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UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ

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UESPI institui Rede de Bibliotecas e avança na integração dos sistemas universitários

Por Edmilson Silva

A Rede de Bibliotecas da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) foi instituída por meio da Resolução do Conselho Universitário (CONSUN) nº 001/2026. A iniciativa tem como objetivo organizar, integrar e regulamentar os serviços bibliotecários da instituição, reunindo a Biblioteca Central e as bibliotecas dos campi, centros e núcleos universitários.

Rede de Bibliotecas unifica acervo e serviços em todos os campi da UESPI / Edimar Lopes, bibliotecário e diretor em exercício da Biblioteca Central,

A criação da Rede representa um avanço estratégico na integração dos sistemas de informação da universidade, ao promover a unificação de procedimentos, catálogos e serviços bibliotecários em todos os campi, sob a coordenação técnica da Biblioteca Central. A medida assegura a padronização dos serviços, maior eficiência na gestão do acervo e a ampliação do acesso à informação acadêmica.

Segundo o bibliotecário e diretor em exercício da Biblioteca Central, Edimar Lopes, a iniciativa fortalece a atuação institucional das bibliotecas da UESPI. “A ideia central é avançar na integração dos sistemas para todos os campi da universidade, garantindo serviços mais ágeis, padronizados e alinhados às atividades de ensino, pesquisa e extensão”, destacou.

Integração das bibliotecas da UESPI impulsiona pesquisa e extensão universitária / Foto da Biblioteca do Campus de Piripiri

A resolução também reforça o papel do Repositório Institucional, responsável por reunir, preservar e disponibilizar, em acesso aberto, a produção científica e acadêmica da UESPI, ampliando sua visibilidade e impacto social.

Entre os objetivos da Rede de Bibliotecas estão o suporte informacional aos programas de ensino, pesquisa e extensão, assegurando o acesso facilitado dos usuários à literatura científica dos cursos oferecidos pela instituição, bem como à comunidade em geral, por meio de atendimento presencial e/ou remoto. A iniciativa busca ainda maximizar o uso dos recursos informacionais disponíveis.

Integração das bibliotecas da UESPI impulsiona pesquisa e extensão universitária / Diretora do Campus de Piripiri, Profa. Dr Rosa Mamede

Também fazem parte das diretrizes o fortalecimento do serviço de referência e informação, com atendimento qualificado aos usuários, a promoção do intercâmbio bibliográfico com outras universidades, bibliotecas e centros de informação, além da organização, atualização, preservação e conservação do acervo bibliográfico em seus diversos suportes. Atualmente, a UESPI conta com 13 bibliotecas, distribuídas pelos campi da capital e do interior, sendo que uma unidade está localizada no Núcleo da cidade de Barras.

UESPI realiza visita técnica ao prédio onde será instalado o novo Campus de União

Por Roger Cunha 

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) realizou na manhã desta sexta-feira (23), visita técnica ao prédio que vai abrigar as futuras instalações do campus da instituição no município de União, região Norte do Piauí. A ação representa um passo decisivo no planejamento para a reabertura da unidade e integra a estratégia do Governo do Estado de fortalecer a formação superior e ampliar o acesso ao ensino público no interior do Piauí.

Equipe técnica da UESPI avalia estrutura para retomada do campus em União

A agenda contou com a presença do Superintendente de Obras e Infraestrutura da UESPI, Luiz Gonzaga Jr., da Diretora do Departamento de Engenharia, Tallyta Lopes, além de representantes do Polo da UAB, lideranças políticas e membros da comunidade local. Durante a visita, a equipe técnica avaliou as condições estruturais do imóvel, analisando aspectos como cobertura, instalações, infraestrutura geral e a viabilidade de adequações para o funcionamento acadêmico.

De acordo com o Superintendente de Obras e Infraestrutura da UESPI, Luiz Gonzaga Jr., a visita técnica atende a uma determinação direta da Reitoria da universidade e tem como foco preparar o campus para um novo momento. “Estamos aqui fazendo uma visita ao Polo da UAB de União, realizando uma avaliação técnica das condições de funcionamento e de reabertura do campus, onde possivelmente teremos novos cursos, tanto presenciais quanto a distância, em breve. Por determinação do nosso Reitor, Professor Paulo Henrique, estamos aqui acompanhados da diretora de Engenharia e Arquitetura para essa avaliação”, destacou.

Visita técnica marca nova etapa para o retorno da UESPI ao município de União

A Diretora do Departamento de Engenharia, Tallyta Lopes, explicou que o trabalho realizado no local faz parte de um estudo mais amplo de viabilidade. “Viemos realizar essa visita técnica com o professor Luiz Gonzaga para avaliar as condições de cobertura, instalações e infraestrutura, a fim de realizar um estudo de viabilidade para a reabertura de um novo campus, atendendo à demanda do Reitor Paulo Henrique e do Governo do Estado”, afirmou.

O Campus da UESPI em União já teve papel relevante na formação acadêmica da região, tendo ofertado, em períodos anteriores, os cursos de Agronomia e Zootecnia. A proposta atual é retomar as atividades da unidade com um novo perfil, voltado à oferta de cursos na área de tecnologia, alinhados às demandas do mercado de trabalho e à realidade dos estudantes da rede pública que já cursam formações técnicas no município e em cidades vizinhas.

Para a coordenadora do Polo da UAB em União, Cleonice Macedo, a reabertura do campus representa a concretização de um sonho coletivo. “Desde que os cursos presenciais retornaram para Teresina, esse é um dos maiores sonhos da população de União. O retorno dos cursos vai facilitar a vida, principalmente das famílias de baixa renda, que não têm condições de deslocar seus filhos diariamente para Teresina. Esse retorno vai abrir muitas possibilidades e facilitar o acesso dos nossos estudantes ao ensino superior”, ressaltou.

UESPI avalia estrutura para novos cursos presenciais e a distância em União

O impacto social da retomada do campus também é sentido diretamente pela comunidade. Moradora de União, Francisca Regina, destacou a importância da UESPI para famílias que enfrentam dificuldades financeiras. “É muito bom, porque muita gente aqui precisa. Eu tenho duas filhas que fazem Letras Português à distância e tive duas sobrinhas que desistiram do curso quando levaram os cursos daqui para Teresina. Então é muito importante que esses cursos voltem, porque União precisa muito”, relatou.

Ex-aluno da UESPI, Sebastião Barbosa, também destacou o potencial transformador da reabertura do campus. “A expectativa é ótima, porque vai permitir que alunos de União não precisem mais se deslocar para Teresina e também que quem saiu possa voltar. O Polo tem uma estrutura muito boa, sempre comentamos que ele tem condições de ofertar cursos presenciais. Ter cursos aqui vai abrir um leque de oportunidades para quem está concluindo o ensino médio”, afirmou.

A visita técnica também contou com a presença de vereadores do município, que reforçaram a articulação política junto ao Governo do Estado para garantir o retorno da UESPI à União. O vereador Joel Melo (PT) destacou o diálogo com o Executivo estadual. “Queremos agradecer ao governador Rafael Fonteles por atender nosso pedido. Estivemos no Palácio de Karnak e fomos prontamente atendidos. Hoje, ver a equipe de engenharia e infraestrutura da UESPI aqui em União mostra que essa demanda está sendo tratada com seriedade”, declarou.

Na mesma linha, o vereador Leonardo Fialho (PT) ressaltou o impacto da decisão para a juventude do município. “A nossa juventude agradece ao governador Rafael Fonteles, ao reitor Paulo Henrique e à gestão da UESPI. Hoje estamos prestando contas à sociedade e mostrando que esse pedido foi atendido. Vamos ter o retorno do Campus da UESPI em União, com cursos presenciais e a distância, o que é motivo de muita felicidade”, afirmou.

 

UESPI avalia estrutura para novos cursos presenciais e a distância em União

Com uma população de 46.119 habitantes, conforme o Censo do IBGE de 2022, União é atualmente a 8ª cidade mais populosa do Piauí, exercendo forte influência regional, especialmente pela proximidade com Teresina, localizada a cerca de 60 quilômetros da capital. Com economia diversificada, baseada na administração pública, no setor de serviços, na agropecuária e na indústria, União se consolida como um território estratégico para a expansão do ensino superior público, reforçando a relevância da reabertura do campus da UESPI para atender à demanda educacional local e regional.

A reabertura do campus de União integra uma estratégia mais ampla anunciada pelo governador Rafael Fonteles, que prevê também a retomada dos campi presenciais da UESPI nos municípios de Paulistana, Valença e Barras, fortalecendo a interiorização do ensino superior e ampliando oportunidades educacionais em diferentes regiões do estado. Com a visita técnica, a UESPI avança no planejamento das ações necessárias para viabilizar essa retomada, reafirmando o compromisso da instituição e do Governo do Estado com a expansão do ensino superior público, gratuito e de qualidade, promovendo desenvolvimento social, educacional e econômico para a população piauiense.

Curso de Medicina da UESPI é nota 4 no Enamed

Por Daiane Rufino e Valéria Neves

O curso de Medicina da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) obteve a nota 4 no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (ENAMED) realizado pelo Ministério da Educação e aplicado aos estudantes que estão concluindo o curso de Medicina em todo o Brasil. O conceito 4 é um indicador relevante no ensino médico brasileiro, representando um índice “muito bom”, situando-se acima da média nacional e demonstrando solidez na formação oferecida.

Pedro Nogueira, aluno do 12º período do curso de Medicina da UESPI, um dos estudantes que participou do Enamed.

O conceito 4 reflete o esforço dos estudantes, mas também a qualidade da estrutura pedagógica, dos cenários de prática e do corpo docente. A nota funciona como um selo de confiança para a sociedade e um termômetro para gestores educacionais. “A nota que a gente recebeu é resultado do preparo que a gente tem, das aulas que a gente teve. Tudo isto foi um apoio fundamental para que a gente chegasse aonde a gente está agora. Ainda tem muita coisa para melhorar, mas é muito importante que a gente mantenha as aulas práticas, o empenho dos professores, o nosso hospital escola”, descreve Pedro Nogueira, aluno do 12º período do curso de Medicina da UESPI, um dos estudantes que participou da avaliação.

Ao avaliar o bom desempenho, o coordenador do curso de Medicina da UESPI, professor mestre Rodrigo Valença, explanou que o resultado vem de um processo de trabalho de todo seu corpo docente, dentro de um processo de desenvolvimento do curso de Medicina e da própria UESPI. Dentre as melhorias no curso ele cita a reforma e revitalização do Centro de Ciências da Saúde (CCS), da instalação de novos laboratórios, como o Laboratório de Simulação Realística do Hospital Escola Getúlio Vargas e, principalmente, a modernização do Projeto Político Pedagógico do curso de Medicina. “Incluindo disciplinas mais conectadas com as demandas atuais da sociedade, como Inteligência Artificial para a Saúde e Assistência à Saúde nas Populações Invisibilizadas”, descreveu o coordenador.

No total, 44 estudantes da UESPI participaram desta edição do Enamed. Estando na etapa final de suas formações como médicos, a obtenção de uma nota expressiva, concede aos demais alunos de períodos distintos e aos novos que entrarão em 2026, a realidade de pertencerem a uma graduação que os possibilitará uma formação muito boa.  “Espero que, com os calouros que vem aí, o nosso ensino continue sendo de qualidade e eficiência, vai manter este ânimo nos calouros que estão entrando e que a gente que está saindo agora, mantenha este sentimento de orgulho, de felicidade, de ter feito parte desta história”, ilustrou com orgulho os seus sentimentos, o estudante Pedro Nogueira.

Coordenador do curso de Medicina da UESPI, professor mestre Rodrigo Valença.

O Enamed 

O Enamed é aplicado pelo Inep e segue parâmetros semelhantes aos do Enade, mas com foco exclusivo na Medicina. A prova abrange áreas essenciais da prática médica, como clínica, cirurgia, pediatria, ginecologia e saúde coletiva, avaliando tanto conhecimento teórico quanto capacidade de aplicação prática.

Nesta edição, foram avaliados 351 cursos em todo o Brasil, destes 107 cursos (30%) tiveram desempenho insatisfatório (conceitos 1 e 2) e 243 cursos ficaram com desempenho adequado (conceitos 3, 4 e 5)

O conceito 4 indica que a maior parte dos estudantes atingiu níveis elevados de proficiência nas competências avaliadas pelo exame, que incluem raciocínio clínico, tomada de decisão, habilidades essenciais da prática médica e domínio dos conteúdos fundamentais das grandes áreas da Medicina. A nota posiciona o curso entre os mais bem avaliados do país e evidencia um desempenho consistente.

