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UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ

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Curso de Extensão capacita educadores para inclusão de crianças com baixa visão

Por Cássio Sousa

A Universidade Estadual do Piauí, campus Josefina Demes, em Floriano, está promovendo um curso de extensão intitulado “Recursos Pedagógicos Utilizados com Crianças de Baixa Visão”. O projeto, iniciado em abril e com término previsto para agosto, tem como objetivo capacitar tanto acadêmicos do curso de Pedagogia quanto membros da comunidade externa, proporcionando uma formação específica para lidar com as necessidades educacionais de crianças com baixa visão.

A baixa visão pode ser causada por enfermidades, traumatismos ou disfunções do sistema visual que acarretam na diminuição da acuidade visual, dificuldade para enxergar de perto e de longe, campo visual reduzido, alterações na identificação de contraste, na percepção de cores, entre outras alterações visuais.

Com carga horária de 60 horas, o curso é coordenado pelas professoras Maria Goreti da Silva Sousa e Ana Maria da Silva Andrade. A iniciativa busca não apenas introduzir os participantes aos recursos pedagógicos adaptados para estudantes com baixa visão, mas também promover reflexões sobre as implicações pedagógicas dessa condição visual. Além disso, os participantes são incentivados a elaborar e construir materiais inclusivos que possam efetivamente melhorar a qualidade do ensino para esses alunos.

A Profa. Maria Goreti da Silva Sousa destaca que a escola é um espaço de ascensão social; no entanto, ela só cumpre o seu papel se também for inclusiva, proporcionando que todos os alunos matriculados possam ter acesso total ao conhecimento. “Sabemos que nem todos aprendem da mesma forma e no mesmo tempo, e por esse motivo faz-se necessário atendimento educacional especializado gratuito aos educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, transversal a todos os níveis, etapas e modalidades, preferencialmente na rede regular de ensino”, conta a docente.

O curso adota a modalidade de Ensino a Distância (EAD), utilizando plataformas como Google Meet, Google Classroom e grupos de WhatsApp para facilitar a comunicação e o compartilhamento de materiais. O curso conta com 25 participantes e realiza atividades variadas, incluindo palestras e atividades práticas em aulas online, além de constantes interações e trocas de conteúdo no Classroom.

“Tivemos uma atividade na sala de aula virtual e uma palestra. Estamos nos organizando para mais duas. Além das atividades de conteúdo e socialização no Classroom, a ideia é que em uma das palestras tenhamos pessoas com baixa visão participando e dando seu relato”, finalizou a coordenadora do projeto.

Internacionalização: Professores da UESPI apresentam pesquisas em eventos internacionais

Por Clara Monte 

O Professor Dr. Rubens Lacerda Loiola, do Curso de Letras de Floriano, está na França para participar do IV Colóquio Internacional VariaR – Variação em Línguas Românicas. O evento começou na quarta-feira (12) na Universidade Paul-Valery (UPVM), em Montpellier, e se estendeu até sexta-feira (14).

O colóquio, realizado anualmente, é parte do projeto VariaR – Variação nas Línguas Românicas, iniciado em 2019. O projeto foca em atividades de pesquisa e ensino relacionadas à língua portuguesa e outras línguas românicas.

Durante o evento, o professor Rubens Lacerda Loiola apresentou a comunicação intitulada “Variação de aspecto terminativo no português brasileiro dos séculos XIX e XX”. Ele destaca que participar deste colóquio é uma oportunidade para divulgar a pesquisa e o ensino realizados na UESPI, não apenas no Estado do Piauí, mas globalmente. O professor também ressaltou a importância do apoio institucional da UESPI, que forneceu ajuda de custos para seu deslocamento.

Professor Dr. Rubens Lacerda Loiola apresentando o trabalho

“Minha área envolve o Sociofuncionalismo em Linguística e os Modelos Baseados no Uso, abordando diversas questões sobre o funcionamento da língua. Minha participação em eventos internacionais como este é de grande importância para a comunidade acadêmica, pois proporciona uma plataforma para compartilhar experiências e ampliar o conhecimento. Além disso, eventos como o IV Colóquio Internacional VariaR incentivam o contínuo apoio e a promoção do intercâmbio acadêmico pela UESPI, beneficiando tanto os docentes quanto os alunos”, afirma o professor.

Professor Dr. Rubens Lacerda Loiola

Paralelamente, a professora de Língua Inglesa e Literaturas de Língua Inglesa, Lara Ferreira Silva Dias, do Campus Profº Alexandre Alves de Oliveira (Parnaíba-PI) da UESPI, está representando a instituição na 10ª Conferência Internacional Online Novas Dimensões da Filologia – Línguas, Literatura, Linguística, Cultura. A conferência é organizada pela Universidade de Plock, na Polônia, entre os dias 10 e 16 de junho.

O evento tem como objetivo reunir pesquisadores e acadêmicos de diversas partes do mundo para compartilhar as pesquisas, fomentar a troca de conhecimento e promover o diálogo interdisciplinar sobre temas relevantes nas áreas de Línguas, Literatura, Linguística e Cultura.

A professora Lara Ferreira Silva Dias participa desta conferência pela quarta vez, sendo três participações online e uma presencial na Universidade de Buenos Aires (UBA). Segundo ela, sua participação se dá através do envio de um artigo intitulado “Astrological Underpinnings in Shakespeare’s ‘The Tempest’: A Comparative Study with John Dee’s Influence”, que foi aprovado e está sendo apresentado na conferência.

“Há uma sensação de orgulho e realização por ter a oportunidade de compartilhar meu trabalho com uma audiência global. Ao mesmo tempo, há um certo nervosismo e ansiedade, pois o ato de comunicar nossas ideias de forma clara e eficaz para um público que pode ter diferentes culturas, perspectivas e níveis de compreensão pode ser intensa. Esta participação não só enriquece minha experiência profissional, mas também traz prestígio para a comunidade acadêmica da UESPI, promovendo intercâmbios culturais e acadêmicos”, ressalta a professora.

Além disso, o Vice-reitor da UESPI, Prof. Doutor Jesus Abreu, foi convidado para apresentar seu trabalho de doutorado em diversos países. A pesquisa já foi apresentada nos EUA, e ele está sendo convidado para apresentá-la também em Londres, Paris, Praga, Pequim, Tóquio e, mais recentemente, no The 3rd Global Congress on Cardiology, em Kyoto.

Convite de participação

 

 

É a comunidade acadêmica da UESPI levando as pesquisas para o mundo!

 

 

Curso de Pedagogia promove seminário com foco em Ações Extensionistas na UESPI

Por Cássio Sousa

A comunidade acadêmica do Curso de Licenciatura em Pedagogia, da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), Campus Clóvis Moura, está organizando o seminário “Dialogando sobre as Ações Extensionistas na UESPI: concepção, práticas, objetivos, metodologia, programas e projetos”. A ação acontece nos dias 17, 18 e 19 de junho, no Auditório do Campus, e será uma atividade obrigatória da Unidade Curricular Extensionista (UCE) para os alunos do segundo bloco.

Objetivando explorar as bases teóricas da extensão universitária, seus objetivos e metodologias, durante o seminário serão apresentados exemplos concretos de projetos e programas extensionistas desenvolvidos por estudantes, egressos e professores da UESPI e de outras instituições de ensino superior. A proposta é destacar práticas relevantes para a formação de pedagogos, demonstrando como a extensão pode contribuir para uma educação mais engajada com as demandas sociais.

O seminário é organizado pela Profa. Dra. Ana Célia de Sousa Santos em colaboração com o Prof. Dr. Jânio Jorge Vieira de Abreu. Segundo a docente, a iniciativa busca fomentar reflexões e discussões sobre a importância da extensão universitária na formação acadêmica, especialmente no campo da Pedagogia.

“Esta é a nossa segunda ação extensionista, sendo muito importante porque mais uma vez permitirá que os alunos e as alunas de pedagogia estendam suas ações à comunidade, aos egressos e à região do Dirceu. Esse destaque para a formação dos estudantes é fundamental, tendo em vista que nossa Universidade se sustenta no tripé pesquisa, ensino e extensão”, comenta.

