Uespi

Brasão_da_UESPI.512x512-SEMFUNDO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ

Brasao_Pi_h

Alunos de Educação Física estreiam produção artística dentro do II Congresso: FORMA

Por Vitor Manoel

A turma de Metodologia do Ensino da Dança do curso de Licenciatura em Educação Física da UESPI, campus Josefina Demes em Floriano estreia com a produção artística em dança “Caretas Brincantes”, com apresentação marcada para hoje(22) a partir de 12h, dentro do II Congresso Forma com transmissão no canal UespiOficial no Youtube. 

Caracterização artística dos reisados piauienses

O objetivo da realização do Congresso FORMA, projeto de extensão coordenado pelos professores Kácio Santos e Ireno Júnior é celebrar a dança no Estado do Piauí e refletir sobre sua reverberação com outros locais e em diferentes contextos. A intenção da proposta é afirmar a produção formativa, performativa e ativista da dança no Piauí.

Pensando nisso, a apresentação do grupo Caretas Brincantes, segundo o professor da disciplina consiste em uma vídeo-dança marcada pelas múltiplas possibilidades coreográficas que podem ser trabalhadas no âmbito escolar. Deste modo, Caretas Brincantes se propõe a ser um vídeo de dança com elementos cênicos do corpo com seus entrelaçamentos regionais.

Grupo reunido ensaiando para a apresentação

“Este trabalho enuncia experiências vivenciadas pelos intérpretes criadores discentes no componente curricular, Metodologia do Ensino da Dança, do curso, enfatizando, no corpo, as manifestações de uma cultura regional e popular, bem como pela produção de máscaras que simbolizam os caretas do Reisado piauiense como potência criativa e educativa para a escola”, encerra.

Para a aluna Maria Laiele Nunes, aluna do 5° Bloco do curso e participante do evento, participar da construção dessa produção artística “Caretas Brincantes”, foi como descobrir um novo conceito de dança da nossa cultura popular regional. Segundo ela, vivenciar uma cultura que não tinha conhecimento e também outros movimentos que expressavam essa cultura foi bem marcante durante todo o processo.

“Desde o início, na produção das máscaras, no aprender de cada passo da coreografia, que em alguns momentos foram espontâneos e ao mesmo tempo a gente buscava não fugir do objetivo que era retratar o que queríamos abordar, até o fim. Quando vimos o resultado de todo esforço em grupo e do professor Ireno Junior, que nos deu todo o suporte necessário pra ter sucesso na nossa apresentação”.

A discente Priscyla Rodrigues, do 5º Bloco, destaca que o uso da máscara, serve justamente para destacar cultura regional e popular do Reisado. “Tivemos a ideia, justamente porque muitos dos alunos não tiveram essa vivência e o contato com essas características, por isso queremos dar ênfase na nossa cultura popular”, finaliza.