensão. A iniciativa abrange a modernização do local para proporcionar um ambiente de maior aprendizado.

A Diretora do campus, Profa. Anarlete Ursulino, expressou gratidão e felicidade por esse marco importante. “Essas reformas irão melhorar nossa infraestrutura, o que por sua vez melhora nossas condições de trabalho e nos permite formar profissionais mais qualificados. Dada a importância do agronegócio nesta região, nossa instituição desempenha um papel vital na formação da mão de obra. Estamos no centro do agronegócio. Então, com essa reforma e ampliação, vamos ter subsídios de infraestrutura para melhorar a qualidade do ensino dentro da nossa instituição”.

Matheus, o Engenheiro da CAP Engenharia, empresa responsável pela execução da obra, explicou que estão empenhados na realização da ampliação e reforma em todo o prédio. “As obras incluem ampliação, demolição e reconstrução de paredes, renovação completa das instalações elétricas e hidráulicas, além de outras melhorias estruturais. Estamos comprometidos em concluir a obra até dezembro, dentro do prazo estabelecido”.

Confira mais fotos:

UESPI sediará o I Congresso Nacional de Letramentos – COLES

Por Clara Monte 

Nos dias 16, 17 e 18 de outubro, a Universidade Estadual do Piauí (UESPI) sediará o I Congresso Nacional de Letramentos – COLES.  A iniciativa visa ser o ponto de encontro para estudantes, pesquisadores e professores de todos os níveis educacionais do Brasil na promoção de um espaço de troca rica e diversificada de experiências e saberes.

O projeto tem como foco promover a integração entre comunidades acadêmicas de diversas regiões do país, disseminando conhecimentos atuais e relevantes sobre os estudos de gêneros e letramentos. Além de fomentar discussões sobre práticas inovadoras de leitura e produção textual, incentivando a pesquisa e a produção científica na área.

A UESPI, por meio do Laboratório de Leitura e Escrita Acadêmica – LEIA e do Programa de Pós-graduação em Letras – PPGL serão os protagonistas do evento, assumindo toda a organização. De acordo com Professora organizadora, Bárbara Melo, há docentes da UESPI envolvidos nas diversas modalidades de participação, além da contribuição com a expertise de seus professores, alunos e técnicos, bem como aspectos relativos ao apoio material necessário para o evento.

“É um momento impactante para a UESPI sediar este evento que, na sua primeira edição, acontecerá em nossa instituição. O evento tem eixos temáticos atuais e necessários para educação superior e básica.  Esses temas incluem o contexto da literatura, das tecnologias e da inteligência artificial, bem como a formação de professores e o papel dos espaços não institucionais no processo de letramento.”

As inscrições para o evento iniciarão ainda no mês de maio e será divulgado pelo site da instituição e do próprio evento.

Convidados confirmados nas diferentes regiões do Brasil

 

Região nordeste

  • Dr. Benedito Gomes Bezerra (UPE/UNICAP) – estado de Pernambuco.
  • Drª. Amanda Cavalcante de Oliveira Lêdo (UPE) – estado de Pernambuco.
  • Drª. Iveuta de Abreu Lopes Prado (UFPI) – estado do Piauí.
  • Dr. Francisco Alves Filho (UFPI) – estado do Piauí.
  • Dr. José Ribamar Lopes Batista Júnior (UFPI) – estado do Piauí.
  • Dr. Héberton Mendes Cassiano (UFRN) – estado do Rio Grande do Norte.
  • Drª. Raquel Meister Ko Freitag (UFS) – estado de Sergipe.

Região norte

  • Dr. Wagner Rodrigues Silva (UFT) – estado do Tocantins.
  • Dr. Francisco Neto Pereira Pinto (UFNT/Araguaína) – estado do Tocantins

Região sudeste

  • Drª. Tânia Guedes Magalhães (UFJF) – estado de Minas Gerais.
  • Drª. Eliane Gouvêa Lousada (USP) – estado de São Paulo.
  • Drª. Eliana Lucia Madureira Yunes (UFRJ) – estado do Rio de Janeiro.
  • Drª. Ana Elisa Ribeiro (CEFET/MG) – estado de Minas Gerais.

Região sul

  • Drª. Vera Lúcia Lopes Cristóvão (UEL) – estado do Paraná.

 

Além destes já confirmados, outros distinguidos acadêmicos contribuirão com suas valiosas perspectivas e pesquisas.

Comunicado sobre as matrículas curriculares do período 2024.1

A Pró-reitoria de Ensino e Graduação (PREG) comunica que em virtude do Calendário de Reposição as datas de matrícula para o período de 2024.1 sofrerão alteração. Reiteramos que uma nova data será informado no site oficial desta IES.

UESPI SRN: Lançamento do projeto de extensão “Meninas e mulheres encantadas”

Por Giovana Andrade

“Meninas e Mulheres Encantadas” é um projeto de extensão do campus de São Raimundo Nonato idealizado pelas professoras Marilange Ventura e Eliane Barbosa, que será lançado no dia 03 de maio, na Sala de conferência UESPI, às 19h.

O propósito é estabelecer um ambiente propício para que mulheres e participantes se reconectem com suas próprias essências, valorizando suas experiências e colaborando na construção de uma narrativa inclusiva e autêntica. Neste contexto, a literatura assume um papel fundamental como espaço de pertencimento e libertação social, permitindo que cada indivíduo encontre sua voz e se reconheça como agente ativo e autentico no mundo, capaz de contribuir significativamente para ele.

O projeto teve seu início durante uma disciplina de literatura do curso de pedagogia ministrada pela professora Marilange Ventura. Durante o curso, os alunos mergulharam em clássicos e começaram a questionar a representação feminina. Como resultado desse questionamento, as alunas se dedicaram a reescrever contos tradicionais, dando origem ao livro “História de Meninas Encantadas”. Impulsionada pela iniciativa das alunas, a professora Marilange transformou esse projeto em uma extensão, oferecendo círculos de leitura e oficinas de escrita abertas tanto à comunidade acadêmica quanto externa.

“O lançamento do projeto contará com uma roda de conversa com escritoras locais e uma apresentação musical, proporcionando um espaço para explorar a importância da vivência, leitura e escrita na desconstrução de padrões. Nosso objetivo é amplificar vozes femininas, tanto de autoras renomadas quanto locais, promovendo uma jornada de resgate e empoderamento. Nosso foco principal será a leitura de textos, especialmente aqueles de autoria feminina, com destaque para obras selecionadas que nos conduzirão através das vivências de Conceição Evaristo, uma referência tanto para mim quanto para a professora que me acompanha”.

Livro desenvolvido pelas alunas de pedagogia.

Para se inscrever basta acessar o formulário eletrônico.

As atividades que serão desenvolvidas:

Encontros mensais para discutir livros escritos por mulheres que abordem temas relevantes para o público feminino. Serão explorados diversos gêneros literários, desde ficção até biografias e livros de empoderamento feminino.

Oficinas de Escrita Criativa: Oferecer oficinas onde as participantes poderão desenvolver suas habilidades de escrita, explorando técnicas literárias e estimulando a criatividade. Serão propostos desafios e exercícios para que as mulheres possam expressar e compartilhar suas histórias.

Círculos de Leitura: Promover grupos de leitura que abordem obras literárias de autoras renomadas ou emergentes. Os círculos de leitura proporcionarão espaços para discussões e análises críticas, além de incentivar a troca de ideias entre as participantes.

Sessões de Leitura em Locais Públicos: Organizar sessões de leitura em praças, bibliotecas públicas e outros locais abertos. Essas sessões terão como objetivo chamar a atenção para a importância da leitura e democratizar o acesso aos livros, enfatizando a presença e o protagonismo feminino na literatura.

Para mais informações @mmulherencantadas

 

Reabertura da Cozinha Comunitária no campus Torquato Neto

Por: João Fernandes e Danilo Kelvin

Na manhã desta segunda-feira (22), no Campus Poeta Torquato Neto, em Teresina, a Secretaria de Assistência Social, Trabalho e Direitos Humanos, através da Diretoria de Segurança Alimentar e Nutricional, reinauguraram a Cozinha Comunitária do Campus. A novidade é que a partir de agora as refeições são preparadas e servidas no local, que antes era realizado através da distribuição de quentinhas.

