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UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ

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Com investimento de R$ 1 milhão, UESPI amplia mobilidade no Campus Poeta Torquato Neto

Por Roger Cunha 

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) avança na melhoria de sua infraestrutura com a pavimentação interna do Campus Poeta Torquato Neto, em Teresina. A obra representa um investimento de R$ 1 milhão e contempla a execução de mais de 9 mil metros de asfalto, promovendo melhorias significativas na mobilidade, na acessibilidade e na segurança de toda a comunidade acadêmica.

Pavimentação interna melhora mobilidade e acessibilidade no Campus Poeta Torquato Neto

A intervenção atende a uma demanda antiga da instituição e tem impacto direto na rotina de estudantes, técnicos administrativos e professores, ao facilitar o deslocamento entre os prédios, reduzir transtornos causados por poeira e lama em períodos chuvosos e garantir melhores condições de circulação para pedestres e veículos. A pavimentação também contribui para a acessibilidade de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, fortalecendo o compromisso da universidade com a inclusão.

Durante visita técnica à obra, o Reitor da UESPI, Prof. Dr. Evandro Alberto, destacou o caráter simbólico e histórico da pavimentação interna do campus, ressaltando que a entrega representa a consolidação de um sonho antigo da comunidade universitária. Segundo ele, a gestão manteve o compromisso de realizar entregas até o último dia de mandato, assegurando a continuidade dos avanços estruturais da instituição. “Aqui era um sonho: asfalto no Campus Poeta Torquato Neto. A gente trabalha até o último dia do mandato realizando entregas, com obras de infraestrutura e asfalto de primeira qualidade”, afirmou.

Pavimentação interna melhora mobilidade e acessibilidade no Campus Poeta Torquato Neto

Ao lado do Reitor, o Pró-Reitor de Planejamento e Finanças, Prof. Lucídio Bezerra, reforçou que a pavimentação integra um conjunto de investimentos estratégicos voltados à qualificação dos espaços universitários. Ele destacou que a execução da obra reflete o compromisso da gestão com a responsabilidade administrativa e com a entrega de resultados concretos à comunidade acadêmica. “Mesmo nos momentos finais da gestão, seguimos realizando entregas importantes, com obras de infraestrutura e asfalto de primeira qualidade, que impactam diretamente o dia a dia da universidade”, pontuou.

Responsável por acompanhar tecnicamente a intervenção, a engenheira Thalita Lopes, chefe da Diretoria de Engenharia e Arquitetura (DENG), ressaltou que a pavimentação simboliza o cumprimento de compromissos assumidos pela gestão. Para ela, a entrega reforça a marca de uma administração pautada por resultados concretos. “É só orgulho, porque na sua gestão a promessa é feita e a promessa é cumprida. Está aqui mais uma entrega, já no fim do mandato, com o asfalto sendo realizado”, afirmou.

Pavimentação interna melhora mobilidade e acessibilidade no Campus Poeta Torquato Neto

À frente da Prefeitura Universitária, o prefeito Antônio Renato de Aragão avaliou que as melhorias representam uma transformação estrutural na UESPI, refletindo uma nova organização dos espaços e melhores condições de funcionamento da universidade. Segundo ele, as intervenções realizadas ao longo da gestão promoveram avanços significativos na infraestrutura institucional. “O que a gente vê hoje é uma verdadeira transformação. A universidade passou por uma reorganização dos seus espaços, com obras que melhoraram o funcionamento e a rotina de quem vive a UESPI todos os dias”, afirmou.

A obra é resultado do diálogo institucional e da articulação com o Governo do Estado do Piauí, contando com o apoio do governador Rafael Fonteles, do deputado Georgiano Neto e do vereador Eduardo Draga Alana, parcerias que possibilitaram a viabilização dos recursos necessários para a execução do projeto e o atendimento de uma demanda histórica da comunidade acadêmica.

Ao analisar o conjunto de transformações promovidas na universidade, a Diretora de Pós-Graduação, Profa. Dra. Gynna Silva Azar, destacou que a pavimentação do Campus Poeta Torquato Neto integra um processo mais amplo de fortalecimento da UESPI, iniciado em outros campi do estado. Ela ressaltou que as melhorias estruturais representam um legado importante deixado pela gestão. “Essa obra faz parte de um conjunto de lutas e conquistas que vêm de outras experiências da universidade. Ver esse campus recebendo essa estrutura é perceber o legado que está sendo construído”, destacou.