A professora complementa que essas atividades proporcionarão aos participantes a oportunidade de aprofundar seus conhecimentos, compartilhar experiências por meio de diálogos entre a universidade e a comunidade. “Comunidades, professores da rede pública e demais alunos que desejarem participar também receberão certificados e terão a oportunidade de entender melhor o que é a extensão, como ela acontece e quais são os nossos projetos desenvolvidos”, pontua.

A programação do evento inclui uma série de atividades interativas e educativas, tais como palestras, mesas redondas, rodas de conversas, grupos de discussão, painéis, oficinas temáticas, apresentações de projetos e programas, socialização de experiências de extensão e uma mostra extensionista.

Confira a programação completa: ACE II

Gratidão e nostalgia: formanda compartilha sua história na da UESPI

Por Clara Monte 

A gratidão pela Universidade Estadual do Piauí (UESPI) não se limita apenas aos corredores e salas de aula. Ao se formarem, muitos alunos expressam seu reconhecimento e carinho pela instituição. Um exemplo recente é o de Grasyela da Silva Brito, recém-formada em Letras Português, no campus de Parnaíba, que compartilhou em suas redes sociais sua trajetória de reconhecimento ao concluir essa importante etapa de sua vida acadêmica.

Grasyela da Silva Brito, recém-formada em Letras Português, no campus de Parnaíba

“Por diversas vezes, comecei a digitar e travei. Desde 2020 quando vi meu nome na lista de aprovados eu me doei à UESPI completamente. Veio a pandemia, aulas remotas, iniciei o PIBID sem nem ter tido a primeira aula na graduação. Depois as aulas presenciais iniciaram e a partir de então minhas manhãs, tardes e noites foram nos corredores da faculdade,” escreveu Grasyela.

A trajetória da aluna é um exemplo da dedicação e envolvimento dos alunos da UESPI. Desde a entrada na instituição, ela viveu a experiência universitária, participou de diversos programas como o PIBID, PIBIC, PRP e atuou como monitora em componentes curriculares excepcionais. “Eu sempre me senti em casa quando passei por essa entrada. Eu sempre me vi acolhida quando chegava pra aula e dava ‘Boa noite’ para os tios da recepção. Eu conheci cada cantinho, cada sala, cada servidor,” relembra.

Com a formatura próxima, trouxe a aluna emoções de celebração e despedida. “Esses últimos dias estou meio estranha, vivendo no automático, isso porque não sei ainda como serão meus dias sem a UESPI. Minha casa, meu cantinho, lugar onde me sinto acolhida. Aprendi tanto! Amanhã será minha última aula da graduação e o que posso dizer é que só estou sabendo chorar – de gratidão, de felicidade pelo encerramento desse ciclo e de muita saudade!” desabafa Grasyela.

A UESPI se orgulha de formar profissionais preparados e cidadãos conscientes e, com histórias como a de Grasyela da Silva Brito, isso é uma prova viva do impacto positivo que a instituição tem na vida de seus alunos, reafirmando a importância de pertencimento dentro da #NOSSAUESPI. Ainda no post da, agora, egressa, muitos outros alunos mostraram seu amor pela universidade, confira:

 

 

Projeto “Pelas Ondas da Saída do Menor IDH do Piauí” leva comunidade e Apicultura ao mundo

Por Cássio Sousa

São Francisco de Assis do Piauí é o cenário de um projeto que une comunicação comunitária e apicultura. “Pelas Ondas da Saída do Menor IDH do Piauí Ecos Juvenis Comunicacionais Comunitários e a Apicultura em São Francisco de Assis do Piauí” é o nome do projeto contemplado no Edital PAPE (Programa de Apoio a Projetos de Extensão) e financiado pela FAPEPI (Fundação de Amparo à Pesquisa do Piauí).

Entre os 24 projetos aprovados no edital envolvendo todas as universidades públicas do Piauí, três são da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), incluindo este que tem por proposta auxiliar na melhora da realidade local.  A UESPI tem apoiado o projeto em várias perspectivas logísticas e também vivenciado a interação com a participação do bolsista, aluno de Jornalismo, Pedro Victor.  A iniciativa visa não apenas promover o município de São Francisco de Assis do Piauí, mas também destacar seu mel orgânico, considerado um dos melhores do mundo.

“Nossa missão é trabalhar com jovens estudantes do Ensino Médio da cidade de São Francisco de Assis do Piauí no sentido de instigar as potencialidades do lugar. Como a maioria é de origem rural, mora na zona rural e tem potenciais rurais, a gente decidiu instigar a comunicação como processo de agregação de valor a essas potencialidades”, destaca o coordenador do projeto, Orlando Berti

O aluno de jornalismo e bolsista do projeto, Pedro Lima, conta que a interação com os alunos do Colégio Estadual Cirila Maria de Jesus foi crucial para o processo de entender e aprender sobre a apicultura. Além disso, Pedro também destacou a forma como a comunicação comunitária foi aplicada na região. “Comunicação comunitária tem muito a ver com proximidade, então, a gente tinha dois modos de fazer. Primeiro, a gente tinha que adequar o nosso discurso aos jovens, a gente tinha que falar e entender como esses adolescentes falam e enxergam o mundo. E depois repassar isso para toda uma comunidade. Então, a linguagem que a gente teria que usar nos nossos trabalhos, que estamos usando nas redes sociais, e que estamos usando na rádio, são linguagens diferentes e muito específicas”.

O projeto conta com a participação direta de 18 jovens, entre 14 e 18 anos, quase todos já envolvidos na apicultura. Esses jovens, juntamente com membros da rádio comunitária Serra FM, do Colégio Estadual Cirila Maria de Jesus, incluindo a direção, coordenação pedagógica, professores e servidores, além de pais e responsáveis, trabalham em sinergia para divulgar a riqueza do local.

Para o diretor do Colégio Estadual Cirila Maria de Jesus, Idenis Rodrigues, o projeto contribui para mudar a realidade local no sentido de conscientizar a população ao demonstrar que eles são capazes de encontrar soluções sustentáveis de emprego e renda na cidade. Além disso, o diretor destaca que o projeto vem trazendo frutos aos alunos através das oportunidades proporcionadas. “O projeto traz uma interação incrível, aproximando ainda mais a comunidade da escola e mostrando as perspectivas de oportunidades que a educação pode proporcionar também em termos econômicos. Ao mobilizarmos alunos, professores e a comunidade escolar nas diversas ações do projeto, mostramos a importância do projeto e seu impacto positivo para a nossa região”, destacou o diretor.

“O projeto tem gerado muitos frutos, além da interação comunicacional, de uma maior união entre a estudantada, bem como um maior reconhecimento sobre os pontenciais melíferos, principalmente dos produtos sobre o mel, notadamente o orgânico, além de enveredar por várias perspectivas de preservação da natureza” finalizou Orlando Berti. 

A divulgação do melhor mel orgânico do mundo é realizada através do Instagram (@omelhormeldomundo), que visa levar a história e os produtos de São Francisco de Assis do Piauí ao Piauí, ao Nordeste, ao Brasil e ao mundo. Além disso, o projeto utiliza podcasts na rádio comunitária Serra FM, parceira na iniciativa, para falar do local para o local, fortalecendo a identidade e a coesão comunitária. Mobilizando alunos e professores e comunidade escolar nas diversas ações do projeto e mostrando a importância do projeto e seu impacto positivo para a nossa região.

Nota de pesar

É com profundo pesar que a Universidade Estadual do Piauí (UESPI) lamenta o falecimento do senhor Geraldo Santos Lima, esposo da Reitora da Uneb, Profa. Adriana Marmori.

Em nome de toda a comunidade uespiana, especialmente da Administração Superior da Uespi, expressamos nossas condolências à família e amigos.

Projeto trabalha a preservação da galinha Canela Preta

Fonte: Embrapa

Reunindo dezenas de pequenos avicultores, a segunda edição do “Seminário sobre Galinha Caipira da Raça Canela-Preta de Wall Ferraz”, foi um sucesso. O evento, idealizado pela Embrapa Meio-Norte, aconteceu na localidade Chapada da Cabeceira, no município de Wall Ferraz, a 344 quilômetros de Teresina, no sertão piauiense.