O espaço para funcionamento da Cozinha Comunitária da SASC foi cedido pela universidade e a Secretaria é responsável pela manutenção, controle de pessoal, preparação e distribuição da alimentação. Segundo Janaína Mapurunga, Superintendente de Assistência Social da SASC, a parceria entre a Secretaria e a Universidade visa oferecer refeições de qualidade, com horários específicos para cada grupo e prioridade para estudantes de baixa renda. A iniciativa faz parte de um esforço para proporcionar uma melhor qualidade de vida aos estudantes da UESPI.

Reabertura da cozinha comunitária. foto: Danilo kelvin

“Nós queremos proporcionar uma melhor qualidade ao estudante da UESPI. A gente estava trabalhando desde a pandemia com a entrega de quentinhas, agora a refeição vai ser feita aqui mesmo na cozinha comunitária para que a gente tenha também um controle maior da qualidade, do alimento que vai ser servido. Outra coisa que foi definida é o horário. Primeiro a gente atende no horário de 11h até às 12h a comunidade externa e no horário de 12h até 13h30 os estudantes”, explicou a Superintendente.

Para Natanael Soares, um dos dirigentes do Diretório dos Estudantes, a reabertura traz benefícios para a comunidade, oferecendo alimentação saudável para os estudantes e a expectativa de ampliar o atendimento.

“É muito positivo porque traz de volta para os estudantes a oportunidade de ter uma alimentação saudável. Cumprindo o objetivo de garantir que todos os estudantes tenham acesso a uma alimentação adequada e acessível. Hoje, vemos a volta desse serviço essencial que já funcionava antes da pandemia e tinha até uma previsão de aumentar a questão do atendimento para o estudante e a comunidade em geral”, comenta.

A pró-reitora de Extensão, Professora Ivoneide Alencar, destaca o compromisso da Secretaria em assegurar a qualidade e a distribuição das refeições. “Foi trocada toda a modalidade das refeições, agora a SASC sai do patamar de quentinhas e passa a servir a comida feita no local e isso, com certeza dá mais qualidade e garante uma alimentação saudável para nossa comunidade acadêmica”, pontua.

Para o reitor da UESPI, Prof. Dr. Evandro Alberto, a cozinha garante a segurança alimentar e é uma pauta importante para o Estado.
“A alimentação será feita em um espaço servido pela UESPI. A cozinha fortalece a parceria entre a Universidade e a Secretaria, em nome da secretária Regina Souza, que tem como prioridade atender esse tipo de caso e atender a nossa Comunidade. A UESPI está preocupada em manter o bem estar dos estudantes e se alegra com essa parceria”

 

Como ter acesso a cozinha
As fichas são vendidas, diariamente, por 2 reais. Podem comprar toda comunidade acadêmica em geral.

 

UESPI TECH: projeto moderniza os exames de radiografia na Escola de Odontologia em Parnaíba

Por João Fernandes

O projeto “Implementação da Radiografia Digital no Atendimento Infantil de Uma Clínica Escola de Odontologia” também foi um dos 20 projetos aprovados no Edital UESPI TECH. O projeto deve receber um aporte financeiro de 25 mil reais que irá ajudar a fomentar as atividades da Clínica Escola de Odontologia, de Parnaíba, aplicando a radiografia digital como ferramenta de estudo.

A radiografia digital possibilita um diagnóstico mais preciso, detalhado, uma melhor visualização das estruturas bucais e facilidade na identificação de problemas de saúde bucal. Portanto, a adoção da radiografia digital no ensino odontológico não apenas acompanha as tendências tecnológicas atuais, mas também oferece benefícios significativos em termos de aprimoramento no diagnóstico, realização de estudos mais detalhados e otimização de recursos, contribuindo para a formação de profissionais mais capacitados e atualizados na área da odontologia.

De acordo com a professora Dra. Ana de Lourdes Sá de Lira,  coordenadora do projeto, a pesquisa destaca inúmeros benefícios da radiologia digital, como menor exposição radiográfica, redução do descarte de materiais e facilitação do diagnóstico. Além disso, ela ressalta a importância da pesquisa para a formação acadêmica em odontologia.

 “A gente espera, com esta pesquisa, comprovar a eficácia da radiografia digital sobre a radiografia convencional na odontologia. E isso é de suma importância para os alunos de graduação, porque uma vez que a radiologia digital tem grandes benefícios, tanto para o paciente quanto para o profissional que irá trabalhar com equipamentos modernos. Além disso, o paciente terá menor exposição radiográfica e menor possibilidade de repetições das tomadas radiográficas, a chance de erro é menor”, destaca.

A docente explica ainda que a radiografia digital, por ser uma técnica de rápida execução e capaz de racionalizar recursos, apresenta benefícios econômicos ao reduzir custos e otimizar o tempo de trabalho. “A implementação da radiografia digital na graduação em odontologia pode humanizar o atendimento ao paciente, reduzir a dose de radiação e o tempo de exposição durante os exames radiológicos, resultando em diagnósticos de maior qualidade. Além disso, a rapidez de execução da radiografia digital contribui para a eficiência dos procedimentos clínicos”, ressalta.

Segundo a coordenadora, além de modernizar todos os procedimentos realizados, os recursos do edital UESPI TECH ajuda a fomentar as atividades da clinica. “Na verba obtida compramos um scanner laser que tem a finalidade de leitura pós-exposição radiográfica com as placas hidro-orartic e armazenamento de fósforo. Assim, o método da nossa pesquisa vai ser utilizar esse sistema radiográfico digital. Então, as crianças vão ser radiografadas com a tecnologia convencional e por esta técnica de radiografia digital”, pontua.

UESPI TECH: Projeto desenvolve bancada didática para pesquisa e ensino em Hidrogênio Verde

Por Giovana Andrade

O projeto de pesquisa “Desenvolvimento de Bancada Didática para pesquisa e ensino em Hidrogênio Verde” é um dos aprovados no Edital UESPI-TECH, recebendo um aporte financeiro de 25 mil reais. Sob a liderança do Prof. Juan de Aguiar, esta iniciativa conta com a participação de outros professores e alunos para sua realização. O objetivo é atender à demanda crescente na área de tecnologias e energias renováveis, especialmente no contexto do hidrogênio verde. Apesar da relevância desse campo, ainda há diversos aspectos a serem explorados, desde questões de armazenamento e logística até o aprimoramento das cadeias produtivas relacionadas ao hidrogênio verde.

Projeto previsto para iniciar no próximo mês.

O hidrogênio verde (H2V) é obtido por meio da eletrólise da água, utilizando energia limpa e renovável, sem emissões de CO2. Esse processo separa hidrogênio e oxigênio da água através de corrente elétrica, exigindo fontes limpas como solar, hídrica ou eólica. Ele é considerado “verde” justamente porque sua produção não emite gases de efeito estufa, contribuindo para a redução das emissões de carbono e a mitigação das mudanças climáticas, possuindo um potencial significativo como uma alternativa sustentável aos combustíveis fósseis.

O Prof. Juan de Aguiar explica que, até o momento, as bancadas existentes para trabalhar com hidrogênio verde lidam principalmente com pequenas quantidades ou servem apenas de forma ilustrativa para demonstrar o potencial do hidrogênio, sem abordar aspectos de como pode ser tratado com a termodinâmica. Isso porque o hidrogênio verde é extremamente interdisciplinar, envolvendo áreas como engenharia elétrica, mecânica, de materiais, química, entre outras.

“Atualmente, as bancadas de hidrogênio existentes são notadas por sua natureza um tanto interdisciplinar, mas geralmente se concentram apenas em uma área específica de especialização. Por exemplo, ao considerar a geração de energia, elas demonstram como ocorre a eletrólise da água para produzir hidrogênio e oxigênio e discutem o balanço energético. No entanto, muitas delas não abordam questões como pressão e vazão, que são problemáticas relevantes, então a proposta desta nova bancada é abordar de maneira mais abrangente as complexidades reais da cadeia produtiva do hidrogênio verde”.