Pavimentação interna melhora mobilidade e acessibilidade no Campus Poeta Torquato Neto

A Pró-Reitora de Ensino e Graduação, Profa. Dra. Mônica Maria Feitosa Braga Gentil, também enfatizou que os avanços observados na universidade são fruto de uma gestão articulada e comprometida com o desenvolvimento institucional. Para ela, as transformações refletem uma liderança capaz de conduzir mudanças duradouras na UESPI. “Tudo isso é resultado de uma gestão que teve liderança, diálogo e compromisso com a universidade. As transformações que vemos hoje deixam marcas importantes para o futuro da UESPI”, afirmou.

Já o diretor do Departamento de Tecnologia da Informação e Comunicação (DTIC), Prof. Dr. Maurício Rocha, avaliou que a pavimentação interna reforça a marca de uma gestão caracterizada por entregas consistentes, tanto na infraestrutura física quanto na área tecnológica. Segundo ele, a obra melhora a mobilidade urbana dentro do campus e contribui para um ambiente universitário mais funcional. “Essa entrega simboliza muito bem a marca da gestão: investimentos em infraestrutura física e também tecnológica, sempre com foco em melhorar as condições de trabalho e circulação dentro da universidade”, ressaltou.

Pavimentação interna melhora mobilidade e acessibilidade no Campus Poeta Torquato Neto

Além de modernizar a infraestrutura do campus, a pavimentação interna reforça a política de valorização dos espaços universitários e de cuidado com quem vivencia diariamente a UESPI. A melhoria das vias internas impacta positivamente o fluxo de serviços, o transporte acadêmico e a organização do tráfego, tornando o ambiente mais seguro, funcional e adequado às necessidades da comunidade acadêmica.

Com a obra, o Campus Poeta Torquato Neto passa a contar com uma estrutura mais adequada às necessidades atuais da universidade, alinhada às ações de fortalecimento do ensino, da pesquisa e da extensão. O investimento reafirma o compromisso da UESPI com a oferta de um ambiente mais digno, acessível e seguro, contribuindo para a qualidade de vida e para o desenvolvimento das atividades acadêmicas.

Projeto “Entenda Minhas Mãos” promove atividade sobre inclusão e Libras

Por Roger Cunha

Em comemoração aos 23 anos da Lei nº 10.436/2002, que reconhece a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como meio legal de comunicação e expressão, a Universidade Estadual do Piauí (UESPI) promove o evento “23 anos da Lei de Libras: conquistas e perspectivas da comunidade surda no Brasil”. A ação acontece no dia 24 de abril, a partir das 8h30, no auditório do Palácio Pirajá, campus Torquato Neto, em Teresina.

Organizada pelo projeto “Entenda Minhas Mãos”, em parceria com a Secretaria para Inclusão da Pessoa com Deficiência (SEID) e a Escola de Governo do Piauí, a programação reunirá professores, estudantes, servidores e representantes da comunidade surda em uma manhã de palestras e troca de experiências.

Universidade comemora 23 anos da Lei de Libras com debate sobre acessibilidade

Segundo Bruna Neres, uma das organizadoras do evento, o objetivo é fortalecer a identidade surda no ambiente universitário e promover uma reflexão profunda sobre os avanços e desafios enfrentados por essa população. “Neste dia 24 de abril, comemoraremos os 23 anos da aprovação da Lei de Libras com uma programação voltada à discussão sobre as conquistas e as perspectivas da comunidade surda no Brasil. O evento foi pensado como um espaço de escuta e aprendizado”, destacou.

Durante o encontro, dois palestrantes convidados vão conduzir as discussões: o professor Iago Pires, mestre e surdo, e a professora mestra Djanes Lemos, docente da própria UESPI. Ambos trarão uma análise crítica sobre o cenário atual da acessibilidade linguística no Brasil e as perspectivas de inclusão. “Eles vão discutir os avanços obtidos após a aprovação da lei e o que ainda se pretende alcançar. É uma forma de rememorar essa conquista histórica que reconheceu a Libras como língua natural da comunidade surda”, explicou Bruna Neres.

Ela também ressalta que o evento é parte de um movimento contínuo da universidade para ampliar a inclusão linguística em espaços acadêmicos e administrativos. “A capacitação de profissionais bilíngues é essencial para garantir a acessibilidade em diferentes contextos, como na educação e nos serviços públicos. Por isso, o projeto Entenda Minhas Mãos, desenvolvido pela UESPI em parceria com a SEID e a Escola de Governo, oferece cursos de Libras voltados especialmente para os servidores do estado”, acrescentou.

