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Parceria entre UESPI e ALEPI fortalece investimentos e aproxima Legislativo da universidade

Por Roger Cunha

A Assembleia Legislativa do Estado do Piauí (ALEPI) e a Universidade Estadual do Piauí (UESPI) deram mais um passo importante na construção de uma aliança estratégica voltada para a promoção da educação superior, da comunicação pública e do desenvolvimento regional. Em reunião realizada hoje, no Palácio Pirajá, gestores das duas instituições discutiram caminhos para ampliar as colaborações já existentes e estabelecer novos compromissos conjuntos.

A iniciativa se insere em um contexto histórico especial para o Parlamento piauiense, que completa 190 anos de atuação. Nesse período, o Legislativo tem se consolidado como um espaço fundamental para o exercício da democracia e da cidadania, promovendo debates, políticas públicas e parcerias que contribuem diretamente para o desenvolvimento do Estado. A aproximação entre ALEPI e UESPI reforça essa missão ao unir o poder público à produção científica e à juventude universitária, fortalecendo o diálogo social e a formação cidadã.

ALEPI visita UESPI e amplia diálogo sobre educação, comunicação e infraestrutura

Participaram do encontro o Presidente da ALEPI, Deputado Severo Eulálio; a Deputada Ana Paula; o Secretário Geral da Mesa Diretora, Luciano Nunes; o Diretor de Comunicação da ALEPI, Robson Araújo; e a Diretora da TV e Rádio Assembleia, Nadja Rodrigues. Representando a UESPI, estiveram presentes o reitor, Prof. Dr. Evandro Alberto; o Pró-Reitor de Planejamento (PROPLAN), Prof. Lucídio Bezerra Primo; a Pró-Reitora de Ensino e Graduação, Profa. Dra. Mônica Gentil; e a Diretora da Assessoria de Comunicação (ASCOM), Profa. Sammara Jericó e a Chefe de Gabinete, Profa. Sônia Carvalho.

Durante a visita, foram abordados temas como o fortalecimento da comunicação pública, o apoio da ALEPI por meio de emendas parlamentares e a aproximação institucional entre a universidade e o legislativo estadual. Um dos pontos centrais da discussão foi a parceria com o curso de Jornalismo da UESPI, com vistas à ampliação das atividades junto à TV Assembleia, incluindo oportunidades de estágio supervisionado e produção conjunta de conteúdos jornalísticos.

O Reitor da UESPI, Prof. Dr. Evandro Alberto, destacou a relevância do momento, classificando-o como um marco na relação entre a universidade e o parlamento estadual. Segundo ele, a visita do presidente Severo Eulálio à UESPI representa mais do que um gesto simbólico. “É um deputado que sempre destina emenda para a universidade. Hoje, é um momento histórico para a universidade, porque isso ocorre aqui pela primeira vez, do ponto de vista da proposição de parcerias. Não é só uma visita, mas um compromisso real de colaboração”, afirmou o reitor.

O professor ressaltou ainda que a iniciativa de buscar o diálogo partiu do próprio presidente da ALEPI, demonstrando interesse direto em identificar como a Assembleia pode contribuir mais efetivamente com o fortalecimento da instituição e da educação superior. “Chegar com essa proposição de estabelecer parcerias e indagar: ‘o que vocês precisam?’, ‘como a Assembleia pode ajudar?’… Isso mostra o entendimento de que a melhoria da qualidade de vida das pessoas passa também pela educação”, completou.

ALEPI visita UESPI e amplia diálogo sobre educação, comunicação e infraestrutura

Outro ponto abordado pelo reitor foi a importância de pensar a parceria em múltiplas frentes, não apenas na área da comunicação, mas também em ações estruturantes. Ele citou os investimentos em infraestrutura feitos pelo Governo do Estado e destacou a articulação com a bancada federal e deputados estaduais. “Já estamos chegando a cerca de cem milhões de reais em investimentos em infraestrutura na universidade. A visita do presidente Severo vem somar-se a esse momento, e ele se comprometeu em mediar novas contribuições junto à Assembleia”, disse.

O Reitor também mencionou a participação da deputada Ana Paula, que esteve presente na reunião e reafirmou o compromisso com o campus de Uruçuí. “A deputada é egressa da UESPI e assumiu aqui o compromisso de buscar melhorias para o campus, inclusive articulando a chegada de uma van para o transporte dos estudantes”, afirmou.

A nova van do campus de Uruçuí representa o resultado da parceria entre a ALEPI e a UESPI, levando cidadania e educação cada vez mais longe.

Para Marcos Vinícius, técnico administrativo do campus de Uruçuí, o anúncio da van representa um avanço concreto nas condições de acesso e permanência dos alunos. “Esse investimento vai fazer uma grande diferença no dia a dia dos nossos estudantes. Muitos moram em localidades mais distantes e enfrentam dificuldades de deslocamento. A van vai garantir mais segurança e conforto, além de fortalecer o sentimento de pertencimento dos alunos à universidade”, destacou.

A estudante Aline Maria, do curso de Pedagogia, também comemorou a conquista e destacou o significado da parceria entre a ALEPI e a UESPI. “A gente percebe que essa aproximação do Legislativo com a universidade é muito importante, porque mostra que nossos representantes estão atentos às nossas necessidades. A van vai facilitar o transporte, mas também representa cuidado, valorização e cidadania”, afirmou.

Segundo o Reitor, o encontro demonstra o fortalecimento do elo entre a universidade pública e o parlamento estadual como caminho para políticas públicas mais efetivas. “É esse projeto coletivo que transforma a sociedade por meio das políticas, dos projetos e das emendas parlamentares. E a universidade está nesse processo como agente que forma e transforma vidas nos municípios”, concluiu.

ALEPI visita UESPI e amplia diálogo sobre educação, comunicação e infraestrutura

O presidente da ALEPI, deputado Severo Eulálio, ressaltou a relevância da universidade para o Estado do Piauí e reafirmou o compromisso do Legislativo com sua consolidação como instituição formadora. “A UESPI é uma instituição extremamente importante e necessária para o povo piauiense. O professor Evandro vem fazendo esse trabalho na reitoria e já conversamos aqui sobre diversas obras no interior do Estado em parceria com o Governo. É um investimento que consideramos o maior da história, e que vai dotar a nossa universidade de estrutura e condições para receber os alunos e para que o corpo técnico e docente possam ministrar suas aulas com dignidade”, declarou o parlamentar.

Severo Eulálio destacou que a visita teve como finalidade não apenas conhecer as demandas da universidade, mas também aprofundar compromissos. “Tivemos essa visita junto com a deputada Ana Paula e estamos evoluindo em algumas parcerias com a UESPI, como na área do Jornalismo, através da TV Assembleia. Estamos dialogando para fornecer materiais e apoio que ajudem a desenvolver ainda melhor o trabalho acadêmico e profissional dos estudantes”, afirmou. O deputado enfatizou que grande parte dos profissionais de comunicação do Estado é formada pela UESPI, o que reforça a importância de ampliar essa relação.

ALEPI visita UESPI e amplia diálogo sobre educação, comunicação e infraestrutura

Além da área da comunicação, o presidente da ALEPI também pontuou os investimentos já realizados e os que estão em andamento nos campi da universidade em diferentes municípios do estado. “Estamos falando de quase R$ 100 milhões em investimentos em diversas cidades. O campus de Uruçuí está sendo reformado, assim como os de Picos, Oeiras e aqui mesmo em Teresina, onde estão sendo construídos novos espaços. Isso é resultado de uma articulação entre a universidade, o Governo do Estado e as secretarias e reforça a importância de manter esse diálogo permanente com a Assembleia Legislativa”, explicou.

ALEPI visita UESPI e amplia diálogo sobre educação, comunicação e infraestrutura

A deputada estadual Ana Paula também participou da visita institucional e concentrou sua fala nas ações voltadas ao campus da UESPI em Uruçuí, município onde é egressa da universidade. Segundo a parlamentar, a visita representou uma resposta a uma demanda antiga dos estudantes da região. “São investimentos muito importantes. Já há bastante tempo os alunos esperam isso, principalmente desde o incêndio ocorrido no campus de Uruçuí. Fiquei muito feliz de estar com o reitor e saber que em breve o campus será entregue aos alunos, assim como a van, que tanto aguardavam”, afirmou.

Ana Paula reiterou o compromisso de continuar contribuindo com emendas e articulações políticas para que a estrutura da UESPI avance também em outras regiões. “Sempre me coloco à disposição para destinar recursos não só para Uruçuí, mas para outros campi. Tenho certeza de que outros deputados também vão abraçar essa causa. Vamos atrás de novos cursos e continuar trabalhando para que a universidade estadual cresça e chegue a mais pessoas”, concluiu.

A visita institucional reforça o papel da UESPI como parceira estratégica do Legislativo na construção de políticas públicas que impactam diretamente a educação superior no estado. Mais do que um encontro protocolar, o momento marca novas articulações concretas entre a universidade e a Assembleia Legislativa, com foco em infraestrutura, formação profissional e comunicação pública.

O diálogo segue aberto, e a expectativa, tanto da reitoria quanto dos parlamentares, é de que os próximos passos avancem com ações efetivas, capazes de responder às demandas históricas da universidade e da população piauiense.

UESPI de Piripiri vai promover o I Ciclo de Palestras da Área de Química

Por Roger Cunha 

Com o objetivo de tornar a ciência mais acessível e estimular o interesse pela Química entre diferentes públicos, o curso de Química da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), campus de Piripiri, lança o I Ciclo de Palestras da Área de Química – Conectando Universidade e Sociedade. A iniciativa, que prevê encontros mensais com pesquisadores e profissionais da área, é aberta à comunidade e propõe uma jornada de conhecimento em formato presencial e/ou online, valorizando o diálogo entre a universidade pública e a sociedade.

Campus Piripiri realiza I Ciclo de Palestras da Química com foco em divulgação científica

Sob a coordenação do professor Edinilton Muniz, o ciclo é uma resposta ao desafio de ampliar o alcance da produção científica universitária para além dos muros institucionais. “A ideia surgiu da necessidade de aproximar a universidade da sociedade, mostrando como a Química está presente no cotidiano e como a pesquisa científica impacta a vida das pessoas. Queremos criar um espaço de diálogo mais contínuo entre estudantes, pesquisadores e comunidade”, afirma o docente.

A programação conta com palestras mensais ministradas por convidados do Nordeste que atuam na Química e em áreas afins, permitindo múltiplas abordagens sobre a aplicação do conhecimento científico em contextos sociais, econômicos e ambientais. A carga horária total será de 20 horas, com certificação emitida pela PREX/UESPI aos participantes que cumprirem pelo menos 75% das atividades previstas.

Campus Piripiri realiza I Ciclo de Palestras da Química com foco em divulgação científica

O evento é mais do que uma sequência de palestras técnicas. Segundo o professor Edinilton Muniz, a proposta carrega um sentido de engajamento social: “O tema Conectando Universidade e Sociedade foi escolhido porque acreditamos que também é dever da ciência estabelecer esse diálogo. Muitas vezes, o conhecimento produzido na academia não chega ao público em geral, e esse ciclo busca quebrar essa barreira, mostrando como a Química transforma realidades e contribui para o bem-estar coletivo”.

Entre os objetivos destacados pela organização estão: Divulgar o conhecimento científico Estimular o interesse pela Química; Incentivar a iniciação científica entre os estudantes;Ampliar o diálogo entre universidade e comunidade.

Além da troca de saberes, o evento funciona como incentivo à formação científica dos estudantes da UESPI. “Esses momentos ampliam o repertório acadêmico dos alunos, promovem o contato com diferentes áreas da pesquisa, incentivam a iniciação científica e abrem espaço para networking com profissionais experientes. É também uma oportunidade para que desenvolvam uma visão crítica sobre o papel social da ciência”, ressalta Edinilton Muniz.

O ciclo é voltado tanto para a comunidade acadêmica da UESPI quanto para estudantes e interessados externos, fortalecendo o caráter público e integrador da iniciativa. As inscrições estão abertas e podem ser feitas por meio do link: Formulário de inscrição

A flexibilidade do formato, que contempla atividades presenciais e online, amplia o alcance do projeto, especialmente entre participantes de outras cidades. “A depender da disponibilidade dos palestrantes, os encontros poderão acontecer também durante a semana, entre segunda e sexta-feira, além dos sábados”, informa o coordenador.

Campus Piripiri realiza I Ciclo de Palestras da Química com foco em divulgação científica

A primeira atividade será no dia 17 de maio de 2025, às 9h, com a participação do Prof. Dr. Antônio Leonel de Oliveira, docente da UESPI – Campus Piripiri e pesquisador na área de Química Inorgânica e Ensino de Química. Com uma sólida trajetória acadêmica, incluindo doutorado pela UFPE e período sanduíche em Portugal, o professor abrirá o ciclo compartilhando suas experiências em ensino, pesquisa e extensão. A palestra será transmitida de forma híbrida, com acesso pelo Google Meet (código: mcz-oysd-unj) e pelo canal no YouTube Química em Rede.

O I Ciclo de Palestras da Área de Química reforça o papel da universidade pública como agente de transformação e ponte entre o saber acadêmico e as demandas sociais. Ao valorizar a produção científica nordestina e promover o acesso ao conhecimento, a ação se alinha às diretrizes de extensão e inclusão da UESPI. “Queremos mostrar que a ciência produzida aqui no Piauí, especialmente no interior, tem qualidade, relevância e compromisso social. O evento pode, inclusive, ser uma fonte de inspiração para jovens cientistas e futuros pesquisadores da região”, finaliza o professor Edinilton Muniz.

Projeto da UESPI de Uruçuí fortalece alfabetização em escola pública

Por Roger Cunha 

O curso de Pedagogia da UESPI Campus de Uruçuí, da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), desenvolve o projeto “Alfabetização e Reforço Escolar como Sincronia da Aprendizagem no Ensino Fundamental” na Escola Municipal José Cavalcante Filho, em Uruçuí.  A iniciativa resulta de uma articulação entre formação docente, práticas pedagógicas e demandas da rede pública municipal, com foco no fortalecimento das competências de leitura e escrita em estudantes dos anos finais do ciclo de alfabetização.

Parceria entre UESPI e rede municipal promove intervenções pedagógicas em turmas de 4º e 5º anos

Segundo a professora Nilzene Nataniel de Santana Nascimento, responsável pelo projeto, a proposta surgiu a partir de uma observação realizada durante a supervisão de estágio de uma aluna de Pedagogia. “Ali eu descobri que alguns alunos tinham dificuldades de leitura e fiz alguns encontros voluntários com a professora. Depois, conversando com a docente da turma, surgiu a ideia de desenvolver um projeto de alfabetização de reforço para aqueles alunos, com o objetivo de sanar essa dificuldade.”

O projeto atende alunos do 4º e 5º ano do ensino fundamental, selecionados com base em critérios pedagógicos que identificam dificuldades persistentes no processo de alfabetização. As atividades são desenvolvidas em encontros semanais às segundas e quartas-feiras, no turno da tarde, com a presença de acadêmicos do curso de Pedagogia atuando como voluntários. 

Parceria entre UESPI e rede municipal promove intervenções pedagógicas em turmas de 4º e 5º anos

As ações pedagógicas envolvem o uso de cartazes, práticas lúdicas, contação de histórias e literatura infantil, com foco na consolidação do processo de leitura e escrita. “Utilizamos materiais e orientações metodológicas voltadas para essa faixa etária. Nosso objetivo é que essas crianças possam se apropriar da leitura de forma funcional e compreensiva, respeitando as singularidades do processo de aprendizagem”, explica Nilzene Nataniel . A coordenadora destaca que, embora o projeto esteja em fase inicial, já é possível observar o engajamento dos estudantes nas atividades propostas.

A proposta baseia-se em referenciais teóricos da Educação como Paulo Freire e Magda Soares, cujas contribuições influenciam a organização do trabalho pedagógico e a compreensão da alfabetização como prática social. “A Magda Soares diz que a arma social de luta mais poderosa é o domínio da linguagem. A alfabetização não se limita à codificação de palavras, mas ao desenvolvimento de competências que possibilitam a leitura do mundo e a transformação da realidade”, afirma a professora.

Parceria entre UESPI e rede municipal promove intervenções pedagógicas em turmas de 4º e 5º anos

O projeto também reforça a dimensão formativa da universidade pública, ao integrar estudantes da licenciatura à realidade educacional do município. “Temos acadêmicos que ainda estão no primeiro bloco, mas estão envolvidos porque querem aprender como ensinar. Eles participam da produção de materiais e das atividades com as crianças”, relata a coordenadora.

A iniciativa conta com o apoio da direção do campus e integra as ações institucionais da UESPI em parceria com a Prefeitura Municipal de Uruçuí. “Esse é um projeto incentivado pela direção do campus, de autoria da professora Nilzene Nataniel , em parceria com a prefeitura. A proposta é ajudar na alfabetização de alunos que ainda não consolidaram esse processo, e ampliar a ação para outras escolas do município”, afirma o diretor do campus, professor Francisco Leonardo.

Parceria entre UESPI e rede municipal promove intervenções pedagógicas em turmas de 4º e 5º anos

A experiência atual dá continuidade a ações anteriores desenvolvidas pelo curso de Pedagogia em Uruçuí. Em 2024, foi implementado um projeto voltado ao uso do lúdico na Educação Infantil, também com participação discente e articulação com escolas da rede pública. Para a professora Nilzene Nataniel , o objetivo é consolidar uma prática pedagógica que articule teoria e intervenção social de forma contínua e responsável.

A previsão é de que o projeto em curso seja expandido para outras unidades escolares da cidade após a conclusão do ciclo atual. A coordenação aponta que a permanência e o fortalecimento da proposta dependem da continuidade do diálogo entre universidade, escolas e poder público local.

