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UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ

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Equipes da UESPI avançam na preparação para o I Julgamento Simulado do STF

Por Roger Cunha 

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) está entre as instituições selecionadas para participar do I Julgamento Simulado do Supremo Tribunal Federal (STF Moot), uma competição promovida pela Suprema Corte brasileira que envolve estudantes de Direito de todo o país.
O evento simula o funcionamento do STF, com etapas escritas e orais baseadas em um caso constitucional fictício. A UESPI é representada por equipes dos campi de Bom Jesus, Corrente, Parnaíba (Campus Prof. Alexandre Oliveira), Teresina (Clóvis Moura e Torquato Neto), sob a orientação de professores mentores.
A competição tem como proposta o desenvolvimento do raciocínio jurídico, da argumentação e da compreensão do papel institucional do Supremo Tribunal Federal.

As equipes da UESPI estão, atualmente, na fase de produção dos memoriais — documentos jurídicos que simulam os argumentos da parte recorrente e da parte recorrida — com base em um caso hipotético envolvendo temas constitucionais.

Seis campi da UESPI estão aptos a participar do I Julgamento Simulado do STF  / Imagem gerada por IA.

Cada campus da UESPI inscreveu uma equipe própria, seguindo o regulamento do STF Moot, que permite apenas uma representação por unidade universitária. Ao todo, mais de 300 equipes de instituições de todo o Brasil participam da disputa. Na primeira fase, realizada de forma online, as equipes produzem dois memoriais escritos: um defendendo a posição da parte recorrente (a ACOBEST) e outro da parte recorrida (o Governador do Estado). As peças são analisadas por uma banca formada por juristas indicados pelo Supremo Tribunal Federal e avaliadas com nota máxima de 100 pontos.

As duas equipes com as maiores pontuações em nível nacional serão classificadas para a fase presencial, em Brasília, onde irão apresentar sustentação oral do caso na sede do STF, diante de ministros e convidados. A participação da UESPI envolve atividades de pesquisa, estudo de jurisprudência e produção jurídica, coordenadas por professores orientadores.

 

Docentes responsáveis pelas equipes da UESPI:

  • Campus de Bom Jesus: Fernando Afonso Marques de Melo e Élvio Ibsen Barreto de Souza Coutinho
  • Campus de Corrente: Alexandre Bento Bernardes de Albuquerque e Julio César de Moura Luz
  • Campus de Parnaíba: Ítalo José Brandão Ivo
  • Campus de Teresina – Clóvis Moura: Eduardo Albuquerque Rodrigues de Castro Diniz e Milton Gustavo Vasconcelos Barbosa
  • Campus de Teresina – Torquato Neto: Lucas Alves Silva Caland

 

Entenda o caso hipotético do I Julgamento Simulado do STF

O caso simulado gira em torno de Jairo, um brasileiro de 52 anos com uma doença degenerativa incurável. Sem mobilidade e fala, mas com plena consciência, ele decide realizar um suicídio assistido na Suíça, onde o procedimento é legal. Jairo recorre à empresa Viapaz Apoio Humanizado (VAH), que oferece suporte logístico para esse tipo de deslocamento. No entanto, antes da contratação, a empresa anuncia o encerramento das atividades após a aprovação da Lei Estadual nº 99.999/2024.

A nova norma prevê a cassação da inscrição estadual de empresas que direta ou indiretamente apoiem o suicídio assistido no exterior, além de sanções a seus sócios. A Associação de Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado (ACOBEST) ingressa com ação no Tribunal de Justiça estadual, alegando que a lei:

  • Invade competência exclusiva da União para legislar sobre Direito Civil e Comercial;
  • Viola os princípios da livre iniciativa, autonomia privada e razoabilidade;
  • Aplica a legislação estadual de forma extraterritorial.

O Tribunal não acolhe o pedido da ACOBEST, que recorre ao STF por meio de Recurso Extraordinário com Repercussão Geral reconhecida.

No âmbito do julgamento simulado, os estudantes devem elaborar memoriais com fundamentação jurídica, tese de repercussão geral e ementa conforme recomendação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), assumindo a defesa de uma das partes envolvidas no processo.

Seis campi da UESPI estão aptos a participar do I Julgamento Simulado do STF

 

Engajamento e dedicação em Corrente

O interesse do Campus de Corrente em participar do I Julgamento Simulado do STF surgiu a partir da iniciativa dos próprios estudantes, segundo o professor Júlio César de Moura Luz, um dos mentores da equipe. “Fomos procurados pelos alunos após a divulgação da competição nas redes sociais do STF. Eles nos pediram para orientá-los durante o projeto, que envolve tanto a elaboração de memoriais jurídicos quanto a sustentação oral, fases essenciais para o desenvolvimento acadêmico.”

O professor destaca que a equipe foi montada por alunos de diferentes períodos do curso de Direito, que trazem níveis variados de conhecimento e experiências. “Isso ajuda a formar um grupo multidisciplinar internamente, o que enriquece o trabalho coletivo. Como mentores, estamos orientando os estudantes nas pesquisas jurídicas e nas estratégias para a construção dos memoriais, garantindo que as peças estejam alinhadas aos critérios técnicos da competição.”

Além do trabalho prático, a participação no julgamento simulado representa para os alunos uma aproximação realista com o funcionamento do Supremo Tribunal Federal. “Para atuar diretamente no STF, profissionais normalmente têm anos de experiência. Aqui, eles já têm a oportunidade de vivenciar uma simulação do cotidiano da Corte, desde a graduação, o que é fundamental para sua formação jurídica e profissional.”

O professor também ressalta a complexidade do tema do caso, que envolve direitos fundamentais e limitações legislativas, elementos que desafiam a capacidade analítica dos estudantes. “Discutir temas como o suicídio assistido e a competência legislativa estadual exige dos alunos um aprofundamento no Direito Constitucional e na jurisprudência atual. Essa experiência prepara os estudantes para a realidade profissional, especialmente para lidar com questões controversas e relevantes.”

Sobre a expectativa em relação à competição, Júlio César enfatiza o comprometimento da equipe. “Os estudantes estão dedicados e motivados, participando ativamente das discussões e estudos. Independentemente do resultado, a experiência em si já é um ganho importante para a formação acadêmica e para a construção de uma visão crítica sobre o Direito.”

A estudante Rosivânia Oliveira, que cursa Direito no Campus de Corrente, é uma das integrantes da equipe que representa a UESPI no julgamento simulado. Ela relata que o primeiro contato com a iniciativa se deu por meio das redes sociais oficiais do Supremo Tribunal Federal, o que despertou o interesse imediato em participar de uma proposta inovadora que alia teoria e prática desde a graduação. “Eu vi a notícia através do Instagram do STF. Está sendo uma rotina um pouco corrida, porém muito enriquecedora. ” Explicou. 

Desde então, ela e os demais membros da equipe têm se dedicado a uma rotina intensa de preparação, que envolve estudo detalhado do caso hipotético proposto, discussões em grupo, encontros com os professores mentores e a elaboração das peças jurídicas que serão apresentadas na competição. Para Rosivânia Oliveira, a experiência tem ido além do conteúdo técnico, alcançando aspectos fundamentais da formação profissional. “Estou desenvolvendo principalmente a habilidade da comunicação e da escrita”. Destacou

A simulação, segundo ela, contribui significativamente para o desenvolvimento de competências que são exigidas no exercício da advocacia e de outras carreiras jurídicas. A necessidade de argumentação clara, domínio do vocabulário jurídico e estruturação lógica das peças estimula o raciocínio crítico e a autoconfiança dos estudantes, ainda em fases iniciais do curso. Participar de um exercício promovido pelo próprio STF, destaca Rosivânia Oliveira, reforça a importância de buscar experiências práticas desde cedo e amplia a compreensão sobre o funcionamento do sistema judicial brasileiro.

 

Entusiasmo em Teresina

Na capital Teresina, estudantes dos campi Clóvis Moura e Torquato Neto também estão mobilizados na preparação para o I Julgamento Simulado do STF. A competição nacional tem provocado entusiasmo entre os discentes, que vêm articulando suas equipes com o apoio de professores mentores e promovendo uma rotina intensa de estudos e reuniões desde a divulgação do edital.

Para o Professor Dr. Milton Gustavo Vasconcelos Barbosa, mentor da equipe do Campus Clóvis Moura, o envolvimento dos estudantes foi espontâneo e entusiasmado, revelando um interesse genuíno pelo aprendizado prático do Direito Constitucional. “A iniciativa surgiu espontaneamente. Fui procurado pelos próprios alunos, que tinham um interesse genuíno em participar, o que me alegrou bastante”, relata. “Me procuraram com a equipe pronta, formada por membros bastante empenhados”.

A competição, na avaliação do professor, representa um momento raro de aproximação entre o universo acadêmico e a estrutura de funcionamento das instituições superiores de Justiça. “É bastante engrandecedor participar de uma atividade relacionada à função de uma Suprema Corte. Nos possibilita aprender sobre o funcionamento do processo de controle de constitucionalidade ao simular um julgamento real”.

Ao colocar os estudantes em contato com uma controvérsia jurídica inspirada em dilemas reais , neste caso, o debate sobre a constitucionalidade de uma lei estadual que proíbe empresas de oferecer serviços relacionados ao suicídio assistido no exterior, o STF Moot também amplia a consciência crítica dos futuros profissionais do Direito. Para o professor Milton, a riqueza da experiência está justamente nessa articulação entre teoria, prática e realidade institucional. “É uma grande experiência, que nos colocará em contato com outros estudantes e professores de todo o país”, afirma. “De nossos alunos da UESPI esperamos sempre um alto desempenho, tal qual o demonstrado nos mais diversos exames a que se submetem, notadamente o da Ordem dos Advogados do Brasil”. 

Um dos articuladores da equipe é Maycks Martins, estudante do 2º período do curso de Direito, que relata como se deu o processo de organização. “Primeiro fiquei sabendo pelo Instagram do STF que haveria o primeiro Julgamento Simulado. Depois eu e alguns alunos nos reunimos e convidamos dois professores, o Prof. Eduardo Diniz e o Prof. Milton Gustavo, para serem nossos mentores. Eles aceitaram na hora! Após a inscrição, recebemos a homologação da nossa equipe por e-mail e também pudemos verificar a lista de inscritos no site do STF”.

Com a homologação confirmada, a equipe passou a se dedicar à leitura do caso hipotético enviado pela organização da competição. O estudante destaca o cronograma intenso de preparação desde o recebimento do material. “Recebemos o caso no dia 15 de maio e tivemos o fim de semana para analisar. Na segunda-feira (19) participamos de uma reunião com a comissão organizadora do STF e hoje (20) vamos fazer uma reunião interna para alinhar a equipe”.

Maycks Martins ressalta que a experiência está sendo valiosa para o desenvolvimento das competências jurídicas exigidas na profissão. A elaboração dos memoriais e a preparação para a sustentação oral proporcionam uma vivência prática rara ainda nos primeiros períodos da graduação. “A prática jurídica com certeza será a mais desenvolvida, pois a confecção de peças como essas é essencial no cotidiano do Direito. O 1º Julgamento Simulado do STF agregará uma experiência considerável na vida acadêmica dos participantes”.

A participação no julgamento simulado nacional permite aos estudantes não apenas o aprofundamento técnico, mas também o fortalecimento de habilidades como trabalho em equipe, argumentação e responsabilidade diante de temas de alta relevância constitucional.

Centro Acadêmico Miguel Almeida Lira (CAMAL) vai realizar evento para impulsionar pesquisa jurídica na UESPI

Por Roger Cunha 

O Centro Acadêmico Miguel Almeida Lira (CAMAL), do curso de Direito da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), campus Clóvis Moura, realiza o evento “Pesquisa Jurídica em Ação”, com uma programação voltada à discussão sobre a pesquisa acadêmica no campo jurídico. A atividade será realizada no auditório do Campus, no dia 28 de maio, a partir das 14h, e é aberta ao público.

Estudantes de Direito da UESPI terão evento para incentivar a pesquisa científica no campo jurídico

Segundo o presidente do CAMAL, Maycks Filho, a proposta do evento surgiu com o objetivo de incentivar a produção acadêmica entre os estudantes de Direito. “Pensamos esse evento como uma forma de estimular os alunos a produzirem conhecimento científico com qualidade, valorizando a pesquisa como parte essencial da formação jurídica”, explica.

A programação será composta por palestras com convidados de diferentes instituições e trajetórias acadêmicas. Estão confirmados: o Professor Doutor Maged Elgebaly, coordenador do curso de Letras da Aswan University, no Egito, doutor pela USP e pós-doutor pela Universidade do Porto; o professor Wenner Melo, advogado e diretor de ensino da ESA-PI, mestrando em Direito Constitucional pela UFPI e ex-Procurador-Geral do município de Aroazes-PI; e a professora Clarisse Araújo, advogada, presidente da Comissão de Direito das Startups da OAB-PI e mestranda em Direito na Unisinos.

O evento concederá certificado de 15 horas complementares. “Toda a carga horária será concentrada em um único dia, com palestras, debates e momentos de interação com os palestrantes”, destaca Maycks. O presidente do CAMAL também explica que não haverá espaço para apresentação de trabalhos acadêmicos nesta edição, mas os participantes poderão fazer perguntas e interagir com os convidados.

Estudantes de Direito da UESPI terão evento para incentivar a pesquisa científica no campo jurídico

A inscrição é obrigatória e deve ser realizada por meio de formulário online: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfvRQlusTaod4C0tR2rw-2OcYK88Rb2YeA6RXdQl6UqgjBarQ/viewform. É necessário anexar o comprovante de pagamento. Estudantes da UESPI pagam R$ 5,00 e participantes externos, R$ 10,00. “O valor arrecadado será utilizado para cobrir os custos do evento, viabilizar outras ações futuras e realizar melhorias que beneficiem a comunidade acadêmica do curso de Direito”, afirma o presidente.

Ele também enfatiza que a organização do evento está sob responsabilidade exclusiva da atual gestão do Centro Acadêmico. “Estamos com uma equipe mobilizada para garantir que o evento ocorra com organização e responsabilidade. Por isso, neste momento, não estamos recebendo inscrições para apoio voluntário”, acrescenta.

A expectativa da organização é que o evento reforce o papel da universidade na formação de pesquisadores. “Queremos despertar nos alunos o interesse pela pesquisa científica como uma ferramenta de transformação, crítica e fortalecimento do conhecimento jurídico. Esse é o nosso maior objetivo”, conclui Maycks Filho.

Reformas nos setores 15 e 17 são entregues com melhorias para ensino e acessibilidade

Por Roger Cunha

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) realizou a solenidade de reinauguração das obras de reforma dos Setores 15 e 17 do Campus Poeta Torquato Neto, em Teresina.
O evento marcou a entrega oficial de dois setores que passaram por intervenções estruturais com foco em acessibilidade, adequações técnicas e requalificação de ambientes voltados ao ensino e à pesquisa. A iniciativa foi viabilizada com recursos do Governo do Estado do Piauí, totalizando um investimento de R$ 1.429.792,11.

Reformas estruturais transformam campus Poeta Torquato Neto

O Setor 15 passou por uma reforma integral. O prédio é composto por quatro salas de aula distribuídas em um único pavimento. A antiga cobertura foi substituída por uma estrutura metálica com telhas termo acústicas. O piso foi trocado por granilite e a iluminação foi atualizada. Os setores receberam rampas, corrimãos e banheiros adaptados, com instalação de barras de apoio, pias e vasos sanitários adequados às normas de acessibilidade. O valor aplicado neste setor foi de R$ 594.709,52.

O Setor 17, com investimento de R$ 835.082,59, abriga quatro salas de aula, um laboratório, dois banheiros coletivos e dois banheiros acessíveis. A intervenção contemplou modificações na fachada, substituição da cobertura e ajustes nas instalações sanitárias. As rampas de acesso também foram implantadas. O laboratório atenderá demandas de cursos como Agronomia e Biologia, com foco em práticas e pesquisas em botânica, ecologia, farmácia e biogeografia.

Durante a cerimônia, o Reitor da UESPI, Professor Dr. Evandro Alberto, ressaltou que a entrega dessas obras é parte de um projeto mais amplo de revitalização de toda a estrutura física da universidade. Ele destacou o volume de recursos empregados e a importância dessas ações para garantir melhores condições de permanência e formação acadêmica. “Para vocês terem uma ideia aqui, um milhão, quase um milhão e meio investido nessas reformas. Então, colocamos aqui teto termo acústico e vocês estão vendo a qualidade que fica as salas de aulas, banheiros, baterias de banheiros para atender com mais dignidade aqui os nossos estudantes, professores e técnicos”.

Reformas estruturais transformam campus Poeta Torquato Neto

A entrega dos Setores 15 e 17 é apenas o início de uma série de obras previstas para o Campus Poeta Torquato Neto. O Reitor explicou que há um cronograma em andamento para requalificar todos os prédios do campus, com novas fases já sendo planejadas. “E aqui as reformas, elas abrangerão todos os setores da universidade. Aqui o campus, Poeta, Torquato, todo será reformado. Então, nós vamos fazer em breve a entrega do terceiro prédio, já projetando o quarto prédio e ainda tem mais dois, o quinto e o sexto prédio. Nós vamos entregar aqui para o campus Poeta Torquato Neto”, destacou.

Reitor também sinalizou a ampliação das obras para outros municípios. De acordo com ele, diferentes etapas de execução estão em andamento em todos os campi da UESPI — desde processos licitatórios até obras em fase de conclusão. Isso demonstra o esforço institucional para atender as necessidades regionais da universidade em todas as suas unidades. “São obras em todos os campi da universidade. Tem aqueles que já estão concluindo, outros que estão iniciando. Só para dizer que a gente tem agora, este mês, para iniciar a obra de Corrente — já licitada, já assinado o contrato, já vai ser dada a ordem de serviço para começar. Estamos no processo de licitação, já publicado no Diário Oficial, o aviso de licitação do campus da Facime aqui, que também é ligado ao Centro Facime, que é ligado ao Poeta Torquato Neto. Também já ocorreu agora o de Piripiri. Agora a gente vai ver aí os resultados, como é que ficou lá, para começar também essa obra no campus de Piripiri. No dia 19, o campus de Campo Maior. Então, assim, obras em todas as unidades. Aquelas em que não iniciaram ainda, temos as que já estão construindo, já finalizando, outras que estão sendo iniciadas e outras que serão licitadas. Mas tudo é para ocorrer em breve e a gente vai ter aqui obras de fato sendo realizadas em todas as unidades”, destacou o Reitor da UESPI. 

Reformas estruturais transformam campus Poeta Torquato Neto

A Pró-Reitora de Administração (PRAD), Profª Drª Fábia Buenos Aires, também participou da solenidade e falou do reconhecimento do papel coletivo na transformação da UESPI. Ela rememorou sua trajetória como ex-aluna da instituição e destacou a evolução estrutural vivenciada ao longo dos anos. “Já é o segundo momento em que a gente se alegra de fazer mais uma entrega, uma entrega que, por sinal, já está sendo bem utilizada pelos diretores, pelos professores, pelos alunos. Quando a gente entra por essa rua, especificamente, que foi a rua por onde durante muitos anos eu, como aluna, entrei para cursar direito no pré-matutino, estudando no Bloco 12, eu me sinto muito feliz em ver o quanto a universidade cresceu. De 2000 para cá, nós estamos falando aí de 25 anos, 25 anos que a universidade tem crescido, avançado e que a gente pode perceber a olhos vistos e claros e bem nítidos de que ela está crescendo”, relembrou. 

Ela também enfatizou que esse crescimento é resultado de uma gestão coletiva, articulada com o Governo do Estado e com o comprometimento técnico da equipe da UESPI. “É bom a gente ver a nossa universidade crescer, é bom ver como aluno, é bom ver como professor, é bom ver como coordenador, como diretor, como pró-reitores, como diretor do departamento de engenharia, lembrando aqui que a nossa diretora, ela também é aluna e egressa da UESPI. […] É uma família que se organiza, uma família que planeja, que projeta, que vai atrás dos recursos e que recebe do Governo do Estado esse olhar, esse suporte, esse aporte financeiro”.

Na sequência, o Pró-Reitor de Planejamento e Finanças (PROPLAN), Prof. Me. Lucídio Beserra Primo, reforçou o sentimento de satisfação pelas entregas e apontou que as melhorias estruturais são resultado de um esforço coordenado da administração superior, que tem conseguido mobilizar recursos junto ao Governo do Estado. “É uma satisfação muito grande quando a administração vem aqui e entrega uma obra reformada, boa, moderna. Aqui a gente tem um prazer imenso de fazer parte da equipe do professor Evandro, numa luta incansável. Ele conseguiu sensibilizar o governador, e o governador destinou os recursos para que a UESPI pudesse fazer essas reformas”. enfatizou.

O Pró-Reitor ressaltou também que o maior beneficiado é o estudante, que passa a contar com estruturas mais adequadas para o processo de ensino-aprendizagem e para as práticas de pesquisa e extensão. “Quem ganha com isso são os alunos, que passam a ter uma estrutura renovada, uma estrutura confortável para que possam ter suas aulas e desenvolver suas pesquisas, suas extensões e a área de ensino”.

