UESPI

Brasao_da_UESPI.512x512-SEMFUNDO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ

Governo-do-Piauí-2023_300X129

UESPI moderniza Laboratório de Rádio e investe na qualificação do curso de Jornalismo

Por Roger Cunha 

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) entregou à comunidade acadêmica o novo Laboratório de Rádio do curso de Bacharelado em Jornalismo no Campus Poeta Torquato Neto em Teresina-PI, após uma ampla reforma que modernizou completamente o espaço. A iniciativa reforça o compromisso da instituição com a qualificação do ensino, a valorização da prática profissional e a melhoria contínua da infraestrutura acadêmica.

Novo Laboratório de Rádio fortalece práticas jornalísticas na UESPI

O laboratório passou por intervenções estruturais que contemplaram a criação de um depósito para armazenamento de equipamentos, melhorias na iluminação, instalação de novo mobiliário, substituição do piso, adequações na rede elétrica e a implantação de um cenário exclusivo para a produção de podcasts. As mudanças garantem mais segurança, funcionalidade e condições técnicas adequadas para as atividades pedagógicas do curso.

Durante a entrega do espaço, o reitor da UESPI, Professor Dr. Evandro Alberto, destacou que o novo laboratório é resultado de planejamento, diálogo e do empenho coletivo da gestão universitária. “Essa entrega representa uma gestão comprometida com a qualidade do ensino e com aquilo que os nossos estudantes realmente precisam. É uma conquista construída a muitas mãos, com dedicação, planejamento e responsabilidade com a universidade”, afirmou.

A diretora do CECCA, Professora DR. Valdirene Gomes ressaltou que a reforma do Laboratório de Rádio já vinha sendo planejada há algum tempo e atendia a uma demanda recorrente dos estudantes do curso de Jornalismo. Segundo ela, o espaço é essencial para garantir a qualidade da formação. “A gente vinha se preparando para esse momento, porque entendemos que, para a qualidade do curso de Bacharelado em Jornalismo, esse laboratório era fundamental. Os alunos sempre reivindicaram esse espaço, e hoje conseguimos entregar um ambiente à altura da formação que eles merecem”, pontuou.

Novo Laboratório de Rádio fortalece práticas jornalísticas na UESPI

Responsável pela execução da obra, a chefe do DMSG, Marilene Sansão, foi reconhecida pelo trabalho técnico e pela agilidade na condução da reforma. Para o reitor, a entrega reflete o compromisso e o cuidado da equipe com cada detalhe do projeto. “Tudo o que passa pelas mãos da Marilene é feito com muito capricho, dedicação e rapidez. Esse laboratório tem a marca do trabalho sério e comprometido que ela realiza na UESPI”, destacou Evandro Alberto.

Do ponto de vista pedagógico, o novo espaço amplia significativamente as possibilidades de ensino e aprendizagem. O Técnico de Som Marcelo Ferreira, explicou que o laboratório atende plenamente às exigências das aulas práticas e simula um estúdio profissional. “Aqui será possível colocar em prática tudo aquilo que a teoria apresenta em sala de aula. Os alunos vão encontrar microfones, câmeras e um espaço adequado para gravações e apresentação de podcasts, vivenciando a rotina real de um estúdio”, explicou.

Ele também destacou a importância do podcast como formato contemporâneo de comunicação e aprendizagem. “O podcast hoje tem grande audiência e relevância. Ter um cenário próprio e equipamentos adequados permite que os estudantes desenvolvam conteúdos atuais e se preparem para o mercado de trabalho com mais segurança e experiência prática”, completou.

Novo Laboratório de Rádio fortalece práticas jornalísticas na UESPI

A entrega do Laboratório de Rádio também resgata um projeto sonhado desde gestões anteriores. A professora Rosane Martins, quando esteve à frente da coordenação do curso de Jornalismo, foi uma das responsáveis por idealizar o espaço. O reconhecimento à sua contribuição reforça o caráter coletivo e contínuo do processo de fortalecimento do curso. Além disso, o novo laboratório integra um planejamento mais amplo para a área da Comunicação na universidade. A vice-diretora professora Sammara Jericó, que já atuou na chefia da Comunicação, também esteve entre as idealizadoras do fortalecimento dos espaços de rádio e TV. A gestão atual já projeta novas melhorias para os ambientes destinados às práticas audiovisuais.

