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UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ

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Oportunidade: evento discute sobre Hanseníase e Comunicação

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) divulga para sua comunidade acadêmica a oportunidade de participar de uma discussão sobre Hanseníase e Comunicação em alusão ao Janeiro Roxo. O evento, realizado pelo Núcleo Piauí do Movimento de Pessoas Atingidas pela Hanseníase (Morhan), é uma oficina online para comunicadores populares e jornalistas que acontece nesta terça-feira (25).

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo link.

O projeto é uma das atividades do Morhan financiadas pela Iniciativa Sasakawa para a Hanseníase (ISH). A campanha inclui atividades de conscientização e divulgação junto aos governos e está sendo disseminada por meios de comunicação, mídias sociais e ações comunitárias presenciais.

A oficina oferece certificado de participação e será ministrada pela coordenadora da comunicação nacional do Morhan, Nanda Duarte – jornalista, mestre em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/Fiocruz).

Serão abordados os módulos:
1) O que é a hanseníase – a doença, sua história social e os desafios de seu enfrentamento
2) Hanseníase e direitos humanos
3) Lei/Rótulos: o que considerar, o que evitar e porquê
4) Comunicação e hanseníase: por uma linguagem da dignidade

O encontro também conta com uma breve aula da professora Olívia Dias de Araújo, que é doutora em enfermagem e coordena o núcleo temático de doenças tropicais negligenciadas na Universidade Federal do Piauí e voluntária do Morhan-PI e também da coordenadora do Morhan, Francilene Mesquita.

Realize sua inscrição.

Janeiro Roxo 

Para alertar a sociedade sobre a importância do diagnóstico precoce, desde 2016, o Ministério da Saúde oficializou o mês de janeiro para a conscientização sobre a hanseníase e a cor roxa para pontuar as campanhas educativas sobre a doença, assim surgindo o Janeiro Roxo.

No Brasil foram registrados 312 mil novos casos de hanseníase registrados nos últimos dez anos, o que coloca nosso país na segunda posição no ranking mundial da doença, atrás da Índia. Aqui, a média é de 30 mil novos casos por ano.

Confira uma matéria completa sobre as principais informações acerca da doença.