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Oeiras: Lançamento do Programa Permanente de Extensão “Alguidar de Cultura”

Por Leonardo Dias 

Aconteceu dia 11 de maio de 2022, na entrada do novo campus da Universidade estadual do Piauí (UESPI), campus Possidônio Queiroz, na cidade de Oeiras, o lançamento do Programa Permanente de Extensão “Alguidar de Cultura”.

Grupo de capoeira 

O projeto ALGUIDAR de Cultura, fruto da parceria da UESPI e CACO – Coletivo Arte e Cultura de Oeiras, tem o intuito de oferecer para a comunidade em geral cursos e oficinas artísticas gratuitas visando a democracia cultural.

Lançamento

O evento foi organizado na entrada do novo campus de Oeiras e cerda de 120 (cento e vinte) pessoas participantes, entre professores, alunos, técnicos e comunidade em geral. Na abertura foram discutidos sobre o objetivo geral do projeto e, em particular, foram explanados todos os eixos que serão trabalhados durante todas às 40 horas semanais.

Equipe organizadora, e professores das oficinas “Alguidar de Cultura”

 

O Diretor do campus de Oeiras que também é organizador do evento, Prof. Harlon Homem de Lacerda Sousa, destacou a importância da solenidade de abertura do programa para a cidade e o campus da universidade. “Foi uma marca muito importante para o inicio do Projeto no nosso campus. Não é importante somente para a comunidade acadêmica mais também para toda a comunidade que integra a nossa instituição”.

Público efetivo do evento de abertura

 

A Arquiteta e colaboradora do Projeto, Amanda Morais,  fez parte da abertura e do primeiro dia de oficina. Ela fala que oferecer esse tipo de trabalho aberto ao público é ter a oportunidade de trazer a comunidade para dentro da UESPI, para que as pessoas também possam desenvolver o senso crítico e ter percepção de onde vivem.

“Somos artistas independentes. Estamos lutando para democratizar a arte e cultura e ter acesso e liberdade se expressando. Hoje, nós estamos tendo oportunidades de transformar nossos cursos em um projeto de extensão, até mesmo para desenvolver habilidades que muitas vezes nem sabem quem tem. Com esses cursos abrimos um leque para descobrir artistas e pensadores”, relata.

Oficinas

As oficinas são divididas em eixos 07 eixos: Musicalidades e Danças,  Educação e Patrimônios, Artes visuais, musicalidades e danças,   História, Memórias e Identidades, Artes Visuais, Artes Cênicas,  Pedagogia Antirracista.

Bandolim e Arte urbana

O professor Helberth Vinícius, que é do grupo Coletivo Arte e Cultura de Oeiras (CACO), conta que contribuirá com o projeto ministrando a oficina de Bandolim e Arte urbana.

“A oficina de bandolim tem o intuito de manter viva a tradição do instrumento, além de dar acesso à população menos favorecidas social e economicamente. Também irei ministrar o curso de Arte Urbana juntamente com a arquiteta Amanda Morais, que proporcionará um estudo sobre as expressões artísticas como hiphop, street dance, rap e grafite”, explica.

Vídeo de abertura com a oficina bandolim:

Canto Terapêutico

A oficina de Canto Terapêutico é ofertada também nesse projeto e a responsável é a professora Vanda Queiroz. A oficina é sobre técnicas voltadas para o vocal e a vivência do canto por meio de expressões. A professora conta que o objetivo maior é criar um espaço onde cada aluno possa se expressar e falar de suas emoções e de seus sentimentos.

“O canto trás diversos benefícios para respiração, vinculação entre as pessoas, um trabalho de escuta de si mesmo. A intenção dessa oficina é proporcionar um ambiente de expressão através do canto e da arte. Tem um espaço dentro da oficina que dar oportunidade para a criação, por exemplo, o nosso grupo já tem duas canções produzidas pelos próprios alunos, isso eleva a potência da música”, disse.

Grupo Canto Terapêutico 

Inscrições

Este projeto  é voltado para toda a comunidade acadêmica e externa. As inscrições para as oficinas estão abertas até o dia 20 de maio através do formulário disponibilizado pela organização do projeto.

