UESPI

Brasao_da_UESPI.512x512-SEMFUNDO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ

Governo-do-Piauí-2023_300X129

Revista Esperança Garcia abre chamada para artigos e seleção de novos avaliadores

Por Roger Cunha

A Revista Esperança Garcia (REG), periódico científico da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), está com chamada aberta para submissão de artigos no dossiê temático “Direitos Humanos e Educação” e seleção de novos avaliadores. Esta iniciativa visa reunir trabalhos que discutam a intersecção entre educação e direitos humanos, com foco em temas como inclusão, justiça social e equidade no ensino. O dossiê pretende ser uma plataforma para reflexões acadêmicas que abordem os desafios e as práticas no contexto educacional, promovendo uma cultura de direitos humanos.

Revista Esperança Garcia Inicia Chamada para Artigos Acadêmicos e Recruta Novos Avaliadores

A REG, registrada sob o ISSN 2966-0149, é vinculada ao Grupo de Estudos, Pesquisas e Extensões Esperança Garcia (GEPEG/UESPI). O GEPEG é credenciado junto à CAPES e ao CNPq, o que fortalece a legitimidade da revista no cenário acadêmico nacional. De acordo com o coordenador do grupo e professor da UESPI, Elvis Marques, o dossiê tem como principal objetivo aprofundar a discussão sobre o papel da educação na construção de sociedades mais justas, democráticas e inclusivas. Ele observa que o dossiê “Direitos Humanos e Educação” representa um espaço acadêmico crucial para a reflexão crítica sobre as práticas educacionais inclusivas, voltadas especialmente para os direitos das pessoas vulnerabilizadas, um tema que tem ganhado relevância dentro e fora da academia.

“O dossiê se insere em um momento significativo da nossa universidade, contribuindo para a promoção de uma educação que, além de ser técnica, deve ser também transformadora e orientada para a justiça social”, afirma o professor Elvis Marques, destacando a importância desse debate para a formação de cidadãos mais críticos e comprometidos com os direitos humanos.

Os artigos submetidos à revista serão avaliados por meio de um processo de avaliação por pares no modelo double-blind review, onde tanto os avaliadores quanto os autores permanecem anônimos. Para garantir a qualidade científica e a imparcialidade do processo, os critérios de avaliação incluem a originalidade, a relevância acadêmica e social, a fundamentação teórica, a metodologia aplicada e a contribuição para o campo dos direitos humanos e da educação. O professor Marques enfatiza que os artigos precisam estar alinhados aos eixos temáticos propostos, como inclusão educacional e práticas pedagógicas voltadas à promoção de direitos. “Os autores devem garantir que seus artigos estejam formatados de acordo com as normas da revista, que incluem diretrizes específicas sobre a estruturação do texto e a apresentação das referências. Artigos que não atendem aos critérios estabelecidos serão automaticamente desconsiderados”, adverte o coordenador.

Os interessados devem submeter seus trabalhos exclusivamente pela plataforma da revista, acessível no site revista.esperancagarcia.uespi.br, onde estão disponíveis as normas editoriais e as diretrizes completas. Caso surjam dúvidas sobre o processo de submissão, a equipe editorial da REG está disponível para orientações pelo e-mail revista.esperanca.garcia@pcs.uespi.br.

Os artigos poderão ser enviados até o dia 20 de julho de 2025. Após essa data, o processo de avaliação será conduzido entre 21 de julho e 30 de novembro de 2025, com a publicação do dossiê prevista para 5 de janeiro de 2026. O professor Elvis Marques reforça que os prazos são essenciais para garantir a organização e o rigor acadêmico do processo editorial. “É fundamental que os autores cumpram os prazos, pois isso garante que os artigos possam ser avaliados e revisados adequadamente antes da publicação”, acrescenta Elvis Marques.

A chamada está aberta para pesquisadores(as), docentes, estudantes de pós-graduação, profissionais da área de direitos humanos e educação, ativistas e representantes de organizações da sociedade civil que atuam na promoção dos direitos humanos no campo educacional. Entretanto, a REG exige que pelo menos um dos autores possua titulação mínima de graduado (mestrado ou doutorado). Graduandos podem submeter resenhas ou traduções, que também passam pelo rigoroso processo de avaliação, mas essas contribuições devem se alinhar a regras específicas para essa categoria.

Além do dossiê, a revista está aberta à submissão contínua de artigos sobre direitos humanos em diversas temáticas, com a publicação dos artigos aceitos para o fluxo contínuo prevista para o volume 1, número 2, de 2024. Enquanto isso, o dossiê específico será publicado no volume 2, número 1, de 2025. “Esse fluxo contínuo é uma oportunidade para que pesquisadores(as) de diferentes áreas possam contribuir com debates sobre direitos humanos e educação, não necessariamente restritos ao dossiê, mas com a mesma seriedade e qualidade”, conclui o coordenador.

Interessados podem acessar o site da Revista Esperança Garcia para conhecer as normas de submissão e a plataforma de envio: revista.esperancagarcia.uespi.br, ou entrar em contato diretamente com a equipe editorial pelo e-mail revista.esperanca.garcia@pcs.uespi.br.

Além da chamada para artigos, a Revista Esperança Garcia está com inscrições abertas para novos avaliadores, por prazo indeterminado. Os avaliadores selecionados terão a responsabilidade de atuar no processo editorial da revista, analisando artigos científicos nas áreas do Direito e áreas afins, seguindo o sistema de avaliação duplo-cego, que assegura imparcialidade e qualidade nas avaliações. Para participar, é necessário possuir, no mínimo, titulação de mestre, sendo considerado um diferencial estar cursando doutorado ou já ter concluído essa titulação. Candidatas e candidatos deverão se inscrever na seleção enviando e-mail para revista.esperanca.garcia@pcs.uespi.br com a indicação “CANDIDATO(A) – AVALIADOR(A)” no campo “Assunto” e com as seguintes informações no corpo do e-mail: nome completo, titulação acadêmica, nome da instituição de ensino onde concluiu o mestrado, caso esteja cursando doutorado ou tenha concluído, a instituição e ano de conclusão, vínculos institucionais atuais, além do endereço de e-mail, WhatsApp para contato e link para o currículo na plataforma Lattes. Embora não haja remuneração para os avaliadores, os mesmos terão o direito de solicitar uma declaração de participação no Corpo de Avaliadores, que pode ser utilizada para fins de comprovação em Instituições de Ensino Superior ou agências de financiamento à pesquisa.

A seleção será feita com base em critérios como titulação, produção científica e áreas de conhecimento prioritárias, considerando as necessidades do corpo editorial. As inscrições serão processadas à medida que as vagas estiverem abertas e preenchidas, e não há um prazo fixo para a efetivação das inscrições ou envio de negativas.

Biblioteca Central da UESPI amplia acesso ao conhecimento com Portal da CAPES

Por Roger Cunha 

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) aderiu ao Programa de Apoio à Disseminação Científica e Tecnológica da CAPES. Com essa iniciativa, coordenada pela Biblioteca Central e com o suporte do Departamento de Tecnologia da Informação e Comunicação, a comunidade acadêmica dos campi Torquato Neto, FACIME e Clóvis Moura, em Teresina, passou a ter acesso ao Portal de Periódicos da CAPES sem a necessidade de login. A medida facilita a consulta a artigos científicos, livros digitais e bases de dados, contribuindo para a pesquisa e produção acadêmica na universidade.

UESPI amplia acesso ao Portal de Periódicos da CAPES

O Portal de Periódicos da CAPES é uma plataforma que reúne uma ampla coleção de materiais científicos, sendo uma referência para pesquisadores no Brasil. Ele oferece acesso gratuito a artigos de periódicos nacionais e internacionais, livros digitais, e-books, normas técnicas e bases de dados como Scopus, Web of Science, Nature e JSTOR. Além disso, disponibiliza teses e dissertações em diversas áreas do conhecimento. Entre os benefícios do Portal estão o acesso ampliado, que permite a consulta sem a necessidade de credenciais individuais, a facilidade na pesquisa, a possibilidade de elaboração de artigos, monografias e teses com conteúdos atualizados e uma cobertura que abrange praticamente todas as áreas acadêmicas.

De acordo com o bibliotecário Edimar Lopes, o Portal da CAPES é uma ferramenta essencial para estudantes e professores, pois reúne um vasto acervo de artigos científicos, periódicos e bases de dados de diversas áreas do conhecimento. “Nosso objetivo é facilitar o acesso à informação científica de qualidade e auxiliar a comunidade acadêmica no desenvolvimento de suas pesquisas. A biblioteca está sempre disponível para orientar os usuários sobre como utilizar os recursos do portal da melhor forma possível”, destaca.

Edimar Lopes ressalta que muitos estudantes ainda desconhecem a amplitude dos materiais disponíveis no portal e que é fundamental incentivá-los a explorar esse recurso. “O Portal da CAPES oferece acesso a milhares de publicações renomadas, algo que muitas universidades no mundo inteiro valorizam. Precisamos que nossos alunos saibam o quanto essa ferramenta pode ser útil para aprimorar seus trabalhos acadêmicos”, enfatiza.

Além do acesso ao Portal da CAPES, a Biblioteca Central da UESPI oferece serviços como treinamentos para a utilização de bases de dados, normalização de trabalhos acadêmicos, auxílio na busca por referências bibliográficas e empréstimos de livros físicos. “Estamos trabalhando constantemente para melhorar os serviços e atender às demandas dos nossos estudantes e pesquisadores. Nosso papel é proporcionar um ambiente propício para a pesquisa e o aprendizado”, acrescenta.

UESPI amplia acesso ao Portal de Periódicos da CAPES

A equipe da biblioteca conta com profissionais capacitados para auxiliar os usuários na busca e utilização de materiais acadêmicos. A atuação desses profissionais é fundamental para garantir que estudantes e professores tenham acesso às fontes mais relevantes para seus estudos. “Nosso trabalho não se limita apenas a disponibilizar livros e artigos, mas também a ensinar os alunos a pesquisar de forma eficiente e criteriosa. A pesquisa acadêmica exige método e conhecimento técnico, e estamos aqui para ajudar nesse processo”, afirma Edimar Lopes.

O acesso ao Portal da CAPES pode ser realizado dentro do ambiente da universidade ou remotamente, por meio da autenticação federada via Comunidade Acadêmica Federada (CAFe). Essa facilidade permite que os usuários consultem conteúdos científicos de qualquer lugar, ampliando ainda mais as oportunidades de aprendizado e pesquisa. “Muitos alunos não sabem que podem acessar o portal de casa, o que faz uma grande diferença para quem precisa estudar e pesquisar em horários alternativos”, explica o bibliotecário.

Com essas iniciativas, a Biblioteca Central da UESPI reafirma seu papel como um centro de suporte acadêmico essencial, contribuindo diretamente para o avanço da produção científica e para a qualificação dos estudantes e docentes da instituição. “Queremos que cada vez mais alunos e professores utilizem esse recurso e aproveitem ao máximo todo o conhecimento disponível. A informação é a base do desenvolvimento acadêmico e profissional”, finaliza Edimar Lopes.

Para acessar remotamente ao Portal disponibilizamos um tutorial: Acesso_Remoto_Portal_de_periodicos_da_Capes

Bolsas para mestrado e doutorado em inteligência artificial nos Emirados Árabes

Por Roger Cunha 

A Coordenação de Relações Internacionais da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) informa sobre uma importante oportunidade para estudantes interessados em continuar sua formação acadêmica no exterior. A Embaixada do Brasil em Abu Dhabi, por meio do Setor de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTEC), anunciou a abertura de inscrições para programas de pós-graduação (mestrado e doutorado) na Mohamed Bin Zayed University of Artificial Intelligence (MBZUAI), localizada em Abu Dhabi.

Oportunidade de Bolsas de Mestrado e Doutorado nos Emirados Árabes Unidos

A MBZUAI é uma instituição de ensino superior especializada em inteligência artificial (IA) e oferece programas em diversas áreas, como:

  • Aprendizado de máquina
  • Ciência da computação
  • Visão computacional
  • Processamento de linguagem natural
  • Robótica
  • Biologia computacional (em desenvolvimento)
  • Estatística (em desenvolvimento)
  • Interação homem-computador (em desenvolvimento)

Os selecionados terão direito a moradia gratuita e receberão bolsas mensais de USD 2.178 para mestrado e USD 2.722 para doutorado.

O processo seletivo segue o modelo adotado por universidades americanas e exige:

  • Cartas de recomendação (duas para mestrado e três para doutorado);
  • Declaração de pesquisa (para doutorado), detalhando o plano de investigação;
  • Carta de motivação, descrevendo o histórico acadêmico e objetivos profissionais.

Os interessados devem se atentar ao prazo de inscrição, que vai até 31 de maio, com possibilidade de submissões tardias. Para mais informações, acesse o site oficial da MBZUAI (https://mbzuai.ac.ae/) ou entre em contato diretamente com o professor brasileiro Eduardo da Veiga Beltrame, docente e pesquisador de Biologia Computacional na MBZUAI, pelo e-mail eduardo.beltrame@mbzuai.ac.ae.

Essa é uma oportunidade única para acadêmicos brasileiros aprofundarem seus estudos em uma das instituições mais inovadoras do mundo na área de inteligência artificial.

UESPI discute parceria com a Feira Literária de Barra Grande em reunião com a Reitoria

Por Roger Cunha 

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) reafirmou sua parceria com a Feira Literária de Barra Grande (FLIB) em reunião realizada na Reitoria. O encontro teve como objetivo discutir novas formas de colaboração para ampliar a presença da universidade na programação da edição 2025 do evento.

Representantes da UESPI e da FLIB 2025

Realizada no litoral piauiense, a FLIB reúne escritores, pesquisadores, estudantes e o público em geral, promovendo o intercâmbio de ideias e o fortalecimento da literatura no estado. Durante a reunião, foram debatidas iniciativas como a participação ativa da UESPI em mesas-redondas, palestras e lançamentos de livros, além de projetos voltados para o incentivo à leitura e à produção literária. Também foram discutidos apoios institucionais para garantir a realização do evento.

O Vice-Reitor da UESPI, Prof. Dr. Jesus Abreu, destacou a relevância da parceria e o impacto positivo da Feira no cenário literário piauiense. “A UESPI está sempre comprometida com a difusão do conhecimento e o incentivo à leitura. Barra Grande é um ambiente inspirador, e a FLIB tem um papel fundamental na valorização da literatura. Neste ano, a homenageada será a professora Sônia Terra, e também teremos a participação da escritora Joselene Neres, representando nossa comunidade acadêmica. Foi um encontro produtivo e enriquecedor”, ressaltou.