Esses cursos são ministrados por professores surdos e têm como foco preparar os profissionais que atuam diretamente no atendimento ao público, garantindo uma comunicação mais inclusiva e efetiva com a comunidade surda. “A iniciativa é fundamental para que servidores estejam aptos a se comunicar com pessoas surdas, promovendo um atendimento mais humanizado. No evento, os alunos do curso também estarão presentes, participando das atividades e ampliando seu contato com a realidade da comunidade surda”, pontuou a organizadora.

Além do público interno, o evento é aberto à comunidade externa e contará com a presença de pessoas surdas na mesa-redonda, o que, segundo Bruna, reforça o compromisso com a representatividade e com a escuta ativa. “Será um momento muito importante para todos, especialmente para os estudantes, que terão contato direto com a língua de sinais e com pessoas surdas falando de suas próprias experiências e conquistas. Isso fortalece a vivência acadêmica e o compromisso social da universidade”, finalizou.

Setembro Verde: UESPI oferece curso de Libras para promover a inclusão

Por Clara Monte

O Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência é celebrado nacionalmente desde 1982 no dia 21 de setembro. Ao longo desse mês, destaca-se o Setembro Verde, uma campanha que enfatiza a inclusão das pessoas com deficiência. Nesse contexto, a Universidade Estadual do Piauí (UESPI) reitera seu compromisso com a diversidade e a acessibilidade.

A oferta de cursos de Libras (Língua Brasileira de Sinais) é uma das iniciativas impulsionadas pelo Departamento de Línguas, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão, Assuntos Estudantis e Comunitários (PREX). Esses cursos estão disponíveis tanto para a comunidade interna quanto externa destacando o compromisso da universidade com a inclusão e acessibilidade.

O professor Josinaldo Oliveira, Diretor do Departamento de Línguas (DL), destaca que o curso de Libras tem ganhado destaque, impulsionando mudanças e promovendo maior inclusão. Ele informa que, atualmente, o curso conta com novos estagiários para ampliar a oferta de educação.

“O Departamento de Línguas tem como função promover o ensino para que as pessoas possam desenvolver conversas eficazes ao se encontrarem com uma pessoa surda. A nossa missão consiste em ensinar os conceitos básicos e, em seguida, expandir e aprofundar esses conhecimentos. Na organização, estabelecemos uma parceria com a Escola de Governo, na qual são disponibilizados professores, certificações e todo o material didático necessário para ministrar o curso da melhor maneira possível”.

Aula online de Libras

Denise Cabral Ibiapina é uma das estagiárias que contribuem para as aulas do projeto. Para ela, o curso de Libras desempenha um papel fundamental ao capacitar os alunos para se comunicarem efetivamente com as pessoas surdos.

Ela ressalta a existência de leis municipais, estaduais e federais que garantem a obrigatoriedade da acessibilidade para pessoas com deficiência em estabelecimentos públicos e privados. No entanto, lamenta que sejam poucos os lugares que oferecem serviços acessíveis. Denise Cabral Ibiapina acredita que quanto maior a participação da comunidade em cursos de língua de sinais mais a Libras será promovida e difundida na sociedade.

“O curso de Libras é bastante procurado e temos uma enorme lista de espera. Os alunos que procuram nosso curso estão em busca de desenvolver habilidades na Libras, mas o fator principal é a inclusão. A maioria dos participantes são da área da educação ou saúde, que se deparam no dia a dia com uma pessoa surda no seu âmbito de trabalho, acabam sentindo dificuldade de comunicação. Com isso procuram cursos de língua de sinais para aprimorar seu atendimento, tornando-o mais acessível. Buscamos no nosso curso que os alunos adquiram a capacidade em Libras, valorizem a cultura surda, respeitem o povo surdo e principalmente minimizem os preconceitos existentes na comunidade, favorecendo a inclusão de todos”, finaliza.

Acontece o I Fórum de inclusão e acessibilidade acadêmica da UESPI

Por Clara Monte

Nesta terça-feira (30), aconteceu o primeiro dia do I Fórum de inclusão e acessibilidade acadêmica da UESPI. O evento é uma parceria da Universidade Estadual do Piauí com o Fórum de Inclusão e Acessibilidade da Pessoa com Deficiência no Mercado de Trabalho do Estado do Piauí.

A ação visa o aprimoramento das ações que envolvem o acesso e permanência do estudante universitário nos aspectos da equidade e inclusão social. O evento acontece na FACIME e conta com mesas temáticas para avaliação, ajustes e implantação, se necessário, de protocolos atuais, legais e fortalecedores da  prática acadêmica no cotidiano da Universidade.