Ainda segundo o docente, um aspecto bastante interessante é que, a partir do que for produzido, eles poderão trabalhar em partes menores da bancada. Por exemplo, um gerador de hidrogênio por eletrólise ou alcalino. Ele mencionou que podem adquirir essa tecnologia pronta e incorporá-la à bancada. No entanto, destacou que a bancada lhes proporciona a liberdade de desenvolver suas próprias tecnologias para partes específicas, o que permite um desenvolvimento mais personalizado.

“É importante destacar que essas partes da bancada representam etapas da cadeia produtiva semelhantes ao que acontece em usinas reais. Ao melhorar a bancada, estamos, na verdade, contribuindo para o avanço da pesquisa em processos produtivos reais.

Laboratório que será desenvolvido a bancada.

 

 

UESPI TECH: professor desenvolve programa para avaliar o teor de carbono orgânico do solo

Por João Fernandes

O projeto de pesquisa “Quantificação de Carbono Orgânico Total em áreas Cultivadas no Cerrado Piauiense”, do campus de Uruçuí, foi um dos Projetos aprovados no Edital UESPI-TECH, recebendo um aporte financeiro de 25 mil reais. Os estudos buscam indicar soluções para resolver o problema ambiental causado pela exportação do carbono pelas colheitas em áreas agrícolas do Cerrado.

O Cerrado piauiense é destacado por sua importância econômica como uma fronteira agrícola em expansão, representando uma parcela significativa do cerrado brasileiro e do Estado do Piauí. A conservação e manejo adequado dessas áreas florestais e de vegetação são essenciais, tendo em vista que elas desempenham um papel crucial no sequestro de carbono e na promoção da biodiversidade, além de contribuírem para a regulação do clima e a manutenção dos serviços ecossistêmicos.

 

Neste cenário, o aumento nos níveis de gases de efeito estufa e do aquecimento global tem levado ao reconhecimento do sequestro de carbono como um importante serviço ambiental prestado pelas florestas. Elas atuam como reservatórios de carbono, absorvendo dióxido de carbono da atmosfera e ajudando a retardar ou reverter o aumento contínuo dos níveis desse gás. 

O projeto de pesquisa tem como objetivos específicos avaliar a densidade do solo em diferentes profundidades, quantificar o teor de carbono orgânico do solo, determinar o estoque de carbono na serapilheira (uma camada que fica acima do solo e é formada por restos de folhas, galhos, frutos e demais partes vegetais e restos de animais). Logo, o projeto quer descobrir a massa acumulada das plantas em área cultivada no Cerrado piauiense

O projeto é coordenado pelo professor Francisco de Assis Pereira Leonardo e ele explica que, para as análises, os pesquisadores têm feito coletas de solo para análise de matéria orgânica e nutrientes, com foco na quantificação do carbono presente. Segundo ele, as amostras são coletadas em diferentes profundidades, levadas ao laboratório, secas e submetidas a análises para determinar a umidade e teor de carbono.  “Fomos para o campo coletar solo e coletar todo o material orgânico que tá ali sobre sobre o solo, posteriormente, elas são trazidas para o laboratório do IFPI. Através de uma forma matemática, a gente consegue encontrar a umidade desse solo e, após ele seco, a gente o escorre, passado em peneira de 2 milímetros e procede à análise de carbono”, explica.

 

O coordenador destaca ainda que o projeto de pesquisa também visa indicar soluções para resolver o problema ambiental causado pela exportação do carbono devido às colheitas exaustivas sem reposição ou manutenção desse carbono no ecossistema. “Nosso objetivo é mostrar como a preservação e o manejo sustentável das florestas e dos ecossistemas naturais, como o Cerrado piauiense, são fundamentais não apenas para a conservação da biodiversidade e dos recursos naturais, mas também para a mitigação das mudanças climáticas e a promoção da sustentabilidade ambiental”, destaca.

O gás está presente nas formas inorgânica e orgânica. A matéria orgânica, composta por elementos como carbono, hidrogênio, nitrogênio, enxofre e fósforo, desempenha um papel crucial nos ecossistemas terrestres. O docente complementa destacando que a pesquisa é possível propor o melhor uso com sustentabilidade do solo, visando a conservação e o equilíbrio do ecossistema

De acordo com o coordenador, o EDITAL UESPI TECH deve fomentar as atividades do projeto e ajudar a comprar insumos para as pesquisas. “A cada coleta que a gente faz, a gente precisa estar comprando mais sacos, comprando mais materiais de uso temporário para que a gente possa estar realizando as coletas. Os recursos vão ajudar a comprar mais material permanente como gps, peneiras, amostradores de solo, paquímetro e impressora”, pontua.

UESPI TECH: Registros de Angiospermas do Parque Nacional da Serra da Capivara

Por Clara Monte 

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI), campus Professor Ariston Dias Lima, promove o Projeto “Registros de Angiospermas do Parque Nacional da Serra da Capivara“. A iniciativa recebe suporte financeiro do edital PROP/NIT/UESPI 015/2023 (UESPI-TECH), que tem como objetivo impulsionar o empreendedorismo e a inovação em diversas áreas do conhecimento.

Pityrocarpa moniliformis

Esta ação em especifico tem como coordenadoras as professores Janilde de Melo, Maria Fernanda da Costa Gomes e Solrany Carla. Para a professora Janilde de Melo o principal objetivo do projeto é  catalogar e analisar as espécies vegetais encontradas na região da Serra da Capivara, no Piauí.

Coordenadora do projeto, Janilde de Melo, em campo

“Temos o intuito de despertar nos nossos alunos a capacidade de pesquisa e extensão, como também adquirir conhecimento nas áreas envolvidas do projeto. Sendo muito importante, pois vai trazer conhecimento e aprendizado para os discentes e sociedade no geral a partir da hora que esses dados serem divulgados.”

Para o aluno participando do projeto, Gabriel Neves Dias,  o que o motivou em participar desse projeto foi o poder conhecer a biodiversidade vegetal da região da serra da capivara, além de adquirir novos conhecimentos que serão importantes na sua formação acadêmica.

Cordia rufescens

“O principal objetivo desse projeto é identificar e coletar essas plantas (angiospermas) que ocorrem na região da Serra da Capivara, além de poder conhecer as plantas que apresentam potencial para a produção de goma e verificar se essas gomas têm potencial de toxicidade frente a experimentos de artêmia salina. Minha participação está inserida na coleta e identificação dessas plantas. Esse projeto contribuiu e contribuirá bastante na minha vida acadêmica, pois me ajudou a obter conhecimentos específicos sobre plataformas de pesquisa, como a flora do Brasil, gbif etc., para identificar essas plantas. Já tinha um grande gosto pela botânica e, devido ao projeto, pude me aproximar mais um pouco desse ‘mundo’ da botânica”.

Xiquexique gounellei

Mais registros do projeto:

Ptirocarpa moniliformis

Ipomoea nil

Malpighiaceae

 

UESPI-TECH: Projeto de Protocolo de Avaliação Neuropsicológica em Neurocirurgias de Pacientes Acordados

Por Cássio Sousa

O Laboratório de Neurociência Cognitiva da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), sob a coordenação do Professor Doutor Eleonardo Rodrigues e do Professor Mestre João Damasceno Neto, está liderando um projeto em parceria com o Núcleo de Tratamento dos Tumores Encéfalo Medulares (NUTTEM-HSM), coordenado pelo Professor Doutor Nazareno Pearce Brito. O objetivo principal deste projeto é desenvolver um protocolo de avaliação neuropsicológica em neurocirurgias em pacientes acordados, especialmente aqueles com gliomas em áreas eloquentes cerebrais.