Reunião com a organização da Feira Literária de Barra Grande

A professora Sônia Terra, homenageada desta edição, expressou sua emoção e gratidão pelo reconhecimento. “Recebo essa homenagem com muita alegria. É um reconhecimento ao trabalho que desenvolvi à frente da Fundação Cultural do Estado do Piauí, sempre buscando promover e difundir a cultura e a literatura piauiense. A FLIB se tornou um evento de referência nacional, proporcionando encontros entre autores, artistas e leitores de todo o Brasil. Fazer parte dessa história é extremamente gratificante”, afirmou.

Reunião com a organização da Feira Literária de Barra Grande

Com uma programação diversificada, a edição 2025 da FLIB reforça seu compromisso com a valorização da literatura e a conexão entre escritores, acadêmicos e leitores. A parceria com a UESPI fortalece esse propósito, consolidando a universidade como uma instituição comprometida com o desenvolvimento cultural e educacional do estado.

UESPI amplia frota de transporte com aquisição de duas novas vans

Por Roger Cunha 

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) recebeu duas novas vans que irão fortalecer a infraestrutura de transporte da instituição. O investimento busca atender às necessidades acadêmicas e administrativas, beneficiando diretamente estudantes, professores e servidores em deslocamentos para atividades externas e institucionais.

Novas Vans chegaram para ampliar o transporte na UESPI

A aquisição das novas vans visa otimizar o suporte logístico da UESPI, proporcionando mais eficiência e segurança no transporte de alunos para visitas técnicas, aulas de campo e eventos acadêmicos. Além disso, os veículos também contribuirão para a realização de atividades administrativas, garantindo suporte a setores estratégicos da universidade.

O Reitor em exercício da UESPI, Prof. Dr. Jesus Abreu, expressou entusiasmo com a chegada dos novos veículos e destacou a relevância desse investimento para a comunidade acadêmica. “Fico feliz por encerrar este período com boas notícias. As duas novas vans chegam para enriquecer e fortalecer as atividades acadêmicas dos nossos alunos, garantindo mais acessibilidade e suporte para o ensino e pesquisa”, afirmou.

O chefe do Setor de Transportes da UESPI, Marcos Antônio, também enfatizou a importância dos veículos para a rotina acadêmica e administrativa da instituição. “Essa aquisição representa um avanço significativo para a universidade. As novas vans serão fundamentais para apoiar as alunas e alunos nas atividades de campo, além de auxiliar a parte administrativa da UESPI, garantindo deslocamentos mais organizados e seguros”, destacou.

A chegada das novas vans reforça o compromisso da UESPI com a excelência no ensino e na gestão universitária. Com um transporte mais eficiente e adequado às demandas acadêmicas, a instituição busca proporcionar melhores condições para o desenvolvimento educacional e a mobilidade de sua comunidade.

As novas vans serão fundamentais para apoiar as atividades acadêmicas

Essa iniciativa integra um conjunto de ações estratégicas para modernizar a estrutura da UESPI, garantindo que professores, alunos e servidores tenham o suporte necessário para desempenhar suas atividades com qualidade e segurança.

UESPI fortalece presença digital com crescimento de seus canais oficiais

Por Roger Cunha

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) vem ampliando sua presença digital e fortalecendo sua comunicação com a comunidade acadêmica e o público em geral. Em 2024, os números demonstram um crescimento significativo em seus canais oficiais no YouTube, Instagram e WhatsApp, consolidando-se como uma referência em conteúdos institucionais e educativos.

Participe dos nossos canais no Instagram e no WhatsApp.

No YouTube, o canal UESPI Oficial teve um ano de grande expansão, conquistando 1.275 novos inscritos e alcançando a marca de 105,4 mil visualizações em seus conteúdos. Ao longo do ano, foram publicados 163 vídeos, que geraram 4.195 marcações “gostei”, 71 comentários e 1.784 compartilhamentos, evidenciando um engajamento crescente do público. O vídeo mais assistido acumulou 436 horas de exibição, abordando o passo a passo para o acesso ao e-mail institucional, enquanto o Short de maior repercussão foi “O que é a Constituição Federal”, e a transmissão ao vivo mais vista foi a Aula 5 de Matemática Básica.

Além do sucesso no YouTube, a UESPI também celebra o crescimento expressivo do Canal de Editais da UESPI no Instagram, que agora conta com 6 mil membros. O canal tem sido uma ferramenta essencial para a divulgação de oportunidades acadêmicas e institucionais, alcançando mais de 3,5 mil visualizações nos conteúdos publicados. No WhatsApp, o canal de comunicação da universidade também tem se consolidado, ultrapassando 2 mil visualizações, garantindo mais acessibilidade e interação com alunos, professores e a sociedade.

Fique por dentro e participe dos nossos canais:

Os números refletem o esforço contínuo da UESPI em modernizar seus canais de comunicação e tornar as informações institucionais mais acessíveis ao público.

Repositório Institucional da UESPI atinge 1.000 trabalhos acadêmicos em menos de um ano

Por Roger Cunha 

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) celebra um marco significativo na disseminação do conhecimento científico: o Repositório Institucional, lançado em janeiro de 2025, já conta com 1.000 trabalhos acadêmicos depositados. Esse crescimento expressivo não apenas destaca a importância da plataforma, mas também reforça o compromisso da universidade com a valorização da produção intelectual e a democratização do acesso à pesquisa.

Acesse em: https://sistemas2.uespi.br/

Gerenciado pela Biblioteca Central, o Repositório Institucional tem como principal objetivo armazenar, preservar e divulgar a produção acadêmica gerada na UESPI. O acervo do repositório abrange uma vasta gama de documentos, incluindo Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs), monografias, dissertações, teses, artigos científicos, relatórios técnico-científicos, e até anais de simpósios e seminários de iniciação científica realizados pela universidade.

Além de ser um espaço de arquivamento, o repositório é uma verdadeira biblioteca digital, permitindo aos usuários o download gratuito dos trabalhos acadêmicos. A plataforma possibilita uma busca fácil e rápida, com filtros como autor, orientador, campus, curso, assunto e área do conhecimento, garantindo acesso facilitado tanto para estudantes e pesquisadores quanto para a sociedade em geral.

O bibliotecário Edimar Lopes, responsável pela gestão do Repositório Institucional, destaca a importância dessa iniciativa para a preservação e divulgação da produção acadêmica da UESPI. Segundo ele, o repositório tem um papel fundamental ao consolidar toda a produção científico-acadêmica da universidade em um único local, facilitando o acesso e garantindo a segurança dos conteúdos. “Antes, a produção científica estava espalhada pela universidade. O repositório é o espaço que reúne tudo em um sistema único, o que facilita tanto a busca quanto a disseminação desses trabalhos. Mais importante ainda, ele garante a preservação dessa produção. O conteúdo digital, ao contrário do impresso, está protegido contra danos e se mantém acessível ao longo do tempo, graças à gestão segura da universidade”, explica Edimar Lopes.

Ele também destaca o alcance global do repositório, que, além de atender à comunidade acadêmica interna, está aberto para o público externo. “Agora, qualquer pessoa pode acessar esses trabalhos e ter contato com o conhecimento produzido na UESPI, não apenas alunos e professores, mas qualquer interessado, seja no Brasil ou no exterior”, complementa o bibliotecário.

Foto – Acervo ASCOM UESPI

Edimar Lopes também fala sobre o processo de submissão, que, segundo ele, foi planejado para ser simples e direto, garantindo que os alunos da UESPI possam facilmente contribuir com o repositório. Para submeter um trabalho, o aluno deve acessar o SIGAA, navegar até o módulo da biblioteca e seguir o tutorial disponível na página da Biblioteca Central. A descrição do trabalho, indicação de autor e orientador, além da anexação do TCC e do termo de autorização para publicação, são etapas essenciais. “O processo de submissão é bem tranquilo. O aluno preenche as informações necessárias sobre seu trabalho e anexa o arquivo. A grande novidade é o termo de autorização, no qual ele dá permissão para que o trabalho seja divulgado no repositório. Também solicitamos a assinatura do orientador, para garantir que o trabalho foi devidamente aprovado e está apto para ser publicado”, explica.

Ele também destaca que, caso os alunos não sigam corretamente os passos do tutorial, o sistema pode rejeitar o envio até que as correções sejam feitas. “Às vezes, o aluno pula uma etapa ou coloca informações incorretas. Nesses casos, pedimos que ele revise o tutorial e faça os ajustes necessários”, explica o bibliotecário.

Para Edimar Lopes, um dos principais impactos do Repositório Institucional é a democratização do acesso à informação científica. Ele destaca que a plataforma facilita o acesso à produção acadêmica da UESPI, o que pode gerar um aumento na visibilidade dos trabalhos realizados na universidade. “Ao disponibilizar os trabalhos online, há uma maior possibilidade de citações, o que aumenta a visibilidade da pesquisa da UESPI, tanto para pesquisadores locais quanto internacionais”, comenta.

No âmbito da pesquisa, o repositório também facilita o levantamento sobre patentes e áreas de estudo. “Os alunos podem indicar se seu trabalho está vinculado a patentes, o que é fundamental para a pesquisa científica. Além disso, o repositório serve como uma base de dados para quem deseja identificar linhas de pesquisa e orientadores em determinadas áreas do conhecimento”, afirma Edimar.

Em relação ao ensino, o Repositório Institucional serve como material pedagógico complementar. “Os artigos, dissertações e outros conteúdos podem ser utilizados pelos alunos como material de apoio. É uma forma de enriquecer o aprendizado, proporcionando acesso a conteúdos didáticos de alta qualidade”, explica o bibliotecário.

Quanto à extensão, o repositório tem um impacto significativo na sociedade. “A sociedade externa tem acesso a esse conhecimento, o que pode beneficiar empresas, comunidades e organizações que podem utilizar essas produções científicas em suas áreas de atuação”, finaliza Edimar Lopes.

O Repositório Institucional da UESPI está disponível para consulta e download gratuito de seus conteúdos no seguinte endereço: https://sistemas2.uespi.br/.

Bibliotecas da UESPI em transformação, modernização, expansão e tecnologia

Por Roger Cunha 

As bibliotecas da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) estão passando por um amplo processo de transformação, que inclui investimentos em infraestrutura, modernização dos serviços e ampliação do acesso ao acervo físico e digital. À frente da gestão da Biblioteca Central, desde 2020, a professora Conceição Bezerra, do curso de Biblioteconomia, destaca as principais ações em andamento e as expectativas para o futuro das bibliotecas da instituição.

A nova biblioteca tem dois pavimentos e terá uma plataforma elevatória para promover a acessibilidade

A construção da nova sede da Biblioteca Central é uma das ações mais aguardadas pela comunidade acadêmica. O novo espaço pretende oferecer melhores condições para estudo e pesquisa, além de otimizar a disposição do acervo. A Profa. Conceição Bezerra ressalta que a mudança de estrutura será um marco para a universidade. “No que diz respeito à estrutura física, em breve serão resolvidas com a conclusão da construção de sua nova sede. Entretanto, a comunidade acadêmica ainda não atentou para a importância de frequentar e vivenciar a biblioteca da sua universidade. Hoje, a comunidade externa experiencia muito mais a biblioteca do que a própria comunidade acadêmica. Nossas expectativas são de que esse quadro seja alterado com a inauguração da nova sede.”

Foto Acervo ASCOM-UESPI

 

Além da nova Biblioteca Central, outro projeto em andamento é a reforma da Sala de Leitura, que proporcionará um espaço adequado para estudo e reuniões acadêmicas. Atualmente, os alunos utilizam mesas localizadas no mesmo ambiente do acervo, mas, segundo Conceição Bezerra, a reativação da Sala de Leitura será “uma conquista para toda a comunidade acadêmica, proporcionando um ambiente mais confortável e adequado para pesquisa e aprendizado”.

A ampliação do acervo também tem sido uma prioridade. Entre 2023 e 2024, a UESPI investiu R$ 542.793,97 na compra de 380 títulos e 9.783 exemplares. A Profa. Conceição explica que essa aquisição foi planejada para atender as necessidades de todos os campi. “Desses exemplares, 6.065 foram destinados aos campi do interior e 3.495 para os campi da capital. O critério para a escolha dos livros tem base nos projetos pedagógicos dos cursos, garantindo que o acervo atenda diretamente às demandas acadêmicas”.

Além da aquisição de livros físicos, a universidade também está em processo de contratação de uma biblioteca virtual, que permitirá o acesso a mais de 10 mil títulos para toda a comunidade acadêmica. Esse serviço é uma resposta à crescente demanda por materiais digitais e à necessidade de democratizar o acesso à informação.

Foto Acervo ASCOM-UESPI

O avanço tecnológico também tem sido uma das frentes de trabalho da gestão das bibliotecas. A implantação do Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (SIGAA) trouxe uma série de benefícios, como automação de produtos e serviços, integração da comunidade acadêmica ao sistema e geração automática de fichas catalográficas. A Profa. Conceição detalha o impacto dessa modernização. “Com a implantação do Módulo Biblioteca no SIGAA, ao longo de cinco meses, a equipe de bibliotecários e técnicos da DTIC trabalhou na migração de 14 mil registros catalográficos do antigo sistema para o SIGAA. Foram realizadas diversas customizações para otimizar a experiência dos usuários e, hoje, contamos com benefícios como autoarquivamento no repositório institucional e a possibilidade de autoatendimento pelo SIGAA, onde todos os cadastrados no sistema poderão realizar o empréstimo de livros”.

Foto Acervo ASCOM-UESPI

O Repositório Institucional da UESPI foi aperfeiçoado e agora permite que alunos e professores façam o depósito de seus trabalhos acadêmicos diretamente na base de dados. A Diretora da biblioteca destaca que essa ferramenta fortalece a visibilidade da produção científica da UESPI. “A divulgação da produção científica da universidade é um dos principais impactos dessa modernização. Todos os trabalhos já estão sendo depositados e disponibilizados online para consulta e download, mediante autorização formal dos autores. Esse é um passo importante para a preservação e disseminação do conhecimento produzido na UESPI”.

Atualmente, a UESPI busca expandir a integração das bibliotecas criando uma rede unificada entre os campi. No momento, essa integração contempla apenas as bibliotecas dos campi de Teresina: Torquato Neto, Clóvis Moura e Centro de Ciências da Saúde. No entanto, a professora explica que há desafios para estender essa conexão ao interior. “Para a integração das bibliotecas dos campi do interior será necessária a contratação de bibliotecários para a gestão local dessas unidades de informação. Esse é um trabalho especializado, baseado em métodos internacionais de organização de bibliotecas. Queremos proporcionar um serviço padronizado, garantindo que os alunos de todos os campi tenham acesso igualitário aos recursos”.