Fonte/ Embrapa

Os representantes das instituições que participaram do evento, com palestras, fizeram um histórico da raça e destacaram as perspectivas futuras da Canela-Preta (Gallus gallus domesticus) no Nordeste. Eles elencaram pontos estratégicos a serem desenvolvidos para que essa raça nativa seja “cada vez mais preservada e valorizada”.

A presença da Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado do Piauí (FETAG) no evento reforçou a necessidade de parceria com a Embrapa para que ocorra uma difusão em maior escala das galinhas caipiras no estado.

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI), através da professora Débora Carvalho, responsável por desenvolver pesquisas com a raça Canela-Preta na instituição, assim como o IFPI – Campus José de Freitas, têm sido de grande importância na disseminação de incentivos à utilização e conservação desse importante recurso genético.

Deve-se destacar que as galinhas caipiras são um exemplo de “gigantes invisíveis” da agricultura familiar. De acordo com Marcos Jacob, analista da Embrapa, o foco foi mostrar que a raça nativa deve ser pura, dando independência aos produtores.

“Devemos focar no tripé da sustentabilidade: os setores Ambiental, Social e Econômico. O mercado paga por sustentabilidade”, disse o analista.

O evento foi uma parceria interinstitucional da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), do Instituto Federal do Piauí (IFPI), Campus José de Freitas, e da Associação de Criadores de Galinha Caipira Canela-Preta de Wall Ferraz (ACGCCP).

*A singularidade da Canela-Preta*

Plumagem em tons vermelhos, pretos, brancos e dourados. A presença de dimorfismo sexual característico. Ovos nas cores vermelho, amarelo, azul ou esverdeados e com a característica mais importante e que desperta curiosidade: canelas de coloração preta.

A galinha caipira da raça Canela-Preta é considerada patrimônio genético, cultural e histórico do Piauí. Para Marcos Jacob, a conservação de recursos genéticos de galinhas caipiras vai além das raças, pois “todo o processo produtivo deve ser considerado, do poleiro ao prato”.

O analista ressalva que toda raça nativa deve “começar e terminar pela boca”, partindo da boca do animal e seguindo percurso para boca do consumidor.
“A melhor forma de conservar uma raça nativa é através do uso, pois uma raça nativa só se sustenta se sustentar quem a cria”, sentenciou.

Parfor UESPI participa do II Encontro Norte e Nordeste do PARFOR

Por Clara Monte 

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) participou do II Encontro Norte e Nordeste do PARFOR (II ENNEPARFOR) e o II Encontro sobre Formação de Professores/as em Exercício na Educação Básica PARFOR/UFPI (II ENFORUFPI).

II Encontro Norte e Nordeste do PARFOR

O evento teve como objetivo articular, refletir e propor ações entre os integrantes do Programa das regiões Norte e Nordeste. Seus objetivos incluíram: fomentar o debate sobre o compromisso da CAPES com a redução das assimetrias regionais na formação de professores; promover a socialização de experiências e reflexões sobre a formação inicial de professores em exercício na educação básica nas regiões Norte e Nordeste; refletir sobre os resultados alcançados com o PARFOR e seus efeitos; e discutir alternativas para a formação de professores em exercício através do PARFOR, visando fortalecer o Programa.

A Professora Dra. Raquel de Oliveira Faria Lopes, coordenadora adjunta do Parfor UESPI e representante da UESPI no evento, participou presencialmente do encontro realizado em Belém, onde apresentou trabalhos e projetos do Parfor. A professora relatou  que os debates foram sobre questões quanto à atuação do Parfor nos diferentes estados brasileiros, abordou as dificuldades e similaridades entre os estados, os desafios enfrentados na formação de professores, as particularidades de cada estado e o futuro do Parfor junto à CAPES.

Professora Dra. Raquel de Oliveira Faria Lopes, coordenadora adjunta do Parfor UESPI e Marcia Serra Ferreira – DIRETORA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA

“O Parfor oferece cursos de licenciatura há 14 anos na UESPI, incluindo Teologia, História, Português, Pedagogia e Matemática. Agora, o programa está vivendo um novo momento. No ano passado, foi lançado um edital inovador chamado Parfor Equidade, que busca introduzir novos cursos em todo o Brasil. Na UESPI, implementamos o curso de Educação Especial Inclusiva, que não existia no regime regular, mas agora faz parte do Parfor. No evento, representei tanto o Parfor tradicional, chamado Parfor Vanguarda, quanto o novo Parfor Equidade.”

Além disso, aqueles que não puderam estar presencialmente tiveram a oportunidade de apresentarem seus projetos online, como foi o caso dos professores de Geografia, Carlos Jardel e Francisca Lima. Na ocasião, eles apresentaram um trabalho sobre a importância da aula de campo como recurso metodológico no ensino de Climatologia.

De acordo com Carlos Jardel, professor da disciplina de Climatologia, a participação em um evento regional é importante para a troca de experiências e integração entre cursistas, professores e gestão do Parfor do Norte e Nordeste.

“Esse evento nos possibilitou apresentar nossas ações e mostrar a dedicação da turma de Geografia ofertada pelo Parfor UESPI, no Polo Morro Cabeça no Tempo. Fico feliz em representar os cursistas que se dedicaram muito à disciplina de Climatologia. Espero que a relação entre teoria e prática tenha promovido uma aprendizagem significativa para cada um dos nossos alunos.”

Turma da disciplina de Climatologia em campo

Aluno da UESPI é finalista do Prêmio ‘Desafio LED’

Por Cássio Sousa

O aluno do quinto período do curso de Direito da UESPI, campus Prof. Barros Araújo, Raislúcio Leal, é um dos cinco finalistas do premio “Desafio LED – Me dá uma luz aí!”, iniciativa promovida pela Rede Globo de Comunicação e a Mastertech.

O desafio incentiva estudantes de todo o Brasil a apresentarem formas criativas de resolver problemas educacionais presenciados em suas instituições de ensino.

A iniciativa contou com mais de 2,4 mil inscrições para a seleção de 80 estudantes. Após um processo seletivo, que incluiu quatro oficinas eliminatórias e uma banca avaliativa, foram escolhidos os cinco finalistas que participarão da premiação. O evento acontecerá durante o Festival-LED, no Palco LED Inspira, no dia 22 de junho, às 17h30, e contará com transmissão ao vivo pelo canal Futura e pela Globoplay, com mediação do apresentador Marcos Mion.


A seleção de Raislúcio coloca a UESPI como a primeira instituição do estado do Piauí a chegar à final do Desafio LED. O aluno inscreveu-se no desafio motivado por sua experiência como bolsista de inclusão da primeira aluna cega do campus de Picos, Gabriele Monteiro. Durante este período, ele percebeu a escassez de materiais científicos em formato de áudio, que são necessários para a acessibilidade de alunos cegos. A partir dessa vivência, Leal idealizou o aplicativo Voz Ativa, uma plataforma colaborativa destinada a transformar livros científicos em áudio, narrados por voluntários de todo o Brasil. O objetivo é tornar a educação superior mais acessível para estudantes com deficiência visual.

“Chegar aos 21 anos em uma premiação dessa magnitude é algo que ainda estou processando. Vindo de escola pública e do interior do meu estado, sempre ouvi que sonhar grande era ilusão. Mas algo dentro de mim dizia que era possível, que apesar de um sistema que nos faz sempre pensar em desistir, nós também podemos. É uma honra ser o primeiro piauiense a chegar à final desse prêmio; sinto que cada conquista minha é uma porta aberta para aqueles que tiveram a mesma origem humilde”, relatou o discente.

Com a presença no top 5, Raislúcio garante, com a classificação, uma fatia do prêmio de R$ 300 mil, que será dividido entre os cinco finalistas conforme a colocação final – R$ 85 mil (cada) para os dois primeiros, R$ 60 mil para o terceiro, R$ 40 mil para o quarto e R$ 30 mil para o quinto colocado.

Projeto de extensão “Educação, saúde e direitos humanos em tempos de crise” deu início as atividades

Por Clara Monte

O projeto de extensão “Educação, saúde e direitos humanos em tempos de crise”, do Campus de São Raimundo Nonato, iniciou suas atividades no último sábado (08).