A prova é obrigatória para todos os alunos matriculados no último ano da graduação, fase em que já passaram pela maior parte do internato e estão prestes a ingressar no mercado de trabalho. O exame reúne concluintes de instituições públicas e privadas de todo o país e funciona como um instrumento de diagnóstico da formação médica brasileira.

Ao avaliar estudantes no final do curso, o ENAMED busca medir o nível de proficiência dos futuros médicos e verificar se eles dominam as competências essenciais para o exercício profissional. A prova analisa desde conhecimentos teóricos até a capacidade de tomada de decisão clínica, oferecendo ao Ministério da Educação um panorama detalhado da qualidade dos cursos de Medicina. 

UESPI divulga resultado preliminar das entrevistas do Programa Inclusão Social

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI), por meio da Pró-Reitoria de Extensão, Assuntos Estudantis e Comunitários (PREX) e do Departamento de Assuntos Estudantis e Comunitários (DAEC), torna público o resultado preliminar das entrevistas do Processo Seletivo de bolsistas do Programa Inclusão Social.

A seleção refere-se ao Campus Poeta Torquato Neto, em Teresina (PI), conforme o Edital UESPI/PREX/DAEC/SAE nº 90/2025.

SEI_GOV-PI – 0022077152 – Edital

UESPI abre processo seletivo para estágio não obrigatório em Direito no Campus Poeta Torquato Neto

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI), por meio da Pró-Reitoria de Extensão, Assuntos Estudantis e Comunitários (PREX) e do Departamento de Assuntos Estudantis e Comunitários (DAEC), torna pública a abertura de processo seletivo para Estágio Não Obrigatório do curso de Bacharelado em Direito.

As vagas são destinadas à lotação na Comissão Permanente de Licitação (CPL), no Campus Poeta Torquato Neto, em Teresina (PI).

SEI_GOV-PI – 0022020462 – Edital

Cronograma de entrevistas do seletivo para estágio em Serviço Social

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI), por meio da Pró-Reitoria de Extensão, Assuntos Estudantis e Comunitários (PREX) e do Departamento de Assuntos Estudantis e Comunitários (DAEC), torna público o cronograma de entrevistas do processo seletivo para Estágio Não Obrigatório do curso de Serviço Social.

As vagas são destinadas à lotação no Setor de Assistência ao Estudante (SAE), em Teresina (PI). As datas, horários e demais orientações estão disponíveis nos canais oficiais da UESPI.

SEI_GOV-PI – 0022073909 – Despacho

UESPI divulga resultado final da Bolsa Inclusão Social

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI), por meio da Pró-Reitoria de Extensão, Assuntos Estudantis e Comunitários (PREX), divulga o Resultado Final da Bolsa Inclusão Social, conforme a Resolução CONSUN nº 008/2024.

O programa é voltado a estudantes com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento, altas habilidades e/ou superdotação, e contempla a demanda do Campus Clóvis Moura, em Teresina (PI), no curso de Ciências Contábeis.

SEI_GOV-PI – 0022070128 – Edital

NEAD/UESPI/UAB lança edital para seleção de coordenadores de cursos EaD e formação de cadastro de reserva

NEAD/UESPI/UAB publica o Edital nº 001/2026, que trata do Processo Seletivo Simplificado para o preenchimento de vagas remanescentes e formação de cadastro de reserva para a função de Coordenador(a) de cursos de Graduação e Pós-Graduação na modalidade a distância, no âmbito da Universidade Aberta do Brasil (UAB) na Universidade Estadual do Piauí (UESPI).

As vagas contemplam os cursos de Licenciatura em Pedagogia, História e Letras-Inglês, além das pós-graduações em Gestão em Saúde e História e Cultura Afro-brasileira.

edital nead 001

UESPI oferta 4.260 vagas em 105 cursos pelo SiSU 2026

Por Roger Cunha

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) está com 4.260 vagas abertas para ingresso em 105 cursos de graduação através do Sistema de Seleção Unificada (SISU) 2026. Todos na modalidade presencial, com início das aulas no primeiro e no segundo semestre letivo deste ano. As oportunidades estão distribuídas nos 12 campi da instituição, localizados em Teresina e em todas as regiões do interior do estado.

UESPI abre mais de 4,2 mil vagas pelo SiSU 2026  / Aluno: João Antônio, do curso de Ciência da Computação.

O SISU é a principal porta de entrada para o ensino superior público no país e utiliza as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) como critério de seleção. No caso da UESPI, a ampla oferta de vagas reforça o compromisso institucional com a democratização do acesso à universidade pública, gratuita e de qualidade.

As inscrições para o SISU 2026 seguem abertas até esta sexta-feira, 23 de janeiro, exclusivamente por meio do site do Ministério da Educação:
acessounico.mec.gov.br/sisu.

Conforme previsto no edital, podem participar do processo seletivo os candidatos que realizaram o ENEM nas edições de 2023, 2024 ou 2025, desde que possuam nota válida no sistema do MEC. A inscrição implica o consentimento do candidato para a utilização e o tratamento das notas e das informações prestadas, exclusivamente para fins do processo seletivo.

A UESPI está preparada para conduzir todas as etapas do processo, desde a seleção até o ingresso dos novos estudantes. A pró-reitora adjunta de Ensino e Graduação, professora doutora Roselis Ribeiro Barbosa Machado, destaca que a oferta expressiva de vagas representa um esforço institucional para ampliar o acesso ao ensino superior em todo o estado. “Estamos ofertando 4.260 vagas, em cursos presenciais, distribuídos nos 12 campi da UESPI. É um número significativo, que demonstra o compromisso da universidade em acolher os estudantes que realizaram o ENEM e desejam ingressar no ensino superior”, afirma.

A gestora explica que o cronograma segue o calendário nacional do SISU e que a universidade inicia, de forma imediata, os procedimentos acadêmicos após a divulgação do resultado. “As inscrições seguem até o dia 23 de janeiro e o resultado será divulgado no dia 29. Nesse mesmo dia, já estará aberta a manifestação de interesse na lista de espera e também iniciaremos a matrícula institucional dos candidatos aprovados”, pontua.

UESPI amplia ingresso no ensino superior com oferta pelo SiSU 2026. Aluno: João Antônio, do curso de Ciência da Computação.

As vagas estão distribuídas nos seguintes campi da UESPI:

  • Campus Poeta Torquato Neto e Campus Clóvis Moura, em Teresina;
  • Campus Heróis do Jenipapo, em Campo Maior;
  • Campus Dra. Josefina Demes, em Floriano;
  • Campus Deputado Jesualdo Cavalcanti, em Corrente;
  • Campus Professor Alexandre Alves de Oliveira, em Parnaíba;
  • Campus Possidônio Queiroz, em Oeiras;
  • Campus Professor Barros Araújo, em Picos;
  • Campus Professor Antônio Giovani Sousa, em Piripiri;
  • Campus Professor Ariston Dias Lima, em São Raimundo Nonato;
  • Campus Bom Jesus;
  • Campus Uruçuí.

A relação completa de cursos, número de vagas, turnos e modalidades de concorrência está disponível no edital publicado no site oficial da universidade.

Para além dos números e da logística do processo seletivo, a Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (PREG) destaca que a escolha pela UESPI representa uma decisão estratégica para o fortalecimento do ensino superior no estado. A universidade tem papel central na formação de profissionais, na produção científica e na interiorização do conhecimento, contribuindo diretamente para o desenvolvimento social e econômico do Piauí.

UESPI amplia ingresso no ensino superior com oferta pelo SiSU 2026 / Pró-Reitora Adjunta da PREG, Professora Doutora Roselis Ribeiro Barbosa Machado

A Pró-Reitora Adjunta da PREG, Professora Doutora Roselis Ribeiro Barbosa Machado, reforça a identidade da instituição como uma universidade pública comprometida com a realidade local e com as demandas da sociedade piauiense. “A UESPI é uma universidade genuinamente piauiense, preparada para qualificar o nosso povo. Esperamos que os estudantes do Piauí priorizem a nossa instituição, que contribui diretamente para o fortalecimento da pesquisa, da formação superior e do desenvolvimento regional”, destaca.

A gestora também chama atenção para o processo contínuo de fortalecimento institucional vivenciado pela universidade nos últimos anos, resultado de investimentos em infraestrutura, ampliação e adequação de espaços acadêmicos, além da valorização do corpo docente. “A universidade tem crescido significativamente. Hoje contamos com uma infraestrutura mais adequada e com um corpo docente altamente qualificado, capaz de garantir um ensino público de qualidade e uma formação sólida para os nossos estudantes”, conclui.

Ela orienta também que os candidatos leiam atentamente o edital, confiram seus dados no sistema do SISU e acompanhem todas as etapas do processo seletivo. Todas as informações oficiais estão disponíveis no site uespi.br.

Reitoria instala Conselho Gestor Ampliado e fortalece modelo de gestão integrada da UESPI

Por Roger Cunha 

O Reitor da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), Professor Doutor Paulo Henrique, reuniu, nesta terça-feira (21), pró-reitores(as), superintendentes, diretores(as) e vice-diretores(as) de campi e centros, no Palácio Pirajá, em Teresina, para a instalação do Conselho Gestor Ampliado da instituição. A reunião marca o início formal do novo ciclo administrativo da universidade, referente ao quadriênio 2026–2030, e simboliza o primeiro grande momento de alinhamento da nova Administração Superior com os gestores das unidades acadêmicas da capital e do interior.

Reitoria dá início à nova gestão com instalação do Conselho Gestor Ampliado // Créditos: Danilo kelvin ASCOM UESPI

A iniciativa integra as primeiras ações da Gestão Viva a UESPI e reafirma o compromisso da Reitoria com uma administração pautada no diálogo, na escuta qualificada e na construção coletiva de decisões estratégicas. O Conselho Gestor Ampliado passa a funcionar como um espaço permanente de articulação institucional, reunindo os principais dirigentes da universidade para  discutir, de forma integrada, os rumos da gestão universitária.

Durante o encontro, foi debatida a ampliação da composição do Conselho Gestor, que passa a contar com a participação direta de diretores(as) e vice-diretores(as) de campi e centros, além dos pró-reitores(as) e superintendentes. A medida fortalece a presença das unidades acadêmicas no processo decisório e consolida um modelo de governança mais próximo da realidade institucional. O colegiado terá reuniões presenciais bimestrais, garantindo continuidade no planejamento e no acompanhamento das ações da gestão superior.

Reitoria dá início à nova gestão com instalação do Conselho Gestor Ampliado // Créditos: Roger Cunha ASCOM UESPI

Entre as atribuições do Conselho Gestor Ampliado estão o planejamento das ações estratégicas da Administração Superior, o monitoramento das políticas institucionais e a definição de prioridades para o quadriênio. A proposta busca concentrar esforços em um único direcionamento, promovendo maior integração entre as áreas administrativas e acadêmicas e assegurando coerência entre planejamento, execução e avaliação das ações institucionais.

A composição do conselho reúne gestores de diferentes territórios do estado, o que permite que as decisões da universidade sejam construídas a partir de múltiplas realidades. Essa diversidade amplia o olhar institucional e fortalece a perspectiva de uma UESPI integrada, plural e territorialmente conectada, comprometida com o desenvolvimento regional e com o atendimento às demandas sociais.

Reitoria dá início à nova gestão com instalação do Conselho Gestor Ampliado // Créditos: Roger Cunha ASCOM UESPI

Na abertura oficial dos trabalhos, o Reitor da UESPI, Professor Doutor Paulo Henrique, destacou o caráter simbólico do encontro, realizado no primeiro dia da nova gestão, e ressaltou a importância da criação do Conselho Gestor Ampliado como instrumento central para o fortalecimento da democracia interna e da participação coletiva na condução da universidade. “Gente, primeiro dia da gestão. Viva a UESPI! E nós instituímos o Conselho Gestor Ampliado, formado pelo reitor, pela vice-reitora, por todos os pró-reitores, superintendentes, diretores e vice-diretores dos 18 campi e centros. Esse Conselho Gestor vai discutir os principais encaminhamentos da próxima gestão, tornando a gestão da UESPI cada vez mais democrática. Viva a UESPI!”, afirmou.