Além dos investimentos em estrutura e tecnologia, a UESPI também está adquirindo mobiliários novos, equipamentos antifurto e tecnologias assistivas para alunos com deficiência visual. A intenção é garantir acessibilidade e segurança para todos os usuários.

Com a inauguração da nova sede da Biblioteca Central e a reativação da Sala de Leitura, a comunidade acadêmica contará com um ambiente mais moderno e serviços automatizados. A Profa. Conceição destaca que o objetivo da gestão é proporcionar cada vez mais autonomia aos usuários e otimizar o acesso ao conhecimento. “Estamos trabalhando para que as bibliotecas da UESPI estejam cada vez mais conectadas às necessidades da nossa comunidade acadêmica. Queremos que os alunos e professores façam parte desse processo, utilizem os serviços e nos ajudem a melhorar cada vez mais”.

A expectativa é que, nos próximos anos, as bibliotecas da UESPI estejam totalmente integradas, oferecendo um suporte completo ao ensino, à pesquisa e à produção científica.

 

Projetos do curso de zootecnia do Campus Corrente da UESPI fortalecem o agropecuário local

Por Roger Cunha 

O curso de Zootecnia do Campus Corrente da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) desenvolve programas e projetos voltados para o aprimoramento da formação acadêmica e o fortalecimento das cadeias produtivas agropecuárias da região. Com iniciativas que aliam teoria e prática, docentes e discentes realizam pesquisas e ações extensionistas para melhorar a produtividade e a sustentabilidade do setor.

Coordenado pelo professor Dr. Hermógenes Santana Júnior, com colaboração da professora Cíntia Araújo, o programa Práticas Ativas na Zootecnia tem como objetivo fortalecer o protagonismo estudantil por meio de metodologias inovadoras que conectam teoria e prática. Segundo o professor Hermógenes, o programa engloba diversos projetos e conta com o envolvimento de todos os docentes do curso.

Uma das frentes do programa é a busca pela elevação da produtividade das pastagens, aliando densidade animal e melhoramento genético. “Seguimos o conceito moderno de produtividade por área, associando produtividade da pastagem, densidade animal e ganho por animal”, explica o Prof. Hermógenes. Ele destaca ainda a colaboração do professor Gleyson Vieira, que coordena um projeto de acasalamento dirigido para aprimoramento genético.

O programa também promove capacitações e eventos que aproximam a academia dos produtores. “Tivemos uma capacitação conduzida pelo egresso João Vitor Félix sobre escrituração zootécnica, além de palestras com o professor Gurgel, da UFPI, e a professora Juliana Barros sobre atualização de cultivares”, acrescenta Hermógenes Santana.

No campo da sanidade animal, a professora Dra. Kelma Costa lidera o projeto Ações Investigativas da Sanidade do Leite e Disseminação do Saber, focado na melhoria da qualidade do leite produzido na região. O projeto visa minimizar a contaminação do leite, prevenindo zoonoses e promovendo boas práticas na ordenha.

“A compreensão sobre a melhoria da qualidade do leite foi favorecida pelo diálogo com estudantes e produtores, identificando falhas no processo de ordenha e implementando boas práticas, como higienização de equipamentos e controle da sanidade da vaca”, explica Kelma Costa.

A docente também enfatiza a relevância das ações para a saúde pública. “Métodos simples, como o teste da caneca de fundo escuro e o California Mastitis Test (CMT), podem reduzir significativamente a incidência de mastite, impactando diretamente a segurança alimentar do consumidor”, afirma. Além disso, o projeto avalia aspectos sensoriais do leite, garantindo maior aceitabilidade do produto pelo mercado.

A professora Dra. Juliana Barros lidera o projeto Avaliação Morfológica de Pastagens Submetidas à Adubação Foliar e Aminoácida na Microrregião de Corrente, que busca aumentar a produtividade e sustentabilidade das pastagens na região.

“O projeto permite que os estudantes desenvolvam habilidades técnicas em manejo de pastagens e nutrição vegetal, além de aprenderem metodologias de pesquisa e análise de dados”, ressalta Juliana. Segundo ela, os benefícios se estendem para toda a cadeia produtiva, impactando a economia local com o fortalecimento da pecuária leiteira e de corte.

Entre os principais impactos do projeto, estão o aumento da produtividade pecuária, a redução da pressão ambiental e o fortalecimento econômico da região. “Com pastagens mais produtivas, os produtores reduzem custos com suplementação alimentar e obtêm maior retorno financeiro, promovendo desenvolvimento rural sustentável”, explica a professora.

Para aproximar a academia da comunidade, o projeto investe na transferência de tecnologia por meio de cartilhas, eventos e parcerias com cooperativas e instituições locais. “A participação de produtores e a adoção de novas práticas são fundamentais para que possamos transformar a realidade do setor agropecuário na região”, conclui Juliana Barros.

A extensão universitária, nesse contexto, desempenha um papel fundamental ao estreitar os laços entre a UESPI e a comunidade. Um exemplo disso é a Expocorrente, maior evento agropecuário do interior do Piauí, onde as iniciativas acadêmicas são apresentadas ao público, possibilitando a troca de conhecimentos e o fortalecimento de parcerias. “Projetos como esses são essenciais para a evolução do setor agropecuário, pois transformam a pesquisa em soluções concretas para os desafios locais”, conclui o professor Hermógenes Santana Júnior.

A atuação do curso de Zootecnia da UESPI evidencia a importância da universidade na qualificação de profissionais e no fortalecimento do setor agropecuário no sul do Piauí. Os projetos e programas desenvolvidos consolidam a instituição como referência na geração de conhecimento e no apoio ao desenvolvimento rural sustentável.

Para conhecer mais sobre esses e outros projetos do curso, basta acessar o Instagram: https://www.instagram.com/zootecniauespi/.

Bolsas de estudo para pós-graduação para professores da Fundação Carolina

Por Roger Cunha

A Coordenação de Relações Internacionais da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) convida os professores da instituição a conhecerem uma excelente oportunidade de aprimoramento acadêmico e profissional com a Fundação Carolina, da Espanha. A Fundação oferece bolsas de estudo para programas de pós-graduação em diversas modalidades, com benefícios adicionais, promovendo o acesso a uma educação de excelência.

As inscrições para as bolsas da Fundação Carolina 2025-2026 estarão abertas de janeiro até 3 de abril de 2025. Para os interessados, a instituição realizará uma palestra informativa sobre a convocatória da bolsa no dia 5 de fevereiro, às 12h (horário do Brasil). Para participar, basta se inscrever no link disponibilizado: Inscrição para a palestra.

A Fundação Carolina visa promover a expansão dos estudos e a especialização do conhecimento de universitários, professores, pesquisadores e profissionais da América Latina. Com o objetivo de contribuir para o alcance da Agenda 2030, as bolsas apoiam as áreas de educação inclusiva e de qualidade (ODS 4), igualdade de gênero (ODS 5), sociedades inclusivas (ODS 16) e desenvolvimento sustentável (ODS 17).

Os programas de bolsas abrangem cursos de pós-graduação oferecidos por universidades e centros de treinamento de excelência, priorizando a inovação acadêmica. O processo de inscrição é realizado inteiramente por meio do site da Fundação.

Para mais informações, acesse os links abaixo:

Em caso de dúvidas, os professores podem entrar em contato diretamente com a Coordenação de Relações Internacionais da UESPI pelo e-mail cri@uespi.br.

Não perca essa oportunidade única de ampliar seus horizontes acadêmicos e contribuir para o desenvolvimento sustentável global!

Confira os editais: Bolsa Fundação Carolina palestra informativa

Convocatoria de Bolsas Fundacao Carolina 2025-2026 (1)

UESPI vai realizar apresentação do termo de convênio com o SESC para esclarecimento de dúvidas

Por Roger Cunha

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) convida toda a comunidade acadêmica, incluindo professores, servidores terceirizados e alunos, para a apresentação do Termo de Convênio firmado com o Serviço Social do Comércio (SESC). O evento, que tem como objetivo esclarecer dúvidas sobre os benefícios e as oportunidades geradas pela parceria, será realizado no dia 31 de janeiro de 2025, das 10h às 12h, no Auditório do Palácio do Pirajá, com transmissão ao vivo pelo canal da UESPI no YouTube através do link: https://www.youtube.com/live/JNoTMmgJfSo.

Palácio Pirajá – UESPI / Foto: Roger Cunha (ASCOM)

A parceria entre a UESPI e o SESC oferece benefícios exclusivos para os servidores da instituição e seus dependentes, além de oportunidades de estágio curricular e extracurricular para os alunos da universidade. Durante a apresentação, serão abordados todos os aspectos do convênio, desde os serviços disponíveis nas unidades do SESC no estado até as condições para que alunos e servidores possam acessar essas vantagens.

As unidades do SESC em Teresina, Parnaíba, Luís Correia, Floriano, Oeiras e Picos serão responsáveis por oferecer os benefícios, que incluem acesso a atividades culturais, recreativas, educacionais e descontos em diversos serviços. A parceria também visa criar um ambiente de aprendizado prático para os estudantes da UESPI, por meio de estágios remunerados nas unidades do SESC.

Assinatura do Termo entre UESPI e SESC

A apresentação será conduzida por representantes da UESPI e do SESC, que vão estar à disposição para sanar todas as dúvidas sobre a implementação do convênio e os procedimentos necessários para a adesão aos benefícios. Para garantir a ampla participação, o evento também será transmitido ao vivo, permitindo que todos possam acompanhar as informações e tirar suas dúvidas, mesmo à distância.

A UESPI ressalta a importância da presença da comunidade acadêmica neste momento de esclarecimento, que visa garantir que todos os servidores e alunos compreendam completamente as oportunidades geradas pela parceria.

Confira o canal oficial da UESPI no youtube:

Nota Informativa SISU 2025

A UESPI informa que devido ao atraso na divulgação dos resultados do Sistema de Seleção Unificada (SISU) pelo Ministério da Educação (MEC), o início das matrículas, previsto para as 14h do dia 27 de janeiro, poderá ser adiado.

Essa situação afeta todas as universidades do país que utilizam o SISU como forma de ingresso e já há uma comunicação do próprio MEC em suas plataformas digitais.

A instituição está acompanhando o caso e manterá a comunidade acadêmica informada assim que houver novas atualizações.

Reforçamos a importância de acompanhar os comunicados oficiais por meio do site da UESPI e de nossas redes sociais. Agradecemos a compreensão de todos.

Encerramento do Programa Pró-Equidade na UESPI reflete avanços e projeta novas ações para 2025

Por Roger Cunha 

No auditório do Palácio Pirajá, em Teresina, foi realizada a cerimônia de encerramento da 4ª edição do Programa Pró-Equidade de Gênero, Raça e Diversidade da Universidade Estadual do Piauí (UESPI). O evento marcou o encerramento das atividades de 2024, celebrando as conquistas do programa e projetando novas metas para o próximo ano.

Encerramento do Programa Pró-Equidade de Gênero, Raça e Diversidade 2024 reúne reflexões e expectativas para o futuro

Criado para promover inclusão e igualdade no ambiente universitário, o Pró-Equidade se consolidou como uma importante ferramenta de transformação social. Durante a solenidade, professores, gestores, representantes do governo e parlamentares debateram o impacto do programa na UESPI e em toda a sociedade piauiense.

A professora Samaira Souza, diretora do Departamento de Programas e Projetos de Extensão (DPPE), avaliou os resultados de 2024 e revelou as expectativas para o futuro. “É um prazer participar deste evento, que marca a última etapa das atividades do programa neste ano. O Pró-Equidade desenvolveu um trabalho fundamental em nossa instituição, promovendo o diálogo, a comunicação assertiva e o respeito às diferenças. Nosso maior objetivo foi trazer essa transformação de dentro para fora, envolvendo servidores, estagiários e toda a comunidade acadêmica. Para 2025, o foco será fortalecer essas iniciativas e ampliar os impactos positivos dentro e fora da universidade”.

Encerramento do Programa Pró-Equidade de Gênero, Raça e Diversidade 2024 reúne reflexões e expectativas para o futuro

A diretora do Departamento de Assuntos Estudantis e Comunitários (DAEC), professora Aline Meneses, destacou o significado do selo de qualidade esperado para 2025. “Hoje celebramos mais do que um selo; comemoramos um processo de inclusão vivido por toda a instituição. Este programa permitiu debates importantes sobre equidade de gênero, raça e diversidade. Nossa meta é levar essa experiência a todos os campi da UESPI, expandindo o impacto do Pró-Equidade e fortalecendo o compromisso com a igualdade dentro da universidade”.

O Reitor da UESPI, professor Dr. Evandro Alberto, reforçou a importância do programa para a construção de uma universidade mais inclusiva. “Essa ação promoveu um espaço de conscientização e transformação. O comitê responsável fez um trabalho brilhante ao organizar eventos e dialogar sobre direitos, inclusão e democracia. Essas políticas impactam não apenas a UESPI, mas também a sociedade, ao criar um ambiente de acolhimento e reconhecimento. Parabéns a todos os envolvidos nesse movimento”.

Encerramento do Programa Pró-Equidade de Gênero, Raça e Diversidade 2024 reúne reflexões e expectativas para o futuro

Zenaide Lustosa, Secretária Estadual das Mulheres, destacou a integração do Pró-Equidade com as políticas públicas do estado. “O programa tem sido essencial para enfrentar questões como assédios e violências de gênero no ambiente acadêmico. A UESPI demonstrou um compromisso admirável ao desenvolver práticas que promovem a igualdade e a diversidade. Isso reflete diretamente no enfrentamento às desigualdades e na construção de uma sociedade mais justa”.

O deputado estadual Marcus Vinícius e o vereador Carlos Eduardo participaram da solenidade e elogiaram as iniciativas do Pró-Equidade. O Deputado Marcus Vinícius afirmou que “o programa nos aproxima do sonho de uma sociedade mais igualitária. Essas ações precisam transcender os muros da universidade e alcançar toda a comunidade, criando uma cultura de acolhimento e respeito às diferenças”.

O vereador Carlos Eduardo complementou dizendo que  “quando falamos em equidade, nos referimos a oferecer as condições necessárias para que todos possam alcançar seus objetivos. A UESPI desempenha um papel crucial ao colocar esse tema em pauta e inspirar a construção de uma sociedade mais justa”.