O projeto de extensão “Educação, saúde e direitos humanos em tempos de crise”

O encontro ocorreu das 08h às 12h, na sala de conferências da UESPI, onde o grupo debateu a temática “Universidade e Comunidade”. De acordo com a Prof. Sandreanne Negreiros, uma das colaboradoras do projeto, esta ação envolve um ciclo de palestras em parceria com professores e pesquisadores do Instituto Federal do Piauí e o Campus de São Raimundo Nonato. Ainda de acordo com a colaboradora, o objetivo geral do projeto é realizar ações de educação, saúde e direitos humanos para socializar conhecimentos sobre essas três dimensões da realidade com a comunidade interna e externa da UESPI.

Organizadores e palestrastes

“A temática central desta primeira ação extensionista foi: Universidade e Comunidade – Aproximações e Distanciamentos, com a participação dos pesquisadores Profª. Dra. Adriana Rocha (IFPI) e Prof. Me. Eptácio Neco da Silva (IFPI). A primeira palestra abordou a apropriação e objetivação do conhecimento científico na Universidade, enquanto a segunda tratou do uso de paródias no ensino de biologia”.

O projeto de extensão “Educação, saúde e direitos humanos em tempos de crise”

As atividades do projeto serão realizadas ao longo de um ano. Estão previstas diversas atividades de educação, saúde e direitos humanos com o intuito de socializar e promover conhecimentos sobre as três dimensões da realidade. O objetivo é gerar condições para o desenvolvimento da consciência da tríade educação, saúde e direitos humanos entre a comunidade interna e externa da Universidade.

 

Nota de pesar

É com profundo pesar que a Universidade Estadual do Piauí (UESPI), lamenta o falecimento da Professora Valéria Rodrigues Queiroz, docente aposentada do curso de Letras/Inglês, campus Torquato Neto.

Em nome de toda a comunidade uespiana, em especial da comunidade do curso de Letras/Inglês, expressamos nossa solidariedade à família e amigos.

Seduc: vagas abertas com bolsas para o Programa “Alfabetiza Piauí”

Fonte: SEDUC

Você que possui licenciatura já pode se inscrever no seletivo para _professor alfabetizador_ ou _intérprete de LIBRAS_ do programa *Alfabetiza Piauí* da SEDUC.

Há vagas para todo Piauí e a bolsa será de *R$ 1.800,00* mensais.

Você que é estudante de curso de licenciatura, a partir do 5º período, pode se inscrever para _monitor_ do programa.

Também há vagas para todo o Piauí e a bolsa será de *R$ 450,00* por mês. As inscrições somente até esta quarta-feira, dia 12.

Venha fazer parte do time *Alfabetiza Piauí* na SEDUC e nos ajudar a erradicar o analfabetismo do Piauí

Mais informações no site da SEDUC:

https://www.seduc.pi.gov.br/editais/listar/

 

 

Inscrições abertas para a II Escola de Eletroquímica do Piauí

Por Clara Monte

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI), por meio do Grupo de Estudos em Energias Renováveis e Tecnologias em Catálises (GrEEnTec), organiza a II Escola de Eletroquímica do Piauí. Neste ano, a iniciativa será sediada na Universidade Federal do Piauí–UFPI e ocorrerá durante o período do dia 27 a 30 de agosto.

O evento conta com a participação ativa de parceiros externos, incluindo docentes da Universidade Federal do Piauí (UFPI) e do Laboratório de Automontagem Supramolecular (LAS).

De acordo com o Prof. Dr. Reginaldo Santos, coordenador do grupo GrEEnTec e idealizador do evento, os objetivos são atualizar e promover discussões entre a comunidade acadêmica sobre as mais recentes técnicas e tecnologias que utilizam a eletroquímica como princípio fundamental e, também, demonstrar a importância da eletroquímica na caracterização de sistemas modernos, como a conversão e armazenamento de energia, incluindo baterias para veículos e tecnologias verdes como o hidrogênio na química ambiental.

“A II Escola de Eletroquímica do Piauí promete ser um evento enriquecedor, trazendo temas atuais e relevantes para a pesquisa tanto no cenário nacional quanto internacional. O evento contará com a participação de palestrantes cujas pesquisas estão centradas no tema de eletroquímica. Graças ao apoio do projeto FAPEPI e dos Programas de Pós-Graduação em Química da UESPI e UFPI, foram garantidos recursos para trazer professores e pesquisadores externos. Além disso, as atividades do evento incluirão palestras, práticas teóricas e sessões práticas”.

O público alvo inclui estudantes de iniciação científica e pós-graduação que utilizam a eletroquímica em seus trabalhos, bem como qualquer pessoa interessada em saber mais sobre o tema.

INCRIÇÕES ABERTAS 

INSTAGRAM DO EVENTO

Nota de pesar

É com profundo pesar que a Universidade Estadual do Piauí (UESPI), lamenta o falecimento do egresso do curso de História, campus de Parnaíba, Diderot dos Santos Mavignier.

Em nome de toda a comunidade uespiana, em especial da comunidade do curso de Licenciatura em História, campus Parnaíba, expressamos nossa solidariedade à família e amigos.

O Curso de História se solidariza com os familiares e amigos nesse momento de consternação.

Curso de Educação Física recebe novos materiais da Federação Piauiense de Futebol de Salão

Por Clara Monte 

O curso de Educação Física da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), campus de Teresina, através de sua parceria com a Federação Piauiense de Futebol de Salão, recebeu seis novas bolas de futsal para auxiliar nas atividades.

Prof. de Educação Física, Ivaldo Coelho, Vice-reitor da UESPI, Prof. Doutor Jesus Abreu e Diretor da Federação Piauiense de Futebol de Salão, Davi Menezes

De acordo com o vice-reitor da UESPI, Prof. Doutor Jesus Abreu, essa parceria é importante para a comunidade acadêmica, pois, além de garantir mais materiais, oferece aos alunos a oportunidade de participação prática dos cursos. “Já tivemos projetos de extensão envolvendo alunos de Educação Física que auxiliam nos campeonatos e torneios de futsal. Além disso, contamos com a participação do grupo de Ortopedia do curso de Medicina, que oferece assistência aos atletas durante essas competições, especialmente em casos de lesões”.

Quem também esteve presente no momento da doação foi o professor do curso de Educação Física e coordenador da Universidade Aberta à Terceira Idade (UNATI), Ivaldo Coelho. Ele conta que o material recebido será utilizado em diversas atividades dentro da instituição e que a parceria funciona de mão dupla. “Quando a Federação precisa das dependências para realizar seus campeonatos, eles utilizam a quadra e, em contrapartida, disponibilizam materiais esportivos, contribuindo muito para as aulas práticas do curso, bem como para projetos de extensão de futsal que a UESPI tem”.

Prof. de Educação Física, Ivaldo Coelho, Vice-reitor da UESPI, Prof. Doutor Jesus Abreu e Diretor da Federação Piauiense de Futebol de Salão, Davi Menezes

O Diretor da Federação Piauiense de Futebol de Salão, Davi Menezes,  afirmou que essa iniciativa visa fomentar o esporte dentro da instituição e fortalecer a parceria essencial entre a federação e a universidade. “A UESPI está envolvida, tanto com o curso de Educação Física quanto com o curso de Medicina, em vários projetos que nos auxiliam e contribuem para a valorização do esporte.”

UESPI Celebra Dia Mundial do Meio Ambiente com homenagem ao Parque Nacional da Serra da Capivara

Por Ryan Nunes e Cássio Sousa

Na última quarta-feira (5), em comemoração aos 45 anos do Parque Nacional da Serra da Capivara e ao Dia Mundial do Meio Ambiente, docentes e discentes da Universidade Estadual do Piauí, Campus de São Raimundo Nonato, organizaram uma exposição de coleção botânica, abordando a importância da história do Parque.

O evento apresentou uma variedade de atividades, como a estreia de um novo programa de educação ambiental. Além disso, a comemoração atraiu turistas, residentes locais e alunos das escolas públicas da região. A exposição abordou a importância da história do Parque Nacional da Serra da Capivara, que contempla grande parte da biodiversidade encontrada no parque.