Reformas estruturais transformam campus Poeta Torquato Neto

A Diretora do Departamento de Engenharia e Arquitetura (DENG), Tallyta Sousa Lopes, reforçou o compromisso técnico da equipe de engenharia com a execução das reformas em toda a universidade. Ela destacou que a entrega de mais um bloco estruturado representa uma etapa importante dentro de um plano maior de requalificação dos espaços acadêmicos. “É uma alegria, uma satisfação, estar inaugurando mais um bloco de salas, laboratórios e banheiros. E dizer para os alunos acalmarem o coração, que todos os blocos serão reformados. O professor [Evandro] tem projeto para todo mundo”, pontuou.

Tallyta Lopes também valorizou o papel da comunidade acadêmica no processo de construção das melhorias, especialmente os estudantes e professores, que têm contribuído com sugestões e apontamentos técnicos para o aperfeiçoamento dos projetos. “O Departamento de Engenharia está aqui, com toda a equipe técnica, trabalhando e lutando para que essas reformas aconteçam com qualidade. Agradecemos o apoio de todos os professores e alunos, que trazem esse feedback do que precisa ser contemplado nas reformas”.

Reformas estruturais transformam campus Poeta Torquato Neto

O Diretor do Centro de Ciências Humanas e Letras (CCHL), Professor Jorge Paula, que algumas turmas no bloco 15, ressaltou o impacto positivo das reformas na rotina de estudantes, professores e técnicos. Ele destacou que as melhorias já entregues representam um avanço concreto nas condições de ensino e trabalho no campus. “O CCHL, compondo um dos centros da universidade, se sente muito feliz por ter sido contemplado por essa reforma. É algo que auxilia os alunos, auxilia os professores. Como o professor colocou, o ambiente de trabalho é um ambiente que, para a gente, é importante se sentir bem – e isso tem acontecido”.

O Diretor também compartilhou que a recepção dos novos espaços tem sido positiva entre os alunos, gerando inclusive uma expectativa de uso dos setores reformados, o que demonstra o reconhecimento da comunidade universitária pelas mudanças. “É um ambiente que, muitas vezes, é até disputado pelos alunos, cada um querendo estar no setor novo. Mas a gente sabe que essas reformas devem beneficiar, à frente, a todos”, finalizou.

O Coordenador do curso de Educação Física da UESPI, professor Galba Coelho, pontuou que a revitalização dos espaços físicos do campus impacta diretamente na qualidade da permanência dos estudantes, docentes e técnicos, reforçando o sentimento de pertencimento à universidade. Segundo ele, as reformas traduzem um cuidado necessário com o ambiente de ensino, que precisa ser acolhedor e funcional para o desenvolvimento das atividades acadêmicas. “Esse conforto físico, proporcionado por meio dessas reformas, nos dá uma certa acolhida. É mais do que melhorar a estrutura, é oferecer dignidade a quem passa horas por aqui estudando, trabalhando e construindo conhecimento. A gente se sente mais valorizado quando percebe que o espaço foi pensado com atenção às nossas necessidades”.

Ao comentar a transformação visível do campus Poeta Torquato Neto, o professor Galba Coelho destacou o impacto que a nova arquitetura exerce não apenas sobre os usuários da estrutura, mas também sobre a imagem da universidade perante a sociedade. “Eu até estava comentando com colegas: quando a gente passa pela João Cabral, fica impressionado ao ver o prédio novo surgindo. Dá orgulho. Quando tirarem o tapume, vai ficar ainda mais bonito. E isso mostra o quanto a universidade está mudando, crescendo, e como essa mudança é perceptível para quem vive e para quem observa de fora também”.

O Diretor do Centro de Ciências da Natureza (CCN), professor Dr. Nouga Cardoso, que tens discentes no bloco 17, ressaltou que o conjunto de reformas e entregas realizadas no campus Poeta Torquato Neto representa mais do que melhorias estruturais — trata-se de um movimento institucional que eleva o moral e fortalece os vínculos da comunidade com a universidade. Para o docente, os avanços promovidos pela gestão atual são perceptíveis tanto no ambiente físico quanto no ânimo coletivo de quem vive a rotina acadêmica. “Eu usaria três palavras para sintetizar tudo aquilo que a gente vive hoje na universidade: satisfação, motivação e autoestima. A Universidade Estadual do Piauí, hoje, com esse volume de entregas que a administração superior tem colocado à disposição da comunidade acadêmica, tem elevado significativamente a autoestima de professores, técnicos e alunos”.

O Professor Nouga Cardoso também destacou que a transformação do espaço universitário reflete um esforço coletivo que envolve gestão, planejamento e sensibilidade às demandas reais dos campi, reforçando o papel do Estado como parceiro estratégico da educação pública superior. “Esse engrandecimento e essa visibilidade que a UESPI tem conquistado são frutos da articulação entre o Governo do Estado e a administração superior da universidade. Cada departamento, cada setor está dando sua contribuição, e o resultado é uma universidade mais estruturada, mais acolhedora e mais forte institucionalmente. A comunidade está atenta a essas mudanças e, sem dúvida, vai valorizar e usufruir disso tudo em sua vivência cotidiana”.

A Representante discente Sarah Lago, aluna do 6º período do curso de Bacharelado em Ciências Biológicas, expressou sua satisfação com as melhorias promovidas nas salas de aula, destacando o impacto positivo tanto na infraestrutura quanto na inclusão. Ela ressaltou que as intervenções têm contribuído diretamente para a qualidade do ensino. “Eu queria agradecer por essa reforma. Com certeza ajudou bastante, tanto na estrutura quanto na acessibilidade da sala, com a implementação de novos data shows, o quadro também. E isso ajudou bastante para que tenhamos aulas melhores”, expressou a discente. 

Ambos os blocos foram equipados com mobiliários e recursos técnicos. As obras integram a política institucional de manutenção e expansão da infraestrutura universitária com vistas ao suporte das atividades acadêmicas e à garantia de condições operacionais para estudantes, professores e servidores.

UESPI entrega novo espaço do Departamento de Engenharia e Arquitetura (DENG)

Por Roger Cunha

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) entregou à comunidade acadêmica o novo espaço do Departamento de Engenharia e Arquitetura (DENG), após a conclusão das obras de reforma e ampliação. O projeto integra o conjunto de ações voltadas à reestruturação dos ambientes físicos da instituição, com foco na melhoria das condições de trabalho e da infraestrutura técnica dos setores vinculados à universidade. O Deng fica no campus Poeta Torquato neto, em Teresina.

Reforma e ampliação do DENG fortalecem infraestrutura da UESPI

Com valor estimado em R$ 91.816,23, a intervenção resultou na requalificação de 93,10 m² de área total, sendo 33,87 m² reformados e 59,23 m² ampliados. Entre as principais melhorias, destacam-se a instalação de telhas termoacústicas, a construção de novos banheiros, copa e almoxarifado, além da substituição do piso por revestimento em porcelanato. Também foram modernizados os sistemas elétrico, de climatização e de internet, com adequações de acessibilidade conforme a norma ABNT NBR 9050, incluindo a execução de rampas e a instalação de corrimãos.

Outras intervenções incluíram a instalação de novas esquadrias, pintura geral, forro e a atualização das instalações hidráulicas e sanitárias. As mudanças buscam atender às exigências técnicas e institucionais, ampliando a funcionalidade e a segurança dos espaços utilizados diariamente por servidores, professores e estudantes.

Reforma e ampliação do DENG fortalecem infraestrutura da UESPI

O Departamento de Engenharia e Arquitetura desempenha papel central na condução de obras e na fiscalização de reformas em todos os campi da UESPI. A atuação do setor está ligada diretamente ao planejamento físico da universidade, garantindo o acompanhamento técnico de cada etapa dos projetos em execução.

Durante a solenidade, o Reitor da Universidade Estadual do Piauí, Professor Dr. Evandro Alberto, destacou o papel do setor na modernização da infraestrutura da instituição e relembrou o início da proposta que resultou na obra entregue. Segundo o Reitor, a demanda foi apresentada de forma direta pela própria diretora do departamento, Tallyta Sousa Lopes, que apontou as limitações estruturais do espaço. “A Thallyta, ela reclamava com muita razão. ‘Professor, mas ali está muito apertado, pequeno’. E aí ela me trouxe aqui e  disse: ‘olha aqui, professor. Tem infiltração, aqui está ruim, é pequeno, é escuro. Não tem iluminação’”, relatou. Diante da situação, o professor Evandro Alberto relatou que estimulou a apresentação rápida de um projeto para viabilizar as melhorias. “Eu disse, ‘Thallyta, faça o projeto para gente fazer’. Ela: ‘tá, eu vou conversar com a equipe pra fazer’. Eu digo: ‘não, você tem que apresentar amanhã para poder dar certo e a gente encaminhar’. ‘Não, professor, não pode ser tão rápido assim, não’. Mas está aí, fez”, contou.

Ao fazer a entrega oficial da obra, o Reitor ressaltou a importância do trabalho realizado pelo DENG para o crescimento físico e institucional da universidade. “Hoje a gente tem aqui o prazer imenso de fazer essa entrega para aqueles que estão cuidando da nossa universidade com os projetos, projetando a nova UESPI. É justamente pelas mãos aqui do DENG que a gente tem essa grande projeção da nossa universidade”, declarou.

Ele ainda enfatizou o compromisso da gestão com a modernização da universidade por meio de novos investimentos e ações em andamento. “Se a nossa universidade está ficando bonita, se a nossa universidade tem essa projeção, tem ali a mão de cada um de vocês que compõe esse departamento. Então, parabéns. E aqui os aplausos são para vocês por projetar a universidade do futuro, a nossa universidade”, disse.

Trabalhadores que contribuíram para a reforma e ampliação do DENG

O Reitor também adiantou que novas obras estão previstas, como a construção de um auditório, uma academia de saúde e a reestruturação do paisagismo do campus. “Vamos entregar já, já o anexo de descanso do patrimônio. Mas nós também estamos projetando um auditório de 750 lugares, que vai ser ali na frente. Vamos trazer uma academia de saúde para implantar ali naquela área da Rua Ceará. Estamos mudando todo o paisagismo da UESPI, que já está com a equipe montada de trabalho”, acrescentou.

O Vice-Reitor da Universidade Estadual do Piauí, Professor Dr. Jesus Antônio de Carvalho Abreu, também participou da solenidade de inauguração da obra do DENG e destacou o simbolismo da entrega para o atual momento institucional da UESPI. Durante seu pronunciamento, ele reconheceu a atuação da diretora do DENG, Tallyta Sousa Lopes, e relacionou sua trajetória à qualidade da formação oferecida pela universidade. “A Tallyta é um exemplo da competência da UESPI. Nosso curso de Engenharia é nota 5 e a Tallyta é egressa do curso de Engenharia. E aqui, essa é uma amostra do que está acontecendo na UESPI, da transformação que estamos passando”, afirmou.

O professor ressaltou ainda que o próprio espaço físico do departamento reformado comunica, por si só, os princípios de organização e planejamento que norteiam a atuação do setor. “Quem vem procurar o DENG para um auxílio, para uma reforma, para uma construção, quando chega aqui ele já vê uma demonstração dessa competência. Aqui tudo é clean, iluminação natural, os espaços bem planejados, as pessoas trabalham observando o trabalho das outras. Então, tudo isso aí demonstra um planejamento, uma competência, um comprometimento com a instituição”, declarou.

Ao destacar o processo de renovação que a universidade está vivenciando, o Vice-Reitor refletiu sobre o contraste entre as estruturas antigas e os novos espaços, simbolizando a transição que está em curso. “Hoje é um dia de celebrar tudo isso. Nós temos aqui, na vista da gente, a UESPI nova que está sendo construída ali e também aqui.  Estamos em período de transformação e essa construção, essa transformação, é fruto de um pensamento positivo, de um trabalho, de uma atitude de todos nós”, pontuou.

Reforma e ampliação do DENG fortalecem infraestrutura da UESPI

A Pró-Reitora de Administração da UESPI, a Professora Dra. Fábia Buenos Aires, resgatou a trajetória de crescimento do Departamento de Engenharia e Arquitetura (DENG) e destacou a simbologia do momento como um marco de valorização institucional. Ao mencionar o histórico de evolução da equipe, ela fez referência à diretora Tallyta Sousa Lopes e às transformações que ocorreram ao longo dos últimos anos. “Que momento emblemático e feliz, não éTallyta?. Chegamos, enfim, a esse momento, que é a inauguração de um espaço que era tão desejado e que já foi até ocupado. A gente já tem a ocupação do DENG por um tempo. Olhar para o passado é importante para a gente ver o quanto a gente cresceu e evoluiu”, iniciou.

A professora relembrou o início da atuação do setor, ainda em 2018, quando a equipe contava com apenas três profissionais para atender a uma demanda estadual. “Tallyta com uma equipe de três pessoas muito eficientes, mas uma equipe de três pessoas que precisava dar conta de uma demanda de todo um estado, porque a nossa universidade, graças a Deus, está em todas as regiões. E ela conseguia mobilizar e incentivar sua equipe”, afirmou.

Ela também refletiu sobre o impacto social do trabalho realizado pelo setor, destacando que o comprometimento da equipe vai além das funções técnicas. “Já chegaram sabendo que o trabalho era árduo, mas que também era socialmente muito importante. Quando eu vejo vocês hoje, penso na responsabilidade social que cada um de vocês leva para casa”.

Reforma e ampliação do DENG fortalecem infraestrutura da UESPI

Ao citar obras já realizadas em diferentes setores e campi da universidade, a profa. Fábia Buenos Aires destacou o crescimento da equipe e o fortalecimento da estrutura institucional. “De três, são 16 agora. Eu estou aqui olhando para a Tallyta e vendo uma equipe boa. Hoje, a gente tem um departamento de engenharia equipado, com bons computadores, impressoras, mesas de trabalho, bases de reunião. É um espaço muito bonito, mas acima de tudo é um espaço que representa o novo tempo da universidade”, pontuou.

Responsável pela condução técnica das reformas e obras em andamento na Universidade Estadual do Piauí (UESPI), a diretora do Departamento de Engenharia e Arquitetura (DENG), Tallyta Sousa Lopes, enfatizou a inauguração do novo espaço como um reflexo da transformação estrutural vivida pela instituição. “O objetivo é que o espaço reformado inspire as novas gerações de estudantes e profissionais a criarem projetos ainda mais transformadores para a nossa universidade”, destacou.

Para ela, a entrega do novo setor marca o início de uma nova etapa. “Esse momento é um momento único da universidade e a reforma desse espaço representa uma nova fase da UESPI, porque ela está um verdadeiro canteiro de obras”, pontuou. Ao citar o alcance das intervenções estruturais, a diretora mencionou que os principais campi estão passando por processos de reestruturação. “A gente tem obras no campus Torquato Neto, no campus Clóvis Moura, no campus de Uruçuí, no campus de Bom Jesus, no campus de Floriano. Todos os campi da universidade passaram por reforma”, afirmou.

Reforma e ampliação do DENG fortalecem infraestrutura da UESPI

Ela explicou ainda que o DENG é o setor responsável por coordenar e fiscalizar essas intervenções, com foco em garantir espaços mais acessíveis, modernos e adequados ao funcionamento universitário. “Acompanhamos essas obras com o objetivo de entregar campi reformados, ampliados, com infraestrutura de qualidade, moderna e acessível.”

Tallyta Sousa Lopes finalizou com um sentimento de entusiasmo e expectativa: “É uma honra muito grande participar da inauguração desse novo departamento da UESPI. O meu sentimento é que esse espaço novo, funcional e moderno inspire toda a equipe a criar projetos ainda mais funcionais para a nossa universidade”. 

Mais do que uma entrega física, a reforma e ampliação do espaço do DENG simbolizam o compromisso da UESPI com a valorização de seus quadros técnicos e a consolidação de uma infraestrutura alinhada às diretrizes contemporâneas de acessibilidade, funcionalidade e modernização. A iniciativa reflete a importância de ambientes administrativos bem estruturados para o bom andamento das ações acadêmicas e institucionais. Ao promover melhorias que envolvem desde adequações normativas até recursos que favorecem o desempenho técnico das equipes, a universidade reafirma sua política de investimento contínuo na qualificação de seus espaços e no fortalecimento da gestão pública do ensino superior.

UESPI reafirma compromisso com a inclusão ao aderir à 5ª edição do Programa Pró-Equidade

Por Roger Cunha 

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) participou do lançamento da 5ª edição do Programa Pró-Equidade de Gênero, Raça e Diversidade, promovido pela Secretaria de Estado das Mulheres do Piauí (SEMPI), nesta segunda-feira, no campus Torquato Neto. Durante o evento, a instituição formalizou sua adesão à nova edição do programa e recebeu o Selo Estadual de Reconhecimento pelo compromisso com ações voltadas à inclusão e à valorização da diversidade em seu ambiente acadêmico e institucional.

A iniciativa faz parte de uma política pública estadual iniciada em 2021 e alinhada a um programa nacional existente desde 2005. O objetivo é incentivar organizações públicas e privadas a desenvolverem ações estratégicas que promovam a equidade de gênero, raça e diversidade nos seus espaços de atuação.

Lançamento da 5ª edição do Programa Pró-Equidade de Gênero, Raça e Diversidade na UESPI

O Reitor da UESPI, Professor Dr. Evandro Alberto, reforçou que a universidade já desenvolve ações concretas voltadas à promoção da equidade. Ele destacou a atuação do Núcleo de Direitos Humanos (NUPID), com o Programa de Formação Política para Mulheres coordenado pela professora Ester Castelo Branco, e a criação do Núcleo de Enfrentamento à Violência contra a Mulher (NEVIM), que já lançou uma cartilha com orientações para docentes, estudantes, técnicos e colaboradores. “O que nós fazemos aqui não é apenas uma peça de apresentação. São núcleos que funcionam com atividades permanentes. Temos atuação direta com o PARFOR, com foco na equidade de gênero, raça e etnia. Nossa equipe realiza visitas às unidades, prestando assistência jurídica, psicológica e social. Esse trabalho é real e precisa ser conhecido”, afirmou o reitor.

Ele também reforçou a importância da parceria com a Secretaria das Mulheres para ampliar as ações nos campi da universidade, com palestras, eventos e campanhas educativas. “É uma construção coletiva, um trabalho de mão dupla. Estamos abertos ao diálogo e queremos que as ações cheguem de forma concreta à comunidade acadêmica. Nosso compromisso é contribuir para um ambiente mais acolhedor, respeitoso e com equidade em todas as dimensões”, concluiu.

Lançamento da 5ª edição do Programa Pró-Equidade de Gênero, Raça e Diversidade na UESPI

O Vice-Reitor, Professor Dr. Jesus Abreu, também participou da solenidade e destacou a importância do PARFOR Equidade, programa institucional voltado à construção de ambientes mais justos e igualitários na UESPI. Em sua fala, ele lembrou que a ação é uma continuidade do Programa de Ações Formativas, com foco em justiça social. “O PARFOR Equidade é uma extensão do Pafó Reconhecimento, que busca reparar uma dívida histórica com grupos menos favorecidos, menos observados e menos acolhidos da nossa sociedade, especialmente as mulheres, as pessoas trans e outras identidades de gênero”, afirmou.

O Vice-Reitor também ressaltou o papel das universidades como espaços de transformação social. “A universidade é um ambiente de oportunidade. É daqui que saem as ideias que transformam a sociedade. Por isso, é nossa obrigação institucional promover ações afirmativas e formativas que fortaleçam a equidade e o respeito à diversidade”. Ele ainda parabenizou as equipes envolvidas na gestão do programa, como o reitor Evandro Alberto, a professora Nádia Carolina e a professora Ivoneide Alencar, da Pró-Reitoria de Extensão (PREX), reconhecendo o trabalho coletivo desenvolvido dentro da universidade.  

Lançamento da 5ª edição do Programa Pró-Equidade de Gênero, Raça e Diversidade na UESPI

Durante a solenidade, a professora Aline Martins Diolindo Menezes, representante do Comitê Interno do Programa Pró-Equidade de Gênero, Raça e Diversidade na UESPI, destacou o significado do engajamento da comunidade acadêmica nesse processo, reforçando que a adesão ao programa vai além da busca por reconhecimento institucional. Em sua fala, ela contextualizou o envolvimento de docentes e servidores que, mesmo diante de rotinas sobrecarregadas, aceitaram o desafio de participar ativamente da construção de um espaço universitário mais justo e acolhedor. “Existe sempre o questionamento: mais uma atividade a fazer? Mas como vamos quebrar realidades, como vamos buscar o que está fora de nós se não fizermos e não vivermos esse momento?”, refletiu.

A professora também enfatizou que a iniciativa não se resume à obtenção de um selo institucional, mas representa uma provocação e uma tomada de consciência coletiva. “Esse programa nos traz o repensar da dignidade humana dentro da universidade. Mais do que um selo, ele é um ambiente de informação, de construção, de bem-estar”, afirmou. Segundo a docente, pensar em equidade no ambiente de trabalho é reconhecer a condição humana dos profissionais da universidade, considerando suas emoções, fragilidades e desejos. “Ser feliz no trabalho exige uma completude. E, sendo felizes nesse ambiente, com certeza seremos mais produtivos. A UESPI ganha, e nós ganhamos como seres humanos.”