 

Estudante de Medicina da UESPI desenvolve a plataforma ‘MedStudyHub’

Por Roger Cunha 

Com o avanço das tecnologias digitais e o crescimento da inteligência artificial, novas formas de aprendizagem têm emergido dentro e fora das universidades. Em meio a esse cenário, surge uma iniciativa desenvolvida no coração do ensino público piauiense: o MedStudyHub, uma plataforma criada pelo estudante de Medicina da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), Victor Prudêncio, com o objetivo de tornar o estudo na área da saúde mais acessível, personalizado e colaborativo.

MedStudyHub conecta tecnologia e educação na área da saúde

A ferramenta reúne recursos tecnológicos que permitem a criação e o compartilhamento de conteúdos entre estudantes, como bancos de questões, mapas mentais, simulados e resumos gerados por inteligência artificial. Voltado não apenas para estudantes de Medicina, mas para toda a área da saúde, o projeto aposta na construção coletiva do conhecimento por meio de uma rede integrada de usuários. “A plataforma não foi pensada só para Medicina. Qualquer estudante da área da saúde pode criar grupos, compartilhar questões e usar as ferramentas de IA para potencializar os estudos. É uma forma de democratizar o acesso a recursos que hoje são muito caros e limitados”, explica Victor Prudêncio.

A concepção do MedStudyHub nasceu a partir de uma inquietação pessoal diante dos altos custos das plataformas tradicionais de estudo para exames e residências médicas. Segundo Victor Prudêncio, muitos serviços disponíveis no mercado chegam a cobrar mais de R$ 1.000 por mês, o que torna o acesso desigual entre estudantes. “Vi que existia uma dependência de plataformas caras e inacessíveis. Como estudante de uma universidade pública, comecei a pensar em alternativas viáveis e percebi que poderia criar algo semelhante, utilizando as ferramentas que já estão ao nosso alcance, como a inteligência artificial”, conta.

Victor Prudêncio – Estudante de Medicina da UESPI desenvolve a plataforma ‘MedStudyHub’

O desenvolvimento do MedStudyHub durou mais de um ano, sendo intensificado nos últimos seis meses, período em que o projeto passou a ganhar forma. Sem formação em programação, ele mergulhou nos estudos por conta própria, conciliando a rotina intensa do curso de Medicina com a criação da plataforma. “Foi um processo desafiador. Aprendi o básico de programação, investi em ferramentas de IA e precisei montar toda a estrutura do site. Fiz isso praticamente sozinho, com apoio financeiro do meu pai e com sugestões pontuais de colegas que testaram a plataforma durante o processo”, afirma.

Entre os principais recursos oferecidos pelo MedStudyHub estão:

  • Criação de questões personalizadas por IA
  • Resumos automáticos de temas complexos
  • Geração de mapas mentais com base no conteúdo estudado
  • Simulados adaptados à banca de concursos ou exames de residência
  • Rede social de estudo entre estudantes de diferentes cursos da saúde

Além disso, a plataforma aposta em um modelo de acesso híbrido: uma parte gratuita, com uso vitalício para responder questões, e planos pagos com valores acessíveis para quem quiser ampliar o uso das ferramentas. “A base gratuita é vital. Questões estarão sempre disponíveis de forma livre. Já os planos pagos devem custar entre R$ 40 e R$ 50 mensais, oferecendo uso ilimitado das ferramentas de IA, simulados personalizados, entre outros recursos”, explica.

A plataforma está atualmente em fase de testes com cerca de 115 usuários, oriundos de diferentes universidades brasileiras, como UFRJ, UFF, UFBA e a própria UESPI. Os primeiros feedbacks têm contribuído para melhorias contínuas. “A ideia é que o próprio uso da comunidade alimente e fortaleça a plataforma. Questões geradas pelos usuários, por exemplo, serão reaproveitadas para enriquecer o banco de dados, sempre respeitando a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)”, afirma Victor Prudêncio.

Após essa etapa inicial de testes e divulgação, Victor planeja expandir o número de usuários, aprimorar as ferramentas mais utilizadas e estudar a viabilidade de registro de patente da plataforma, protegendo sua autoria e incentivando a continuidade do desenvolvimento. “Estamos ouvindo os usuários e ajustando a plataforma com base em como eles a utilizam. A intenção é focar nas ferramentas que realmente fazem diferença para quem está estudando. A longo prazo, penso em patentear a ideia e talvez levar o projeto para parcerias com instituições públicas”, projeta.

Com base no esforço individual e no uso inteligente da tecnologia, o MedStudyHub surge como uma resposta concreta aos desafios enfrentados por estudantes da área da saúde. A plataforma mostra que é possível criar alternativas acessíveis a partir da própria vivência acadêmica. Mais do que um projeto pessoal, o trabalho de Victor Prudêncio reforça como a universidade pública pode ser espaço fértil para o desenvolvimento de soluções que dialogam com as reais necessidades da formação profissional. A versão em testes da plataforma já está disponível, e qualquer estudante interessado pode acessar gratuitamente pelo link: https://medstudyhub.me/.

UESPI vai homenagear mães da comunidade acadêmica com a campanha “Palavras de Amor”

Por Roger Cunha

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI), por meio da Assessoria de Comunicação (ASCOM) realiza uma homenagem especial em alusão ao Dia das Mães com a campanha “Palavras de Amor”. A iniciativa celebra o papel das mães na vida da comunidade universitária e reforça o compromisso da instituição com a valorização da família, do cuidado e da presença materna na formação de trajetórias pessoais e profissionais.

“Palavras de Amor”: UESPI homenageia mães da comunidade acadêmica

A campanha é desenvolvida em todos os campi da UESPI e convida alunos, servidores, professores, bolsistas e colaboradores a escreverem poemas em homenagem às mães. Cada campus organizará um concurso local e o autor do poema selecionado será reconhecido com um mimo especial. Mais do que premiar um texto, a proposta é abrir espaço para que histórias, lembranças e sentimentos possam ser compartilhados em forma de palavra.

A culminância da ação vai ocorrer  na segunda-feira, 12 de maio, com uma cerimônia solene no Palácio Pirajá, em Teresina, a partir das 8h. A programação será transmitida ao vivo pelo canal oficial da UESPI no YouTube, também a partir das 8h, e vai contar com leitura de poemas, falas institucionais e homenagens a mães que fazem parte da comunidade acadêmica.

A campanha “Palavras de Amor” nasceu do reconhecimento de que, por trás de cada estudante, pesquisador, técnico ou colaborador, há, muitas vezes, o apoio silencioso e constante de uma mãe. Mães que orientam, escutam, acompanham de perto ou à distância e que são parte essencial do caminho percorrido por tantos membros da universidade.

Reconhecer essas mulheres é mais do que uma ação simbólica. É afirmar o valor do cuidado em ambientes de aprendizagem e lembrar que o afeto também tem papel importante na construção do conhecimento. É olhar para a universidade como um espaço onde a vida acadêmica e as relações humanas caminham juntas.

Ao final da campanha, uma matéria especial será publicada no site da UESPI, com os poemas vencedores de cada campus e os momentos da cerimônia.

Os poemas dos campi/centros da UESPI em Teresina (Poeta Torquato Neto e Clóvis Moura) devem ser enviados para o e-mail da ascom: comunicacao@uespi.br; ou para o WhatsApp – 86-99456-2054. Para os demais campi da UESPI, os participantes devem procurar a direção para entregarem seus poemas.

A ASCOM convida toda a comunidade a participar e compartilhar essa homenagem, que reforça o respeito, o carinho e a gratidão às mães presentes em tantas formas no dia a dia da UESPI.

Governador Rafael Fonteles visita UESPI e apresenta avanços em obras

Por Roger Cunha 

Neste Dia do Trabalho (1º de maio), a Universidade Estadual do Piauí (UESPI) apresentou os avanços nas obras de infraestrutura que estão transformando a realidade da instituição. A visita técnica realizada pelo Governador Rafael Fonteles, acompanhado do Reitor da UESPI,  Professor Dr. Evandro Alberto, e do Secretário de Infraestrutura, Flávio Nogueira Júnior, ocorreu no novo prédio, que agora abriga o Centro de Ciências Humanas e Letras (CCHL), no campus Poeta Torquato Neto, em Teresina.

Governador Rafael Fonteles Reforça Compromisso com a Educação ao Anunciar Investimentos na UESPI / Foto: Gabriel Paulino

A construção faz parte de um conjunto de seis blocos previstos para o campus. Dois já estão em funcionamento, dois devem ser entregues ainda este ano, incluindo a nova Biblioteca Central, e os outros dois até 2026. Os prédios são equipados com salas climatizadas, elevadores, banheiros acessíveis e uma estrutura voltada para diferentes áreas acadêmicas.

Durante a visita, o governador afirmou que o cronograma das obras está sendo cumprido conforme o previsto e adiantou quais serão os próximos espaços a serem entregues. “Aqui será o local de Educação e Comunicação. E teremos um bloco para a Faculdade de Direito da Universidade Estadual do Piauí. O cronograma está sendo seguido à risca”, declarou o governador.

O Reitor da UESPI, Professor Dr. Evandro Alberto, destacou o impacto dessas obras na rotina da universidade. “A comunidade acadêmica esperava por esses avanços há bastante tempo. Ver esse projeto sair do papel e beneficiar alunos e professores é algo muito significativo.”

Governador Rafael Fonteles Reforça Compromisso com a Educação ao Anunciar Investimentos na UESPI / Foto: Gabriel Paulino

Os investimentos na Universidade Estadual do Piauí não se limitam às obras físicas. A instituição tem ampliado significativamente suas políticas de assistência estudantil e incentivo à pesquisa, duas áreas fundamentais para garantir a permanência e a excelência na formação universitária. Entre 2022 e 2025, o número de alunos beneficiados por auxílios praticamente dobrou: subiu de 2.006 para cerca de 4.700 estudantes. São auxílios que ajudam a custear alimentação, moradia e outras necessidades básicas, permitindo que mais jovens permaneçam nos cursos, mesmo em condições socioeconômicas difíceis. “Estudar em tempo integral exige muito mais do que vontade. Precisa de estrutura e apoio. Esses auxílios representam dignidade para quem está lutando por um futuro melhor”, ressaltou o governador Rafael Fonteles.

Na área da pesquisa, o avanço também é expressivo. Hoje, a UESPI conta com 233 bolsas ativas, distribuídas entre estudantes da graduação e da pós-graduação. Além do número recorde de bolsas, os valores foram reajustados já no primeiro ano da atual gestão.

Para o Reitor da UESPI,  Professor Dr. Evandro Alberto, esse fortalecimento é essencial. “Estamos formando profissionais e pesquisadores. Investir em assistência e ciência é investir no futuro do estado. O apoio tem chegado na base, onde realmente faz a diferença.”

Governador Rafael Fonteles Reforça Compromisso com a Educação ao Anunciar Investimentos na UESPI / Foto: Gabriel Paulino

O governador Rafael Fonteles anunciou importantes investimentos em infraestrutura para a Universidade Estadual do Piauí (UESPI), reafirmando o compromisso com a valorização da educação pública, tanto na capital quanto no interior. Duas unidades serão completamente modernizadas: a Faculdade de Ciências Médicas (Facime), em Teresina, e o campus de Piripiri.

A Facime vai receber R$ 7 milhões para a construção de uma nova estrutura, com salas de aula, laboratórios, ambientes de convivência e total acessibilidade. A obra beneficiará diretamente os cursos de Medicina, Fisioterapia, Enfermagem, Odontologia e Psicologia, muitos deles com desempenho de destaque no ENADE. O projeto já está concluído e a licitação será iniciada nos próximos dias. “Como egresso da Facime, fico muito feliz em dar andamento a essa obra. Vamos entregar uma estrutura moderna, com mais conforto para alunos e professores”, afirmou o governador Rafael Fonteles.

Já o campus da UESPI em Piripiri também passará por uma transformação. Serão investidos R$ 5 milhões em reformas que contemplam a renovação de salas de aula, laboratórios, áreas administrativas e espaços de convivência. A licitação já foi concluída, e as obras estão prestes a começar. O objetivo é garantir uma estrutura mais acessível, tecnológica e acolhedora para toda a comunidade acadêmica.

Governador Rafael Fonteles Reforça Compromisso com a Educação ao Anunciar Investimentos na UESPI / Foto: Gabriel Paulino

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) está passando por uma grande transformação, com mais de R$ 100 milhões de investimentos, abrangendo obras em Teresina e no interior do estado. As reformas incluem novos blocos, melhorias em unidades como a Faculdade de Ciências Médicas (Facime) e o campus de Piripiri, além da ampliação de bolsas e auxílios estudantis. O objetivo é melhorar a qualidade do ensino e garantir mais oportunidades para os piauienses.

A UESPI não celebra apenas as obras, mas também as conquistas e o impacto que essas mudanças que vai trazer para a comunidade acadêmica. Como disse o governador Rafael Fonteles: “Estamos construindo uma nova UESPI. Com estrutura, dignidade e excelência para formar os profissionais que vão transformar nosso estado. Viva a UESPI!”

A Facime, por exemplo, receberá R$ 7 milhões em reformas, garantindo uma estrutura moderna para os cursos da área da saúde. O campus de Piripiri também será reformado, com R$ 5 milhões sendo investidos em salas de aula, laboratórios e áreas de convivência, tudo com acessibilidade e tecnologia. Esses investimentos são uma grande aposta na educação superior pública e no desenvolvimento de todas as regiões do Piauí, preparando a UESPI para continuar formando profissionais que farão a diferença no estado.

Corpo de dança da UESPI conquista premiação na 8ª Semana Estadual de Dança

Por Roger Cunha 

A 8ª Semana Estadual de Dança do Piauí (SEDA) celebrou o talento, a diversidade e o poder transformador da arte. Em meio a espetáculos, oficinas e encontros entre artistas e comunidade, o Corpo de Dança da Universidade Estadual do Piauí (CDU UESPI) se destacou ao conquistar duas premiações: Conjunto – Estilo Livre, com a coreografia “Fuxico”, e Solo – Dança Contemporânea, com a performance da bailarina Dryele, intitulada “Sonata em Movimento”. A participação vitoriosa é resultado de meses de trabalho, entrega e superação por parte de estudantes, docentes e artistas que integram o grupo.

Com coreografia autoral, CDU da UESPI conquista premiação na 8ª Semana Estadual de Dança

A preparação do CDU para a SEDA começou em março de 2025. Para a professora Renata Batista dos Santos Pinheiro, coordenadora do grupo, mais do que ensaios, o processo foi uma verdadeira imersão na construção coletiva da identidade artística dos alunos. “Foram meses de dedicação intensa. O grupo se organizou, ensaiou, se desdobrou entre aulas, trabalhos, compromissos pessoais e a paixão pela dança. Tudo isso com um objetivo muito claro: ocupar os palcos com uma arte que expressa nossa essência, nossa cultura e nossas raízes. A premiação é um reconhecimento simbólico desse esforço coletivo e sensível.”

Segundo Renata Batista, a coreografia “Fuxico”, criada por Marcos Torres, traduz bem a proposta artística do grupo: unir tradição, memória e contemporaneidade em uma mesma cena. “É um trabalho que costura história, ancestralidade e afeto. A escolha do tema é uma homenagem às mãos que bordam e constroem o Brasil invisível, periférico, criativo”, destaca a professora.

Com coreografia autoral, CDU da UESPI conquista premiação na 8ª Semana Estadual de Dança

Autor da coreografia premiada, Marcos Torres vê a conquista como um marco na trajetória do grupo e na própria caminhada como artista. “Participar da SEDA foi uma experiência maravilhosa. Conhecer novos artistas, assistir trabalhos potentes, trocar vivências. Para o CDU, foi algo marcante. Ano passado fomos como experiência e já chegamos à final. Este ano, fomos premiados e isso é resultado do amadurecimento do grupo”, afirma Marcos.

O coreógrafo foi responsável também pela direção de outros trabalhos apresentados no festival, acumulando até sete prêmios na noite. Segundo ele, o reconhecimento público fortalece a autoestima artística dos integrantes e projeta o nome da UESPI no cenário cultural. “Ganhar essas premiações é muito mais que um troféu. É a confirmação de que estamos no caminho certo, que nossa arte tem qualidade, sensibilidade e potência. Esperamos seguir crescendo, mantendo a essência do grupo e ocupando nosso lugar no cenário dançante de Teresina.”

Com coreografia autoral, CDU da UESPI conquista premiação na 8ª Semana Estadual de Dança

Para a bailarina Allícia Nascimento, integrante do CDU, a SEDA é muito mais que um festival: é um espaço de troca, de visibilidade e de afirmação do lugar da dança dentro da universidade. “O corpo de dança foi reativado recentemente. Antes, muita gente nem sabia que existia. Depois da nossa participação no ano passado, mais pessoas passaram a conhecer o grupo, e isso fez toda diferença. Nosso espetáculo Pelas Margens lotou, teve público e visibilidade. A SEDA fez parte disso.”

Allícia Nascimento, que já dançava com Marcos Torres desde os tempos do Mais Educação, também destacou a emoção de ver o amigo e coreógrafo sendo amplamente premiado. “Ver o Marcos sendo premiado foi emocionante. Ele é brilhante, sempre foi. Quando chamaram o nome do corpo de dança e a gente subiu no palco, ele já estava lá, premiado pelo solo, pelo duo e depois ainda ganhou mais. É muito bonito ver esse crescimento coletivo, porque a gente cresce junto.”