A diretora do campus de São Raimundo Nonato, Profa. Janilde Melo, destacou que a exposição foi idealizada pelos docentes com a colaboração dos discentes, desempenhando um papel importante ao incentivar os estudantes a compreenderem não apenas o ensino, mas também a pesquisa e a extensão, possibilitando ultrapassar os limites da sala de aula. Nesse sentido, a exposição  abrange uma  grande parte da biodiversidade presente na área de preservação. “Foi possível mostrar algumas plantas que antes eram conhecidas somente pelo seu nome tradicional. Além de mostrar seus nomes científicos e trazer uma curiosidade maior para a população, também colocamos para cada planta suas informações medicinais e seu nome popular. Com esse diálogo entre a comunidade que estava visitando, também foi possível complementar o nome popular dessas plantas com base no conhecimento daquela população que estava visitando a nossa exposição”, relatou.

O aluno do segundo período do curso de Ciências Biológicas, Emanuel de Sousa Silva, participou da organização da exposição e ressaltou a experiência adquirida. Segundo ele, integrar a equipe e organizar um evento desses promove um maior conhecimento sobre a importância da preservação do parque. “É muito importante ensinar sobre a importância da preservação da biodiversidade da região, entender como isso contribui para o nosso bem-estar, para o equilíbrio do meio ambiente, e que não é necessário somente preservar, mas também pesquisar e conhecer essa biodiversidade”, contou Emanuel.

O Parque Nacional da Serra da Capivara, localizado no sudeste do estado do Piauí, é uma área de preservação ambiental e arqueológica que se destaca pela sua importância histórica e natural. Com uma extensão de mais de 100 mil hectares, o parque abrange os municípios de São Raimundo Nonato, João Costa, Brejo do Piauí e Coronel José Dias. Reconhecido por abrigar uma das maiores concentrações de sítios arqueológicos das Américas, o parque possui mais de 400 locais catalogados. Esses sítios são famosos por suas antigas pinturas e gravuras rupestres, que oferecem valiosos registros da presença humana pré-histórica na região.

 

Evento Internacional “Conference Day Vistos USA” é realizado na UESPI

Por Cássio Sousa

Na quarta-feira (05), o Auditório do Palácio Pirajá, no campus Poeta Torquato Neto, foi palco do evento internacional “Conference Day Vistos USA”. O encontro contou com a presença do Vice-Cônsul Liam Tumas do Consulado dos Estados Unidos em Recife-PE, a assistente de assuntos consulares Ingrid Menezes e a professora adjunta da UESPI e Adviser EducationUSA, Vanessa Nunes de Sousa Alencar Vasconcelos. O objetivo principal do evento foi esclarecer dúvidas e indicar caminhos para a obtenção de vistos e realização de intercâmbios nos Estados Unidos.

A palestra começou com a apresentação do Vice-Cônsul Liam Tumas, que explicou diversas formas de ingressar nos Estados Unidos. Ele destacou a importância de utilizar websites oficiais para buscar informações, participar de congressos e aproveitar outras atividades que facilitam o processo de obtenção de vistos e oportunidades de intercâmbio.

Vice-Cônsul Liam Tumas e a assistente de assuntos consulares Ingrid Menezes.

 

“O visto J é mais voltado para o trabalho, como no caso dos ‘summer camps’, onde alunos podem ir aos Estados Unidos para trabalhar durante as férias. Outra forma de ingressar é como pesquisador em universidades ou como assistente de pesquisador. O visto F é direcionado para estudantes que desejam cursar algo no país, enquanto o visto M está mais relacionado a programas de formação profissional e técnica”, destacou o Vice-Cônsul.

A assistente de assuntos consulares Ingrid Menezes esteve presente e detalhou o processo para obter o visto americano, destacando a importância do preenchimento do formulário DS-160.

“O processo de visto tem cinco passos. O primeiro é o preenchimento do formulário DS-160, que é o mesmo independentemente do tipo de visto. O segundo passo é acessar o site de agendamento. O terceiro passo é fazer o pagamento, que no caso do visto de estudante é de 165 dólares, e cadastrar as informações. O quarto passo é agendar a entrevista, que pode ser realizada em São Paulo, Recife ou Porto Alegre. O quinto e último passo é comparecer ao consulado para fazer a entrevista de obtenção ou renovação do visto”, explicou Ingrid.

O professor Doutor Orlando Berti expressou sua satisfação com o evento e ressaltou a importância da internacionalização do ensino. “É uma felicidade muito grande para a nossa UESPI estar recebendo o Conference Day de Vistos dos Estados Unidos. Isso é mais uma atividade de internacionalização da nossa universidade, não só para o nosso professorado, não só para o nosso alunado, mas também mostrando que a UESPI tem um potencial gigantesco de internacionalizar. Trazer esses membros do consulado dos Estados Unidos para falar de vistos, esclarecer os vistos, é justamente oportunizar para o nosso alunado, para o nosso professorado e para o nosso corpo técnico administrativo maiores oportunidades de intercâmbios.”

Ivana Machado, estudante de engenharia civil, interessada em programas fora do Brasil, compartilhou sua experiência, destacando o auxílio que o evento proporcionou. “Foi uma experiência muito enriquecedora, porque tenho interesse em fazer algum programa fora do Brasil. A palestra ajudou a entender melhor o processo de obtenção de visto e como ingressar em instituições nos Estados Unidos.”

Quem também participou do evento foi Sthefany Rodrigues, estudante de pedagogia, que destacou a importância do suporte do projeto EducationUSA. “Como tenho interesse em trabalhar fora e adquirir muitas experiências internacionais, o projeto esclareceu minhas dúvidas e apresentou meios mais fáceis e legais para alcançar esse objetivo. Foi muito interessante.”

Por fim, a professora Vanessa Alencar enfatizou a importância do evento para a comunidade acadêmica e os demais interessados em tirar o visto e realizar intercâmbios. “Hoje, estamos muito felizes em ver a comunidade acadêmica engajada em ouvir e aprender sobre oportunidades de internacionalização. Também falamos sobre o EducationUSA, que está vinculado a mais de 3 mil universidades nos Estados Unidos. Queremos ajudar aqueles que desejam fazer cursos de curta, média ou longa duração nos Estados Unidos. Discutimos o processo de admissão holístico e a importância de ter um currículo forte, incluindo cartas de referência e participação em projetos de pesquisa e extensão.”

Dia do Orgulho Autista: UESPI e PRISMAS realizam evento de Conscientização e Inclusão

Por Cássio Sousa

O curso de Pedagogia da Universidade Estadual do Piauí, Campus Deputado Jesualdo Cavalcante, em Corrente, em parceria com a Associação dos Amigos e Familiares de Pessoas Autistas (PRISMAS), está promovendo um dia especial de atividades em comemoração ao Dia do Orgulho Autista. O evento visa conscientizar e promover a inclusão de pessoas autistas, reunindo a comunidade acadêmica e local em uma programação diversa com serviços e palestras.

Dia do Orgulho Autista

O Dia do Orgulho Autista, comemorado anualmente em 18 de junho, foi criado para celebrar a neurodiversidade e aumentar a conscientização sobre os direitos e desafios enfrentados pelas pessoas autistas. A data é uma oportunidade para reconhecer as contribuições das pessoas autistas à sociedade, promover a inclusão e combater o estigma associado ao autismo.

UESPI MAIS INCLUSIVA 

O evento faz parte do programa UESPI Mais Inclusiva que, há dois anos de execução, vem com o objetivo de desenvolver uma área de ações de conscientização e de disseminação de informações sobre as necessidades especiais de pessoas com deficiência.

“São várias questões que abordamos relacionadas à inclusão para que possamos trabalhar e construir uma universidade que realmente inclua todas as pessoas. Esse programa é de integração com a comunidade, envolvendo ações de alunos, professores, membros da comunidade e associações não governamentais, como a do próximo dia 18”, enfatiza a coordenadora do programa, Prof. Keity Farias.

A ação contará com uma serie de palestras com foco na conscientização para as famílias de pessoas autistas da cidade de Corrente, bem como orientações jurídicas proporcionadas por alunos de direito da UESPI,  além de atividades voltadas para as crianças que serão desenvolvidas por meio dos alunos do curso de pedagogia da Universidade.