Estão sendo selecionados, prospectivamente, 40 pacientes pelos pesquisadores, durante o período de 2 anos. Esses pacientes serão examinados e selecionados em consultórios particulares, ambulatórios, transferências e/ou internações pelo SUS para o Hospital São Marcos, desde que estejam dentro do perfil da pesquisa: portadores de gliomas em áreas eloquentes cerebrais, com mais de 18 anos, de ambos os sexos, e que apresentem lesões localizadas no cérebro dominante. A ênfase será nas funções cognitivas superiores, como Linguagem, Memória, Atenção, Exame das Funções Executivas, Praxia e Visuoconstrução, além do Comportamento Motor.

O Laboratório de Neurociência Cognitiva (LaboNC-UESPI), composto por 3 docentes e 9 discentes do curso de Psicologia, possui um protocolo que se diferencia dos métodos tradicionais, promovendo um atendimento humanizado, focado no bem-estar emocional do paciente, além do cuidado técnico especializado. A equipe de neuropsicólogos da UESPI oferece uma escuta qualificada durante todo o processo, desde o pré até o pós-operatório, proporcionando um acompanhamento mais abrangente e detalhado.

Professor Doutor Nazareno Pearce Brito e Professor Doutor Eleonardo Rodrigues (Imagens/acervo pessoal).

Professor Mestre João Damasceno Neto (Imagens/acervo pessoal).

Segundo um dos autores do projeto, Professor Doutor Eleonardo Rodrigues, o protocolo desenvolvido pelo LaboNC visa identificar as funções psicológicas comprometidas pelo tumor e direcionar os testes neuropsicológicos de forma específica para essas áreas afetadas. Além disso, o protocolo será comparado com os resultados de instrumentos já estabelecidos, garantindo sua precisão e objetividade.

“O protocolo a ser desenvolvido será dirigido diretamente às áreas acometidas ou possivelmente acometidas pelo tumor, de modo a relacionar as funções psicológicas superiores àquelas regiões (córtex, núcleos e fibras brancas). O protocolo, portanto, pretende estar estruturado por fatores do tipo função psicológica/região encefálica, considerando, obviamente, que as funções ocorrem em redes neuronais”, relatou.

Imagem/Créditos: Neurocirurgia em pacientes acordados com avaliação neuropsicológica (NUTTEM-HSM e LaboNC).

O Professor ainda enfatiza que os potenciais benefícios para os pacientes submetidos a neurocirurgia utilizando este novo protocolo são significativos. A inclusão da avaliação dos estados emocionais permite uma redução nos níveis de estresse pré-operatório, enquanto a abordagem multidisciplinar favorece uma ressecção cirúrgica mais precisa e segura, resultando em melhores desfechos para os pacientes.

“O objetivo principal do projeto para a Instituição é, com a implantação do Núcleo de Neuroncologia e a implantação do Grupo de neurocirurgia acordada (Awake neurosurgery), mantermos resolutividade com qualidade e, se possível, atender a todos que precisam, oferecendo um resultado de excelência ao trabalho em equipe, com elevado grau de profissionalismo e coleguismo”.

O protocolo também promete contribuir para avanços na compreensão e tratamento de distúrbios neuropsicológicos associados a procedimentos neurocirúrgicos. Ao identificar as funções preservadas e prejudicadas antes e após a cirurgia, os profissionais de saúde podem encaminhar os pacientes para tratamentos neuropsicológicos específicos, otimizando sua recuperação e qualidade de vida.

“As avaliações neuropsicológicas no período pós-operatório verificam se surgiram prejuízos em funções antes não existentes, se prejuízos pré-existentes melhoraram e o que se mantém preservado. Dessas avaliações, é possível, portanto, fazer encaminhamentos para tratamentos neuropsicológicos bastante precisos, a fim de o paciente receber as estimulações cognitivas ou de outra natureza de modo bastante adequado”, concluiu o docente.

A discente participante do LaboNC, Ana Valéria Matos, ressalta que ingressou no Laboratório quando ainda estava no 3° período do curso. Segundo ela, a vontade de ingressar no laboratório partiu diante de seu interesse em neuropsicologia.

“No início do curso, surgiu um interesse pela disciplina de Neurociências e esse interesse só aumentou após cursar a disciplina. Quanto à minha participação no projeto de pesquisa, eu achei que seria uma experiência muito rica”, relatou.

Discente participante do LaboNC, Ana Valéria Matos.

Presente desde de o inicio do projeto, a discente teve a oportunidade de acompanhar a evolução do protocolo, que, segundo ela o fortalecimento da equipe ao longo do tempo contribuiu e elevou o aprimoramento do projeto.

“Acredito que a integração da equipe se fortaleceu ao longo do tempo, o que contribuiu para um aprimoramento contínuo do protocolo. À medida que as cirurgias foram acontecendo, pudemos adaptar e refinar o protocolo com base em nossas experiências, garantindo uma abordagem cada vez mais eficaz e humanizada para os pacientes submetidos à neurocirurgia”, ressaltou.

A aluna ainda enfatiza que o projeto contribuiu muito para seu desenvolvimento profissional e acadêmico, devido à oportunidade de colocar os conhecimentos aprendidos em sala em prática.

“Participar do projeto foi uma experiência valiosa na minha trajetória acadêmica, pois o curso tende a ser muito teórico e muitas vezes só temos vivências mais práticas ao final da graduação, mas esse projeto permite ver muitos conhecimentos na parte de avaliação psicológica e neuropsicológica na prática. Além disso, é um projeto interdisciplinar, agregando saberes de diversas áreas do conhecimento”, pontuou a discente do 8° período do curso de Psicologia.

O Programa recebe suporte financeiro do edital PROP/NIT/UESPI 015/2023 (UESPI-TECH), que permitiu a compra de dois novos aparelhos para o projeto.  O edital contempla 20 projetos, cada um com um orçamento individual limitado a 25 mil reais. Esses projetos são vinculados aos grupos de pesquisa cadastrados no CNPq e certificados pela PROP, garantindo uma base sólida de excelência científica.

O UESPI-TECH tem como principal objetivo impulsionar o empreendedorismo e a inovação em diversas áreas do conhecimento. Além de fomentar a pesquisa na Universidade Estadual do Piauí, a iniciativa visa contribuir significativamente para o desenvolvimento do estado.

SAIBA TUDO: edital de transferência externa

Por Clara Monte 

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI), por meio da Pró-Reitoria de Ensino de Graduação – PREG, torna pública as condições de habilitação às vagas disponíveis em seus Cursos de Graduação, na modalidade presencial, conforme quadro demonstrativo anexo, para ingresso em 2024, de acordo com o que estabelece a Resolução CONSUN 001/2008, que aprova o Regimento Geral da UESPI, e a Resolução CEPEX 018/2024.

De acordo com a Pró-Reitora Adjunta de Ensino de Graduação da instituição – PREG, Dra. Josiane Silva Araújo, o processo de seleção envolve a atuação de diversos atores dentro da universidade, sendo um processo  conduzido por comissões locais designadas pelos colegiados dos cursos, que têm vagas disponíveis e candidatos inscritos. Ela conta que, em cada uma dessas comissões, o coordenador do curso assume o papel de presidente, onde as vagas disponíveis são definidas pelas coordenações dos cursos, levando em consideração as vagas ociosas que podem surgir devido a desistências ao longo do curso.

“O processo seletivo ocorrerá em três etapas distintas. Na primeira etapa, que é a homologação das inscrições, será realizada uma verificação da documentação conforme descrito no item 3.3 do edital. É importante falar que essa etapa possui caráter eliminatório, o que significa que a documentação precisa estar correta e completa para que o candidato prossiga no processo. Na segunda etapa, denominada Análise Curricular, será avaliado o número de disciplinas equivalentes, carga horária integralizada e rendimento acadêmico dos candidatos. Nesta fase, além do caráter eliminatório, também há um aspecto classificatório. Por fim, na terceira etapa, ocorrerá o Processo Seletivo de Análise do Índice Geral de Cursos (IGC) e Conceito Preliminar de Curso (CPC) do último ciclo avaliativo da instituição e do curso de origem do candidato. Essa etapa é puramente classificatória e tem o objetivo de classificar os candidatos de acordo com o desempenho global da instituição e do curso”.