Ao final da solenidade, o Reitor agradeceu às equipes envolvidas e destacou que a entrega simboliza mais do que uma obra física. “Esse laboratório representa o cuidado com a formação dos nossos estudantes, o respeito à história do curso e o compromisso com uma universidade cada vez mais qualificada, equipada e preparada para o futuro”, concluiu.

Projeto “Rádio Cajueiro” é desenvolvido por alunos de Jornalismo da UESPI de Picos e chega ao Spotify

Por Mikael Lopes

Acadêmicos de Jornalismo da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), campus Professor Barros Araújo, em Picos, desenvolveram o projeto “Rádio Cajueiro” durante a disciplina de Radiojornalismo, ministrada pelo professor Me. Clebson Lustosa. A iniciativa, dividida em duas temporadas, reúne radiojornais e podcasts que já estão disponíveis na plataforma Spotify.

Com 14 episódios produzidos, os trabalhos sonoros, além do caráter prático da disciplina, têm o propósito de criar um espaço de memória e preservar as produções acadêmicas. A escolha das temáticas, como segurança, interesse público, economia, entre outras, teve como critério tornar o radiojornalismo e o podcast um ambiente socialmente plural.

“A ideia era que a gente tivesse um rádiojornal plural, que a gente pudesse, em uma edição, falar do maior número de assuntos possíveis, diversos, que envolvessem temas que vão desde segurança, interesse público, cultura, economia, religiosidade, fé, história. Então eu convidei que eles lançassem um olhar para as rádios aqui de Picos e até mesmo para as rádios de Teresina e analisassem o que é que tem no espelho de um rádiojornal, uma edição de um rádiojornal, e, com base nesse olhar, trazer para a nossa realidade”, disse o professor.

A realização da atividade permite que os estudantes coloquem em prática habilidades jornalísticas fundamentais para o mercado e adquiram conhecimentos sobre plataformas digitais em crescimento.

“A ideia era que, para além de entenderem a parte teórica de um podcast, que eles pudessem praticar, que eles pudessem saber como se comportar durante uma entrevista, como produzir um podcast, como fechar um roteiro de um podcast, e assim eles fizeram. Então, eles produziram, convidaram os entrevistados. É importante que eles cheguem no mercado pelo menos com uma base ali, com o mínimo, e eu acho que foi muito importante eles vivenciarem isso de forma prática mesmo” , avalia o docente Clebson Lustosa.

Além da produção sonora, o professor e os alunos também definiram o nome da rádio e a identidade visual, buscando representar elementos importantes de Picos e região e transmitir a ideia de prosperidade.

“O nome Rádio Cajueiro nasceu da representatividade do pé de caju para a região de Picos, para a cidade de Picos. Picos é conhecida como a capital do mel, mas aqui tem um beneficiamento, uma produção grande de caju, de castanha de caju. Santo Antônio de Lisboa é uma cidade aqui vizinha a Picos e é conhecida como a capital do caju. E o cajueiro tem uma representatividade muito grande para o semiárido piauiense, para o sertão do Piauí e para o Nordeste de um modo geral”, pontuou o professor.

Entre os episódios, um deles abordou a escala trabalhista 6×1 e como ela impacta diretamente a rotina e a qualidade de vida de diversos profissionais. A temática foi desenvolvida pela aluna Maria Clara, que entrevistou especialistas e trabalhadores.

“Escolhi esse tema porque percebi que, apesar de fazer parte do cotidiano de diversas categorias, ele ainda gera dúvidas, interpretações diferentes e pouco debate aprofundado. Entre os critérios que considerei estavam a relevância social, a atualidade do tema e a possibilidade de explicar de forma clara algo que impacta tanto trabalhadores quanto empregadores”, explicou Maria Clara.

Para a estudante, a experiência foi fundamental para sua evolução na elaboração de roteiros, na condução de entrevistas e na edição, além de ajudá-la a compreender como cada escolha sonora, da entonação à montagem final, influencia o entendimento da mensagem.

A acadêmica Adriana Reis decidiu explorar o debate sobre a possível mudança da feira e do mercado municipal de Picos e avalia a experiência como positiva para o seu processo de aprendizagem.

“No meu trabalho, busquei trazer a fala de todos os lados, desde os comerciantes que dependem dessa fonte de renda até especialistas que destacaram os impactos que essa mudança pode gerar. Eu amei a experiência, desde o desafio de conseguir as fontes até o processo de edição da reportagem”, ressaltou Adriana.