“Teremos alunos lá desenvolvendo atividades com as crianças para que os pais possam participar dos serviços sem dificuldades. Também teremos alunos do curso de Direito oferecendo orientação jurídica aos familiares de pessoas com autismo no que diz respeito aos direitos e deveres que têm como cidadãos, como pais de pessoas com deficiência, e também aos direitos de seus filhos, para que possam buscar os benefícios aos quais têm direito”, destaca a professora.

Por fim a professora ressalta que a participação da comunidade local para a realização do evento tem sido fundamental, como o apoio de mães de pessoas autistas que auxiliam no transporte de itens e manutenção de equipamentos.

“Desde o início, nosso projeto sempre foi a integração da universidade e dos alunos com a comunidade. Este é um projeto realizado com o esforço de muitas mãos e envolve todas as pessoas: comunidade, alunos, professores e direção do campus. Temos realmente um trabalho conjunto sendo desenvolvido para que o evento seja bem-sucedido”, pontuou a também coordenadora do curso de Pedagogia da UESPI.

Além da realização e apoio da UESPI, a ação contará com o apoio  de órgãos governamentais, como a Secretaria de Estado para Inclusão das Pessoas com Deficiência (SEID), a Secretaria Estadual de Assistência Social (SASC) e a Secretaria de Segurança Pública (SSP), dos quais realizaram as atividades previstas na programação, como a emissão de RG digital, emissão de carteira de identificação de pessoas Autistas, palestras e outras atividades.

A realização do evento é fruto primordialmente da parceria entre o curso de pedagogia da UESPI e a Associação dos Amigos e Familiares de Pessoas Autistas (PRISMAS), que fez a articulação das atividades junto ao estado e a justiça.

Programação do evento

SOBRE A PRISMAS

A PRISMAS é uma Associação formada por autistas, familiares e profissionais que se uniram em prol da valorização, inclusão e execução de leis voltadas a pessoas com deficiências.

A Associação trabalha em vários âmbitos que visam promover a inclusão de pessoas autistas nos mais diversos espaços, como  a capacitação profissional junto a órgãos governamentais; Inclusão no mercado de trabalho; orientação de familiares tanto em apoios de cuidados quanto a apoios jurídicos e outras atividades.

O coordenador da PRISMAS, Natricio Almeida, conta que a forma que os indivíduos podem fazer para apoiar e promover a inclusão de pessoas autistas junto a Prismas é através da participação em atividades que buscam desmitificar preconceitos e promover a aceitação de pessoas autistas,  realizados pela associação.

“As pessoas podem apoiar a PRISMAS nesses projetos, ajudando-nos a capacitar. Podem trazer opções de capacitação para o estado, município, empresas e escolas, além de apoiar as famílias com cestas básicas. Oferecer serviços, como um terapeuta que possa ministrar cursos de aperfeiçoamento na associação, também ajuda as famílias a gerar renda. No que diz respeito ao mercado de trabalho, empresas que necessitam de indicações de pessoas com deficiência podem recorrer ao nosso banco de dados. Nas atividades culturais e esportivas, organizamos vários eventos e procuramos sempre a participação ativa de pessoas para promover a interação social.”

A PRISMAS conta com uma rede de suportes online, divididos em três grupos: o mural da PRISMAS, onde são divulgados eventos e atividades; o INTERAGIR, um grupo voltado à interação de famílias e especialistas da área; e o grupo de serviços PCD’s, que tem por objetivo a integração e contratação de famílias que têm crianças com autismo ou outras deficiências.

Link dos grupos da PRISMA:

mural da PRISMAS: https://chat.whatsapp.com/CKITweIGSYL3CWKZBTEGXQ

INTERAGIR: https://chat.whatsapp.com/Kw9Ldkgox9tDNER1cexf9k

Serviços PCD’s: https://chat.whatsapp.com/K1XJEkRFyqI23MJ7mgfZvG

Departamento de Línguas oferta a palestra “A redação oficial nos expedientes da UESPI”.

Por Clara Monte

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI), por meio do Departamento de Línguas, irá ministrar, na próxima terça-feira (11), das 9h às 10h30 uma palestra sobre o tema “A redação oficial nos expedientes da UESPI”.

O palestrante, Prof. Josinaldo Oliveira dos Santos, fala que a iniciativa se fez necessária para ajudar os funcionários, colaboradores, professores e aqueles que trabalham na gestão da instituição que utilizam, diariamente, vários expedientes, como memorandos e ofícios.

“A intenção é orientá-los sobre o que deve ser colocado e como para deixar o documento mais claro e fácil para a compreensão. Esse tema foi escolhido porque vimos a necessidade de atualização e melhorias na forma de escrever os documentos, respeitando a norma culta e empregando o pronome de tratamento correto e de acordo com as orientações disponibilizadas pelo Manual da Presidência da República”.

O evento será transmitido pelo canal oficial da UESPI no YouTube e realizado no Auditório Pirajá, no Campus Torquato Neto.

Comunidade acadêmica de História promove Feira do Patrimônio “Therezina: passado e presente”

Por Clara Monte 

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) promove, no dia 4 de junho, a Feira do Patrimônio  “Therezina: passado e presente”, que acontecerá no Espaço Marcello ATTA – CCSA. A inciativa é organizada pela professora Viviane Marini Pedrazzani, do curso de História, e pelos alunos da disciplina de Prática Pedagógica III, do campus Torquato Neto.

A Feira do Patrimônio é uma exposição que visa destacar o Patrimônio Cultural de Teresina, tanto material quanto imaterial. O foco será nas praças históricas da Bandeira, Saraiva e Pedro II, nas lendas locais, e no patrimônio gastronômico, como a cajuína e o prato típico maria isabel.

De acordo com a organizadora, Profª. Viviane Marini Pedrazzani, os alunos envolvidos na organização estarão expondo imagens, maquetes e alimentos típicos da região. As imagens incluirão tanto fotos antigas quanto atuais, algumas tiradas pelos próprios alunos e outras obtidas da internet. As maquetes representarão as praças e os edifícios históricos em seus arredores.

“Esse evento é destinado tanto à comunidade acadêmica da UESPI quanto ao público geral. Nós queremos promover um maior conhecimento e reconhecimento do Patrimônio Cultural de Teresina, destacando sua importância na memória e identidade da cidade. Além disso, a feira visa proporcionar aos licenciados em História a oportunidade de desenvolver e aplicar metodologias de educação patrimonial, que poderão ser utilizadas futuramente na educação básica”.

A exposição é livre e aberta ao público, não sendo necessário realizar inscrição prévia.

 

Edital para o Conselho Editorial da Editora da Uespi

O Conselho Editorial da UESPI, CONED, no uso das atribuições que lhe são conferidas
pelo Art. 8, §1º, da Resolução CONSUN n. 02/2019, que estabelece o Regimento Interno
da Editora da Universidade Estadual do Piauí, e no uso das atribuições definidas pela
Portaria CONSUN n. 036/2024, tornam público o presente Edital que estabelece normas
e condições para a composição do Conselho Editorial para o Biênio 2024-2025.

EDITAL 01_2024_CONSELHO EDITORIAL EdUESSPI

Anexo I – Planilhade Produção Accadêmica_Edital 01_2024 EdUESSPI

Projeto de Extensão “Oficinas de Brincadeiras Tradicionais”

Por Clara Monte 

O curso de Pedagogia da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), campus Clóvis Moura, promove o Projeto de Extensão “Oficinas de Brincadeiras Tradicionais” na comunidade São Raimundo Nonato, localizada na região sudeste de Teresina.

De acordo com a coordenadora do projeto, Rosa Maria Borges, a iniciativa surgiu devido à carência de espaços de lazer para as crianças da comunidade e à falta de conhecimento e prática das brincadeiras e brinquedos tradicionais.

“O resgate das brincadeiras tradicionais dentro da comunidade ajuda a lembrar do passado no presente, permitindo que as crianças construam suas identidades ao relacionarem experiências prazerosas entre as brincadeiras antigas e novas, entre objetos velhos e novos, entre brinquedos comprados e os construídos com sucata. No processo de manipulação ou criação do brinquedo/brincadeira, a criança pode atribuir um novo significado às coisas e aos conhecimentos adquiridos. Com o aprendizado de brincadeiras, as crianças da comunidade podem preencher seu tempo com atividades que favoreçam seu desenvolvimento, afastando-as de práticas não saudáveis para o crescimento físico e psicológico”.