O candidato deverá reunir a documentação elencada abaixo:

a) Ficha de Inscrição online devidamente preenchida;
b) Histórico Escolar atualizado a partir da data de lançamento deste Edital, expedido pela Instituição de origem, que conste o Índice de Rendimento Acadêmico (IRA), ou equivalente, no mínimo 2(dois) períodos/semestre totalmente integralizados (original devidamente assinado e carimbado ou com código de verificação);
c) Atestado/comprovante de matrícula ou Declaração que comprove vínculo de matrícula ativa na instituição de origem;
d) Programas das disciplinas cursadas, conforme Histórico Escolar, acompanhado do PPC vigente. (originais devidamente assinados e carimbados ou com código de verificação);
e) RG (frente x verso);
f) CPF (frente x verso), caso não conste no RG;
g) Certidão de quitação com as obrigações eleitorais expedida pelo Tribunal Regional Eleitoral;
h) Comprovação de quitação com as obrigações militares por meio de documento oficial (para homens);
i) Comprovação de que a Instituição de origem possui Índice Geral de Cursos – IGC/Conceito Institucional – CI igual ou superior a 3 (três);
j) Comprovação de que o curso de origem possui Conceito Preliminar de Curso – CPC/Conceito de Curso – CC igual ou superior a 3 (três).

ATENÇÃO AOS ERROS MAIS COMUNS:

O não envio do comprovante de quitação eleitoral; O não envio dos programas das disciplinas cursadas.

MAIS INFORMAÇÕES NO EDITAL

 

 

UESPI TECH: Biotecnologia na Produção de Milho e Feijão Caupi em Sistema de Consórcio

Por Clara Monte

Comunidade acadêmica do curso de Agronomia da Universidade Estadual do Piauí, campus de Picos, promove projeto “Biotecnologia na Produção de Milho e Feijão Caupi em Sistema de Consórcio”. A  iniciativa surge como resposta às necessidades dos produtores locais, que enfrentam desafios significativos na produção e comercialização de suas safras.

Trabalho em campo

De acordo com o docente responsável, Wagner Rogério Leocádio Soares Pessoa, o projeto foi concebido para atender tanto os agricultores que cultivam milho e feijão para consumo próprio, quanto aqueles que buscam gerar renda através da venda de seus excedentes de produção. Ele conta que em uma região semiárida, como o município de Picos, caracterizada por recursos hídricos limitados e solos muitas vezes pobres em nutrientes, a pesquisa em biotecnologia assume um papel muito relevante.

“Um dos pontos-chave do projeto é a busca por alternativas sustentáveis à adubação química convencional, cujos preços elevados tornam-se cada vez mais inacessíveis para os agricultores locais, especialmente em meio a conflitos globais, como os que envolvem Ucrânia e Rússia. A relevância desse trabalho se estende não apenas aos agricultores da região de Floriano, mas também aos produtores em torno de Picos. O objetivo é oferecer uma alternativa de adubação que aumente a produção agrícola, proporcionando maior renda e fortalecendo a economia local”.

Trabalho em campo

Ainda de acordo com o docente, atualmente, o projeto encontra-se na fase de montagem, aguardando a chegada de equipamentos essenciais e a área experimental já foi delimitada, separada e marcada com GPS, enquanto a análise do solo está em andamento, preparando-se para as correções e adubações necessárias antes do plantio do milho e feijão.

“Para facilitar as atividades foi selecionada uma propriedade particular, cuja área já foi devidamente preparada e analisada. Após esta etapa, seguirá a implementação das culturas no campo, conduzindo ambas em consórcio e avaliando todos os caracteres propostos no projeto. O processo culminará com análises estatísticas detalhadas e a redação final do projeto, incluindo o respectivo relatório. Além disso, os resultados serão compartilhados através da publicação de um artigo científico, contribuindo assim para o avanço do conhecimento e da prática agrícola na região”.

Projeto Biotecnologia na Produção de Milho e Feijão Caupi em Sistema de Consórcio

Todos os professores efetivos do curso de Agronomia do campus Professor Barros Araújo estão engajados nesse empreendimento, unindo seus conhecimentos e experiências para promover avanços significativos na agricultura local.

O Programa recebe suporte financeiro do edital PROP/NIT/UESPI 015/2023 (UESPI-TECH), que contempla 20 projetos, cada um com um orçamento individual limitado a 25 mil reais. Esses projetos estão vinculados aos grupos de pesquisa cadastrados no CNPq e certificados pela PROP, garantindo uma base sólida de excelência científica.

O UESPI-TECH tem como principal objetivo impulsionar o empreendedorismo e a inovação em diversas áreas do conhecimento. Além de fomentar a pesquisa na Universidade Estadual do Piauí, a iniciativa visa contribuir significativamente para o desenvolvimento do estado.

UESPI TECH: Laboratório Práxis Uespi está modernizando a clínica de odontologia em Parnaíba

Por João Fernandes

O “Laboratório Práxis Uespi – Gerenciamento dos Atendimentos na Clínica Escola de Odontologia” foi um dos 20 projetos contemplados no Edital UESPI TECH. Com isso, o laboratório deve receber um aporte financeiro de R$25 mil reais, que serão aplicados nos espaços físicos e no desenvolvimento de um aplicativo que irá gerir os atendimentos da clínica da Clínica Escola, do curso de odontologia, da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), em Parnaíba.  

 

A clínica escola realiza atendimentos diariamente para a população parnaibana e, hoje, todos os prontuários, fichas e registros são feitos manualmente. Porém,  a partir do financiamento do Edital, o Laboratório Práxis espera criar um aplicativo para digitalizar e gerenciar os atendimentos odontológicos desenvolvidos na Clínica.

A professora Brunna Verna, coordenadora do projeto, afirma que a digitalização dos prontuários é de suma importância  para que seja feita uma base dos serviços desenvolvidos na Clínica Escola de odontologia, além do retorno em números de atendimentos e procedimentos prestados à população de Parnaíba e região. 

“Hoje em dia, a gente está digitalizando esse preenchimento dos prontuários. Além de modernizar, vai ser mais fácil e rápido a atividade, porque, de forma digital, isso facilita  o uso de dispositivos eletrônicos e de um aplicativo onde o aluno também vai poder usar o próprio celular para encontrar os dados do paciente, mas, claro, obedecendo a lei de proteção geral de dados. Vamos usar essa tecnologia para a pronta confecção de planilhas para a análise do perfil dos atendimentos e do perfil do usuário que está sendo atendido”, explica a professora.

Professora Brunna Verna, coordenadora do Projeto

A coordenadora destaca ainda que o financiamento deve fomentar as atividades do Projeto possibilitando a compra de computadores que serão distribuídos na clínica e nos laboratórios, bem como, a aquisição de aparelhos de Smart TV.

“Na área da odontologia, realizamos diariamente diversos procedimentos em nossa clínica escola, tanto nas clínicas integradas quanto nas clínicas especializadas de cada disciplina. O monitoramento do número de atendimentos e procedimentos realizados é crucial, pois nos permite buscar, futuramente, uma maior aquisição de recursos e apoio junto à Secretaria de Estado e à Reitoria. Isso contribuirá também para a contínua reorganização e estruturação da nossa clínica escola”, destaca.

Para a Coordenadora o projeto vai ao encontro dos objetivos do Governo Estadual em modernizar todos os procedimentos realizados nos órgãos do Estado, já que, “atualmente, o Governo do Estado está incentivando a digitalização das secretarias e considerando a digitalização da própria Universidade.  Com a digitalização e melhor organização dos dados, todos poderão estar a par dos serviços realizados e inúmeros benefícios à comunidade, especialmente em relação aos serviços odontológicos, em especial, para aqueles que  não teriam condições de pagar por esses serviços no setor privado ou estariam sujeitos a longas filas de espera”, pontua.