Com coreografia autoral, CDU da UESPI conquista premiação na 8ª Semana Estadual de Dança

Ela ressalta ainda os desafios enfrentados pelos dançarinos universitários: conciliar estudos, trabalho, vida pessoal e dedicação à arte. “Muitas de nós têm jornada dupla ou tripla. Precisamos nos dividir entre a universidade, empregos e ensaios. Não é fácil, mas a paixão pela dança move tudo isso. Estar na SEDA e ser premiado é uma recompensa emocional por tudo o que nos esforçamos para fazer dar certo.”

A professora Renata reforça que o compromisso do CDU vai além das apresentações. O grupo tem como missão valorizar e divulgar a cultura piauiense, seja por meio de espetáculos, formações ou parcerias institucionais. “Nossa intenção é levar a dança como linguagem que comunica, transforma e resgata memórias. Queremos seguir com esse compromisso de formar artistas conscientes, críticos e comprometidos com o território onde vivem.”

A participação na SEDA deixa um legado simbólico: mostra que o CDU UESPI existe, resiste e transforma a universidade em um espaço fértil de produção artística. Como sintetiza Marcos Torres. “A dança que fazemos não é só sobre passos. É sobre história, sentimento, pertencimento. E estar na SEDA com esse reconhecimento é dizer ao mundo que nossa arte importa.”

 

 

No Dia Internacional da Dança, UESPI destaca grupo que preserva a cultura piauiense

Por Roger Cunha 

No dia 29 de abril, o mundo celebra o Dia Internacional da Dança, uma data criada pela UNESCO para promover a arte que transcende barreiras culturais, geográficas e sociais.

A dança, como forma de expressão e identidade, possui um poder único de unir pessoas, contar histórias e preservar tradições. No contexto da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), o Corpo de Dança da UESPI desempenha um papel fundamental na promoção da cultura local e na integração da comunidade acadêmica com a sociedade. Com mais de 30 anos de história, o grupo de dança da universidade se destaca por sua pesquisa, valorização e ressignificação do folclore piauiense, unindo tradição e inovação.

Celebrar a Dança é Celebrar a Vida: O CDU da UESPI em Destaque / CDU DE TERESINA

O Corpo de Dança da UESPI foi criado em 1990 com o objetivo de estudar, preservar e divulgar o rico repertório cultural do folclore piauiense, integrando os alunos, professores, servidores e a comunidade externa. Com uma proposta de promover a arte da dança e dar visibilidade à cultura local, o projeto se transformou em uma das iniciativas culturais mais importantes da instituição.

A dança no Corpo de Dança da UESPI não é apenas uma prática artística, mas também um instrumento de formação humana e cidadã. Os integrantes do grupo, que recebem bolsas culturais remuneradas com recursos próprios da universidade, têm a oportunidade de aprimorar suas habilidades artísticas e desenvolver uma compreensão mais profunda das tradições e valores culturais do Piauí. O projeto busca, assim, não só capacitar os participantes em termos técnicos, mas também proporcionar um ambiente de crescimento pessoal e coletivo.

Celebrar a Dança é Celebrar a Vida: O CDU da UESPI em Destaque / CDU DE PICOS

O ingresso no grupo ocorre por meio de seleções semestrais, e atualmente, o projeto está presente em dois campi: o Campus Torquato Neto (Teresina) e o Campus Professor Barros Araújo (Picos). Ambos os grupos são coordenados por Renata Batista dos Santos Pinheiro, responsável por liderar o projeto desde sua criação. O trabalho do Corpo de Dança da UESPI vai além dos ensaios e apresentações, envolvendo também o resgate e a reinterpretação do folclore piauiense, tornando-o um dos grandes diferenciais do grupo.

O trabalho desenvolvido pelos membros do Corpo de Dança não se limita às apresentações culturais dentro do universo acadêmico. Ao longo dos anos, o grupo tem se apresentado em diversos eventos culturais, festivais e encontros regionais, contribuindo para a valorização da cultura local e levando o nome da UESPI a diferentes cantos do estado. Cada apresentação é uma oportunidade de celebrar as tradições piauiense e de fortalecer a identidade cultural da comunidade.

Celebrar a Dança é Celebrar a Vida: O CDU da UESPI em Destaque / CDU DE TERESINA

Rony de Sousa Nascimento, assistente de coordenação do grupo, compartilha um pouco sobre o trabalho diário e a dedicação necessária para manter o grupo ativo. “Muita dedicação e compromisso são exigidos para que o Corpo de Dança da UESPI se mantenha ativo e em constante evolução. Cada integrante do grupo se compromete com esse projeto importante para a vida acadêmica e cultural de todos que dele participam”, afirma Rony.

Ele também destaca a inspiração que encontra no trabalho com os dançarinos e dançarinas do grupo: “O amor pela dança e pela cultura do Piauí é o que mais me inspira. É lindo ver como cada corpo dançante traz sua individualidade para o movimento, e como todos, ao mesmo tempo, se unem para expressar nossa cultura”.

O impacto na vida dos membros vai além da dança, e Rony percebe as mudanças no comportamento e no desenvolvimento pessoal de cada um. “Participar do Corpo de Dança transforma os participantes em mais do que dançarinos, eles se tornam pesquisadores da cultura do Piauí. Além disso, o projeto contribui para o crescimento acadêmico e profissional de cada um”, afirma Rony.

Celebrar a Dança é Celebrar a Vida: O CDU da UESPI em Destaque / CDU DE PICOS

Ele também lembra com carinho de um dos momentos mais marcantes da trajetória do grupo: o espetáculo “Pelas Margens”. “Foi um projeto lindo que contou a história de cada cidade e região do nosso Piauí. Esse espetáculo não só emocionou a todos, mas também uniu o grupo em uma vivência única, promovendo uma profunda conexão com as raízes do nosso estado”, relata.

Para Rony de Sousa, o Corpo de Dança da UESPI é um projeto diferenciado por sua capacidade de resgatar e preservar a cultura piauiense. “O objetivo do projeto é preservar nossa cultura que, muitas vezes, corre o risco de se apagar. Ao mesmo tempo, transforma os integrantes em pesquisadores da nossa história e tradições, o que torna o trabalho ainda mais significativo”, afirma.

Rony de Sousa também acredita na importância do Dia Internacional da Dança para dar visibilidade ao trabalho do grupo. “Esse dia é uma excelente oportunidade para refletirmos sobre como a dança é importante não só para a cultura, mas também para o desenvolvimento cognitivo e motor. Ela transforma o discente em um ser pensante e crítico, pois a dança, além de ser arte, também é pesquisa e estudo”, conclui.

Celebrar a Dança é Celebrar a Vida: O CDU da UESPI em Destaque // CDU DE TERESINA

Carlos Santos, integrante do Corpo de Dança da UESPI de Picos, também compartilha sua trajetória e transformação a partir do projeto. “O que me motivou a participar do CDU foi a oportunidade de aprender e me inserir no mundo da dança. Eu entrei em 2017, sem ter formação na área, mas sempre com muito interesse. Depois dessa experiência, a dança passou a ser parte essencial da minha vida profissional e pessoal”, destaca.

Hoje, Carlos Santos define sua relação com a dança como indispensável: “A dança é meu lazer, minha terapia e também meu ganha-pão. Ela me proporcionou trabalhar como instrutor de fitdance, coreógrafo e professor de ritmos, além de abrir diversas portas na minha carreira”.

O maior marco para ele foi o desafio inicial: “Foi muito difícil no começo, pois eu não tinha experiência. Tive que estudar e praticar bastante. Esse desafio de evoluir e superar limites foi o que mais me marcou e me fez crescer”.

Sobre o impacto da dança, Carlos explica que ela é fundamental em sua vida pessoal, emocional e acadêmica. “Ela me ajuda a manter a mente saudável, combater o estresse e a depressão. No lado acadêmico, a dança também abriu caminhos: atualmente, estou no mestrado e minha pesquisa é sobre a aptidão física relacionada à dança”.

Para ele, participar de um projeto que integra pessoas de dentro e fora da universidade é enriquecedor: “É incrível! Aprendemos a conviver com as diferenças e construir algo em conjunto. É realmente uma família, com momentos bons e desafiadores, que nos fazem amadurecer muito”, completa.

Celebrar a Dança é Celebrar a Vida: O CDU da UESPI em Destaque / CDU DE PICOS

Cris Sousa, integrante do Corpo de Dança da UESPI de Teresina, também enfatiza a importância da dança em sua vida. “Danço desde os cinco anos e sempre busquei oportunidades para aprender mais. Quando descobri o CDU, vi a chance de aprofundar meus conhecimentos em novos estilos e técnicas”, comenta.

A dança, para Cris Sousa, é um verdadeiro refúgio: “Ela é minha maior paixão, meu equilíbrio entre corpo e mente, e me transforma constantemente como pessoa e como artista”.

O que mais a marcou desde que entrou no grupo foi o acolhimento e o aprendizado: “Desde o início, fui muito bem recebida por todos, e tive uma grande ampliação de conhecimentos, principalmente sobre as danças populares do Piauí, o que foi uma experiência enriquecedora”.

Sobre o impacto da dança em sua vida pessoal e acadêmica, Cris ressalta: “A dança sempre me ajudou a lidar melhor com as emoções, canalizando sentimentos em movimento. Além disso, amigos e colegas sempre me apoiaram em todas as atividades relacionadas à dança”.

Por fim, Cris Sousa destaca a alegria de fazer parte de um projeto que une diferentes pessoas: “É uma honra conviver com pessoas incríveis no CDU e poder compartilhar nossa cultura com o público em cada apresentação. Tenho muito orgulho de fazer parte dessa história”.

Celebrar a Dança é Celebrar a Vida: O CDU da UESPI em Destaque // CDU DE TERESINA

Mateus Andrade, integrante do CDU de Teresina, encontrou no projeto uma forma de alimentar uma paixão antiga e manter vivo um elo afetivo com a dança que o acompanha desde a infância. Ele relata que o desejo de fazer parte do grupo nasceu da necessidade de se reconectar com essa arte que sempre o preencheu de felicidade. “O que me motivou foi a minha paixão pela dança que vem desde criança, que me traz uma felicidade imensa em todo o processo, desde o ensaio até a apresentação em palco”.

Mesmo com as exigências da vida profissional, Mateus busca equilibrar suas atividades com os compromissos do grupo, mostrando que a dança continua sendo uma prioridade em sua rotina. “Seja nos ensaios, oficinas, espetáculos ou competições, a dança está presente. Não desejo parar, porque é algo que me traz vida”.

Entre os momentos mais marcantes de sua trajetória no CDU, ele destaca a emoção vivida no palco do Teatro 4 de Setembro, em Teresina, durante a estreia de um espetáculo do grupo. “Nosso primeiro espetáculo lá, no ano passado, foi muito especial. Depois de tanto tempo preparando coreografias, pesquisando e ensaiando, ver tudo acontecer foi emocionante”.

Celebrar a Dança é Celebrar a Vida: O CDU da UESPI em Destaque // CDU DE PICOS

Ele também ressalta o papel transformador da dança em sua vida emocional e pessoal, descrevendo-a como um alicerce para enfrentar os desafios do dia a dia. “Apesar do cansaço, é extremamente gratificante. A dança me ajuda nos momentos difíceis e me faz seguir em frente. Tento sempre conciliar com minha vida acadêmica e profissional porque é algo muito importante pra mim”.

Por fim, Mateus Andrade destaca o valor do convívio coletivo no CDU, onde encontrou apoio, afeto e diversidade: uma combinação que fortalece não só o grupo, mas também sua identidade como artista. “Participar do projeto do CDU é extremamente gratificante. Conheci pessoas maravilhosas, dentro e fora da universidade, que considero grandes amigos. Estar em um corpo tão diverso, em vivências e corporeidades, é algo que enriquece muito o trabalho que realizamos”.

Celebrar a Dança é Celebrar a Vida: O CDU da UESPI em Destaque // CDU DE TERESINA

O Corpo de Dança da UESPI, com mais de três décadas de atuação, mostra que a dança é um instrumento poderoso de educação, cultura e integração social. A partir do estudo e da valorização do folclore piauiense, o projeto amplia horizontes e cria novas possibilidades para seus integrantes, dentro e fora da universidade.

Histórias como as de Carlos Santos, Cris Sousa e do Mateus Andrade revelam como o projeto transforma vidas, abrindo caminhos profissionais, fortalecendo a identidade cultural e promovendo o crescimento pessoal. Em cada apresentação, o grupo leva ao público a diversidade e a riqueza do Piauí, ressignificando tradições e mostrando que a dança, além de arte, é também conhecimento, pesquisa e movimento de transformação.

Neste 29 de abril, Dia Internacional da Dança, o trabalho desenvolvido pelo Corpo de Dança da UESPI segue contribuindo para que a cultura piauiense permaneça viva, pulsante e em constante diálogo com novas gerações.

Liga Acadêmica de Direito do Trabalho da UESPI prepara alunos para desafios profissionais

Por Roger Cunha 

A criação da Liga Acadêmica de Direito do Trabalho (LADIT) da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) busca proporcionar aos alunos uma experiência que une teoria e prática no campo do Direito do Trabalho. De acordo com Pedro Franco, presidente da liga, a LADIT serve como uma ponte entre o aprendizado acadêmico e o mundo real da profissão. Ele afirma: “A LADIT nasce como uma ponte entre a sala de aula e o mundo real do Direito do Trabalho”, destacando que a integração entre ensino, pesquisa e extensão visa proporcionar aos alunos oportunidades de vivenciar as diferentes áreas do Direito do Trabalho.

LADIT da UESPI: Uma Nova Oportunidade para o Estudo e a Atuação no Direito do Trabalho

A missão da liga é promover um ambiente de aprendizado que prepare os alunos de maneira ampla e crítica, com foco na compreensão e aplicação das normas trabalhistas e suas implicações sociais. “Nossa missão é formar estudantes mais preparados e conscientes”, afirma Pedro. Ele acrescenta que a LADIT visa ser “um espaço dinâmico, onde teoria e prática caminham juntas”, com compromisso acadêmico e responsabilidade social.

Entre as atividades propostas pela LADIT estão grupos de estudo, eventos acadêmicos, projetos de extensão e oficinas práticas. Pedro explica que essas atividades têm o objetivo de proporcionar uma formação que se alinhe às demandas do mercado de trabalho, aproximando os alunos da realidade da profissão. “A LADIT oferecerá uma programação variada e estratégica: grupos de estudo e pesquisa, eventos acadêmicos, projetos de extensão voltados à comunidade, produção científica e oficinas práticas”, detalha o presidente da liga.

A divulgação das ações da LADIT será realizada, inicialmente, por meio de suas redes sociais, especialmente o perfil oficial no Instagram (@ladituespi). Pedro destaca que a comunicação será essencial para engajar a comunidade acadêmica, utilizando postagens interativas, vídeos e conteúdo relevante sobre temas atuais do Direito do Trabalho. “A comunicação será um dos nossos pontos fortes. Inicialmente, a divulgação será feita de forma massiva pelo perfil oficial no Instagram”, afirma.

O papel do marketing na promoção da liga será fundamental para aumentar a visibilidade de suas ações. Pedro observa que o marketing tem a função de tornar as atividades da LADIT acessíveis e atrativas para os estudantes. “O marketing é o elo entre a LADIT e a comunidade acadêmica”, explicando que essa estratégia ajuda a “impulsionar o alcance das atividades”, reforçando a identidade da liga.

Para o primeiro ano de atuação, a principal meta da LADIT é estabelecer sua presença no ambiente acadêmico da UESPI. Pedro explica que as diretorias estão focadas na estruturação de projetos que envolvem os pilares de ensino, pesquisa e extensão. “Neste primeiro ano, a principal meta da LADIT é se consolidar no ambiente acadêmico da UESPI, estruturando com solidez seus pilares de ensino, pesquisa e extensão”, afirma Pedro Franco.

Nos próximos meses, a liga espera concluir o processo de reconhecimento institucional, que já está em andamento. Após a aprovação pelos conselhos competentes da universidade, a LADIT expandirá suas ações para a comunidade acadêmica com eventos como audiências simuladas, palestras e minicursos práticos. Pedro explica: “Estamos nos organizando para iniciar atividades internas, como grupos de estudos, mesas redondas e palestras temáticas”.

A LADIT também busca firmar parcerias com outras instituições e empresas, com o intuito de ampliar as oportunidades de aprendizado prático e inserção no mercado de trabalho para seus membros. “A LADIT prevê, em seu estatuto, a possibilidade de firmar parcerias com instituições e empresas por meio de convênios”, revela o presidente da liga.

Os alunos que desejam participar da liga podem acompanhar suas atividades pelo Instagram e também se inscrever no processo seletivo aberto pela liga. Pedro destaca que a seleção envolve uma prova mista e uma entrevista avaliativa. “Estamos selecionando estudantes dos campi Clóvis Moura e Torquato Neto que tenham cursado (ou estejam cursando) Direito do Trabalho”, explica ele.

 Ele compartilha sua visão para o futuro da LADIT, que vai além da simples fundação de uma nova entidade acadêmica. “O que espero com a LADIT é acender uma chama. Queremos despertar nos alunos o interesse profundo pelo Direito do Trabalho”, afirma. Ele finaliza dizendo que a liga pretende ser um espaço de transformação, conectando teoria e prática com o objetivo de formar profissionais preparados para os desafios do Direito do Trabalho. “Nosso sonho é que a LADIT se torne referência dentro e fora da UESPI”, conclui Pedro Franco.

Para mais informações, acesse e siga a liga no Instagram: https://www.instagram.com/ladituespi/

UNATI recebe palestra sobre direitos da pessoa idosa e apresentação da Banda Escola

Por Ryan Nunes 

A Universidade Aberta à Terceira Idade (UNATI) recebeu a palestra voltada ao esclarecimento dos direitos da população idosa, que foi promovida por alunos do 6º período do curso de Direito da instituição CESVALE.
A atividade integra um projeto do Ministério da Educação (MEC) que estimula a integração entre estudantes e comunidade por meio de ações educativas.