Ao concluir sua participação, a professora citou Clarice Lispector para ilustrar a dimensão subjetiva e afetiva da luta por equidade: “Liberdade é pouco, o que eu desejo ainda não tem nome”. A citação serviu como convite à comunidade acadêmica para se engajar na escuta, no diálogo e na construção coletiva de um ambiente universitário mais inclusivo e respeitoso.

Lançamento da 5ª edição do Programa Pró-Equidade de Gênero, Raça e Diversidade na UESPI

Representando a Secretaria das Mulheres do Estado do Piauí, a diretora de Articulação, Ações Temáticas e Participação Política, Ivana Amorim, fez um discurso incisivo sobre a importância de ambientes institucionais comprometidos com a transformação social, destacando o papel da universidade nesse processo. Ela alertou para o fato de que, apesar da redução dos casos de mortes violentas de mulheres fora do ambiente doméstico no estado em 2024, o lar ainda se apresenta como o lugar mais perigoso para muitas delas. “O que a UESPI tem a ver com isso? Tudo. Porque nós, enquanto Estado, fazemos as ações fora do ambiente. Mas dentro é a transformação, através da educação, que pode mudar pensamentos e comportamentos humanos de homens e mulheres”, declarou. 

A dirigente pontuou que o enfrentamento da violência e a construção de ambientes equitativos demandam mais do que ações pontuais. “Não é só a independência financeira que salva a mulher das relações violentas e abusivas. É também a independência emocional, a psíquica. Quando o ambiente de trabalho respeita a mulher e todos os gêneros, principalmente no recorte racial, ele ajuda a restaurar a dignidade de quem, muitas vezes, não teve oportunidade de perceber o próprio valor”, afirmou.

Para Ivana Amorim, mais do que buscar um selo institucional, iniciativas como o Programa Pró-Equidade de Gênero, Raça e Diversidade na UESPI devem provocar uma mudança contínua no comportamento social e afetivo. “Esse programa é uma provocação ao amor, ao afeto, à construção de relações humanas baseadas no respeito. É sobre garantir que mulheres possam existir plenamente — não só como referência dentro de casa, mas como sujeitos autônomos em todos os espaços”, concluiu.

Lançamento da 5ª edição do Programa Pró-Equidade de Gênero, Raça e Diversidade na UESPI

Como parte da programação, foi realizada a palestra “Projeto Equidados – Diversidade em foco no serviço público”, com a advogada Almiralice Santos de Gayoso. A palestrante apresentou reflexões sobre práticas institucionais voltadas à diversidade e os desafios para a consolidação dessas políticas no serviço público. A advogada Almiralice Santos de Gayoso, ex-aluna da UESPI e integrante ativa das ações em prol da equidade no serviço público, trouxe uma contribuição direta e inspiradora durante o evento, destacando o papel transformador de iniciativas voltadas à igualdade de gênero, raça e diversidade. Ex-participante do Comitê do Pró-Equidade por três anos consecutivos, ela compartilhou como a vivência nesse espaço impactou sua sensibilidade e seu engajamento com temas estruturantes da política pública. “Desde que participei do comitê, muita coisa mudou na minha vida. Fiquei muito mais sensível a essas temáticas que nos envolvem no dia a dia. Isso é um despertar”, afirmou.

Lançamento da 5ª edição do Programa Pró-Equidade de Gênero, Raça e Diversidade na UESPI

Durante sua fala, Almiralice Santos Gayoso apresentou o projeto EQUIDADOS, uma iniciativa surgida no âmbito do Pró-Equidade, com foco em aprofundar a discussão sobre diversidade e inclusão na gestão pública do Estado do Piauí. “Parece com o Pró-Equidade, mas o EQUIDADOS nasceu do desejo de ir além. Ele busca construir um retrato mais detalhado da equidade racial, de gênero e das diversas identidades no serviço público”, explicou.

Segundo a advogada, o projeto consiste na aplicação de um questionário direcionado aos servidores, com o objetivo de gerar dados para um diagnóstico preciso da composição étnico-racial e de gênero dos quadros públicos. Esse mapeamento servirá como base para o desenvolvimento de políticas públicas mais inclusivas e justas. “É uma ferramenta de escuta e análise. E, para isso, mobilizar as pessoas a responder também é parte do desafio. Mas é por meio dessas ações concretas que a transformação começa a acontecer”, reforçou.

Professores da UESPI Uruçuí palestram sobre Marketing em escola técnica

Por Roger Cunha 

Com o objetivo de aproximar o ensino superior da educação técnica e fomentar o pensamento empreendedor entre jovens estudantes, professores do curso de Administração da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) ministraram uma palestra com o tema “Introdução ao Marketing e Mídias Sociais” na Escola Maria Pires Lima. A atividade foi direcionada às turmas do 1º ano do curso Técnico em Administração com ênfase em Empreendedorismo e ao 3º ano do Técnico em Administração, reunindo dezenas de alunos interessados em compreender o papel estratégico do marketing no mundo dos negócios.

Professores de Administração da UESPI incentivam jovens a explorar o potencial das Mídias Sociais

A palestra foi conduzida pelos professores Stefanni Maria, Felipe Oliveira e Fernanda Raquel, que apresentaram aos estudantes noções básicas sobre marketing digital, comportamento do consumidor, branding e o uso das redes sociais como ferramentas de fortalecimento de marcas e relacionamento com o público. De maneira didática e interativa, os docentes utilizaram exemplos práticos e atuais para conectar a teoria à realidade vivenciada pelos jovens nas plataformas digitais.

Além de enriquecer o conteúdo que os alunos já estudam no curso técnico, a iniciativa também teve como foco despertar o interesse pelo empreendedorismo e pelo uso consciente das mídias sociais em projetos futuros. A atividade representa mais uma ação de extensão promovida pelo curso de Administração da UESPI, que busca ampliar seu papel social, incentivando a troca de saberes entre universidade e comunidade.

O professor Felipe Oliveira, um dos responsáveis pela palestra, destacou que a iniciativa surgiu a partir de um convite do professor Rafael Franco, do curso técnico de Administração da Escola Maria Pires Lima. “Nós, professores de Administração da UESPI de Uruçuí, Stéfanni Lopes, Felipe Oliveira e Fernanda Raquel, fomos convidados a promover uma palestra sobre Introdução ao Marketing Digital. A escolha do tema foi sugerida pelo próprio professor da escola técnica, tendo em vista a demanda dos estudantes pelo mundo digital”, explicou Oliveira.

Professores de Administração da UESPI incentivam jovens a explorar o potencial das Mídias Sociais

O docente também destacou o propósito mais amplo da ação. “Estamos motivados a fortalecer parcerias locais e incentivar os estudantes adolescentes a perceberem o potencial de diferentes negócios da região, utilizando ferramentas digitais que possam contribuir para o crescimento e sustentabilidade de pequenas empresas locais”, complementou.

De acordo com o professor Felipe Oliveira, ações como essa são de grande importância, pois oferecem aos jovens a oportunidade de entender como fazer uso adequado e consciente das plataformas digitais. “Essas ações são fundamentais para o desenvolvimento dos estudantes, pois permitem que eles aproveitem o potencial das ferramentas digitais de forma otimizada, o que pode ser crucial para a criação e o fortalecimento de negócios locais. Estamos falando de um público jovem, altamente digital, que está constantemente conectado e pronto para aplicar o que aprende de forma prática e inovadora”, afirmou o docente.

Professores de Administração da UESPI incentivam jovens a explorar o potencial das Mídias Sociais

A palestra, que se deu no formato de uma ação voluntária e sem fins lucrativos, também levantou discussões sobre a possibilidade de novas parcerias com escolas públicas. “Essa palestra é parte de uma ação voluntária, mas já despertou nos professores envolvidos o interesse em promover mais projetos de extensão voltados para este público, buscando aproximar cada vez mais a universidade da realidade das escolas de ensino técnico”, explicou o professor Felipe Oliveira.

Sobre os resultados da atividade, Felipe Oliveira ressaltou a importância de levar o ensino da UESPI para fora da universidade. “Na minha avaliação, ações externas à universidade são de suma importância para entendermos a realidade do ensino em outras instituições da cidade e minimizar possíveis distâncias entre a Educação Básica e a Superior. Isso contribui para a construção de parcerias mais sólidas e projetos de extensão que possam agregar valor às comunidades envolvidas”, comentou.

Professores de Administração da UESPI incentivam jovens a explorar o potencial das Mídias Sociais

Além disso, o professor enfatizou o impacto positivo nos estudantes, que puderam perceber a aplicabilidade da teoria aprendida em sala de aula na construção de negócios reais. “Para os estudantes, a palestra foi muito interessante, pois os ajudou a entender que a teoria aplicada à prática pode potencializar desde pequenos até grandes negócios. Além disso, conseguimos estimular os alunos a pensarem em suas futuras profissões e nas inúmeras possibilidades que o mercado digital oferece”, concluiu.

A professora Stéfanni Lopes, que também participou da palestra, reforçou a relevância da atividade para a formação dos estudantes e a aproximação entre os níveis de ensino. “Ações externas à universidade são fundamentais para entendermos a realidade de outras instituições e minimizar possíveis distâncias entre a Educação Básica e a Superior. Os estudantes puderam reconhecer que a teoria aplicada à prática potencializa negócios e amplia as possibilidades de atuação profissional”, destacou.

A professora Fernanda Raquel complementou que iniciativas como essa criam um ciclo positivo de aprendizagem. “Os estudantes ganham acesso ao conhecimento aplicado, se sentem valorizados e passam a compreender melhor o mercado atual. Eles percebem como as redes sociais são usadas por pequenas empresas como ferramentas de venda e comunicação. Para nós, professores, é uma vivência prática e transformadora, que reafirma o compromisso social da universidade pública”, finalizou.

Parceria entre UESPI e ALEPI fortalece investimentos e aproxima Legislativo da universidade

Por Roger Cunha

A Assembleia Legislativa do Estado do Piauí (ALEPI) e a Universidade Estadual do Piauí (UESPI) deram mais um passo importante na construção de uma aliança estratégica voltada para a promoção da educação superior, da comunicação pública e do desenvolvimento regional. Em reunião realizada hoje, no Palácio Pirajá, gestores das duas instituições discutiram caminhos para ampliar as colaborações já existentes e estabelecer novos compromissos conjuntos.

A iniciativa se insere em um contexto histórico especial para o Parlamento piauiense, que completa 190 anos de atuação. Nesse período, o Legislativo tem se consolidado como um espaço fundamental para o exercício da democracia e da cidadania, promovendo debates, políticas públicas e parcerias que contribuem diretamente para o desenvolvimento do Estado. A aproximação entre ALEPI e UESPI reforça essa missão ao unir o poder público à produção científica e à juventude universitária, fortalecendo o diálogo social e a formação cidadã.

ALEPI visita UESPI e amplia diálogo sobre educação, comunicação e infraestrutura

Participaram do encontro o Presidente da ALEPI, Deputado Severo Eulálio; a Deputada Ana Paula; o Secretário Geral da Mesa Diretora, Luciano Nunes; o Diretor de Comunicação da ALEPI, Robson Araújo; e a Diretora da TV e Rádio Assembleia, Nadja Rodrigues. Representando a UESPI, estiveram presentes o reitor, Prof. Dr. Evandro Alberto; o Pró-Reitor de Planejamento (PROPLAN), Prof. Lucídio Bezerra Primo; a Pró-Reitora de Ensino e Graduação, Profa. Dra. Mônica Gentil; e a Diretora da Assessoria de Comunicação (ASCOM), Profa. Sammara Jericó e a Chefe de Gabinete, Profa. Sônia Carvalho.

Durante a visita, foram abordados temas como o fortalecimento da comunicação pública, o apoio da ALEPI por meio de emendas parlamentares e a aproximação institucional entre a universidade e o legislativo estadual. Um dos pontos centrais da discussão foi a parceria com o curso de Jornalismo da UESPI, com vistas à ampliação das atividades junto à TV Assembleia, incluindo oportunidades de estágio supervisionado e produção conjunta de conteúdos jornalísticos.

O Reitor da UESPI, Prof. Dr. Evandro Alberto, destacou a relevância do momento, classificando-o como um marco na relação entre a universidade e o parlamento estadual. Segundo ele, a visita do presidente Severo Eulálio à UESPI representa mais do que um gesto simbólico. “É um deputado que sempre destina emenda para a universidade. Hoje, é um momento histórico para a universidade, porque isso ocorre aqui pela primeira vez, do ponto de vista da proposição de parcerias. Não é só uma visita, mas um compromisso real de colaboração”, afirmou o reitor.

O professor ressaltou ainda que a iniciativa de buscar o diálogo partiu do próprio presidente da ALEPI, demonstrando interesse direto em identificar como a Assembleia pode contribuir mais efetivamente com o fortalecimento da instituição e da educação superior. “Chegar com essa proposição de estabelecer parcerias e indagar: ‘o que vocês precisam?’, ‘como a Assembleia pode ajudar?’… Isso mostra o entendimento de que a melhoria da qualidade de vida das pessoas passa também pela educação”, completou.

ALEPI visita UESPI e amplia diálogo sobre educação, comunicação e infraestrutura

Outro ponto abordado pelo reitor foi a importância de pensar a parceria em múltiplas frentes, não apenas na área da comunicação, mas também em ações estruturantes. Ele citou os investimentos em infraestrutura feitos pelo Governo do Estado e destacou a articulação com a bancada federal e deputados estaduais. “Já estamos chegando a cerca de cem milhões de reais em investimentos em infraestrutura na universidade. A visita do presidente Severo vem somar-se a esse momento, e ele se comprometeu em mediar novas contribuições junto à Assembleia”, disse.

O Reitor também mencionou a participação da deputada Ana Paula, que esteve presente na reunião e reafirmou o compromisso com o campus de Uruçuí. “A deputada é egressa da UESPI e assumiu aqui o compromisso de buscar melhorias para o campus, inclusive articulando a chegada de uma van para o transporte dos estudantes”, afirmou.

A nova van do campus de Uruçuí representa o resultado da parceria entre a ALEPI e a UESPI, levando cidadania e educação cada vez mais longe.

Para Marcos Vinícius, técnico administrativo do campus de Uruçuí, o anúncio da van representa um avanço concreto nas condições de acesso e permanência dos alunos. “Esse investimento vai fazer uma grande diferença no dia a dia dos nossos estudantes. Muitos moram em localidades mais distantes e enfrentam dificuldades de deslocamento. A van vai garantir mais segurança e conforto, além de fortalecer o sentimento de pertencimento dos alunos à universidade”, destacou.

A estudante Aline Maria, do curso de Pedagogia, também comemorou a conquista e destacou o significado da parceria entre a ALEPI e a UESPI. “A gente percebe que essa aproximação do Legislativo com a universidade é muito importante, porque mostra que nossos representantes estão atentos às nossas necessidades. A van vai facilitar o transporte, mas também representa cuidado, valorização e cidadania”, afirmou.

Segundo o Reitor, o encontro demonstra o fortalecimento do elo entre a universidade pública e o parlamento estadual como caminho para políticas públicas mais efetivas. “É esse projeto coletivo que transforma a sociedade por meio das políticas, dos projetos e das emendas parlamentares. E a universidade está nesse processo como agente que forma e transforma vidas nos municípios”, concluiu.

ALEPI visita UESPI e amplia diálogo sobre educação, comunicação e infraestrutura

O presidente da ALEPI, deputado Severo Eulálio, ressaltou a relevância da universidade para o Estado do Piauí e reafirmou o compromisso do Legislativo com sua consolidação como instituição formadora. “A UESPI é uma instituição extremamente importante e necessária para o povo piauiense. O professor Evandro vem fazendo esse trabalho na reitoria e já conversamos aqui sobre diversas obras no interior do Estado em parceria com o Governo. É um investimento que consideramos o maior da história, e que vai dotar a nossa universidade de estrutura e condições para receber os alunos e para que o corpo técnico e docente possam ministrar suas aulas com dignidade”, declarou o parlamentar.

Severo Eulálio destacou que a visita teve como finalidade não apenas conhecer as demandas da universidade, mas também aprofundar compromissos. “Tivemos essa visita junto com a deputada Ana Paula e estamos evoluindo em algumas parcerias com a UESPI, como na área do Jornalismo, através da TV Assembleia. Estamos dialogando para fornecer materiais e apoio que ajudem a desenvolver ainda melhor o trabalho acadêmico e profissional dos estudantes”, afirmou. O deputado enfatizou que grande parte dos profissionais de comunicação do Estado é formada pela UESPI, o que reforça a importância de ampliar essa relação.

ALEPI visita UESPI e amplia diálogo sobre educação, comunicação e infraestrutura

Além da área da comunicação, o presidente da ALEPI também pontuou os investimentos já realizados e os que estão em andamento nos campi da universidade em diferentes municípios do estado. “Estamos falando de quase R$ 100 milhões em investimentos em diversas cidades. O campus de Uruçuí está sendo reformado, assim como os de Picos, Oeiras e aqui mesmo em Teresina, onde estão sendo construídos novos espaços. Isso é resultado de uma articulação entre a universidade, o Governo do Estado e as secretarias e reforça a importância de manter esse diálogo permanente com a Assembleia Legislativa”, explicou.

ALEPI visita UESPI e amplia diálogo sobre educação, comunicação e infraestrutura

A deputada estadual Ana Paula também participou da visita institucional e concentrou sua fala nas ações voltadas ao campus da UESPI em Uruçuí, município onde é egressa da universidade. Segundo a parlamentar, a visita representou uma resposta a uma demanda antiga dos estudantes da região. “São investimentos muito importantes. Já há bastante tempo os alunos esperam isso, principalmente desde o incêndio ocorrido no campus de Uruçuí. Fiquei muito feliz de estar com o reitor e saber que em breve o campus será entregue aos alunos, assim como a van, que tanto aguardavam”, afirmou.

Ana Paula reiterou o compromisso de continuar contribuindo com emendas e articulações políticas para que a estrutura da UESPI avance também em outras regiões. “Sempre me coloco à disposição para destinar recursos não só para Uruçuí, mas para outros campi. Tenho certeza de que outros deputados também vão abraçar essa causa. Vamos atrás de novos cursos e continuar trabalhando para que a universidade estadual cresça e chegue a mais pessoas”, concluiu.

A visita institucional reforça o papel da UESPI como parceira estratégica do Legislativo na construção de políticas públicas que impactam diretamente a educação superior no estado. Mais do que um encontro protocolar, o momento marca novas articulações concretas entre a universidade e a Assembleia Legislativa, com foco em infraestrutura, formação profissional e comunicação pública.

O diálogo segue aberto, e a expectativa, tanto da reitoria quanto dos parlamentares, é de que os próximos passos avancem com ações efetivas, capazes de responder às demandas históricas da universidade e da população piauiense.

UESPI de Piripiri vai promover o I Ciclo de Palestras da Área de Química

Por Roger Cunha 

Com o objetivo de tornar a ciência mais acessível e estimular o interesse pela Química entre diferentes públicos, o curso de Química da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), campus de Piripiri, lança o I Ciclo de Palestras da Área de Química – Conectando Universidade e Sociedade. A iniciativa, que prevê encontros mensais com pesquisadores e profissionais da área, é aberta à comunidade e propõe uma jornada de conhecimento em formato presencial e/ou online, valorizando o diálogo entre a universidade pública e a sociedade.

Campus Piripiri realiza I Ciclo de Palestras da Química com foco em divulgação científica

Sob a coordenação do professor Edinilton Muniz, o ciclo é uma resposta ao desafio de ampliar o alcance da produção científica universitária para além dos muros institucionais. “A ideia surgiu da necessidade de aproximar a universidade da sociedade, mostrando como a Química está presente no cotidiano e como a pesquisa científica impacta a vida das pessoas. Queremos criar um espaço de diálogo mais contínuo entre estudantes, pesquisadores e comunidade”, afirma o docente.

A programação conta com palestras mensais ministradas por convidados do Nordeste que atuam na Química e em áreas afins, permitindo múltiplas abordagens sobre a aplicação do conhecimento científico em contextos sociais, econômicos e ambientais. A carga horária total será de 20 horas, com certificação emitida pela PREX/UESPI aos participantes que cumprirem pelo menos 75% das atividades previstas.

Campus Piripiri realiza I Ciclo de Palestras da Química com foco em divulgação científica

O evento é mais do que uma sequência de palestras técnicas. Segundo o professor Edinilton Muniz, a proposta carrega um sentido de engajamento social: “O tema Conectando Universidade e Sociedade foi escolhido porque acreditamos que também é dever da ciência estabelecer esse diálogo. Muitas vezes, o conhecimento produzido na academia não chega ao público em geral, e esse ciclo busca quebrar essa barreira, mostrando como a Química transforma realidades e contribui para o bem-estar coletivo”.

Entre os objetivos destacados pela organização estão: Divulgar o conhecimento científico Estimular o interesse pela Química; Incentivar a iniciação científica entre os estudantes;Ampliar o diálogo entre universidade e comunidade.

Além da troca de saberes, o evento funciona como incentivo à formação científica dos estudantes da UESPI. “Esses momentos ampliam o repertório acadêmico dos alunos, promovem o contato com diferentes áreas da pesquisa, incentivam a iniciação científica e abrem espaço para networking com profissionais experientes. É também uma oportunidade para que desenvolvam uma visão crítica sobre o papel social da ciência”, ressalta Edinilton Muniz.