Sala do Laboratório PRÁXIS UESPI, em Parnaíba

UESPI TECH: Projeto “Desenvolvimento de ferramenta digital para manejo de pragas em feijão caupi”

Por Clara Monte 

Comunidade acadêmica do curso de Biologia da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), campus de Corrente, promove o Projeto “DESENVOLVIMENTO DE FERRAMENTA DIGITAL PARA MANEJO DE PRAGAS EM FEIJÃO CAUPI”. A iniciativa recebe suporte financeiro do edital PROP/NIT/UESPI 015/2023 (UESPI-TECH), que tem como objetivo impulsionar o empreendedorismo e a inovação em diversas áreas do conhecimento.

Atividade em campo

O projeto, liderado pelas professoras de biologia Maria Andréia Nunes e Helena Carolina Onody, em parceria com o colaborador externo, Natanael Felipe Nunes, tem como objetivo principal a criação de um aplicativo que auxilie os produtores locais na identificação e controle eficaz das pragas que ameaçam suas plantações.

Coleta de dados

Segundo a Profa. Maria Andréia Nunes a maioria dos produtores na região são agricultores familiares, cuja produção é destinada principalmente à subsistência ou pequenos comércios locais. De acordo  com ela, muitas vezes, esses agricultores não recebem assistência ou são alvo de pesquisas por parte das grandes empresas do setor agrícola. O aplicativo em desenvolvimento visa preencher essa lacuna, fornecendo informações relevantes diretamente aos produtores familiares, contribuindo assim para a melhoria de sua qualidade de vida e para a sustentabilidade de suas práticas agrícolas.

Euschistus heros

Crenocerus Sanctus

“A expectativa é que essa iniciativa proporcione aos pequenos produtores e agricultores familiares acesso a informações valiosas, ajudando-os a identificar problemas em suas plantações e a buscar assistência quando necessário. O aplicativo será uma ferramenta essencial para fortalecer a agricultura local e promover práticas agrícolas mais conscientes e sustentáveis”.

Parque da equipe do projeto

Até o momento atual da execução do projeto já foram coletados dados e os envolvidos estão na fase de identificação das pragas e construção da base de dados. Uma colaboradora voluntária nesse processo é a aluna de biologia, Carla Cristina, que se engajou ativamente na coleta de dados, despertando um entusiasmo por novos conhecimentos.

“Desde que entrei na universidade, tenho buscado constantemente conhecimento. Participar voluntariamente deste projeto significa para mim uma oportunidade contínua de aprendizado. Tenho aprendido diversas técnicas de coleta, e cada nova coleta representa uma nova conquista para mim. Visitar diferentes plantações de feijão, coletar amostras e etiquetá-las posteriormente no laboratório têm sido partes essenciais do processo. Esta participação voluntária é importante para o meu desenvolvimento acadêmico, especialmente considerando as demandas práticas do curso de Biologia. Além disso, é gratificante observar o entusiasmo dos moradores das áreas visitadas em contribuir para a ciência”.

UESPI-TECH lança projeto para o ensino de História do Piauí

Por: Danilo Kelvin 

“Vamos contribuir para a construção de uma memória histórica mais completa e acessível do Piauí, utilizando as ferramentas digitais para promover a inovação no ensino de História”, explica o Professor Dr. Fernando Bagiotto, Coordenador do Projeto  “Resgates do Passado para Projetos Estratégicos de Futuro”, que foi contemplado no Edital UESPI-TECH da Universidade Estadual do Piauí.

O UESPI-TECH é um edital para impulsionar a pesquisa e a inovação na Universidade. Ele contemplou 20 projetos, cada um recebendo um financiamento de 25 mil reais.

Com o objetivo de resgatar, preservar e disponibilizar documentos e memórias regionais, além de promover subsídios pedagógicos digitais para o ensino de História do Piauí, a iniciativa promete revolucionar a educação e a preservação da história local. “Este investimento representa um marco na busca por uma memória histórica mais abrangente e acessível, utilizando tecnologia para inovar no ensino. Este projeto não apenas beneficia a comunidade piauiense, mas também exemplifica o compromisso da universidade com o progresso e o desenvolvimento da região”, conclui o pesquisador.

Acervos históricos e materiais didáticos:

Os pesquisadores irão coletar, digitalizar e preservar acervos históricos por meio do Laboratório de Documentação, Digitalização e Pesquisa Histórica (LADIPH) do campus Professor Alexandre Alves de Oliveira em Parnaíba. O material digitalizado será disponibilizado no Repositório Digital da UESPI, que já conta com um amplo acervo de entrevistas, documentos, livros, revistas, jornais e registros históricos.

A partir desses materiais, a equipe de cientistas irá produzir subsídios pedagógicos digitais como jogos interativos, quizzes, podcasts, blogs, redes sociais e instrumentos avaliativos digitais.

“Esses materiais serão disponibilizados gratuitamente para professores e alunos de todo o estado, com o objetivo de dinamizar as aulas de história e tornar o aprendizado mais lúdico e interessante”, destaca o Dr. Fernando Bagiotto, coordenador.

Estrutura do Projeto e Impactos:

O ensaio conta com a participação de quatro doutores em História, que desempenham papéis fundamentais na pesquisa, coleta de fontes documentais, produção de materiais de apoio pedagógico e orientação de trabalhos acadêmicos relacionados ao tema. A presença desses doutores contribui para a qualidade e aprofundamento das atividades desenvolvidas no projeto.

Projeção 3D do laboratório. Imagens: Arquivo pessoal

O projeto “Resgates do Passado para Projetos Estratégicos de Futuro” da UESPI pretende impactar principalmente no âmbito social, a história e a memória do Piauí e da Planície Litorânea. Além disso, busca qualificar, aprofundar e introduzir novas metodologias no ensino de História regional, ampliando a consciência social e comunitária. A proposta também visa fortalecer a comunicação entre a produção científica e acadêmica, as demandas das comunidades escolares e universitárias, e as empresas, criando um elo de comunicação.

Benefícios para a comunidade piauiense:

A pesquisa “Resgates do Passado para Projetos Estratégicos de Futuro” tem potencial para beneficiar toda a comunidade piauiense, contribuindo para a preservação da memória e da história da região, e oferecendo novas ferramentas para o ensino de História nas escolas públicas e privadas.

“Acreditamos que estes estudos irão contribuir para a formação de cidadãos mais conscientes e críticos, que reconhecem a importância da história local para a construção de um futuro melhor para o Piauí”, comenta o professor.

Relembre o Edital UESPI-TECH:

O Tesouro Estadual do Piauí liberou R$ 500 mil para os beneficiários do edital de financiamento de projetos de grupos de pesquisa denominado Uespi-Tech, cujo resultado foi anunciado no final do ano 2023.

Cada projeto selecionado recebeu a quantia de R$ 25 mil. Esta iniciativa contempla 20 grupos, abrangendo todos os campi da universidade. O principal propósito do Uespi-Tech é promover o empreendedorismo e a inovação em diversas áreas do conhecimento. Além de incentivar a pesquisa na universidade, essa ação irá contribuir para o progresso do estado.

Confira o edital completo na página do SIGPROP.

Administração Superior e Parfor se reúnem com 4 municípios do estado para tratar de implementação de curso

Por Giovana Andrade

Nesta quarta feira (10), a administração superior da Universidade Estadual do Piauí juntamente com membros do PARFOR-UESPI se reuniram com representantes de quatro municípios piauiense (José de Freitas, Currais, Beneditinos e Nossa Senhora dos Remédios) para tratar sobre a implementação do novo curso, Educação Especial Inclusiva, dentro do projeto PARFOR EQUIDADE.

Administração Superior e gestores dos municípios de José de Freitas, Beneditinos, Currais e Nossa Senhora dos Remédios.

O Parfor Equidade é uma ação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), idealizada junto à Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (SECADI/MEC) que visa formar professores em licenciaturas específicas para atendimento das redes públicas de educação básica ou das redes comunitárias de formação por alternância.

Raquel Oliveira, coordenadora adjunta do Parfor, explica que o programa teve o curso de licenciatura em educação especial inclusiva aprovado pela CAPES no edital 23/2023-Parfor Equidade. Ela também destaca a grande demanda e procura pela educação inclusiva em todos os municípios que o PARFOR visitou, especialmente para pessoas que possuem algum tipo de deficiência ou altas habilidades.