A importância do novo espaço de diálogo também foi destacada pelo Pró-Reitor de Planejamento (PROPLAN), Professor Kerlen Dantas, que trouxe para o debate a dimensão estratégica do planejamento institucional. Com experiência na área de planejamento e passagem pela Secretaria de Planejamento do Estado, o gestor ressaltou que o Conselho Gestor Ampliado será fundamental para alinhar as ações da universidade às políticas públicas, ao orçamento e às demandas contemporâneas da educação superior. “Vamos construir o Plano de Desenvolvimento Institucional da UESPI de forma integrada, dialogando com as peças orçamentárias e com a conjuntura nacional e internacional, potencializando o trabalho já realizado e elevando a universidade a um novo patamar”, pontuou.

Reitoria dá início à nova gestão com instalação do Conselho Gestor Ampliado // Créditos: Roger Cunha ASCOM UESPI

A ampliação do conselho também representa um marco no fortalecimento da representatividade dos técnicos-administrativos na gestão universitária. Esse aspecto foi enfatizado pelo Pró-Reitor Adjunto da Pró-Reitoria de Administração (PRAD), Técnico-Administrativo Gerson Almeida da Silva, que destacou o caráter histórico do novo ciclo administrativo e o papel da união institucional para o enfrentamento dos desafios da universidade. “A participação dos campi neste momento é fundamental para o início do diálogo e das tratativas. Temos muito trabalho pela frente e quem ganha com essa união é a própria UESPI”, ressaltou.

Representando os campi do interior, a Diretora do Campus de Picos, Professora Mariluska Macedo, destacou que a criação do Conselho Gestor Ampliado fortalece a escuta das unidades fora da capital e amplia as possibilidades de cooperação entre os campi. A gestora enfatizou que o compartilhamento de experiências acadêmicas e administrativas contribui para o crescimento conjunto da universidade. “Para nós, que somos dos campi do interior, esse espaço é de suma importância. É a oportunidade de trazer nossas demandas, discutir coletivamente e compartilhar experiências. Muitas vezes, um campus desenvolve projetos de extensão ou de pesquisa que podem contribuir para o crescimento de outros. Quando dialogamos, crescemos todos juntos”, afirmou.

Reitoria dá início à nova gestão com instalação do Conselho Gestor Ampliado // Créditos: Roger Cunha ASCOM UESPI

Com a instalação do Conselho Gestor Ampliado, a UESPI passa a contar com um novo espaço institucional de articulação e planejamento, voltado ao acompanhamento das ações da gestão superior e à integração entre a Administração Central e os campi e centros da Universidade. A iniciativa busca qualificar os processos decisórios e fortalecer a atuação da instituição nas áreas de ensino, pesquisa, extensão e gestão.

UESPI moderniza Laboratório de Rádio e investe na qualificação do curso de Jornalismo

Por Roger Cunha 

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) entregou à comunidade acadêmica o novo Laboratório de Rádio do curso de Bacharelado em Jornalismo no Campus Poeta Torquato Neto em Teresina-PI, após uma ampla reforma que modernizou completamente o espaço. A iniciativa reforça o compromisso da instituição com a qualificação do ensino, a valorização da prática profissional e a melhoria contínua da infraestrutura acadêmica.

Novo Laboratório de Rádio fortalece práticas jornalísticas na UESPI

O laboratório passou por intervenções estruturais que contemplaram a criação de um depósito para armazenamento de equipamentos, melhorias na iluminação, instalação de novo mobiliário, substituição do piso, adequações na rede elétrica e a implantação de um cenário exclusivo para a produção de podcasts. As mudanças garantem mais segurança, funcionalidade e condições técnicas adequadas para as atividades pedagógicas do curso.

Durante a entrega do espaço, o reitor da UESPI, Professor Dr. Evandro Alberto, destacou que o novo laboratório é resultado de planejamento, diálogo e do empenho coletivo da gestão universitária. “Essa entrega representa uma gestão comprometida com a qualidade do ensino e com aquilo que os nossos estudantes realmente precisam. É uma conquista construída a muitas mãos, com dedicação, planejamento e responsabilidade com a universidade”, afirmou.

A diretora do CECCA, Professora DR. Valdirene Gomes ressaltou que a reforma do Laboratório de Rádio já vinha sendo planejada há algum tempo e atendia a uma demanda recorrente dos estudantes do curso de Jornalismo. Segundo ela, o espaço é essencial para garantir a qualidade da formação. “A gente vinha se preparando para esse momento, porque entendemos que, para a qualidade do curso de Bacharelado em Jornalismo, esse laboratório era fundamental. Os alunos sempre reivindicaram esse espaço, e hoje conseguimos entregar um ambiente à altura da formação que eles merecem”, pontuou.

Novo Laboratório de Rádio fortalece práticas jornalísticas na UESPI

Responsável pela execução da obra, a chefe do DMSG, Marilene Sansão, foi reconhecida pelo trabalho técnico e pela agilidade na condução da reforma. Para o reitor, a entrega reflete o compromisso e o cuidado da equipe com cada detalhe do projeto. “Tudo o que passa pelas mãos da Marilene é feito com muito capricho, dedicação e rapidez. Esse laboratório tem a marca do trabalho sério e comprometido que ela realiza na UESPI”, destacou Evandro Alberto.

Do ponto de vista pedagógico, o novo espaço amplia significativamente as possibilidades de ensino e aprendizagem. O Técnico de Som Marcelo Ferreira, explicou que o laboratório atende plenamente às exigências das aulas práticas e simula um estúdio profissional. “Aqui será possível colocar em prática tudo aquilo que a teoria apresenta em sala de aula. Os alunos vão encontrar microfones, câmeras e um espaço adequado para gravações e apresentação de podcasts, vivenciando a rotina real de um estúdio”, explicou.

Ele também destacou a importância do podcast como formato contemporâneo de comunicação e aprendizagem. “O podcast hoje tem grande audiência e relevância. Ter um cenário próprio e equipamentos adequados permite que os estudantes desenvolvam conteúdos atuais e se preparem para o mercado de trabalho com mais segurança e experiência prática”, completou.

Novo Laboratório de Rádio fortalece práticas jornalísticas na UESPI

A entrega do Laboratório de Rádio também resgata um projeto sonhado desde gestões anteriores. A professora Rosane Martins, quando esteve à frente da coordenação do curso de Jornalismo, foi uma das responsáveis por idealizar o espaço. O reconhecimento à sua contribuição reforça o caráter coletivo e contínuo do processo de fortalecimento do curso. Além disso, o novo laboratório integra um planejamento mais amplo para a área da Comunicação na universidade. A vice-diretora professora Sammara Jericó, que já atuou na chefia da Comunicação, também esteve entre as idealizadoras do fortalecimento dos espaços de rádio e TV. A gestão atual já projeta novas melhorias para os ambientes destinados às práticas audiovisuais.

Ao final da solenidade, o Reitor agradeceu às equipes envolvidas e destacou que a entrega simboliza mais do que uma obra física. “Esse laboratório representa o cuidado com a formação dos nossos estudantes, o respeito à história do curso e o compromisso com uma universidade cada vez mais qualificada, equipada e preparada para o futuro”, concluiu.

SEINFRA entrega quarto prédio do Centro Integrado da Faculdade de Direito da UESPI

Por Roger Cunha 

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) recebeu mais um importante reforço em sua infraestrutura com a entrega do quarto prédio do Centro Integrado da Faculdade de Direito (FADIR), no campus Poeta Torquato Neto. A obra, executada pela Secretaria de Estado da Infraestrutura (SEINFRA), integra um conjunto de seis blocos previstos e representa um avanço significativo para a consolidação de ambientes modernos, acessíveis e adequados às atividades acadêmicas.

Quarto prédio do Centro Integrado da Faculdade de Direito é entregue à UESPI

Com mais de 1.000 metros quadrados de área construída, o novo prédio foi projetado para atender às demandas atuais do ensino superior. A estrutura conta com dez salas de aula climatizadas, equipadas com data show, quadros de vidro e carteiras novas, além de elevador, escadas amplas e baterias com quatro banheiros, sendo dois adaptados para pessoas com deficiência, garantindo acessibilidade e conforto para toda a comunidade universitária.

Durante a entrega, o Reitor da UESPI, Professor Doutor Evandro Alberto, destacou a importância do trabalho conjunto entre universidade, Governo do Estado e equipes técnicas envolvidas na execução da obra. Segundo ele, o prédio entregue segue um padrão elevado de qualidade e reflete um processo de acompanhamento permanente. “Estamos recebendo uma obra padrão, que é o quarto prédio entregue, onde vai funcionar a Faculdade de Direito. Houve um trabalho de acompanhamento muito cuidadoso, tanto da equipe da UESPI quanto da SEINFRA e da empresa executora. É uma obra de muita qualidade, fruto do compromisso do Governo do Estado e de todos que contribuíram para que ela se tornasse realidade”, afirmou o Reitor.

Quarto prédio do Centro Integrado da Faculdade de Direito é entregue à UESPI

Evandro Alberto também ressaltou o papel institucional da SEINFRA e do Governo do Estado na ampliação da infraestrutura universitária, agradecendo o empenho das equipes técnicas e destacando que o espaço passa a integrar oficialmente o conjunto de prédios destinados ao fortalecimento do ensino jurídico no campus.

A chefe da Diretoria de Engenharia e Arquitetura (DENG) da UESPI, Thalita Lopes, reforçou o padrão construtivo da obra e a organização do espaço entregue. “Como sempre, a ELO entrega a obra dentro do padrão de qualidade, com tudo organizado, infraestrutura adequada e todas as condições necessárias para o funcionamento pleno do prédio”, destacou.

Quarto prédio do Centro Integrado da Faculdade de Direito é entregue à UESPI

A Diretora da SEINFRA, Tatiany Ribeiro, celebrou a entrega do Bloco 4 como mais uma etapa cumprida dentro do planejamento de investimentos em educação pública. Egressa da própria UESPI, ela destacou o cuidado com cada detalhe do prédio e a satisfação pessoal em participar da entrega. “É mais uma missão cumprida. Estou muito feliz em poder entregar o Bloco 4, uma obra de qualidade, com elevador, salas climatizadas, carteiras novas. Sou egressa da UESPI, já estudei aqui, então cada entrega tem um significado muito especial. Essa obra foi feita com carinho pela Secretaria, pela Universidade e pelo Governo do Estado, para que os alunos possam aproveitar e cuidar desse espaço”, afirmou.

O diretor da ELO Engenharia, Eugênio Veloso, fez questão de reconhecer o empenho da equipe técnica envolvida no projeto, ressaltando que o resultado alcançado é fruto de trabalho coletivo. “Quero registrar meu agradecimento à equipe de engenharia, na pessoa do Bruno, porque sem esse trabalho dedicado não seria possível alcançar o resultado que estamos entregando hoje. É um esforço conjunto que reflete na qualidade final da obra”, pontuou.

Quarto prédio do Centro Integrado da Faculdade de Direito é entregue à UESPI

A entrega do quarto prédio do Centro Integrado da Faculdade de Direito reforça o compromisso da UESPI e do Governo do Estado do Piauí com a valorização da educação pública, por meio de investimentos em infraestrutura moderna, acessível e planejada. O novo espaço amplia a capacidade de atendimento da FADIR e fortalece as condições para o desenvolvimento do ensino, da pesquisa e da formação jurídica no campus Poeta Torquato Neto.

Com a conclusão do quarto prédio do Centro Integrado da Faculdade de Direito, a UESPI amplia sua estrutura física no campus Poeta Torquato Neto e passa a contar com um novo espaço destinado às atividades acadêmicas da FADIR. A edificação foi planejada para atender às demandas do ensino superior, oferecendo condições adequadas para o desenvolvimento das rotinas de ensino, pesquisa e formação acadêmica.

Integrando um conjunto de seis blocos previstos para o Centro Integrado, o novo prédio contribui para a organização dos cursos e para a melhoria do funcionamento da Faculdade de Direito. A estrutura entregue reúne ambientes modernos, acessíveis e funcionais, voltados ao uso cotidiano de estudantes, docentes e servidores.