O ciclo é voltado tanto para a comunidade acadêmica da UESPI quanto para estudantes e interessados externos, fortalecendo o caráter público e integrador da iniciativa. As inscrições estão abertas e podem ser feitas por meio do link: Formulário de inscrição

A flexibilidade do formato, que contempla atividades presenciais e online, amplia o alcance do projeto, especialmente entre participantes de outras cidades. “A depender da disponibilidade dos palestrantes, os encontros poderão acontecer também durante a semana, entre segunda e sexta-feira, além dos sábados”, informa o coordenador.

Campus Piripiri realiza I Ciclo de Palestras da Química com foco em divulgação científica

A primeira atividade será no dia 17 de maio de 2025, às 9h, com a participação do Prof. Dr. Antônio Leonel de Oliveira, docente da UESPI – Campus Piripiri e pesquisador na área de Química Inorgânica e Ensino de Química. Com uma sólida trajetória acadêmica, incluindo doutorado pela UFPE e período sanduíche em Portugal, o professor abrirá o ciclo compartilhando suas experiências em ensino, pesquisa e extensão. A palestra será transmitida de forma híbrida, com acesso pelo Google Meet (código: mcz-oysd-unj) e pelo canal no YouTube Química em Rede.

O I Ciclo de Palestras da Área de Química reforça o papel da universidade pública como agente de transformação e ponte entre o saber acadêmico e as demandas sociais. Ao valorizar a produção científica nordestina e promover o acesso ao conhecimento, a ação se alinha às diretrizes de extensão e inclusão da UESPI. “Queremos mostrar que a ciência produzida aqui no Piauí, especialmente no interior, tem qualidade, relevância e compromisso social. O evento pode, inclusive, ser uma fonte de inspiração para jovens cientistas e futuros pesquisadores da região”, finaliza o professor Edinilton Muniz.

Projeto da UESPI de Uruçuí fortalece alfabetização em escola pública

Por Roger Cunha 

O curso de Pedagogia da UESPI Campus de Uruçuí, da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), desenvolve o projeto “Alfabetização e Reforço Escolar como Sincronia da Aprendizagem no Ensino Fundamental” na Escola Municipal José Cavalcante Filho, em Uruçuí.  A iniciativa resulta de uma articulação entre formação docente, práticas pedagógicas e demandas da rede pública municipal, com foco no fortalecimento das competências de leitura e escrita em estudantes dos anos finais do ciclo de alfabetização.

Parceria entre UESPI e rede municipal promove intervenções pedagógicas em turmas de 4º e 5º anos

Segundo a professora Nilzene Nataniel de Santana Nascimento, responsável pelo projeto, a proposta surgiu a partir de uma observação realizada durante a supervisão de estágio de uma aluna de Pedagogia. “Ali eu descobri que alguns alunos tinham dificuldades de leitura e fiz alguns encontros voluntários com a professora. Depois, conversando com a docente da turma, surgiu a ideia de desenvolver um projeto de alfabetização de reforço para aqueles alunos, com o objetivo de sanar essa dificuldade.”

O projeto atende alunos do 4º e 5º ano do ensino fundamental, selecionados com base em critérios pedagógicos que identificam dificuldades persistentes no processo de alfabetização. As atividades são desenvolvidas em encontros semanais às segundas e quartas-feiras, no turno da tarde, com a presença de acadêmicos do curso de Pedagogia atuando como voluntários. 

Parceria entre UESPI e rede municipal promove intervenções pedagógicas em turmas de 4º e 5º anos

As ações pedagógicas envolvem o uso de cartazes, práticas lúdicas, contação de histórias e literatura infantil, com foco na consolidação do processo de leitura e escrita. “Utilizamos materiais e orientações metodológicas voltadas para essa faixa etária. Nosso objetivo é que essas crianças possam se apropriar da leitura de forma funcional e compreensiva, respeitando as singularidades do processo de aprendizagem”, explica Nilzene Nataniel . A coordenadora destaca que, embora o projeto esteja em fase inicial, já é possível observar o engajamento dos estudantes nas atividades propostas.

A proposta baseia-se em referenciais teóricos da Educação como Paulo Freire e Magda Soares, cujas contribuições influenciam a organização do trabalho pedagógico e a compreensão da alfabetização como prática social. “A Magda Soares diz que a arma social de luta mais poderosa é o domínio da linguagem. A alfabetização não se limita à codificação de palavras, mas ao desenvolvimento de competências que possibilitam a leitura do mundo e a transformação da realidade”, afirma a professora.

Parceria entre UESPI e rede municipal promove intervenções pedagógicas em turmas de 4º e 5º anos

O projeto também reforça a dimensão formativa da universidade pública, ao integrar estudantes da licenciatura à realidade educacional do município. “Temos acadêmicos que ainda estão no primeiro bloco, mas estão envolvidos porque querem aprender como ensinar. Eles participam da produção de materiais e das atividades com as crianças”, relata a coordenadora.

A iniciativa conta com o apoio da direção do campus e integra as ações institucionais da UESPI em parceria com a Prefeitura Municipal de Uruçuí. “Esse é um projeto incentivado pela direção do campus, de autoria da professora Nilzene Nataniel , em parceria com a prefeitura. A proposta é ajudar na alfabetização de alunos que ainda não consolidaram esse processo, e ampliar a ação para outras escolas do município”, afirma o diretor do campus, professor Francisco Leonardo.

Parceria entre UESPI e rede municipal promove intervenções pedagógicas em turmas de 4º e 5º anos

A experiência atual dá continuidade a ações anteriores desenvolvidas pelo curso de Pedagogia em Uruçuí. Em 2024, foi implementado um projeto voltado ao uso do lúdico na Educação Infantil, também com participação discente e articulação com escolas da rede pública. Para a professora Nilzene Nataniel , o objetivo é consolidar uma prática pedagógica que articule teoria e intervenção social de forma contínua e responsável.

A previsão é de que o projeto em curso seja expandido para outras unidades escolares da cidade após a conclusão do ciclo atual. A coordenação aponta que a permanência e o fortalecimento da proposta dependem da continuidade do diálogo entre universidade, escolas e poder público local.

 

Estudante de Medicina da UESPI desenvolve a plataforma ‘MedStudyHub’

Por Roger Cunha 

Com o avanço das tecnologias digitais e o crescimento da inteligência artificial, novas formas de aprendizagem têm emergido dentro e fora das universidades. Em meio a esse cenário, surge uma iniciativa desenvolvida no coração do ensino público piauiense: o MedStudyHub, uma plataforma criada pelo estudante de Medicina da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), Victor Prudêncio, com o objetivo de tornar o estudo na área da saúde mais acessível, personalizado e colaborativo.

MedStudyHub conecta tecnologia e educação na área da saúde

A ferramenta reúne recursos tecnológicos que permitem a criação e o compartilhamento de conteúdos entre estudantes, como bancos de questões, mapas mentais, simulados e resumos gerados por inteligência artificial. Voltado não apenas para estudantes de Medicina, mas para toda a área da saúde, o projeto aposta na construção coletiva do conhecimento por meio de uma rede integrada de usuários. “A plataforma não foi pensada só para Medicina. Qualquer estudante da área da saúde pode criar grupos, compartilhar questões e usar as ferramentas de IA para potencializar os estudos. É uma forma de democratizar o acesso a recursos que hoje são muito caros e limitados”, explica Victor Prudêncio.

A concepção do MedStudyHub nasceu a partir de uma inquietação pessoal diante dos altos custos das plataformas tradicionais de estudo para exames e residências médicas. Segundo Victor Prudêncio, muitos serviços disponíveis no mercado chegam a cobrar mais de R$ 1.000 por mês, o que torna o acesso desigual entre estudantes. “Vi que existia uma dependência de plataformas caras e inacessíveis. Como estudante de uma universidade pública, comecei a pensar em alternativas viáveis e percebi que poderia criar algo semelhante, utilizando as ferramentas que já estão ao nosso alcance, como a inteligência artificial”, conta.

Victor Prudêncio – Estudante de Medicina da UESPI desenvolve a plataforma ‘MedStudyHub’

O desenvolvimento do MedStudyHub durou mais de um ano, sendo intensificado nos últimos seis meses, período em que o projeto passou a ganhar forma. Sem formação em programação, ele mergulhou nos estudos por conta própria, conciliando a rotina intensa do curso de Medicina com a criação da plataforma. “Foi um processo desafiador. Aprendi o básico de programação, investi em ferramentas de IA e precisei montar toda a estrutura do site. Fiz isso praticamente sozinho, com apoio financeiro do meu pai e com sugestões pontuais de colegas que testaram a plataforma durante o processo”, afirma.

Entre os principais recursos oferecidos pelo MedStudyHub estão:

  • Criação de questões personalizadas por IA
  • Resumos automáticos de temas complexos
  • Geração de mapas mentais com base no conteúdo estudado
  • Simulados adaptados à banca de concursos ou exames de residência
  • Rede social de estudo entre estudantes de diferentes cursos da saúde

Além disso, a plataforma aposta em um modelo de acesso híbrido: uma parte gratuita, com uso vitalício para responder questões, e planos pagos com valores acessíveis para quem quiser ampliar o uso das ferramentas. “A base gratuita é vital. Questões estarão sempre disponíveis de forma livre. Já os planos pagos devem custar entre R$ 40 e R$ 50 mensais, oferecendo uso ilimitado das ferramentas de IA, simulados personalizados, entre outros recursos”, explica.

A plataforma está atualmente em fase de testes com cerca de 115 usuários, oriundos de diferentes universidades brasileiras, como UFRJ, UFF, UFBA e a própria UESPI. Os primeiros feedbacks têm contribuído para melhorias contínuas. “A ideia é que o próprio uso da comunidade alimente e fortaleça a plataforma. Questões geradas pelos usuários, por exemplo, serão reaproveitadas para enriquecer o banco de dados, sempre respeitando a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)”, afirma Victor Prudêncio.

Após essa etapa inicial de testes e divulgação, Victor planeja expandir o número de usuários, aprimorar as ferramentas mais utilizadas e estudar a viabilidade de registro de patente da plataforma, protegendo sua autoria e incentivando a continuidade do desenvolvimento. “Estamos ouvindo os usuários e ajustando a plataforma com base em como eles a utilizam. A intenção é focar nas ferramentas que realmente fazem diferença para quem está estudando. A longo prazo, penso em patentear a ideia e talvez levar o projeto para parcerias com instituições públicas”, projeta.

Com base no esforço individual e no uso inteligente da tecnologia, o MedStudyHub surge como uma resposta concreta aos desafios enfrentados por estudantes da área da saúde. A plataforma mostra que é possível criar alternativas acessíveis a partir da própria vivência acadêmica. Mais do que um projeto pessoal, o trabalho de Victor Prudêncio reforça como a universidade pública pode ser espaço fértil para o desenvolvimento de soluções que dialogam com as reais necessidades da formação profissional. A versão em testes da plataforma já está disponível, e qualquer estudante interessado pode acessar gratuitamente pelo link: https://medstudyhub.me/.

UESPI vai homenagear mães da comunidade acadêmica com a campanha “Palavras de Amor”

Por Roger Cunha

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI), por meio da Assessoria de Comunicação (ASCOM) realiza uma homenagem especial em alusão ao Dia das Mães com a campanha “Palavras de Amor”. A iniciativa celebra o papel das mães na vida da comunidade universitária e reforça o compromisso da instituição com a valorização da família, do cuidado e da presença materna na formação de trajetórias pessoais e profissionais.

“Palavras de Amor”: UESPI homenageia mães da comunidade acadêmica

A campanha é desenvolvida em todos os campi da UESPI e convida alunos, servidores, professores, bolsistas e colaboradores a escreverem poemas em homenagem às mães. Cada campus organizará um concurso local e o autor do poema selecionado será reconhecido com um mimo especial. Mais do que premiar um texto, a proposta é abrir espaço para que histórias, lembranças e sentimentos possam ser compartilhados em forma de palavra.

A culminância da ação vai ocorrer  na segunda-feira, 12 de maio, com uma cerimônia solene no Palácio Pirajá, em Teresina, a partir das 8h. A programação será transmitida ao vivo pelo canal oficial da UESPI no YouTube, também a partir das 8h, e vai contar com leitura de poemas, falas institucionais e homenagens a mães que fazem parte da comunidade acadêmica.

A campanha “Palavras de Amor” nasceu do reconhecimento de que, por trás de cada estudante, pesquisador, técnico ou colaborador, há, muitas vezes, o apoio silencioso e constante de uma mãe. Mães que orientam, escutam, acompanham de perto ou à distância e que são parte essencial do caminho percorrido por tantos membros da universidade.

Reconhecer essas mulheres é mais do que uma ação simbólica. É afirmar o valor do cuidado em ambientes de aprendizagem e lembrar que o afeto também tem papel importante na construção do conhecimento. É olhar para a universidade como um espaço onde a vida acadêmica e as relações humanas caminham juntas.

Ao final da campanha, uma matéria especial será publicada no site da UESPI, com os poemas vencedores de cada campus e os momentos da cerimônia.

Os poemas dos campi/centros da UESPI em Teresina (Poeta Torquato Neto e Clóvis Moura) devem ser enviados para o e-mail da ascom: comunicacao@uespi.br; ou para o WhatsApp – 86-99456-2054. Para os demais campi da UESPI, os participantes devem procurar a direção para entregarem seus poemas.

A ASCOM convida toda a comunidade a participar e compartilhar essa homenagem, que reforça o respeito, o carinho e a gratidão às mães presentes em tantas formas no dia a dia da UESPI.

Governador Rafael Fonteles visita UESPI e apresenta avanços em obras

Por Roger Cunha 

Neste Dia do Trabalho (1º de maio), a Universidade Estadual do Piauí (UESPI) apresentou os avanços nas obras de infraestrutura que estão transformando a realidade da instituição. A visita técnica realizada pelo Governador Rafael Fonteles, acompanhado do Reitor da UESPI,  Professor Dr. Evandro Alberto, e do Secretário de Infraestrutura, Flávio Nogueira Júnior, ocorreu no novo prédio, que agora abriga o Centro de Ciências Humanas e Letras (CCHL), no campus Poeta Torquato Neto, em Teresina.

Governador Rafael Fonteles Reforça Compromisso com a Educação ao Anunciar Investimentos na UESPI / Foto: Gabriel Paulino

A construção faz parte de um conjunto de seis blocos previstos para o campus. Dois já estão em funcionamento, dois devem ser entregues ainda este ano, incluindo a nova Biblioteca Central, e os outros dois até 2026. Os prédios são equipados com salas climatizadas, elevadores, banheiros acessíveis e uma estrutura voltada para diferentes áreas acadêmicas.

Durante a visita, o governador afirmou que o cronograma das obras está sendo cumprido conforme o previsto e adiantou quais serão os próximos espaços a serem entregues. “Aqui será o local de Educação e Comunicação. E teremos um bloco para a Faculdade de Direito da Universidade Estadual do Piauí. O cronograma está sendo seguido à risca”, declarou o governador.

O Reitor da UESPI, Professor Dr. Evandro Alberto, destacou o impacto dessas obras na rotina da universidade. “A comunidade acadêmica esperava por esses avanços há bastante tempo. Ver esse projeto sair do papel e beneficiar alunos e professores é algo muito significativo.”

Governador Rafael Fonteles Reforça Compromisso com a Educação ao Anunciar Investimentos na UESPI / Foto: Gabriel Paulino

Os investimentos na Universidade Estadual do Piauí não se limitam às obras físicas. A instituição tem ampliado significativamente suas políticas de assistência estudantil e incentivo à pesquisa, duas áreas fundamentais para garantir a permanência e a excelência na formação universitária. Entre 2022 e 2025, o número de alunos beneficiados por auxílios praticamente dobrou: subiu de 2.006 para cerca de 4.700 estudantes. São auxílios que ajudam a custear alimentação, moradia e outras necessidades básicas, permitindo que mais jovens permaneçam nos cursos, mesmo em condições socioeconômicas difíceis. “Estudar em tempo integral exige muito mais do que vontade. Precisa de estrutura e apoio. Esses auxílios representam dignidade para quem está lutando por um futuro melhor”, ressaltou o governador Rafael Fonteles.

Na área da pesquisa, o avanço também é expressivo. Hoje, a UESPI conta com 233 bolsas ativas, distribuídas entre estudantes da graduação e da pós-graduação. Além do número recorde de bolsas, os valores foram reajustados já no primeiro ano da atual gestão.

Para o Reitor da UESPI,  Professor Dr. Evandro Alberto, esse fortalecimento é essencial. “Estamos formando profissionais e pesquisadores. Investir em assistência e ciência é investir no futuro do estado. O apoio tem chegado na base, onde realmente faz a diferença.”

Governador Rafael Fonteles Reforça Compromisso com a Educação ao Anunciar Investimentos na UESPI / Foto: Gabriel Paulino

O governador Rafael Fonteles anunciou importantes investimentos em infraestrutura para a Universidade Estadual do Piauí (UESPI), reafirmando o compromisso com a valorização da educação pública, tanto na capital quanto no interior. Duas unidades serão completamente modernizadas: a Faculdade de Ciências Médicas (Facime), em Teresina, e o campus de Piripiri.

A Facime vai receber R$ 7 milhões para a construção de uma nova estrutura, com salas de aula, laboratórios, ambientes de convivência e total acessibilidade. A obra beneficiará diretamente os cursos de Medicina, Fisioterapia, Enfermagem, Odontologia e Psicologia, muitos deles com desempenho de destaque no ENADE. O projeto já está concluído e a licitação será iniciada nos próximos dias. “Como egresso da Facime, fico muito feliz em dar andamento a essa obra. Vamos entregar uma estrutura moderna, com mais conforto para alunos e professores”, afirmou o governador Rafael Fonteles.

Já o campus da UESPI em Piripiri também passará por uma transformação. Serão investidos R$ 5 milhões em reformas que contemplam a renovação de salas de aula, laboratórios, áreas administrativas e espaços de convivência. A licitação já foi concluída, e as obras estão prestes a começar. O objetivo é garantir uma estrutura mais acessível, tecnológica e acolhedora para toda a comunidade acadêmica.

Governador Rafael Fonteles Reforça Compromisso com a Educação ao Anunciar Investimentos na UESPI / Foto: Gabriel Paulino

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) está passando por uma grande transformação, com mais de R$ 100 milhões de investimentos, abrangendo obras em Teresina e no interior do estado. As reformas incluem novos blocos, melhorias em unidades como a Faculdade de Ciências Médicas (Facime) e o campus de Piripiri, além da ampliação de bolsas e auxílios estudantis. O objetivo é melhorar a qualidade do ensino e garantir mais oportunidades para os piauienses.

A UESPI não celebra apenas as obras, mas também as conquistas e o impacto que essas mudanças que vai trazer para a comunidade acadêmica. Como disse o governador Rafael Fonteles: “Estamos construindo uma nova UESPI. Com estrutura, dignidade e excelência para formar os profissionais que vão transformar nosso estado. Viva a UESPI!”

A Facime, por exemplo, receberá R$ 7 milhões em reformas, garantindo uma estrutura moderna para os cursos da área da saúde. O campus de Piripiri também será reformado, com R$ 5 milhões sendo investidos em salas de aula, laboratórios e áreas de convivência, tudo com acessibilidade e tecnologia. Esses investimentos são uma grande aposta na educação superior pública e no desenvolvimento de todas as regiões do Piauí, preparando a UESPI para continuar formando profissionais que farão a diferença no estado.

Corpo de dança da UESPI conquista premiação na 8ª Semana Estadual de Dança

Por Roger Cunha 

A 8ª Semana Estadual de Dança do Piauí (SEDA) celebrou o talento, a diversidade e o poder transformador da arte. Em meio a espetáculos, oficinas e encontros entre artistas e comunidade, o Corpo de Dança da Universidade Estadual do Piauí (CDU UESPI) se destacou ao conquistar duas premiações: Conjunto – Estilo Livre, com a coreografia “Fuxico”, e Solo – Dança Contemporânea, com a performance da bailarina Dryele, intitulada “Sonata em Movimento”. A participação vitoriosa é resultado de meses de trabalho, entrega e superação por parte de estudantes, docentes e artistas que integram o grupo.

Com coreografia autoral, CDU da UESPI conquista premiação na 8ª Semana Estadual de Dança

A preparação do CDU para a SEDA começou em março de 2025. Para a professora Renata Batista dos Santos Pinheiro, coordenadora do grupo, mais do que ensaios, o processo foi uma verdadeira imersão na construção coletiva da identidade artística dos alunos. “Foram meses de dedicação intensa. O grupo se organizou, ensaiou, se desdobrou entre aulas, trabalhos, compromissos pessoais e a paixão pela dança. Tudo isso com um objetivo muito claro: ocupar os palcos com uma arte que expressa nossa essência, nossa cultura e nossas raízes. A premiação é um reconhecimento simbólico desse esforço coletivo e sensível.”

Segundo Renata Batista, a coreografia “Fuxico”, criada por Marcos Torres, traduz bem a proposta artística do grupo: unir tradição, memória e contemporaneidade em uma mesma cena. “É um trabalho que costura história, ancestralidade e afeto. A escolha do tema é uma homenagem às mãos que bordam e constroem o Brasil invisível, periférico, criativo”, destaca a professora.