Encerramento do Programa Pró-Equidade de Gênero, Raça e Diversidade 2024 reúne reflexões e expectativas para o futuro

Com o encerramento das atividades de 2024, o Programa Pró-Equidade de Gênero, Raça e Diversidade inicia a construção de novas estratégias para o próximo ano. A expectativa é expandir as ações para os demais campi da UESPI e reforçar a sensibilização da comunidade acadêmica sobre a importância da inclusão e da igualdade. O evento destacou o papel da UESPI como referência em políticas de equidade, promovendo um ambiente de diálogo e respeito que beneficia não apenas a universidade, mas toda a sociedade piauiense.

UESPI e SESC firmam convênio com benefícios para servidores e oportunidades de estágio para estudantes

Por Roger Cunha

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) firmou dois convênios com o Serviço Social do Comércio (SESC) para oferecer benefícios exclusivos aos servidores e dependentes da instituição, além de oportunidades de estágio curricular e extracurricular para os alunos da UESPI. A parceria reforça o compromisso das duas entidades em promover o desenvolvimento educacional, cultural e profissional no estado do Piauí.

Assinatura do convênio entre UESPI E SESC

O Reitor da UESPI, Professor Dr. Evandro Alberto, destacou a importância da iniciativa tanto para os servidores quanto para os estudantes, celebrando o fortalecimento da relação com o SESC. Segundo ele, a parceria representa um marco significativo na integração entre as instituições. “Muito importante, estamos animados. Recebemos aqui hoje o presidente do SESC que esteve conosco pactuando duas importantes ações para a Universidade Estadual do Piauí. Primeiro, um convênio para estágio extracurricular e curricular, inserindo os nossos estudantes na estrutura do SESC. Outro é justamente a utilização e acolhimento dos serviços. SESC é uma instituição muito importante para o país e para o estado do Piauí, e nós celebramos esses dois convênios.

O Reitor também ressaltou os benefícios diretos para os servidores e dependentes da FUESPI, que agora poderão usufruir da ampla estrutura do SESC. “A partir de agora, os nossos profissionais e servidores já podem procurar o SESC, fazer a sua carteirinha e utilizar o convênio para obter descontos em diversos serviços oferecidos pelo SESC no estado. É uma parceria muito importante, que traz desenvolvimento e acolhimento”, afirmou.

Assinatura do convênio entre UESPI E SESC

O presidente em exercício do SESC, Denis Cavalcante, reforçou o entusiasmo da instituição em firmar a parceria com a UESPI, destacando o impacto positivo na comunidade acadêmica. “Considerando a importância da Universidade Estadual para a comunidade piauiense, é motivo de orgulho e satisfação para o SESC estar próximo de entidades como essa. Hoje, firmamos duas parcerias: renovamos a parceria de estágios curriculares e extracurriculares e também garantimos que os colaboradores e servidores da UESPI utilizem toda a estrutura do SESC com valores diferenciados na categoria de conveniado”, explicou.

Além dos benefícios diretos para os servidores e seus dependentes, o convênio também promove a inserção dos estudantes da UESPI em estágios remunerados nas unidades do SESC, proporcionando uma formação prática essencial para o mercado de trabalho. Representando a Pró-Reitoria de Extensão, Assuntos Estudantis e Comunitários (PREX) , a professora Dra. Aline Martins Diolindo Meneses, destacou a relevância dessa iniciativa para os alunos da universidade. “Hoje é um momento muito importante para a comunidade acadêmica uspiana, porque firmamos um convênio com uma instituição de excelência no nosso contexto nacional. Esse convênio contribui para a formação dos nossos alunos, tanto a nível curricular como extracurricular, além de reforçar a política de permanência, já que os estágios remunerados oferecem uma contrapartida financeira para os estudantes”, enfatizou.

A parceria abrange diversas áreas e serviços do SESC no Piauí, com unidades em Teresina, Parnaíba, Luís Correia, Floriano, Oeiras e Picos. Os servidores e estudantes interessados podem procurar as unidades para obter mais informações e aderir aos benefícios, ampliando as oportunidades de desenvolvimento acadêmico, profissional e cultural.

Solenidade de posse dos Diretores e Vice-Diretores dos Campi e Centros da UESPI marca novo ciclo de gestão

Roger Cunha 

Na manhã desta quinta-feira, dia 16 de janeiro, o auditório do Palácio Pirajá, em Teresina, foi palco de um momento solene que reafirma o compromisso da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) com a educação e a excelência acadêmica. A solenidade de posse dos Diretores e Vice-Diretores dos campi e centros da instituição reuniu a administração superior, os empossados, membros da comunidade acadêmica e convidados.

Posse dos Diretores e Vice-Diretores dos Campi e Centros da UESPI

O Reitor da UESPI, professor Dr. Evandro Alberto, destacou a importância desse momento para a universidade. “Vocês têm uma grande missão e são fundamentais nesse processo de gestão da universidade. Somos gestão e trabalhamos pela e para a universidade e a comunidade uespiana. Uns irão dar continuidade aos trabalhos que vinham sendo feitos, outros irão promover novos projetos, mas juntos vamos em busca de destacar a UESPI como instituição de ensino superior fundamental para o Estado”, afirmou.

O Reitor também enfatizou o alinhamento com o governo estadual e a busca por recursos junto a parlamentares, destacando a maior captação financeira da história da UESPI. “Estamos modernizando, melhorando a estrutura e humanizando o ambiente universitário. É uma missão que consagra cada um dos diretores e diretoras naquilo que têm de melhor: gerir a universidade de forma eficiente e humana”.

Posse dos Diretores e Vice-Diretores dos Campi e Centros da UESPI

O Vice-Reitor da UESPI, professor Dr. Jesus Abreu, também expressou entusiasmo com a cerimônia e destacou a união em prol da instituição. “Este é um momento de acolhimento dos novos diretores, dos eleitos, reempossados e dos que assumiram esse compromisso conosco. Nós, da administração superior, estamos de braços abertos, numa corrente positiva pela UESPI”.

Profa. Rosa Mamede, nova diretora do campus de Piripiri, destacou a alegria e o desafio de assumir a nova função. “É um desafio, mas é com grande alegria que estou assumindo esse cargo. Espero contribuir para que o nosso campus continue a crescer”.

Posse dos Diretores e Vice-Diretores dos Campi e Centros da UESPI

Profa. Artemária Coelho de Andrade, diretora reeleita do Centro de Tecnologia e Urbanismo (CTU), ressaltou o compromisso com a evolução da unidade. “É emocionante ver todos unidos pelo mesmo propósito de fazer a UESPI crescer. No CTU, enfrentamos uma luta incansável e, com fé, acreditamos numa grande guinada. Temos a promessa de um prédio novo, cuja licitação deve acontecer ainda neste semestre. Seguiremos trabalhando com a equipe, alunos, professores e técnicos”.

O prof. Alcir Rocha dos Santos, do campus de Corrente e que também foi reconduzido ao cargo, reafirmou seu compromisso com a continuidade dos trabalhos. “É uma sensação muito boa dar continuidade a um trabalho bem recebido pela comunidade acadêmica, sempre contando com o apoio da administração superior. Serão mais quatro anos de esforço para que o campus continue crescendo”.

Posse dos Diretores e Vice-Diretores dos Campi e Centros da UESPI

A profa. Valdirene Gomes de Sousa, diretora do Centro de Ciências da Educação, Comunicação e Artes (CCECA), também falou sobre o significado de sua recondução ao cargo. “É um momento de muita alegria, mas também de reafirmar o compromisso. Sabemos que é sempre um trabalho desafiador mais seguimos com dedicação para atender às necessidades da nossa comunidade acadêmica”.

Posse dos Diretores e Vice-Diretores dos Campi e Centros da UESPI

Logo após a posse, os diretores tiveram um momento de conhecer algumas pró-reitorias e diretores que fazem parte da instituição. Esse encontro foi essencial para fortalecer os laços institucionais e promover uma integração entre as diferentes áreas da UESPI, garantindo maior sinergia nas ações e projetos futuros. O contato direto com os representantes da administração superior  vem permitir e alinhar expectativas e reforçar o compromisso com os objetivos estratégicos da universidade.

Posse dos Diretores e Vice-Diretores dos Campi e Centros da UESPI

A solenidade simboliza o início de uma nova etapa para a UESPI, fortalecendo o compromisso com a formação acadêmica de qualidade e o desenvolvimento regional. Os diretores e vice-diretores empossados assumem a responsabilidade de conduzir suas unidades com dedicação, empenho e inovação, consolidando a UESPI como uma referência no ensino superior.

Confira mais fotos das solenidades em: https://drive.google.com/drive/folders/15Sp64wXYxQ1n9eJ1LTC20tk64OhuLqg3?usp=sharing

“Reconhecemos os esforços dos diretores que participaram desta gestão”

Por Roger Cunha 

Na manhã desta quarta-feira, 15 de janeiro, a Universidade Estadual do Piauí (UESPI) realizou uma solenidade para agradecer aos gestores que encerraram suas atividades em diferentes diretorias das unidades universitárias. O evento aconteceu no auditório do Palácio Pirajá e reuniu representantes da comunidade acadêmica. O objetivo foi destacar as contribuições dos gestores e criar um espaço para que compartilhassem suas experiências à frente das diretorias. Durante o evento, foi discutido os avanços alcançados em suas gestões e as perspectivas para o futuro da universidade.

Solenidade para agradecer aos gestores que encerraram suas atividades em diferentes diretorias.

O Reitor da UESPI, Prof Dr. Evandro Alberto, destacou a relevância do trabalho coletivo no fortalecimento da instituição. “Reconhecemos os esforços dos diretores que participaram desta gestão. Cada um contribuiu para o avanço da universidade, deixando sua marca. Nosso desejo é que os novos gestores continuem esse trabalho, pensando sempre na universidade e na sua transformação para melhor atender aos estudantes”.

O Vice-Reitor, Professor Dr. Jesus Abreu, abordou o significado do evento para a comunidade acadêmica. “Manifestamos nossa gratidão aos diretores que estão concluindo suas gestões e reconhecimento pelos desafios superados e resultados obtidos. A contribuição de cada um foi essencial para o progresso da universidade”.

Solenidade para agradecer aos gestores que encerraram suas atividades.

O professor Mike Melo, ex-diretor do campus de Piripiri, avaliou os resultados de sua gestão. “Foram oito anos de trabalho em que conseguimos melhorias na infraestrutura, ampliação do corpo docente e fortalecimento da pesquisa e da extensão. Esperamos que a nova gestão continue com essa dedicação, ouvindo as demandas de todas as classes”.

A professora Fernanda Raquel, representando o campus de Uruçuí, abordou a importância do reconhecimento institucional aos gestores. “A entrega dos certificados reflete o trabalho desenvolvido ao longo dos anos. É importante que esse tipo de homenagem seja contínuo, valorizando as trajetórias dentro da UESPI”.

Solenidade para agradecer aos gestores que encerraram suas atividades. Na foto, a Diretora da Facime, profa. Fabiana

O professor Luiz Gonzaga, ex-diretor do Centro de Ciências Agrárias (CCA), descreveu os avanços obtidos em sua gestão. “Durante nossa atuação, realizamos melhorias como a construção de uma sede administrativa e a modernização dos campos experimentais. Essas ações permitiram avanços nos cursos e beneficiaram a comunidade acadêmica”.

A solenidade marcou um momento de transição e reflexão, destacando as realizações dos gestores e estabelecendo perspectivas para os novos desafios que a universidade enfrentará.

Solenidade para agradecer aos gestores que encerraram suas atividades.

Para assistir à cerimônia na íntegra, acesse o canal da UESPI no YouTube através do link: https://www.youtube.com/watch?v=dRJgzdLFbEQ.

UESPI vai realizar solenidades de agradecimento e posse de diretores

Por Roger Cunha 

Nos dias 15 e 16 de janeiro de 2025, a Universidade Estadual do Piauí (UESPI) vai realizar duas solenidades no auditório do Palácio Pirajá, a partir das 8 horas da manhã. Os eventos marcam a transição de gestão, com homenagens aos gestores que encerram seus mandatos e a posse dos diretores eleitos e reeleitos.

Palácio Pirajá – UESPI / Foto: Roger Cunha (ASCOM)

No dia 15, será promovida uma solenidade de agradecimento aos gestores que encerraram suas atividades em diferentes diretorias. Entre os homenageados estará o professor Mike Melo, reconhecido por sua atuação no período. A programação do dia inclui uma recepção na reitoria,  às 8h, e a abertura oficial às 9h. Durante a cerimônia, os gestores terão espaço para compartilhar suas experiências e contribuições.

Programação – 15 de janeiro:

  • 8h às 8h45: recepção na reitoria
  • 9h: Início da solenidade
  • 10h: Fala dos gestores que atuaram na UESPI
  • 12h: Encerramento

No dia 16, será realizada a cerimônia de posse dos diretores para o novo período administrativo. O evento contará com interações com Pró-Reitorias e setores estratégicos da universidade, além de pronunciamentos do reitor e do vice-reitor.

Programação – 16 de janeiro:

  • 8h às 8h45: recepção na reitoria
  • 9h: Início da solenidade de posse
  • 10h: Pronunciamento do Reitor e Vice-reitor
  • 10h30: Momento com a PROPLAN (Pró-Reitoria de Planejamento)
  • 11h30: Momento com a Auditoria UESPI
  • 12h30: Momento com a PRAD (Pró-Reitoria de Administração)
  • 13h30: Encerramento

Ambas as solenidades serão transmitidas ao vivo pelo canal oficial da UESPI no YouTube: www.youtube.com/@UESPIoficial.

A comunidade acadêmica e a sociedade em geral estão convidadas a prestigiar esses momentos importantes, que reforçam o compromisso da UESPI com a gestão participativa, a valorização de seus gestores e a continuidade administrativa.

 

I Seminário Científico do CCHL promove debate e valorização das ciências humanas e letras na UESPI

Por Roger Cunha 

O curso de Licenciatura em Letras Espanhol da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), Campus Poeta Torquato Neto, realizou o I Seminário Científico do Centro de Ciências Humanas e Letras (CCHL). O evento reuniu alunos, professores e a comunidade acadêmica para apresentações e discussões sobre pesquisas na área de ciências humanas e letras.

Professor Demócrito de Oliveira Lins, coordenador do curso de Letras Espanhol.

O seminário teve como objetivo principal fomentar a divulgação das pesquisas realizadas no campo das ciências humanas, ampliando seu alcance para além da comunidade acadêmica. Durante o evento, estudantes do curso de Letras Espanhol apresentaram trabalhos científicos, demonstrando a relevância das áreas de letras e ciências humanas para o desenvolvimento crítico e científico da sociedade.