Quarto prédio do Centro Integrado da Faculdade de Direito é entregue à UESPI

A entrega do Bloco 4 marca mais uma etapa do processo de investimentos em infraestrutura universitária e reforça a ampliação gradual dos espaços acadêmicos da UESPI. O prédio passa a compor o conjunto de equipamentos do campus, fortalecendo as condições de funcionamento da instituição e ampliando a capacidade de atendimento à comunidade universitária.

Com investimento de R$ 1 milhão, UESPI amplia mobilidade no Campus Poeta Torquato Neto

Por Roger Cunha 

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) avança na melhoria de sua infraestrutura com a pavimentação interna do Campus Poeta Torquato Neto, em Teresina. A obra representa um investimento de R$ 1 milhão e contempla a execução de mais de 9 mil metros de asfalto, promovendo melhorias significativas na mobilidade, na acessibilidade e na segurança de toda a comunidade acadêmica.

Pavimentação interna melhora mobilidade e acessibilidade no Campus Poeta Torquato Neto

A intervenção atende a uma demanda antiga da instituição e tem impacto direto na rotina de estudantes, técnicos administrativos e professores, ao facilitar o deslocamento entre os prédios, reduzir transtornos causados por poeira e lama em períodos chuvosos e garantir melhores condições de circulação para pedestres e veículos. A pavimentação também contribui para a acessibilidade de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, fortalecendo o compromisso da universidade com a inclusão.

Durante visita técnica à obra, o Reitor da UESPI, Prof. Dr. Evandro Alberto, destacou o caráter simbólico e histórico da pavimentação interna do campus, ressaltando que a entrega representa a consolidação de um sonho antigo da comunidade universitária. Segundo ele, a gestão manteve o compromisso de realizar entregas até o último dia de mandato, assegurando a continuidade dos avanços estruturais da instituição. “Aqui era um sonho: asfalto no Campus Poeta Torquato Neto. A gente trabalha até o último dia do mandato realizando entregas, com obras de infraestrutura e asfalto de primeira qualidade”, afirmou.

Pavimentação interna melhora mobilidade e acessibilidade no Campus Poeta Torquato Neto

Ao lado do Reitor, o Pró-Reitor de Planejamento e Finanças, Prof. Lucídio Bezerra, reforçou que a pavimentação integra um conjunto de investimentos estratégicos voltados à qualificação dos espaços universitários. Ele destacou que a execução da obra reflete o compromisso da gestão com a responsabilidade administrativa e com a entrega de resultados concretos à comunidade acadêmica. “Mesmo nos momentos finais da gestão, seguimos realizando entregas importantes, com obras de infraestrutura e asfalto de primeira qualidade, que impactam diretamente o dia a dia da universidade”, pontuou.

Responsável por acompanhar tecnicamente a intervenção, a engenheira Thalita Lopes, chefe da Diretoria de Engenharia e Arquitetura (DENG), ressaltou que a pavimentação simboliza o cumprimento de compromissos assumidos pela gestão. Para ela, a entrega reforça a marca de uma administração pautada por resultados concretos. “É só orgulho, porque na sua gestão a promessa é feita e a promessa é cumprida. Está aqui mais uma entrega, já no fim do mandato, com o asfalto sendo realizado”, afirmou.

Pavimentação interna melhora mobilidade e acessibilidade no Campus Poeta Torquato Neto

À frente da Prefeitura Universitária, o prefeito Antônio Renato de Aragão avaliou que as melhorias representam uma transformação estrutural na UESPI, refletindo uma nova organização dos espaços e melhores condições de funcionamento da universidade. Segundo ele, as intervenções realizadas ao longo da gestão promoveram avanços significativos na infraestrutura institucional. “O que a gente vê hoje é uma verdadeira transformação. A universidade passou por uma reorganização dos seus espaços, com obras que melhoraram o funcionamento e a rotina de quem vive a UESPI todos os dias”, afirmou.

A obra é resultado do diálogo institucional e da articulação com o Governo do Estado do Piauí, contando com o apoio do governador Rafael Fonteles, do deputado Georgiano Neto e do vereador Eduardo Draga Alana, parcerias que possibilitaram a viabilização dos recursos necessários para a execução do projeto e o atendimento de uma demanda histórica da comunidade acadêmica.

Ao analisar o conjunto de transformações promovidas na universidade, a Diretora de Pós-Graduação, Profa. Dra. Gynna Silva Azar, destacou que a pavimentação do Campus Poeta Torquato Neto integra um processo mais amplo de fortalecimento da UESPI, iniciado em outros campi do estado. Ela ressaltou que as melhorias estruturais representam um legado importante deixado pela gestão. “Essa obra faz parte de um conjunto de lutas e conquistas que vêm de outras experiências da universidade. Ver esse campus recebendo essa estrutura é perceber o legado que está sendo construído”, destacou.

Pavimentação interna melhora mobilidade e acessibilidade no Campus Poeta Torquato Neto

A Pró-Reitora de Ensino e Graduação, Profa. Dra. Mônica Maria Feitosa Braga Gentil, também enfatizou que os avanços observados na universidade são fruto de uma gestão articulada e comprometida com o desenvolvimento institucional. Para ela, as transformações refletem uma liderança capaz de conduzir mudanças duradouras na UESPI. “Tudo isso é resultado de uma gestão que teve liderança, diálogo e compromisso com a universidade. As transformações que vemos hoje deixam marcas importantes para o futuro da UESPI”, afirmou.

Já o diretor do Departamento de Tecnologia da Informação e Comunicação (DTIC), Prof. Dr. Maurício Rocha, avaliou que a pavimentação interna reforça a marca de uma gestão caracterizada por entregas consistentes, tanto na infraestrutura física quanto na área tecnológica. Segundo ele, a obra melhora a mobilidade urbana dentro do campus e contribui para um ambiente universitário mais funcional. “Essa entrega simboliza muito bem a marca da gestão: investimentos em infraestrutura física e também tecnológica, sempre com foco em melhorar as condições de trabalho e circulação dentro da universidade”, ressaltou.

Pavimentação interna melhora mobilidade e acessibilidade no Campus Poeta Torquato Neto

Além de modernizar a infraestrutura do campus, a pavimentação interna reforça a política de valorização dos espaços universitários e de cuidado com quem vivencia diariamente a UESPI. A melhoria das vias internas impacta positivamente o fluxo de serviços, o transporte acadêmico e a organização do tráfego, tornando o ambiente mais seguro, funcional e adequado às necessidades da comunidade acadêmica.

Com a obra, o Campus Poeta Torquato Neto passa a contar com uma estrutura mais adequada às necessidades atuais da universidade, alinhada às ações de fortalecimento do ensino, da pesquisa e da extensão. O investimento reafirma o compromisso da UESPI com a oferta de um ambiente mais digno, acessível e seguro, contribuindo para a qualidade de vida e para o desenvolvimento das atividades acadêmicas.

PREX/UESPI divulga resultado preliminar de seleção para estágio em Direito no Campus de Picos

A Pró-Reitoria de Extensão, Assuntos Estudantis e Comunitários (PREX/UESPI) divulga o resultado preliminar do processo seletivo para Estágio Não Obrigatório do curso de Direito, com lotação no Núcleo de Práticas Jurídicas (NPJ) do Campus Prof. Barros Araújo, em Picos.

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PREX/UESPI divulga resultado da interposição de recursos do Programa Auxílio Moradia

A Pró-Reitoria de Extensão, Assuntos Estudantis e Comunitários (PREX/UESPI) divulga o resultado da interposição de recursos referente ao Resultado Preliminar do Programa Auxílio Moradia, conforme o Edital nº 73/2025.

A lista contempla estudantes de diversos campi da universidade. Acesse o site da UESPI e confira a situação do seu recurso.

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PREX/UESPI lança edital de estágio não obrigatório para estudantes de Jornalismo

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) lançou o Edital nº 03/2026, que trata da abertura de processo seletivo para Estágio Não Obrigatório destinado a estudantes do curso de Jornalismo da instituição. A seleção é conduzida pela Pró-Reitoria de Extensão, Assuntos Estudantis e Comunitários (PREX), em parceria com o Departamento de Assuntos Estudantis e Comunitários (DAEC).

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VER-SUS 2026 aposta em formação conectada à realidade e às vivências do SUS

Por Roger Cunha

O Programa Nacional de Vivências no Sistema Único de Saúde (VER-SUS) vai realizar, entre os dias 1º e 7 de março de 2026, uma vivência imersiva no município de Luís Correia, no litoral do Piauí. A iniciativa, que integra ações de formação em saúde em âmbito nacional, tem como foco aproximar estudantes e residentes da realidade concreta do trabalho no SUS, por meio de uma experiência prática desenvolvida diretamente nos territórios e nos serviços de saúde.

VER-SUS 2026 promove vivência formativa no SUS em Luís Correia

De acordo com o professor Dr. Vinícius Oliveira, que integra a organização local da vivência, um dos principais desafios da formação em saúde ainda é reduzir o distanciamento entre o ensino acadêmico e o cotidiano dos serviços. Para ele, estratégias como o VER-SUS são fundamentais para enfrentar essa lacuna. “O grande desafio da academia, especialmente na área da saúde, é pensar estratégias que aproximem a formação da prática. Uma formação puramente acadêmica, sem contato com o público, com as pessoas e com as realidades concretas, pode gerar prejuízos significativos para o exercício profissional futuro”, destaca.

Segundo o professor, o VER-SUS se consolida como uma dessas estratégias ao possibilitar que estudantes vivenciem o SUS a partir de uma perspectiva inclusiva e comprometida com a diversidade social. “O programa se apresenta como um aporte importante para aproximar estudantes da realidade dos serviços de saúde, respeitando uma lógica de inclusão e de cotas, garantindo que diferentes segmentos da comunidade acadêmica tenham acesso a essa experiência”, explica.

A vivência em Luís Correia foi pensada a partir das especificidades do território litorâneo, marcado pela presença de populações ribeirinhas, pescadores e marisqueiros, além de dinâmicas sociais, culturais e econômicas próprias. Para o professor Vinícius, esse contexto territorial é um dos grandes diferenciais da edição 2026. “O nosso público será majoritariamente formado por estudantes da capital, de Teresina. A vivência oferece a oportunidade de conhecer realidades muito específicas, como as de pescadores, marisqueiros e populações ribeirinhas, compreendendo questões históricas e culturais que influenciam diretamente os processos de saúde, adoecimento e cuidado”, pontua.

Do ponto de vista pedagógico, o VER-SUS adota metodologias que rompem com o modelo tradicional de sala de aula. As atividades são organizadas a partir de visitas técnicas, trabalho de campo, rodas de conversa e observação participante, priorizando o contato direto com o território e com os sujeitos que constroem o SUS no dia a dia. “Nós deixamos de lado a lógica de quadro, lousa e apresentações em slides. A proposta é uma imersão dialógica e observacional, com contato direto, face a face, buscando compreender minimamente as realidades vividas pelas populações com as quais vamos trabalhar”, afirma o professor.

O edital do VER-SUS 2026 também assegura a reserva de vagas para pessoas negras, indígenas, quilombolas, pessoas com deficiência e pessoas trans, conforme diretrizes do Ministério da Saúde. Para Vinícius Oliveira, essa política é essencial para garantir a democratização do acesso e a diversidade de olhares dentro da vivência. “Existe uma dívida histórica com alguns segmentos da população. Não é verdadeiro afirmar que todos partem das mesmas condições em um processo seletivo. As ações afirmativas garantem que esse processo seja mais democrático, inclusivo e representativo”, ressalta.

Ainda segundo o professor, a experiência vivida durante o VER-SUS tem impacto direto na formação ética e profissional dos participantes, contribuindo para a construção de profissionais mais preparados para lidar com a complexidade e a diversidade da sociedade brasileira. “Quando um estudante tem contato, durante a formação, com negros, quilombolas, populações ribeirinhas, do campo, pessoas em situação de rua e a comunidade LGBTQIAP+, ele se torna um profissional mais completo, com uma visão de mundo mais ampla, inclusiva e democrática. É esse tipo de formação que o VER-SUS busca estimular”, conclui.

VER-SUS 2026 promove vivência formativa no SUS em Luís Correia

Edital prevê 33 vagas e inscrições a partir de 19 de janeiro

O edital do VER-SUS 2026 prevê a oferta de 33 vagas, distribuídas entre as categorias de viventes e facilitadores. Poderão participar estudantes de graduação, estudantes de cursos técnicos na área da saúde e residentes, desde que possuam vínculo institucional ativo e matrícula nos períodos de 2025/2, 2026/1 ou 2026/2.