Para ouvir os episódios, basta pesquisar “Rádio Cajueiro” no Spotify ou acessar o link do perfil:

https://open.spotify.com/episode/7nO91kcRahgu99PrbnyYmI?si=TYfkb1FATxmId_gLIZ3K0A%0A

Projeto “Rádio Cajueiro” é desenvolvido por alunos de Jornalismo da UESPI de Picos e chega ao Spotify

Por Mikael Lopes

Acadêmicos de Jornalismo da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), campus Professor Barros Araújo, em Picos, desenvolveram o projeto “Rádio Cajueiro” durante a disciplina de Radiojornalismo, ministrada pelo professor Me. Clebson Lustosa. A iniciativa, dividida em duas temporadas, reúne radiojornais e podcasts que já estão disponíveis na plataforma Spotify.

Com 14 episódios produzidos, os trabalhos sonoros, além do caráter prático da disciplina, têm o propósito de criar um espaço de memória e preservar as produções acadêmicas. A escolha das temáticas, como segurança, interesse público, economia, entre outras, teve como critério tornar o radiojornalismo e o podcast um ambiente socialmente plural.

“A ideia era que a gente tivesse um rádiojornal plural, que a gente pudesse, em uma edição, falar do maior número de assuntos possíveis, diversos, que envolvessem temas que vão desde segurança, interesse público, cultura, economia, religiosidade, fé, história. Então eu convidei que eles lançassem um olhar para as rádios aqui de Picos e até mesmo para as rádios de Teresina e analisassem o que é que tem no espelho de um rádiojornal, uma edição de um rádiojornal, e, com base nesse olhar, trazer para a nossa realidade”, disse o professor.

A realização da atividade permite que os estudantes coloquem em prática habilidades jornalísticas fundamentais para o mercado e adquiram conhecimentos sobre plataformas digitais em crescimento.

“A ideia era que, para além de entenderem a parte teórica de um podcast, que eles pudessem praticar, que eles pudessem saber como se comportar durante uma entrevista, como produzir um podcast, como fechar um roteiro de um podcast, e assim eles fizeram. Então, eles produziram, convidaram os entrevistados. É importante que eles cheguem no mercado pelo menos com uma base ali, com o mínimo, e eu acho que foi muito importante eles vivenciarem isso de forma prática mesmo” , avalia o docente Clebson Lustosa.

Além da produção sonora, o professor e os alunos também definiram o nome da rádio e a identidade visual, buscando representar elementos importantes de Picos e região e transmitir a ideia de prosperidade.

“O nome Rádio Cajueiro nasceu da representatividade do pé de caju para a região de Picos, para a cidade de Picos. Picos é conhecida como a capital do mel, mas aqui tem um beneficiamento, uma produção grande de caju, de castanha de caju. Santo Antônio de Lisboa é uma cidade aqui vizinha a Picos e é conhecida como a capital do caju. E o cajueiro tem uma representatividade muito grande para o semiárido piauiense, para o sertão do Piauí e para o Nordeste de um modo geral”, pontuou o professor.

Entre os episódios, um deles abordou a escala trabalhista 6×1 e como ela impacta diretamente a rotina e a qualidade de vida de diversos profissionais. A temática foi desenvolvida pela aluna Maria Clara, que entrevistou especialistas e trabalhadores.

“Escolhi esse tema porque percebi que, apesar de fazer parte do cotidiano de diversas categorias, ele ainda gera dúvidas, interpretações diferentes e pouco debate aprofundado. Entre os critérios que considerei estavam a relevância social, a atualidade do tema e a possibilidade de explicar de forma clara algo que impacta tanto trabalhadores quanto empregadores”, explicou Maria Clara.

Para a estudante, a experiência foi fundamental para sua evolução na elaboração de roteiros, na condução de entrevistas e na edição, além de ajudá-la a compreender como cada escolha sonora, da entonação à montagem final, influencia o entendimento da mensagem.

A acadêmica Adriana Reis decidiu explorar o debate sobre a possível mudança da feira e do mercado municipal de Picos e avalia a experiência como positiva para o seu processo de aprendizagem.

“No meu trabalho, busquei trazer a fala de todos os lados, desde os comerciantes que dependem dessa fonte de renda até especialistas que destacaram os impactos que essa mudança pode gerar. Eu amei a experiência, desde o desafio de conseguir as fontes até o processo de edição da reportagem”, ressaltou Adriana.

Para ouvir os episódios, basta pesquisar “Rádio Cajueiro” no Spotify ou acessar o link do perfil:

https://open.spotify.com/episode/7nO91kcRahgu99PrbnyYmI?si=TYfkb1FATxmId_gLIZ3K0A%0A