O Seminário nasceu da necessidade de ampliar a divulgação das pesquisas realizadas nessas áreas. Segundo o professor Demócrito de Oliveira Lins, coordenador do curso de Letras Espanhol e membro da comissão organizadora, o evento foi pensado para romper barreiras e preconceitos relacionados às ciências humanas. O que motivou esse seminário foi a percepção de que as pesquisas na nossa área têm pouca visibilidade. O objetivo é levar nossas produções além do ambiente acadêmico, mostrando para a sociedade que as ciências humanas têm muito a contribuir para o pensamento crítico e o desenvolvimento social”.

Participação dos alunos, professores e membros da comunidade acadêmica

O professor Demócrito destacou, ainda, a importância do seminário para enfrentar preconceitos que ainda persistem sobre a legitimidade científica das ciências humanas. “Muitas vezes, a ideia de ciência está associada apenas a laboratórios, microscópios e experimentos físicos. Nosso evento quer deixar claro que as ciências humanas também são ciência, com métodos próprios e impactos significativos na sociedade. Essa é uma oportunidade de mostrar a relevância do nosso trabalho”.

O evento também buscou reforçar o papel essencial da criticidade, característica central das ciências humanas. Para o professor, isso é particularmente relevante no cenário atual. “Vivemos um momento em que a criticidade, uma das marcas das ciências humanas, vem sendo cada vez mais desvalorizada. Esse seminário é um passo importante para reafirmar a importância dessa capacidade de análise, interpretação e reflexão, que é indispensável para qualquer sociedade democrática”.

Aluna apresentando pesquisa no campo das ciências humanas e letras

A aluna Kathleen Costa, veterana do curso de Letras Espanhol, ressaltou a importância do evento para a formação acadêmica dos alunos, especialmente para aqueles que estão iniciando sua trajetória na universidade. “É fundamental para os alunos perceberem que o curso de espanhol não está voltado apenas para a educação, mas também para a pesquisa acadêmica. O seminário é uma oportunidade para mostrar que o nosso curso tem relevância científica, contribuindo para a internacionalização e o fortalecimento das ciências humanas”.

O Seminário é uma iniciativa que vai além de um simples encontro acadêmico. Ele reafirma a relevância das ciências humanas no cenário científico e cultural e incentiva o desenvolvimento de projetos que impactam tanto a academia quanto a sociedade. Eventos como esse são essenciais para mostrar que a produção científica não está restrita às áreas tecnológicas e biológicas, mas que também abrange, de forma significativa, o campo das letras e das ciências humanas. O I Seminário Científico do CCHL é um marco na valorização do pensamento crítico e no reconhecimento da importância científica das ciências humanas, contribuindo para uma sociedade mais reflexiva e integrada.

UESPI abre 1.550 vagas gratuitas para cursos de Licenciatura a distância

Por Roger Cunha

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI), por meio do Núcleo de Educação a Distância (NEAD) e em parceria com o Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB), lançou o Edital NEAD/UESPI/UAB Nº 001/2025, que regulamenta o processo seletivo para ingresso nos cursos de licenciatura na modalidade a distância.

São ofertadas 1.550 vagas distribuídas entre os cursos de Pedagogia, Letras (Português, Inglês e Espanhol), História e Matemática, em 26 polos presenciais espalhados por todo o estado do Piauí.

O Reitor da UESPI, Professor Dr. Evandro Alberto de Sousa, celebrou a iniciativa como uma importante ação para democratizar o ensino superior no estado. “Este edital reafirma o compromisso da UESPI com a ampliação da educação de qualidade em todas as regiões do Piauí. São mais de 1.500 vagas gratuitas e com uma proposta de formação sólida. Além disso, já estamos planejando dobrar essa oferta nos próximos editais, ampliando ainda mais o alcance da nossa universidade”.

Lançamento do Edital NEAD/UESPI/UAB Nº 001/2025 / Foto: Roger Cunha – ASCOM UESPI

As inscrições para o processo seletivo acontecem de 10 a 30 de janeiro de 2025 e devem ser feitas exclusivamente online pelo site nucepe.uespi.br. Para participar, os candidatos deverão realizar uma prova de redação em Língua Portuguesa, que será aplicada no dia 16 de março de 2025. O início das aulas está previsto para abril.

A inclusão social também é um destaque do edital: 50% das vagas são reservadas para o sistema de cotas, garantindo oportunidades para grupos historicamente desfavorecidos. O Vice-Reitor, Professor Dr. Jesus Abreu, destacou a relevância dessa política: “O acesso ao ensino superior transforma vidas e fortalece comunidades. Hoje, ampliamos não só o número de vagas, mas também a diversidade dos cursos ofertados, que incluem áreas como História, Matemática e Letras. Esse é um passo importante para reduzir desigualdades e oferecer novas perspectivas de futuro para milhares de piauienses”.

O vice-reitor destacou o edital com tantas vagas

A Diretora do NEAD, Professora Dra. Nayana Pinheiro, reforçou o compromisso com a qualidade dos cursos. “Estamos muito felizes com o lançamento deste edital. Nossa expectativa é formar novos profissionais com a excelência que a UESPI já consolidou. Para isso, utilizamos a plataforma Moodle, que é moderna e eficiente, garantindo que nossos alunos tenham acesso ao melhor conteúdo e suporte pedagógico”.

A Diretora do NEAD agradeceu a todos e todas que trabalharam para o lançamento do edital

Além disso, Nayana Pinheiro destacou o impacto positivo do NEAD ao alcançar diferentes comunidades do estado. “A educação a distância é uma ferramenta poderosa de inclusão. Ela permite que pessoas em regiões distantes tenham acesso ao ensino superior público e de qualidade, algo que é fundamental para promover desenvolvimento e transformação social”.

A parceria entre a UESPI e a Secretaria de Estado da Educação (SEDUC) foi apontada como estratégica para atender às demandas do estado. A superintendente de Gestão da Educação Básica e Superior da SEDUC, Viviane Carvalhedo, enfatizou a importância do edital. “O Piauí é um dos poucos estados que oferecem ensino superior público em todos os municípios. Este vestibular chega em um momento crucial, pois há uma carência de professores em áreas específicas. A oferta de cursos como Pedagogia, Matemática e Letras é essencial para suprir essa demanda e melhorar os indicadores educacionais do nosso estado”. Viviane Carvalhedo também destacou o impacto social da iniciativa. “Cada vaga preenchida representa uma oportunidade de transformar vidas, não apenas para os alunos, mas também para suas famílias e comunidades. A escolaridade é um dos pilares para o aumento do IDH, e essa ação é um grande passo nesse sentido”. 

O edital não apenas oferece oportunidades educacionais, mas também reflete o compromisso da UESPI com o desenvolvimento social e econômico do Piauí. Ao longo dos anos, a universidade tem se consolidado como uma referência em educação a distância, promovendo inclusão, inovação e qualidade.

O Reitor da UESPI afirmou que o trabalho, agora, é aumentar o número de vagas

Para o Reitor Dr. Evandro Alberto, a ampliação da oferta é apenas o começo de um projeto ainda mais ambicioso. “Estamos investindo em um modelo de ensino que leva o nome da UESPI para todos os cantos do Piauí. E essa expansão só será possível graças à dedicação de nossa equipe e ao apoio da Seduc. Nossa meta é garantir que todos os piauienses tenham acesso ao ensino superior e possam, a partir disso, construir um futuro melhor para si e para suas comunidades”.

Para mais informações sobre o edital e detalhes do processo seletivo, assista à live do lançamento do edital disponível no canal oficial da UESPI no YouTube. Confira o vídeo no link: https://www.youtube.com/watch?v=riYe1A1qvwI.

Garanta já a sua vaga! Acesse o site nucepe.uespi.br e faça sua inscrição gratuitamente.

Professora da UESPI lança livro sobre inclusão social de surdos em comunidade rural no Piauí

Por Roger Cunha

Em uma pequena comunidade rural do Piauí, a inclusão social e a diversidade linguística ganham destaque por meio da obra “Inclusão Social de Surdos Plurilíngues no Povoado Várzea Queimada/PI”, da Professora Doutora Telma Franco, docente do Curso de Pedagogia no Campus Heróis do Jenipapo da Universidade Estadual do Piauí (UESPI). O livro, fruto de uma ampla pesquisa, aborda as especificidades de uma realidade marcada por práticas plurilíngues e iniciativas inclusivas em um dos cenários mais desafiadores do semiárido piauiense.

Obra “Inclusão Social de Surdos Plurilíngues no Povoado Várzea Queimada/PI”

A obra revela a dinâmica singular do povoado de Várzea Queimada, no qual ouvintes e surdos interagem de forma criativa e solidária, utilizando diferentes formas de comunicação, como a Língua Brasileira de Sinais (Libras), a Cena (língua de sinais nativa da comunidade) e o português. Apesar das adversidades estruturais, a comunidade se destaca pela inclusão efetiva, promovendo a participação dos surdos em diversas esferas sociais.

Segundo a autora, o ponto de partida da pesquisa foi o interesse em compreender como se dava a inclusão escolar dos surdos na comunidade. “Fiquei curiosa ao saber que eles tinham uma língua própria, a Cena, e imaginei que talvez essa língua não fosse utilizada como primeira língua na escola. Ao iniciar a coleta de dados, percebi que o cenário era ainda mais complexo, o que ampliou o escopo do estudo para a inclusão social como um todo”, destaca a professora Telma.

Durante o desenvolvimento da pesquisa, os desafios foram inúmeros, principalmente relacionados à comunicação. “Trabalhar com duas línguas de sinais e o português foi desafiador. Tivemos que contar com intérpretes fluentes em Libras e na Cena, além de enfrentar dificuldades na transcrição de depoimentos devido à falta de equivalência de sinais”, explica.

Outro obstáculo enfrentado foi a interação com alguns membros da comunidade que, mesmo familiarizados com a Cena, apresentavam níveis variados de fluência. A falta de domínio da Libras pelos professores locais e a ausência de uma abordagem pedagógica adaptada também chamaram a atenção da pesquisadora.

Entre as principais descobertas, Telma Franco destaca o papel central da Sena na vida dos surdos de Várzea Queimada. “O que mais me surpreendeu foi perceber que, mesmo os ouvintes que afirmam não dominar a Cena, conseguem se comunicar razoavelmente bem com os surdos. Essa interação reforça a solidariedade comunitária”, comenta. No entanto, a falta de progresso escolar entre os surdos mais antigos, devido à ausência de recursos linguísticos adequados, revelou a necessidade urgente de ações inclusivas no campo educacional.

Capa da obra “Inclusão Social de Surdos Plurilíngues no Povoado Várzea Queimada/PI”.

O livro surge como uma importante ferramenta para fomentar discussões sobre inclusão social. “Minha intenção é atrair o olhar para a situação real dos surdos. É preciso ouvir suas expectativas e sugestões para melhorar a qualidade da educação e promover sua cidadania de forma plena. Espero que a obra sirva de referência para repensar a inclusão em outros contextos similares.”

A autora espera que o livro desperte debates sobre inclusão e inspire ações mais efetivas. “A intenção é dar visibilidade às histórias dos surdos de Várzea Queimada e de outras comunidades semelhantes. Precisamos ouvi-los, entender suas expectativas e construir uma sociedade que realmente os inclua como cidadãos plenos”, reflete Telma.

A obra traz não apenas uma reflexão sobre inclusão, mas também um chamado para que comunidades, escolas e políticas públicas olhem com mais atenção para as necessidades reais dos surdos. O livro serve como referência para educadores, pesquisadores e gestores que desejam promover uma inclusão social efetiva, ancorada no respeito às diferenças e no protagonismo dos sujeitos.

UESPI avança com investimentos de R$ 75 milhões nos Campi

Por Roger Cunha 

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) segue avançando com um amplo pacote de obras que visa transformar a infraestrutura de seus campi em todo o estado.

No Campus Torquato Neto, em Teresina, os investimentos já somam cerca de R$ 40 milhões, dentro de um montante total de R$ 75 milhões destinados à modernização de toda a universidade.

Canteiro de obras na UESPI / Foto: Roger Cunha – ASCOM UESPI

Thalita Souza, Diretora do Departamento de Engenharia e Arquitetura (DENG), responsável pela elaboração dos projetos e acompanhamento das obras, destacou o compromisso com a revitalização do campus. “Temos um projeto ambicioso para resgatar e modernizar toda a infraestrutura do Torquato Neto. São reformas e construções que garantem mais conforto, segurança e acessibilidade para toda a comunidade acadêmica”, afirmou.

Entre as obras mais significativas no campus, estão:

– Construção de seis blocos de salas de aula, com investimento de R$ 23,2 milhões. Segundo Thalita, as entregas ocorrerão de forma escalonada: “Serão entregues dois blocos já no primeiro trimestre de 2025, outros dois blocos em 2026 e, por fim, mais dois blocos no final do mesmo ano, totalizando seis blocos de salas de aula, divididos em centros integrados de ensino”.

– Construção da nova biblioteca, atualmente em andamento, com orçamento de R$ 1,5 milhão. “A biblioteca é uma estrutura essencial para o desenvolvimento acadêmico, e a obra está avançando conforme o planejado”, destacou a diretora.

– Reformas emergenciais nos setores 21, 18 e 19, que somam R$ 1,1 milhão, já concluídas. “Esses espaços passaram por revitalização completa, garantindo salas de aula mais modernas e adequadas às necessidades dos alunos e professores”, explicou Thalita.

– Reforma da cobertura da quadra poliesportiva, entregue recentemente, com um investimento de R$ 85 mil.

 – Manutenção e reforma dos setores 15 e 17, com obras finalizadas no valor de R$ 558 mil.

– Subestação elétrica, executada no valor de R$ 98 mil, garantindo melhorias na infraestrutura energética do campus.

  • Canteiro de obras na UESPI / Foto: Roger Cunha – ASCOM UESPI

Além das obras já entregues e em andamento, Thalita mencionou o projeto de reforma da sala de leitura, que está atualmente em fase de licitação junto à Secretaria de Infraestrutura do Estado. O valor previsto para a obra é de R$ 613 mil. Ela também destacou o andamento do projeto de acessibilidade e combate a incêndio, que faz parte das exigências para garantir a segurança e adequação do campus às normas técnicas.

“Nosso foco não é apenas modernizar, mas garantir que todos os projetos sigam padrões de acessibilidade e segurança. Queremos que todos os usuários do campus, sejam alunos, professores ou servidores, tenham espaços que promovam inclusão e conforto”, ressaltou Thalita.