A vivência será realizada na modalidade de imersão integral, com participação obrigatória em todas as atividades programadas ao longo do período, sem possibilidade de conciliação com outros compromissos acadêmicos ou profissionais.

Em conformidade com a Portaria GM/MS nº 5.801/2024, o processo seletivo assegura reserva de vagas para pessoas autodeclaradas negras, indígenas, quilombolas, pessoas com deficiência e pessoas trans, garantindo diversidade, equidade e inclusão na formação em saúde.

As inscrições estarão abertas de 19 de janeiro a 3 de fevereiro de 2026 e deverão ser realizadas exclusivamente por meio de formulário eletrônico. Para efetivar a inscrição, os candidatos deverão apresentar documentação obrigatória, como documento de identificação com foto, carteira de vacinação atualizada, comprovante de matrícula e carta de apresentação, além de outros documentos que podem contribuir para a pontuação no processo seletivo.

Durante a vivência, os custos com hospedagem coletiva, alimentação e transporte interno entre os locais de atividades serão cobertos pela organização do programa. Não haverá remuneração nem custeio de despesas com deslocamento até o local da vivência ou retorno às cidades de origem.

O edital completo, com todas as orientações, cronograma e acesso ao formulário de inscrição, está disponível em https://uespi.br/uespi-edital-do-ver-sus-2026-seleciona-viventes-e-facilitadores-em-luis-correia/

UESPI avança na implantação de espaço de acolhimento e cuidado para animais

Por Roger Cunha 

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) avança na implantação de um espaço de acolhimento e cuidado voltado aos animais que circulam nos campi da instituição. A iniciativa integra um conjunto de ações institucionais que buscam promover o bem-estar animal, fortalecer a responsabilidade social e contribuir para uma convivência mais harmoniosa no ambiente universitário.

Novo espaço garante acolhimento e assistência a animais na UESPI /  Imagens: ASCOM

A proposta surge a partir da presença constante de animais no espaço acadêmico e da necessidade de uma estrutura adequada para garantir cuidado, proteção e acompanhamento. A construção do projeto envolveu diálogo entre a gestão universitária, docentes e setores técnicos, consolidando uma resposta institucional a uma demanda histórica da comunidade acadêmica.

Atualmente em fase de execução, o projeto prevê a criação de um espaço estruturado, capaz de atender às necessidades básicas dos animais e, ao mesmo tempo, servir como suporte para ações educativas, projetos institucionais e iniciativas voltadas à causa animal dentro da universidade.

O espaço contará com uma área total de 76,73 metros quadrados, distribuída em ambulatório, depósito, duas áreas cobertas e um local destinado às vivências dos animais. A estrutura foi planejada para possibilitar atendimento adequado, organização do ambiente e melhores condições de acolhimento, respeitando princípios de cuidado, segurança e funcionalidade.

Novo espaço garante acolhimento e assistência a animais na UESPI /  Imagens: ASCOM

Durante visita técnica ao local, o Reitor da UESPI, Prof. Dr. Evandro Alberto, ressaltou que a iniciativa é fruto de um processo construído coletivamente, a partir do diálogo com a comunidade acadêmica. “Isso aqui foi uma obra feita pela comunidade, construída em diálogo, justamente para que a gente pudesse ter um local, um abrigo para os nossos animais”, afirmou.

O gestor explicou ainda que o espaço foi pensado para oferecer suporte efetivo às ações de cuidado e acolhimento. “Aqui é um local que vai poder dar essa assistência. Temos vários boxes, áreas cobertas, uma área aberta e um espaço que está sendo preparado para atender diferentes projetos”, detalhou.

Ao abordar a origem da proposta, o Reitor destacou o protagonismo de docentes e gestores no encaminhamento da demanda. “Essa solicitação veio da professora Bárbara, da professora Eline Chaves, da professora Samara Jericó, além do nosso Vice-Reitor, Professor Doutor Jesus Abreu. É um trabalho coletivo que já está bem encaminhado para atender a demanda da nossa comunidade”, ressaltou.

Novo espaço garante acolhimento e assistência a animais na UESPI / Imagens: ASCOM

A professora Eline Chaves, uma das idealizadoras da iniciativa, explicou que a preocupação com os animais no campus é antiga e que, ainda em gestões anteriores, foi autorizado um abrigo improvisado, construído com materiais reaproveitados da própria universidade. Segundo ela, o espaço chegou a atender animais em recuperação, armazenar ração e medicamentos, além de servir como ponto de apoio para cuidados básicos. “Esse abrigo era improvisado, feito com telhas e madeiras reaproveitadas. Ele servia tanto para acolher os animais quanto para guardar ração, medicamentos e para manter animais que precisavam de pós-operatório”, relatou.

A professora destacou que, em 2023, o abrigo foi completamente destruído após a queda de uma árvore, o que agravou a situação. “A partir daí, nós não tínhamos mais onde guardar ração, medicamentos, nem onde colocar animais doentes, filhotes ou animais cirurgiados”, explicou.

Diante das dificuldades, Eline Chaves contou que foi iniciado um novo diálogo com a Reitoria, buscando uma solução definitiva. “Nós conversamos com o reitor sobre a possibilidade de refazer o abrigo, mas nunca imaginávamos que seria uma estrutura desse porte. O professor Evandro foi muito claro ao dizer que era preciso acabar com improvisos e dar à universidade uma estrutura adequada”, destacou.

Segundo a professora, a partir desse diálogo foi elaborado um esboço da área, que posteriormente foi ajustado pela equipe de engenharia da universidade. “A gente fez um croqui, levou para a engenharia, o projeto foi adequado às normas e, a partir disso, começou a construção desse espaço”, explicou.

Novo espaço garante acolhimento e assistência a animais na UESPI / Imagens: ASCOM

Ela também detalhou a funcionalidade do novo ambiente, que contará com baias para tratamento de animais doentes ou em recuperação cirúrgica, além de um espaço de ambulatório. “As baias vão permitir que a gente trate os animais corretamente, com medicação e acompanhamento. Vamos ter um ambulatório que possibilita atendimento veterinário dentro da universidade, o que muda completamente a nossa realidade”, afirmou.

A professora ressaltou que o novo espaço representa um avanço significativo no cuidado com os animais e na organização das ações desenvolvidas no campus. “Agora vamos ter onde guardar ração, medicamentos, materiais de limpeza e, principalmente, onde acolher os animais com dignidade. É um avanço muito grande para a universidade e para o bem-estar desses animais”, concluiu.

Com a nova estrutura, a realidade dos animais que vivem no campus começa a mudar. O espaço passa a concentrar cuidados que antes eram feitos de forma improvisada, garantindo local adequado para tratamento, recuperação, alimentação e abrigo. Além de organizar o trabalho de quem já atua na proteção desses animais, o projeto contribui para reduzir situações de vulnerabilidade e traz mais segurança tanto para os animais quanto para a comunidade acadêmica, consolidando uma solução concreta para uma demanda que se arrastava há anos na universidade.

A criação do espaço de acolhimento e a adesão da UESPI à campanha estadual “Piauí contra os maus-tratos” reforçam que o cuidado com os animais passa a integrar uma política permanente dentro da universidade. Com a iniciativa “Conviver & Cuidar: UESPI contra os maus-tratos”, a instituição assume o compromisso de enfrentar o abandono e os maus-tratos, práticas que são consideradas crime pela legislação brasileira, tanto dentro da UESPI quanto em qualquer outro espaço público ou privado. A ação está amparada pela Lei Federal nº 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais), que prevê pena de até cinco anos de reclusão para casos de abandono e maus-tratos, e pela Lei Estadual nº 8.598/2025, que assegura o direito ao fornecimento de alimento e água a animais em situação de rua, proibindo que qualquer agente público ou privado impeça essa prática.

PREX/DAEC publica homologação das inscrições do Programa Inclusão Social – Edital nº 90/2025

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI), por meio da Pró-Reitoria de Extensão, Assuntos Estudantis e Comunitários (PREX) e do Departamento de Assuntos Estudantis e Comunitários (DAEC), torna pública a homologação das inscrições do Processo Seletivo de bolsista do Programa Inclusão Social, conforme o Edital nº 90/2025, para o Campus Poeta Torquato Neto.

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PREX/UESPI publica homologação das inscrições da Bolsa Inclusão Social – Edital nº 99/2025

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI), por meio da Pró-Reitoria de Extensão, Assuntos Estudantis e Comunitários (PREX), torna pública a homologação das inscrições da Bolsa Inclusão Social, conforme o Edital nº 99/2025. A iniciativa atende estudantes com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento, altas habilidades e/ou superdotação, contemplando demanda do Campus Clóvis Moura, em Teresina, no curso de Ciências Contábeis.

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Programa de Pós-Graduação em Letras divulga Resultado Final do Edital nº 032/2025

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI), por meio da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PROP), torna público o Resultado Final do Edital PROP/PPGL/UESPI nº 032/2025, referente ao processo seletivo do Programa de Pós-Graduação em Letras (PPGL), com a relação dos candidatos aprovados e classificados nas áreas de Literatura e Cultura e Linguagem e Cultura.

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Revista Piauiense de Enfermagem lança edital para seleção de extensionistas em 2026

Por Roger Cunha 

A Revista Piauiense de Enfermagem (REPEn), vinculada à Universidade Estadual do Piauí (UESPI), lançou o Edital nº 01/2026 para a seleção de 11 estudantes extensionistas que irão atuar nas áreas de Comunicação, Marketing e Integração, no período de fevereiro a dezembro de 2026. A iniciativa busca fortalecer a divulgação científica do periódico e ampliar sua presença nos ambientes digitais.

REPEn abre seleção para estudantes extensionistas nas áreas de Comunicação, Marketing e Integração

As vagas são destinadas a estudantes do 1º ao 6º período do curso de Enfermagem, da UESPI ou de outras instituições de ensino superior reconhecidas pelo MEC. Do total de oportunidades, quatro vagas são para a área de Comunicação, quatro para Marketing e três para Integração. Os extensionistas selecionados cumprirão uma carga horária total de 100 horas, com dedicação média de até cinco horas semanais, e receberão certificação emitida pela UESPI ao final das atividades.

A proposta da REPEn é integrar os estudantes ao processo de comunicação institucional e científica da revista, promovendo o desenvolvimento de habilidades relacionadas à produção de conteúdo educativo, marketing digital, gerenciamento de plataformas on-line e suporte técnico ao site do periódico. A atuação também envolve o fortalecimento da divulgação científica em redes sociais, aproximando a produção acadêmica da comunidade, de estudantes e de profissionais da área da saúde.

De acordo com Victor Augusto Fontenelle Ramos Monteiro, chefe de Comunicação e integrante da coordenação da REPEn, um dos principais diferenciais da revista está na democratização do acesso à publicação científica, aliando acessibilidade e rigor acadêmico. “A REPEn facilita a publicação ao reduzir a burocracia comum em outros periódicos, mas isso não significa ausência de critérios. Os artigos seguem normas da ABNT, passam por avaliação e precisam estar alinhados às exigências éticas e editoriais para serem publicados”, explica.

Segundo ele, a iniciativa amplia o alcance da revista e fortalece o papel social da universidade, ao integrar estudantes de diferentes instituições de ensino superior, o que dialoga diretamente com o tripé universitário de ensino, pesquisa e extensão, aproximando a produção científica da sociedade.

A experiência extensionista também permite que os estudantes conheçam os bastidores do funcionamento editorial de uma revista científica, algo que geralmente não faz parte da vivência acadêmica tradicional. “Na maioria das vezes, o estudante conhece apenas o processo de submeter um artigo e aguardar a resposta. Na REPEn, os extensionistas acompanham como ocorre a avaliação, quais critérios são observados e quais características tornam um artigo apto à publicação”, destaca Victor.

Essa vivência contribui diretamente para a formação acadêmica e profissional dos futuros enfermeiros, sobretudo em um contexto cada vez mais marcado pela comunicação digital. Na área de Comunicação, os desafios envolvem desde a produção de conteúdos até a atuação diante de câmeras fotográficas e de vídeo, exigindo postura profissional, capacidade de expressão e trabalho em equipe. “Saber se posicionar, comunicar ideias e trabalhar em grupo são competências essenciais. A Enfermagem é uma área que atua de forma multiprofissional, lidando com diferentes opiniões e realidades”, pontua.