UNATI sedia atividade com foco em direitos da pessoa idosa e formação cidadã

Nilza Fernandes, uma das discentes envolvidas no “Projeto Integrador II”, explicou que a palestra foi fruto de um esforço coletivo dos estudantes para fortalecer o conhecimento jurídico entre os idosos. “A cada período, temos que trabalhar com a comunidade, e decidimos escolher o tema ‘Direito e Justiça’, com foco no público idoso. Quando a pessoa conhece seus direitos, ela passa a ter mais acesso à justiça e consegue garantir mais dignidade na velhice. Aqui na UNATI, já encontramos um grupo formado, bem cuidado e participativo, mas sabemos que em outras comunidades muitos idosos vivem em situação de vulnerabilidade, às vezes sem apoio familiar, dependendo de vizinhos ou da Pastoral do Idoso”, afirmou a discente.

Estudantes de Direito promovem ação educativa e cultural na UNATI/UESPI

O evento também contou com a participação especial da Banda Escola, que levou não apenas música, mas também alegria e emoção às alunas da UNATI/UESPI. A apresentação musical tornou o momento ainda mais especial, unindo informação e cultura em uma só atividade. A Banda Escola é um projeto da Prefeitura de Teresina idealizado e mantido pela Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves, com o objetivo de oferecer formação musical a crianças e jovens dos bairros e povoados da capital. Além de promover o desenvolvimento artístico, o projeto desempenha um papel social e educativo fundamental, ao formar novos instrumentistas com sólida base teórica e prática, contribuindo para a preservação da tradição das bandas de música e afastando crianças e adolescentes de situações de risco. A iniciativa é realizada nas unidades escolares do município para fortalecer o vínculo entre educação e cultura.

Estudantes de Direito promovem ação educativa e cultural na UNATI/UESPI

Além da apresentação dos estudantes, o grupo convidou a acadêmica Rayra Pereira, aluna do 8º período do curso de Direito, que também atua profissionalmente nas áreas Previdenciária, Bancária e do Consumidor. Com experiência prática, a discente trouxe orientações fundamentais sobre aposentadoria e benefícios sociais. “O acesso à informação é o primeiro passo para garantir o exercício pleno da cidadania. A população idosa enfrenta barreiras para compreender ou acompanhar as constantes mudanças na legislação, especialmente na área previdenciária. Levar esse conhecimento de forma direta, acessível e acolhedora permite que os idosos se sintam mais seguros, empoderados e conscientes dos seus direitos. É também uma forma de respeito e valorização da sua trajetória”, completou a discente.

Estudantes de Direito promovem ação educativa e cultural na UNATI/UESPI

A palestra foi bem recebida pelos participantes da UNATI. A discente Luiza Adelaide destacou a importância do momento, afirmando que, muitas vezes, os idosos ouvem falar sobre seus direitos, mas não sabem exatamente como agir diante de uma situação real. “A palestra foi muito esclarecedora. Hoje, eu entendi melhor o que está no Estatuto do Idoso e também aprendi sobre a aposentadoria, que é algo que preocupa muita gente da nossa idade. A forma como explicaram, com calma e em uma linguagem que a gente entende, foi muito boa. A gente se sente mais seguro, mais respeitado. Foi um momento muito importante pra mim e acredito que para todos que estavam aqui também”, relatou a discente.

Cronograma de Entrevistas – Programa Auxílio Alimentação 2025

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI), por meio da Pró-Reitoria de Extensão, Assuntos Estudantis e Comunitários (PREX) e do Departamento de Assuntos Estudantis e Comunitários (DAEC), torna público o cronograma de entrevistas do Processo Seletivo de bolsistas do Programa Auxílio Alimentação, conforme o Edital UESPI/PREX/DAEC/SAE Nº 12/2025.

As entrevistas serão realizadas on-line, no período de 28 a 30 de abril de 2025, seguindo o cronograma com datas, horários e links definidos.

SEI_GOV-PI – 017709656 – Edital

Projeto “Entenda Minhas Mãos” promove atividade sobre inclusão e Libras

Por Roger Cunha

Em comemoração aos 23 anos da Lei nº 10.436/2002, que reconhece a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como meio legal de comunicação e expressão, a Universidade Estadual do Piauí (UESPI) promove o evento “23 anos da Lei de Libras: conquistas e perspectivas da comunidade surda no Brasil”. A ação acontece no dia 24 de abril, a partir das 8h30, no auditório do Palácio Pirajá, campus Torquato Neto, em Teresina.

Organizada pelo projeto “Entenda Minhas Mãos”, em parceria com a Secretaria para Inclusão da Pessoa com Deficiência (SEID) e a Escola de Governo do Piauí, a programação reunirá professores, estudantes, servidores e representantes da comunidade surda em uma manhã de palestras e troca de experiências.

Universidade comemora 23 anos da Lei de Libras com debate sobre acessibilidade

Segundo Bruna Neres, uma das organizadoras do evento, o objetivo é fortalecer a identidade surda no ambiente universitário e promover uma reflexão profunda sobre os avanços e desafios enfrentados por essa população. “Neste dia 24 de abril, comemoraremos os 23 anos da aprovação da Lei de Libras com uma programação voltada à discussão sobre as conquistas e as perspectivas da comunidade surda no Brasil. O evento foi pensado como um espaço de escuta e aprendizado”, destacou.

Durante o encontro, dois palestrantes convidados vão conduzir as discussões: o professor Iago Pires, mestre e surdo, e a professora mestra Djanes Lemos, docente da própria UESPI. Ambos trarão uma análise crítica sobre o cenário atual da acessibilidade linguística no Brasil e as perspectivas de inclusão. “Eles vão discutir os avanços obtidos após a aprovação da lei e o que ainda se pretende alcançar. É uma forma de rememorar essa conquista histórica que reconheceu a Libras como língua natural da comunidade surda”, explicou Bruna Neres.

Ela também ressalta que o evento é parte de um movimento contínuo da universidade para ampliar a inclusão linguística em espaços acadêmicos e administrativos. “A capacitação de profissionais bilíngues é essencial para garantir a acessibilidade em diferentes contextos, como na educação e nos serviços públicos. Por isso, o projeto Entenda Minhas Mãos, desenvolvido pela UESPI em parceria com a SEID e a Escola de Governo, oferece cursos de Libras voltados especialmente para os servidores do estado”, acrescentou.

Esses cursos são ministrados por professores surdos e têm como foco preparar os profissionais que atuam diretamente no atendimento ao público, garantindo uma comunicação mais inclusiva e efetiva com a comunidade surda. “A iniciativa é fundamental para que servidores estejam aptos a se comunicar com pessoas surdas, promovendo um atendimento mais humanizado. No evento, os alunos do curso também estarão presentes, participando das atividades e ampliando seu contato com a realidade da comunidade surda”, pontuou a organizadora.

Além do público interno, o evento é aberto à comunidade externa e contará com a presença de pessoas surdas na mesa-redonda, o que, segundo Bruna, reforça o compromisso com a representatividade e com a escuta ativa. “Será um momento muito importante para todos, especialmente para os estudantes, que terão contato direto com a língua de sinais e com pessoas surdas falando de suas próprias experiências e conquistas. Isso fortalece a vivência acadêmica e o compromisso social da universidade”, finalizou.

UESPI e ETIPI firmam parceria para integrar serviços digitais ao Gov.pi Cidadão

Por Roger Cunha 

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) e a Empresa de Tecnologia da Informação do Piauí (ETIPI) estão trabalhando juntas para integrar os serviços institucionais da universidade à plataforma Gov.pi Cidadão. A iniciativa tem como objetivo centralizar, digitalizar e facilitar o acesso de estudantes, professores e servidores aos serviços públicos da instituição, promovendo mais agilidade e eficiência nos processos administrativos.

Parceria entre UESPI e ETIPI leva serviços acadêmicos ao Gov.pi Cidadão // Fotos: Gov.pi

A UESPI é a principal instituição pública de ensino superior do estado do Piauí. Por meio de seus diversos campi e centros de ensino, a universidade oferta cursos de graduação, pós-graduação, pesquisa e extensão em várias áreas do conhecimento. Para garantir o suporte tecnológico a essas atividades, a UESPI conta com a Diretoria de Tecnologia da Informação e Comunicação (DTIC), setor responsável pela manutenção da rede de computadores, suporte técnico, desenvolvimento de sistemas e estrutura digital da universidade. O DTIC é um órgão suplementar ligado diretamente à Reitoria.

Já a ETIPI – Empresa de Tecnologia da Informação do Piauí – é uma sociedade de economia mista criada pela Lei nº 8017, com autonomia administrativa. A empresa é responsável por desenvolver sistemas e soluções digitais para os órgãos do governo estadual, promover segurança da informação, prestar serviços de suporte técnico e atuar como instrumento de fortalecimento da governança digital no estado. A ETIPI é presidida por Ellen Gera de Brito Moura.

Parceria entre UESPI e ETIPI leva serviços acadêmicos ao Gov.pi Cidadão // Fotos: Gov.pi

A proposta da parceria é que a UESPI passe a ter uma área específica dentro da plataforma Gov.pi Cidadão, a exemplo de órgãos como a SEDUC e o DETRAN. Dessa forma, a comunidade acadêmica poderá acessar, em um só local, serviços que antes eram realizados em plataformas separadas ou de forma presencial.

Segundo o Diretor do DTIC, Maurício Rocha, a integração envolve não apenas os serviços voltados aos estudantes, mas também procedimentos para professores e servidores. “A proposta é disponibilizar, em um ambiente unificado e digital, não apenas serviços voltados aos estudantes, mas também aos professores e servidores da instituição. A UESPI terá sua própria área na plataforma, assim como já acontece com outros órgãos do estado”, afirma o diretor.

Entre os serviços que devem ser digitalizados estão o envio de frequência de estagiários e bolsistas, a tramitação de documentos como termos de estágio e de monitoria, e outras demandas que ainda são realizadas fisicamente. A previsão é que os primeiros serviços estejam disponíveis já no mês de maio. “Queremos automatizar e dar mais agilidade a esses processos internos. Nossa equipe já participou de treinamento com a ETIPI e estamos ajustando os fluxos para essa nova etapa”, completa Maurício Rocha.

Parceria entre UESPI e ETIPI leva serviços acadêmicos ao Gov.pi Cidadão // Fotos: Gov.pi

Para a ETIPI, a parceria com a UESPI representa uma oportunidade de integrar o conhecimento técnico da universidade aos processos de inovação tecnológica em curso no estado. Rodrigo Sousa, Coordenador de Desenvolvimento da ETIPI, reforça o caráter colaborativo da ação. “A equipe da UESPI passa a contribuir de forma mais direta com o desenvolvimento dos nossos serviços. Isso trará benefícios tanto para os alunos quanto para os usuários da plataforma Gov.pi Cidadão, com a chegada de novos serviços”, avalia.

A aproximação institucional foi fortalecida com visitas técnicas e intercâmbio de experiências entre os profissionais das duas instituições. Para Hipólito Júnior, Analista DevOps da ETIPI, esse contato é essencial para alinhar metodologias e garantir a qualidade da entrega. “Pudemos apresentar nosso fluxo de trabalho e desenvolvimento, o que fortalece a qualidade dos serviços que entregamos ao cidadão. Essa integração é essencial para garantir o bom andamento dos projetos e alcançar os propósitos dessa parceria”, explica.

Já para a equipe técnica da UESPI, o intercâmbio representa um avanço no processo de modernização da universidade. Alex Clímaco, Analista de Informática do DTIC, avalia como positiva a troca de experiências. “Compartilhar conhecimentos entre as equipes é muito importante para aumentar a experiência técnica de todos os envolvidos. Isso reflete diretamente na nossa eficiência em fornecer serviços digitais à população”, destaca.

O lançamento oficial dos serviços da UESPI na plataforma Gov.pi Cidadão está previsto para o mês de maio. A iniciativa marca um novo momento na transformação digital da universidade, alinhada aos objetivos de modernização e eficiência da administração pública estadual.

Centro Acadêmico e Atlética promovem integração por meio do esporte na UESPI

Por Roger Cunha 

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI), por meio do Centro Acadêmico de Agronomia (CAAGRO) e da Atlética Roundup, vai realizar no dia 17 de maio o 1º Torneio de Futsal de Agrárias, no campus CCT/CCN, em Teresina. A programação acontecerá das 8h às 17h e tem como objetivo integrar estudantes de cursos das ciências agrárias e áreas afins, promovendo o esporte como ferramenta de convivência e bem-estar no ambiente universitário.

Torneio de Futsal reúne estudantes dos cursos de Agrárias da UESPI e de outras instituições

A proposta do torneio surgiu da necessidade de criar um espaço de socialização para além da rotina acadêmica. O presidente do CAAGRO, Fabiano dos Santos Gonçalves Junior, explica que a iniciativa foi construída em conjunto com a Atlética Roundup. “Essa ideia surgiu a partir da vontade e necessidade de integrar ainda mais os estudantes por meios de atividades extracurriculares de confraternização entre os cursos. Pensamos nesse torneio de futsal como uma forma prática e acessível de reunir e movimentar a comunidade acadêmica”, afirma.

A competição não tem foco exclusivo na disputa esportiva, mas também na promoção de laços entre os alunos. Para Fabiano, o evento é significativo para o curso de Agronomia e demais áreas, pois estimula o bem-estar físico e mental dos participantes e reforça o sentimento de pertencimento dos estudantes à universidade. “Esse evento é perfeito para fomentar a interação entre os alunos dos diferentes cursos e dar a eles um maior sentimento de pertencimento à universidade”, destaca.

A execução do torneio foi confiada à Atlética Roundup, que ficou responsável pela estrutura da competição, cronograma dos jogos e organização das equipes. O presidente da Atlética, Dannilo José de Souza Almeida, explica que o envolvimento direto da entidade estudantil garantiu a organização técnica do evento. “A direção do CA nos pediu para organizarmos e gerenciar esse torneio. Toda a organização de equipes, regras, formato e funcionalidade do torneio foi desenvolvida pela Atlética”, relata.

As inscrições estão abertas para atléticas da UESPI e também de outras instituições de ensino superior. O valor da inscrição é de R$ 150,00 por equipe, e deverá ser realizado diretamente com representantes da Atlética Roundup. A presença de equipes de diferentes instituições deve contribuir para ampliar o alcance do torneio e criar oportunidades de interação entre estudantes de diversas realidades acadêmicas.

De acordo com Dannilo José, além das partidas, o evento também proporcionará momentos de socialização entre torcedores e participantes. “Vai ser possível, além da rivalidade saudável entre equipes, que nossos torcedores participem e socializem com outros estudantes, com espaço para novas amizades e trocas de experiências”, observa.

A organização espera que o torneio se consolide como um evento fixo dentro do calendário estudantil da UESPI. “Nosso desejo é que esse torneio seja algo regular no calendário dos estudantes, cresça ainda mais e se torne uma tradição dentro e fora dos cursos de ciências agrárias”, afirma Fabiano dos Santos.

O sucesso da primeira edição já motiva a criação de novas ações esportivas. A Atlética Roundup planeja ampliar o projeto para incluir torneios femininos, outras modalidades como vôlei e também eventos como gincanas e atividades culturais. “Queremos atrair tanto os calouros quanto os veteranos e mostrar que a atlética pode ser um espaço de acolhimento, participação e desenvolvimento para todos”, afirma Dannilo José.

UESPI promove treinamento sobre Scopus AI e amplia uso da inteligência artificial na pesquisa científica

Por Roger Cunha 

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) realiza, no dia 28 de abril, às 10h, um treinamento sobre a ferramenta Scopus AI, que foi desenvolvida pela base de dados científica Scopus, da editora Elsevier. O encontro será realizado de forma online, com possibilidade de acompanhamento presencial no NEAD (Núcleo de Educação a Distância), e está aberto a toda a comunidade acadêmica da instituição. Para participar, é necessário realizar inscrição prévia. O acesso à ferramenta estará liberado para teste até o dia 28 de maio.

Universidade oferece capacitação gratuita sobre Scopus AI para comunidade acadêmica

A Scopus AI é uma funcionalidade que permite o uso de inteligência artificial generativa para a recuperação de informações científicas. Por meio dela, é possível fazer perguntas em linguagem natural e obter respostas baseadas em artigos da base, com links e referências. “As bibliotecas estão acompanhando a transformação impulsionada pela inteligência artificial. Saímos de um sistema de catálogos físicos para um ambiente digital baseado em busca booleana. Agora, com a Scopus AI, passamos a contar com a chamada pesquisa generativa”, explica o bibliotecário da UESPI, Edimar Lopes.

A ferramenta também utiliza o conceito de web semântica, o que permite identificar não apenas termos exatos, mas também os significados relacionados às palavras buscadas. Outro recurso é a geração de mapas mentais, que mostram visualmente os principais temas relacionados ao assunto pesquisado. “Você pode fazer perguntas como ‘qual a importância da inteligência artificial para o jornalismo ou para a biblioteconomia?’. A ferramenta analisa a produção técnica e científica disponível e apresenta uma resposta com base nos documentos da base de dados”, afirma Edimar.

A iniciativa da UESPI busca inserir a universidade nas discussões sobre o uso de novas tecnologias aplicadas ao ensino e à pesquisa. “A UESPI tem o papel de acompanhar o desenvolvimento científico e tecnológico e também de propor soluções. O uso da inteligência artificial está presente em diversas áreas e precisa ser considerado no contexto acadêmico”, destaca o bibliotecário.