Com coreografia autoral, CDU da UESPI conquista premiação na 8ª Semana Estadual de Dança

Autor da coreografia premiada, Marcos Torres vê a conquista como um marco na trajetória do grupo e na própria caminhada como artista. “Participar da SEDA foi uma experiência maravilhosa. Conhecer novos artistas, assistir trabalhos potentes, trocar vivências. Para o CDU, foi algo marcante. Ano passado fomos como experiência e já chegamos à final. Este ano, fomos premiados e isso é resultado do amadurecimento do grupo”, afirma Marcos.

O coreógrafo foi responsável também pela direção de outros trabalhos apresentados no festival, acumulando até sete prêmios na noite. Segundo ele, o reconhecimento público fortalece a autoestima artística dos integrantes e projeta o nome da UESPI no cenário cultural. “Ganhar essas premiações é muito mais que um troféu. É a confirmação de que estamos no caminho certo, que nossa arte tem qualidade, sensibilidade e potência. Esperamos seguir crescendo, mantendo a essência do grupo e ocupando nosso lugar no cenário dançante de Teresina.”

Com coreografia autoral, CDU da UESPI conquista premiação na 8ª Semana Estadual de Dança

Para a bailarina Allícia Nascimento, integrante do CDU, a SEDA é muito mais que um festival: é um espaço de troca, de visibilidade e de afirmação do lugar da dança dentro da universidade. “O corpo de dança foi reativado recentemente. Antes, muita gente nem sabia que existia. Depois da nossa participação no ano passado, mais pessoas passaram a conhecer o grupo, e isso fez toda diferença. Nosso espetáculo Pelas Margens lotou, teve público e visibilidade. A SEDA fez parte disso.”

Allícia Nascimento, que já dançava com Marcos Torres desde os tempos do Mais Educação, também destacou a emoção de ver o amigo e coreógrafo sendo amplamente premiado. “Ver o Marcos sendo premiado foi emocionante. Ele é brilhante, sempre foi. Quando chamaram o nome do corpo de dança e a gente subiu no palco, ele já estava lá, premiado pelo solo, pelo duo e depois ainda ganhou mais. É muito bonito ver esse crescimento coletivo, porque a gente cresce junto.”

Com coreografia autoral, CDU da UESPI conquista premiação na 8ª Semana Estadual de Dança

Ela ressalta ainda os desafios enfrentados pelos dançarinos universitários: conciliar estudos, trabalho, vida pessoal e dedicação à arte. “Muitas de nós têm jornada dupla ou tripla. Precisamos nos dividir entre a universidade, empregos e ensaios. Não é fácil, mas a paixão pela dança move tudo isso. Estar na SEDA e ser premiado é uma recompensa emocional por tudo o que nos esforçamos para fazer dar certo.”

A professora Renata reforça que o compromisso do CDU vai além das apresentações. O grupo tem como missão valorizar e divulgar a cultura piauiense, seja por meio de espetáculos, formações ou parcerias institucionais. “Nossa intenção é levar a dança como linguagem que comunica, transforma e resgata memórias. Queremos seguir com esse compromisso de formar artistas conscientes, críticos e comprometidos com o território onde vivem.”

A participação na SEDA deixa um legado simbólico: mostra que o CDU UESPI existe, resiste e transforma a universidade em um espaço fértil de produção artística. Como sintetiza Marcos Torres. “A dança que fazemos não é só sobre passos. É sobre história, sentimento, pertencimento. E estar na SEDA com esse reconhecimento é dizer ao mundo que nossa arte importa.”

 

 

No Dia Internacional da Dança, UESPI destaca grupo que preserva a cultura piauiense

Por Roger Cunha 

No dia 29 de abril, o mundo celebra o Dia Internacional da Dança, uma data criada pela UNESCO para promover a arte que transcende barreiras culturais, geográficas e sociais.

A dança, como forma de expressão e identidade, possui um poder único de unir pessoas, contar histórias e preservar tradições. No contexto da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), o Corpo de Dança da UESPI desempenha um papel fundamental na promoção da cultura local e na integração da comunidade acadêmica com a sociedade. Com mais de 30 anos de história, o grupo de dança da universidade se destaca por sua pesquisa, valorização e ressignificação do folclore piauiense, unindo tradição e inovação.

Celebrar a Dança é Celebrar a Vida: O CDU da UESPI em Destaque / CDU DE TERESINA

O Corpo de Dança da UESPI foi criado em 1990 com o objetivo de estudar, preservar e divulgar o rico repertório cultural do folclore piauiense, integrando os alunos, professores, servidores e a comunidade externa. Com uma proposta de promover a arte da dança e dar visibilidade à cultura local, o projeto se transformou em uma das iniciativas culturais mais importantes da instituição.

A dança no Corpo de Dança da UESPI não é apenas uma prática artística, mas também um instrumento de formação humana e cidadã. Os integrantes do grupo, que recebem bolsas culturais remuneradas com recursos próprios da universidade, têm a oportunidade de aprimorar suas habilidades artísticas e desenvolver uma compreensão mais profunda das tradições e valores culturais do Piauí. O projeto busca, assim, não só capacitar os participantes em termos técnicos, mas também proporcionar um ambiente de crescimento pessoal e coletivo.

Celebrar a Dança é Celebrar a Vida: O CDU da UESPI em Destaque / CDU DE PICOS

O ingresso no grupo ocorre por meio de seleções semestrais, e atualmente, o projeto está presente em dois campi: o Campus Torquato Neto (Teresina) e o Campus Professor Barros Araújo (Picos). Ambos os grupos são coordenados por Renata Batista dos Santos Pinheiro, responsável por liderar o projeto desde sua criação. O trabalho do Corpo de Dança da UESPI vai além dos ensaios e apresentações, envolvendo também o resgate e a reinterpretação do folclore piauiense, tornando-o um dos grandes diferenciais do grupo.

O trabalho desenvolvido pelos membros do Corpo de Dança não se limita às apresentações culturais dentro do universo acadêmico. Ao longo dos anos, o grupo tem se apresentado em diversos eventos culturais, festivais e encontros regionais, contribuindo para a valorização da cultura local e levando o nome da UESPI a diferentes cantos do estado. Cada apresentação é uma oportunidade de celebrar as tradições piauiense e de fortalecer a identidade cultural da comunidade.

Celebrar a Dança é Celebrar a Vida: O CDU da UESPI em Destaque / CDU DE TERESINA

Rony de Sousa Nascimento, assistente de coordenação do grupo, compartilha um pouco sobre o trabalho diário e a dedicação necessária para manter o grupo ativo. “Muita dedicação e compromisso são exigidos para que o Corpo de Dança da UESPI se mantenha ativo e em constante evolução. Cada integrante do grupo se compromete com esse projeto importante para a vida acadêmica e cultural de todos que dele participam”, afirma Rony.

Ele também destaca a inspiração que encontra no trabalho com os dançarinos e dançarinas do grupo: “O amor pela dança e pela cultura do Piauí é o que mais me inspira. É lindo ver como cada corpo dançante traz sua individualidade para o movimento, e como todos, ao mesmo tempo, se unem para expressar nossa cultura”.

O impacto na vida dos membros vai além da dança, e Rony percebe as mudanças no comportamento e no desenvolvimento pessoal de cada um. “Participar do Corpo de Dança transforma os participantes em mais do que dançarinos, eles se tornam pesquisadores da cultura do Piauí. Além disso, o projeto contribui para o crescimento acadêmico e profissional de cada um”, afirma Rony.

Celebrar a Dança é Celebrar a Vida: O CDU da UESPI em Destaque / CDU DE PICOS

Ele também lembra com carinho de um dos momentos mais marcantes da trajetória do grupo: o espetáculo “Pelas Margens”. “Foi um projeto lindo que contou a história de cada cidade e região do nosso Piauí. Esse espetáculo não só emocionou a todos, mas também uniu o grupo em uma vivência única, promovendo uma profunda conexão com as raízes do nosso estado”, relata.

Para Rony de Sousa, o Corpo de Dança da UESPI é um projeto diferenciado por sua capacidade de resgatar e preservar a cultura piauiense. “O objetivo do projeto é preservar nossa cultura que, muitas vezes, corre o risco de se apagar. Ao mesmo tempo, transforma os integrantes em pesquisadores da nossa história e tradições, o que torna o trabalho ainda mais significativo”, afirma.

Rony de Sousa também acredita na importância do Dia Internacional da Dança para dar visibilidade ao trabalho do grupo. “Esse dia é uma excelente oportunidade para refletirmos sobre como a dança é importante não só para a cultura, mas também para o desenvolvimento cognitivo e motor. Ela transforma o discente em um ser pensante e crítico, pois a dança, além de ser arte, também é pesquisa e estudo”, conclui.

Celebrar a Dança é Celebrar a Vida: O CDU da UESPI em Destaque // CDU DE TERESINA

Carlos Santos, integrante do Corpo de Dança da UESPI de Picos, também compartilha sua trajetória e transformação a partir do projeto. “O que me motivou a participar do CDU foi a oportunidade de aprender e me inserir no mundo da dança. Eu entrei em 2017, sem ter formação na área, mas sempre com muito interesse. Depois dessa experiência, a dança passou a ser parte essencial da minha vida profissional e pessoal”, destaca.

Hoje, Carlos Santos define sua relação com a dança como indispensável: “A dança é meu lazer, minha terapia e também meu ganha-pão. Ela me proporcionou trabalhar como instrutor de fitdance, coreógrafo e professor de ritmos, além de abrir diversas portas na minha carreira”.

O maior marco para ele foi o desafio inicial: “Foi muito difícil no começo, pois eu não tinha experiência. Tive que estudar e praticar bastante. Esse desafio de evoluir e superar limites foi o que mais me marcou e me fez crescer”.

Sobre o impacto da dança, Carlos explica que ela é fundamental em sua vida pessoal, emocional e acadêmica. “Ela me ajuda a manter a mente saudável, combater o estresse e a depressão. No lado acadêmico, a dança também abriu caminhos: atualmente, estou no mestrado e minha pesquisa é sobre a aptidão física relacionada à dança”.

Para ele, participar de um projeto que integra pessoas de dentro e fora da universidade é enriquecedor: “É incrível! Aprendemos a conviver com as diferenças e construir algo em conjunto. É realmente uma família, com momentos bons e desafiadores, que nos fazem amadurecer muito”, completa.

Celebrar a Dança é Celebrar a Vida: O CDU da UESPI em Destaque / CDU DE PICOS

Cris Sousa, integrante do Corpo de Dança da UESPI de Teresina, também enfatiza a importância da dança em sua vida. “Danço desde os cinco anos e sempre busquei oportunidades para aprender mais. Quando descobri o CDU, vi a chance de aprofundar meus conhecimentos em novos estilos e técnicas”, comenta.

A dança, para Cris Sousa, é um verdadeiro refúgio: “Ela é minha maior paixão, meu equilíbrio entre corpo e mente, e me transforma constantemente como pessoa e como artista”.

O que mais a marcou desde que entrou no grupo foi o acolhimento e o aprendizado: “Desde o início, fui muito bem recebida por todos, e tive uma grande ampliação de conhecimentos, principalmente sobre as danças populares do Piauí, o que foi uma experiência enriquecedora”.

Sobre o impacto da dança em sua vida pessoal e acadêmica, Cris ressalta: “A dança sempre me ajudou a lidar melhor com as emoções, canalizando sentimentos em movimento. Além disso, amigos e colegas sempre me apoiaram em todas as atividades relacionadas à dança”.

Por fim, Cris Sousa destaca a alegria de fazer parte de um projeto que une diferentes pessoas: “É uma honra conviver com pessoas incríveis no CDU e poder compartilhar nossa cultura com o público em cada apresentação. Tenho muito orgulho de fazer parte dessa história”.

Celebrar a Dança é Celebrar a Vida: O CDU da UESPI em Destaque // CDU DE TERESINA

Mateus Andrade, integrante do CDU de Teresina, encontrou no projeto uma forma de alimentar uma paixão antiga e manter vivo um elo afetivo com a dança que o acompanha desde a infância. Ele relata que o desejo de fazer parte do grupo nasceu da necessidade de se reconectar com essa arte que sempre o preencheu de felicidade. “O que me motivou foi a minha paixão pela dança que vem desde criança, que me traz uma felicidade imensa em todo o processo, desde o ensaio até a apresentação em palco”.

Mesmo com as exigências da vida profissional, Mateus busca equilibrar suas atividades com os compromissos do grupo, mostrando que a dança continua sendo uma prioridade em sua rotina. “Seja nos ensaios, oficinas, espetáculos ou competições, a dança está presente. Não desejo parar, porque é algo que me traz vida”.

Entre os momentos mais marcantes de sua trajetória no CDU, ele destaca a emoção vivida no palco do Teatro 4 de Setembro, em Teresina, durante a estreia de um espetáculo do grupo. “Nosso primeiro espetáculo lá, no ano passado, foi muito especial. Depois de tanto tempo preparando coreografias, pesquisando e ensaiando, ver tudo acontecer foi emocionante”.

Celebrar a Dança é Celebrar a Vida: O CDU da UESPI em Destaque // CDU DE PICOS

Ele também ressalta o papel transformador da dança em sua vida emocional e pessoal, descrevendo-a como um alicerce para enfrentar os desafios do dia a dia. “Apesar do cansaço, é extremamente gratificante. A dança me ajuda nos momentos difíceis e me faz seguir em frente. Tento sempre conciliar com minha vida acadêmica e profissional porque é algo muito importante pra mim”.

Por fim, Mateus Andrade destaca o valor do convívio coletivo no CDU, onde encontrou apoio, afeto e diversidade: uma combinação que fortalece não só o grupo, mas também sua identidade como artista. “Participar do projeto do CDU é extremamente gratificante. Conheci pessoas maravilhosas, dentro e fora da universidade, que considero grandes amigos. Estar em um corpo tão diverso, em vivências e corporeidades, é algo que enriquece muito o trabalho que realizamos”.

Celebrar a Dança é Celebrar a Vida: O CDU da UESPI em Destaque // CDU DE TERESINA

O Corpo de Dança da UESPI, com mais de três décadas de atuação, mostra que a dança é um instrumento poderoso de educação, cultura e integração social. A partir do estudo e da valorização do folclore piauiense, o projeto amplia horizontes e cria novas possibilidades para seus integrantes, dentro e fora da universidade.

Histórias como as de Carlos Santos, Cris Sousa e do Mateus Andrade revelam como o projeto transforma vidas, abrindo caminhos profissionais, fortalecendo a identidade cultural e promovendo o crescimento pessoal. Em cada apresentação, o grupo leva ao público a diversidade e a riqueza do Piauí, ressignificando tradições e mostrando que a dança, além de arte, é também conhecimento, pesquisa e movimento de transformação.

Neste 29 de abril, Dia Internacional da Dança, o trabalho desenvolvido pelo Corpo de Dança da UESPI segue contribuindo para que a cultura piauiense permaneça viva, pulsante e em constante diálogo com novas gerações.

Liga Acadêmica de Direito do Trabalho da UESPI prepara alunos para desafios profissionais

Por Roger Cunha 

A criação da Liga Acadêmica de Direito do Trabalho (LADIT) da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) busca proporcionar aos alunos uma experiência que une teoria e prática no campo do Direito do Trabalho. De acordo com Pedro Franco, presidente da liga, a LADIT serve como uma ponte entre o aprendizado acadêmico e o mundo real da profissão. Ele afirma: “A LADIT nasce como uma ponte entre a sala de aula e o mundo real do Direito do Trabalho”, destacando que a integração entre ensino, pesquisa e extensão visa proporcionar aos alunos oportunidades de vivenciar as diferentes áreas do Direito do Trabalho.

LADIT da UESPI: Uma Nova Oportunidade para o Estudo e a Atuação no Direito do Trabalho

A missão da liga é promover um ambiente de aprendizado que prepare os alunos de maneira ampla e crítica, com foco na compreensão e aplicação das normas trabalhistas e suas implicações sociais. “Nossa missão é formar estudantes mais preparados e conscientes”, afirma Pedro. Ele acrescenta que a LADIT visa ser “um espaço dinâmico, onde teoria e prática caminham juntas”, com compromisso acadêmico e responsabilidade social.

Entre as atividades propostas pela LADIT estão grupos de estudo, eventos acadêmicos, projetos de extensão e oficinas práticas. Pedro explica que essas atividades têm o objetivo de proporcionar uma formação que se alinhe às demandas do mercado de trabalho, aproximando os alunos da realidade da profissão. “A LADIT oferecerá uma programação variada e estratégica: grupos de estudo e pesquisa, eventos acadêmicos, projetos de extensão voltados à comunidade, produção científica e oficinas práticas”, detalha o presidente da liga.

A divulgação das ações da LADIT será realizada, inicialmente, por meio de suas redes sociais, especialmente o perfil oficial no Instagram (@ladituespi). Pedro destaca que a comunicação será essencial para engajar a comunidade acadêmica, utilizando postagens interativas, vídeos e conteúdo relevante sobre temas atuais do Direito do Trabalho. “A comunicação será um dos nossos pontos fortes. Inicialmente, a divulgação será feita de forma massiva pelo perfil oficial no Instagram”, afirma.

O papel do marketing na promoção da liga será fundamental para aumentar a visibilidade de suas ações. Pedro observa que o marketing tem a função de tornar as atividades da LADIT acessíveis e atrativas para os estudantes. “O marketing é o elo entre a LADIT e a comunidade acadêmica”, explicando que essa estratégia ajuda a “impulsionar o alcance das atividades”, reforçando a identidade da liga.

Para o primeiro ano de atuação, a principal meta da LADIT é estabelecer sua presença no ambiente acadêmico da UESPI. Pedro explica que as diretorias estão focadas na estruturação de projetos que envolvem os pilares de ensino, pesquisa e extensão. “Neste primeiro ano, a principal meta da LADIT é se consolidar no ambiente acadêmico da UESPI, estruturando com solidez seus pilares de ensino, pesquisa e extensão”, afirma Pedro Franco.

Nos próximos meses, a liga espera concluir o processo de reconhecimento institucional, que já está em andamento. Após a aprovação pelos conselhos competentes da universidade, a LADIT expandirá suas ações para a comunidade acadêmica com eventos como audiências simuladas, palestras e minicursos práticos. Pedro explica: “Estamos nos organizando para iniciar atividades internas, como grupos de estudos, mesas redondas e palestras temáticas”.

A LADIT também busca firmar parcerias com outras instituições e empresas, com o intuito de ampliar as oportunidades de aprendizado prático e inserção no mercado de trabalho para seus membros. “A LADIT prevê, em seu estatuto, a possibilidade de firmar parcerias com instituições e empresas por meio de convênios”, revela o presidente da liga.

Os alunos que desejam participar da liga podem acompanhar suas atividades pelo Instagram e também se inscrever no processo seletivo aberto pela liga. Pedro destaca que a seleção envolve uma prova mista e uma entrevista avaliativa. “Estamos selecionando estudantes dos campi Clóvis Moura e Torquato Neto que tenham cursado (ou estejam cursando) Direito do Trabalho”, explica ele.

 Ele compartilha sua visão para o futuro da LADIT, que vai além da simples fundação de uma nova entidade acadêmica. “O que espero com a LADIT é acender uma chama. Queremos despertar nos alunos o interesse profundo pelo Direito do Trabalho”, afirma. Ele finaliza dizendo que a liga pretende ser um espaço de transformação, conectando teoria e prática com o objetivo de formar profissionais preparados para os desafios do Direito do Trabalho. “Nosso sonho é que a LADIT se torne referência dentro e fora da UESPI”, conclui Pedro Franco.

Para mais informações, acesse e siga a liga no Instagram: https://www.instagram.com/ladituespi/

UNATI recebe palestra sobre direitos da pessoa idosa e apresentação da Banda Escola

Por Ryan Nunes 

A Universidade Aberta à Terceira Idade (UNATI) recebeu a palestra voltada ao esclarecimento dos direitos da população idosa, que foi promovida por alunos do 6º período do curso de Direito da instituição CESVALE.
A atividade integra um projeto do Ministério da Educação (MEC) que estimula a integração entre estudantes e comunidade por meio de ações educativas.

UNATI sedia atividade com foco em direitos da pessoa idosa e formação cidadã

Nilza Fernandes, uma das discentes envolvidas no “Projeto Integrador II”, explicou que a palestra foi fruto de um esforço coletivo dos estudantes para fortalecer o conhecimento jurídico entre os idosos. “A cada período, temos que trabalhar com a comunidade, e decidimos escolher o tema ‘Direito e Justiça’, com foco no público idoso. Quando a pessoa conhece seus direitos, ela passa a ter mais acesso à justiça e consegue garantir mais dignidade na velhice. Aqui na UNATI, já encontramos um grupo formado, bem cuidado e participativo, mas sabemos que em outras comunidades muitos idosos vivem em situação de vulnerabilidade, às vezes sem apoio familiar, dependendo de vizinhos ou da Pastoral do Idoso”, afirmou a discente.