Na área de Marketing, a atuação dos extensionistas está voltada à criação de conteúdos e estratégias para redes sociais, o que também dialoga com um campo em crescimento dentro da Enfermagem: o empreendedorismo. “O empreendedorismo na Enfermagem tem se fortalecido nos últimos anos. Saber se comunicar, criar postagens e divulgar projetos é fundamental, e essa experiência contribui diretamente para isso”, ressalta.

Já na área de Integração, os estudantes atuarão no suporte técnico e no gerenciamento do site da REPEn, desenvolvendo habilidades relacionadas à tecnologia e inovação, cada vez mais presentes na rotina profissional da área da saúde. “O enfermeiro lida constantemente com sistemas e plataformas digitais nos hospitais. Ter esse contato técnico durante a formação é um diferencial importante”, afirma.

REPEn abre seleção para estudantes extensionistas nas áreas de Comunicação, Marketing e Integração

As inscrições ocorrem de 7 a 19 de janeiro de 2026, por meio de formulário eletrônico. Para as áreas de Comunicação e Marketing, o processo seletivo será realizado por meio de prova prática, com a criação de conteúdo simples que evidencie as habilidades dos candidatos. Já para a área de Integração, a seleção acontecerá por meio de reunião on-line, com avaliação do interesse, disponibilidade e perfil técnico dos inscritos.

Victor também destaca o papel estratégico das redes sociais e do site da revista na democratização do conhecimento científico, especialmente no cenário pós-pandemia. “A pandemia evidenciou a importância de distribuir conhecimento pela internet. Nem todos têm acesso a conteúdos pagos, e a REPEn tem como um de seus pilares oferecer ciência de forma gratuita, inclusive sem cobrança de taxas de publicação”, reforça.

O resultado final da seleção será divulgado no dia 23 de janeiro de 2026, por meio do Instagram oficial da REPEn. A ação reforça o compromisso da revista com a formação acadêmica, a inovação e a democratização do conhecimento científico em Enfermagem e Saúde, alinhando ensino, extensão e comunicação no contexto universitário.

Confira o edital completo EDITAL2026 (1)

Guia ilustrado apresenta a diversidade da flora do Parque Estadual Serra de Santo Antônio

Por Roger Cunha 

A diversidade vegetal do Parque Estadual Serra de Santo Antônio, localizado no município de Campo Maior, passou a contar com um importante instrumento de valorização científica e ambiental: o Guia Ilustrado da Flora do Parque Estadual Serra de Santo Antônio. A publicação reúne espécies vegetais identificadas em áreas estratégicas de visitação do parque, contribuindo para o conhecimento, a preservação e a educação ambiental na região.

Guia ilustrado convida visitantes a enxergar a Serra de Santo Antônio além da paisagem

O guia é resultado de um trabalho de pesquisa desenvolvido com o apoio da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) e foi selecionado pela Chamada Interna de Incentivo à Inovação e à Pesquisa Científica e Tecnológica (UESPI-TECH), em 2023, iniciativa que fomenta projetos voltados à produção científica e à inovação no âmbito da universidade.

A obra apresenta espécies pertencentes a dois grandes grupos vegetais: angiospermas, conhecidas como plantas com flores, e briófitas, como musgos e hepáticas, que desempenham papel fundamental no equilíbrio dos ecossistemas. As espécies foram catalogadas a partir de levantamentos realizados em locais de grande fluxo de visitantes, como a Rota das Cachoeiras, a Escadaria do Cruzeiro, o Mirante Brisa da Serra e o Morro do Bugarim.

Com caráter didático e científico, o guia reúne imagens e descrições morfológicas das plantas, além de informações taxonômicas que facilitam a identificação das espécies durante visitas ao parque ou em atividades acadêmicas. O material foi pensado para atender tanto pesquisadores quanto estudantes, professores, gestores ambientais e o público em geral interessado na biodiversidade local.

Além de ampliar o registro da flora presente no parque, a publicação contribui para o fortalecimento da educação ambiental e para a promoção do uso sustentável da unidade de conservação, ao incentivar uma relação mais consciente entre visitantes e o patrimônio natural. O guia também se consolida como ferramenta de apoio à pesquisa científica e ao monitoramento ambiental da área.

Guia ilustrado convida visitantes a enxergar a Serra de Santo Antônio além da paisagem

 Hermeson Cassiano um dos organizadores do guia, destaca que a publicação cumpre um papel fundamental ao aproximar o conhecimento científico do cotidiano da população. Segundo ele, ao transformar dados técnicos em um material visual, didático e acessível, o guia amplia a compreensão sobre a flora local e fortalece a consciência ambiental dos visitantes. “Conhecer as espécies que compõem o parque é essencial para que as pessoas entendam o valor desse patrimônio natural e se sintam parte do processo de preservação”, afirma.

Ele explica ainda que o trabalho exigiu um esforço contínuo de pesquisa e sistematização das informações, desde as expedições de campo até a organização final do material. De acordo com o organizador, o levantamento criterioso das espécies, aliado ao registro fotográfico e à identificação taxonômica, garante a confiabilidade científica do guia e sua utilidade tanto para pesquisadores quanto para o público geral. “A ideia foi construir um material que dialogasse com diferentes públicos, sem perder o rigor científico”, pontua.

Para ele, o guia também se consolida como uma ferramenta estratégica para a educação ambiental e o turismo sustentável no Parque Estadual Serra de Santo Antônio, ao incentivar uma relação mais consciente entre visitantes e o meio ambiente. Hermeson ressalta que a iniciativa reforça o papel da universidade pública na produção de conhecimento aplicado e no compromisso com a preservação da biodiversidade do Piauí, promovendo a integração entre pesquisa científica, formação acadêmica e sociedade.

Guia ilustrado convida visitantes a enxergar a Serra de Santo Antônio além da paisagem

Outra organizadora do guia, Josiane Silva Araújo, ressalta que a publicação possui relevância científica, ambiental e pedagógica ao registrar de forma sistematizada a composição florística do Parque Estadual Serra de Santo Antônio. De acordo com ela, o material estabelece uma base de dados fundamental sobre a flora local, com foco nos grupos das briófitas e das angiospermas, contribuindo para estudos futuros sobre biodiversidade e conservação no Piauí. “O guia documenta espécies que muitas vezes passam despercebidas, mas que desempenham funções ecológicas essenciais para o equilíbrio do ecossistema”, explica.

Ela destaca ainda que o planejamento da pesquisa foi estruturado a partir de critérios metodológicos bem definidos, priorizando áreas de maior fluxo de visitantes e contemplando diferentes períodos do ano. Segundo a organizadora, as expedições de campo ocorreram tanto no período chuvoso quanto no seco, o que possibilitou uma amostragem mais representativa da diversidade vegetal do parque. “O objetivo foi registrar espécies que realmente fazem parte da experiência dos visitantes, aquelas que podem ser observadas ao longo das trilhas e áreas de visitação”, pontua.

Para a pesquisadora, uma das principais contribuições do guia está na sua capacidade de transformar o conhecimento científico em uma ferramenta de educação ambiental aplicada. Ao reunir imagens ilustrativas e descrições em linguagem acessível, o material permite que o público identifique as espécies no próprio local, tornando a visitação uma experiência educativa. “Quando o visitante passa a reconhecer as plantas ao seu redor, ele se torna um observador mais atento e consciente, e isso fortalece diretamente a preservação”, afirma.

Josiane Silva Araújo também chama atenção para o papel do guia no monitoramento ambiental do parque, ao estabelecer um registro inicial da flora presente nas áreas de maior visitação. Segundo ela, esse levantamento pode subsidiar futuras avaliações sobre impactos ambientais e mudanças na composição vegetal ao longo do tempo, além de ampliar a valorização de grupos historicamente pouco visibilizados, como as briófitas, fundamentais para a retenção de umidade, formação do solo e manutenção de micro-habitats.

A organizadora reforça ainda que a seleção do projeto pela Chamada Interna de Incentivo à Inovação e à Pesquisa Científica e Tecnológica (UESPI-TECH) foi determinante para a concretização da pesquisa. “O financiamento permitiu viabilizar as atividades de campo, a aquisição de equipamentos e a estruturação do material final, tornando possível transformar uma proposta acadêmica em um produto científico acessível à sociedade”, conclui.

Guia ilustrado convida visitantes a enxergar a Serra de Santo Antônio além da paisagem

O estudante Emenson Silva, que integrou a equipe de elaboração do guia, destaca que a participação no projeto representou uma experiência marcante tanto no aspecto pessoal quanto acadêmico. Segundo ele, o envolvimento com a pesquisa possibilitou revisitar o Parque Estadual Serra de Santo Antônio sob uma nova perspectiva, voltada à observação detalhada da diversidade florística presente nas diferentes rotas do parque. “O trabalho me permitiu enxergar o parque de uma forma diferente, com mais atenção à riqueza das espécies vegetais que compõem cada percurso”, relata.

No campo acadêmico, Emenson Silva ressalta que a vivência proporcionou contato direto com as etapas práticas da pesquisa científica. De acordo com o estudante, acompanhar pesquisadores mais experientes durante o planejamento das atividades e as coletas em campo foi fundamental para compreender a dinâmica e o rigor que envolvem esse tipo de trabalho. “Foi uma experiência nova presenciar como as pesquisas são organizadas, desde o planejamento até a execução das coletas”, afirma.

Ele também destaca que o projeto contribuiu significativamente para o desenvolvimento de habilidades técnicas e organizacionais. O estudante explica que teve a oportunidade de aprender sobre a catalogação das amostras, a importância do planejamento prévio das expedições e a eficiência nos procedimentos de coleta. Além disso, a experiência incluiu o contato com o processo editorial do guia, por meio da colaboração com uma editora, ampliando sua formação para além do campo estritamente científico.

Para Emenson Silva, o guia cumpre ainda um papel estratégico ao aproximar a sociedade da produção científica desenvolvida na universidade. Segundo ele, a publicação funciona como uma ponte entre a pesquisa acadêmica e o público geral, ao tornar acessíveis os resultados do trabalho científico. “É uma forma de mostrar à comunidade a importância da pesquisa e de incentivar novos estudos que também tenham esse compromisso com a divulgação do conhecimento”, pontua.

O estudante acrescenta que a participação direta nas etapas de coleta e identificação ampliou sua percepção sobre a diversidade vegetal da Serra de Santo Antônio. Ao trabalhar com diferentes famílias botânicas, ele passou a reconhecer características distintas entre as espécies e a compreender melhor a complexidade do ecossistema local. “Conhecer essa diversidade nos ajuda a valorizar e proteger o habitat, porque muitas vezes o que não é conhecido acaba não sendo preservado”, conclui.

Ao reunir pesquisa científica, trabalho de campo e linguagem acessível, o Guia Ilustrado da Flora do Parque Estadual Serra de Santo Antônio se consolida como um registro relevante da biodiversidade local e como uma ferramenta que amplia o olhar sobre a relação entre sociedade e meio ambiente. Mais do que catalogar espécies, a publicação evidencia como o conhecimento produzido na universidade pode contribuir para a preservação de áreas naturais, fortalecer a educação ambiental e estimular uma visitação mais consciente a um dos principais patrimônios ambientais do Piauí.

O guia você encontra gratuitamente em https://editora.uespi.br/index.php/editora/catalog/book/284

Nota de pesar

A Universidade Estadual do Piauí manifesta profundo pesar pelo falecimento de Maria Rosa da Silva, mãe da professora Maria Pessoa da Silva, diretora do Campus da UESPI em Campo Maior.

Em nome de toda a comunidade uespiana, em especial de docentes, técnicos e estudantes do Campus de Campo Maior, expressamos nossas mais sinceras condolências à família e aos amigos neste momento de dor e saudade.

UESPI inaugura Ambulatório de Estomaterapia “Enfermeira Elaine Carininy”

Por Roger Cunha 

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) inaugurou o Ambulatório de Estomaterapia “Enfermeira Elaine Carininy”, um espaço voltado à assistência especializada em saúde, à formação acadêmica e ao desenvolvimento de atividades de ensino, pesquisa e extensão. A unidade está vinculada ao Núcleo de Biotecnologia e Biodiversidade da UESPI.