Edimar também chama atenção para a responsabilidade do pesquisador no uso da ferramenta. Ele ressalta que a tecnologia pode contribuir para agilizar processos, mas não substitui a análise crítica. “A inteligência artificial pode facilitar o acesso à informação, mas cabe ao pesquisador avaliar e validar as fontes. A leitura atenta continua sendo essencial.”

A atividade reforça o princípio da biblioteconomia que defende o aproveitamento eficiente do tempo de quem busca informação. Para o bibliotecário, esse avanço tecnológico pode contribuir para tornar a pesquisa mais direcionada, sem substituir o papel reflexivo do pesquisador.

Inscrição feitas por meio de link: https://elsevier.zoom.us/meeting/register/vp1oof1wSiWbWx0p2jSBWA#/registration

UESPI realiza ação sobre conservação do solo com estudantes em Uruçuí

Por Roger Cunha 

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) Campus Uruçuí, por meio do Laboratório de Solos do Cerrado Piauiense, promoveu mais uma edição do evento em alusão ao Dia Nacional da Conservação do Solo, celebrado no dia 15 de abril. A ação foi realizada nas dependências do CETI Maria Pires Lima, em Uruçuí, e reuniu alunos do ensino fundamental e médio para um dia de troca de saberes e experiências sobre a importância do solo para o meio ambiente e a produção de alimentos.

UESPI leva consciência ambiental a alunos de Uruçuí

Durante o evento, estudantes dos blocos II, IV e VI participaram com apresentações e atividades criativas, enquanto a equipe da UESPI apresentou experimentos e demonstrações práticas voltadas à conservação e uso consciente do solo.

O Diretor do Campus Uruçuí da UESPI, professor Francisco Leonardo, ressaltou a importância da ação para a formação das novas gerações. “Estamos  promovendo um evento de extensão que realizamos anualmente, justamente no Dia Nacional da Conservação do Solo. Trouxemos experimentos que mostram como usar o solo de forma consciente, pensando na sustentabilidade e no uso prolongado ao longo dos anos”, destacou.

UESPI leva consciência ambiental a alunos de Uruçuí

Segundo o professor, levar esse tipo de conteúdo para os jovens é essencial para despertar a consciência ambiental desde cedo. “É fundamental que os alunos tenham esse contato já no ensino fundamental e médio, para que cresçam entendendo a importância da preservação do solo e dos recursos naturais como um todo”, reforçou Francisco Leonardo.

A atividade também fortaleceu o vínculo entre universidade e comunidade, promovendo a integração entre ensino superior e educação básica.

Cursos da UESPI alcançam destaque no ENADE

Por Roger Cunha e Raíza Leão

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) alcançou resultados expressivos no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE), consolidando-se como uma das principais instituições de ensino superior do Nordeste. Dos 14 cursos avaliados, três cursos conquistaram conceito 5, a nota máxima da avaliação, seis cursos obtiveram conceito 4, e quatro cursos ficaram com conceito 3. 

“O desempenho da nossa comunidade foi muito bom. A nível estadual, por exemplo, o curso de Fisioterapia está em primeiro lugar. Cursos que estavam com nota 3 melhoraram para 4 e curso com 4 no último Enade subiram para 5. É trabalho de equipe na UESPI para que os resultados dessa avaliação sejam positivos, porque ele impacta no histórico da universidade e também na carreira do estudante, porque ser de uma instituição que tem o melhor curso do Estado e estar entre os melhores do país é muito positivo. Pode abrir portar para um futuro muito melhor na carreira”, afirmou a Procuradora institucional da UESPI, professora Rosário Batista,

UESPI se Destaca no ENADE 2023 com Conceitos 5 e 4

Entre os destaques, estão os cursos de Enfermagem, Fisioterapia e Engenharia Civil, todos ofertados no Campus Torquato Neto, em Teresina. Os resultados refletem o compromisso da instituição com a qualidade do ensino, mesmo diante de adversidades enfrentadas pela educação de uma forma geral. 

Os cursos nota 5 ocupam posições de destaque em rankings nacionais. O curso de Enfermagem ficou na 17ª posição entre 976 cursos avaliados em todo o Brasil. Já Fisioterapia aparece em 20º lugar entre 711 cursos, enquanto Engenharia Civil ocupa a 47ª posição entre 917 cursos. No cenário estadual, a UESPI lidera: Enfermagem e Fisioterapia são os melhores cursos do Piauí em suas áreas, e Engenharia Civil aparece como o segundo melhor do estado.

UESPI se Destaca no ENADE 2023 com Conceitos 5 e 4

O Reitor da UESPI, Professor Dr. Evandro Alberto, ressaltou a importância desse resultado para o fortalecimento da educação pública superior no estado. “Esse desempenho representa o reconhecimento do esforço dos nossos estudantes, professores, técnicos e de toda a comunidade acadêmica. É fruto de um trabalho coletivo, que envolve ensino, pesquisa, extensão e gestão comprometida com a qualidade”, destacou.

Segundo o Reitor, os cursos que alcançaram conceito 5 não apenas se destacaram no Piauí, como figuram entre os melhores do Brasil. “Para se ter uma ideia, Enfermagem e Fisioterapia estão entre os 20 melhores cursos do país. Isso mostra o tamanho da responsabilidade que a UESPI tem hoje e o quanto estamos consolidados nacionalmente”, afirmou.

UESPI se Destaca no ENADE 2023 com Conceitos 5 e 4

O professor Dr. Evandro Alberto também comentou o avanço de outros cursos, que se aproximam do conceito máximo. “Muitos dos nossos cursos que tiraram nota 4 já estão em transição para o 5. Isso mostra uma escala de evolução contínua. É um movimento que acompanha a dedicação de nossos docentes e discentes, e que nos deixa otimistas quanto ao futuro”, afirmou o Reitor. Para ele, o desempenho da UESPI no ENADE reafirma o papel estratégico da universidade para o desenvolvimento do estado. “Estamos ranqueados entre as melhores do Brasil, e isso tem um significado enorme. Mostra que é possível fazer educação pública de qualidade, mesmo com desafios. E isso reforça nosso compromisso com a formação cidadã, com o desenvolvimento regional e com a valorização da ciência e do conhecimento”, pontuou.

Além disso, o Reitor fez questão de enaltecer a grandeza do trabalho em equipe que sustenta esses resultados. “A universidade é feita por muitas mãos. Cada técnico, cada professor, cada estudante tem sua contribuição nesse processo. Esse resultado é, antes de tudo, uma conquista coletiva que precisa ser celebrada por toda a sociedade piauiense”, finalizou.

UESPI se Destaca no ENADE 2023 com Conceitos 5 e 4

Para o Vice-Reitor da UESPI e coordenador do programa Conecta ENADE, professor Dr. Jesus Abreu, o resultado representa uma conquista coletiva e a consolidação de um processo de amadurecimento institucional. “O que observamos foi uma grande evolução da universidade. As notas subiram de maneira geral, os alunos ficaram mais conscientes do papel deles como representantes da instituição e, junto a isso, houve melhorias na estrutura física e no suporte acadêmico”, afirma. Os resultados positivos do Enade 2023 já são um reflexo do trabalho realizado também pela equipe do Conecta Enade,  implantado no primeiro semestre daquele ano. 

A coordenadora pedagógica do Conecta ENADE, professora Dra. Nadja Pinheiro, reforça que o programa é uma articulação contínua com os cursos, identificando demandas e promovendo formação técnica e pedagógica. “Não é voltado apenas ao ENADE, mas à melhoria permanente da qualidade dos cursos”, explica.   

Segundo o professor Jesus Abreu, o bom desempenho dos estudantes tem ligação direta com o fortalecimento de ações internas de preparação, como o Conecta ENADE — programa criado pela Reitoria da UESPI, em julho de 2023, com o objetivo de mobilizar e capacitar os discentes para o exame. O programa é estruturado em três componentes: uma equipe técnica, responsável pelas informações sobre o ENADE e o SINAES; uma equipe de Língua Portuguesa, que orienta sobre a estrutura da prova, tipos de itens e estratégias de leitura e produção textual; e uma equipe pedagógica, que trata dos conteúdos específicos de cada curso.

UESPI se Destaca no ENADE 2023 com Conceitos 5 e 4

O Programa Conecta ENADE visa ser permanente, acompanhando os ciclos do ENADE e promovendo a integração entre os estudantes concluintes e a universidade. A proposta busca garantir que os graduandos compreendam a importância do exame como componente curricular obrigatório, necessário para a colação de grau. Assim, o objetivo geral é auxiliar os concluintes de cursos de bacharelado e de licenciatura na realização das provas, oferecendo suporte para as duas fases do exame (questionário do estudante e prova de conhecimentos), com orientações dirigidas e aprofundamento dos conteúdos previstos nas diretrizes curriculares dos cursos.

A UESPI planejou diversas ações extensionistas, voltadas tanto para os alunos quanto para os professores que atuarão na formação dos concluintes, incluindo oficinas, workshops, seminários, palestras, debates, rodas de conversa, entre outras modalidades. Nesses espaços, são discutidos temas como a relação entre a UESPI e o ENADE, estrutura da prova, questões de formação geral e específica, metodologias ativas, currículo, formação docente e os indicadores do SINAES na universidade.

“O Conecta ENADE, no início, foi um projeto. Agora, ele vai ter continuidade. Vai permanecer de forma definitiva, dado o impacto que teve na vida acadêmica da UESPI. É um divisor de águas”, afirma o Vice-Reitor.

A procuradora institucional da UESPI, professora Rosário Batista, também enfatiza o papel do programa Conecta Enade. “A maioria dos nossos docentes são doutores e atuam em projetos de pesquisa e extensão. Isso enriquece o ensino e fortalece a formação dos estudantes. O Conecta veio para fortalecer ainda mais esse trabalho, com resultados já visíveis em 2023”, afirma.

UESPI se Destaca no ENADE 2023 com Conceitos 5 e 4

A diretora do Centro de Tecnologia e Urbanismo (CTU), professora Artemária Coelho, atribui os bons resultados a uma combinação de exigência acadêmica, práticas pedagógicas rigorosas e forte engajamento dos estudantes. “Nossos professores são tidos como ‘duros’ e exigentes. Aliado a isso, há a dedicação dos alunos, práticas laboratoriais e visitas técnicas, o que tem suplantado deficiências estruturais”, afirma. Ela ainda destaca o papel dos docentes na formação prática: “Apresentam atividades de engenharia de forma prática, despertando o aluno para a necessidade de estudar com afinco”.

O curso de Fisioterapia da UESPI é um caso à parte. Desde sua primeira participação no ENADE, em 2004, obteve nota máxima em todas as edições. O coordenador do curso, professor Saulo Araújo, ressalta que esse desempenho não é fruto de treinamentos pontuais, mas de uma formação contínua e sólida. “A gente não faz preparatório específico para o ENADE. Temos um programa de educação continuada que prepara os alunos para concursos, residências e, naturalmente, para o exame nacional”, explica. O diferencial do curso está na qualidade do corpo docente e na estrutura curricular, que ultrapassa 5.000 horas, com mais de 1.200 horas de estágio em hospitais como o Getúlio Vargas, Hospital Infantil Lucídio Portela e clínicas conveniadas. Apesar da excelência acadêmica, o professor chama a atenção para mais investimentos no que diz respeito a  infraestrutura, com a criação de uma clínica escola e laboratórios mais modernos, o Coordenador acredita que com essa estrutura física aliada ao comprometimento humano, o curso será sempre nota 5. 

UESPI se Destaca no ENADE 2023 com Conceitos 5 e 4

Além dos cursos com conceito 5, a UESPI também se destacou cursos nota 4, como Medicina, Odontologia e Agronomia — este último com ofertas nos campi de Teresina, Parnaíba e Picos. Também obtiveram esse desempenho os cursos de Enfermagem em Floriano, Parnaíba e Picos.

O curso de Agronomia da UESPI, em Picos, obteve conceito 4 no ENADE. Para o coordenador do curso, professor Reinaldo Leal, o resultado é fruto do compromisso coletivo com a formação dos estudantes. “Os docentes do curso não hesitam em participar do desenvolvimento de projetos de pesquisa e extensão, o que culmina na participação dos discentes e no aprendizado, na prática, daquilo que veem na teoria. Isso resulta na publicação de artigos e capítulos de livros, o que também contribui para o desempenho alcançado”.

Ele também ressalta a importância do resultado alcançado. “Como tal conceito é um somatório de vários pontos avaliados (corpo docente, discente, infraestrutura, etc), temos a certeza de que estamos trabalhando da melhor forma, sendo essa nota muito representativa para o reconhecimento do curso e, em consequência, dando uma garantia ao discente de que ele estará sendo formado e preparado para sua vida profissional”, afirmou.

UESPI se Destaca no ENADE 2023 com Conceitos 5 e 4

O curso de Enfermagem da UESPI em Parnaíba também obteve conceito 4 no ENADE. Para o coordenador do curso, professor Luís Felipe, o desempenho é reflexo da dedicação de docentes e discentes na construção de uma formação sólida e de qualidade. “Contamos com um corpo docente altamente qualificado — 54% de doutores, 36% de mestres e apenas 10% de especialistas — o que se reflete diretamente na formação dos nossos alunos. Além disso, temos um perfil de estudantes estudiosos, proativos e resilientes, com elevado índice de rendimento acadêmico”.

O professor também destaca a importância do conceito 4 para o reconhecimento do curso. “Esse resultado significa que nossos alunos apresentaram desempenho acima da média nacional, demonstrando a qualidade do processo formativo. Isso contribui para a valorização do curso, para o acesso a fomentos e melhorias, e garante ao discente que ele está sendo preparado para o mercado de trabalho. Além disso, forma profissionais que impactam positivamente a saúde e a qualidade de vida da população”, finalizou.

De acordo com a professora Rosário Batista , 93% dos cursos avaliados obtiveram nota igual ou superior a 3, o que representa uma evolução positiva em relação à edição anterior do ENADE. “Cursos que estavam com conceito 2 subiram para 3. Outros foram de 4 para 5. Tivemos apenas duas quedas, o que mostra a estabilidade e o crescimento da nossa universidade”, finaliza.

Os conceitos obtidos no exame são, portanto, mais que números: são o reflexo de um projeto coletivo que acredita na força do ensino público, gratuito e de qualidade.

UNATI promove ação de saúde renal para comunidade da terceira idade

Por Ryan Nunes

A Universidade Aberta à Terceira Idade (UNATI) participou da campanha em alusão ao Dia Mundial do Rim, promovendo testes rápidos de creatinina para seus discentes. A ação faz parte de uma mobilização nacional coordenada pela Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) por meio da Regional Piauí com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância do diagnóstico precoce da doença renal crônica.

UNATI participa de campanha com exames e orientações

O presidente da Sociedade Brasileira de Nefrologia – Piauí e professor de Nefrologia da Universidade Estadual do Piauí, doutor Ginivaldo Vitor, destacou a importância da iniciativa e os impactos da doença renal na sociedade. Ele explicou que a condição afeta milhões de brasileiros e que, atualmente, cerca de 10% da população é portadora de alguma forma de doença renal. “Nós temos cerca de 170 mil pessoas que fazem hemodiálise e muitas vezes as pessoas só descobrem que têm problema renal quando já se encontram numa fase avançada. Então, esse teste permite diagnosticar precocemente se a pessoa tem ou não tem doença renal. É importante essa campanha. Finalizamos essa campanha aqui na UNATI oferecendo testes para nossos colaboradores e para as pessoas que frequentam a UNATI. Dessa forma, conseguimos ampliar o alcance dessa campanha em todo o Piauí”, comenta o professor.

UNATI participa de campanha com exames e orientações

Além dos exames, os participantes receberam orientações sobre hábitos de vida saudáveis e prevenção de doenças renais. A iniciativa foi bem recebida pela comunidade da terceira idade, como destacou dona Iracy. “Foi ótimo, porque é bom que a gente fica atualizado dos exames. Às vezes, a gente não tem tempo ou nem lembra de procurar esse tipo de serviço, e quando vem até a gente assim, facilita muito. Esses exames que a gente fez são muito importantes para saber como está a nossa saúde renal, que é algo que a gente nem sempre pensa, mas que precisa de atenção. Eu fiquei muito feliz de participar, porque, além dos exames, a gente também recebeu orientações, tirou dúvidas, foi tudo muito bem explicado. É uma campanha que ajuda e incentiva a gente a prestar mais atenção no corpo e no que ele está dizendo”, relatou a discente.

UNATI participa de campanha com exames e orientações

A atividade também contou com a participação de estudantes do 5º período de Medicina, que acompanharam a aplicação dos testes e o acolhimento aos participantes. “Essa experiência foi de muita importância para mim, porque, saindo do nosso campo de experiência, que é todo dia estar no consultório, e fazendo essas práticas externas, a gente cresce muito na formação. A gente entra em contato com outras pessoas, com outras realidades, com outras idades. Essa experiência é muito enriquecedora para nós, como estudantes”, afirma a discente Maria Dulce Cavalcante.

UNATI participa de campanha com exames e orientações

João Vitor Castelo, discente de Medicina, destacou que a ação vai muito além da oferta de exames e reforça a importância do cuidado contínuo com a saúde, especialmente para um público tão sensível como o da terceira idade. “Essa campanha representa qualidade de vida, pois muita gente não sabe como cuidar da saúde dos rins, e muitos são portadores de doenças crônicas ou têm diversas comorbidades e não fazem o acompanhamento adequado. Isso acaba prejudicando muito o dia a dia dessas pessoas, principalmente dos idosos. Então, promovendo essa ação, o professor e toda a equipe estão levando saúde, informação e bem-estar para um grupo que realmente precisa desse olhar mais atento.”