“Esse curso não é só para pessoas público da educação especial inclusiva. O PARFOR Equidade também visa trazer mais acesso à educação e a formação como professores de pessoas que, historicamente, foram excluídas, como, por exemplo, quilombolas, indígenas, pardos e pessoas do campo. Essas pessoas ainda receberão uma bolsa de 700 reais. Todo mundo que se enquadra no perfil da equidade receberá uma bolsa como incentivo pra permanecer no curso”.

Será ofertada uma turma por município, contendo 35 alunos, com a duração de 4 anos. Nadja Pinheiro, coordenadora adjunta do PARFOR responsável diretamente pelo curso de Educação Especial Inclusiva, destaca que o PARFOR-UESPI está fazendo história, contribuindo para atender à política governamental de acesso permanente, permanência e progressão da população em situação de vulnerabilidade no ensino superior.

“É importante lembrar que não estamos criando uma situação, a Lei de Diretrizes e Bases (LDB) já traz essa realidade, já a fomenta. Essa realidade deveria ser aplicada não apenas ao público do Parfor, mas a todos os níveis de ensino, infantil, médio e superior. As modalidades de ensino em que a educação continua inserida são transversais e deveriam fazer parte de todo o processo educacional, porém, historicamente, sabemos que isso não acontece”.

O reitor da UESPI, Prof. Dr. Evandro Alberto, aproveitou o momento para agradecer a disponibilidade de cada gestor dos municípios presentes em receber o curso de educação inclusiva. “A Universidade se sente honrada em ir até os municípios de José de Freitas, Currais, Beneditinos e Nossa Senhora dos Remédios, levando essa formação. São programas que queremos compartilhar com vocês, essa responsabilidade, mas também o compromisso de transformar ainda mais o município de vocês.”

SISU 2023.2: sétima convocação da lista de espera

A Pró-Reitora de Ensino de Graduação da Universidade Estadual do Piauí – UESPI, considerando o disposto na portaria normativa MEC no 21, de 05 de novembro de 2012, na Lei Estadual no 5.791, de 19 de agosto de 2008, alterada pela Lei Estadual 7.455, de 14 de janeiro de 2021, no Edital SESu No 003, de 12 de maio de 2023 e na Resolução CONSUN No 001/2023, de 14 de junho de 2023, torna público o presente edital de 7ª (SÉTIMA) convocação da Lista de Espera (ANEXO I), relativo ao preenchimento de vagas remanescentes para candidatos que efetivaram confirmação de interesse na vaga para ingresso na UESPI, por meio do sistema de seleção unificada – SiSU/2023.2, bem como os procedimentos para a realização das Matrículas Institucionais dos candidatos.

EDITAL 10.2024 SÉTIMA CHAMADA DA LISTA DE ESPERA SISU 2023.2 (1)

setima_lista_espera_sisu_20232 (1)

UESPI TECH Impulsiona Inovação: Projeto EDUPI Eleva Educação com Gamificação e Tecnologia

Por: Danilo Kelvin

Plataforma de Educação Piauí (EDUPI) faz parte dos 20 projetos selecionados no Edital UESPI-TECH que foi comtemplado com o  aporte financeiro de R$ 25 mil reais, que serão aplicados no espaço físico do laboratório e no desenvolvimento do grupo de pesquisa.

O Prof. Dr. Vinicius Oliveira, coordenador do projeto, utilizará a inteligência artificial e língua inglesa na aplicabilidade do estudo. A proposta do estudo é que essa tecnologia chegue aos dispositivos móveis mediante uma plataforma pedagógica, onde seja possível compartilhar materiais, textos, imagens, buscas e pesquisas correlacionadas através das API’s da inteligência artificial (ChatGPT).

“Estar criando uma plataforma pedagógica em que possamos compartilhar conteúdo, trabalhando com imagens, pequenos textos e de modo que possamos trabalhar com ‘gamificação’, a inteligência artificial entra para acelerar esse processo e dinamizá-lo. Assim, podemos trabalhar com mais e mais pessoas. Especificamente com essa solução tecnológica do EDUPI, a ideia é que possamos realizar provas, fazer testes, avaliações e que elas possam ser corrigidas num tempo muito mais rápido, dado que a inteligência artificial vai entrar nesse processo de correção e melhorar o fornecimento de feedbacks, de retornos a partir dessas avaliações que foram feitas”, comenta.

Laboratório EDUPI:

Para que tudo isso seja possível e as primeiras pesquisas piloto comecem, o Professor explica que parte desse investimento já foi aplicada em quatro computadores modernos, impressoras, uma mesa que contempla todo o grupo de pesquisa para as reuniões, além de uma televisão de 75 polegadas adaptada para ser usada com tecnologia Touch Screen. “Todo esse investimento só foi possível graças a esse edital interno de fomento à pesquisa, o UESPI-TECH, que contemplou esses 20 projetos selecionados, no caso o meu, e que busca ideias inovadoras que vão impactar diretamente a inovação e novas tecnologias. Graças ao edital está sendo possível”, afirma o pesquisador.

Material montado atráves dos investimentos UESPI-TECH. Arquivo Pessoal

Onde EDUPI pretende chegar e impactar:

A Plataforma de Educação Piauí (EDUPI) utilizará o espaço virtual como maneira de alcançar um público que necessita da Universidade Estadual do Piauí e que, por vezes, enfrenta dificuldades geográficas para chegar em localidades e públicos mais diversos.

“Nos precisamos chegar nas localidades mais afastadas do nosso Estado, nós precisamos chegar nas comunidades tradicionais que temos. Queremos fazer isso. Se a chegada presencial fica difícil, a tecnologia facilitará. O principal impacto é exatamente diminuir uma coisa que chamamos de iniquidade, que é apesar de termos tecnologias e estruturas para isso, mesmo assim não conseguimos chegar em muitas pessoas que necessitam da academia e da nossa universidade, um impacto extremamente positivo que é trabalhar com essas ferramentas de tecnologia e informação, isso faz quebrar barreiras geográficas e a gente pode alcançar pessoas que, em um passado,  jamais pensaríamos nisso”, finaliza.

Os frutos chegarão por meio de um aplicativo que começa a ser desenhado pelo grupo da EDUPI e que já tem como base alcançar um público jovem, tornando a língua inglesa algo mais dinâmico e intuitivo, onde essas características são a chave para o grupo. “São características que atraem a juventude, então é desenvolver um aplicativo que carregue isso, que é um desafio, mas, é um recorte inerente a essa nova dinâmica, que necessita ser um espaço sedutor onde atraia a juventude, através do uso da gamificação, linguagem acessível e criação de uma plataforma totalmente intuitiva”, finaliza o pesquisador.

UESPI-TECH: Laboratório de Análises de Solos (LASO) da UESPI desenvolve software inovador

Por: Cássio Sousa

O Laboratório de Análises de Solos (LASO) da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) está fomentando um projeto liderado pelo Professor Sammy Sidney, do curso de Agronomia do Campus da UESPI, na cidade de Corrente, com o objetivo central de criar um software dedicado à análise e visualização das densidades amostrais, espacialização dos atributos químicos e susceptibilidade magnética do solo.

O Laboratório de Solos da UESPI foi criado em 1992, sendo o primeiro laboratório de análises de solos da região sul e o segundo do Piauí, e tem por objetivo o desenvolvimento de pesquisas de extensão voltadas para análises de solos. O laboratório conta atualmente com sei projetos de extensão vinculados.

O Software visa compilar os resultados obtidos em laboratório dos atributos químicos (Cálcio, magnésio, potássio, etc.) e, após, por meio de modelos matemáticos, será analisado qual área amostral é mais adequada e sua relação com a susceptibilidade magnética, que é um atributo que tem uma relação direta com o material de origem do solo. Assim, irá permitir uma visualização do local amostral por meio de mapas, com base também na susceptibilidade magnética.

As principais funcionalidades previstas, através das análises amostrais, serão a gestão e conversão destas informações numéricas para mapas visuais capazes de simplificar a interpretação destas informações pelos usuários finais dos dados analisados.