Estudantes de Direito promovem ação educativa e cultural na UNATI/UESPI

O evento também contou com a participação especial da Banda Escola, que levou não apenas música, mas também alegria e emoção às alunas da UNATI/UESPI. A apresentação musical tornou o momento ainda mais especial, unindo informação e cultura em uma só atividade. A Banda Escola é um projeto da Prefeitura de Teresina idealizado e mantido pela Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves, com o objetivo de oferecer formação musical a crianças e jovens dos bairros e povoados da capital. Além de promover o desenvolvimento artístico, o projeto desempenha um papel social e educativo fundamental, ao formar novos instrumentistas com sólida base teórica e prática, contribuindo para a preservação da tradição das bandas de música e afastando crianças e adolescentes de situações de risco. A iniciativa é realizada nas unidades escolares do município para fortalecer o vínculo entre educação e cultura.

Estudantes de Direito promovem ação educativa e cultural na UNATI/UESPI

Além da apresentação dos estudantes, o grupo convidou a acadêmica Rayra Pereira, aluna do 8º período do curso de Direito, que também atua profissionalmente nas áreas Previdenciária, Bancária e do Consumidor. Com experiência prática, a discente trouxe orientações fundamentais sobre aposentadoria e benefícios sociais. “O acesso à informação é o primeiro passo para garantir o exercício pleno da cidadania. A população idosa enfrenta barreiras para compreender ou acompanhar as constantes mudanças na legislação, especialmente na área previdenciária. Levar esse conhecimento de forma direta, acessível e acolhedora permite que os idosos se sintam mais seguros, empoderados e conscientes dos seus direitos. É também uma forma de respeito e valorização da sua trajetória”, completou a discente.

Estudantes de Direito promovem ação educativa e cultural na UNATI/UESPI

A palestra foi bem recebida pelos participantes da UNATI. A discente Luiza Adelaide destacou a importância do momento, afirmando que, muitas vezes, os idosos ouvem falar sobre seus direitos, mas não sabem exatamente como agir diante de uma situação real. “A palestra foi muito esclarecedora. Hoje, eu entendi melhor o que está no Estatuto do Idoso e também aprendi sobre a aposentadoria, que é algo que preocupa muita gente da nossa idade. A forma como explicaram, com calma e em uma linguagem que a gente entende, foi muito boa. A gente se sente mais seguro, mais respeitado. Foi um momento muito importante pra mim e acredito que para todos que estavam aqui também”, relatou a discente.

Cronograma de Entrevistas – Programa Auxílio Alimentação 2025

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI), por meio da Pró-Reitoria de Extensão, Assuntos Estudantis e Comunitários (PREX) e do Departamento de Assuntos Estudantis e Comunitários (DAEC), torna público o cronograma de entrevistas do Processo Seletivo de bolsistas do Programa Auxílio Alimentação, conforme o Edital UESPI/PREX/DAEC/SAE Nº 12/2025.

As entrevistas serão realizadas on-line, no período de 28 a 30 de abril de 2025, seguindo o cronograma com datas, horários e links definidos.

SEI_GOV-PI – 017709656 – Edital

Projeto “Entenda Minhas Mãos” promove atividade sobre inclusão e Libras

Por Roger Cunha

Em comemoração aos 23 anos da Lei nº 10.436/2002, que reconhece a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como meio legal de comunicação e expressão, a Universidade Estadual do Piauí (UESPI) promove o evento “23 anos da Lei de Libras: conquistas e perspectivas da comunidade surda no Brasil”. A ação acontece no dia 24 de abril, a partir das 8h30, no auditório do Palácio Pirajá, campus Torquato Neto, em Teresina.

Organizada pelo projeto “Entenda Minhas Mãos”, em parceria com a Secretaria para Inclusão da Pessoa com Deficiência (SEID) e a Escola de Governo do Piauí, a programação reunirá professores, estudantes, servidores e representantes da comunidade surda em uma manhã de palestras e troca de experiências.

Universidade comemora 23 anos da Lei de Libras com debate sobre acessibilidade

Segundo Bruna Neres, uma das organizadoras do evento, o objetivo é fortalecer a identidade surda no ambiente universitário e promover uma reflexão profunda sobre os avanços e desafios enfrentados por essa população. “Neste dia 24 de abril, comemoraremos os 23 anos da aprovação da Lei de Libras com uma programação voltada à discussão sobre as conquistas e as perspectivas da comunidade surda no Brasil. O evento foi pensado como um espaço de escuta e aprendizado”, destacou.

Durante o encontro, dois palestrantes convidados vão conduzir as discussões: o professor Iago Pires, mestre e surdo, e a professora mestra Djanes Lemos, docente da própria UESPI. Ambos trarão uma análise crítica sobre o cenário atual da acessibilidade linguística no Brasil e as perspectivas de inclusão. “Eles vão discutir os avanços obtidos após a aprovação da lei e o que ainda se pretende alcançar. É uma forma de rememorar essa conquista histórica que reconheceu a Libras como língua natural da comunidade surda”, explicou Bruna Neres.

Ela também ressalta que o evento é parte de um movimento contínuo da universidade para ampliar a inclusão linguística em espaços acadêmicos e administrativos. “A capacitação de profissionais bilíngues é essencial para garantir a acessibilidade em diferentes contextos, como na educação e nos serviços públicos. Por isso, o projeto Entenda Minhas Mãos, desenvolvido pela UESPI em parceria com a SEID e a Escola de Governo, oferece cursos de Libras voltados especialmente para os servidores do estado”, acrescentou.

Esses cursos são ministrados por professores surdos e têm como foco preparar os profissionais que atuam diretamente no atendimento ao público, garantindo uma comunicação mais inclusiva e efetiva com a comunidade surda. “A iniciativa é fundamental para que servidores estejam aptos a se comunicar com pessoas surdas, promovendo um atendimento mais humanizado. No evento, os alunos do curso também estarão presentes, participando das atividades e ampliando seu contato com a realidade da comunidade surda”, pontuou a organizadora.

Além do público interno, o evento é aberto à comunidade externa e contará com a presença de pessoas surdas na mesa-redonda, o que, segundo Bruna, reforça o compromisso com a representatividade e com a escuta ativa. “Será um momento muito importante para todos, especialmente para os estudantes, que terão contato direto com a língua de sinais e com pessoas surdas falando de suas próprias experiências e conquistas. Isso fortalece a vivência acadêmica e o compromisso social da universidade”, finalizou.

UESPI e ETIPI firmam parceria para integrar serviços digitais ao Gov.pi Cidadão

Por Roger Cunha 

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) e a Empresa de Tecnologia da Informação do Piauí (ETIPI) estão trabalhando juntas para integrar os serviços institucionais da universidade à plataforma Gov.pi Cidadão. A iniciativa tem como objetivo centralizar, digitalizar e facilitar o acesso de estudantes, professores e servidores aos serviços públicos da instituição, promovendo mais agilidade e eficiência nos processos administrativos.

Parceria entre UESPI e ETIPI leva serviços acadêmicos ao Gov.pi Cidadão // Fotos: Gov.pi

A UESPI é a principal instituição pública de ensino superior do estado do Piauí. Por meio de seus diversos campi e centros de ensino, a universidade oferta cursos de graduação, pós-graduação, pesquisa e extensão em várias áreas do conhecimento. Para garantir o suporte tecnológico a essas atividades, a UESPI conta com a Diretoria de Tecnologia da Informação e Comunicação (DTIC), setor responsável pela manutenção da rede de computadores, suporte técnico, desenvolvimento de sistemas e estrutura digital da universidade. O DTIC é um órgão suplementar ligado diretamente à Reitoria.

Já a ETIPI – Empresa de Tecnologia da Informação do Piauí – é uma sociedade de economia mista criada pela Lei nº 8017, com autonomia administrativa. A empresa é responsável por desenvolver sistemas e soluções digitais para os órgãos do governo estadual, promover segurança da informação, prestar serviços de suporte técnico e atuar como instrumento de fortalecimento da governança digital no estado. A ETIPI é presidida por Ellen Gera de Brito Moura.

Parceria entre UESPI e ETIPI leva serviços acadêmicos ao Gov.pi Cidadão // Fotos: Gov.pi

A proposta da parceria é que a UESPI passe a ter uma área específica dentro da plataforma Gov.pi Cidadão, a exemplo de órgãos como a SEDUC e o DETRAN. Dessa forma, a comunidade acadêmica poderá acessar, em um só local, serviços que antes eram realizados em plataformas separadas ou de forma presencial.

Segundo o Diretor do DTIC, Maurício Rocha, a integração envolve não apenas os serviços voltados aos estudantes, mas também procedimentos para professores e servidores. “A proposta é disponibilizar, em um ambiente unificado e digital, não apenas serviços voltados aos estudantes, mas também aos professores e servidores da instituição. A UESPI terá sua própria área na plataforma, assim como já acontece com outros órgãos do estado”, afirma o diretor.

Entre os serviços que devem ser digitalizados estão o envio de frequência de estagiários e bolsistas, a tramitação de documentos como termos de estágio e de monitoria, e outras demandas que ainda são realizadas fisicamente. A previsão é que os primeiros serviços estejam disponíveis já no mês de maio. “Queremos automatizar e dar mais agilidade a esses processos internos. Nossa equipe já participou de treinamento com a ETIPI e estamos ajustando os fluxos para essa nova etapa”, completa Maurício Rocha.

Parceria entre UESPI e ETIPI leva serviços acadêmicos ao Gov.pi Cidadão // Fotos: Gov.pi

Para a ETIPI, a parceria com a UESPI representa uma oportunidade de integrar o conhecimento técnico da universidade aos processos de inovação tecnológica em curso no estado. Rodrigo Sousa, Coordenador de Desenvolvimento da ETIPI, reforça o caráter colaborativo da ação. “A equipe da UESPI passa a contribuir de forma mais direta com o desenvolvimento dos nossos serviços. Isso trará benefícios tanto para os alunos quanto para os usuários da plataforma Gov.pi Cidadão, com a chegada de novos serviços”, avalia.

A aproximação institucional foi fortalecida com visitas técnicas e intercâmbio de experiências entre os profissionais das duas instituições. Para Hipólito Júnior, Analista DevOps da ETIPI, esse contato é essencial para alinhar metodologias e garantir a qualidade da entrega. “Pudemos apresentar nosso fluxo de trabalho e desenvolvimento, o que fortalece a qualidade dos serviços que entregamos ao cidadão. Essa integração é essencial para garantir o bom andamento dos projetos e alcançar os propósitos dessa parceria”, explica.

Já para a equipe técnica da UESPI, o intercâmbio representa um avanço no processo de modernização da universidade. Alex Clímaco, Analista de Informática do DTIC, avalia como positiva a troca de experiências. “Compartilhar conhecimentos entre as equipes é muito importante para aumentar a experiência técnica de todos os envolvidos. Isso reflete diretamente na nossa eficiência em fornecer serviços digitais à população”, destaca.

O lançamento oficial dos serviços da UESPI na plataforma Gov.pi Cidadão está previsto para o mês de maio. A iniciativa marca um novo momento na transformação digital da universidade, alinhada aos objetivos de modernização e eficiência da administração pública estadual.

Centro Acadêmico e Atlética promovem integração por meio do esporte na UESPI

Por Roger Cunha 

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI), por meio do Centro Acadêmico de Agronomia (CAAGRO) e da Atlética Roundup, vai realizar no dia 17 de maio o 1º Torneio de Futsal de Agrárias, no campus CCT/CCN, em Teresina. A programação acontecerá das 8h às 17h e tem como objetivo integrar estudantes de cursos das ciências agrárias e áreas afins, promovendo o esporte como ferramenta de convivência e bem-estar no ambiente universitário.

Torneio de Futsal reúne estudantes dos cursos de Agrárias da UESPI e de outras instituições

A proposta do torneio surgiu da necessidade de criar um espaço de socialização para além da rotina acadêmica. O presidente do CAAGRO, Fabiano dos Santos Gonçalves Junior, explica que a iniciativa foi construída em conjunto com a Atlética Roundup. “Essa ideia surgiu a partir da vontade e necessidade de integrar ainda mais os estudantes por meios de atividades extracurriculares de confraternização entre os cursos. Pensamos nesse torneio de futsal como uma forma prática e acessível de reunir e movimentar a comunidade acadêmica”, afirma.

A competição não tem foco exclusivo na disputa esportiva, mas também na promoção de laços entre os alunos. Para Fabiano, o evento é significativo para o curso de Agronomia e demais áreas, pois estimula o bem-estar físico e mental dos participantes e reforça o sentimento de pertencimento dos estudantes à universidade. “Esse evento é perfeito para fomentar a interação entre os alunos dos diferentes cursos e dar a eles um maior sentimento de pertencimento à universidade”, destaca.

A execução do torneio foi confiada à Atlética Roundup, que ficou responsável pela estrutura da competição, cronograma dos jogos e organização das equipes. O presidente da Atlética, Dannilo José de Souza Almeida, explica que o envolvimento direto da entidade estudantil garantiu a organização técnica do evento. “A direção do CA nos pediu para organizarmos e gerenciar esse torneio. Toda a organização de equipes, regras, formato e funcionalidade do torneio foi desenvolvida pela Atlética”, relata.

As inscrições estão abertas para atléticas da UESPI e também de outras instituições de ensino superior. O valor da inscrição é de R$ 150,00 por equipe, e deverá ser realizado diretamente com representantes da Atlética Roundup. A presença de equipes de diferentes instituições deve contribuir para ampliar o alcance do torneio e criar oportunidades de interação entre estudantes de diversas realidades acadêmicas.

De acordo com Dannilo José, além das partidas, o evento também proporcionará momentos de socialização entre torcedores e participantes. “Vai ser possível, além da rivalidade saudável entre equipes, que nossos torcedores participem e socializem com outros estudantes, com espaço para novas amizades e trocas de experiências”, observa.

A organização espera que o torneio se consolide como um evento fixo dentro do calendário estudantil da UESPI. “Nosso desejo é que esse torneio seja algo regular no calendário dos estudantes, cresça ainda mais e se torne uma tradição dentro e fora dos cursos de ciências agrárias”, afirma Fabiano dos Santos.

O sucesso da primeira edição já motiva a criação de novas ações esportivas. A Atlética Roundup planeja ampliar o projeto para incluir torneios femininos, outras modalidades como vôlei e também eventos como gincanas e atividades culturais. “Queremos atrair tanto os calouros quanto os veteranos e mostrar que a atlética pode ser um espaço de acolhimento, participação e desenvolvimento para todos”, afirma Dannilo José.

UESPI promove treinamento sobre Scopus AI e amplia uso da inteligência artificial na pesquisa científica

Por Roger Cunha 

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) realiza, no dia 28 de abril, às 10h, um treinamento sobre a ferramenta Scopus AI, que foi desenvolvida pela base de dados científica Scopus, da editora Elsevier. O encontro será realizado de forma online, com possibilidade de acompanhamento presencial no NEAD (Núcleo de Educação a Distância), e está aberto a toda a comunidade acadêmica da instituição. Para participar, é necessário realizar inscrição prévia. O acesso à ferramenta estará liberado para teste até o dia 28 de maio.

Universidade oferece capacitação gratuita sobre Scopus AI para comunidade acadêmica

A Scopus AI é uma funcionalidade que permite o uso de inteligência artificial generativa para a recuperação de informações científicas. Por meio dela, é possível fazer perguntas em linguagem natural e obter respostas baseadas em artigos da base, com links e referências. “As bibliotecas estão acompanhando a transformação impulsionada pela inteligência artificial. Saímos de um sistema de catálogos físicos para um ambiente digital baseado em busca booleana. Agora, com a Scopus AI, passamos a contar com a chamada pesquisa generativa”, explica o bibliotecário da UESPI, Edimar Lopes.

A ferramenta também utiliza o conceito de web semântica, o que permite identificar não apenas termos exatos, mas também os significados relacionados às palavras buscadas. Outro recurso é a geração de mapas mentais, que mostram visualmente os principais temas relacionados ao assunto pesquisado. “Você pode fazer perguntas como ‘qual a importância da inteligência artificial para o jornalismo ou para a biblioteconomia?’. A ferramenta analisa a produção técnica e científica disponível e apresenta uma resposta com base nos documentos da base de dados”, afirma Edimar.

A iniciativa da UESPI busca inserir a universidade nas discussões sobre o uso de novas tecnologias aplicadas ao ensino e à pesquisa. “A UESPI tem o papel de acompanhar o desenvolvimento científico e tecnológico e também de propor soluções. O uso da inteligência artificial está presente em diversas áreas e precisa ser considerado no contexto acadêmico”, destaca o bibliotecário.

Edimar também chama atenção para a responsabilidade do pesquisador no uso da ferramenta. Ele ressalta que a tecnologia pode contribuir para agilizar processos, mas não substitui a análise crítica. “A inteligência artificial pode facilitar o acesso à informação, mas cabe ao pesquisador avaliar e validar as fontes. A leitura atenta continua sendo essencial.”

A atividade reforça o princípio da biblioteconomia que defende o aproveitamento eficiente do tempo de quem busca informação. Para o bibliotecário, esse avanço tecnológico pode contribuir para tornar a pesquisa mais direcionada, sem substituir o papel reflexivo do pesquisador.

Inscrição feitas por meio de link: https://elsevier.zoom.us/meeting/register/vp1oof1wSiWbWx0p2jSBWA#/registration

UESPI realiza ação sobre conservação do solo com estudantes em Uruçuí

Por Roger Cunha 

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) Campus Uruçuí, por meio do Laboratório de Solos do Cerrado Piauiense, promoveu mais uma edição do evento em alusão ao Dia Nacional da Conservação do Solo, celebrado no dia 15 de abril. A ação foi realizada nas dependências do CETI Maria Pires Lima, em Uruçuí, e reuniu alunos do ensino fundamental e médio para um dia de troca de saberes e experiências sobre a importância do solo para o meio ambiente e a produção de alimentos.

UESPI leva consciência ambiental a alunos de Uruçuí

Durante o evento, estudantes dos blocos II, IV e VI participaram com apresentações e atividades criativas, enquanto a equipe da UESPI apresentou experimentos e demonstrações práticas voltadas à conservação e uso consciente do solo.

O Diretor do Campus Uruçuí da UESPI, professor Francisco Leonardo, ressaltou a importância da ação para a formação das novas gerações. “Estamos  promovendo um evento de extensão que realizamos anualmente, justamente no Dia Nacional da Conservação do Solo. Trouxemos experimentos que mostram como usar o solo de forma consciente, pensando na sustentabilidade e no uso prolongado ao longo dos anos”, destacou.

UESPI leva consciência ambiental a alunos de Uruçuí

Segundo o professor, levar esse tipo de conteúdo para os jovens é essencial para despertar a consciência ambiental desde cedo. “É fundamental que os alunos tenham esse contato já no ensino fundamental e médio, para que cresçam entendendo a importância da preservação do solo e dos recursos naturais como um todo”, reforçou Francisco Leonardo.

A atividade também fortaleceu o vínculo entre universidade e comunidade, promovendo a integração entre ensino superior e educação básica.

Cursos da UESPI alcançam destaque no ENADE

Por Roger Cunha e Raíza Leão

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) alcançou resultados expressivos no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE), consolidando-se como uma das principais instituições de ensino superior do Nordeste. Dos 14 cursos avaliados, três cursos conquistaram conceito 5, a nota máxima da avaliação, seis cursos obtiveram conceito 4, e quatro cursos ficaram com conceito 3. 

“O desempenho da nossa comunidade foi muito bom. A nível estadual, por exemplo, o curso de Fisioterapia está em primeiro lugar. Cursos que estavam com nota 3 melhoraram para 4 e curso com 4 no último Enade subiram para 5. É trabalho de equipe na UESPI para que os resultados dessa avaliação sejam positivos, porque ele impacta no histórico da universidade e também na carreira do estudante, porque ser de uma instituição que tem o melhor curso do Estado e estar entre os melhores do país é muito positivo. Pode abrir portar para um futuro muito melhor na carreira”, afirmou a Procuradora institucional da UESPI, professora Rosário Batista,

UESPI se Destaca no ENADE 2023 com Conceitos 5 e 4

Entre os destaques, estão os cursos de Enfermagem, Fisioterapia e Engenharia Civil, todos ofertados no Campus Torquato Neto, em Teresina. Os resultados refletem o compromisso da instituição com a qualidade do ensino, mesmo diante de adversidades enfrentadas pela educação de uma forma geral. 

Os cursos nota 5 ocupam posições de destaque em rankings nacionais. O curso de Enfermagem ficou na 17ª posição entre 976 cursos avaliados em todo o Brasil. Já Fisioterapia aparece em 20º lugar entre 711 cursos, enquanto Engenharia Civil ocupa a 47ª posição entre 917 cursos. No cenário estadual, a UESPI lidera: Enfermagem e Fisioterapia são os melhores cursos do Piauí em suas áreas, e Engenharia Civil aparece como o segundo melhor do estado.

UESPI se Destaca no ENADE 2023 com Conceitos 5 e 4

O Reitor da UESPI, Professor Dr. Evandro Alberto, ressaltou a importância desse resultado para o fortalecimento da educação pública superior no estado. “Esse desempenho representa o reconhecimento do esforço dos nossos estudantes, professores, técnicos e de toda a comunidade acadêmica. É fruto de um trabalho coletivo, que envolve ensino, pesquisa, extensão e gestão comprometida com a qualidade”, destacou.