I Fórum de inclusão e acessibilidade acadêmica da UESPI

A Presidenta do Fórum de Inclusão e Acessibilidade da Pessoa com Deficiência no Mercado de Trabalho do Estado do Piauí, Natália Reis, destaca que o evento marca um momento histórico para a luta das pessoas com deficiência e agradece o Reitor da Uespi, Prof. Dr. Evandro Alberto, e o Vice-Reitor, Dr. Jesus Abreu, por estarem realizando mudanças no sentido de diminuir as barreiras para pessoas com deficiências.

“Nós estamos lutando para que a história mude e que as barreiras para essas pessoas sejam menores, pois elas são muito mais que suas dificuldades, elas têm seu lazer e sua vida acadêmica. Hoje, é o dia de começarmos a desenvolver estratégias para aprimorar ações para melhorar a vida de estudo e profissional delas. Gostaria de agradecer a todos que ajudam nessa missão”.

A Presidenta do Fórum de Inclusão e Acessibilidade da Pessoa com Deficiência no Mercado de Trabalho do Estado do Piauí, Natália Reis

Para o Vice-reitor, Dr. Jesus Abreu, é de muita importância debates sobre o tema, pois é dentro dos meios acadêmicos que surgem ideias e projetos que podem contribuir com soluções para dentro do ambiente acadêmico e também para à sociedade.

Vice-Reitor UESPI, Jesus Abreu, e Presidenta do Fórum de Inclusão e Acessibilidade da Pessoa com Deficiência no Mercado de Trabalho do Estado do Piauí, Natália Reis

“É interessante a gente saber que é o Nordeste brasileiro que possui mais pessoas com deficiência. Como nós fazemos parte do Estado, é necessário ter esse olhar especial para os cinco tipos de deficiências mais vistos: visual, auditiva, motora, psicossocial e intelectual. É o dever da UESPI, como Universidade, promover essas demandas dentro do meio acadêmico, pois muitas vezes é daqui que sai as propostas para melhorias dos assuntos. Espero que aconteça isso, pois devemos estar atentos a essas dificuldades para elaborar ações de acessibilidade”.

Coral na solenidade de abertura do evento

O Secretário de Estado do Fórum, Mauro Eduardo, também destaca a importância dos debates sobre a inclusão do discentecom deficiência no ensino superior, visto que, apesar de existir leis que garantem a empregabilidade das pessoas com deficiências no mercado de trabalho, muitas vezes faltam a formação acadêmica dessas pessoas. “Existe a lei de cotas dentro das empresas, que a cada 100 funcionários tem que ter no mínimo 2% de pessoas com deficiências na grade de trabalho, entretanto, quando não são capacitadas pela universidades, acabam perdendo oportunidades. Então, é agradecer a UESPI por ter essa iniciativa de debater sobre essas dificuldades com o intuito de gerar transformações”.

Pró-reitor da PROPLAN, Lucídio Beserra, a Pró-reitora da PREG, Mônica Gentil, e a Pró-reitora da PREX, Ivoneide Alencar

Representando o meio político, o Vereador Venâncio Cardoso esteve presente no evento e ressaltou a necessidade de compreender o assunto para poder levar propostas claras e objetivas para dentro da Câmara Municipal de Teresina. “Esses fóruns servem para dialogar e debater ações que possam da mais dignidade a vida das pessoas com deficiência e, assim, podermos levar políticas públicas eficientes para gerar maior acessibilidade delas dentro das universidades, resultando, assim, em pessoas qualificadas para o mercado de trabalho”.

Reitor da UESPI, Evandro Alberto

Por fim, o Reitor da UESPI, Prof. Evandro Alberto, destaca que é papel da universidade promover esse tipo de evento que busca a inclusão de pessoas com deficiências para dentro do meio acadêmico, e que, a partir disso, as medidas necessárias serão executadas em todos os campi da instituição. “É muito importante nossa participação efetiva nesse momento, é dever da universidade trabalhar para ofertar mais oportunidades de acesso para todos e, aqui, conseguimos reunir diversos membros da sociedade para discutir sobre isso, mostrando a real importância do assunto”, finaliza o Reitor.

 

Confira a programação do I Fórum de inclusão e acessibilidade acadêmica

Por Giovana Andrade

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) em parceria com o Fórum de Inclusão e Acessibilidade da Pessoa com Deficiência no Mercado de Trabalho do Estado do Piauí promovem o I Fórum de inclusão e acessibilidade acadêmica -UESPI, que visa o aprimoramento das ações que envolvem acesso e permanência do estudante universitário nos aspectos da  equidade e inclusão social.

O evento acontece nos dias 30 e 31 deste mês, na FACIME, e contará com mesas temáticas para avaliação, ajustes e implantação, se necessário, de protocolos atuais, legais e fortalecedores da  prática acadêmica no cotidiano da Universidade.