Projeto de Extensão em Direito e IA prepara alunos de curso de Direito para os desafios do futuro

Por Roger Cunha

Na Universidade Estadual do Piauí (UESPI), um projeto de extensão tem chamado atenção ao propor uma discussão essencial para os rumos do Direito no século XXI: o impacto da Inteligência Artificial na prática jurídica. Coordenado pelo professor Ítalo José, o projeto “Direito e Inteligência Artificial” se apresenta como um espaço acadêmico e prático para refletir sobre as transformações tecnológicas que já começam a redesenhar o sistema de Justiça.

Projeto de Extensão em Direito e Inteligência Artificial forma profissionais para novos desafios jurídicos

A proposta não é apenas estudar a tecnologia, mas compreender como a IA está moldando — e será moldada — pelo Direito. “O projeto é uma ponte entre sala de aula, pesquisa de ponta e as demandas da sociedade. Buscamos promover um diálogo crítico, interdisciplinar e responsável sobre o uso da IA na área jurídica”, explica o professor Ítalo.

A ideia nasceu da percepção de uma lacuna: apesar da crescente presença da IA em tribunais, escritórios de advocacia e órgãos públicos, a formação jurídica ainda carece de uma abordagem que prepare os estudantes para esse novo cenário. “Notícias sobre algoritmos sendo usados em decisões judiciais, automação de tarefas jurídicas e até questões éticas sobre vieses algorítmicos nos fizeram perceber que não basta reagir. É preciso se antecipar, compreender e influenciar positivamente esse processo”, acrescenta o coordenador.

Entre os principais objetivos da iniciativa estão o aprofundamento do conhecimento sobre os aspectos legais, éticos e sociais da IA; a capacitação de estudantes e da comunidade jurídica; o fomento ao debate público sobre temas emergentes como responsabilidade civil de algoritmos, proteção de dados e regulação; além da promoção da produção científica e do diálogo entre universidade e sociedade.

As atividades do projeto são diversas: grupos de estudo, oficinas práticas, seminários com especialistas, produção de conteúdos para redes sociais, análise de casos concretos e acompanhamento de legislações nacionais e internacionais. Os encontros presenciais acontecem toda quinta-feira, às 17h30, no campus Torquato Neto, em Teresina, e já há planos para expandir as ações também para o formato híbrido.

Os estudantes participantes já sentem o impacto da experiência.  O aluno Rikelme Oliveira diz que está motivado pela oportunidade de explorar novas experiências dentro da vida acadêmica. “Quando o professor falou sobre o projeto de extensão, me animei logo. É uma chance de fazer algo diferente, que também agrega muito ao currículo”, afirma.

Ele também reflete sobre o futuro da profissão jurídica diante da presença crescente da IA: “Ela já está sendo muito utilizada para otimizar o trabalho de advogados, revisar documentos, analisar contratos. Isso facilita, mas também pode reduzir oportunidades de emprego. Um advogado pode preferir contratar uma IA para fazer certos serviços em vez de outro profissional.”

Apesar das incertezas, ele reconhece o valor social do projeto: “Tem impactos positivos, como a orientação jurídica e o apoio ao trabalho do advogado. Mas também vejo que pode agravar a saturação do curso de Direito, algo que já preocupa muitos alunos”.

Outro participante, Felipe Baruc, revela que ingressou no projeto por querer compreender melhor como o Direito está lidando com as tecnologias emergentes. “Quis entender como essa relação acontece hoje e o que esperar no futuro. A IA deve ser vista como uma ferramenta, não como substituta. E isso exige preparo, tanto dos profissionais quanto do próprio sistema jurídico”, afirma.

O aluno também destaca o crescimento dos sistemas autônomos e as tentativas atuais de regulação como pontos de atenção. Para ele, o projeto também pode contribuir diretamente com a sociedade: “Muitas pessoas têm dúvidas sobre como essa tecnologia funciona na área jurídica. A universidade tem um papel importante em esclarecer isso”.

Para o professor Ítalo José, os desafios de integrar Direito e tecnologia são grandes. Ele aponta a diferença entre o ritmo acelerado da inovação e a lentidão natural dos processos jurídicos como um dos principais obstáculos. “A tecnologia muda muito rápido, enquanto o Direito precisa de tempo para amadurecer normas. Regular sem engessar é um equilíbrio difícil”.

Outro desafio está na comunicação entre juristas e desenvolvedores. “São áreas que falam línguas diferentes. É preciso construir pontes de entendimento. O jurista precisa entender como a tecnologia funciona, e o desenvolvedor precisa compreender os princípios jurídicos e éticos que regem a sociedade”, afirma.

O projeto, no entanto, não se limita ao campo teórico. As oficinas, simulações de casos e análises de ferramentas digitais proporcionam uma vivência prática aos estudantes. Eles saem mais preparados para atuar em um mercado de trabalho em transformação e com uma visão ampliada do papel do Direito em uma sociedade cada vez mais digital.

Aqueles que desejarem acompanhar ou participar do projeto podem entrar em contato pelo e-mail institucional do coordenador (italojose@ccsa.uespi.br). Os eventos abertos ao público também são uma porta de entrada para profissionais e pesquisadores interessados na temática.

“A construção do futuro do Direito na era digital é uma tarefa coletiva. Precisamos pensar esse futuro juntos, com responsabilidade, senso crítico e abertura ao novo”, conclui o professor Ítalo.

Projeto “Justiça para Elas” fortalece direitos das mulheres na UESPI Piripiri

Por Roger Cunha 

Garantir o respeito e os direitos das mulheres dentro e fora do ambiente acadêmico é a principal missão do projeto “Justiça para Elas”, desenvolvido por alunas do Bloco II do curso de Direito da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) – Campus Piripiri. A iniciativa busca promover a conscientização sobre a igualdade de gênero, combater a violência contra a mulher e fortalecer a rede de apoio a vítimas de abusos e discriminação.

“Justiça para Elas”: Projeto da UESPI Piripiri promove igualdade e direitos femininos

O projeto nasceu da necessidade de criar um espaço de discussão e ação sobre os direitos das mulheres, fomentando o debate tanto no ambiente acadêmico quanto na sociedade em geral. Por meio de palestras, rodas de conversa e campanhas educativas, o “Justiça para Elas” se propõe a levar conhecimento sobre a legislação vigente, alertar sobre os diferentes tipos de violência e empoderar mulheres para que saibam reconhecer e exigir seus direitos.

A estudante Vitoria Melo, uma das responsáveis pelo projeto, destaca a importância da iniciativa: “O projeto nasceu da necessidade de dar visibilidade à falta de respeito que muitas mulheres enfrentam no ambiente acadêmico e na sociedade em geral. Percebemos que tanto alunas quanto professoras e técnicas não são tratadas com o devido respeito, seja por meio de assédios, desigualdades ou até pela desvalorização de suas vozes”.

A motivação para criar o “Justiça para Elas” veio do desejo de promover mudanças concretas. Como estudantes de Direito, as idealizadoras perceberam que o conhecimento jurídico pode ser uma ferramenta essencial para transformar realidades. “Vemos diariamente casos de assédio, violência e discriminação contra mulheres, e sabemos que muitas não conhecem seus direitos ou não têm suporte para buscar justiça. O projeto veio para ser um espaço de informação, acolhimento e mobilização”, afirma Vitoria.

A experiência de trabalhar diretamente com os direitos das mulheres tem sido significativa para as envolvidas. Segundo Vitoria, “tem sido uma experiência desafiadora, mas também produtiva. Conseguimos abrir diálogos importantes, dar voz a histórias que muitas vezes são silenciadas e ver o impacto do projeto na vida das pessoas”. Entretanto, ela também destaca que o desafio é grande: “Falar sobre os direitos das mulheres ainda enfrenta resistência. Muitas pessoas não enxergam a desigualdade de gênero como um problema real, e combater essa falta de consciência exige muita persistência”.

A iniciativa também busca estender sua atuação para a comunidade externa, criando parcerias com instituições que atuam na defesa dos direitos femininos. Dessa forma, o “Justiça para Elas” ultrapassa os muros da universidade e impacta diretamente à sociedade. Para outras alunas que desejam atuar em causas sociais, a mensagem é clara: “Não tenham medo de levantar a voz. Muitas vezes, quando falamos sobre questões sociais, enfrentamos críticas e tentativas de descredibilização. Mas é justamente isso que mostra o quanto a luta é necessária. Se você sente que algo está errado, que injustiças acontecem ao seu redor, não se cale”, aconselha Vitoria.

O impacto do projeto tem sido perceptível, reforçando a importância da luta pelos direitos das mulheres. “A igualdade de gênero não é apenas uma questão de justiça, mas de transformação social. O ‘Justiça para Elas’ nos faz enxergar, todos os dias, a importância dessa luta”, conclui a estudante.

Com iniciativas como essa, a expectativa é que cada vez mais mulheres possam se sentir seguras e respeitadas em todos os ambientes, garantindo avanços na construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Você pode conhecer mais sobre o projeto “Justiça para Elas” acessando a página oficial no Instagram: @dir.uespi.

O primeiro Doutor egresso do PROFMAT na UESPI

Por Roger Cunha

O ensino da Matemática é um dos pilares fundamentais da educação e a qualificação dos professores desempenha um papel crucial nesse processo. O Programa de Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (PROFMAT) é uma iniciativa que visa aprimorar a formação de docentes da Educação Básica, proporcionando-lhes conhecimento aprofundado e prático. Entre os egressos do programa, um nome se destaca: o professor doutor Francisco de Paula, que trilhou um caminho de sucesso, tornando-se o primeiro doutor oriundo do PROFMAT na Universidade Estadual do Piauí (UESPI). Sua história é um exemplo de determinação e compromisso com o ensino, servindo de inspiração para outros profissionais da área. Atualmente, ele é docente do Instituto Federal da Bahia (IFBA), campus Barreiras.

A Matemática na Educação e na Vida: O Impacto do PROFMAT

Criado com o intuito de fortalecer a Matemática na Educação Básica, o PROFMAT é um curso stricto sensu oferecido por diversas Instituições de Ensino Superior no Brasil. Seu formato semipresencial e gratuito possibilita que professores da rede pública tenham acesso a uma formação de qualidade sem a necessidade de abandonar suas atividades docentes. O ingresso ocorre através do Exame Nacional de Acesso (ENA), uma prova unificada que avalia o conhecimento matemático dos candidatos. A UESPI é uma das instituições que integram essa iniciativa, permitindo que professores piauienses aprimorem suas competências acadêmicas. Foi nesse contexto que Francisco de Paula iniciou sua trajetória na pós-graduação, consolidando-se como um profissional ainda mais capacitado para enfrentar os desafios da sala de aula.

Com a conclusão do mestrado pelo PROFMAT, Francisco de Paula decidiu dar mais um passo em sua formação acadêmica e ingressou no doutorado em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Piauí (PPGEd/UFPI), alcançando um feito histórico para a UESPI. Sua jornada foi marcada por desafios, dedicação e uma paixão inabalável pelo ensino e pela pesquisa.

Durante sua formação, ele também se destacou por sua contribuição durante a pandemia de COVID-19. Com seu conhecimento matemático, realizou levantamentos estatísticos que ajudaram a compreender a disseminação do vírus, fornecendo dados que auxiliaram na formulação de estratégias de combate à doença. Esse trabalho reforçou não apenas sua capacidade técnica, mas também sua preocupação com o bem-estar da sociedade.

A Matemática na Educação e na Vida: O Impacto do PROFMAT

Para entender melhor essa trajetória, conversamos com o professor doutor Francisco de Paula, que compartilhou suas experiências no PROFMAT, os desafios enfrentados no doutorado e como a Matemática contribuiu para sua pesquisa sobre a COVID-19. Confira a entrevista:

ENTREVISTA COM O PROFESSOR DOUTOR FRANCISCO DE PAULA

O que o motivou a ingressar no PROFMAT?
Sempre gostei de estudar e durante minha graduação percebi que alguns conhecimentos não estavam bem estabelecidos. Ao mesmo tempo, sentia a necessidade de aprofundar outros, então o mestrado foi uma escolha natural. Coincidentemente, enquanto cursava uma especialização na UESPI, o PROFMAT foi anunciado pelo então coordenador da especialização, professor Pedro Júnior, que se tornaria o primeiro coordenador do mestrado. Além disso, sempre estudei com minha esposa e um sempre incentivou o outro, então nunca paramos.

Como foi sua experiência ao longo do mestrado?
Foi um período de muito aprendizado e intensidade, tanto nas matérias quanto na pesquisa para a dissertação. Os professores foram excepcionais. Eu e minha esposa, que fazia mestrado na UFPI, viajávamos semanalmente de Parnaíba para Teresina por dois anos, o que foi um desafio a mais. Felizmente, contamos com o apoio do meu cunhado Esmar, que nos recebeu em sua casa. Também tive o suporte dos colegas de turma, o que fez toda a diferença.

De que forma o PROFMAT contribuiu para o seu desenvolvimento como professor e pesquisador?
Foi na disciplina de TCC, com o professor Neuton, que minha visão sobre pesquisa mudou completamente. Esse momento foi determinante para minha trajetória acadêmica. A partir desse contato, comecei a publicar artigos, escrever livros, participar de congressos e bancas. Minha vida acadêmica realmente começou ali, e seguir para o doutorado foi uma consequência natural desse processo.

Como foi a transição do mestrado para o doutorado? Quais foram as principais diferenças?
O nível do doutorado é muito mais exigente. A pesquisa precisa ser inédita, detalhada e aprofundada. Além disso, a escrita da tese tem um rigor muito maior. Foi um desafio enorme, mas novamente contei com o apoio de familiares e amigos, como minha esposa, minha mãe e os colegas Reuel e Cleinha. Sem essa rede de apoio, seria muito mais difícil.

Como foi a sensação de se tornar o primeiro doutor egresso do PROFMAT/UESPI?
Já tinha orgulho de ser o primeiro a defender o mestrado na UESPI, e agora essa conquista no doutorado me deixa ainda mais feliz. Como irmão mais velho, sempre senti a responsabilidade de abrir caminhos, e espero que minha trajetória sirva de incentivo para outros colegas do PROFMAT. Já sei de dois colegas da minha turma que ingressaram no doutorado, o que me deixa muito satisfeito.

Como foi sua participação nos levantamentos estatísticos sobre a COVID-19? Quais foram os principais desafios dessa pesquisa?
Na época, eu era professor substituto da UESPI em Parnaíba, no curso de Ciências da Computação. Com alunos incríveis, começamos a modelar a curva de infectados, e quando o Observatório da COVID-19 da UESPI foi criado, nos juntamos a outros docentes para ampliar as análises. Trabalhei junto com meu orientador de mestrado, professor Arnaldo, e assinamos publicações sobre as análises matemáticas do Piauí. Contribuímos com relatórios que ajudaram o governo estadual a tomar decisões baseadas em ciência. Foi um trabalho exaustivo e emocionalmente pesado, mas tenho orgulho de dizer que ajudamos a salvar vidas.

A Matemática na Educação e na Vida: O Impacto do PROFMAT

O PROFMAT tem um papel fundamental na qualificação dos docentes, proporcionando ferramentas e metodologias que podem ser aplicadas diretamente em sala de aula. A trajetória do professor Francisco de Paula exemplifica esse impacto, mostrando que investir na formação continuada não apenas aprimora o ensino, mas também fortalece a educação no Brasil como um todo. Sua dedicação demonstra que a educação continuada é essencial para o aprimoramento do ensino e para o desenvolvimento da sociedade. Além disso, sua atuação na análise estatística da COVID-19 reforça que a Matemática vai muito além da sala de aula, sendo uma ferramenta essencial para resolver problemas reais e impactar positivamente a vida das pessoas. Seu exemplo inspira outros professores a buscarem novos horizontes acadêmicos e reforça a importância de programas como o PROFMAT para o futuro da educação brasileira.

COREMU-UESPI fortalece integração dos programas de residência em saúde

Por Roger Cunha 

A Comissão de Residência Uni e Multiprofissional em Saúde (COREMU) da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) promoveu, no Auditório do Centro de Ciências da Saúde – CCS, um evento voltado à integração dos programas de Residência em Saúde. O evento contou com a presença de autoridades como o Vice-Reitor e o Pró-Reitor da PROP da UESPI, além da Diretora da Escola Pública de Saúde do Piauí e da Diretora do Hospital Getúlio Vargas (HGV). Também marcaram presença residentes, preceptores e alunos dos programas de residência.

COREMU-UESPI Fortalece Integração dos Programas de Residência em Saúde

Nos últimos anos, a residência multiprofissional tem se expandido significativamente. O número de programas próprios da UESPI cresceu de 14 para 17, além da criação de quatro novos programas em parceria. Essa expansão também se reflete no aumento de preceptores, que passaram de 70 para cerca de 130, e no número de residentes, que triplicou, alcançando 205 profissionais em formação. O investimento nos programas também cresceu, passando de R$ 9 milhões para R$ 17 milhões, indicando um reforço substancial na estrutura de ensino e prática.

O Vice-Reitor da UESPI, Professor Doutor Jesus Abreu, ressaltou que essa expansão tem um impacto direto na melhoria dos serviços de saúde oferecidos à população. “As residências multiprofissionais estão em franca expansão. Elas praticamente triplicaram a quantidade de residentes e preceptores e conseguiram uma adesão à verba federal que contribuiu muito para esse fortalecimento. Este encontro é uma oportunidade para evidenciar suas atividades de ensino, pesquisa e extensão, que formam o tripé da nossa universidade”, afirmou.