A diretora reforçou ainda a importância dos investimentos na estrutura do Torquato Neto: “Esse campus é o coração da UESPI. Por isso, o volume de obras aqui é tão significativo, mas vale lembrar que os investimentos estão se estendendo a todos os campi da universidade no estado”.

Canteiro de obras na UESPI – Campus Clóvis Moura.

Além das reformas já mencionadas, Thalita Souza informou que novas obras estão em planejamento e devem começar em 2025. “Nosso objetivo é reformar todos os blocos do Campus Torquato Neto. Já temos projetos prontos, e a previsão é que as novas obras sejam iniciadas no próximo ano, seguindo um cronograma que prioriza a melhoria contínua da infraestrutura universitária”, detalhou.

Ela também destacou o impacto positivo dessas obras para a rotina acadêmica: “As intervenções no Torquato Neto são apenas uma parte do esforço para transformar a UESPI. Com esses investimentos, os alunos terão salas de aula mais modernas, laboratórios adequados e estruturas que incentivam um ensino de qualidade”.

As entregas do Centro Integrado de ensino, composto pelos novos blocos de salas de aula, seguirão o seguinte cronograma:

  • Primeiro trimestre de 2025: Entrega dos dois primeiros blocos.
  • 2026: Entrega de mais dois blocos no meio do ano e os dois blocos finais até novembro de 2026.

“A divisão das entregas por etapas é uma estratégia para garantir que os novos espaços possam ser utilizados o mais rapidamente possível. Queremos atender as demandas crescentes de nossos estudantes e professores com agilidade”, explicou Thalita.

Thalita Souza ressaltou ainda que o pacote de modernização abrange todos os campi da UESPI, como as obras em Parnaíba, Floriano, Picos, Uruçuí, Bom Jesus e outros polos do estado. “Esses investimentos refletem o compromisso do Governo do Estado com a educação superior. São melhorias estruturais que impactam diretamente a qualidade do ensino oferecido pela UESPI e o bem-estar da comunidade acadêmica”, finalizou a diretora do DENG.

Canteiro de obras na UESPI / Foto: Roger Cunha – ASCOM UESPI

Segundo o Reitor, Professor Doutor Evandro Alberto, essas ações visam proporcionar uma infraestrutura moderna e equipada, atendendo às demandas da comunidade acadêmica e melhorando o ambiente de ensino. “Estamos vivendo uma verdadeira revolução na infraestrutura da UESPI. Com obras que você pode tocar e ver, estamos transformando a universidade em um grande canteiro de obras”, destacou.

No campus Poeta Torquato Neto, em Teresina, a universidade já entregou reformas em vários blocos, incluindo melhorias em climatização e infraestrutura. “Reformamos vários blocos no Poeta Torquato Neto, melhorando toda a infraestrutura, com climatização e modernização, para entregarmos ambientes melhores à comunidade acadêmica”, disse o Reitor.

Além disso, dois novos prédios estão em fase de conclusão, com previsão de entrega entre fevereiro e março de 2025. Outras quatro novas edificações estão programadas: duas para 2025 e duas para 2026, totalizando seis novos prédios equipados com recursos modernos, como ar-condicionado e projetores instalados. “Essas novas estruturas permitirão que os estudantes e professores tenham espaços adequados para ensino e pesquisa, algo que era muito necessário”, afirmou.

Já no Centro de Tecnologia e Urbanismo – CTU, próximo ao Torquato Neto, um novo bloco de salas de aula será entregue no início de 2025, acompanhado de uma ampla reforma prevista para os próximos meses. 

Canteiro de obras na UESPI – Campus Clóvis Moura

No campus Clóvis Moura, as obras incluem a ampliação e reforma da biblioteca e a construção de um bloco de salas de aula com banheiros integrados. “Estamos reformando e ampliando a biblioteca para atender melhor os nossos alunos, além de construir um novo bloco de salas de aula que contará com bateria de banheiros, garantindo conforto e funcionalidade”, explicou o reitor.

No interior do estado, o avanço é igualmente notável. No campus de Bom Jesus, uma grande reforma está em fase de finalização, com entrega programada para 2025. O prédio será completamente climatizado e contará com projetores instalados. “Estamos investindo na modernização do campus, que contará com toda a estrutura necessária para oferecer um ensino de qualidade”, afirmou o Prof. Evandro Alberto. Em Uruçuí, a construção e a reforma já estão em andamento, enquanto em Corrente a obra será iniciada após assinatura do contrato prevista para janeiro de 2025. “Já homologamos a licitação de Corrente e estamos aguardando apenas a assinatura para dar início à execução da obra”, detalhou.

Canteiro de obras na UESPI / Foto: Roger Cunha – ASCOM UESPI

O campus de Floriano está recebendo melhorias, enquanto o de Oeiras já recebeu novos equipamentos. Em São Raimundo Nonato, o projeto para novas construções será licitado em 2025, mas reformas iniciais no valor de R$ 500 mil já foram realizadas. “Estamos trabalhando para garantir que todos os nossos campi recebam as melhorias necessárias, sempre priorizando as demandas mais urgentes de cada unidade”, destacou o reitor.

A UESPI também está investindo no campus central de Parnaíba, onde, em parceria com o governo federal, está sendo construído o Centro de Especialidades Odontológicas (CEO). O investimento, avaliado em R$ 5,5 milhões, prevê uma grande reforma nas três unidades do campus. “Esse é um projeto importante, que vai beneficiar tanto a comunidade acadêmica quanto a população, oferecendo um serviço especializado em odontologia”, explicou. Além disso, estão previstas licitações para reformas nos campi de Piripiri e Campo Maior em 2025.

Canteiro de obras na UESPI / Foto: Roger Cunha – ASCOM UESPI

O reitor destacou ainda o planejamento para a conclusão da biblioteca central, uma antiga demanda da comunidade acadêmica, com previsão de entrega em 2025. “A biblioteca é um sonho antigo, e estamos trabalhando para que ela seja uma realidade no próximo ano, oferecendo um espaço moderno e funcional para nossos estudantes e professores”, afirmou.

“Trabalhamos alinhados com o governo do estado para entregar ambientes modernos e equipados que atendam às necessidades da sociedade”, enfatizou o reitor. Essa transformação é resultado do esforço coletivo de professores, técnicos, colaboradores e gestores, que têm se dedicado à implementação dessas mudanças. “Estamos proporcionando não apenas melhorias físicas, mas um salto na qualidade do ensino e da formação dos nossos estudantes. Essa evolução reflete nosso compromisso em oferecer uma universidade mais preparada para enfrentar os desafios do futuro”, concluiu.

Alunos do curso de Educação Física da UESPI apresentam conhecimentos em mostra acadêmica

Por Roger Cunha 

  1. A Universidade Estadual do Piauí (UESPI), Campus Poeta Torquato Neto, foi palco de mais uma edição da Mostra de Trabalhos e Atividades Curriculares do curso de Educação Física, envolvendo alunos dos 1º, 2°, 3º, 4º e 5º períodos. O evento, realizado sob a orientação das professoras Patrícia Uchôa e Yula Menezes, faz parte de um programa que ocorre ao final de cada semestre, com o objetivo de socializar e integrar os conhecimentos adquiridos ao longo das disciplinas.

Mostra de trabalhos e atividades curriculares do curso de educação física do campus Poeta Torquato Neto

Para a professora Patrícia Uchôa, a mostra é um momento significativo não apenas para os alunos, mas também para o curso como um todo. “Esse projeto de extensão acontece todo o período, no final de cada semestre. É um momento especial onde os alunos compartilham os conhecimentos adquiridos durante as disciplinas e apresentam trabalhos, socializando esse aprendizado. É uma forma de integração, onde os blocos estão unidos, os alunos escutam as outras apresentações e aprendem mais, compartilhando conhecimento e fortalecendo a vivência acadêmica”, destacou.

A professora Yula Menezes reforçou a importância do programa, que está em funcionamento desde 2017. “O objetivo principal é integrar e socializar os conhecimentos adquiridos durante o período. É também uma oportunidade de confraternização acadêmica, onde os professores têm a chance de ver como seus alunos crescem e se desenvolvem para que essa prática se torne parte do futuro profissional de cada um.”

Mostra de Trabalhos e Atividades Curriculares do curso de Educação Física

Os alunos participantes destacaram como a mostra contribui para sua formação acadêmica e profissional. Matheus Bacelar, do 1º período, ressaltou a relevância da atividade para sua trajetória profissional. “Essa mostra nos permite refletir sobre o que aprendemos e compartilhar com o público. Por exemplo, no meu trabalho, abordamos o desenvolvimento humano desde o período intrauterino até a velhice, explorando os domínios motores, físicos, cognitivos e psicossociais, mostrando a complexidade do ser humano.”

Mostra de Trabalhos e Atividades Curriculares do curso de Educação Física

Já Raíssa Quixapa, também do curso de Educação Física, enfatizou a troca de conhecimentos como um dos aspectos mais importantes. “Futuramente, isso servirá como bagagem sociocultural para todos. Apresentamos as fases do crescimento e desenvolvimento humano e como a estimulação da atividade física é importante desde cedo. Além disso, desmistificamos o estereótipo de que Educação Física é apenas ‘jogar bola’, mostrando a profundidade dessa área.”

Klaivert Janielson, do 3º período, reforçou a importância da mostra como uma oportunidade para aprofundar os conhecimentos técnicos. “Na minha opinião, essa mostra nos permite aprofundar os estudos na área da cinesiologia, como questões de eixo e alavanca. Isso nos ajuda a adquirir mais conhecimento e também a compartilhar o que aprendemos com os colegas”, explicou.

Mostra de Trabalhos e Atividades Curriculares do curso de Educação Física

Para Waldrian Kawm, do 5º período, a atividade se destaca pelo impacto na carreira acadêmica. “Essa mostra é superimportante porque permite observar vários temas que são de interesse social e da Educação Física como um todo. No meu caso, o trabalho que apresentei pode até ser levado para um congresso no futuro, agregando pontuação acadêmica e ampliando minhas possibilidades de pesquisa e formação”, afirmou.

A Mostra de Trabalhos e Atividades Curriculares terá continuidade no próximo dia 7 de janeiro, com a segunda parte do projeto, envolvendo novas atividades desenvolvidas pelos alunos. A expectativa é que mais produções sejam apresentadas, reforçando o papel do evento como uma ferramenta essencial na formação dos futuros profissionais da Educação Física.

Mostra de Trabalhos e Atividades Curriculares do curso de Educação Física

Com apresentações de banners, integração entre períodos e uma abordagem ampla de temas relevantes para a área, a mostra se consolida como um espaço de aprendizado mútuo, valorização acadêmica e inovação no ensino de Educação Física.

Curso de Biologia da UESPI promove aula prática sobre manejo de BOIDAE

Por Roger Cunha 

No Campus Poeta Torquato Neto, da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) foi realizada uma aula prática especial para os alunos do curso de Biologia, abordando o manejo de BOIDAE. A atividade, conduzida pelo professor Lúcio Mattos, teve como foco a preservação dessas espécies, a importância de seu papel na ecologia e o desmonte de mitos e preconceitos em torno desses animais.

Aula prática sobre manejo de boídeos

As aulas práticas no curso de Biologia proporcionam aos estudantes momentos de aprendizado valiosos, fortalecendo a conexão entre teoria e prática. Para enriquecer a formação dos futuros biólogos, o curso realiza atividades como visitas ao Bioparque, parcerias com profissionais que possuem animais legalizados, e o manejo ocasional de espécies do ambiente local. Essas iniciativas são essenciais para fomentar a preservação e ampliar o conhecimento sobre a fauna.

“Esses animais são alvo de muito preconceito e má informação há muito tempo. Eu tento há 35 anos tirar da cabeça das pessoas esse tipo de pensamento. Quando conseguimos uma aula prática como essa, buscamos promover o contato dos alunos com um animal tão mal visto e formar futuros pesquisadores que possam dar continuidade ao trabalho de desmistificação e preservação,” destacou o professor Lúcio Mattos.

Ele enfatizou que o estado do Piauí ainda conta com poucos pesquisadores dedicados ao estudo de serpentes. “No Piauí, quantos pesquisadores com serpentes tem? Eu, Davi Pantoja, da Federal, essa professora aqui e a professora Simone Mouzinho, quatro pessoas que eu saiba estão preocupados em desmistificar um animal, quatro pessoas, num estado inteiro. O resto do estado, você sabe como é que vivem os animais, né? Se vê uma jiboia, mata uma jiboia, uma salamanta, animais que não têm uma gota de veneno. Por quê? Porque as pessoas são preconceituosas e desinformadas,” afirmou.

Essas atividades destacam o compromisso do curso com a formação de profissionais capacitados e engajados com a preservação e a conscientização ambiental.

Aula prática sobre manejo de boídeos

Jacqueline Lustosa, ambientalista e presidente do CABAR, reforçou a importância do manejo de boídeos na formação dos futuros biólogos. “É de extrema importância que o futuro biólogo tenha esse contato com as cobras, perca o medo e aprenda como fazer uma contenção. Isso é essencial não só para proteger as pessoas, mas também para salvar esses animais, que, infelizmente, são vistos como uma ameaça e muitas vezes terminam sendo mortos. Esses animais desempenham um papel fundamental na natureza,” destacou Jacqueline Lustosa.

Para os estudantes, o contato direto com os BOIDAE representa uma oportunidade valiosa de aprendizado e conscientização. Andréa Santiago, aluna do curso de Biologia, destacou a relevância da prática para sua formação profissional. “As aulas do professor Lúcio, especialmente as de ofídios, são extremamente importantes porque nos ajudam a desmistificar preconceitos que muitas pessoas têm sobre serpentes. Elas são frequentemente mortas por acharem que possuem veneno ou que são uma ameaça, mas, na verdade, fazem muito bem para o ecossistema,” explicou a estudante.

Aula prática sobre manejo de boídeos

Ela também enfatizou o caráter preventivo dessas práticas: “Vejo essa atividade como uma maneira de ajudar a mudar a mentalidade das pessoas e preservar essas espécies que são cruciais para o equilíbrio ecológico.”

A aula prática reforçou o compromisso do curso de Biologia da UESPI com a formação integral de seus alunos, promovendo não apenas o aprendizado técnico, mas também a conscientização ambiental. A atividade serviu como uma ponte entre teoria e prática, preparando os estudantes para atuar como multiplicadores do conhecimento adquirido e contribuir para a preservação da biodiversidade.