“Oficinas de Brincadeiras Tradicionais”

Ainda segundo a coordenadora, os momentos de lazer através das brincadeiras e jogos favorecem a educação psicomotora da criança, desenvolvendo a atenção, concentração, esquema corporal, lateralidade, estruturação espacial, orientação temporal, afetividade, comunicação e expressão. Além disso, promovem a interação social durante as brincadeiras com outras crianças.

“Sobre as habilidades psicomotoras, lembro bem do dia da primeira oficina (23/03/24), quando um menino de 6 anos ficou animado para pular corda. No início, ele não conseguia pular no momento em que a corda passava perto de seus pés, mas as voluntárias tiveram paciência e ensinaram o momento certo do pulo. O resultado foi surpreendente: o menino aprendeu a pular direitinho e participou até o fim da brincadeira”.

Para a professora organizadora, Thaís Maria de Araújo Pessoa, resgatar o conhecimento e o gosto por brincadeiras tradicionais, longe dos celulares, é fundamental para o desenvolvimento psicomotor e socioafetivo das crianças.

“Diversos estudos demonstram os aspectos negativos e o impacto na aprendizagem e desenvolvimento infantil decorrentes do esquecimento dessas brincadeiras. Projetos que promovam o brincar infantil, são essenciais para a aprendizagem, oferecem uma oportunidade de reintroduzir esse brincar orientado, tradicional e inclusivo nas escolas e na comunidade”.

Além do pula-corda, as atividades do projeto incluíram: amarelinha, passa o anel, peteca, trava-língua, adedonha, bate-palmas, telefone sem fio, cantigas de roda, mímica, corrida do saco, bambolê, corrida do limão, jogo da velha, tangram, bingo dos numerais, jogo das argolas e confecção de brinquedos de sucata (vai e vem, bilboquê, pega bolinhas).

Alunas da UESPI organizando a execução das atividades

A aluna do IV bloco de Pedagogia da UESPI, Francisca Rejane Monteiro Soares, explica que esta é a primeira vez que se envolve em atividades de extensão na comunidade, e que a experiência está trazendo novos conhecimentos e enriquecendo seu currículo. Ela atua como monitora, ajudando na confecção dos brinquedos e orientando as brincadeiras.

“A experiência tem sido de grande aprendizado, tanto na vida acadêmica quanto na profissional. Estamos aprendendo novas brincadeiras para utilizar em sala de aula e relembrando minha própria infância. Além disso, é importante ensinar às crianças o verdadeiro significado de brincar, incentivando-as a deixar um pouco as telas e desenvolver melhores relações sociais, aprendendo a dividir, colaborar e sentir a emoção de confeccionar seus próprios brinquedos”.

I Simpósio em Comemoração ao Dia do Geógrafo

Por Clara Monte 

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI), campus de Campo Maior, realiza o I Simpósio em Comemoração ao Dia do Geógrafo, que teve início ontem, dia 28 de maio, e se estende até hoje, dia 29.

A atividade é organizada pela comunidade acadêmica do curso de Geografia, incluindo a professora Cíntia dos Santos Lins e o professor Lineu Aparecido Paz e Silva, com a colaboração das professoras Antônia da Cruz Rosa, Telma Franco e Mirian Abreu.

De acordo com a professora Cíntia dos Santos Lins, no primeiro dia do evento foram realizadas socializações e apresentações dos trabalhos dos alunos desenvolvidos durante o semestre. Ela conta que o simpósio tem como objetivo celebrar o Dia do Geógrafo e promover a troca de conhecimentos e experiências entre alunos e professores.

“A programação inclui diversas atividades focadas no estudo da Geografia e reforçando a importância desta área do conhecimento. As apresentações ocorreram no formato de banners o que permitiu aos alunos compartilharem suas pesquisas e aprendizados com a comunidade acadêmica. O evento está sendo ótimo e só foi possível graças à ajuda e colaboração dos nossos alunos,” afirmou a professora Cíntia.

 

 

Confira como foi o encerramento da Semana de Letras da UESPI; edição 2024

Por Clara Monte

Encerrou-se nesta quinta-feira (23) a 12ª edição da “Semana de Letras da UESPI 2024”. O evento teve como principal objetivo reunir pesquisadores, docentes e estudantes da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), assim como de outras instituições de ensino, para apresentarem as pesquisas realizadas dentro da universidade.

Semana de Letras da UESPI 2024

Segundo o professor Raimundo Silvino do Carmo Filho, um dos organizadores do evento, a programação foi repleta de uma série de eventos culturais e acadêmicos, incluindo lançamentos de livros,   participações de escritores, palestras, conferências, e apresentação de teatro e do Corpo de dança da UESPI.

“Contamos com a presença de diversas personalidades importantes em nossa comunidade acadêmica, compartilhando conhecimento com os presentes. Gostaria de agradecer a todos que contribuíram, sejam alunos, professores ou pesquisadores, por fazerem parte desta semana de letras da UESPI.”

Semana de Letras da UESPI 2024

O evento, destacado pela professora Raimunda Celestina, promoveu uma integração de conhecimentos de diversas áreas, proporcionando uma experiência enriquecedora para todos os participantes. Ela ressaltou que o evento foi marcado por mesas redondas, as quais abordaram temas de relevância, como a Antologia Poética, a igualdade racial e a intolerância no contexto educacional.

“Essas mesas redondas não se limitaram apenas à discussão de questões urgentes da sociedade contemporânea, mas também incentivaram o diálogo interdisciplinar e a reflexão crítica sobre tais temáticas”.

Teatro da UESPI

Uma das palestras da noite foi conduzida pela Profa. Dra. Diana Pessoa de Barros que, juntamente com outras professoras, trouxe à tona um debate sobre educação. Ela compartilhou sua pesquisa financiada pela bolsa de produtividade do CNPQ, a qual abordava o ensino, a linguagem e o papel dos professores pesquisadores de letras na luta contra discursos preconceituosos e intolerantes.

“A função desse evento foi articular diversos saberes, englobando a vasta área de linguística e artes, com foco no tema: letras, línguas e linguagens, línguas oralidades e outros saberes. Esta é minha primeira visita ao Piauí para discutir um tema tão relevante em nosso contexto. Fiquei extremamente satisfeita com o nível de entusiasmo e interesse dos alunos aqui presentes, ansiosos por adquirir conhecimento. Agradeço sinceramente pelo convite e pela oportunidade de participar de um evento de tamanha importância.”

Apresentação do Corpo de Dança da UESPI

PROP: edital suplementar ao Edital PROP/NIT Uespi-Tech

A Universidade Estadual do Piauí – UESPI, por meio da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação – PROP e o Núcleo de Inovação Tecnológica, com base na Lei Estadual 7.511 de junho de 2021 que dispõe sobre medidas de incentivo à inovação e à pesquisa científica e tecnológica, tornam pública a presente Chamada Interna Suplementar ao Edital PROP/NIT/UESPI 15/2023 convidam os interessados a apresentarem propostas nos termos aqui estabelecidos.

EDITAL 15-2024

Projeto Pequenas Visões promove saúde ocular em Parnaíba

Por Clara Monte 

A comunidade acadêmica de enfermagem da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), campus de Parnaíba, continua e aprimora o Projeto de Extensão: Pequenas Visões. A iniciativa visa detectar precocemente problemas visuais por meio de ações em saúde ocular para crianças e adolescentes de 6 a 12 anos de idade nas escolas públicas do município.

Envolvidos no Projeto Pequenas Visões

A ideia surgiu em 2005 pela enfermeira e professora Dra. Rayla Maria Pontes Guimarães Costa. A primeira edição do projeto foi executada no município de Luís Correia e, em 2023, a docente decidiu retomar a ação com seus alunos de Parnaíba e incorporar novos alinhamentos e alterando o título. Neste ano, desde o início das atividades, quase 100 crianças e adolescentes foram avaliados usando a escala de Snellen das quais 25 necessitaram de encaminhamento para consultas oftalmológicas.