A Diretora do Departamento de Assistência Estudantil da UESPI, Profa. Hilziane Brito, pontua este como um momento histórico para Universidade, em que toda a Gestão se mostra compromissada em tornar a UESPI mais inclusiva e acessível. “Para nós que fazemos o Departamento de Assistência Estudantil foi uma grande satisfação receber a Presidente do Fórum de Inclusão e Acessibilidade da Pessoa com Deficiência no Mercado de Trabalho do Estado do Piauí e sua equipe para propor a execução do I FÓRUM DE INCLUSÃO E ACESSIBILIDADE ACADÊMICA da UESPI. Temas muito importantes serão debatidos e esperamos que docentes, técnicos e discentes participem desse encontro para que possamos refletir em conjunto”.

A Presidenta do Fórum de Inclusão e Acessibilidade da Pessoa com Deficiência no Mercado de Trabalho do Estado do Piauí, Natália Reis, explica que a ação surgiu da avaliação das demandas entre a Instituição e o colegiado Fórum de Inclusão e Acessibilidade da Pessoa com Deficiência no Mercado de Trabalho do Estado do Piauí.

“Com profundidade, compromisso e respeito foram elencados necessidades de implementação e adequações de protocolos e de politicas públicas que atendam às necessidades do público PCD de maneira equânime. Sendo uma sugestão da Reitoria-UESPI que as discursões, reflexões e análise chegassem a mais pessoas, construiu-se o I FIAA-UESPI( Fórum de Inclusão e Acessibilidade Acadêmica-UESPI), um evento que reflete no compromisso de toda a Gestão”.

Inscrição

O evento será aberto ao público e as inscrições acontecem através do preenchimento do formulário online até o dia 26 deste mês, somente através das inscrições será emitido o certificado.

Programação

 

I Fórum pró acessibilidade acadêmica acontece nos dias 30 e 31 deste mês

Por Giovana Andrade

 A Universidade Estadual do Piauí (UESPI), enquanto instituição estadual de ensino superior piauiense, que desenvolve trabalhos acadêmicos e científicos com base nos direitos humanos e com políticas educacionais formativas e inclusivas para todos os seus núcleos docente, discente, técnico, operacional e gestor, está na parceria com o Fórum de Inclusão e Acessibilidade da Pessoa com Deficiência no Mercado de Trabalho do Estado do Piauí para a promoção do I Fórum pró acessibilidade acadêmica.

O evento acontece nos dias 30 e 31 deste mês na FACIME e contará com mesas temáticas para avaliação, ajustes e implantação, se necessário, de protocolos atuais, legais e fortalecedores da  prática acadêmica no cotidiano da Universidade, que visam o aprimoramento nas ações que envolvem acesso e permanência do estudante universitário nos aspectos da  equidade e inclusão social.

A Presidenta do Fórum de Inclusão e Acessibilidade da Pessoa com Deficiência no Mercado de Trabalho do Estado do Piauí, Natália Reis, explica que a ação surgiu da avaliação das demandas entre a Instituição e o colegiado Fórum de Inclusão e Acessibilidade da Pessoa com Deficiência no Mercado de Trabalho do Estado do Piauí.

“Com profundidade, compromisso e respeito foram elencados necessidades de implementação e adequações de protocolos e de politicas públicas que atendam às necessidades do público PCD de maneira equânime. Sendo uma sugestão da Reitoria-UESPI que as discursões, reflexões e análise chegassem a mais pessoas, construiu-se o I FIAA-UESPI( Fórum de Inclusão e Acessibilidade Acadêmica-UESPI), um evento que reflete no compromisso de toda a Gestão”.

A Diretora do Departamento de Assistência Estudantil da UESPI, Profa. Hilziane Brito, pontua este como um momento histórico para Universidade, em que toda a gestão se mostra compromissada em tornar a UESPI mais inclusiva e acessível. “Para nós que fazemos o Departamento de Assistência Estudantil foi uma grande satisfação receber a presidente do Fórum de Inclusão e Acessibilidade da Pessoa com Deficiência no Mercado de Trabalho do Estado do Piauí e sua equipe para propor a execução do I FÓRUM DE INCLUSÃO E ACESSIBILIDADE ACADÊMICA da UESPI. Temas muito importantes serão debatidos e esperamos que docentes, técnicos e discentes participem desse encontro para que possamos refletir em conjunto”.

De acordo com os organizadores  do evento, a programação está sendo fechada  para que todos possam participar do evento, levando debates e reflexões no sentido de aumentar a inclusão e acessibilidade acadêmica em todos os espaços, em destaque, nos espaços públicos.