 

Cartilha de Saúde Bucal e Violência uma parceria entre instituições para transformar o cuidado

Por Roger Cunha 

Uma nova cartilha lançada em parceria entre a Coordenação Geral de Saúde Bucal (CGSB) do Ministério da Saúde, o Grupo Práxis da UESPI e outras instituições nacionais promete transformar a maneira como profissionais de saúde bucal enfrentam situações de violência. Intitulada “A Saúde Bucal e o Enfrentamento das Violências”, a publicação será apresentada durante o 42º Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo (CIOSP), em 25 de janeiro de 2025, na Arena Saúde Bucal.

A Saúde Bucal e o Enfrentamento das Violências

A cartilha surge como um material essencial para capacitar equipes de saúde bucal na identificação de sinais de violência e no manejo adequado desses casos, ampliando o cuidado integral no Sistema Único de Saúde (SUS).

A ideia de criar a cartilha nasceu das reuniões do SIG Violência e Saúde Bucal, promovidas pela Coordenação Geral de Saúde Bucal (CGSB) do Ministério da Saúde. Durante esses encontros, profissionais e pesquisadores discutiram a necessidade de um material que abordasse o papel da equipe de saúde bucal na identificação e enfrentamento das mais variadas formas de violência. “A cartilha foi uma ideia da Coordenação Geral de Saúde Bucal, que, através das reuniões do SIG Violência e Saúde Bucal, convidou os membros para a elaboração do material”, explica a professora Brunna Verna, do Grupo Práxis da UESPI e uma das colaboradoras do projeto.

Práxis- UESPI

A cartilha destaca como os profissionais de saúde bucal podem se tornar aliados estratégicos no combate às violências. Segundo Bruna Verna, o material apresenta orientações práticas para que dentistas e demais integrantes da equipe identifiquem sinais de abuso, notifiquem os casos às autoridades competentes e, quando necessário, encaminhem os pacientes a outros níveis de atenção ou redes de apoio. “A ideia é mostrar como a equipe de saúde bucal, como parte da Atenção Primária à Saúde, pode identificar situações de violência, manejá-las adequadamente e, em casos necessários, referenciá-las para outras instâncias do sistema de saúde ou rede de proteção”, explica Bruna Verna.

A Saúde Bucal e o Enfrentamento das Violências

Além disso, a cartilha busca fortalecer a compreensão dos profissionais sobre a importância da atuação integrada no SUS, ressaltando como a atenção à saúde bucal pode impactar diretamente a vida de pessoas em situação de vulnerabilidade.

O desenvolvimento da cartilha foi possível graças a uma articulação coordenada entre diferentes instituições. A professora destaca o papel estratégico da CGSB e do Grupo Práxis, bem como o apoio do Mestrado Profissional em Gestão e Saúde Coletiva da UNICAMP. “A Coordenação Geral de Saúde Bucal do Ministério da Saúde conseguiu liderar muito bem a articulação dos grupos de pesquisa, incluindo o Práxis UESPI. Minha atuação como docente no Mestrado Profissional em Gestão e Saúde Coletiva também foi primordial para viabilizar colaborações dessa relevância”.

Essas colaborações resultaram não apenas na cartilha, mas também em projetos de extensão e pesquisa com projeção nacional e internacional. “Estamos avançando para uma parceria com a Universitat Rovira i Virgili, da Espanha, especialmente sobre violência doméstica. Isso reforça o papel da Universidade Pública na construção de políticas públicas e no enfrentamento de questões sociais tão sensíveis”, complementa a docente

A cartilha também reflete uma mudança de paradigma na abordagem da violência dentro do contexto da saúde bucal. Segundo Profª. Brunna, a publicação não apenas oferece ferramentas práticas, mas também estimula os profissionais a entenderem seu papel como agentes transformadores no cuidado integral e na proteção de pacientes. “Através desse material, esperamos capacitar os profissionais de saúde bucal para identificar sinais de violência, garantir notificações precisas e promover ações que protejam as vítimas”, pontua a pesquisadora.

A Saúde Bucal e o Enfrentamento das Violências

O lançamento oficial da cartilha será realizado no dia 25 de janeiro de 2025, durante o 42º Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo (CIOSP), em um painel na Arena Saúde Bucal. Na ocasião, especialistas apresentarão os principais pontos do material e discutirão estratégias para sua implementação prática no SUS. “Acreditamos que essa cartilha será um divisor de águas na forma como os profissionais de saúde bucal abordam as violências. Além disso, ela reforça o compromisso da universidade e do SUS em construir uma sociedade mais justa e protetiva”, conclui Brunna Verna.

Para mais informações, os interessados podem acessar a cartilha no site do Ministério da Saúde ou acompanhar os detalhes sobre a palestra no CIOSP pelos canais oficiais.


Acesse a cartilha: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/equipe_saude_bucal_enfrentamento_violencias.pdf

Profa. Dra. Brunna Verna Castro Gondinho; Docente do Curso de Odontologia UESPI e da Residência Multiprofissional em Saúde da Família UESPI e Líder do Grupo Práxis UESPI

Doação de materiais pela Receita Federal reforça o Laboratório de Engenharia de Software da UESPI

Por Roger Cunha 

O Laboratório de Engenharia de Software (LES) da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) é um espaço que une inovação, tecnologia e sustentabilidade, desempenhando um papel estratégico na formação prática dos alunos do curso de Bacharelado em Ciência da Computação. Localizado no Campus Prof. Antônio Giovanni Alves de Sousa, em Piripiri, o LES é reconhecido pelo Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq como um núcleo de excelência em pesquisa e extensão.

Laboratório de Engenharia de Software (LES)

O professor José Vigno Moura, um dos colaboradores do LES, destacou a versatilidade do laboratório, cuja atuação vai além do desenvolvimento de softwares. “Apesar de ser um laboratório de engenharia de software, estamos focados em diversas áreas, como o desenvolvimento de produtos e projetos relacionados, inclusive à rádio. O LES não está limitado apenas ao software, mas sim à criação de soluções integradas e inovadoras”, explicou.

Uma das principais atividades do LES é o desenvolvimento de aplicações e sistemas que atendam a diferentes demandas tecnológicas. Para isso, a disponibilidade de dispositivos variados é essencial. Segundo o professor José Vigno, os smartphones recebidos pela UESPI em uma recente doação da Receita Federal serão fundamentais para realizar testes e experimentos necessários ao desenvolvimento de aplicativos. “Você não pode criar um aplicativo e testá-lo apenas em um único aparelho. Precisamos de uma variedade de dispositivos, de diferentes marcas, como iPhones, para garantir que o aplicativo funcione em qualquer plataforma. Essa diversidade é crucial para a qualidade dos sistemas que desenvolvemos”, ressaltou.

O professor também mencionou a conexão entre diferentes projetos em andamento no LES, como o uso de baterias reaproveitadas para energizar sistemas experimentais. “A ideia é integrar esses projetos e criar um ambiente de inovação completo, onde possamos testar e aplicar soluções tecnológicas reais”, acrescentou.

Esse trabalho inovador ganhou reforço com a recente doação de materiais apreendidos pela Receita Federal. A UESPI foi contemplada com 267 itens, incluindo baterias de cigarros eletrônicos, celulares simples e smartphones, que serão destinados a diferentes áreas da instituição.

Parte dos materiais doados será integrada às atividades do LES. As 150 baterias de cigarros eletrônicos e os 100 celulares simples (conhecidos como “lanterninhas”) serão reutilizados em projetos voltados para a sustentabilidade, como sistemas de energia solar e recuperação de equipamentos antigos. Já os smartphones doados serão alocados às pró-reitorias da UESPI, dinamizando processos administrativos, comunicação interna e atendimento ao público.

Laboratório de Engenharia de Software (LES)

O laboratório tem inovado ao desenvolver projetos que unem tecnologia e sustentabilidade. Um exemplo é o reaproveitamento de baterias de cigarros eletrônicos para substituir baterias convencionais em sistemas de energia e equipamentos obsoletos. Segundo o professor José Vigno, essas baterias, que seriam descartadas, possuem grande potencial de reutilização devido à sua semelhança com as de smartphones e notebooks modernos. “Essas baterias de lítio são recarregáveis e não podem ser simplesmente descartadas em lixões, pois são tóxicas e perigosas. Ao analisarmos as primeiras unidades recebidas, percebemos que poderiam ser usadas em sistemas como UPS ou no-breaks”, explicou.

A ideia é criar um banco de baterias com a grande quantidade recebida. “Com essas baterias, podemos formar uma super bateria, com capacidade maior do que a atual, reativando dispositivos que estariam obsoletos. Isso evita a compra de novos equipamentos e dá uma nova vida útil a componentes que seriam descartados”, destacou o professor.

Além disso, as baterias reaproveitadas também serão integradas a sistemas de energia solar. “Recebemos pequenos painéis solares e, ao utilizá-los com essas baterias, podemos criar soluções eficientes para gerenciar energia. Embora uma única bateria gere pouca corrente, um banco de baterias permite uma carga maior, suficiente para alimentar equipamentos importantes”, explicou.

A proposta do LES não apenas contribui para a sustentabilidade, evitando o descarte inadequado de materiais tóxicos, mas também promove economia e inovação tecnológica na UESPI. “Estamos não apenas dando um destino útil a essas baterias, mas também criando possibilidades de substituir essas mesmas baterias no futuro por outras mais eficientes, mantendo um ciclo sustentável”, finalizou.

O professor destacou ainda que o projeto funciona como um guarda-chuva de iniciativas que se expandem conforme os testes e implementações avançam, permitindo o desenvolvimento de tecnologias acessíveis e inovadoras, com impactos positivos tanto para o meio ambiente quanto para a sociedade.

Ele também ressaltou o compromisso do LES com a inclusão e a disseminação do conhecimento. “Uma vez concluídos, nossos projetos serão disponibilizados publicamente, permitindo que instituições, escolas e empresas os utilizem livremente. A ideia é mostrar que materiais que seriam descartados podem ter novas funções e serem aplicados em diferentes contextos”, afirmou.

Esses projetos estão alinhados a programas como o Novo Horizonte, da Receita Federal, que incentiva a reutilização de materiais apreendidos, transformando-os em ferramentas úteis para a sociedade. “Queremos desenvolver soluções que todos possam usar e aplicar, mostrando que a reutilização de materiais eletrônicos pode gerar benefícios significativos para a sociedade”, concluiu o professor.

Para mais informações sobre o LES, acesse o site https://les.prp.uespi.br/

Projeto destaca a importância da literatura afro-brasileira na formação acadêmica na UESPI Floriano

Por Roger Cunha

A literatura afro-brasileira tem desempenhado um papel central na formação acadêmica de estudantes da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), especialmente por meio do projeto “A Relevância da Literatura Afro-Brasileira na Formação Acadêmica dos Estudantes da UESPI/Floriano”. Coordenado pelo professor e sociólogo Robison Pereira, o projeto vem promovendo reflexões críticas sobre questões raciais e sociais, além de incentivar a produção acadêmica dos alunos.

Projeto “A Relevância da Literatura Afro-Brasileira na Formação Acadêmica dos Estudantes da UESPI/Floriano”

Como parte das atividades, estudantes dos cursos de Pedagogia, História e Direito participaram do II evento “Quais as histórias conhecemos da África: Literatura e Arte”, promovido pela Universidade Federal do Piauí (UFPI). Durante o evento, o grupo apresentou comunicações orais e compartilhou os resultados preliminares de suas pesquisas, consolidando o impacto das obras literárias abordadas no projeto.

As leituras de obras como Úrsula, de Maria Firmina dos Reis, Torto Arado, de Itamar Vieira Júnior, e A Cor Púrpura, de Alice Walker, foram fundamentais para ampliar os horizontes culturais dos estudantes e estimular debates sobre desigualdade, resistência e identidade. Com base nessas leituras, os alunos produziram artigos como:

  • “Racismo, Escravidão e Feminismo em ‘Úrsula’: Lições para o Século XXI”
  • “Esta Terra Mora em Mim: Tensões Sociais no Campo em ‘Torto Arado'”
  • “Racismo e Sexismo nas Epístolas de ‘A Cor Púrpura'”.

Esses trabalhos foram apresentados no evento da UFPI, com destaque para a profundidade das análises e a conexão entre as obras literárias e a realidade brasileira.

Segundo o professor Robison Pereira, o projeto tem demonstrado como a literatura afro-brasileira enriquece o ambiente acadêmico e contribui para a formação de estudantes mais conscientes e engajados. “A representatividade de negros e mulheres como monumentos sócio-históricos é uma urgência. Trazer essas obras para a sala de aula é uma forma de recontar histórias e construir um ambiente educacional mais inclusivo e pluralista”, destacou ele durante sua palestra no evento.

O docente também aponta que a literatura afro-brasileira tem relevância significativa para o currículo acadêmico. “São obras que estimulam a crítica social e auxilia no enfrentamento do apagamento histórico das contribuições de povos negros e indígenas para a cultura brasileira. Essa abordagem pode favorecer a formação de cidadãos críticos, aptos a refletir sobre a sociedade e atuar em sua transformação”, pontua.

Os estudantes também relataram os impactos significativos do projeto em suas trajetórias acadêmicas e pessoais. Para eles, a oportunidade de apresentar artigos em um evento de relevância como o da UFPI foi transformadora, ampliando sua percepção sobre o papel da literatura na luta contra o racismo estrutural.

Projeto “A Relevância da Literatura Afro-Brasileira na Formação Acadêmica dos Estudantes da UESPI/Floriano”

Além disso, o projeto prevê a publicação dos artigos sobre Torto Arado e A Cor Púrpura em formato de livro, reforçando seu compromisso com a valorização da literatura afrodescendente.

Com planos de continuidade para o próximo ano, o projeto promete consolidar ainda mais sua atuação na formação de cidadãos críticos e engajados na promoção da igualdade social. “É um trabalho que vai além da sala de aula. Ele forma indivíduos capazes de questionar, resistir e transformar a sociedade”, concluiu Robison.

O aluno Emerson Silva, que faz parte do projeto “A Relevância da Literatura Afro-Brasileira na Formação Acadêmica dos Estudantes da UESPI/Floriano”, falou sobre a importância de iniciativas como essa para o debate e a inclusão de temas cruciais na sociedade acadêmica e no cenário geral. Em sua experiência no Ensino Fundamental e Médio, ele nunca teve a oportunidade de trabalhar com obras literárias afro-brasileiras, sendo sempre exposto a textos de autores europeus ou a obras brasileiras inspiradas na cultura europeia. Em entrevista, Emerson afirmou: “Assim, podendo conhecer agora um pouco mais da literatura afro-brasileira, percebo o quanto da nossa história foi invisibilizada e identifico a suma importância de se abordar a história sob o ângulo de autores africanos ou histórias ‘realmente brasileiras’, sob o ângulo do sujeito escravo e da cultura africana.”