Segundo o Reitor, os cursos que alcançaram conceito 5 não apenas se destacaram no Piauí, como figuram entre os melhores do Brasil. “Para se ter uma ideia, Enfermagem e Fisioterapia estão entre os 20 melhores cursos do país. Isso mostra o tamanho da responsabilidade que a UESPI tem hoje e o quanto estamos consolidados nacionalmente”, afirmou.

UESPI se Destaca no ENADE 2023 com Conceitos 5 e 4

O professor Dr. Evandro Alberto também comentou o avanço de outros cursos, que se aproximam do conceito máximo. “Muitos dos nossos cursos que tiraram nota 4 já estão em transição para o 5. Isso mostra uma escala de evolução contínua. É um movimento que acompanha a dedicação de nossos docentes e discentes, e que nos deixa otimistas quanto ao futuro”, afirmou o Reitor. Para ele, o desempenho da UESPI no ENADE reafirma o papel estratégico da universidade para o desenvolvimento do estado. “Estamos ranqueados entre as melhores do Brasil, e isso tem um significado enorme. Mostra que é possível fazer educação pública de qualidade, mesmo com desafios. E isso reforça nosso compromisso com a formação cidadã, com o desenvolvimento regional e com a valorização da ciência e do conhecimento”, pontuou.

Além disso, o Reitor fez questão de enaltecer a grandeza do trabalho em equipe que sustenta esses resultados. “A universidade é feita por muitas mãos. Cada técnico, cada professor, cada estudante tem sua contribuição nesse processo. Esse resultado é, antes de tudo, uma conquista coletiva que precisa ser celebrada por toda a sociedade piauiense”, finalizou.

UESPI se Destaca no ENADE 2023 com Conceitos 5 e 4

Para o Vice-Reitor da UESPI e coordenador do programa Conecta ENADE, professor Dr. Jesus Abreu, o resultado representa uma conquista coletiva e a consolidação de um processo de amadurecimento institucional. “O que observamos foi uma grande evolução da universidade. As notas subiram de maneira geral, os alunos ficaram mais conscientes do papel deles como representantes da instituição e, junto a isso, houve melhorias na estrutura física e no suporte acadêmico”, afirma. Os resultados positivos do Enade 2023 já são um reflexo do trabalho realizado também pela equipe do Conecta Enade,  implantado no primeiro semestre daquele ano. 

A coordenadora pedagógica do Conecta ENADE, professora Dra. Nadja Pinheiro, reforça que o programa é uma articulação contínua com os cursos, identificando demandas e promovendo formação técnica e pedagógica. “Não é voltado apenas ao ENADE, mas à melhoria permanente da qualidade dos cursos”, explica.   

Segundo o professor Jesus Abreu, o bom desempenho dos estudantes tem ligação direta com o fortalecimento de ações internas de preparação, como o Conecta ENADE — programa criado pela Reitoria da UESPI, em julho de 2023, com o objetivo de mobilizar e capacitar os discentes para o exame. O programa é estruturado em três componentes: uma equipe técnica, responsável pelas informações sobre o ENADE e o SINAES; uma equipe de Língua Portuguesa, que orienta sobre a estrutura da prova, tipos de itens e estratégias de leitura e produção textual; e uma equipe pedagógica, que trata dos conteúdos específicos de cada curso.

UESPI se Destaca no ENADE 2023 com Conceitos 5 e 4

O Programa Conecta ENADE visa ser permanente, acompanhando os ciclos do ENADE e promovendo a integração entre os estudantes concluintes e a universidade. A proposta busca garantir que os graduandos compreendam a importância do exame como componente curricular obrigatório, necessário para a colação de grau. Assim, o objetivo geral é auxiliar os concluintes de cursos de bacharelado e de licenciatura na realização das provas, oferecendo suporte para as duas fases do exame (questionário do estudante e prova de conhecimentos), com orientações dirigidas e aprofundamento dos conteúdos previstos nas diretrizes curriculares dos cursos.

A UESPI planejou diversas ações extensionistas, voltadas tanto para os alunos quanto para os professores que atuarão na formação dos concluintes, incluindo oficinas, workshops, seminários, palestras, debates, rodas de conversa, entre outras modalidades. Nesses espaços, são discutidos temas como a relação entre a UESPI e o ENADE, estrutura da prova, questões de formação geral e específica, metodologias ativas, currículo, formação docente e os indicadores do SINAES na universidade.

“O Conecta ENADE, no início, foi um projeto. Agora, ele vai ter continuidade. Vai permanecer de forma definitiva, dado o impacto que teve na vida acadêmica da UESPI. É um divisor de águas”, afirma o Vice-Reitor.

A procuradora institucional da UESPI, professora Rosário Batista, também enfatiza o papel do programa Conecta Enade. “A maioria dos nossos docentes são doutores e atuam em projetos de pesquisa e extensão. Isso enriquece o ensino e fortalece a formação dos estudantes. O Conecta veio para fortalecer ainda mais esse trabalho, com resultados já visíveis em 2023”, afirma.

UESPI se Destaca no ENADE 2023 com Conceitos 5 e 4

A diretora do Centro de Tecnologia e Urbanismo (CTU), professora Artemária Coelho, atribui os bons resultados a uma combinação de exigência acadêmica, práticas pedagógicas rigorosas e forte engajamento dos estudantes. “Nossos professores são tidos como ‘duros’ e exigentes. Aliado a isso, há a dedicação dos alunos, práticas laboratoriais e visitas técnicas, o que tem suplantado deficiências estruturais”, afirma. Ela ainda destaca o papel dos docentes na formação prática: “Apresentam atividades de engenharia de forma prática, despertando o aluno para a necessidade de estudar com afinco”.

O curso de Fisioterapia da UESPI é um caso à parte. Desde sua primeira participação no ENADE, em 2004, obteve nota máxima em todas as edições. O coordenador do curso, professor Saulo Araújo, ressalta que esse desempenho não é fruto de treinamentos pontuais, mas de uma formação contínua e sólida. “A gente não faz preparatório específico para o ENADE. Temos um programa de educação continuada que prepara os alunos para concursos, residências e, naturalmente, para o exame nacional”, explica. O diferencial do curso está na qualidade do corpo docente e na estrutura curricular, que ultrapassa 5.000 horas, com mais de 1.200 horas de estágio em hospitais como o Getúlio Vargas, Hospital Infantil Lucídio Portela e clínicas conveniadas. Apesar da excelência acadêmica, o professor chama a atenção para mais investimentos no que diz respeito a  infraestrutura, com a criação de uma clínica escola e laboratórios mais modernos, o Coordenador acredita que com essa estrutura física aliada ao comprometimento humano, o curso será sempre nota 5. 

UESPI se Destaca no ENADE 2023 com Conceitos 5 e 4

Além dos cursos com conceito 5, a UESPI também se destacou cursos nota 4, como Medicina, Odontologia e Agronomia — este último com ofertas nos campi de Teresina, Parnaíba e Picos. Também obtiveram esse desempenho os cursos de Enfermagem em Floriano, Parnaíba e Picos.

O curso de Agronomia da UESPI, em Picos, obteve conceito 4 no ENADE. Para o coordenador do curso, professor Reinaldo Leal, o resultado é fruto do compromisso coletivo com a formação dos estudantes. “Os docentes do curso não hesitam em participar do desenvolvimento de projetos de pesquisa e extensão, o que culmina na participação dos discentes e no aprendizado, na prática, daquilo que veem na teoria. Isso resulta na publicação de artigos e capítulos de livros, o que também contribui para o desempenho alcançado”.

Ele também ressalta a importância do resultado alcançado. “Como tal conceito é um somatório de vários pontos avaliados (corpo docente, discente, infraestrutura, etc), temos a certeza de que estamos trabalhando da melhor forma, sendo essa nota muito representativa para o reconhecimento do curso e, em consequência, dando uma garantia ao discente de que ele estará sendo formado e preparado para sua vida profissional”, afirmou.

UESPI se Destaca no ENADE 2023 com Conceitos 5 e 4

O curso de Enfermagem da UESPI em Parnaíba também obteve conceito 4 no ENADE. Para o coordenador do curso, professor Luís Felipe, o desempenho é reflexo da dedicação de docentes e discentes na construção de uma formação sólida e de qualidade. “Contamos com um corpo docente altamente qualificado — 54% de doutores, 36% de mestres e apenas 10% de especialistas — o que se reflete diretamente na formação dos nossos alunos. Além disso, temos um perfil de estudantes estudiosos, proativos e resilientes, com elevado índice de rendimento acadêmico”.

O professor também destaca a importância do conceito 4 para o reconhecimento do curso. “Esse resultado significa que nossos alunos apresentaram desempenho acima da média nacional, demonstrando a qualidade do processo formativo. Isso contribui para a valorização do curso, para o acesso a fomentos e melhorias, e garante ao discente que ele está sendo preparado para o mercado de trabalho. Além disso, forma profissionais que impactam positivamente a saúde e a qualidade de vida da população”, finalizou.

De acordo com a professora Rosário Batista , 93% dos cursos avaliados obtiveram nota igual ou superior a 3, o que representa uma evolução positiva em relação à edição anterior do ENADE. “Cursos que estavam com conceito 2 subiram para 3. Outros foram de 4 para 5. Tivemos apenas duas quedas, o que mostra a estabilidade e o crescimento da nossa universidade”, finaliza.

Os conceitos obtidos no exame são, portanto, mais que números: são o reflexo de um projeto coletivo que acredita na força do ensino público, gratuito e de qualidade.

UNATI promove ação de saúde renal para comunidade da terceira idade

Por Ryan Nunes

A Universidade Aberta à Terceira Idade (UNATI) participou da campanha em alusão ao Dia Mundial do Rim, promovendo testes rápidos de creatinina para seus discentes. A ação faz parte de uma mobilização nacional coordenada pela Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) por meio da Regional Piauí com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância do diagnóstico precoce da doença renal crônica.

UNATI participa de campanha com exames e orientações

O presidente da Sociedade Brasileira de Nefrologia – Piauí e professor de Nefrologia da Universidade Estadual do Piauí, doutor Ginivaldo Vitor, destacou a importância da iniciativa e os impactos da doença renal na sociedade. Ele explicou que a condição afeta milhões de brasileiros e que, atualmente, cerca de 10% da população é portadora de alguma forma de doença renal. “Nós temos cerca de 170 mil pessoas que fazem hemodiálise e muitas vezes as pessoas só descobrem que têm problema renal quando já se encontram numa fase avançada. Então, esse teste permite diagnosticar precocemente se a pessoa tem ou não tem doença renal. É importante essa campanha. Finalizamos essa campanha aqui na UNATI oferecendo testes para nossos colaboradores e para as pessoas que frequentam a UNATI. Dessa forma, conseguimos ampliar o alcance dessa campanha em todo o Piauí”, comenta o professor.

UNATI participa de campanha com exames e orientações

Além dos exames, os participantes receberam orientações sobre hábitos de vida saudáveis e prevenção de doenças renais. A iniciativa foi bem recebida pela comunidade da terceira idade, como destacou dona Iracy. “Foi ótimo, porque é bom que a gente fica atualizado dos exames. Às vezes, a gente não tem tempo ou nem lembra de procurar esse tipo de serviço, e quando vem até a gente assim, facilita muito. Esses exames que a gente fez são muito importantes para saber como está a nossa saúde renal, que é algo que a gente nem sempre pensa, mas que precisa de atenção. Eu fiquei muito feliz de participar, porque, além dos exames, a gente também recebeu orientações, tirou dúvidas, foi tudo muito bem explicado. É uma campanha que ajuda e incentiva a gente a prestar mais atenção no corpo e no que ele está dizendo”, relatou a discente.

UNATI participa de campanha com exames e orientações

A atividade também contou com a participação de estudantes do 5º período de Medicina, que acompanharam a aplicação dos testes e o acolhimento aos participantes. “Essa experiência foi de muita importância para mim, porque, saindo do nosso campo de experiência, que é todo dia estar no consultório, e fazendo essas práticas externas, a gente cresce muito na formação. A gente entra em contato com outras pessoas, com outras realidades, com outras idades. Essa experiência é muito enriquecedora para nós, como estudantes”, afirma a discente Maria Dulce Cavalcante.

UNATI participa de campanha com exames e orientações

João Vitor Castelo, discente de Medicina, destacou que a ação vai muito além da oferta de exames e reforça a importância do cuidado contínuo com a saúde, especialmente para um público tão sensível como o da terceira idade. “Essa campanha representa qualidade de vida, pois muita gente não sabe como cuidar da saúde dos rins, e muitos são portadores de doenças crônicas ou têm diversas comorbidades e não fazem o acompanhamento adequado. Isso acaba prejudicando muito o dia a dia dessas pessoas, principalmente dos idosos. Então, promovendo essa ação, o professor e toda a equipe estão levando saúde, informação e bem-estar para um grupo que realmente precisa desse olhar mais atento.”

Projeto de Extensão em Direito e IA prepara alunos de curso de Direito para os desafios do futuro

Por Roger Cunha

Na Universidade Estadual do Piauí (UESPI), um projeto de extensão tem chamado atenção ao propor uma discussão essencial para os rumos do Direito no século XXI: o impacto da Inteligência Artificial na prática jurídica. Coordenado pelo professor Ítalo José, o projeto “Direito e Inteligência Artificial” se apresenta como um espaço acadêmico e prático para refletir sobre as transformações tecnológicas que já começam a redesenhar o sistema de Justiça.

Projeto de Extensão em Direito e Inteligência Artificial forma profissionais para novos desafios jurídicos

A proposta não é apenas estudar a tecnologia, mas compreender como a IA está moldando — e será moldada — pelo Direito. “O projeto é uma ponte entre sala de aula, pesquisa de ponta e as demandas da sociedade. Buscamos promover um diálogo crítico, interdisciplinar e responsável sobre o uso da IA na área jurídica”, explica o professor Ítalo.

A ideia nasceu da percepção de uma lacuna: apesar da crescente presença da IA em tribunais, escritórios de advocacia e órgãos públicos, a formação jurídica ainda carece de uma abordagem que prepare os estudantes para esse novo cenário. “Notícias sobre algoritmos sendo usados em decisões judiciais, automação de tarefas jurídicas e até questões éticas sobre vieses algorítmicos nos fizeram perceber que não basta reagir. É preciso se antecipar, compreender e influenciar positivamente esse processo”, acrescenta o coordenador.

Entre os principais objetivos da iniciativa estão o aprofundamento do conhecimento sobre os aspectos legais, éticos e sociais da IA; a capacitação de estudantes e da comunidade jurídica; o fomento ao debate público sobre temas emergentes como responsabilidade civil de algoritmos, proteção de dados e regulação; além da promoção da produção científica e do diálogo entre universidade e sociedade.

As atividades do projeto são diversas: grupos de estudo, oficinas práticas, seminários com especialistas, produção de conteúdos para redes sociais, análise de casos concretos e acompanhamento de legislações nacionais e internacionais. Os encontros presenciais acontecem toda quinta-feira, às 17h30, no campus Torquato Neto, em Teresina, e já há planos para expandir as ações também para o formato híbrido.

Os estudantes participantes já sentem o impacto da experiência.  O aluno Rikelme Oliveira diz que está motivado pela oportunidade de explorar novas experiências dentro da vida acadêmica. “Quando o professor falou sobre o projeto de extensão, me animei logo. É uma chance de fazer algo diferente, que também agrega muito ao currículo”, afirma.

Ele também reflete sobre o futuro da profissão jurídica diante da presença crescente da IA: “Ela já está sendo muito utilizada para otimizar o trabalho de advogados, revisar documentos, analisar contratos. Isso facilita, mas também pode reduzir oportunidades de emprego. Um advogado pode preferir contratar uma IA para fazer certos serviços em vez de outro profissional.”

Apesar das incertezas, ele reconhece o valor social do projeto: “Tem impactos positivos, como a orientação jurídica e o apoio ao trabalho do advogado. Mas também vejo que pode agravar a saturação do curso de Direito, algo que já preocupa muitos alunos”.

Outro participante, Felipe Baruc, revela que ingressou no projeto por querer compreender melhor como o Direito está lidando com as tecnologias emergentes. “Quis entender como essa relação acontece hoje e o que esperar no futuro. A IA deve ser vista como uma ferramenta, não como substituta. E isso exige preparo, tanto dos profissionais quanto do próprio sistema jurídico”, afirma.

O aluno também destaca o crescimento dos sistemas autônomos e as tentativas atuais de regulação como pontos de atenção. Para ele, o projeto também pode contribuir diretamente com a sociedade: “Muitas pessoas têm dúvidas sobre como essa tecnologia funciona na área jurídica. A universidade tem um papel importante em esclarecer isso”.

Para o professor Ítalo José, os desafios de integrar Direito e tecnologia são grandes. Ele aponta a diferença entre o ritmo acelerado da inovação e a lentidão natural dos processos jurídicos como um dos principais obstáculos. “A tecnologia muda muito rápido, enquanto o Direito precisa de tempo para amadurecer normas. Regular sem engessar é um equilíbrio difícil”.

Outro desafio está na comunicação entre juristas e desenvolvedores. “São áreas que falam línguas diferentes. É preciso construir pontes de entendimento. O jurista precisa entender como a tecnologia funciona, e o desenvolvedor precisa compreender os princípios jurídicos e éticos que regem a sociedade”, afirma.

O projeto, no entanto, não se limita ao campo teórico. As oficinas, simulações de casos e análises de ferramentas digitais proporcionam uma vivência prática aos estudantes. Eles saem mais preparados para atuar em um mercado de trabalho em transformação e com uma visão ampliada do papel do Direito em uma sociedade cada vez mais digital.

Aqueles que desejarem acompanhar ou participar do projeto podem entrar em contato pelo e-mail institucional do coordenador (italojose@ccsa.uespi.br). Os eventos abertos ao público também são uma porta de entrada para profissionais e pesquisadores interessados na temática.

“A construção do futuro do Direito na era digital é uma tarefa coletiva. Precisamos pensar esse futuro juntos, com responsabilidade, senso crítico e abertura ao novo”, conclui o professor Ítalo.

Projeto “Justiça para Elas” fortalece direitos das mulheres na UESPI Piripiri

Por Roger Cunha 

Garantir o respeito e os direitos das mulheres dentro e fora do ambiente acadêmico é a principal missão do projeto “Justiça para Elas”, desenvolvido por alunas do Bloco II do curso de Direito da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) – Campus Piripiri. A iniciativa busca promover a conscientização sobre a igualdade de gênero, combater a violência contra a mulher e fortalecer a rede de apoio a vítimas de abusos e discriminação.

“Justiça para Elas”: Projeto da UESPI Piripiri promove igualdade e direitos femininos

O projeto nasceu da necessidade de criar um espaço de discussão e ação sobre os direitos das mulheres, fomentando o debate tanto no ambiente acadêmico quanto na sociedade em geral. Por meio de palestras, rodas de conversa e campanhas educativas, o “Justiça para Elas” se propõe a levar conhecimento sobre a legislação vigente, alertar sobre os diferentes tipos de violência e empoderar mulheres para que saibam reconhecer e exigir seus direitos.

A estudante Vitoria Melo, uma das responsáveis pelo projeto, destaca a importância da iniciativa: “O projeto nasceu da necessidade de dar visibilidade à falta de respeito que muitas mulheres enfrentam no ambiente acadêmico e na sociedade em geral. Percebemos que tanto alunas quanto professoras e técnicas não são tratadas com o devido respeito, seja por meio de assédios, desigualdades ou até pela desvalorização de suas vozes”.

A motivação para criar o “Justiça para Elas” veio do desejo de promover mudanças concretas. Como estudantes de Direito, as idealizadoras perceberam que o conhecimento jurídico pode ser uma ferramenta essencial para transformar realidades. “Vemos diariamente casos de assédio, violência e discriminação contra mulheres, e sabemos que muitas não conhecem seus direitos ou não têm suporte para buscar justiça. O projeto veio para ser um espaço de informação, acolhimento e mobilização”, afirma Vitoria.

A experiência de trabalhar diretamente com os direitos das mulheres tem sido significativa para as envolvidas. Segundo Vitoria, “tem sido uma experiência desafiadora, mas também produtiva. Conseguimos abrir diálogos importantes, dar voz a histórias que muitas vezes são silenciadas e ver o impacto do projeto na vida das pessoas”. Entretanto, ela também destaca que o desafio é grande: “Falar sobre os direitos das mulheres ainda enfrenta resistência. Muitas pessoas não enxergam a desigualdade de gênero como um problema real, e combater essa falta de consciência exige muita persistência”.

A iniciativa também busca estender sua atuação para a comunidade externa, criando parcerias com instituições que atuam na defesa dos direitos femininos. Dessa forma, o “Justiça para Elas” ultrapassa os muros da universidade e impacta diretamente à sociedade. Para outras alunas que desejam atuar em causas sociais, a mensagem é clara: “Não tenham medo de levantar a voz. Muitas vezes, quando falamos sobre questões sociais, enfrentamos críticas e tentativas de descredibilização. Mas é justamente isso que mostra o quanto a luta é necessária. Se você sente que algo está errado, que injustiças acontecem ao seu redor, não se cale”, aconselha Vitoria.

O impacto do projeto tem sido perceptível, reforçando a importância da luta pelos direitos das mulheres. “A igualdade de gênero não é apenas uma questão de justiça, mas de transformação social. O ‘Justiça para Elas’ nos faz enxergar, todos os dias, a importância dessa luta”, conclui a estudante.