Ambulatório de Estomaterapia é inaugurado e fortalece ensino, pesquisa e extensão na UESPI

O ambulatório oferece atendimento especializado a pessoas com feridas, estomias e incontinências, utilizando práticas baseadas em evidências científicas e no cuidado humanizado. A iniciativa amplia o acesso da população a serviços especializados e contribui para o fortalecimento da rede de atenção à saúde.

A estomaterapia é uma especialidade da Enfermagem voltada ao cuidado de pessoas com estomias, aberturas cirúrgicas realizadas no corpo para a eliminação de fezes, urina ou secreções, além do tratamento de feridas agudas e crônicas e do manejo de incontinências urinária e fecal. A atuação do estomaterapeuta envolve ações de prevenção, tratamento, reabilitação e orientação aos pacientes e familiares, promovendo qualidade de vida e autonomia.

Além do atendimento à comunidade, o ambulatório funcionará como campo de prática para os 65 discentes matriculados na Especialização em Estomaterapia da UESPI, fortalecendo a formação profissional e a integração entre teoria e prática. O espaço possibilita aos estudantes o desenvolvimento de competências técnicas, científicas e humanas, alinhadas às demandas do sistema público de saúde.

Ambulatório de Estomaterapia é inaugurado e fortalece ensino, pesquisa e extensão na UESPI

O Reitor da Universidade Estadual do Piauí, Professor Doutor Evandro Alberto de Sousa, destacou o significado da entrega do novo espaço para a consolidação das políticas institucionais de saúde, ensino e extensão desenvolvidas pela universidade. Para o gestor, o ambulatório representa não apenas mais uma obra entregue, mas um equipamento estratégico voltado à promoção da dignidade humana e ao fortalecimento da rede pública de saúde. O Reitor ressaltou que o projeto é resultado de um esforço coletivo, sustentado por parcerias institucionais e investimentos voltados à qualificação da assistência e da formação profissional. Nesse sentido, ele reconheceu o trabalho técnico e humano desenvolvido pela coordenação da especialização em Estomaterapia, além do apoio obtido para a aquisição de insumos e equipamentos. “Primeiro, é importante reconhecer o papel fundamental da atuação da professora Sandra Marina, assim como o apoio do deputado Marcos Aurélio Sampaio, que destinou emenda para a compra de insumos e equipamentos”, afirmou.

Segundo ele, o ambulatório se configura como um espaço de atuação integrada, que dialoga diretamente com a rede pública de saúde e com diferentes setores da sociedade. Para ele, o impacto do serviço ultrapassa a dimensão acadêmica, alcançando diretamente a vida das pessoas atendidas. “Este laboratório é fundamental porque realiza um trabalho de grande dimensão no cuidado de pessoas com estomias. É uma atuação feita com dedicação, sensibilidade e humanidade, que transforma realidades”, destacou.

Ambulatório de Estomaterapia é inaugurado e fortalece ensino, pesquisa e extensão na UESPI

Ao enfatizar o caráter humanizado do atendimento, o Reitor chamou atenção para os resultados concretos alcançados pelo trabalho desenvolvido no ambulatório, especialmente na prevenção de agravos e na preservação da qualidade de vida dos pacientes. “Muitas pessoas deixaram de sofrer amputações porque a professora Sandra não desiste dessas vidas. Ela acolhe, acompanha e luta por essas pessoas. Isso mostra a força de um trabalho verdadeiramente humano”, pontuou.

O gestor também destacou a estrutura física e tecnológica do espaço, implantado no Núcleo de Biotecnologia e Biodiversidade, ressaltando a qualidade dos equipamentos disponíveis e o potencial do ambulatório como unidade de referência. “Estamos entregando este laboratório em um núcleo gerido com excelência pelo professor Maia, com equipamentos que, em alguns casos, só existem em poucos locais de Teresina. Isso representa um avanço significativo no tratamento em estomaterapia”, afirmou.

Por fim, o Reitor reforçou que a universidade já trabalha para organizar o fluxo de atendimento à população, garantindo o acesso aos serviços por meio do Sistema Único de Saúde, em parceria com a Fundação Municipal de Saúde, além de destacar o reconhecimento nacional da especialização ofertada pela UESPI. “Este laboratório foi pensado para atender a sociedade e trazer dignidade às pessoas. O trabalho desenvolvido aqui posiciona o Piauí entre as melhores referências em estomaterapia do país, e a universidade vai continuar apoiando essa iniciativa”, concluiu.

Ambulatório de Estomaterapia é inaugurado e fortalece ensino, pesquisa e extensão na UESPI

A coordenadora da Especialização em Estomaterapia da Universidade Estadual do Piauí, professora doutora Sandra Marina Gonçalves Bezerra, destacou que o novo ambulatório representa um avanço importante para a formação acadêmica e para a assistência em saúde no estado. Segundo ela, o espaço consolida um modelo de atendimento baseado em evidências científicas, integrando ensino, pesquisa e extensão. “A importância desse laboratório é atender pessoas com feridas, estomias e incontinências com as melhores evidências científicas. Hoje contamos com tecnologias como laser e ozonioterapia e, em breve, teremos também concentrados sanguíneos. É um sonho realizado”, afirmou.

A docente explicou ainda que o funcionamento do ambulatório ocorrerá em parceria com a Fundação Municipal de Saúde, com foco inicial em pacientes da Zona Norte de Teresina que já recebem acompanhamento domiciliar. “A ideia é avaliar essas pessoas, fazer a caracterização clínica e, a partir disso, tratar e promover a cicatrização. Já comprovamos, por meio de pesquisas, que o atendimento eficaz gera resultados concretos”, concluiu.

O presidente do Conselho Regional de Enfermagem do Piauí (Coren-PI), Samuel Freitas, destacou que a inauguração do Ambulatório de Estomaterapia representa um avanço significativo para o fortalecimento da Enfermagem no estado e para a ampliação do atendimento especializado à população. “Esse ambulatório é a concretização de um sonho da Enfermagem em estomoterapia. Ele amplia as oportunidades de atendimento aos usuários e fortalece uma área da Enfermagem que cresce cada vez mais”, afirmou.

Ambulatório de Estomaterapia é inaugurado e fortalece ensino, pesquisa e extensão na UESPI

Samuel Freitas também ressaltou que o novo espaço contribui para enfrentar desafios importantes da saúde pública no Piauí, como os altos índices de amputações decorrentes do diabetes, além de incentivar a pesquisa e a qualificação profissional na área.

A gerente da Gerência de Ações Estratégicas da Fundação Municipal de Saúde (FMS), Elizabeth Lima, destacou a importância da parceria com a Universidade Estadual do Piauí para a ampliação do atendimento a pessoas com estomias e feridas, especialmente na Zona Norte de Teresina. “Essa parceria é muito importante porque amplia a quantidade de pacientes que podem ser atendidos. Atualmente, não existe ambulatório de feridas na Zona Norte, e esse novo espaço chega para contribuir diretamente com o atendimento à população dessa região”, afirmou.

A aluna do curso de Enfermagem da Universidade Estadual do Piauí, Amanda Versoza, destacou a importância do novo ambulatório para a formação acadêmica e para o fortalecimento da estomaterapia como área de atuação profissional. “A estomaterapia é uma área muito importante para a Enfermagem. Com esse núcleo, teremos mais oportunidades para desenvolver pesquisas, atuar na cicatrização de feridas e ampliar a formação acadêmica. É uma área muito procurada e que ainda tem poucos pontos de atendimento no Piauí, então esse espaço vai permitir alcançar mais pessoas que precisam desse cuidado”, afirmou.

Ambulatório de Estomaterapia é inaugurado e fortalece ensino, pesquisa e extensão na UESPI

O ambulatório recebe o nome de “Enfermeira Elaine Carininy” em homenagem à profissional cuja trajetória foi marcada pela dedicação à Enfermagem, pela atuação ética e pela contribuição significativa na área da estomaterapia. A iniciativa reconhece seu legado e sua importância para a formação e o cuidado em saúde.

O esposo da homenageada, Antônio Newton, um dos representantes da família de Elaine Carininy, destacou o significado da homenagem e o legado construído ao longo da trajetória profissional da enfermeira, marcada pela dedicação à estomaterapia e pelo cuidado humano. “Desde que ingressou na Enfermagem, Elaine sempre teve o sonho de trabalhar com a estomaterapia e com o cuidado às pessoas com feridas. Ela aprofundou seus conhecimentos, compartilhou o que sabia e, acima de tudo, ajudou muitas pessoas. A estomaterapia, para ela, era mais do que uma especialidade, era um instrumento para cuidar, acolher e transformar vidas”, afirmou.

Ambulatório de Estomaterapia é inaugurado e fortalece ensino, pesquisa e extensão na UESPI

Antônio Newton ressaltou ainda que a homenagem representa o reconhecimento de uma trajetória pautada pela ética, pela sensibilidade e pelo compromisso com o outro. “Ela usou o estudo, o conhecimento e o trabalho para ajudar as pessoas. Esse foi o maior legado que ela deixou. Por isso, ter o nome dela eternizado neste espaço é algo muito justo e significativo para toda a família”, concluiu.

Biblioteca Central da UESPI terá fechamento temporário para mudança de sede

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) informa que a Biblioteca Central estará temporariamente fechada no período de 5 a 10 de janeiro de 2026, em razão da mudança para a nova sede.

Durante esse período, os serviços presenciais da unidade ficarão suspensos para a realização do processo de transferência do acervo e da estrutura administrativa. A medida tem como objetivo garantir melhores condições de funcionamento, atendimento e conforto à comunidade acadêmica.

A UESPI agradece a compreensão de estudantes, professores, técnicos e do público externo, e reforça que novas informações sobre a retomada das atividades e o funcionamento da Biblioteca Central serão divulgadas nos canais oficiais da instituição.

Com investimento de R$ 5 milhões, UESPI avança na modernização do Campus de Piripiri

Por Roger Cunha 

As obras de reforma e ampliação do Campus Professor Antônio Giovanne Alves de Sousa, em Piripiri, seguem em ritmo acelerado e dentro do cronograma estabelecido. A equipe da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), ao lado da direção local e do corpo técnico da instituição, acompanha diariamente a execução, que já apresenta avanços significativos em etapas estruturais consideradas fundamentais para a nova configuração do espaço acadêmico.

Campus da UESPI em Piripiri passa por reforma e ampliação com obras em ritmo acelerado / Foto: Assessoria UESPI

A intervenção faz parte do conjunto de investimentos estruturantes voltados à melhoria dos campi da universidade em todo o estado. Em Piripiri, o montante de R$ 5 milhões garante uma modernização completa, contemplando infraestrutura, superestrutura, instalações prediais, acessibilidade e sistemas de combate a incêndio. Segundo a Diretoria de Engenharia e Arquitetura (DENG), o objetivo é entregar um campus mais moderno, funcional e seguro, alinhado às normas técnicas e às necessidades da comunidade estudantil.

A obra inclui a construção de um novo prédio administrativo, intervenções nos blocos existentes e instalação de novos sistemas estruturais. De acordo com a diretora do campus, professora Rosa Mamede, a evolução diária dos serviços tem sido motivo de entusiasmo. “A gente está com o prédio administrativo sendo construído e ele já está bem grande, como todos podem ver. Estamos animados para receber tudo no prazo”, afirma, destacando que o acompanhamento constante tem sido essencial para garantir que cada fase avance de forma integrada e sem atrasos.

Campus da UESPI em Piripiri passa por reforma e ampliação com obras em ritmo acelerado / Foto: Assessoria UESPI

O Reitor da UESPI, professor Dr. Evandro Alberto, enfatiza que essa é uma obra aguardada pela comunidade há muitos anos e que vem sendo tratada como prioridade absoluta pela gestão. Ele lembra que o processo é resultado de um esforço conjunto entre equipes da reitoria, direção do campus e órgãos responsáveis pela execução. “Essa obra era bastante desejada pela comunidade acadêmica. Trabalhamos muito com o ex-diretor Mike Mello e agora seguimos com a professora Rosa, que acompanha diariamente tudo o que está sendo feito. A obra está andando a todo vapor, com atenção a cada passo”, explica o reitor.