COREMU-UESPI Fortalece Integração dos Programas de Residência em Saúde

Já o Pró-Reitor da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação – PROP, Professor Doutor Rauirys Alencar, destacou o crescimento expressivo dos programas de residência e sua importância para a qualificação profissional. “Em 2022, tínhamos 14 programas com cerca de 70 preceptores e 100 residentes. Hoje, em 2025, temos 17 programas próprios e mais 4 programas em parceria com outras instituições. Nossa quantidade de preceptores cresceu para cerca de 130, enquanto o número de residentes praticamente triplicou, chegando a 205. O investimento saltou de 9 milhões de reais para 17 milhões, refletindo o compromisso da universidade com a qualificação profissional”, enfatizou.

A Coordenadora da Comissão de Residência em Saúde, Professora Doutora Sônia Campelo, explicou que essa interação permite um atendimento mais holístico ao paciente, promovendo um olhar ampliado sobre as necessidades de cada indivíduo. “Esse evento é de grande valia para a integração entre as residências multiprofissionais e médicas, garantindo um atendimento mais seguro e de qualidade aos usuários do Sistema Único de Saúde”, destacou.

COREMU-UESPI Fortalece Integração dos Programas de Residência em Saúde

A Diretora da Escola de Saúde Pública do Piauí, Professora Míriam Parente, complementou afirmando que a presença de residentes em unidades de saúde estimula um ambiente de aprendizado contínuo, elevando o padrão de qualidade dos serviços prestados. “Um residente na área da saúde qualifica o ambiente em que atua, pois estimula os profissionais ao seu redor a se aperfeiçoarem constantemente. A residência é a formação ouro para a saúde pública, pois permite aprendizado supervisionado e promove a capacitação prática dos profissionais”, explicou.

A prática interprofissional também foi destacada pela diretora do Hospital Getúlio Vargas (HGV), Nirvania Carvalho, que apontou a colaboração entre instituições como um diferencial na formação dos residentes. “O HGV está de portas abertas para acolher os residentes. Atualmente, temos 13 residências médicas e 2 multiprofissionais em parceria com a universidade. Essa troca de conhecimento torna o hospital mais científico e qualifica os profissionais que atenderão a população”, enfatizou.

COREMU-UESPI Fortalece Integração dos Programas de Residência em Saúde

O Coordenador Acadêmico, Professor Doutor Isânio Vasconcelos, reforçou a importância da interprofessionalidade na qualificação do atendimento em saúde. “A integração entre diferentes áreas da saúde melhora diretamente o atendimento ao paciente. Esse encontro fortalece esse entrosamento e aprimora a assistência oferecida”, ressaltou.

Entre os residentes, o impacto da formação também foi enfatizado. Wanderson Êxodo, residente da UESPI, destacou que a experiência na residência amplia sua visibilidade profissional e contribui para sua especialização. “Escolhi essa residência porque é consolidada e respeitada. Essa integração fortalece nossa formação e aumenta nossa visibilidade no mercado de trabalho”, afirmou.

COREMU-UESPI Fortalece Integração dos Programas de Residência em Saúde

Já Antônio Júnior, residente em fisioterapia e terapia intensiva, ressaltou a importância do trabalho conjunto entre diferentes áreas da saúde para garantir um atendimento mais completo aos pacientes. “A residência multiprofissional permite um olhar mais abrangente sobre o paciente, considerando-o em sua totalidade, e não apenas pelo diagnóstico. A troca com diferentes profissionais enriquece nosso aprendizado e aperfeiçoa a assistência oferecida”, comentou.

Além das discussões e trocas de experiências entre os participantes, o evento também contou com uma apresentação musical do violinista Daniel Fortes, proporcionando um momento de descontração e interação entre os presentes. Mais do que um encontro institucional, a iniciativa reforçou a relevância da colaboração entre profissionais da saúde e o compromisso da UESPI com a qualificação profissional e o fortalecimento do SUS.

 

IV SeGeo fortalece pesquisa e ensino de Geografia com debates e publicação de livro

Por Roger Cunha 

O IV Seminário de Geografia da UESPI (IV SeGeo) consolidou-se como um dos principais eventos acadêmicos da área, reunindo pesquisadores, professores, estudantes e profissionais para discutir temas fundamentais da Geografia e suas interfaces. Realizado no auditório do IFPI – Campus Floriano, o evento promoveu debates interdisciplinares e estimulou a produção de conhecimento científico, contando com a participação de especialistas de instituições renomadas, como UFMG, Unicamp, UFPI e UESPI, além de professores da educação básica e estudantes de graduação e pós-graduação.

IV SeGeo promove intercâmbio acadêmico e destaca papel da Geografia nas políticas públicas

A programação incluiu palestras, mesas-redondas, oficinas e apresentações de trabalhos científicos, abordando temas estratégicos como a questão agrária no Cerrado, geoconservação, formação docente, inteligência emocional e questões étnico-raciais. A diversidade temática permitiu reflexões aprofundadas sobre os desafios contemporâneos da área e suas implicações para a sociedade. Para o coordenador do evento, Prof. Dr. Daniel César Menêses de Carvalho, o IV SeGeo foi um marco na valorização do conhecimento geográfico. “Esse evento possibilitou um intercâmbio significativo de experiências e saberes entre pesquisadores e estudantes, incentivando uma formação mais crítica e interdisciplinar. Discutimos temas que refletem diretamente na realidade socioespacial, fortalecendo a pesquisa e a atuação dos profissionais da área”, destacou.

Um dos grandes diferenciais do IV SeGeo foi sua abordagem interdisciplinar. Palestras e mesas-redondas trouxeram diálogos com áreas como Pedagogia, Sociologia e Psicologia, ampliando a compreensão sobre os desafios da Geografia no mundo contemporâneo. O professor Daniel César enfatiza que essa diversidade temática foi fundamental para a formação dos estudantes e aprimoramento dos professores. “O evento permitiu um olhar mais abrangente sobre os fenômenos geográficos, conectando-os com outras áreas do conhecimento e promovendo uma reflexão mais profunda sobre a realidade socioambiental”, explicou.

IV SeGeo promove intercâmbio acadêmico e destaca papel da Geografia nas políticas públicas

As discussões promovidas também tiveram impacto na formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis. A preservação do geopatrimônio, as transformações no Cerrado e os desafios socioambientais foram temas centrais no evento. Para o coordenador, esse debate é essencial para o desenvolvimento de estratégias governamentais e comunitárias. “A Geografia tem um papel crucial na construção de políticas que garantam o equilíbrio entre desenvolvimento e preservação. No IV SeGeo, abordamos a necessidade de um planejamento agrícola sustentável, da gestão eficiente dos recursos naturais e da educação ambiental como ferramenta de transformação social”, ressaltou o professor.

Um dos principais frutos do seminário será a publicação de um livro reunindo os trabalhos apresentados. Segundo o professor Daniel César, essa iniciativa representa um grande avanço para a valorização da produção científica regional. “Esse livro será um registro das pesquisas desenvolvidas e permitirá a difusão do conhecimento geográfico para um público mais amplo. Além disso, reforça a importância de incentivar estudantes e pesquisadores a seguirem investigando temas de relevância acadêmica e social”, destacou.

IV SeGeo promove intercâmbio acadêmico e destaca papel da Geografia nas políticas públicas

O coordenador acredita que o seminário pode ter um impacto ainda maior nas próximas edições. “Queremos fortalecer parcerias institucionais e ampliar a divulgação para alcançar um público mais diverso. A inclusão de atividades como visitas técnicas e workshops interativos pode tornar o evento ainda mais dinâmico e enriquecedor”, planeja.

Além disso, Daniel César destaca o papel da UESPI e de outras instituições no desdobramento das reflexões do evento. “A UESPI, junto à UFPI, IFPI, Unicamp e UFMG, pode garantir que esses debates resultem em ações concretas, como a criação de grupos de pesquisa e projetos de extensão. Parcerias com órgãos públicos e privados também são fundamentais para fortalecer iniciativas voltadas para sustentabilidade, educação geográfica e desenvolvimento regional”, concluiu.

IV SeGeo promove intercâmbio acadêmico e destaca papel da Geografia nas políticas públicas

O IV SeGeo reafirmou-se como um espaço essencial para a troca de conhecimentos e o fortalecimento da Geografia como ciência aplicada à realidade. Com a publicação do livro e a ampliação das discussões em futuras edições, o evento segue contribuindo significativamente para a pesquisa e a formação de profissionais da área.

Curso de educação física da UESPI vai promover ‘Gincana Universitária’ GUEF 2025

Por Roger Cunha

A Gincana Universitária do Curso de Educação Física da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), conhecida como GUEF, está prestes a movimentar o campus Poeta Torquato Neto no próximo dia 12 de abril. Realizado anualmente, o evento se consolidou como uma tradição entre os estudantes do curso, promovendo a interação entre calouros e veteranos por meio de competições esportivas. A partir das 08:00 da manhã, estudantes de diferentes turmas vão se reunir no Setor de Esporte da UESPI para um dia repleto de desafios e trabalho em equipe.

GUEF 2025: A Gincana Universitária que Movimenta a Educação Física da UESPI

A proposta da gincana é ir além da competição esportiva, ela também tem um papel pedagógico e social importante na formação dos futuros profissionais da Educação Física. A interação entre alunos de diferentes anos permite a troca de experiências e conhecimentos, fortalecendo o espírito universitário e incentivando a prática esportiva de maneira lúdica e colaborativa.

GUEF 2025: A Gincana Universitária que Movimenta a Educação Física da UESPI

O GUEF é uma competição exclusiva para os alunos do curso de Educação Física da UESPI, reforçando o vínculo entre os estudantes da graduação. Diferente do CACUD – Ciclo de Atividades Culturais e Desportivas –, que é aberto para outras instituições, a gincana tem como principal objetivo estreitar os laços entre os acadêmicos do curso, criando um ambiente de cooperação e interação entre calouros e veteranos. Durante a competição, diversas modalidades esportivas serão disputadas, incluindo futebol, vôlei, basquete e atletismo. Além de aprimorar as habilidades motoras dos participantes, o evento também estimula o trabalho em equipe e o espírito de superação.

GUEF 2025: A Gincana Universitária que Movimenta a Educação Física da UESPI

O presidente do Centro Acadêmico de Educação Física, Laecio Freitas, destacou a origem da gincana e sua importância. “Então, a gincana cultural de Educação Física, o GUEF, é uma gincana proposta pela disciplina de Organização e Marketing Esportivo, ministrada pelo professor Galba, que hoje também é coordenador do nosso curso. A ideia é integrar os novos ingressantes do curso de Educação Física para que se sintam acolhidos através do esporte.”

Arthur Aguiar, aluno do curso e membro da comissão de organização, explicou sobre as modalidades que serão disputadas na gincana. “Nós temos aqui no nosso curso uma grande diversidade de modalidades que vão ser praticadas nessa gincana. Todas elas são ensinadas ao longo da graduação. Algumas são mais populares, como o vôlei e o futsal, mas também há outras menos conhecidas que queremos incentivar. Teremos provas de atletismo, como corrida de 100 metros e salto em distância, além de desafios como penalidades no futebol”.

GUEF 2025: A Gincana Universitária que Movimenta a Educação Física da UESPI

Gabriel Araújo, também integrante da comissão organizadora, comentou sobre os preparativos do evento. “A organização está sendo feita com a comissão do quarto bloco. Estamos focados em estruturar bem o evento e garantir que todos os participantes tenham uma ótima experiência. As inscrições estão sendo realizadas através do preenchimento de formulários, e a adesão tem sido muito boa.”

GUEF 2025: A Gincana Universitária que Movimenta a Educação Física da UESPI

As inscrições para o GUEF estão abertas e podem ser feitas através do link: Formulário de Inscrição. O valor da inscrição por modalidade e por atleta é de R$ 5,00. Somente uma equipe por bloco pode ser inscrita, com exceção da modalidade de atletismo, que permite duas equipes, sendo que um dos representantes será isento de pontuação.

Os comprovantes de pagamento devem ser anexados no formulário, sendo que os documentos devem corresponder à modalidade completa (exemplo: 100m + 400m + saltos). O pagamento deve ser feito via PIX, utilizando a chave: augustocavalcante622@gmail.com (Banco Will). No momento da inscrição, é necessário informar o bloco e a turma (apenas para turmas repetidas, como 2°A ou 2°B) e o nome da equipe, que será único para todas as modalidades.

 

 

 

Aula inaugural da especialização em literaturas Afro-Brasileiras e Indígenas

Por Roger Cunha

Vai acontecer na manhã dessa sexta-feira, dia 28 de março de 2024, no auditório Pirajá da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), a aula inaugural da Especialização em Literaturas, Histórias e Culturas Afro-Brasileiras, Africanas e Indígenas. O evento contará com a presença de autoridades acadêmicas, culturais e políticas, reforçando o compromisso da instituição com uma educação mais inclusiva e plural.

Aula Inaugural da Especialização em Culturas Afro-Brasileiras, Africanas e Indígenas

 

Promovida pelo Núcleo de Estudos e Pesquisas Afro (NEPA) da UESPI, a especialização visa fortalecer o ensino das culturas afro-brasileiras, africanas e indígenas, em conformidade com as leis nº 10.639/2003 e nº 11.645/2008, que tornam obrigatório o ensino dessas temáticas nas escolas. O curso é voltado especialmente para professores e profissionais da educação da rede pública, oferecendo formação continuada para a valorização dessas culturas no ambiente escolar.

A solenidade vai ter início com uma apresentação cultural do grupo de teatro da UESPI em homenagem ao professor Dr. Élio Ferreira de Souza, falecido em abril de 2024. A exibição celebra a memória e destaca a importância da expressão artística na construção do conhecimento.

Entre as autoridades presentes estarão o Diretor do Núcleo de Inovação Tecnológica, Professor Mestre Tales Antão de Alencar Carvalho, e o líder do NEPA, Professor Doutor Feliciano José Bezerra Filho, que vão destacar a relevância da especialização para o fortalecimento de um currículo mais representativo e o avanço das pesquisas e do ensino das literaturas e culturas afro-brasileiras, africanas e indígenas.

O professor Silvino Filho ressalta a importância do NEPA (Núcleo de Estudos e Pesquisas Afro) da UESPI na criação e implementação da Especialização em Literaturas, Histórias e Culturas Afro-Brasileiras, Africanas e Indígenas. Segundo ele, a atuação do grupo foi decisiva para que o curso se tornasse realidade. “O NEPA tem desempenhado um papel crucial na concepção e realização deste curso. A especialização é fruto de um esforço conjunto de pesquisadores e educadores que buscam valorizar e difundir as culturas afro-brasileira, africana e indígena. Essa iniciativa é uma ação concreta para capacitar educadores, permitindo que eles reflitam de forma crítica e transformadora sobre essas questões, além de contribuir para a construção de um currículo escolar mais representativo e inclusivo no estado do Piauí”, afirmou.

Aula Inaugural da Especialização em Culturas Afro-Brasileiras, Africanas e Indígenas

O professor também ressaltou que a que a especialização representa um marco essencial na formação docente e no fortalecimento das políticas educacionais do estado. “A Especialização em Literaturas, Histórias e Culturas Afro-Brasileiras, Africanas e Indígenas representa um avanço significativo para a formação de profissionais da educação, contribuindo para ampliar o conhecimento e a valorização dessas temáticas no ambiente escolar”, destaca.

Ele ainda reforça a importância da parceria entre a UESPI e a SEDUC para o sucesso da especialização, permitindo uma maior articulação entre a academia e a educação básica. “Com essa parceria, conseguimos alcançar mais professores da rede pública, garantindo que o conhecimento produzido na universidade chegue às salas de aula e impacte diretamente a formação dos estudantes”, afirma o professor Raimundo Silvino Filho. Para o futuro, a expectativa é consolidar a especialização como um espaço contínuo de formação, ampliando vagas e parcerias, e incentivando a produção acadêmica sobre esses temas, a fim de garantir uma educação cada vez mais inclusiva e conectada com as realidades e identidades dos alunos.

A UESPI convida toda a comunidade acadêmica, professores e profissionais da educação para participar dessa importante aula inaugural, que vai marcar um novo passo na promoção da diversidade e inclusão no ensino.

UESPI e Sebrae fortalecem parceria em Picos

Por Roger Cunha 

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) segue fortalecendo sua atuação na promoção do empreendedorismo e desenvolvimento regional. O campus da UESPI em Picos recebeu a visita técnica da secretária de Turismo e Desenvolvimento Econômico, Michelly Saunders, e da consultora do Sebrae, Yana Moura, que conheceram as instalações da futura Sala do Empreendedor.
A iniciativa visa oferecer suporte a estudantes e à comunidade local, promovendo capacitação e estímulo à criação de novos negócios.

Parceria entre UESPI e Sebrae Impulsiona Negócios Locais

A visita teve como objetivo alinhar ações estratégicas para a implementação do espaço, que contará com o apoio da Secretaria de Turismo e Desenvolvimento Econômico e do Sebrae. A parceria entre as instituições busca proporcionar aos empreendedores locais um ambiente de orientação, capacitação e formalização de negócios, tornando o campus um polo de desenvolvimento econômico e inovação.

A Sala do Empreendedor funcionará como um espaço de apoio, oferecendo serviços gratuitos, tais como:

    • Abertura e regularização de empresas: assistência para a formalização de micro e pequenos negócios;
    • Consultorias empresariais: orientações estratégicas sobre gestão, finanças e marketing;
    • Capacitações e palestras: eventos voltados para qualificação profissional e inovação.

Para a Diretora do Campus de Picos, Profa. Mariluska Macedo, a criação da Sala do Empreendedor trará benefícios significativos para os estudantes e a população local. “Essa parceria tem como objetivo ampliar, promover e disseminar conteúdos de empreendedorismo, com o intuito de trazer mais experiências para os nossos discentes e docentes sobre uma educação empreendedora, além de trazer um local de apoio aos empreendedores da macrorregião”, destacou a diretora.