Com iniciativas como essa, a expectativa é que cada vez mais mulheres possam se sentir seguras e respeitadas em todos os ambientes, garantindo avanços na construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Você pode conhecer mais sobre o projeto “Justiça para Elas” acessando a página oficial no Instagram: @dir.uespi.

O primeiro Doutor egresso do PROFMAT na UESPI

Por Roger Cunha

O ensino da Matemática é um dos pilares fundamentais da educação e a qualificação dos professores desempenha um papel crucial nesse processo. O Programa de Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (PROFMAT) é uma iniciativa que visa aprimorar a formação de docentes da Educação Básica, proporcionando-lhes conhecimento aprofundado e prático. Entre os egressos do programa, um nome se destaca: o professor doutor Francisco de Paula, que trilhou um caminho de sucesso, tornando-se o primeiro doutor oriundo do PROFMAT na Universidade Estadual do Piauí (UESPI). Sua história é um exemplo de determinação e compromisso com o ensino, servindo de inspiração para outros profissionais da área. Atualmente, ele é docente do Instituto Federal da Bahia (IFBA), campus Barreiras.

A Matemática na Educação e na Vida: O Impacto do PROFMAT

Criado com o intuito de fortalecer a Matemática na Educação Básica, o PROFMAT é um curso stricto sensu oferecido por diversas Instituições de Ensino Superior no Brasil. Seu formato semipresencial e gratuito possibilita que professores da rede pública tenham acesso a uma formação de qualidade sem a necessidade de abandonar suas atividades docentes. O ingresso ocorre através do Exame Nacional de Acesso (ENA), uma prova unificada que avalia o conhecimento matemático dos candidatos. A UESPI é uma das instituições que integram essa iniciativa, permitindo que professores piauienses aprimorem suas competências acadêmicas. Foi nesse contexto que Francisco de Paula iniciou sua trajetória na pós-graduação, consolidando-se como um profissional ainda mais capacitado para enfrentar os desafios da sala de aula.

Com a conclusão do mestrado pelo PROFMAT, Francisco de Paula decidiu dar mais um passo em sua formação acadêmica e ingressou no doutorado em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Piauí (PPGEd/UFPI), alcançando um feito histórico para a UESPI. Sua jornada foi marcada por desafios, dedicação e uma paixão inabalável pelo ensino e pela pesquisa.

Durante sua formação, ele também se destacou por sua contribuição durante a pandemia de COVID-19. Com seu conhecimento matemático, realizou levantamentos estatísticos que ajudaram a compreender a disseminação do vírus, fornecendo dados que auxiliaram na formulação de estratégias de combate à doença. Esse trabalho reforçou não apenas sua capacidade técnica, mas também sua preocupação com o bem-estar da sociedade.

A Matemática na Educação e na Vida: O Impacto do PROFMAT

Para entender melhor essa trajetória, conversamos com o professor doutor Francisco de Paula, que compartilhou suas experiências no PROFMAT, os desafios enfrentados no doutorado e como a Matemática contribuiu para sua pesquisa sobre a COVID-19. Confira a entrevista:

ENTREVISTA COM O PROFESSOR DOUTOR FRANCISCO DE PAULA

O que o motivou a ingressar no PROFMAT?
Sempre gostei de estudar e durante minha graduação percebi que alguns conhecimentos não estavam bem estabelecidos. Ao mesmo tempo, sentia a necessidade de aprofundar outros, então o mestrado foi uma escolha natural. Coincidentemente, enquanto cursava uma especialização na UESPI, o PROFMAT foi anunciado pelo então coordenador da especialização, professor Pedro Júnior, que se tornaria o primeiro coordenador do mestrado. Além disso, sempre estudei com minha esposa e um sempre incentivou o outro, então nunca paramos.

Como foi sua experiência ao longo do mestrado?
Foi um período de muito aprendizado e intensidade, tanto nas matérias quanto na pesquisa para a dissertação. Os professores foram excepcionais. Eu e minha esposa, que fazia mestrado na UFPI, viajávamos semanalmente de Parnaíba para Teresina por dois anos, o que foi um desafio a mais. Felizmente, contamos com o apoio do meu cunhado Esmar, que nos recebeu em sua casa. Também tive o suporte dos colegas de turma, o que fez toda a diferença.

De que forma o PROFMAT contribuiu para o seu desenvolvimento como professor e pesquisador?
Foi na disciplina de TCC, com o professor Neuton, que minha visão sobre pesquisa mudou completamente. Esse momento foi determinante para minha trajetória acadêmica. A partir desse contato, comecei a publicar artigos, escrever livros, participar de congressos e bancas. Minha vida acadêmica realmente começou ali, e seguir para o doutorado foi uma consequência natural desse processo.

Como foi a transição do mestrado para o doutorado? Quais foram as principais diferenças?
O nível do doutorado é muito mais exigente. A pesquisa precisa ser inédita, detalhada e aprofundada. Além disso, a escrita da tese tem um rigor muito maior. Foi um desafio enorme, mas novamente contei com o apoio de familiares e amigos, como minha esposa, minha mãe e os colegas Reuel e Cleinha. Sem essa rede de apoio, seria muito mais difícil.

Como foi a sensação de se tornar o primeiro doutor egresso do PROFMAT/UESPI?
Já tinha orgulho de ser o primeiro a defender o mestrado na UESPI, e agora essa conquista no doutorado me deixa ainda mais feliz. Como irmão mais velho, sempre senti a responsabilidade de abrir caminhos, e espero que minha trajetória sirva de incentivo para outros colegas do PROFMAT. Já sei de dois colegas da minha turma que ingressaram no doutorado, o que me deixa muito satisfeito.

Como foi sua participação nos levantamentos estatísticos sobre a COVID-19? Quais foram os principais desafios dessa pesquisa?
Na época, eu era professor substituto da UESPI em Parnaíba, no curso de Ciências da Computação. Com alunos incríveis, começamos a modelar a curva de infectados, e quando o Observatório da COVID-19 da UESPI foi criado, nos juntamos a outros docentes para ampliar as análises. Trabalhei junto com meu orientador de mestrado, professor Arnaldo, e assinamos publicações sobre as análises matemáticas do Piauí. Contribuímos com relatórios que ajudaram o governo estadual a tomar decisões baseadas em ciência. Foi um trabalho exaustivo e emocionalmente pesado, mas tenho orgulho de dizer que ajudamos a salvar vidas.

A Matemática na Educação e na Vida: O Impacto do PROFMAT

O PROFMAT tem um papel fundamental na qualificação dos docentes, proporcionando ferramentas e metodologias que podem ser aplicadas diretamente em sala de aula. A trajetória do professor Francisco de Paula exemplifica esse impacto, mostrando que investir na formação continuada não apenas aprimora o ensino, mas também fortalece a educação no Brasil como um todo. Sua dedicação demonstra que a educação continuada é essencial para o aprimoramento do ensino e para o desenvolvimento da sociedade. Além disso, sua atuação na análise estatística da COVID-19 reforça que a Matemática vai muito além da sala de aula, sendo uma ferramenta essencial para resolver problemas reais e impactar positivamente a vida das pessoas. Seu exemplo inspira outros professores a buscarem novos horizontes acadêmicos e reforça a importância de programas como o PROFMAT para o futuro da educação brasileira.

COREMU-UESPI fortalece integração dos programas de residência em saúde

Por Roger Cunha 

A Comissão de Residência Uni e Multiprofissional em Saúde (COREMU) da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) promoveu, no Auditório do Centro de Ciências da Saúde – CCS, um evento voltado à integração dos programas de Residência em Saúde. O evento contou com a presença de autoridades como o Vice-Reitor e o Pró-Reitor da PROP da UESPI, além da Diretora da Escola Pública de Saúde do Piauí e da Diretora do Hospital Getúlio Vargas (HGV). Também marcaram presença residentes, preceptores e alunos dos programas de residência.

COREMU-UESPI Fortalece Integração dos Programas de Residência em Saúde

Nos últimos anos, a residência multiprofissional tem se expandido significativamente. O número de programas próprios da UESPI cresceu de 14 para 17, além da criação de quatro novos programas em parceria. Essa expansão também se reflete no aumento de preceptores, que passaram de 70 para cerca de 130, e no número de residentes, que triplicou, alcançando 205 profissionais em formação. O investimento nos programas também cresceu, passando de R$ 9 milhões para R$ 17 milhões, indicando um reforço substancial na estrutura de ensino e prática.

O Vice-Reitor da UESPI, Professor Doutor Jesus Abreu, ressaltou que essa expansão tem um impacto direto na melhoria dos serviços de saúde oferecidos à população. “As residências multiprofissionais estão em franca expansão. Elas praticamente triplicaram a quantidade de residentes e preceptores e conseguiram uma adesão à verba federal que contribuiu muito para esse fortalecimento. Este encontro é uma oportunidade para evidenciar suas atividades de ensino, pesquisa e extensão, que formam o tripé da nossa universidade”, afirmou.

COREMU-UESPI Fortalece Integração dos Programas de Residência em Saúde

Já o Pró-Reitor da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação – PROP, Professor Doutor Rauirys Alencar, destacou o crescimento expressivo dos programas de residência e sua importância para a qualificação profissional. “Em 2022, tínhamos 14 programas com cerca de 70 preceptores e 100 residentes. Hoje, em 2025, temos 17 programas próprios e mais 4 programas em parceria com outras instituições. Nossa quantidade de preceptores cresceu para cerca de 130, enquanto o número de residentes praticamente triplicou, chegando a 205. O investimento saltou de 9 milhões de reais para 17 milhões, refletindo o compromisso da universidade com a qualificação profissional”, enfatizou.

A Coordenadora da Comissão de Residência em Saúde, Professora Doutora Sônia Campelo, explicou que essa interação permite um atendimento mais holístico ao paciente, promovendo um olhar ampliado sobre as necessidades de cada indivíduo. “Esse evento é de grande valia para a integração entre as residências multiprofissionais e médicas, garantindo um atendimento mais seguro e de qualidade aos usuários do Sistema Único de Saúde”, destacou.

COREMU-UESPI Fortalece Integração dos Programas de Residência em Saúde

A Diretora da Escola de Saúde Pública do Piauí, Professora Míriam Parente, complementou afirmando que a presença de residentes em unidades de saúde estimula um ambiente de aprendizado contínuo, elevando o padrão de qualidade dos serviços prestados. “Um residente na área da saúde qualifica o ambiente em que atua, pois estimula os profissionais ao seu redor a se aperfeiçoarem constantemente. A residência é a formação ouro para a saúde pública, pois permite aprendizado supervisionado e promove a capacitação prática dos profissionais”, explicou.

A prática interprofissional também foi destacada pela diretora do Hospital Getúlio Vargas (HGV), Nirvania Carvalho, que apontou a colaboração entre instituições como um diferencial na formação dos residentes. “O HGV está de portas abertas para acolher os residentes. Atualmente, temos 13 residências médicas e 2 multiprofissionais em parceria com a universidade. Essa troca de conhecimento torna o hospital mais científico e qualifica os profissionais que atenderão a população”, enfatizou.

COREMU-UESPI Fortalece Integração dos Programas de Residência em Saúde

O Coordenador Acadêmico, Professor Doutor Isânio Vasconcelos, reforçou a importância da interprofessionalidade na qualificação do atendimento em saúde. “A integração entre diferentes áreas da saúde melhora diretamente o atendimento ao paciente. Esse encontro fortalece esse entrosamento e aprimora a assistência oferecida”, ressaltou.

Entre os residentes, o impacto da formação também foi enfatizado. Wanderson Êxodo, residente da UESPI, destacou que a experiência na residência amplia sua visibilidade profissional e contribui para sua especialização. “Escolhi essa residência porque é consolidada e respeitada. Essa integração fortalece nossa formação e aumenta nossa visibilidade no mercado de trabalho”, afirmou.

COREMU-UESPI Fortalece Integração dos Programas de Residência em Saúde

Já Antônio Júnior, residente em fisioterapia e terapia intensiva, ressaltou a importância do trabalho conjunto entre diferentes áreas da saúde para garantir um atendimento mais completo aos pacientes. “A residência multiprofissional permite um olhar mais abrangente sobre o paciente, considerando-o em sua totalidade, e não apenas pelo diagnóstico. A troca com diferentes profissionais enriquece nosso aprendizado e aperfeiçoa a assistência oferecida”, comentou.

Além das discussões e trocas de experiências entre os participantes, o evento também contou com uma apresentação musical do violinista Daniel Fortes, proporcionando um momento de descontração e interação entre os presentes. Mais do que um encontro institucional, a iniciativa reforçou a relevância da colaboração entre profissionais da saúde e o compromisso da UESPI com a qualificação profissional e o fortalecimento do SUS.

 

IV SeGeo fortalece pesquisa e ensino de Geografia com debates e publicação de livro

Por Roger Cunha 

O IV Seminário de Geografia da UESPI (IV SeGeo) consolidou-se como um dos principais eventos acadêmicos da área, reunindo pesquisadores, professores, estudantes e profissionais para discutir temas fundamentais da Geografia e suas interfaces. Realizado no auditório do IFPI – Campus Floriano, o evento promoveu debates interdisciplinares e estimulou a produção de conhecimento científico, contando com a participação de especialistas de instituições renomadas, como UFMG, Unicamp, UFPI e UESPI, além de professores da educação básica e estudantes de graduação e pós-graduação.

IV SeGeo promove intercâmbio acadêmico e destaca papel da Geografia nas políticas públicas

A programação incluiu palestras, mesas-redondas, oficinas e apresentações de trabalhos científicos, abordando temas estratégicos como a questão agrária no Cerrado, geoconservação, formação docente, inteligência emocional e questões étnico-raciais. A diversidade temática permitiu reflexões aprofundadas sobre os desafios contemporâneos da área e suas implicações para a sociedade. Para o coordenador do evento, Prof. Dr. Daniel César Menêses de Carvalho, o IV SeGeo foi um marco na valorização do conhecimento geográfico. “Esse evento possibilitou um intercâmbio significativo de experiências e saberes entre pesquisadores e estudantes, incentivando uma formação mais crítica e interdisciplinar. Discutimos temas que refletem diretamente na realidade socioespacial, fortalecendo a pesquisa e a atuação dos profissionais da área”, destacou.

Um dos grandes diferenciais do IV SeGeo foi sua abordagem interdisciplinar. Palestras e mesas-redondas trouxeram diálogos com áreas como Pedagogia, Sociologia e Psicologia, ampliando a compreensão sobre os desafios da Geografia no mundo contemporâneo. O professor Daniel César enfatiza que essa diversidade temática foi fundamental para a formação dos estudantes e aprimoramento dos professores. “O evento permitiu um olhar mais abrangente sobre os fenômenos geográficos, conectando-os com outras áreas do conhecimento e promovendo uma reflexão mais profunda sobre a realidade socioambiental”, explicou.

IV SeGeo promove intercâmbio acadêmico e destaca papel da Geografia nas políticas públicas

As discussões promovidas também tiveram impacto na formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis. A preservação do geopatrimônio, as transformações no Cerrado e os desafios socioambientais foram temas centrais no evento. Para o coordenador, esse debate é essencial para o desenvolvimento de estratégias governamentais e comunitárias. “A Geografia tem um papel crucial na construção de políticas que garantam o equilíbrio entre desenvolvimento e preservação. No IV SeGeo, abordamos a necessidade de um planejamento agrícola sustentável, da gestão eficiente dos recursos naturais e da educação ambiental como ferramenta de transformação social”, ressaltou o professor.

Um dos principais frutos do seminário será a publicação de um livro reunindo os trabalhos apresentados. Segundo o professor Daniel César, essa iniciativa representa um grande avanço para a valorização da produção científica regional. “Esse livro será um registro das pesquisas desenvolvidas e permitirá a difusão do conhecimento geográfico para um público mais amplo. Além disso, reforça a importância de incentivar estudantes e pesquisadores a seguirem investigando temas de relevância acadêmica e social”, destacou.

IV SeGeo promove intercâmbio acadêmico e destaca papel da Geografia nas políticas públicas

O coordenador acredita que o seminário pode ter um impacto ainda maior nas próximas edições. “Queremos fortalecer parcerias institucionais e ampliar a divulgação para alcançar um público mais diverso. A inclusão de atividades como visitas técnicas e workshops interativos pode tornar o evento ainda mais dinâmico e enriquecedor”, planeja.

Além disso, Daniel César destaca o papel da UESPI e de outras instituições no desdobramento das reflexões do evento. “A UESPI, junto à UFPI, IFPI, Unicamp e UFMG, pode garantir que esses debates resultem em ações concretas, como a criação de grupos de pesquisa e projetos de extensão. Parcerias com órgãos públicos e privados também são fundamentais para fortalecer iniciativas voltadas para sustentabilidade, educação geográfica e desenvolvimento regional”, concluiu.

IV SeGeo promove intercâmbio acadêmico e destaca papel da Geografia nas políticas públicas

O IV SeGeo reafirmou-se como um espaço essencial para a troca de conhecimentos e o fortalecimento da Geografia como ciência aplicada à realidade. Com a publicação do livro e a ampliação das discussões em futuras edições, o evento segue contribuindo significativamente para a pesquisa e a formação de profissionais da área.

Curso de educação física da UESPI vai promover ‘Gincana Universitária’ GUEF 2025

Por Roger Cunha

A Gincana Universitária do Curso de Educação Física da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), conhecida como GUEF, está prestes a movimentar o campus Poeta Torquato Neto no próximo dia 12 de abril. Realizado anualmente, o evento se consolidou como uma tradição entre os estudantes do curso, promovendo a interação entre calouros e veteranos por meio de competições esportivas. A partir das 08:00 da manhã, estudantes de diferentes turmas vão se reunir no Setor de Esporte da UESPI para um dia repleto de desafios e trabalho em equipe.

GUEF 2025: A Gincana Universitária que Movimenta a Educação Física da UESPI

A proposta da gincana é ir além da competição esportiva, ela também tem um papel pedagógico e social importante na formação dos futuros profissionais da Educação Física. A interação entre alunos de diferentes anos permite a troca de experiências e conhecimentos, fortalecendo o espírito universitário e incentivando a prática esportiva de maneira lúdica e colaborativa.

GUEF 2025: A Gincana Universitária que Movimenta a Educação Física da UESPI

O GUEF é uma competição exclusiva para os alunos do curso de Educação Física da UESPI, reforçando o vínculo entre os estudantes da graduação. Diferente do CACUD – Ciclo de Atividades Culturais e Desportivas –, que é aberto para outras instituições, a gincana tem como principal objetivo estreitar os laços entre os acadêmicos do curso, criando um ambiente de cooperação e interação entre calouros e veteranos. Durante a competição, diversas modalidades esportivas serão disputadas, incluindo futebol, vôlei, basquete e atletismo. Além de aprimorar as habilidades motoras dos participantes, o evento também estimula o trabalho em equipe e o espírito de superação.

GUEF 2025: A Gincana Universitária que Movimenta a Educação Física da UESPI

O presidente do Centro Acadêmico de Educação Física, Laecio Freitas, destacou a origem da gincana e sua importância. “Então, a gincana cultural de Educação Física, o GUEF, é uma gincana proposta pela disciplina de Organização e Marketing Esportivo, ministrada pelo professor Galba, que hoje também é coordenador do nosso curso. A ideia é integrar os novos ingressantes do curso de Educação Física para que se sintam acolhidos através do esporte.”

Arthur Aguiar, aluno do curso e membro da comissão de organização, explicou sobre as modalidades que serão disputadas na gincana. “Nós temos aqui no nosso curso uma grande diversidade de modalidades que vão ser praticadas nessa gincana. Todas elas são ensinadas ao longo da graduação. Algumas são mais populares, como o vôlei e o futsal, mas também há outras menos conhecidas que queremos incentivar. Teremos provas de atletismo, como corrida de 100 metros e salto em distância, além de desafios como penalidades no futebol”.

GUEF 2025: A Gincana Universitária que Movimenta a Educação Física da UESPI

Gabriel Araújo, também integrante da comissão organizadora, comentou sobre os preparativos do evento. “A organização está sendo feita com a comissão do quarto bloco. Estamos focados em estruturar bem o evento e garantir que todos os participantes tenham uma ótima experiência. As inscrições estão sendo realizadas através do preenchimento de formulários, e a adesão tem sido muito boa.”

GUEF 2025: A Gincana Universitária que Movimenta a Educação Física da UESPI

As inscrições para o GUEF estão abertas e podem ser feitas através do link: Formulário de Inscrição. O valor da inscrição por modalidade e por atleta é de R$ 5,00. Somente uma equipe por bloco pode ser inscrita, com exceção da modalidade de atletismo, que permite duas equipes, sendo que um dos representantes será isento de pontuação.

Os comprovantes de pagamento devem ser anexados no formulário, sendo que os documentos devem corresponder à modalidade completa (exemplo: 100m + 400m + saltos). O pagamento deve ser feito via PIX, utilizando a chave: augustocavalcante622@gmail.com (Banco Will). No momento da inscrição, é necessário informar o bloco e a turma (apenas para turmas repetidas, como 2°A ou 2°B) e o nome da equipe, que será único para todas as modalidades.