Campus de Oeiras: Memorial 24 de Janeiro realiza debate sobre os 100 anos da Semana de Arte Moderna

Por Leonardo Dias 

Acontece no dia 17 de fevereiro, às 19h, o evento sobre a Semana de Arte Moderna do Memorial 24 de Janeiro da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), campus Professor Possidônio Queiroz, na cidade de Oeiras. O tema será os 100 anos da Semana de Arte Moderna: perspectivas piauienses.

O objetivo do evento é refletir sobre a importância da semana de arte moderna de São Paulo para o Brasil. O evento também fará parte das atividades oficias do Memorial 24 de Janeiro no ano de 2022.

 

O Professor Doutor Harlon Homem de Lacerda Sousa fala que a semana de arte moderna é um marco histórico levando em consideração a cultura brasileira como também relata as expectativas para o evento.

“A semana de arte moderna aconteceu em fevereiro de 1922 no Teatro Municipal de São Paulo. A mesa que será realizada será sobre o centenário da semana e a importância dela para arte brasileira”, disse.

Os convidados para o evento sobre a Semana de Arte Moderna serão: Professor Doutor Reginaldo Sousa Chaves da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), Professor Mestre Francisco Stefano Ferreira Secretario Municipal de Cultura e Turismo de Oeiras, Professor Doutor Edwar de Alencar castelo Branco da Universidade Federal do Piauí (UFPI) e na mediação o Professor Doutor Harlon Homem de Lacerda Sousa Diretor da Universidade Estadual do Piauí (UESPI)- campus de Oeiras.

O evento acontece de forma online e será transmitido através do canal do YouTube do canal do Memorial 24 de Janeiro.

 

Memorial 24 de Janeiro de Oeiras já está aberto para visitação

Por Valéria Soares e Sammara Jericó

O Memorial 24 de Janeiro, que está sob a administração da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), Campus de Oeiras, já está aberto para visitação, de segunda-feira a sexta-feira, das 14h às 18h.

O espaço conta com praça, o obelisco de 22 metros, museu, parte administrativa, lanchonete e uma estátua em homenagem a Manoel de Sousa Martins, o Visconde de Parnaíba, que foi esculpida pelo artista plástico piauiense Braga Tepi. Ele ficou conhecido como Visconde da Parnaíba, pois em 24 de janeiro de 1823 declarou a adesão do Piauí à independência do Brasil e tornou-se Presidente da Junta de Governo do Estado.

Estátua em homenagem ao Visconde da Parnaíba

Estátua em homenagem ao Visconde da Parnaíba | Foto: Harlon Lacerda

Obelisco do memorial 24 de janeiro de Oeiras

Obelisco do Memorial 24 de janeiro de Oeiras| Foto: Harlon Lacerda

O memorial  e monumento foram inaugurados no dia 13 de agosto de 2021, em solenidade com a presença do governador, reitor da UESPI e autoridades do estado.

O local possui documentos sobre a história da independência do Piauí e também sobre a Batalha de Jenipapo, além disso, o monumento representa a data de adesão do estado ao Grito do Ipiranga, no processo de Independência do Brasil.

Autoridades do estado durante a inauguração do Memorial 24 de janeiro

Autoridades do estado durante a inauguração do Memorial 24 de janeiro | Foto: Sammara Jericó

O Memorial fica localizado na entrada da cidade de Oeiras, primeira capital do Piauí.  A obra foi construída pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult), e agora, depois de inaugurada, tem a administração do campus de Oeiras da UESPI para o desenvolvimento de atividades de extensão e pesquisa relacionadas à história e memória da cidade e do Estado.

Entrada do Memorial 24 de janeiro na cidade de Oeiras

Entrada do Memorial 24 de janeiro na cidade de Oeiras | Foto: Harlon Lacerda

Primeira exposição

O artista oeirense Olavo Braz está com a sua exposição “OEIRAS: SERTÃO, TRADIÇÃO E FÉ ” no memorial. A primeira exposição do local é inspirada na religiosidade do povo de Oeiras, como nas procissõe da Lamparina e Fogaréu, que retratam a tradição da cidade e dos moradores no período da semana santa.

Confira imagens da exposição:

Fotos: Harlon Lacerda