O Professor Sammy Sidney relata que uma das ideias é que o software analise os dados, faça o mapa e depois indique o grau de fertilidade e necessidade de correção de acordo com a recomendação. Além disso, o professor explica como a precisão e confiabilidade serão garantidas pelo programa.

“A precisão será realizada pelo georreferenciamento do local amostrado e a confiabilidade será dada pelo laboratório que fez análises dentro do programa de certificação dos laboratórios. Em suma, o programa irá compilar os dados e gerar um resultado com base nos resultados obtidos pelo laboratório e o georreferenciamento, assim, garantindo a confiabilidade dos dados em uma determinada escala”, finalizou.

Aquisição de um destilador de água. Adquirido pelo prof. Sammy via Edital de fomento PROP/NIT/UESPI 015/2023

O Programa recebe suporte financeiro do edital PROP/NIT/UESPI 015/2023 (UESPI-TECH), que permitiu a compra de dois novos aparelhos para o projeto.  O edital contempla 20 projetos, cada um com um orçamento individual limitado a 25 mil reais. Esses projetos são vinculados aos grupos de pesquisa cadastrados no CNPq e certificados pela PROP, garantindo uma base sólida de excelência científica.

Equipamento (Fotometro de Chama), para analisar de Sódio e Potássio. Adquirido pelo prof. Sammy via Edital de fomento PROP/NIT/UESPI 015/2023.

O UESPI-TECH tem como principal objetivo impulsionar o empreendedorismo e a inovação em diversas áreas do conhecimento. Além de fomentar a pesquisa na Universidade Estadual do Piauí, a iniciativa visa contribuir significativamente para o desenvolvimento do estado.

CCECA recebe novo laboratório de informática

O Centro de Educação, Comunicação e Artes – CCECA do Campus Torquato Neto recebeu, nesta terça-feira (09), a inauguração do mais novo laboratório de informática. Agora, 15 dos 19 laboratórios projetados para os campi e centros foram entregues à comunidade acadêmica.

LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA DO CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO.

O laboratório será utilizado para auxiliar nas atividades de ensino, pesquisa e extensão dos cursos de graduação oferecidos pelo centro, que conta com cerca de 305 estudantes e 76 professores. O Departamento de Engenharia e Arquitetura da UESPI (DENG) projetou o novo espaço, e o núcleo recebeu 17 computadores, 01 retroprojetor e 01 quadro de vidro. Esses equipamentos foram adquiridos com emendas de bancadas em contrapartida do tesouro estadual.

A direção da Universidade Estadual do Piauí está firmemente comprometida com a modernização tecnológica, com espaços renovados ou recém-construídos, contendo novos computadores e equipamentos para acesso à internet.

Discente de jornalismo, Rafael Rodrigues ao lado do Reitor da UESPI, Prof. Dr. Evandro Alberto.

O representante do corpo discente do curso de Jornalismo, Rafael Rodrigues, ressaltou que a chegada do novo laboratório auxiliará ainda mais nos projetos de ensino, pesquisa e extensão. “É um bem que vai agregar a todo o setor nos próximos períodos, tanto para o curso de jornalismo, que é o meu, quanto para o pessoal do curso de pedagogia. Então, é uma adição muito importante e sem esses recursos não seria possível”, enfatizou o aluno do 6° período de jornalismo.

Diretora do Centro de Educação, Comunicação e Artes – CCECA, Profª. Dra° Valdirene Gomes.

A diretora do CCECA, Profª. Dra° Valdirene Gomes, destacou os impactos positivos para os alunos do centro. Segundo ela, a reforma e ampliação desse laboratório representam um grande ganho para todo o corpo discente da universidade. “Um laboratório desses é uma oportunidade, sobretudo porque nós temos muitos alunos que não têm condições. Estamos falando de condições objetivas para estudo e, além do ambiente, também as próprias ferramentas que dão possibilidades para esses alunos desenvolverem atividades tanto voltadas ao estudo quanto à pesquisa”, ressaltou a docente.

Reitor da UESPI, Prof. Dr. Evandro Alberto. Ao lado do Vice-reitor, Prof. Dr. Jesus Abreu, o Pró-reitor da PROPLAN, Lucídio Beserra, a Pro-reitora da PREG Mônica Gentil, o  Diretor da DTIC,  Prof. Maurício Rocha e a diretora do CCECA, Profª. Dra° Valdirene Gomes.

O Reitor da UESPI, Prof. Dr. Evandro Alberto, esteve presente na solenidade e aproveitou a inauguração para destacar os projetos, reformas e ampliações feitas em todos os outros centros. “Estamos trabalhando para construir seis novos prédios. O CCECA terá seu prédio próprio, o CCA terá seu prédio próprio, o CCN, o CCHL, o CCSA. Então, será construído um prédio que atenderá a todos os outros que precisarem de salas. Implementamos reformas no setor 21, um teto termo acústico e a biblioteca, que é um sonho da comunidade, já estamos no segundo pavimento para fazer essa entrega. Estamos construindo salas de aula novas aqui no CTU, já bem próximos de inaugurar, além de outras reformas. Entregamos aqui uma subestação de energia elétrica para atender a esta parte que abrange dez setores, inclusive o CCSA. Isso é um trabalho que realizamos e uma prestação de contas para toda a comunidade”.

PRAD realiza terceira roda de conversa na FACIME

Por João Fernandes

Nesta terça-feira (09), a Pró-Reitoria de Administração (PRAD) em parceria com o Curso de Psicologia da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), realizaram a terceira roda de conversas do Programa Saúde Mental do Trabalhador, desta vez, no Auditório do Centro de Ciências da Saúde – FACIME. Debatendo a temática “Movimento e Trabalho“, os discentes apresentaram para os servidores a importância de manter os cuidados com a saúde para além do espaço de trabalho.  

Desde o primeiro encontro, os estudantes da área da saúde têm proporcionado aos servidores da UESPI oportunidades para discussão de temas focados na relação Saúde mental e Trabalho como, também, atendimento psicológico individual on-line àqueles que necessitam e querem ser acolhidos. 

Segundo a professora Liliane Leite Moreira, coordenadora da ação, os diálogos são essenciais para falar sobre os inúmeros benefícios dos cuidados com a saúde no trabalho, quanto a importância das atividades físicas nas organizações. Ela ressalta que a iniciativa é indispensável para aprimorar a saúde física e mental dos colaboradores.  “É muito positivo saber que a UESPI está investindo em iniciativas contínuas para promover a saúde mental no ambiente de trabalho. Acredito que esse tipo de programa pode fazer uma grande diferença na qualidade de vida e no desempenho dos colaboradores”, comenta.

Já a docente Larissa Santos destacou que a preocupação com a saúde dos servidores é central, pois reconhecem que o estresse e a falta de exercícios têm impactos significativos no dia a dia deles. Além disso, comenta que através da palestra um dos assuntos abordados é a falta de cuidado com a ergonomia  e como isso afeta negativamente diversos aspectos que podem levar ao adoecimento, tanto físico quanto mental.

“Nosso principal objetivo é promover a saúde integral de todos os envolvidos. Queremos o bem-estar deles e isso inclui um cuidado atento com sua saúde. Estamos empenhados em fortalecer essa iniciativa e torná-la mais abrangente, pois acreditamos que será extremamente benéfica para alunos, professores e servidores”, destaca. 

Participando do projeto pela primeira vez, o servidor Antônio Pereira acredita  que a iniciativa prioriza a saúde dos trabalhadores e contribui com cuidados essenciais para se manter uma vida mais saudável. “A palestra foi muito esclarecedora. Vimos a importância de manter os cuidados com a postura, os benefícios de se exercitar antes de cada atividade e diferentes formas de manter uma rotina mais saudável. Com isso, a UESPI se mostra cada vez mais preocupada com nosso bem estar, mantendo o ambiente de trabalho mais saudável”, pontua.  

 

A palestra foi transmitida ao vivo no canal da UESPI, no Youtube, para servidores e alunos de outros Campis. Assista.