Professora Dra. Rayla Maria Pontes Guimarães Costa e aluna bolsista Ana Paula Sampaio

De acordo com a aluna bolsista da UESPI, Ana Paula Sampaio, o projeto desempenha um papel essencial ao orientar as famílias sobre a necessidade de buscar serviços de saúde adequados. Ela conta que, para o futuro, o projeto pretende ampliar o número de crianças atendidas e explorar novas iniciativas para incluir a saúde ocular de adultos.

“A escala de Snellen é um teste simples de ser realizado, necessitando basicamente da escala de sinais de Snellen, um oclusor, fita adesiva, fita métrica e papel para anotar os resultados. Nosso trabalho é realizado em dupla: um extensionista cobre o olho do aluno, enquanto o outro aplica o teste, apontando os optotipos e registrando os resultados. Em relação à reação das crianças, geralmente, elas ficam curiosas e atentas à nossa explicação, interagindo quando fazemos perguntas. Elas também demonstram carinho conosco e na nossa última ação, alguns alunos desenharam a equipe aplicando a escala de Snellen.”

Teste escala de Snellen

Para a idealizadora, Dra. Rayla Maria Pontes Guimarães Costa, a iniciativa está ganhando muita visibilidade este ano devido à alta demanda e à importância do atendimento qualificado e humanizado proporcionado pelos parceiros: Prefeitura Municipal de Parnaíba e o Hospital Assis Costa. Segundo a Docente muitas solicitações foram recebidas de diretores de escolas interessados em levar o projeto para suas instituições.

“Este ano, com uma nova turma, o projeto ganha mais reconhecimento e atrai voluntários de fora da UESPI. Destaco a importância da parceria com alunos do curso de medicina da IESVAP, que fortalece a interdisciplinaridade e a troca de conhecimentos entre diferentes áreas da saúde. A demanda por saúde ocular é muito grande, e estamos trabalhando para atendê-la. Estamos entusiasmados com o início das ações, e esperamos que elas possam crescer e se expandir cada vez mais, alcançando ainda mais crianças e adolescentes em nossa cidade.”

Teste escala de Snellen

André Fernando Fonseca Dias, aluno de medicina da IESVAP, compartilhou que se envolveu no projeto após acompanhar algumas ações nas escolas através do Instagram, o que despertou seu interesse em participar.

“Graças à vivência e aos aprendizados em áreas como semiologia, pediatria e ações do SUS, sinto-me preparado para contribuir nessas atividades, que descrevo como uma experiência incrível e de muitos aprendizados. Acredito na importância da integração entre projetos de diferentes instituições, pois isso possibilita a troca de ideias e conhecimentos, enriquecendo a formação dos estudantes e ampliando o alcance dos projetos.”

Envolvidos no Projeto Pequenas Visões

Para mais informações do projeto siga: Pequenas visões.

 

 

Projeto de extensão leva educação bucal para crianças do instituto Oficina Esperanza

Por Clara Monte 

Comunidade acadêmica do curso de Odontologia da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), campus de Parnaíba, promove o Projeto de Extensão “Esperanza Odonto Uespi”. As ações dessa iniciativa tem como principal objetivo prevenir a doença cárie em crianças assistidas pela ONG oficina Esperanza.

De acordo com a professora coordenadora, Ângela Ferraz, o projeto surgiu a partir de uma demanda identificada por uma dentista voluntária da ONG Oficina Esperanza. Observando as necessidades das crianças assistidas pela ONG, a dentista levou a sugestão para os alunos de Odontologia da UESPI, que  desenvolveram o projeto.

“Ao todo, o “Esperanza Odonto Uespi” atende 36 crianças na faixa etária de 5 a 13 anos, provenientes de famílias carentes que residem nas redondezas. As atividades incluem orientações lúdicas sobre saúde bucal, adaptadas à faixa etária das crianças. Entre as ações realizadas, destacam-se a evidênciação de placa bacteriana, escovação supervisionada e encaminhamento para tratamento na Clínica Escola de Odontologia, conforme as necessidades identificadas. Além disso, também realizamos doação de kits de higiene oral, com o apoio de instituições como o Conselho Regional de Odontologia”.

Além da coordenadora, 14 acadêmicos voluntários de odontologia são responsáveis pelo planejamento e execução de cada visita na ONG. Um deles é Giliardo da Silva Sousa, aluno à frente da organização das ações. Ele conta que, ao focar na prevenção da cárie e na promoção da saúde bucal, o projeto não apenas melhora a qualidade de vida das crianças, mas também as incentiva a cuidar melhor de sua saúde bucal desde cedo.

“O projeto é incrivelmente importante para a comunidade atendida, especialmente para as crianças entre 5 e 13 anos, afinal, a infância é um momento crucial para aprender hábitos saudáveis, e a educação em saúde bucal nessa fase tem um impacto significativo na vida adulta. Além disso, ao encaminhar as necessidades identificadas para a Clínica Escola de Odontologia da UESPI, o projeto garante que as crianças recebam o tratamento adequado, contribuindo para sua saúde geral e bem-estar a longo prazo. As ações promovidas incluem escovação supervisionada semanalmente, além de palestras e atividades lúdicas realizadas mensalmente”.

Juntamente com a execução do projeto de extensão, também está em andamento um projeto de pesquisa com o mesmo nome. Este projeto visa avaliar a condição de saúde oral das crianças assistidas no Casarão Esperanza, utilizando índices epidemiológicos específicos da Odontologia que analisam dentes cariados, perdidos e restaurados.

Projeto Social Oficina Esperanza

A Oficina Esperanza é uma OSCIP – Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, uma instituição sem fins lucrativos que trabalha com arte, cultura e esportes para crianças em situação de vulnerabilidade social em Parnaíba, Piauí. 

Veja mais fotos do projeto da UESPI: 

“Vozes UESPI” iniciativa de estudantes de Picos propõe Comunicação Comunitária no Campus

Por Cássio Sousa

Alunos do 6º período do curso de Jornalismo da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), no campus Prof. Barros Araújo, em Picos, estão desenvolvendo o projeto “Vozes UESPI”. O principal objetivo desse projeto é promover a comunicação comunitária dentro do campus, informando e conectando a comunidade acadêmica às atividades realizadas na Universidade.

O conceito de comunicação comunitária vai além da simples disseminação de informações. Segundo o professor da disciplina de Comunicação Comunitária, Edvan Luiz, essa abordagem visa estimular os moradores a analisar os problemas de sua comunidade e se desafiarem a enfrentá-los. Através da elaboração de projetos coordenados por representantes comunitários, os alunos aprendem a propor ações concretas, contribuindo significativamente para sua formação.

“Partindo desse pressuposto, a disciplina de Comunicação Comunitária contribui para o crescimento profissional dos alunos, destacando a importância de uma comunicação alternativa e popular. Além disso, ajuda a desmistificar esse tipo de comunicação”, afirma o docente.

 

PROJETO “Vozes UESPI”

@vozes.uespi

O projeto “Vozes UESPI” surgiu de uma atividade prática com alunos do 6º período de Jornalismo, com a intenção de ampliar a circulação de informações entre os estudantes do campus Prof. Barros Araújo. “A ideia nasceu para dar visibilidade e chamar a atenção da comunidade acadêmica para a importância de um meio alternativo de comunicação que reflita a identidade da universidade, superando diversos desafios”, explica o professor.

Equipe do “Vozes UESPI” podcast

A iniciativa é coordenada por três grupos divididos entre os alunos: digital, rádio e impresso. A divulgação do projeto é feita através do Instagram (@vozes.uespi), podcasts e materiais impressos.

A aluna participante, Thaila Vitória, enfatizou a contribuição que a iniciativa promove dentro do campus. “O nosso projeto vem contribuindo com a divulgação de outros projetos, informando sobre o que acontece dentro do campus e as iniciativas que acontecem aqui, lutas e reivindicações que muitas vezes não são vista pela comunidade uespiana geral”, enfatiza

Thaila também aponta que o objetivo do projeto é facilitar a comunicação entre os estudantes. “Queremos unir a classe estudantil do interior por meio do Instagram, abordando temas acadêmicos e externos. A UESPI é nossa prioridade, mas nosso objetivo é promover uma comunicação comunitária, popular e alternativa, trazendo realidades externas e informando sobre elas”, conclui a aluna.