Além disso, a instalação do espaço beneficiará diretamente alunos dos cursos de Administração e Ciências Contábeis, proporcionando um campo de estágio e treinamentos que permitirão a associação da teoria com a prática. “Beneficiará nossos alunos de Administração e Ciências Contábeis, como campo de estágio, além de treinamentos para o bom desenvolvimento e associação da teoria com a prática”, ressaltou Mariluska Macedo.

A diretora também enfatizou o impacto social da iniciativa, destacando que o empreendedorismo é uma ferramenta essencial para o desenvolvimento econômico e social. “É uma responsabilidade social, pois o empreendedorismo é um tema em crescente expansão. Isto porque a ação empreendedora gera diversos benefícios para a sociedade. Será um local de atendimento aos empreendedores e àqueles que desejam empreender, além de favorecer todas as áreas do comércio e serviços”, completou.

A visita técnica reforça a importância da parceria entre a UESPI, a Secretaria de Turismo e Desenvolvimento Econômico e o Sebrae, garantindo que o projeto avance com estrutura adequada para atender às demandas locais. Mais do que um espaço físico, a Sala do Empreendedor representa uma porta de oportunidades para quem deseja tirar uma ideia do papel ou fortalecer um negócio já existente.

Com previsão para entrar em funcionamento em breve, a expectativa é que o local se torne um ponto de encontro para aprendizado, inovação e crescimento. Para os alunos, será uma chance de unir teoria e prática; para a comunidade, um impulso para o desenvolvimento econômico da região.

Programa “Jornalismo e Trabalho” vai abordar a representação das mulheres no jornalismo

Por Roger Cunha 

No próximo dia 28 de março, vai acontecer na Universidade Estadual do Piauí (UESPI) a palestra e debate “A Mulher no/a partir do Jornalismo: Desafios e Perspectivas na Construção da Narrativa Midiática”.
O evento vai ser realizado no Auditório do NEAD a partir das 08:00 da manhã e será aberto à comunidade universitária, incluindo estudantes e profissionais da comunicação. O objetivo é promover uma reflexão crítica sobre a representação das mulheres no jornalismo e as questões de gênero que permeiam a narrativa midiática. A palestra será conduzida pela Profª Drª Elizângela Costa de Carvalho Noronha, uma especialista na área, com experiência no campo da pesquisa sobre gênero e mídia, além de ser co-coordenadora do Global Media Monitoring Project (GMMP).

Palestra sobre Gênero no Jornalismo Promove Reflexões para Profissionais e Estudantes

O Prof. Dr. Daniel Solon, um dos coordenadores, destacou que o evento busca contribuir para a formação de jornalistas mais conscientes e preparados para lidar com questões de gênero. O professor destaca que o tema se alinha diretamente com disciplinas como Crítica da Mídia, Texto e Apuração Jornalística, e Ética e Legislação no Jornalismo, abordando como as desigualdades de gênero se refletem nas narrativas midiáticas. “Este evento integra discussões interdisciplinares que ajudam os estudantes a entenderem as formas como os estereótipos de gênero se reproduzem nas redações e como podemos combatê-los”, explica o professor.

O evento também abordará as transformações trazidas pelas mídias digitais que, embora tenham ampliado os espaços para vozes femininas, também perpetuam desafios como a subrepresentação de mulheres em cargos de decisão e a violência online contra jornalistas mulheres. “As mídias digitais reconfiguram a produção de notícias, e discutiremos como ferramentas digitais podem ser usadas para mitigar esses problemas”, afirma o coordenador.

Com a mediação da Profª Samária Andrade, o evento propõe uma análise profunda das mudanças que a profissão de jornalista está passando e como a construção de narrativas mais inclusivas pode ser uma resposta a essas transformações.

Programa Jornalismo e Trabalho Debate os Desafios da Mulher na Mídia na UESPI

A palestra também visa proporcionar reflexões práticas aos participantes, que sairão do evento com ferramentas para aplicar em suas futuras carreiras. “Esperamos que os participantes desenvolvam um olhar crítico para selecionar fontes de forma equitativa, desafiar enquadramentos que reduzem mulheres a estereótipos e incorporar pautas de gênero, mesmo em editorias tradicionalmente ‘neutras’, como política e economia”, destaca o Prof. Daniel Solon.

Não é necessário realizar inscrição prévia para participar do evento. Além disso, os participantes terão direito a um comprovante de duas horas de atividade de extensão concedido pelo Programa de Extensão “Jornalismo e Trabalho”, que tem como objetivo estreitar a conexão entre a teoria acadêmica e a prática profissional.
O evento promete ser uma rica oportunidade de aprendizado e reflexão sobre o papel das mulheres no jornalismo e os desafios que ainda precisam ser enfrentados.
A participação de todos é fundamental para enriquecer o debate e fortalecer o compromisso da UESPI em formar profissionais críticos e preparados para os desafios do jornalismo contemporâneo.

Presidente da OAB-PI visita o NUPIDH da UESPI para fortalecer parceria entre instituições

Por Roger Cunha

O Núcleo Permanente Interdisciplinar em Direitos Humanos (NUPIDH) da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) recebeu a visita do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Piauí (OAB-PI), Dr. Raimundo Júnior, nesta terça-feira (25/03). O encontro contou com a presença do Reitor da UESPI, Prof. Dr. Evandro Alberto, do Diretor da Assessoria Jurídica da Universidade, Prof. Dr. Eduardo Diniz, e da Coordenadora do NUPIDH, Prof.ª Esther Castelo Branco.

OAB-PI e UESPI Fortalecem Parceria em Defesa dos Direitos Humanos com Visita ao NUPIDH

A visita teve como objetivo conhecer as instalações do núcleo após a recente reforma, compreender os trabalhos desenvolvidos pelo NUPIDH em benefício da comunidade acadêmica e externa e fortalecer a parceria entre a UESPI e a OAB-PI, instituição que tem sido uma grande aliada no fortalecimento do curso de Direito. Durante o evento, o Reitor da UESPI destacou a importância da aproximação da universidade com a OAB-PI e enalteceu a visita do presidente da instituição. “O Presidente da Ordem dos Advogados, Doutor Raimundo Júnior, está visitando nossa Universidade a convite da professora Esther Castelo Branco para conhecer aqui a sede do Núcleo Interdisciplinar de Direitos Humanos, o NUPIDH, que passou por uma grande reforma. Aqui é para acontecer várias ações que envolvem também a Ordem dos Advogados. Então, doutor Raimundo Júnior, é um prazer muito grande recebê-lo. Essa primeira visita à Universidade após a sua eleição, por isso, nós aproveitamos para desejar também êxito na sua missão, na condução dessa grande instituição que é a Ordem dos Advogados do Brasil”, afirmou o Prof. Dr. Evandro Alberto.

OAB-PI e UESPI Fortalecem Parceria em Defesa dos Direitos Humanos com Visita ao NUPIDH

O presidente da OAB-PI, Dr. Raimundo Júnior, ressaltou o compromisso da entidade com a promoção dos direitos humanos e a aproximação com a UESPI para ampliar os serviços à população. “Quero agradecer a recepção do nosso magnífico reitor da Universidade Estadual do Piauí, uma universidade que tem dispensado comentários pela capacidade de interiorizar, de levar o ensino a todos os locais aqui do estado do Piauí. Reafirmar, ao lado do professor Eduardo, da professora Esther, da professora Cris, a participação da Ordem num projeto tão importante, que é a proximidade da Universidade Estadual do Piauí, ao lado da Ordem e de outros órgãos do Estado e da sociedade, que é tão importante para a comunidade. Teremos diversos serviços aqui com a participação da Ordem, Instituto de Identificação e tantos outros, uma Câmara de Mediação e Arbitragem e, além disso tudo, espaços para que os advogados possam contribuir através das comissões, inclusive do atendimento à população em geral, aqui dentro do campus da UESPI”, declarou.

O Diretor da Assessoria Jurídica da UESPI, Prof. Dr. Eduardo Diniz, também enfatizou a importância da parceria entre as instituições para o desenvolvimento do ensino e dos direitos humanos. “Foi uma parceria importante da Universidade Estadual do Piauí com a Ordem dos Advogados do Brasil, seccional do Piauí, para o desenvolvimento dos direitos humanos, atendimento à sociedade e, com certeza, aliando o ensino, a extensão e a pesquisa. Acho que isso é muito importante, vai trazer bons frutos para os nossos alunos e para todos os que moram aqui em torno da universidade”, disse.

Fachada do Núcleo Permanente Interdisciplinar em Direitos Humanos (NUPIDH) da Universidade Estadual do Piauí (UESPI)

Para a Coordenadora do NUPIDH, Prof.ª Esther Castelo Branco, o encontro reforça o papel do núcleo na promoção dos direitos humanos e o apoio fundamental da administração superior da UESPI e das entidades parceiras. “Quero agradecer a presença do magnífico reitor, do presidente Raimundo Júnior, nosso dileto professor Eduardo Diniz, a presença deles todos aqui já diz do tamanho do compromisso de cada um, da importância que ganha o NUPIDH dentro desta universidade, que hoje é um canteiro de obras, tudo no sentido de se alavancar melhor o ensino, a pesquisa, a extensão e, sobretudo, a paixão maior que eu tenho: fazer dos direitos humanos uma concretização e efetivação de prestação de serviço. A OAB entra aqui com uma grande prestação de serviço, o Instituto Félix Pacheco entra com grande prestação de serviço e a reitoria e toda a administração superior, na pessoa do magnífico, dando apoio a toda a nossa iniciativa e nossos projetos. A nossa fala é de gratidão”, destacou.

A visita reafirma o compromisso da UESPI com a qualificação de seus espaços e o desenvolvimento de iniciativas que promovam a cidadania e o acesso à justiça, fortalecendo o papel da universidade na formação jurídica e na construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

 

Parceria entre UESPI e Prefeitura de Uruçuí visa fortalecer educação e agricultura local

Por Roger Cunha

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) e a Prefeitura Municipal de Uruçuí firmaram uma parceria estratégica com o objetivo de promover o fortalecimento da educação, agricultura e desenvolvimento socioeconômico da região. A colaboração contempla várias iniciativas, como a alocação de cursos da UESPI em espaços da Prefeitura e o desenvolvimento de ações voltadas à capacitação e assistência técnica.

De acordo com o diretor do campus da UESPI em Uruçuí, professor Francisco de Assis, a parceria é um passo importante para o crescimento educacional e o desenvolvimento da cidade, principalmente nas áreas de pedagogia e agronomia. A parceria começou com a necessidade de alocar cursos enquanto o campus da UESPI passava por reformas. O professor Francisco de Assis explicou que, no início do ano, a UESPI procurou a Secretaria da Educação de Uruçuí em busca de uma solução para o espaço necessário para as aulas. “A gente procurou a Secretaria da Educação porque o nosso campus está em obras e, junto com a Gerência Regional, conversamos com a Secretaria da Educação. Eles nos forneceram um colégio para os cursos de administração e pedagogia à noite,” afirmou o diretor. O colégio Lourdes Curin, da Prefeitura Municipal de Uruçuí, passou a ser utilizado para a realização das aulas, beneficiando os estudantes da UESPI e da comunidade.

Além disso, uma das propostas da parceria visa beneficiar os alunos do curso de Pedagogia. Segundo o professor Francisco, “a Secretaria de Educação propôs que os alunos do curso de Pedagogia da UESPI possam ajudar dando reforço escolar para os alunos da própria escola Lourdes Curin”. Essa ação irá não apenas melhorar a formação dos futuros pedagogos, mas também contribuir para a educação local, oferecendo suporte aos alunos da escola municipal.

A parceria também se estende ao curso de Agronomia da UESPI, com a prefeitura de Uruçuí oferecendo uma área para uso experimental. “A Prefeitura se mostrou muito solícita e ofereceu uma área para que possamos utilizá-la como campo experimental. Isso será fundamental para as atividades do curso de Agronomia”, explicou o diretor. A ideia é que os alunos realizem atividades práticas no local, enquanto a UESPI também prestará assistência técnica para a agricultura familiar, beneficiando a comunidade local com pesquisas e orientações.

Sobre o impacto da parceria para o desenvolvimento local, o professor Francisco destacou que o trabalho conjunto com a prefeitura trará benefícios tangíveis para a sociedade. “Vamos desenvolver pesquisas, trabalhos de campo e também atender à demanda da agricultura familiar, oferecendo assistência técnica quando necessário”, afirmou o diretor.

Embora a parceria ainda esteja em processo de implementação, com as propostas sendo iniciadas, tanto o professor Francisco quanto o prefeito de Uruçuí estão otimistas em relação aos resultados futuros. “Ainda estamos no início desse trabalho, mas tanto o prefeito quanto eu estamos com boas ideias e vamos buscar colocá-las em prática para beneficiar a cidade”,  completou.

A parceria entre a UESPI e a Prefeitura de Uruçuí promete ser um marco para o fortalecimento das áreas educacionais e produtivas da cidade, trazendo benefícios concretos para a comunidade e preparando os alunos da universidade para as necessidades do mercado local e regional.

Alunos da UESPI conquistam quatro prêmios no Programe Day Experience e se destacam na programação

Por Roger Cunha

Teresina foi palco de uma importante conquista para a Universidade Estadual do Piauí (UESPI) no Programe Day Experience, um dos maiores eventos de programação do Nordeste. Durante o evento, que reuniu grandes nomes do setor de tecnologia e inovação, os alunos da UESPI brilharam ao conquistar quatro prêmios nas seis categorias disponíveis.
Os alunos se destacaram por suas habilidades técnicas e seu envolvimento com a comunidade, demonstrando o excelente nível de formação oferecido pela universidade e o impacto positivo de seus estudantes na área de tecnologia.

Alunos da UESPI brilham no Programe Day Experience e recebem reconhecimento por suas inovações

O evento teve como objetivo proporcionar aos participantes uma oportunidade de aprimorar suas habilidades no mercado de software e estabelecer conexões valiosas com profissionais renomados. Entre os premiados, a UESPI se destacou com alunos sendo reconhecidos por seu talento, dedicação e espírito inovador.

  • Programador Destaque: Douglas Adones de Souza Nascimento, aluno da UESPI Parnaíba, foi agraciado com o prêmio de Programador Destaque, em reconhecimento à sua excelência técnica na criação de soluções inovadoras. Douglas se destacou por suas habilidades de resolução de problemas e criatividade, atributos altamente valorizados no mercado de tecnologia.
  • Programador Revelação: João Vitor da Silva Pereira, também da UESPI Parnaíba, foi premiado como Programador Revelação, reconhecendo seu talento promissor e evolução técnica ao longo do ano. Sua dedicação e comprometimento o colocaram entre os melhores jovens talentos do evento.
  • Programador Mais Engajado da Comunidade: João Marcello Machado Braz, da UESPI Piripiri, foi premiado pela sua participação ativa na comunidade Programe.io. João Marcello contribuiu com suas ideias, ajudando a fortalecer a rede de aprendizado colaborativo, além de incentivar outros jovens a desenvolverem habilidades em programação.
  • Startup Revelação: A devJourney, plataforma educacional criada por João Marcello Machado Braz, recebeu o prêmio de Startup Revelação. A plataforma visa solucionar problemas reais por meio da tecnologia e foi elogiada pela sua proposta inovadora, com um grande potencial de impacto na formação de futuros programadores e empreendedores tecnológicos.

    Alunos da UESPI brilham no Programe Day Experience e recebem reconhecimento por suas inovações

João Marcello, aluno de Ciência da Computação da UESPI e ativo membro da comunidade Programe.io, compartilhou sua motivação para se engajar na criação da devJourney. Ele explicou que começou a estudar enquanto esperava ser chamado na USP. Nesse tempo, começou a gravar conteúdos para inspirar outras pessoas. “A programação exige disciplina e comprometimento e é isso que me motivou a criar conteúdo para ajudar outros a se desenvolverem”, destacou.

Ele também mencionou o apoio fundamental da UESPI: “O suporte do professor Alcemi Santos na orientação de programação orientada a objetos foi crucial. A UESPI foi um dos pontapés iniciais, onde aprendi a linguagem e me apaixonei por ela.”

Alunos da UESPI brilham no Programe Day Experience e recebem reconhecimento por suas inovações

João Vitor, reconhecido como Programador Revelação, celebrou o prêmio como um marco importante em sua trajetória. “Foi uma grande honra e uma validação do meu esforço, dedicação e paixão pela programação”, disse. Ele também ressaltou a importância de habilidades como lógica de programação, resolução de problemas, curiosidade e aprendizado contínuo, além da relevância do trabalho em equipe, como aprendido na Programe.io.

Alunos da UESPI brilham no Programe Day Experience e recebem reconhecimento por suas inovações

Douglas Adones, premiado como Programador Destaque, contou sobre o processo de desenvolvimento das soluções que o levaram ao prêmio. Ele destacou a importância da pesquisa, aprendizado contínuo e trabalho colaborativo. “A UESPI tem me proporcionado uma base teórica sólida e me desafiado constantemente. A participação em eventos e cursos ampliou minha rede de contatos e me deu o suporte necessário para evoluir como programador”, afirmou.

Douglas, que migrou de Matemática para Programação durante a pandemia, viu no prêmio uma validação de sua decisão. “Receber esse prêmio é um sinal de que estou no caminho certo”, refletiu, destacando também o papel de monitor da Programe.io, onde compartilha conhecimento de programação com centenas de alunos.

Essas premiações não apenas destacam o talento dos alunos da UESPI, como também reafirmam o compromisso da universidade em oferecer uma educação de qualidade e fomentar a inovação. A participação ativa da comunidade acadêmica no evento e o reconhecimento internacional de seus projetos evidenciam a importância de incentivar a educação tecnológica e a criação de soluções inovadoras que atendam às demandas do mercado.