A Diretora do Departamento de Engenharia e Arquitetura, Thalita Souza, reforça que a obra atende ao padrão de qualidade adotado nas demais reformas realizadas pela UESPI. “Estamos cumprindo o cronograma e já avançamos nas etapas de infraestrutura, piso, revestimento e cobertura. As telhas termoacústicas já estão instaladas, garantindo um ambiente mais confortável e eficiente. O investimento contempla todas as áreas necessárias: infraestrutura, melhorias na superestrutura, instalações, acessibilidade e combate a incêndio. A empresa, inclusive, entregará o campus com o alvará do Corpo de Bombeiros”, detalha a engenheira.

Campus da UESPI em Piripiri passa por reforma e ampliação com obras em ritmo acelerado / Foto: Assessoria UESPI

A intervenção estrutural é executada pelo Instituto de Desenvolvimento do Piauí (IDEP), responsável por obras estratégicas do Governo do Estado. Para o reitor, o envolvimento do órgão reforça o compromisso do poder público com a qualidade das intervenções realizadas na universidade. “Essa obra leva o carimbo do governador Rafael Fonteles, com foco em qualidade e responsabilidade. O IDEP é o órgão executor e atua diretamente para assegurar que o campus seja entregue com todos os padrões exigidos para uma instituição de ensino superior”, completa Evandro Alberto.

A ampliação da infraestrutura contribui diretamente para melhores condições de ensino, pesquisa e extensão, beneficiando estudantes, professores e colaboradores. Além de oferecer novos espaços administrativos e pedagógicos, a obra prepara o campus para ampliar atividades, receber novos cursos e fortalecer a presença da universidade na região norte do estado.

Campus da UESPI em Piripiri passa por reforma e ampliação com obras em ritmo acelerado / Foto: Assessoria UESPI

Com a evolução visível no canteiro de obras e a garantia de que todas as etapas seguem o planejamento estabelecido, a expectativa é de que o campus renovado ofereça um novo patamar de estrutura física. A modernização em Piripiri integra uma série de ações realizadas pela UESPI para fortalecer sua rede de campi e atender ao crescimento da instituição, reafirmando o compromisso com a educação pública de qualidade e com o desenvolvimento regional.

Revista Piauiense de Enfermagem prorroga prazo para a última edição de 2025

Por Roger Cunha 

A Revista Piauiense de Enfermagem (REPEN), vinculada à Pró-Reitoria de Extensão, Assuntos Estudantis e Comunitários (PREX) da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), anunciou a prorrogação do prazo de submissão para a 5ª edição de 2025, encerrando o ciclo de publicações do ano. A decisão vem acompanhada de um movimento de fortalecimento do trabalho editorial e da ampliação do diálogo com pesquisadores, alunos e docentes que integram o projeto.

UESPI prorroga submissões para a 5ª edição da Revista Piauiense de Enfermagem

Segundo a coordenação editorial, a prorrogação se tornou necessária diante da redução no número de submissões registradas até o momento. O Prof. Dr. Mauro Roberto Biá, doutor em Medicina Tropical e Saúde Pública pela Universidade Federal de Goiás (bolsista CAPES) e professor de dedicação exclusiva do curso de Enfermagem da UESPI, explica que a baixa procura nesta edição contrasta com o histórico do periódico e pode estar relacionada ao período de férias e ao afastamento momentâneo de muitos estudantes e pesquisadores das atividades acadêmicas. Ele reforça que a revista possui um compromisso com sua periodicidade trimestral e que “garantir a regularidade é essencial para que a REPEN continue sendo reconhecida como um espaço sério, organizado e comprometido com a divulgação científica”. A extensão do prazo, portanto, vem como estratégia para assegurar o volume de publicações e manter a sequência editorial planejada para o ano.

A temática da edição também passou por ajustes relevantes durante o processo editorial. Inicialmente, o tema seria voltado para Cuidado de Enfermagem e a Utilização de Inteligências Artificiais, proposta inovadora, mas que, na prática, encontrou pouca aderência entre os pesquisadores locais. O coordenador explica que “a baixa exploração dessa temática nas pesquisas desenvolvidas no Piauí fez com que a equipe editorial optasse por um tema mais consolidado, próximo da realidade profissional e formativa dos nossos alunos e professores”. Assim, a revista passa a adotar como eixo central “O Cuidado Centrado na Pessoa: A Ética da Responsabilidade e o Olhar Integral na Assistência”, tópico amplamente debatido na Enfermagem e que possibilita um leque mais diverso de abordagens investigativas.

Para o professor Mauro Biá, essa mudança não apenas amplia a participação, mas reforça a importância de se discutir a prática cotidiana da Enfermagem a partir de suas bases éticas, humanas e integradoras. Ele destaca que a edição busca unir “a atividade diária da equipe de enfermagem com os princípios éticos que norteiam a profissão”, estimulando produções que revelem reflexões sobre responsabilidade, integralidade, segurança e cuidado humanizado.

Essa construção temática se alinha diretamente à proposta de formação que orienta o projeto de extensão da REPEN. O estudante Victor Augusto Fontenelle, graduando de Enfermagem da UESPI, membro editorial da revista e fundador da Liga Acadêmica de Atenção às Doenças Pediátricas Raras, explica que o projeto proporciona uma experiência editorial intensa, formativa e, sobretudo, transformadora. Ele ressalta que integrar a equipe da REPEN permite aos extensionistas vivenciar aspectos raramente conhecidos por estudantes de graduação: a organização das submissões, o acompanhamento técnico do processo editorial, a verificação das normas e padrões científicos, a gestão dos prazos e a compreensão da importância ética e metodológica que envolve a publicação acadêmica.

UESPI prorroga submissões para a 5ª edição da Revista Piauiense de Enfermagem

Para Victor Augusto, esse contato direto com os bastidores de uma revista científica fortalece habilidades essenciais para a formação profissional e acadêmica. Ele pontua que os estudantes aprendem a lidar com responsabilidades variadas, a desenvolver rigor na escrita, a interpretar correções e avaliações, além de compreender a importância da ciência produzida localmente. Ele reforça, ainda, que a participação docente é decisiva nesse processo. Professores de diferentes campi da UESPI atuam como avaliadores e revisores, trazendo ao fluxo editorial a experiência, o olhar técnico e o compromisso com a qualidade metodológica e temática dos textos selecionados. Essa interação constante entre docentes e discentes fortalece a construção de uma cultura científica na universidade, gera novas oportunidades e incentiva a continuidade dos estudos.

Ele também adiantou que, em breve, será aberto um novo processo seletivo para estudantes extensionistas, desta vez em parceria com o Centro Acadêmico de Enfermagem Irmã Abrahíde Alvarenga (CAIAA). A ampliação da equipe editorial representa, segundo ele, mais uma forma de democratizar o acesso à pesquisa e às práticas editoriais dentro do curso de Enfermagem.

Ao comentar sobre as expectativas para esta edição, o estudante destaca que a temática proposta convida a comunidade acadêmica a refletir profundamente sobre ética e integralidade no cuidado. Ele afirma que vivemos um momento em que pensar ética “não se limita ao cumprimento de normas, mas envolve enxergar o indivíduo em sua totalidade, compreender vulnerabilidades, respeitar singularidades e promover práticas baseadas em dignidade e humanidade”. A coordenação editorial tem grande interesse em receber estudos que dialoguem com a realidade piauiense, valorizem a prática profissional e tragam contribuições para a formação e o fortalecimento da Enfermagem enquanto ciência e profissão.

Com o prazo estendido até 15 de dezembro de 2025, a REPEN reforça seu convite a pesquisadores, estudantes e profissionais da saúde para enviarem seus estudos. As submissões devem ser enviadas ao e-mail institucional: rpiauiense@ccs.uespi.br.

Com a prorrogação do prazo e a abertura para novas submissões, a Revista Piauiense de Enfermagem reforça seu objetivo de ampliar a participação da comunidade científica e de incentivar a produção acadêmica dentro e fora da UESPI. A edição final de 2025 se consolida como um espaço de circulação de conhecimento, diálogo e valorização das pesquisas em Enfermagem. Para conhecer a revista, acessar edições anteriores e conferir as normas de submissão, basta entrar no site oficial: revistaenfermagem.uespi.br.

Projeto com girassol ornamental avança no Centro de Ciências Agrárias da UESPI

Por Roger Cunha 

O Centro de Ciências Agrárias da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), em Teresina, vem ganhando destaque nacional com sua participação no projeto de girassol ornamental de corte, uma pesquisa colaborativa que reúne 18 universidades brasileiras. A iniciativa é coordenada pelo Grupo PhenoGlad, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), e busca gerar informações capazes de orientar produtores de todo o país sobre o cultivo da planta para fins ornamentais.

Projeto com girassol ornamental avança no Centro de Ciências Agrárias da UESPI / Imagem: Raíza Leão

A UESPI participa do projeto há dois anos e integra a pesquisa ao lado da Universidade Federal do Piauí (UFPI), no campus de Bom Jesus. Segundo o professor Jean Paz, coordenador da etapa local, a proposta nasceu a partir de um convite da UFSM para que a universidade contribuísse com ensaios em condições climáticas do semiárido. “Esse é um projeto que já estamos participando há dois anos, agora na segunda etapa. Fomos convidados a integrar esse ensaio para gerar informações que sirvam para o Brasil inteiro”, explica o professor. Ele destaca que a participação da UESPI representa não apenas o avanço científico, mas também a possibilidade de fortalecer a agricultura ornamental no Piauí.

Um dos pontos que mais chamaram a atenção da equipe foram os resultados obtidos nos cultivos realizados em Teresina. O professor Jean Paz explica que o grupo trabalha com técnicas de manejo e análise de biofertilizantes, incluindo o uso de bactérias benéficas que impulsionam o desenvolvimento da planta. “Conseguimos girassóis com apenas 45 dias, quando a média geral das 18 instituições participantes é de 56 dias. Esse desempenho garante até dois ciclos a mais por ano”, ressalta. A equipe observou ainda plantas com mais de um metro de altura, superando o padrão comercial, o que amplia as possibilidades de comercialização e valor agregado.

Projeto com girassol ornamental avança no Centro de Ciências Agrárias da UESPI / Imagens: Raíza Leão

Segundo ele, esses resultados abrem novos horizontes para pequenos produtores da região. “O girassol é uma das plantas ornamentais mais procuradas em Teresina. Cultivá-lo em ciclos menores significa uma renda consideravelmente maior para o agricultor ao longo do ano”, argumenta.

O projeto reforça a vocação agrícola do estado e demonstra o potencial da UESPI em pesquisas de impacto social e econômico. A combinação entre clima favorável, manejo adequado e tecnologia aplicada permite que o Piauí se destaque na cadeia produtiva de flores ornamentais, setor em crescimento no país. Para o professor Jean, a iniciativa beneficia diretamente o desenvolvimento regional. “A pesquisa oferece à sociedade mais uma ferramenta de crescimento econômico. Os resultados mostram que o Piauí pode se tornar referência em girassol ornamental de corte”, destaca.

Além disso, o trabalho fortalece a formação prática de estudantes do CCA, que participam das etapas de cultivo, coleta de dados e análises, contribuindo para a consolidação dos grupos de pesquisa ligados à área de ornamentais na universidade.

Projeto com girassol ornamental avança no Centro de Ciências Agrárias da UESPI / Imagens: Raíza Leão

Os avanços obtidos nesta fase motivam a continuidade da parceria. A equipe deve ampliar os estudos para outras espécies ornamentais e também se preparar para a terceira etapa da pesquisa. “Esperamos dar sequência ao projeto no próximo ano, expandindo para outras plantas e continuando a contribuir com a floricultura nacional por meio dos avanços do Centro de Ciências Agrárias da UESPI”, explica o professor Jean. Ele reforça ainda a importância do apoio institucional e do grupo de pesquisa da universidade para o sucesso alcançado até agora.

Com resultados expressivos e crescente reconhecimento, a UESPI reafirma seu compromisso com a ciência aplicada, com a produção de conhecimento e com o desenvolvimento do Piauí, abrindo portas para novas perspectivas na agricultura ornamental do estado.

Projeto com girassol ornamental avança no Centro de Ciências Agrárias da UESPI / Imagens: Raíza Leão

Os resultados obtidos até o momento indicam boas perspectivas para o cultivo de flores ornamentais no Piauí. Com novas etapas previstas para o próximo ano, a pesquisa deve ampliar dados, fortalecer a participação dos estudantes e contribuir para o desenvolvimento da floricultura no estado.