Projeto “A Relevância da Literatura Afro-Brasileira na Formação Acadêmica dos Estudantes da UESPI/Floriano”

Ele também  compartilhou como essas leituras impactaram profundamente sua visão sobre questões raciais e sociais. “Esses livros ajudam a desmistificar a visão romancista e idealizada das literaturas brasileiras, uma visão muitas vezes imposta pelo ensino regular, que enfatiza ‘a vida perfeita cheia de imperfeições da menina apaixonada e seu mancebo’, enquanto invisibiliza personagens fundamentais como a doméstica ou o vaqueiro, figuras que, na realidade, eram escravizadas”, destaca o discente.

Emerson Silva compartilhou como o projeto contribuiu significativamente para sua formação acadêmica e pessoal, promovendo uma visão crítica sobre a história do Brasil. Segundo ele, o projeto o ajudou a desenvolver uma compreensão mais profunda e não apenas analítica dos eventos históricos, principalmente no que diz respeito à maneira como os acontecimentos passados moldaram as estruturas sociais do país. “Eu percebo agora que, devido ao preconceito e à indiferença do passado, o racismo foi criado e se estruturou de uma maneira descomunal, e esse racismo persiste até hoje, de forma estrutural”, afirmou Emerson. Ele destacou que a reflexão proporcionada pelo projeto revelou como as marcas do racismo ainda influenciam a sociedade brasileira contemporânea e como esse problema continuará a afetar o país por muito tempo, devido à acomodação de uma parcela da população.

A memória da educação em debate na II Mostra da História da Educação da UESPI

Por Roger Cunha

No dia 11 de dezembro, às 15h, o campus Alexandre Alves de Oliveira da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) será palco da II Mostra De História da Educação, o evento vai abrir um importante espaço de discussão sobre o legado educacional e a construção da memória histórica. Com o tema “Espaço Documento: A voz dos sujeitos e a escola”, a mostra busca explorar a escola não apenas como um ambiente de ensino, mas como um verdadeiro “documento vivo” que guarda as experiências e vivências dos indivíduos ao longo do tempo.

II Mostra De História da Educação

A professora e coordenadora Maria de Jesus abordou a relevância do tema “Espaço Documento: A Voz dos Sujeitos e a Escola”, ela destacou a necessidade de reavaliarmos a forma como a história tradicionalmente foi tratada. Segundo ela, essa abordagem sempre deu ênfase ao documento escrito e às classes economicamente privilegiadas, deixando de lado as histórias de outros sujeitos. “O tema escolhido nos leva a rever o modo como a história tradicional sempre tratou os fatos históricos, dando relevo somente ao documento escrito e à ênfase às classes privilegiadas economicamente. Com base nos estudos sobre a Nova História e as reflexões feitas durante a disciplina de História da Educação, no bloco 1, do curso de Pedagogia da UESPI, em Parnaíba”, afirmou.

Ela também explicou que os principais objetivos do evento são proporcionar tanto aos acadêmicos quanto ao público em geral a oportunidade de observar, por meio de documentos, depoimentos e imagens, as transformações que ocorreram na educação ao longo do século XX. “O objetivo é refletir sobre como a educação tem transformado a vida das pessoas ao longo dos anos, evidenciando as mudanças e o impacto desses processos na sociedade”, afirmou a professora, destacando a importância de compreender o papel fundamental da educação na construção das identidades e na transformação social.

A coordenadora também destacou a importância da voz dos sujeitos na construção da história, ressaltando que a metodologia da História Oral e da História de Vida vai além dos fatos tradicionais. “Através das narrativas dos sujeitos, podemos revelar aspectos que muitas vezes não são captados pela história convencional”, afirmou. Ela também enfatizou o papel da escola, que, com seus artefatos, documentos e imagens, se torna um importante guardião da memória histórica. “Preservar essa memória é uma tarefa de todos nós”, concluiu, convidando o público a refletir sobre como a educação, e a história dela registrada, são fundamentais para o entendimento das transformações da sociedade ao longo dos anos.

Essa abordagem revela a relevância de iniciativas como a II Mostra Tratos e Retratos da História da Educação, que propõe dar voz a esses sujeitos históricos, permitindo uma visão mais ampla e inclusiva da educação, ao mesmo tempo que reforça a importância da documentação e da memória como ferramentas de aprendizado e reflexão para as futuras gerações.

A II Mostra Tratos e Retratos da História da Educação vem desempenhar um papel crucial na ampliação dos estudos sobre a História da Educação. Ao proporcionar aos acadêmicos a oportunidade de entrar em contato com uma ampla gama de fontes — como livros, estudos acadêmicos, sites especializados, museus e outros recursos —, o evento possibilita uma compreensão mais aprofundada sobre a importância da preservação da memória histórica da educação. Dessa forma, a Mostra contribui para enriquecer o conhecimento dos alunos, ao mesmo tempo em que fortalece o compromisso com a valorização e a reflexão crítica sobre o legado educacional, reconhecendo a pluralidade de vozes e perspectivas que moldaram a educação ao longo dos anos.

UESPI: eleições para diretores e coordenadores de curso

Por Roger Cunha 

A disputa eleitoral para os cargos de Diretor, Vice-Diretor de Centros e Coordenador de Curso da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) teve início, e as chapas têm até o dia 15 de dezembro de 2024 para realizarem sua propagandas eleitorais.
O processo, que envolve toda a comunidade acadêmica – docentes, discentes e técnicos administrativos –, é regido pelo Edital CEC 02/2024 e segue rigorosos critérios para garantir a transparência e a justiça durante as eleições.

Disputa eleitoral para os cargos de Diretor, Vice-Diretor de Centros e Coordenador de Curso da Universidade Estadual do Piauí

A Comissão Eleitoral Central (CEC), presidida pela professora Rosineide Candeia, se preparou para organizar e fiscalizar o processo, assegurando que o pleito ocorra de maneira democrática e sem interferências externas. Em entrevista, a professora Rosineide Candeia destacou que a comissão está comprometida com a realização de um processo eleitoral livre de irregularidades e voltado para a participação ativa da comunidade acadêmica. “A universidade considera vários fatores nesse processo. Transparência e justiça são fundamentais, garantindo que as eleições sejam livres de irregularidades. A gestão democrática também é um aspecto crucial, pois envolve a participação ativa da comunidade acadêmica na escolha de seus líderes”, afirmou a professora.

As chapas inscritas têm até o dia 15 de dezembro para realizarem a propaganda eleitoral, respeitando as normas estabelecidas pelo regimento. A presidente Rosineide Candeia explicou que a transparência e a justiça são os pilares dessa fase, para garantir que todos os candidatos tenham igualdade de condições. “Estamos trabalhando para que todas as normas sejam cumpridas, garantindo que a propaganda ocorra de forma ética e sem desrespeitar os concorrentes”, afirmou.

A Comissão Eleitoral também se preocupa com a acessibilidade e a fiscalização. “É essencial que todo o processo seja claro, acessível e bem divulgado, para que a comunidade acadêmica compreenda seu papel e a importância do voto”, completou. A divulgação das normas eleitorais e os canais de comunicação disponíveis contribuem para que as eleições sejam realizadas de maneira organizada, permitindo que todos os eleitores – docentes, discentes e técnicos administrativos – possam participar de forma informada e consciente.

Rosineide Candeia também enfatizou o impacto das eleições na gestão e organização da UESPI. Segundo ela, o processo eleitoral não é apenas uma formalidade, mas um momento de fortalecimento da gestão democrática e de construção de uma universidade mais alinhada com as necessidades da comunidade acadêmica. “A escolha democrática dos gestores é uma forma de fortalecer a integração entre os segmentos da comunidade universitária e promover uma gestão que seja reflexo das necessidades e expectativas de todos”, afirmou a presidente da Comissão Eleitoral.

As eleições para os cargos de Diretor, Vice-Diretor e Coordenador de Curso têm uma grande importância para o desenvolvimento da UESPI, pois são esses líderes que terão a responsabilidade de conduzir os centros acadêmicos e as coordenações de curso, alinhando a universidade ao seu Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e promovendo a melhoria contínua da qualidade acadêmica.

Os cargos em disputa são de grande importância para o funcionamento da universidade, e seus mandatos variam conforme a função.

  • Diretor e Vice-Diretor de Centros: Os mandatos para esses cargos são de 4 anos, com a possibilidade de uma recondução imediata. O Diretor é responsável por administrar e representar a Unidade Universitária, enquanto o Vice-Diretor assume a direção em caso de ausência ou impedimento do titular.
  • Coordenador de Curso: O mandato para o cargo de Coordenador de Curso é de 2 anos, também com possibilidade de uma recondução. O Coordenador de Curso tem a responsabilidade de coordenar as atividades do curso, elaborar o planejamento anual e zelar pela qualidade do ensino, sempre em alinhamento com o PDI (Plano de Desenvolvimento Institucional) da UESPI.

Esses mandatos são projetados para garantir continuidade na gestão e permitir uma liderança que possa implementar mudanças estratégicas de médio e longo prazo, sem prejudicar a estabilidade administrativa e acadêmica das unidades.

No campus Poeta Torquato Neto, a eleição para direção ocorrerá separadamente em cada centro de ensino, considerando que o campus não possui uma direção unificada. Discentes, docentes e técnicos-administrativos de cada centro poderão votar exclusivamente nos candidatos pertencentes ao mesmo grupo funcional e ao seu respectivo centro. Assim, cada centro realiza suas próprias eleições internas para selecionar os representantes, garantindo que os alunos votem apenas nos candidatos que concorrem dentro do seu próprio centro. Os centros são:

  • Centro de Ciências da Saúde (CCS)
  • Centro de Ciências Agrárias (CCA)
  • Centro de Ciências da Natureza
  • Centro de Tecnologia e Urbanismo
  • Centro de Ciências da Educação, Comunicação e Artes
  • Centro de Ciências Humanas e Letras (CCHL)
  • Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA)

Nos campi do interior, a votação será realizada de forma geral, abrangendo todo o campus, já que não há divisão por centros e existe apenas um diretor para o campus inteiro.

A votação vai ocorrer no dia 16 de dezembro de 2024, das 8h às 20h, de forma eletrônica, garantindo o sigilo e a integridade do voto. A apuração será transmitida ao vivo no canal oficial da UESPI no YouTube, garantindo maior transparência ao processo. Os resultados preliminares serão divulgados no dia 18 de dezembro, com o resultado final marcado para 22 de dezembro de 2024.

A Comissão Eleitoral Central segue acompanhando todos os detalhes do processo, com o compromisso de garantir um pleito justo e transparente. A comunidade acadêmica da UESPI tem agora a oportunidade de escolher, de forma livre e democrática, os novos líderes que irão contribuir para o fortalecimento da universidade e o desenvolvimento de suas ações acadêmicas e administrativas.

Professor da UESPI contribui para livro sobre Perícia Psicológica Forense

Por Roger Cunha 

No dia 10 de dezembro, às 18h30, o Centro de Ciências da Saúde (CCS) da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) vai ser palco da noite de autógrafos do livro Manual de Perícia Psicológica Forense, obra organizada pelo professor Lucas Guimarães, do curso de Psicologia da instituição. Dividida em dois volumes, a publicação atende a uma crescente demanda no campo da Psicologia Jurídica brasileira, oferecendo referenciais teóricos, técnicos e éticos indispensáveis para a prática pericial.

Manual de Perícia Psicológica Forense

Segundo o professor Lucas Guimarães, o projeto nasceu da necessidade de contribuir com os referenciais teóricos e técnicos da perícia psicológica forense no Brasil, diante das crescentes demandas para o trabalho do psicólogo jurídico. “A obra visa preencher uma lacuna na formação dos profissionais que atuam na área, fornecendo tanto o embasamento teórico quanto as orientações práticas essenciais para lidar com as complexas questões enfrentadas nas perícias psicológicas”, afirma. 

Ele ainda destaca que os dois volumes apresentam abordagens distintas e complementares:

  • O Volume 1, intitulado Fundamentos e Metodologias, discute a história da Perícia Psicológica Forense no Brasil e no contexto internacional, além de explorar o raciocínio científico e a influência de vieses cognitivos nos diagnósticos periciais.
  • O Volume 2, Aplicações nos Contextos Cível e Criminal, aborda temas como multiparentalidade, violência contra idosos e gênero, além da avaliação de psicopatia em casos judiciais.

O evento de lançamento vai contar com a presença de Lucas Guimarães, professor de Psicologia da UESPI e um dos principais organizadores e colaboradores da obra, que contribuiu com capítulos significativos nos dois volumes. Guimarães destacou, em suas contribuições, aspectos teóricos e técnicos essenciais para a atuação do psicólogo forense, abordando desde os fundamentos da perícia até as metodologias utilizadas na prática pericial. Entre seus principais temas abordados, estão a análise do papel do psicólogo no contexto jurídico, a construção do raciocínio científico adotado na perícia psicológica e as limitações impostas pelos vieses cognitivos nos diagnósticos.

Professor Lucas Guimarães

Além de Lucas Guimarães, vai está presente no evento a professora Ana Valéria Lopes Lemos e de Daniel Pontes, advogado especializado na área, ambos autores que também contribuíram com capítulos relevantes. Juntos, os três autores oferecem uma visão ampla sobre os desafios enfrentados pelos profissionais que atuam na perícia psicológica, assim como as soluções e avanços necessários para que essa prática continue a se fortalecer no Brasil.

O livro Manual de Perícia Psicológica Forense surge como uma importante contribuição para a psicologia jurídica, um campo cada vez mais relevante diante das demandas do sistema judiciário. A obra oferece uma visão crítica e detalhada sobre as dificuldades e as possibilidades da perícia psicológica, ao mesmo tempo em que busca proporcionar aos profissionais da área os conhecimentos necessários para atuarem com mais eficiência e ética nas mais diversas situações.

O lançamento na UESPI não é apenas uma oportunidade para adquirir a obra, mas também para se aprofundar nas questões que envolvem a atuação do psicólogo no campo forense, discutindo as principais práticas, dilemas e perspectivas futuras dessa importante área da psicologia.

O evento é aberto ao público e promete ser uma excelente oportunidade para acadêmicos, profissionais da área e demais interessados se atualizarem sobre as principais inovações e desafios enfrentados pelos psicólogos forenses, além de promover um rico debate sobre os rumos da psicologia jurídica no Brasil. A entrada é gratuita, e todos estão convidados a prestigiar a noite de autógrafos e participar dessa troca de saberes.